Estadão destaca mercado segurador no caderno Finanças Mais

Fonte: CNseg

O Jornal O Estado de São Paulo trouxe encartado na edição de 28 de junho o caderno especial “Finanças Mais”, apresentando o ranking das empresas líderes do setor financeiro no Brasil e o que as mesmas estão fazendo para fortalecer suas carteiras de clientes.

Com um capítulo reservado exclusivamente para as companhias seguradoras e de capitalização, a matéria ouviu o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, que afirmou considerar importante, principalmente em momentos de crise, que o ambiente regulatório seja favorável ao setor, facilitando ações mais flexíveis que possam atender à população de forma geral, sobretudo a que perdeu renda.

Entretanto, apesar da crise, o setor continua crescendo e, segundo Coriolano, isso se deve, em parte, à digitalização em prol da eficiência e otimização do parque tecnológico das empresas de seguro, que permitiu a revisão das políticas tarifárias, otimização das vendas e atualização de produtos. Agora, para dar continuidade a esse processo, o presidente da CNseg defende que os órgãos reguladores ajustem as exigências para transações.

Para Marcio Coriolano a importância do seguro vai além dos aspectos financeiros simplesmente. “A questão do seguro é civilizatória porque prepara as gerações atuais para desonerar as gerações futuras”, afirmou, além de “desonerar o governo de intervenções para poder sanear desastres”.

As dez mais de auto: Tokio na liderança e grupo Liberty se destaca com o segundo e terceiro lugar do ranking. . “Fizemos o desenho de precificação mirando o menor custo porque nosso público-alvo para esse produto é quem pode arcar apenas com preços menores. Utilizamos muito o digital no Aliro”, explica Paulo Umeki, vice-presidente do grupo Liberty
Seguro patrimonial:  “Temos uma base de especialistas no setor que ajudam a melhorar o serviço na ponta, direto para o cliente”.- Alex Conrado Korner, superintendente de Produtos de Seguros Zurich Santander
Seguros Financeiros: “A questão do seguro é civilizatória porque prepara as gerações atuais para desonerar as gerações futuras. E envolve também as responsabilidades do Estado: O seguro desonera o governo de intervenções para poder sanar desastres. Se uma usina siderúrgica no País fundir, e não tiver seguro, o governo precisará agir”, exemplifica Coriolano, da CNseg
Saúde: Na operação da bicampeã SulAmérica, a tecnologia foi o motor dos destaques de 2018, como o lançamento do serviço de telemedicina para conectar médicos do trabalho das empresas-clientes a especialistas da rede referenciada. “Já há mil médicos e 120 mil pacientes cadastrados”, conta Gabriel Portella, presidente da companhia
Vida e Previdência: Para o presidente da Bradesco Vida e Previdência e da Bradesco Capitalização, Jorge Nasser, a longa discussão da reforma da Previdência, que já se estende por quase três anos, serviu para mudar a mentalidade do brasileiro sobre a necessidade de garantia de renda com uma poupança privada. O consenso sobre a necessidade de mudar o sistema à medida que a população envelhece foi absorvida pelo cidadão comum, em sua visão
Seguro Geral: Na visão de Coriolano, da CNseg, parte da evolução do setor se deve à digitalização em prol da eficiência e otimização do parque tecnológico, que permitiu a revisão das políticas tarifárias, otimização das vendas e atualização de produtos. Para continuar o processo, Coriolano defende que órgãos regulatórios ajustem as exigências para as transações com clientes. Isso resulta em oferta de produtos mais baratos e mais acessíveis para mais pessoas 
Capitalização: “Acreditamos que a oferta dessas duas novas opções ampliará as oportunidades de crescimento e desenvolvimento do mercado de capitalização no País”, diz Jorge Nasser, diretor-presidente da Bradesco Capitalização. Para além da nova regulação, a área trabalha para oferecer mais produtos populares. No radar estão os clientes do próprio banco. “A penetração ainda é baixa, principalmente no segmento Classic, de menor renda”

CVG-SP debate o crescimento do mercado marginal no seguro de vida

Fonte: Márcia Alves

Evento trouxe à tona o crescimento da venda de produtos piratas para o segmento empresarial, amparado por convenções coletivas de diversas categorias profissionais.

