Liberty Seguros lança produto Frota Fácil com cotação e emissão online

Fonte: Liberty

A novidade chega para agilizar as cotações e negociações de coberturas para frotas, além de garantir proteção personalizada e completa 

A fim de atender às demandas dos corretores e do mercado empresarial, a Liberty Seguros lança o seguro Frota Fácil, focado em agilizar as cotações e negociações de coberturas para frotas de 3 a 20 veículos, facilitando o processo e alavancando vendas. 

O novo produto oferece cotação e emissão de apólices online e pode ser personalizado de acordo com o perfil de cada empresa, além de contar com coberturas e serviços completos como: colisão, incêndio, roubo ou furto e danos morais e corporais causados a terceiros por veículos segurados. Além disso, outros recursos podem ser incluídos, como assistência 24 horas (reboque, auto socorro, chaveiro, pane seca, entre outros) e rastreador para veículos de alta exposição. 

O produto apresenta ainda diversos diferenciais como repique de cotação na ferramenta de cálculo, endosso de alteração e substituição de itens e reanálise da proposta. Para acessar o cotador do Frota Fácil, basta clicar na ferramenta disponível no Meu Espaço Corretor da Liberty. 

“Com o Frota Fácil, apresentamos ao mercado um produto simplificado e alinhado às necessidades dos corretores e seus clientes. Oferecemos um seguro personalizável com cotação ágil e digital para acelerar os negócios dos nossos parceiros”, afirma Marcos Siqueira, Diretor de Seguros Corporativos da Liberty Seguros. 

Câmara aprova projeto de Lei de Licitações. Veja como fica o seguro garantia

Com agências e Valor Econômico

ESTE TEXTO SERÁ ATUALIZADO AO LONGO DO DIA

O plenário da Câmara aprovou o texto-base do projeto que prevê uma nova lei de licitações. Os destaques apresentados ao texto deveriam ser analisados na quarta passada mas ficaram para esta primeira semana de julho. Um dos temas mais importantes para o mercado de seguros é o seguro garantia e também como os projetos serão apresentados e geridos, afinal, a não conclusão da obra depende exatamente desta gestão.

Segundo o texto aprovado, cada obra licitada terá um projeto executivo, para evitar aditivos que acabam alterando custos e prazos. O novo projeto reduz o prazo para que entes públicos paguem empresas pelas obras de 90 dias para 45 dias, estabelece que os pagamentos ocorrerão por ordem cronológica e permite a cobrança de juros e correção monetária quando o houver atras.

De acordo com o especialista em seguro garantia e infraestrutra, Andre Dabus, diretor de infraestrutura da Marsh, infelizmente o texto aprovado não é considerado bom para aguçar o apetite das seguradoras no ramo. “Alteraram substancialmente alguns itens que poderá inviabilizar atuação do mercado segurador em garantias. Ainda estou fazendo análise detalhada , entretanto, a flexibilidade do percentual de 30% para garantias nas obras acima de R$ 200 milhões (no substitutivo anterior estava fixado em 30%) e no artigo 100 parágrafo único, substituição da multa de 15% caso a obra não for retomada, pelo pagamento da importância segurada da apólice, o que equivale a multa de 100%, são itens que precisam ser analisados com muita cautela pelas seguradoras. Enfim , temos que torcer para reverter isso em favor do mercado”, disse ele ao blog Sonho Seguro.

Segundo o Valor, o parecer do deputado Augusto Coutinho (SD-PE), nomeado relator no plenário, faz com que o seguro se torne opcional: de até 10% do valor do contrato de obras, serviços e fornecimentos de até R$ 100 milhões e de até 20% para os contratos maiores; as obras de “grande vulto”, acima de R$ 200 milhões, terão seguro de até 30% e cláusula de retomada (“step in”), em que a seguradora é obrigada a concluir a obra. A proposta já foi aprovada pelo Senado há três anos, mas, como passou por alterações na Câmara, terá uma segunda análise dos senadores antes de ir à sanção. Pelo acordo, os destaques (emendas ao texto) serão votados hoje. São 23 sugestões de alterações que ainda serão discutidas no texto.