O workshop “O seguro do trabalhador do futuro e as convenções coletivas”, promovido pelo Clube Vida em Grupo São Paulo (CVG-SP), no dia 25 de junho, em São Paulo, com a participação representantes de seguradoras, expôs a preocupação do setor de seguros com o avanço do mercado marginal sobre os segmentos de seguro de vida e de benefícios. 

Não bastasse o embate com as associações e cooperativas que vendem proteção veicular como alternativa ao seguro de automóvel, o setor de seguros tem agora pela frente uma batalha ainda mais difícil contra a venda de seguro pirata para o segmento empresarial. Por força de convenção coletiva de trabalho firmada por alguns sindicatos de classe, muitos empregadores são obrigados a trocar o tradicional de seguro de vida para seus funcionários por produtos similares, que não possuem qualquer regulamentação ou garantia de indenização. 

O alerta foi feito por Fabiana Resende, diretora executiva do PASI, empresa que detém uma das maiores carteiras de seguro de vida em grupo do país. Ela não apenas chamou a atenção para a gravidade da situação, como convocou o mercado de seguros a juntar forças contra o avanço do mercado marginal. Na avaliação da executiva, a invasão do seguro pirata na área de seguro de vida é mais prejudicial ao consumidor de seguros do que a proteção veicular. 

“É muito pior, porque, ao contrário da proteção veicular, em que o cliente tem a liberdade de escolher, no mercado trabalhista, a empresa não tem essa alternativa. Isso é muito sério”, disse. Segundo ela, se o empregador não contratar o produto similar ao seguro de vida com a empresa indicada na convenção coletiva da categoria profissional de seus funcionários, sofrerá sanções, desde ações na justiça até inclusão no SPC. “Se a empresa não quitar o boleto enviado pelo sindicato, será negativada, terá uma certidão negativa”, disse.

Ameaça ao seguro de vida

Fabiana explicou como o seguro de vida se tornou alvo do mercado marginal. Até pouco antes da reforma trabalhista, em 2017, havia no país 17,2 mil sindicatos ativos, cuja receita total proveniente de contribuições obrigatórias era superior a R$ 3,6 bilhões. Esse montante sofreu redução de 90% após a reforma trabalhista, obrigando os sindicatos a buscarem outras fontes de receita, como eventos, cursos, cartões de benefícios e, principalmente, seguro e previdência.

Para o presidente do CVG-SP, Silas Kasahaya, foi nesse momento que as associações e cooperativas encontraram um gap para oferecer produtos similares. Thiago Alberti, gerente de Subscrição e Precificação Vida e Dental da MetLife, concordou. “Não se pode colocar a culpa no órgão regulador, porque o mercado de seguros não se mexeu e as associações acharam esse gap para colocarem produtos irregulares”, disse. 

Segundo Fabiana, a reforma trabalhista fortaleceu os sindicatos ao prever que “o acordado vale sobre o legislado”. Isso significa que convenção coletiva tem a força de lei, o que na prática abre espaço para a aplicação de sanções às empresas que a descumprirem. O problema é que muitos sindicatos não apenas substituíram o seguro de vida pelo seguro pirata, como também indicam em suas respectivas convenções as empresas fornecedoras de proteção para vida, saúde, odontológico e outros.

“Esses produtos piratas não se apresentam como seguro, mas como uma solução. São oferecidos em pacotes com diversas firulas e valores mais altos que o seguro tradicional. Por exemplo: para a cobertura de morte do titular, oferecem ‘apoio emocional’ e ‘ajuda financeira’. A indenização é paga em parcelas”, disse. Segundo a debatedora Nancy Rodrigues, responsável pelas áreas de Produtos e Operações do Seguro de Pessoas na Tokio Marine, as empresas que se recusarem a contratar seguro pirata poderão ter problemas. “Precisarão guardar recursos para fazer frente a isso”, disse.