Segundo O Globo, para Venilton Tadini, da Abdib, associação que representa as grandes empresas de infraestrutura e indústria de base, é um avanço. Ele lamenta, porém, que, nas obras de grande vulto, o texto aprovado diga que “o seguro garantia poderá ser exigido”, em vez de tomá-lo obrigatório, como nas versões anteriores: “Pode contribuir bastante para a conclusão de obras quando ocorrem problemas no meio do caminho, sobretudo em obras de grande vulto. Acho que os percentuais em relação ao valor dos contratos estão adequados.

Tragédias. Também foi aprovado o projeto de lei 2787/19, que endurece a pena aplicada aos responsáveis por tragédias de grande impacto. O projeto define que, se o desastre causar destruição significativa da flora ou morte de animais, em decorrência de contaminação do ar, de rios e solo, os condenados poderão ser punidos com reclusão de quatro a 12 anos, além de multa. Se a condenação for de caráter culposo, o responsável pode sofrer detenção de um a três anos, mais multa. Ainda segundo o texto, se o rompimento de barragem causar a morte de pessoas poderá receber a mes ma pena do crime de homicídio.

IBA faz parecer sobre os efeitos da PEC6/2019

O Instituto Brasileiro de Atuária (IBA) divulgou recentemente a Análise Técnico-Atuarial dos Efeitos da PEC 6/2019.

O objetivo, segundo o grupo de trabalho, foi analisar a proposta apresentada pelo Governo Federal no mês de fevereiro/2019, a PEC 6/2019, sob o enfoque atuarial, e apresentar as considerações técnicas do Instituto e ateve-se a uma análise qualitativa.

Conforme projeções, a expectativa de vida ao nascer do brasileiro se elevou em quase 9 anos no período entre os anos de 1985 e 2010. Para o período de 2010 a 2015, estima-se uma elevação de mais 8 anos, indicando uma expectativa de vida ao nascer em torno de 81 anos.

Além disso, a redução do mercado formal de trabalho e a redução do número de filhos por família também reduzem a relação de número de segurados ativos em relação ao número de assistidos, comprometendo um modelo de financiamento da Previdência Social estruturado em repartição simples, como atualmente ocorre.

O envelhecimento da população implica maiores custos sobre os programas públicos e privados, podendo torná-los inviáveis num determinado período, quando o número de contribuintes ativos estiver próximo do número de inativos.

Nesse contexto de transição demográfica, o Governo Federal propôs uma Reforma da Previdência Social brasileira, que será analisada neste documento. Inicialmente cabe a crítica construtiva de que questões importantes indicadas para alteração na PEC 6/2019 foram remetidas à criação de Lei Complementar específica, sem apresentação de um texto preliminar para análise concomitante, reduzindo a capacidade de emissão de opinião técnica.

A PEC 6/2019 propõe alterações paramétricas nas regras vigentes de cálculo e requisitos de aposentadoria, bem como a criação de regras de transição do atual modelo e a possibilidade de mudança do regime financeiro atual (de repartição simples) para um novo, de capitalização nocional ou capitalização integral, que serão elencados no decorrer deste documento

Veja a conclusão do estudo:

As justificativas apresentadas pela Proposta de Emenda Constitucional No 6/2019 demonstram, de forma bastante contundente, as dificuldades que o Governo Federal possui em manter o sistema previdenciário brasileiro estável nos moldes atuais.

São dificuldades relacionadas à transição demográfica, informalidade do emprego e outras questões de nível fiscal, por exemplo, que comprometem parcela relevante do PIB para essa finalidade.

Nesse contexto,a proposta de Reforma da Previdência Social brasileira semostranecessáriae,em determinados pontos, até atrasada, quando se observa que a idade média de aposentadoria por tempo de contribuição se dá abaixo dos 60 anos de idade.

Também se tratam, na PEC em referência, de temas que alinham as regras de aposentadoria do Regime Geral (trabalhadores da iniciativa privada) com os Regimes Próprios (servidores públicos) e da integração dos dados dos diversos sistemas de previdência e assistência social.

Neste documento se buscou levantar os pontos da proposta apresentada pelo Executivo Nacional em fevereiro de 2019 e que, atualmente está em análise no Congresso Nacional.

Espera-se, com esse documento, auxiliar no esclarecimento de temas técnicos e de itens que merecem atenção ou de maior clareza de exposição. Nesse ponto, ressalta-se o conceito de Capitalização Nocional, que é apresentado como uma alternativa a ser regulamentada em Lei Complementar e, portanto, fora do âmbito da Constituição Federal.

O conceito de Capitalização Nocional é pouco conhecido no Brasil e merece um maior debate e apresentação de parâmetros, dado a flexibilidade de regras que podem ser definidas para fins de rentabilização das contas virtuais, cálculo dos benefícios e prazo de pagamento dos benefícios.

Por fim, com este documento o Instituto Brasileiro de Atuária – IBA espera contribuir no debate sobre o futuro da Previdência Social brasileira, não sendo um documento com posição final ou definitiva sobre os pontos analisados, especialmente por se tratar de uma análise qualitativa, sem avançar sob os aspectos quantitativos, que são extremamente importantes para se entender as mudanças relacionadas a este relevante segmento de proteção social.

CNseg promove a 7ª edição dos Colóquios de Proteção do Consumidor de Seguros em Cuiabá

Fonte: CNseg

Representantes de seguradoras e Procons debaterão as principais questões relacionadas aos produtos do setor segurador no Centro-Oeste

A CNseg realiza nos dias 25 e 26 de junho, em Cuiabá, a 7ª edição dos Colóquios de Proteção do Consumidor de Seguros, em parceria com os Procons daquela região. Nesse evento, representantes de 28 seguradoras – ouvidores, em sua maioria – e de 22 Procons regionais se reúnem para debater temas relacionados aos seguros mais demandados no Centro-Oeste e às melhorias que podem ser feitas nos produtos e serviços das companhias locais.  O evento de Cuiabá  marca o início do 2º ciclo de encontros realizados em todas as regiões do País.

Para Solange Beatriz Palheiro Mendes, diretora de Relações de Consumo e Comunicação da Confederação,  “a CNseg, ao promover mais um ciclo de encontros com os Procons do País, reforça a extrema importância do diálogo no aprimoramento das relações de consumo. Nesses encontros, serão tratados temas de grande relevância, que geram impacto na vida de milhões de consumidores. Os colóquios objetivam contribuir com o setor segurador no desenvolvimento das melhores práticas e aperfeiçoamento de seus serviços e produtos”.

Viés Inconsciente: Desconstruindo Preconceitos é o tema do debate da AMMS

Fonte: AMMS

A AMMS, o IDIS (Instituto pela Diversidade e Inclusão no Setor de Seguros) e o Grupo de Diversidade da CNseg, se uniram para promover um evento dedicado a mostrar os efeitos dos vieses inconscientes no mundo corporativo e como podemos evoluir para reduzir essa prática, mudando nosso olhar para a diversidade. As duas edições do evento “Viés Inconsciente: Desconstruindo Preconceitos” serão realizadas nos próximos dias 26 e 27 de junho, em São Paulo e no Rio de Janeiro, respectivamente.

Viés inconsciente é fazer associações com base em suposições, criando julgamentos muitas vezes incorretos. Em nosso cotidiano, é comum agirmos dessa forma diante de determinadas pessoas e situações. Agora já imaginou o impacto dos vieses inconscientes no mundo corporativo?

Especialistas e executivos do mercado irão tratar dessa questão nos encontros que terão como palcos os auditórios da Escola Nacional de Seguros (ENS) em São Paulo (Rua Augusta 1600 – Consolação, SP), no dia 26, com início às 8h30min; e no Rio de Janeiro ( Rua Senador Dantas 74/4º andar – centro – RJ), dia 27, a partir das 18h30min.