Para Cristina Vieira, responsável pela gerência de produtos de Vida e Previdência na Porto Seguro, a regulamentação dessas empresas que atuam à margem da lei é necessária. “É importante que o consumidor receba aquilo que comprou. Temos de trabalhar para preservar o nosso mercado, porque isso é também um direito do consumidor”, disse. “Precisamos nos unir porque todo o mercado está sendo afetado. Não são casos pontuais, todos os dias surgem novos produtos irregulares”, disse Fabiana.

Trabalhador do futuro

Para a diretora executiva do PASI, o mercado de trabalho está em transformação com o surgimento de novas profissões e novos formatos de jornada. “Muitos trabalhadores hoje prestam serviço como pessoa jurídica para mais de uma empresa. São múltiplos empregos. Como precificar esse risco?”, questionou Fabiana. Para ela, o modelo de seguro de vida e de benefícios para grupos pode não funcionar mais no futuro. “A tendência é que as coberturas de seguros sejam personalizadas”, disse.

Para o presidente do CVG-SP, o seguro de vida deve embarcar na onda digital e desenvolver produtos mais simples e fáceis de serem contratados, com a devida participação do corretor de seguros. Diante da importância dos temas apresentados, Silas Kasahaya considera que o CVG-SP está cumprindo o seu papel ao promover o debate. “O CVG-SP representa seguradoras, corretoras, resseguradoras e prestadores de serviços e temos de dar voz a esses assuntos”, disse.

CNseg reúne representantes de seguradoras e Procons para debater as relações de consumo

Fonte: CNseg

7ª edição dos Colóquios de Proteção do Consumidor de Seguros aconteceu em Cuiabá, nos dias 25 e 26 de junho

Contribuir para a harmonização das relações de consumo por meio da construção de consensos entre o setor segurador e os órgãos de defesa do consumidor é a razão da realização dos Colóquios de Proteção do Consumidor de Seguros, organizado pelas Comissões de Ouvidoria e de Relações de Consumo da CNseg, em parceria com a Associação Brasileira de Procons – ProconsBrasil. Em sua sétima edição, o evento aconteceu nos dias 25 e 26 de junho, na cidade de Cuiabá, reunindo mais de 100 participantes, com quase 50 representantes de 22 Procons dos 3 Estados do Centro-Oeste e o Distrito Federal, além de executivos de 28 seguradoras e representantes das redes varejistas.

Nesta edição, que retorna ao Mato Grosso, marcou o início do segundo ciclo após seis encontros em todas as regiões do Brasil desde 2014. Os representantes dos Procons apontaram as principais reclamações relacionadas aos seguros como o de Automóveis, de Acidentes Pessoais, de Vida, Prestamista, entre outros, que servirão de subsídio para que a CNseg e Federações associadas, relacionadas com os temas, elaborem um documento com recomendações de melhoria a ser encaminhado para as seguradoras.

A diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, reforçou o reconhecimento conferido pelo setor à aproximação com as entidades do consumidor para ajudá-los – enquanto representantes qualificados dos consumidores – a navegar pela complexidade do seguro, tornando mais compreensíveis os fundamentos técnicos e a linguagem que orienta a formulação dos contratos. Ela também reiterou o compromisso da CNseg de tratar, nas comissões de relações de consumo e de ouvidoria, as questões mais críticas pontuadas pelos Procons, a fim de que os Colóquios apresentem entregas efetivas nesse novo ciclo que se inicia.

O vice-presidente da FenaPrevi, Francisco Alves de Souza, apresentou os fundamentos da Assistência Financeira, destacando especialmente a diferença para o crédito consignado. Ana Flávia Ribeiro Ferraz, Presidente da Comissão de Produto por Sobrevivência da FenaPrevi, abordou o Seguro de Acidentes Pessoais, ressaltando a importância da compreensão pelo consumidor da definição de invalidez permanente, no momento de decisão pela compra do produto. Karina Massimoto, membro da mesma Comissão na FenaPrevi, tratou do Seguro de Vida e de sua importância para recompor rendas na ausência do principal provedor familiar.

O presidente da Comissão Jurídica da CNseg, Washington Silva, apresentou o Seguro Prestamista, que protege o contratante de crédito em caso de morte, invalidez, desemprego involuntário ou perda de renda do segurado. Os seguros Habitacional, Residencial e de Condomínio, foram apresentados pelo presidente da Comissão de Riscos Patrimoniais Massificados da FenSeg, Jarbas Medeiros Bacianio, a pedido dos Procons, que queriam entender as diferenças entre os ramos.