As mediadoras serão a presidente e a vice-presidente da AMMS, Margo Black (no Rio de Janeiro) e Simone Vizani (São Paulo).

Em São Paulo, os participantes serão Flávia Bianco (Professora da Escola Nacional de Seguros, membro da Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero da OAB Santos, e palestrante na área de Diversidade, Inclusão e Mercado de Trabalho); Gabriela Iosqui Silva (faz parte do time de Programas Internacionais patrimoniais da Zurich Seguros, líder do pilar de raças e etnias do grupo de Diversidade de Inclusão (DEZ) e membro do Idis; Juliana Pelegrin (Trabalha na Swiss Re há 4 anos como Casualty Senior Underwriter para América Latina Cone Sul); Juliana Zan (Superintendente de Recursos Humanos da Tokio Marine Seguradora); Oswaldo Nardini (22 anos de carreira na área Jurídica de empresas seguradoras de grande porte e escritório de advocacia, sendo os últimos 8 anos como gerente executivo jurídico); Patricia Braga (Administradora, com mais de 30 anos no mercado executivo de multinacionais, é membro da RME (Rede Mulher Empreendedora); e Valéria Camacho Martins Schmitke (Diretora Jurídica para a América Latina do Grupo Zurich Seguros).

Desses palestrantes, três também estarão no evento do Rio de Janeiro: Valéria Camacho Martins Schmitke, Juliana Pelegrin e Patricia Braga. Além delas, irão participar Pedro Henrique Pinheiro (Superintendente de Relações de Consumo e Sustentabilidade da CNseg) e Bianca Nascimento (Experiência de nove anos no Mercado de Seguros, atua na Área Comercial da  Capemisa Seguradora).

INSCRIÇÃO. A inscrição para a edição de São Paulo pode ser efetiva através deste link:

Já para o encontro do Rio de janeiro, a inscrição deve ser feita neste endereço eletrônico:

AÇÃO SOCIAL. Em São Paulo, serão recolhidas doações em dinheiro no dia do evento ou por transferência bancária para a instituição Inspiring Girls. No Rio de Janeiro, as doações serão recolhidas em dinheiro ou por transferência bancária para a instituição CAMTRA – Casa da Mulher Trabalhadora. 

PATROCINADORES. Tanto no Rio de Janeiro quanto em São Paulo o talk show contará com o apoio institucional da ENS e patrocínio de grandes empresas do mercado, sendo quatro patrocinadores “Black” (Chubb, IRB Brasil Re, Swiss Re e Tokio Marine); seis “Gold” (Austral, Liberty Seguros, Liberty Mutual Re, Marsh & McLennan Companies; Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados e Sompo Seguros); cinco “Silver” (Allianz, Fator, THB,  Travelers e Willis Towers Watson); e nove “Bronze” (ASAS, DR&A Advogados, Fairfax Brasil, Capsicum Re, Sedgwick, Icatu Seguros, Somus e Matthews Daniel a Bureau Veritas Group Company e Trench Rossi Watanabe).

Programação em São Paulo:

08h30 às 09h – Credenciamento e Welcome Coffee

09h às 09h15 – Abertura

09h15 às 10h – Palestras e Perguntas

10h às 10h15 – Coffee Break

10h15 às 11h – Cases e Debates

11h às 11h10 – Encerramento

Programação no Rio de Janeiro:

18h30 às 19h – Credenciamento e Welcome Coffee

19h às 19h15 – Abertura

19h15 às 20h – Palestras e Perguntas

20h às 20h15 – Coffee Break

20h15 às 21h – Cases e Debates

21h às 21h10 – Encerramento

Solange Vieira, da Susep, participa de evento da CNseg sobre Análise de Impacto Regulatório

Fonte: CNSeg

Os participantes do “Ciclo de Palestras sobre Análise de Impacto Regulatório (AIR) no Setor de Seguros”, promovido pela Confederação das Seguradoras (CNseg), nesta quarta-feira (19), concordaram que o excesso de regulamentação cria dificuldades para cumpri-la, elevadas despesas de transação para mercados regulados, custos finais nada desprezíveis para a toda a sociedade e obstáculos para o crescimento. Mas a virada de chave está a caminho, e duas regulamentações – a MP da Liberdade e o Projeto de Lei das Agências Reguladoras – prometem dar um crescente protagonismo à AIR, irradiando-a na administração pública, nos órgãos de supervisão e agências reguladoras.  

Ao abrir o evento, o presidente da CNseg, Marcio Coriolano afirmou que “a regulação em excesso pode se tornar um obstáculo para a atividade que se pretende regular. A implantação da AIR seria um importante elemento de estabilidade regulatória e previsibilidade jurídica”. Ele observou que já havia afirmado há dois anos, em evento sobre o mesmo tema, a necessidade de os órgãos federais reguladores adotarem a prática de AIR.

Na Susep, a reestruturação administrativa prevê a criação de uma gerência de AIR em cada um de suas novas diretorias setoriais, adiantou a superintendente Solange Paiva Vieira, em sua primeira participação em um evento do mercado segurador.  “O excesso de regulação não é bom, sendo necessário deixar mais espaço para o setor trabalhar”, disse ela.

A superintendente discorreu sobre as suas prioridades à frente da Autarquia e destacou o papel importante da apólice eletrônica, em fase de consolidação e exame das contribuições à consulta pública. “A apólice eletrônica permitirá gerar relatórios de forma mais célere e  fornecerá informações mais qualificadas, o que é fundamental para um órgão regulador e para a os processos de AIR”, salientou. 

As prioridades elencadas por ela incluem: debate sobre um novo modelo do DPVAT; regras de incentivo para as insurtechs; criação de regras regulatórias segmentadas conforme a abrangência dos riscos, no estilo “sandbox”, e organização das diretorias da Susep conforme a natureza das operações de seguros – riscos massificados e grandes riscos- formam os exemplos mencionados. 

Além de também pretender estruturar a AIR na autarquia, racionalizando os custos regulatórios, ela reconheceu que dar mais liberdade de ação ao setor segurador e debater suas propostas serão fundamentais para fazer o seguro ter uma expansão mais efetiva. Afinal, o desenvolvimento do setor e o fortalecimento da qualidade dos serviços são dois focos de sua gestão, anunciou ela. O diretor da Susep, Rafael Scherre, também participou do evento e demonstrou amplo conhecimento da regulação econômica de mercados e ser sensível sobre a importância da expansão do mercado segurador. Ele acenou com modificações na atual modelo de consulta pública, que poderá passar por etapas sem necessariamente prever uma minuta de regulamentação no início do processo. 

Solange Paiva Vieira afirmou acreditar que o mercado segurador tem muito espaço para crescer, mesmo em um ambiente de baixo crescimento econômico, visto que sua participação no PIB é baixa, estando na 14ª posição, na comparação com outros países, atrás do Chile e da África do Sul. 

O assessor especial da Secretaria-Executiva do Ministério da Economia, Gustavo De Paula e Oliveira, palestrou detalhadamente sobre a AIR e assinalou que a sua adoção no Brasil, em consolidação a partir da MP da Liberdade, sancionada em abril, e do Projeto de Lei das Agências Reguladoras – em vias de sanção – deverá eliminar uma das assimetrias do País em relação às nações da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), no qual o País reivindica um assento.  Gustavo De Paula fez um balanço do “histórico da AIR no Brasil e no mundo, demonstrando os claros benefícios de seu advento no mercado global de seguros”.

O evento desta quarta-feira, coordenado pelo diretor Técnico e de Estudos da CNseg, Alexandre Leal, foi o primeiro de um total de cinco que serão realizados sobre AIR até o fim de julho de 2019. A curadoria e a moderação de todos os encontros estão sendo realizados pelo professor de Direito Administrativo, José Vicente Mendonça, coordenador do Laboratório de Regulação Econômica da Faculdade de Direito da UERJ (Universidade  do Estado do Rio de Janeiro). O próximo evento será realizado em 28 de junho sobre os Fundamentos Jurídicos-Econômicos do AIR.