Os aspectos fundamentais no Seguro de Garantia Estendida foram apresentados por Washington Silva e Luiz Alexandre Liporoni Martins, diretor do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), que reiterou o compromisso do varejo no combate à venda casada e a outras demandas relacionadas aos seguros vendidos nesse canal. No painel sobre o Seguro de Automóveis, o consultor da FenSeg Neival Freitas detalhou as coberturas do produto e abordou os principais pontos de dúvida e reclamações dos consumidores.

O presidente da Comissão de Ouvidoria da CNseg, Silas Rivelle, disse que o total apoio dado pelos presidentes e conselhos diretores das seguradoras aos ouvidores é o que os possibilita trabalhar com total ética e dedicação em prol do consumidor, “que é para quem trabalhamos”, concluiu. Silas também informou que já se encontra no Portal da CNseg a versão atualizada do Guia de Acesso dos Consumidores às Empresas de Seguro, com todas as informações necessárias para acessar com facilidade os diversos canais de relacionamento das seguradoras.

A superintendente do Procon Mato Grosso, Gisela Simona, afirmou reconhecer a importância dos Colóquios para, entre outras finalidades, “estabelecer um laço de confiança” entre as partes, que contribui para a evolução do relacionamento e elimina qualquer presunção de má fé. 

O idealizador dos Colóquios, o professor Ricardo Morishita, consultor da CNseg, destacou que o propósito do evento, em última instância, não é atender aos Procons ou às seguradoras, mas aos consumidores, destacando que, sem a confiança da CNseg no diálogo e na construção de pontes, “a gente não estaria aqui hoje”.

A Superintendente Jurídica da CNseg, Glauce Carvalhal, fez um alerta sobre as associações que oferecem o serviço de proteção veicular, que não contam com a regulação e fiscalização dos órgãos reguladores, nem possuem todas as garantias financeiras das seguradoras, necessárias para honrar seus compromissos. “O consumidor pensa que está contratando um seguro, mas está entrando em um sistema de rateio”, afirmou.

Tokio Marine lança seguro para riscos digitais

Um relatório global divulgado no início deste ano pela empresa de segurança digital Symantec mostra que o Brasil é um dos países que mais sofrem com ataques cibernéticos no mundo. Isso reforça a importância e a necessidade de as empresas estarem conscientes destes riscos e dos prejuízos que podem causar. Atenta à importância de oferecer essa proteção, a Tokio Marine amplia seu portfólio de produtos para Pessoas Jurídicas e apresenta o Tokio Marine Riscos Digitais. O novo seguro garante cobertura para perdas causadas por interrupção de negócios e prejuízos causados a terceiros devido a ataques cibernéticos. 

Caro: ” toda empresa que armazena informações no mundo digital está exposta à riscos desta natureza”

“Como uma Seguradora Multiprodutos, nosso desafio é identificar, junto com nossos Parceiros de Negócios, novos nichos que surgem em um cenário de profunda transformação, causado pelas novas tecnologias. O Tokio Marine Riscos Digitais nasce da necessidade de proteger as organizações das ameaças digitais. Afinal, toda empresa que armazena informações no mundo digital está exposta à riscos desta natureza”, afirma a Gerente de Garantia e Linhas Financeiras da Tokio Marine, Carol Ayub.

O produto garante cobertura para a responsabilidade que pode ser imputada à empresa por conta de danos causados por ataques digitais como: perda ou suspeita de perda de informações não-publicas, violação de privacidade ou transmissão de códigos maliciosos através dos sistemas do Segurado. O Seguro também inclui cobertura para os danos sofridos pelo próprio Cliente, como custos de remediação de um sistema ou rede comprometida, custos de avaliação do estrago ou associados à extorsão cibernética. 