AXA anuncia novas posições na área Comercial

Erika Medici, AXA

Fonte: AXA

Além da reorganização das regionais, a companhia reforçou a equipe com a chegada de Antonio Viana, o Toninho, como é conhecido pelos corretores da região Sul

Com objetivo de aprimorar o atendimento aos corretores, a AXA realizou mudanças em sua equipe Comercial.  Alexandre Oliveira, até então responsável pela Regional São Paulo, acumulará a liderança da Regional Sul, passando a ser Diretor Regional São Paulo e Sul. Antonio Viana, o Toninho, profissional com mais de 20 anos de experiência no mercado segurador do Sul, chega à companhia para desenvolver os negócios da região.

Karine Brandão também ganha novas atribuições com a gestão da Filial Digital, focada nos segmentos de entrada na companhia (Red e White) e terá o cargo de Diretora Regional RJ/ES e Filial Digital Brasil. Felipe Granato, que já integrava o time comercial da AXA será o Gerente da Filial Digital.

Já Danilo Gomes, que tem sob sua alçada as regiões MG, Centro Oeste e Norte, incorpora também o Nordeste e passa a ocupar a posição de Diretor Regional MG, CO, NO e NE.

“Essas alterações estão alinhadas com as transformações organizacionais que temos promovido em todas as esferas da empresa, para estarmos mais próximos dos corretores e das assessorias. Desejo muito sucesso a todos em suas novas atribuições”, comenta Erika Medici, vice-presidente Comercial e Marketing da AXA no Brasil.

Tecnologia para melhorar a experiência do cliente amplia negócios da SIS Soluções Integradas

Resolver a dor do cliente, criando um circulo virtuoso para todos: população protegida, seguradora entregando resultados e estimulando acionistas investirem no negócio e, consequente, mais negócios para todos. Essa é a metodologia de Paulo Peret, fundador e presidente da SIS Soluções Integradas em Serviços, que está no mercado há 13 anos e provê soluções para as principais seguradoras do país na regulação de sinistros de garantia estendida, danos elétricos, residencial e proteção financeira.

O segmento que tem mais crescido atualmente é o de assistência ao cliente que compra seguro para celular e equipamentos eletrônicos. No entanto, assim como o segmento de saúde, as seguradoras tiraram o pé do acelerador no passado diante das fraudes e desgaste na imagem do produto pouco compreendido pelo cliente e com muitas limitações de coberturas. Mas agora, as companhias voltam a disputar esse mercado, amparadas pela tecnologia embarcada nos seguros.

Menos de 10% dos 230 milhões existentes no Brasil têm um seguro. Porém, é um dos que mais tem gerado insatisfação no momento do pedido de indenização, segundo dados registrados pelos órgãos de defesa do consumidor. A principal queixa é que o seguro não cobre furto. Ou seja: mesmo que o celular de um cliente seja furtado na rua, ao lado de seguranças de empresas, com imagens em câmeras, a maioria das seguradoras não indeniza pois não houve algum tipo de coação, ameaça ou violência.

Além desta frustração do cliente, de descobrir a diferença entre furto e roubo quando mais precisa recuperar seu bem, franquias e carências também incomodam os compradores de seguro para celular. Em alguns planos, a franquia chega a 25% do valor do aparelho e outros tem carência de até seis meses, num contrato de um ano, para serem acionados. Outra frustração é a não cobertura por danos causados por quedas e água. E tudo isso para evitar o grande volume de fraudes.

Nada como a competição para trazer melhorias para um mercado tão potencial, considerando-se tanto o número de aparelhos como a importância que ele tem hoje na vida das pessoas. Para conseguir atuar neste segmento de forma rentável, a tecnologia tem sido a principal aliada, pois ela tem possibilitado transformar a experiência do cliente ao mesmo tempo em que protege as seguradoras contra fraudes, explica Peret. Com alguns cruzamentos de dados e permissão para rastreamento do aparelho, os seguros para celulares começam a ser mais atraentes para os consumidores ao incluir cobertura para furto simples, danos por queda e água.