Um dos focos principais da atuação da Tokio Marine no nicho são as Pequenas e Médias Empresas, que estão mais expostas aos riscos digitais, muitas vezes por falta de conhecimento ou por não possuírem uma estrutura dedicada. Com a entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, em 2020, os empresários precisarão ficar ainda mais atentos a este tema. “Vale ressaltar, porém, que as grandes corporações, apesar de contarem com políticas de segurança digitais mais desenvolvidas, não estão imunes aos ataques e também podem contratar o Tokio Marine Riscos Digitais”, explica a Gerente Carol Ayub.

A Tokio Marine montou uma equipe com expertise técnica, experiência e conhecimento global para fornecer aos Corretores e Clientes o acompanhamento e a capacitação necessários para atender a demanda por proteção a ataques cibernéticos.

Generali lança seguro para patinetes e bicicletas

generali seguro patinete bike

Fonte: Generali

A Generali Brasil Seguros lançou seguro para bicicletas e patinetes, elétricos e manuais. São cinco modalidades: roubo, furto qualificado, transporte, perda total e acidentes pessoais. O produto foi lançado, inicialmente, na Itália e chega ao Brasil em um momento no qual as principais cidades discutem questões de segurança e mobilidade desses meios de transporte.

A apólice pode ser adquirida a partir de R$ 0,48 por dia ou R$ 14,46 por mês para bicicletas e patinetes com valor até R$ 3 mil. Cada bem assegurado será considerado pela Generali como um risco individual, devendo ser contratada uma cobertura para cada item. O Seguro Mobilidade também oferecerá o produto a bicicletas e patinetes, elétricos ou manuais, que custem mais de R$ 50 mil.

“A área de massificados da Generali investe cada vez mais na estratégia B2B2C e esse novo produto abrirá as portas de nossa filial no Brasil para novas parcerias com grandes empresas que se dedicam à mobilidade urbana e pensam em melhorar a qualidade e o transporte dos usuários”, afirma Claudia Papa, Head de Mass Channels da Generali Southern East Europe e Américas e Vice Presidente do Brasil.

Veja as coberturas:

  • Roubo: subtração do bem mediante ameaça ou violência ao segurado, ou depois de tê-la, por qualquer outro meio ilegal, reduzido à impossibilidade de resistência.
  • Furto Qualificado: subtração do bem mediante a arrombamento, destruição e rompimento de obstáculo com vestígios materiais comprovados mediante inquérito policial.
  • Transporte: danos causados pela movimentação do Bem segurado por via terrestre, marítima ou aérea, desde que devidamente transportado da forma apropriada.
  • Perda Total: dano causado por risco coberto, quando este for tão extensamente danificado que o torna, de forma definitiva, impróprio para o uso a que se destinava, ou ainda, situação em que as despesas para reparação ou recuperação do mesmo forem igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) do valor de reposição.
  • Acidentes Pessoais: acidentes pessoais causados ao passageiro da bicicleta ou patinete utilizado.

Atenção Primária avança em São Paulo por meio da saúde privada

Fonte: Amil

Modelo focado na medicina de família propõe cuidado preventivo e coordenado por equipes de saúde

Tendência em todo o país, o resgate da Atenção Primária pela saúde privada tem ganhado espaço também em São Paulo. Esse modelo de atendimento é centrado no médico de família, que pode atender a pacientes de todas as idades, através da promoção da saúde, prevenção de doenças, tratamentos e reabilitação. Entre os benefícios desse modelo estão a melhora na qualidade de vida dos usuários, o reforço do vínculo entre médicos e pacientes e a redução da internação hospitalar desnecessária. 

Na Amil, nove em cada 10 pacientes atendidos por médicos de família em suas unidades próprias têm seus problemas de saúde resolvidos nesse primeiro nível de atendimento, sem necessidade de encaminhamento. Este ano, para ampliar ainda mais o acesso de seus clientes à atenção primária, a empresa iniciou o credenciamento de clínicas focadas nesse modelo e acaba de fechar mais uma parceria em São Paulo, com o Centro Médico Dom Pedro.

“A integração da Amil com o Centro Médico Dom Pedro nos permitiu exercer a medicina de família em sua maneira plena, assim como acolher e conhecer o universo dos nossos pacientes, com uma atuação positiva nas melhores escolhas de tratamento e acompanhamento lado a lado”, afirma Felipe Brissi Bonventi, diretor clínico do Centro Médico Dom Pedro.

“A atenção primária propõe o acompanhamento integral do paciente, resultando em uma melhor gestão da sua saúde. O principal objetivo dessa expansão é proporcionar o acesso a um atendimento de qualidade, alinhado com o serviço prestado nas unidades próprias da Amil, com o apoio de credenciados que mantêm a mesma proposta de valor do nosso grupo: oferecer aos clientes o cuidado certo, com base na atenção primária”, comenta Nulvio Lermen Junior, diretor do Programa Amil de Atenção Primária. 

Colaborador do IRB conquista certificação do Institute and Faculty of Actuaries

Fonte: IRB

Depois de cinco anos, 16 provas e incontáveis horas de estudo, Daniel Volpe, gerente de Riscos Corporativos do IRB Brasil RE, é o primeiro brasileiro a conquistar a certificação do Institute and Faculty of Actuaries (IFoA), na categoria fellow, a mais alta. A qualificação inglesa, reconhecida em mais de 100 países, é uma das mais importantes em ciências atuariais.

Todos os anos profissionais de diversas partes do mundo tentam passar nos exames, que têm baixo índice de aprovação. “Esta certificação vai muito além da técnica atuarial, permeia também aspectos relacionados a investimentos, contabilidade, desenvolvimento de produtos, gestão de riscos, gestão do negócio e até mesmo comunicação. Tudo isso é testado na teoria e na solução prática de problemas durante as diversas provas”, conta Daniel, que comemora o apoio do IRB na sua empreitada.

Edição carioca do seminário “Viés Inconsciente” discute diversidade nas empresas

Fonte: CNseg

Encontro promovido pela AMMS reúne quase 100 pessoas no Rio de Janeiro

Quase 100 pessoas prestigiaram a edição carioca do seminário “Viés Inconsciente: Desconstruindo Preconceitos”, realizado na cidade do Rio de Janeiro, nesta quinta-feira à noite, 27 de junho, para avaliar ações de seguradoras para desconstruir os preconceitos nas empresas e avançar o processo de diversificação de seu quadro funcional. O evento – iniciativa da Associação das Mulheres do Mercado de Seguros (AMMS) em parceria com o Grupo de Diversidade da CNseg e o Instituto pela Diversidade e Inclusão no Setor de Seguros (Idis) – ocorreu no auditório da Escola Nacional de Seguros (ENS). Na véspera, o encontro foi realizado em São Paulo.

A palestra “Viés inconsciente, desconstruindo preconceitos” foi apresentada pelo superintendente de Relações de Consumo e Sustentabilidade da CNseg, Pedro Henrique Pinheiro, logo na sequência de breves relatos das ações realizadas pelas AMMS, Idis e o GT da Confederação das Seguradoras, em prol da diversificação. 

Pedro Pinheiro procurou demonstrar como os vieses inconscientes podem ser prejudiciais à diversificação e à inclusão nas empresas. “O viés inconsciente é uma relíquia evolutiva que explica a nossa dificuldade de lidar com as diferenças em um mundo cada vez mais diverso”,  assinalou ele.

Segundo Pinheiro, o viés inconsciente produz julgamentos intuitivos, rápidos, impedindo que se adotem as melhores decisões. Lembrando conceitos do livro “Rápido e Devagar, as duas formas de pensar”, do Prêmio Nobel de Economia Daniel Kahneman, ele assinalou que há duas formas de pensamento.  O primeiro sistema responde por 95% de nossas atitudes, sem uma avaliação consciente e realmente verdadeira. O outro, que responde por 5%, encaixa nosso pensamento mais estruturado e racional. 

O viés inconsciente pauta a atuação profissional de todos, com julgamentos que, portanto, podem não ser os mais racionais. Essa é a razão que faz com que muitas pessoas tenham medo de andar de avião e não de carros, ainda que, estatisticamente, voar seja menos perigoso que dirigir. 

Valéria Schmitke, presidente do Idis, pediu que o mercado de seguros reflita se esta em linha com a diversificação por raça ou gênero do povo brasileiro, tendo em vista 54% da população  brasileira ser formada por negros e pardos e 52%  são mulheres. Não é menor o desafio de, na busca de equidade no mercado de seguros, incluir aos quadros pessoas LGTBI+. Não é por outra razão que três pilares são considerados prioritários para o Idis: a representação por gênero, a questão LGTBI+, e questão racial, com foco em negros e negras. A meta é alcançar a verdadeira equidade no mercado de seguros.

A outra etapa do encontro foi um debate sobre as dificuldades enfrentadas no mundo corporativo por gays, lésbicas, negro (a)s, pessoas acima de 50 anos e até estrangeiros. Participaram do debate a presidente da AMMS, Margo Black, que tratou com bom humor os preconceitos enfrentados por estrangeiros; a empresária Patrícia Braga, membro da RME (Rede Mulher Empreendedora), que perdeu emprego ao completar 50 anos falou preconceito contra os profissionais mais experientes; Pedro Pinheiro abordou os desafios de ser um jovem gay em uma posição de liderança.

Outra participante, Bianca Nascimento, mulher, negra e jovem, falou com voz embargada sobre seus nove anos no mercado de seguros, da desconfiança enfrentada e de sua persistência para “prosseguir na carreira profissional”. Também emocionada, a Casualty Senior Underwriter para América Latina Cone Sul da Swiss Re, Juliana Pelegrin, narrou a sua trajetória e as dificuldades para assumir sua orientação sexual.

Ficou claro que o processo de diversificação, ainda que irreversível, terá de superar diversas etapas para se materializar, a partir dos vieses inconscientes que ditam o comportamento individual e corporativo, de acordo com os participantes. O divisor de águas serão as novas gerações, a partir dos millennial, com valores e propósitos inovadores no campo do comportamento e padrão de consumo, além de aderentes à diversidade.

AIG promove ação social em prol da conscientização do mês internacional do Orgulho LGBT

AIG diversidade LGTB

Fonte: AIG

A AIG Seguros, uma das organizações líderes no mercado securitário internacional e com 70 anos no Brasil, escolheu o Mês do Orgulho LGBT, celebrado em Junho, para promover uma série de ações de conscientização sobre respeito, empatia e solidariedade à comunidade LGBTQ+. Liderado pelo grupo de funcionários AIG Diversitas, a empresa realizou treinamentos internos e a fornecedores, mobilizou os colegas para participar, novamente, da Parada do Orgulho LGBT, e ainda propôs uma campanha interna de doação de agasalhos à Casa 1, centro de acolhimento a pessoas LGBT em vulnerabilidade, ou expulsas de seus lares.

Vinícius Mercado, Subscritor de Linhas Financeiras da AIG e líder do Diversitas, grupo voluntário na AIG que trabalha em diferentes ações dentro e fora da empresa para fomentar o respeito e inclusão em relação à orientação sexual e de gênero, revela que, “para potencializar a eficácia da campanha e o engajamento dos colaboradores, todas as doações eram presenteadas com uma cartela do Drag Bingo, que foi realizado na sede da companhia, em São Paulo, e contou com a participação de drag queens, que animou uma tarde no escritório. Elas também são voluntárias na Casa 1 como professoras de inglês.

Além da diversão e ação solidária, os funcionários da AIG à frente do Diversitas também promoveram treinamentos de conscientização sobre a importância do Mês do Orgulho LGBT, o marco do Stonewall Riots, há 50 anos, que deu origem a essa mobilização em prol do respeito, e como ser aliados desta causa. “Temos feito um trabalho contínuo de compartilhar informações entre os funcionários da AIG e também ampliamos nossa missão a prestadores de serviços terceiros. Inclusive promovemos o treinamento entre os líderes da empresa de Contact Center, parceira da AIG, para que possam acolher jovens profissionais, independente de sua orientação sexual ou questões de gênero”, completa Vinícius.

A seguradora também participou pelo 3º ano consecutivo da Parada do orgulho LGBT, realizada no último domingo, na Avenida Paulista. “Reunimos funcionários e convidamos, inclusive, amigos e familiares para participar conosco desse importante evento. Neste ano, também reunimos parceiros de negócios do setor para marcharmos juntos por mais respeito e inclusão”.

Ações do gênero motivam colaboradores e reduzem conflitos

A eficácia dessas ações é endossada por uma pesquisa realizada pela Harvard Business Review, que revela que 17% dos colaboradores se sentem mais motivados e dispostos a realizarem as suas responsabilidades. Outro dado interessante do estudo é que os conflitos são reduzidos em cerca de 50% quando há diversidade no ambiente de trabalho.

SulAmérica lança plano de saúde regional, com custo a partir de R$ 132

SulAmerica plano regional RJ

Corretores aplaudem a iniciativa da SulAmérica, que divulgou nesta quarta-feira, no Rio de Janeiro, o lançamento de um plano de saúde a partir de R$ 132.

A nova linha, chamada de “SulAmérica Direto”, tem como diferencial o acesso a redes de atendimento local de excelência, podendo ser ofertado pelo corretor a empresas, inicialmente, com mais de 30 vidas, entre titulares e dependentes, com um custo ainda mais acessível. A novidade foi apresentada a parceiros e clientes em evento na noite desta quarta-feira (26), no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, com a presença de mais de 250 convidados.

A capital carioca e a região metropolitana do Rio são as primeiras a ter acesso ao novo produto, nomeado “SulAmérica Direto Rio”. Em parceria com a Rede D’Or, os corretores poderão oferecer aos clientes uma rede completa que inclui hospitais, clínicas, laboratórios e especialistas reconhecidos na região, além de um canal telefônico exclusivo para agendamento de consultas e exames.

“A diversificação do nosso portfólio é uma oportunidade de novos negócios para o corretor, que participou ativamente de todas as etapas de desenvolvimento do ‘SulAmérica Direto’. O produto que estamos apresentando é reflexo do novo olhar da companhia, ao lado de nossos parceiros, às demandas específicas das empresas. A linha de produtos regionais é a oportunidade perfeita para o corretor entregar uma oferta em Saúde desenhada de forma exclusiva, com prestação de serviço, preço competitivo e ampla conveniência”, destaca o vice-presidente Comercial e de Marketing da SulAmérica, André Lauzana.

O corretor poderá ofertar ao cliente os novos produtos, que possuem cobertura para os procedimentos hospitalares, ambulatoriais e laboratoriais previstos no rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), com as opções de internação em enfermaria ou apartamento. No relacionamento com os clientes, os corretores podem ofertar as modalidades com ou sem coparticipação, importante instrumento para o uso consciente do seguro.

Os beneficiários poderão usufruir dos serviços da SulAmérica, como o programa Saúde Ativa, que visa promover hábitos saudáveis e qualidade de vida, e o Médico na Tela, que permite ao segurado realizar uma videochamada com pediatra para orientações de saúde no conforto do próprio lar. Além disso, com o aplicativo SulAmérica Saúde, o segurado pode acessar sua carteirinha virtual, encontrar médicos, clínicas e hospitais por geolocalização e consultar o Benefício Farmácia, que concede descontos de até 85% em mais de 3.500 medicamentos e dermocosméticos em farmácias parceiras.

“Trata-se de mais um passo importante em nossa trajetória. Com o desenvolvimento de produtos que aliam excelência, qualidade assistencial, uso consciente e coordenação do cuidado, gerando sustentabilidade, estamos diversificando o portfólio e potencializando ainda mais nossa participação no mercado de saúde suplementar”, afirma a vice-presidente de Saúde e Odonto da SulAmérica, Raquel Giglio. “A linha ‘SulAmérica Direto’ foi construída a partir da contribuição de nossos parceiros, engajando clientes, prestadores e corretores no mesmo propósito, e por isso traz produtos tão inovadores, que combinam qualidade, eficiência e excelente custo-benefício, entregando valor para empresas clientes e a melhor experiência para beneficiários.”

“Queremos conectar toda a cadeia de valor do segmento de saúde e o apoio irrestrito do corretor de seguros é fundamental para garantir a eficiência do modelo que estamos apresentando”, completa Lauzana.

Expansão

A linha de produtos “SulAmérica Direto” será disponibilizada, gradualmente, em outras cidades do País, respeitando características locais e as redes médicas de cada região. Os novos planos terão sempre a denominação “SulAmérica Direto” acompanhada do nome da cidade.