A SIS tem investido na tecnologia embarcada do processo para torná-lo ágil e facilitar de fato a vida dos usuários ao mesmo tempo que gera economia para seguradoras, explica Peret. “No Portal do Segurado, desenvolvido por nós, o usuário pode não só abrir o sinistro, enviar os documentos e acompanhar todas as fases do processo, como também efetuar o pagamento da franquia online – o que reduz em 27% o tempo da solução da demanda”.

“Temos buscado soluções na tecnologia para melhorar a experiência do cliente, que tem sido a principal preocupação das seguradoras”, afirma Peret. Segundo o executivo, um novo portal da SIS funciona como um market place, através do qual o segurado pode escolher seu equipamento de reposição como se estivesse em uma loja virtual, em vez de receber o dinheiro para comprar outro aparelho. São ofertadas opções de pelo menos três aparelhos semelhantes e o cliente escolhe o que mais lhe convém. “Com essa solução, a liquidação do sinistro é percebida pelo segurado como uma experiência de compra, o que vai ao encontro da lógica de transformar o seguro em serviço”, comenta Peret.

Em breve, a mesma metodologia será ofertada para os seguros de eletroeletrônicos e eletrodomésticos. “Para a seguradora, o modelo também é vantajoso. No seguro de Roubo & Furto Qualificado de celulares, o percentual de substituição do aparelho roubado por outro é de aproximadamente 80% com descontos que chegam a mais de 15%, gerando uma grande economia para as seguradoras. 

Outra novidade do mercado de celular vem da cobertura para reparos. Para os seguros com cobertura para reparo do celular, o segurado recebe seu equipamento de volta em uma caixa personalizada com a logo marca de cada seguradora e um manual de instruções para melhor usabilidade do produto. Ainda não se tem autorização para consertos com peças recondicionadas, o que possibilita a redução do preço do seguro. Em automóveis, por exemplo, a expectativa é de que o preço do seguro custe 30% menos do que o tradicional. Mas tornar o seguro celular viável a uma parcela maior da população é um assunto que está no radar da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Lei de Proteção de Dados impulsiona vendas de seguros cibernéticos

A vida atual, cada vez mais tecnológica, desafia o mercado segurador a pensar novos produtos. “Trata-se de um ritmo intenso de mudanças. Com isso, nossos produtos precisam evoluir e ter cada vez mais dinamismo para lidar com novos cenários, entre eles, o de riscos cibernéticos”, disse Luiz Fonseca, diretor da FenSeg (Chubb), na abertura do workshop “Riscos Cibernéticos – A Lei Geral de Proteção de Dados e os Impactos nos Diversos Produtos”, realizado na semana passada pela Federação Nacional dos Seguros Gerais (FenSeg).

Para Flávio Sá, mediador do primeiro painel sobre riscos cibernéticos, o avanço da tecnologia e dos meios digitais são um desafio, mas também uma oportunidade para o mercado de seguros. “O Brasil é o quinto país do mundo em ataques cibernéticos. Proteger esses dados e saber como proceder para criar apólices é ponto chave”, avalia. 

Segundo os presentes, a LGPD corrobora para mais investimentos visando o atendimento da legislação. As apólices devem prever danos decorrentes de riscos cibernéticos em razão da própria evolução tecnológica e “robótica”. Por isso, é necessário o mapeamento dos riscos em cada carteira para o devido tratamento.

Mapear eventos, checar sua magnitude e seus danos foi destacado como  processo desafiador para os presentes. A partir de 20 de agosto de 2020, todas as empresas deverão se enquadrar à  LGPD. “Estar numa conduta adequada a lei  ajudará  na proteção de ataques hackers. E também na manutenção de sua reputação frente aos clientes, sem danos à receita destas companhias”, avalia Fabio Protássio, um dos debatedores do terceiro sobre painel “Impacto dos Riscos Cibernéticos no Mercado de Seguros”. 

Mediador  do mesmo painel, Gustavo Galrão disse  que o mercado para riscos cibernéticos está aquecido. “A demanda já tem crescido bastante por conta da LGPD e as expectativas são de que esse crescimento significativo venha de maneira bem rápida. Esse movimento vem em linha com as exigências da nova lei e alinha também em uma maior celeridade na cultura e criação desse mercado”, avalia o executivo.

O aumento do número de ataques de hackers veiculados na mídia e o recente endurecimento das leis de proteção de dados preocupam segurados e seguradoras.  Diversas pesquisas de mercado apontam que os riscos cibernéticos são uma das maiores preocupações da atualidade. 

Mais de 100 pessoas participaram dos debates que aconteceram no auditório da Escola Nacional de Seguros. O evento foi composto por quatro painéis: “Riscos Cibernéticos”; “Lei de Proteção de Dados (LGPD); “Impacto dos Riscos Cibernéticos no Mercado de Seguros” e “Cyber Liability”.

Vendas de seguro de vida e acidentes avançam 14,8% até abril, para R$ 13,7 bilhões

O mercado de seguros de pessoas (seguros de vida, de acidentes pessoais, viagem, educacional, entre outras modalidades de proteção) registrou prêmios de R$ 13,7 bilhões de janeiro a abril. O valor, que se refere às contratações de coberturas para riscos pessoais, é 14,8% superior aos R$ 11,9 bilhões movimentados de janeiro a abril de 2018, segundo dados da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), que representa 68 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.

Os dados do balanço mostram que as indenizações pagas aos segurados no período totalizaram R$ 3,3 bilhões, valor 8,4% maior em relação aos R$ 3,04 bilhões verificados no ano passado. 

Na análise por modalidade de produto, o seguro de vida registrou R$ 5,1 bilhões em prêmios nos primeiros quatro meses do ano, correspondendo a um aumento de 9,4% em relação ao mesmo período em 2018, quando o volume de contratações foi de R$ 4,69 bilhões. 

O seguro prestamista, que cobre o pagamento de parcelas realizadas em compras a prazo, no caso de morte ou invalidez do segurado, registrou um volume de R$ 4,4 bilhões em prêmios nos primeiros quatro meses do ano, valor 26,72% maior que o verificado em igual período de 2018.

De acordo com os dados da FenaPrevi, o seguro viagem também apresentou saldo positivo no período. As contratações movimentaram R$ 187,5 milhões e a expansão foi de 19,24% superior em relação aos R$ 157,3 milhões registrados de janeiro a abril de 2018.

Ainda segundo o balanço da entidade, o seguro de vida resgatável (dotais), apresentou evolução de 19,18% e prêmios de R$ 957,4 milhões. No ano anterior, o saldo foi de R$ 803,3 milhões.

O seguro com proteção para doenças graves ou terminais também apresentou saldo positivo com crescimento de 15% e prêmios de R$ 308,6 milhões. No mesmo período em 2018, os prêmios foram de R$ 268,3 milhões. 

O seguro auxílio funeral esteve entre as modalidades mais contratadas. Com isso, apresentou crescimento nominal positivo de 11,19% e prêmios de R$ 224 milhões. O maior interesse dos brasileiros pelo seguro auxílio funeral deve-se ao conforto que proporciona aos familiares em situações adversas.

O seguro de acidentes pessoais, que oferece coberturas em caso de morte e invalidez permanente (total ou parcial) e outros riscos causados por acidentes involuntários, provocando lesões físicas ou até mesmo falecimento, registrou crescimento de 7,26% e prêmios de R$ 1,97 bilhão, contra R$ 1,83 bilhão de janeiro a abril de 2018.

Resultado Mensal

No mês de abril as contratações tiveram também um crescimento expressivo. O valor, que se refere às contratações de coberturas para riscos pessoais foram 20,6% superiores e o prêmios foram de R$ 3,73 bilhões.

Participação de cada modalidade no resultado de abril de 2019 e 2018: