AXA lança campanha de marca na TV brasileira

axa know you can

Protagonizada pela tenista Serena Williams e com trilha sonora do rapper americano Nas, campanha “Know you can” reforça o caráter global da marca AXA

A AXA no Brasil estreia hoje sua primeira campanha publicitária veiculada na TV brasileira. A protagonista das peças é a tenista Serena Williams, que personifica a mensagem do slogan Know you can (Saiba que você pode, em tradução livre). 

https://www.youtube.com/watch?v=qCH3pMkJr_I

A campanha que agora chega ao Brasil teve conceito criativo desenvolvido pela Publicis Conseil, de Paris e trilha sonora do rapper americano. O Know you can pretende despertar no público a autoconfiança e a capacidade de superação além de posicionar a marca AXA como o parceiro capaz de impulsionar as pessoas a irem além

“A figura da Serena Williams é muito potente, reforça o tamanho da marca AXA e traduz muito bem a ideia de que podemos ir além. A AXA quer se posicionar como parceiro de confiança, próximo e que impulsiona parceiros e clientes em direção a suas conquistas”, afirma Erika Medici, vice-presidente Comercial e Marketing da AXA no Brasil.

O segundo vídeo da campanha mostra a jornada de superação de um empresário que reconstrói seu negócio com a parceria da AXA, reforçando a estratégia da empresa no Brasil de ser uma seguradora relevante no cenário empresarial. “O mercado de seguros para Pequenas e Médias Empresas tem um enorme potencial a ser explorado. Precisamos conscientizar as pessoas sobre a importância do seguro e de ter parceiros próximos, para agir com rapidez e eficiência”, comenta Erika.

https://www.youtube.com/watch?v=HJB5HDwmNn4

As peças serão veiculadas em canais de TV por assinatura – GloboNews, SportTV, Rede Telecine, Megapix e Universal – em mídias digitais – Facebook, LinkedIn e Youtube -, em publicações especializadas em seguros. 

AXA investe em marketing e inovação para impulsionar crescimento em 2020

axa know you can

Ser um parceiro de valor. Esse é o propósito da campanha global “Know you can” da AXA que estreia na televisão brasileira, em mídias digitais e publicações especializadas nesta segunda-feira. Protagonizada pela tenista Serena Williams, a campanha desperta no público a autoconfiança e a capacidade de superação, além de posicionar a marca AXA como o parceiro capaz de impulsionar as pessoas a irem além. “A figura da Serena Williams é muito potente, reforça a força da marca AXA e traduz a ideia de que podemos ir além. A AXA quer se posicionar como parceiro de confiança, próximo e que impulsiona parceiros e clientes em direção a suas conquistas”, afirma Erika Medici, vice-presidente comercial e marketing da AXA no Brasil.

A campanha também marca o lançamento do Portal do Corretor, que vai agilizar o contato entre a seguradora e os parceiros, e do Empresa Flex, seguro que atende à demanda de proteção para pequenas e médias empresas. Saiba mais detalhes nesta entrevista concedida por Erika Medici: 

Por que “Know you can”?

A nomenclatura em inglês se dá por ser uma campanha global e que chega no Brasil, um dos países prioritários para o grupo, num momento muito especial. 2019 foi um ano muito intenso, com nosso primeiro resultado positivo, com lucro líquido de R$ 5 milhões no primeiro semestre, com transformação, evolução e mudança de mindset para uma companhia mais ágil, mais humana, mais aberta e diversa. Know You Can é um bom jeito de resumir isso tudo. Aproximando o Know You Can do imaginário brasileiro, penso que a superação é algo que faz parte do nosso DNA cultural, mas precisamos avançar no entendimento dos riscos, na cultura do planejamento, da construção de pontes para um futuro mais seguro e estável.

https://www.youtube.com/watch?v=qCH3pMkJr_I

Qual a estratégia da AXA no Brasil?

O Brasil está entre os seis mercados de alto potencial de crescimento para o grupo AXA. Somos uma operação jovem, de cinco anos, com um longo caminho pela frente e com o background e a força do maior grupo segurador do mundo no segmento de P&C. Estamos focados em crescer de forma sustentável, estabelecer parcerias de valor com corretores e clientes. Este ano, abrimos um espaço importante com corretores que ainda não trabalhavam conosco e vamos continuar. Acredito que temos transmitido no dia a dia os valores da marca – a solidez do grupo, a proximidade, a capacidade de responder rapidamente às demandas de mercado.

A AXA tem investido em inovação de produtos e em marketing para que o corretor, principal canal de vendas da companhia, possa conquistar mais clientes. Qual o valor o investimento em inovação e em marketing em 2019?

Não posso citar os valores, mas está dentro do princípio de crescimento sustentável, adequado ao momento da companhia e à nossa ambição para o próximos ciclo. 

Nossa operação ganha escala e precisamos de plataformas digitais para acompanhar o crescimento e garantir uma jornada eficiente para parceiros e clientes. Por isso nos dispusemos a ouvir os corretores, viajamos pelo Brasil, fizemos Fóruns de Escuta dedicados a temas importantes e estamos nos reinventando – e a campanha publicitária, o Portal e o Novo Empresa Flex tem a ver com esse movimento. Está tudo amarrado a nossa proposta de valor e nossa ambição de crescimento para o Brasil, que passa pelo Commercial Lines e por uma maior aproximação do varejo de seguros – pequenos e médios corretores.

Qual o diferencial da Plataforma do Corretor?

A ferramenta permitirá aos corretores acompanhar sua produção em Comercial Lines e Massificados e realizar atividades operacionais de forma autônoma, com muita rapidez. Através do Portal será possível consultar apólices e endossos, provisionamento de comissão, extrato e solicitar prorrogação e emissão de 2ª via de boletos. Essas novidades somam-se ao que você já era possível encontrar na nossa plataforma de cotação para produtos massificados. O mindset é este: estamos em constante aprimoramento e vamos continuar.

E do produto Empresa Flex?

A AXA renova o Empresa Flex, que atende comércios, empresas de serviços para PME e agora também está disponível também para indústrias com riscos até R$ 30 milhões, com aceitação e precificação simplificadas, além de questionários customizados de acordo com o ramo de atividade. O aprimoramento do produto tem o objetivo de impulsionar nossa parceria com os pequenos e médios corretores e torna os benefícios do seguro mais tangíveis, o que é fundamental no processo da venda. O produto apresenta diferenciais como a cobertura para equipamentos utilizados em home office, para danos a jardins de inverno ou ao ar livre e proteção para vazamentos ocasionados por sprinklers, tanques ou tubulações. O Empresa Flex oferece, ainda, coberturas específicas para o segmento de Concessionárias, como proteção para veículo em exposição em feiras ou lojas; veículos armazenados em locais de terceiros e cobertura de responsabilidade civil para a concessionária.

https://www.youtube.com/watch?v=HJB5HDwmNn4

Quais os desafios de 2020 e o que já planejou no orçamento de próximo ano para sustentar o crescimento do grupo no Brasil?

Em 2020, vamos seguir expandindo nossa presença junto aos pequenos e médios corretores, o que passa também pela ampliação da Filial Digital. A plataforma vai ser aprimorada para garantir aos corretores mais funcionalidades e mais automaticidade. Em poucos cliques/toques ele resolve a vida. O que estamos buscando é o melhor do dois mundos: plataformas eficientes e relacionamento próximo. Isso é valor na nossa perspectiva. Dentro dessa perspectiva, pretendemos nos diferenciar na entrega de produtos massificados, com coberturas e serviços inovadores.

Lucro líquido da Porto Seguro cresce e atinge R$ 1 bilhão até setembro

porto seguro

Fonte: Porto Seguro

No terceiro trimestre deste ano, a Porto Seguro retomou a expansão de suas receitas, explicado pelo crescimento de cinco dos seis maiores produtos em patamares próximos ou superiores a 10%, mesmo considerando o desempenho do Auto, que apesar de uma leve queda (-1% vs. 3T18) apresenta evolução em relação aos últimos dois trimestres.

O lucro da Porto Seguro cresceu pelo sétimo período consecutivo, decorrente principalmente da ampliação do retorno sobre as aplicações financeiras e da expansão da lucratividade dos Negócios Financeiros e Serviços. No acumulado de 2019, a rentabilidade alcançada foi a mais elevada dos últimos 12 anos, fruto principalmente dos ganhos de eficiência operacional.

Na operação de seguros, os prêmios aceleraram no período, com aumento de 6% em relação ao trimestre imediatamente anterior (2T19). No comparativo com o 3T18, o crescimento de 3% foi impulsionado pelos seguros de Saúde (+12%), Patrimoniais (+9%), Vida (+28%) e Riscos Financeiros (20%).

O índice combinado aumentou 2,3 p.p., explicado sobretudo pela elevação de 2,6 p.p. na sinistralidade. Contudo, o índice de 94,0% está 1,5 p.p. abaixo da média dos últimos cinco anos e é considerado adequado frente aos objetivos estratégicos da Porto Seguro. A consolidação dos índices de despesas administrativas e operacionais melhorou 0,4 p.p. em relação ao 3T18 e atingiu o menor patamar dos últimos nove anos, resultado dos esforços para melhoria de eficiência operacional.

As receitas de Negócios Financeiros cresceram 10% no trimestre (vs. 3T18) impulsionadas pelo crescimento das receitas das Operações de Crédito, enquanto as de Serviços reduziram 10% (vs. 3T18). Excluindo o efeito da transferência da carteira de clientes da Conecta para a TIM em 2018, as receitas de Serviços recorrentes expandiram 11% no período (vs. 3T18), o que levou o resultado consolidado de Negócios Financeiros e Serviços a atingir um lucro líquido recorrente de R$ 52 milhões e um ROAE de 17,4% no 3T19.

O resultado financeiro foi 12% superior em relação ao 3T18, impulsionado principalmente pelo desempenho das alocações em títulos com juros indexados à inflação. A rentabilidade trimestral da carteira (ex previdência) foi de 2,7% (175% do CDI) no trimestre e de 7,6% (164% do CDI) no 9M19.

O lucro líquido da Porto Seguro atingiu R$ 335 milhões no trimestre (+5% vs. 3T18) e R$ 1,016 bilhão no acumulado do ano (+9% vs 9M18) enquanto o ROAE alcançou 18,8% no 3T19 e 19,1 no 9M19. Excluindo o efeito do excesso de capital e considerando uma remuneração de 100% do CDI para os investimentos, a rentabilidade dos negócios da empresa seria de 21,2% no 3T19 e de 22,6% no 9M19.

A Porto Seguro tem ampliado a diversificação das receitas e buscado alavancar o crescimento por meio de iniciativas que visam tanto elevar o potencial de expansão de clientes quanto impulsionar o aumento do cross selling, através de ações que estão intensificando e aprimorando a oferta de produtos e serviços, preservando o foco na diferenciação, inovação e rentabilidade, alinhados com as necessidades e preferências dos clientes.

Principais destaques:

  • Receita Total: R$ 4,6 bilhões (+2,7%)
  • Prêmios Auferidos: R$ 3,9 bilhões (+2,7%)
  • Resultado Financeiro: R$ 252 milhões (+12,4%)
  • Índice Combinado: 94% (-2,3 p.p.)
  • Lucro Líquido: R$ 335 milhões (+5,3%)

NotreDame Intermedica compra Clinipam, por R$ 2,6 bilhões

A NotreDame Intermédica fechou um acordo para adquirir o Grupo Clinipam, operador de saúde verticalizada com atuação no Paraná e Santa Catarina, por R$ 2,6 bilhões. Segundo comunicado, com a compra, o grupo de saúde consolida sua plataforma verticalizada, entrando em uma nova região de atuação. “Essa aquisição é mais uma demonstração da continuidade da estratégia de crescimento e de fortalecimento da rede própria, impulsionando a presença nos Estados do Paraná e de Santa Catarina e reforçando o compromisso com a criação de valor para seus acionistas, clientes e sociedade”, diz trecho do comunicado.

A operação prevê o pagamento de R$ 2,25 bilhões à vista, em dinheiro, na data de fechamento da transação. Cerca de R$ 150 milhões serão destinados a constituição de uma conta garantia (“escrow”) para contingências futuras e R$ 200 milhões serão pagos mediante a emissão e entrega de 3.365.870 ações de emissão da NotreDame Intermédica, equivalente a R$ 59,42 por ação.

De acordo com o comunicado enviado a CVM, o grupo contratou uma linha de crédito de R$ 2,5 bilhões, por um prazo de 5 anos junto a um grupo de bancos.

O Grupo Clinipam tem dois hospitais, com 133 leitos, quatro unidades de pronto atendimento, 19 centros clínicos, um centro de diagnóstico por imagem, um centro de tratamento preventivo e dez laboratórios de análises clínicas. Ele possui uma carteira de 333 mil beneficiários de planos de saúde localizados majoritariamente na região metropolitana de Curitiba e no Norte e Vale do Itajaí, em Santa Catarina, sendo 52% pertencentes à categoria corporativa.

Nos 12 meses encerrados em 30 de junho, o grupo registrou receita líquida de R$ 635 milhões e a expectativa é de que ela encerre 2019 em R$ 720 milhões, com sinistralidade caixa estimada de 70,5% e uma margem do lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) estimada de 13,7%.

A conclusão da compra está sujeita ao cumprimento de determinadas condições precedentes, incluindo a aprovação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A operação não será submetida à aprovação dos acionistas porque está sendo feita por meio do Hospital Intermédica Jacarepaguá, subsidiária de capital fechado.

Tokio Marine e Grupo ZAP anunciam parceria para facilitar a contratação de Seguros para Imóveis

Seguradora vai disponibilizar produtos Imobiliário e Residencial para contratação nos portais Viva Real e ZAP 

Fonte: Tokio Marine

A Tokio Marine fechou uma parceria com o Grupo ZAP, líder nacional de portais do mercado imobiliário, com 67% dos anunciantes. Os compradores e locatários encontram o Seguro Tokio Marine Residencial diretamente no Viva Real e no ZAP. Já os corretores de imóveis e imobiliárias contam com o Seguro Tokio Marine Imobiliário entre os serviços do Grupo ZAP para oferecer aos seus clientes. 

Com o acordo entre as duas empresas, a adesão ao seguro poderá ser realizada totalmente em ambiente digital, potencializando o acesso para mais de 7 milhões de imóveis anunciados e toda a audiência dos portais, de mais de 46 milhões de acessos por mês. 

“Estamos sempre em busca de soluções inovadoras e que facilitem a vida de nossos Clientes, Parceiros de Negócios e Corretores de Seguros. A atuação em conjunto com o Grupo ZAP permite que estejamos cada vez mais próximos desses públicos, oferecendo as melhores garantias e coberturas para o mercado imobiliário. Para celebrar a parceria e reforçar a aproximação com o setor, fomos patrocinadores do Conecta Imobi, o maior e mais completo evento de tecnologia, marketing e vendas do mercado imobiliário, em setembro. E este é só o início. Em breve, queremos disponibilizar outros produtos nas plataformas”, afirma a Diretora de Canais Especiais da Tokio Marine, Marcia Silva.

Viva Previdência revê política de investimento com queda da taxa de juros

Planos da fundação superam a meta atuarial; com baixa de juros, política de investimentos será revista, afirma presidente, Silas Devai Jr.

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O plano Vivaprev, da Fundação Viva Previdência (Entidade Fechada de Previdência), com cerca de 49 mil participantes, teve um desempenho acumulado até setembro de 2019 de 11,86%, superando investimentos como a poupança (3,33%), a taxa referencial de juros de mercado CDI (4,66%) e a inflação medida pelO INPC (2,63%) no período. O resultado financeiro ficou bem acima da meta atuarial, de 5,74%.

O Vivaprev obteve ganho de R$ 317 milhões de receita financeira no período, com patrimônio R$ 2,828 bilhões. Já o plano Geaprev alcançou, no acumulado do ano, a rentabilidade 15,86%, ante o índice de referência (meta) de 5,84%. O Geaprev obteve aumento das reservas na ordem de R$ 10 milhões, fechando com patrimônio de R$ 74,7 milhões em setembro de 2019.

“Os últimos cortes de juros definidos pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil, que ontem (dia 30/10) fez mais um corte de meio ponto percentual, para 5% ao ano, vão levar a Viva Previdência a rever seu plano de investimentos para o próximo ano”, segundo o presidente da fundação, Silas Devai Jr. A fundação deve aumentar a participação da renda variável em sua carteira, hoje em 20%, com 80% em renda fixa, como forma de manter os bons resultados dos últimos anos.

Os investimentos dos planos Vivaprev e Geaprev capturaram a valorização incorporada nas cotas dos participantes. Na renda fixa, a rentabilidade refletiu os ganhos com a carteira de títulos públicos, indexados à inflação, enquanto a renda variável apresentou excelentes resultados, refletindo a valorização das ações da carteira dos fundos de investimentos.

Resultado em dois anos –  Em dois anos de operação, a Viva obteve em seus dois planos, que atendem a mais de 50 mil participantes, rentabilidade acima de 200% da meta atuarial. Além disso, o superávit obtido nos planos, que somam patrimônio de R$ 3 bilhões, foi acima de R$ 1 bilhão e a receita financeira somou R$ 750 milhões. No período, mais de meio bilhão de benefícios foram pagos aos participantes e atendidas 485 mil demandas.

Em função do superávit financeiro, a Viva Previdência ofereceu benefícios adicionais aos seus participantes. A contribuição mensal dos participantes ativos do Vivaprev, maior plano de fundação, está suspensa por um período de 3 anos e oito meses, entre maio de 2019 e dezembro de 2022, sem nenhuma mudança nos benefícios do plano.

CVG-SP discute o uso de teste epigenético como tendência para o seguro

Por Márcia Alves

Especialistas da RGA concluíram que o teste, que revela a idade biológica dos indivíduos, pode ser uma oportunidade para as seguradoras prevenirem riscos

“O impacto de testes genéticos em seguros de Vida” foi o tema do almoço promovido pelo CVG-SP em parceria com a RGA, dia 31 de outubro, no Terraço Itália. A análise do tema foi realizada pelos médicos Alma Vera, gerente sênior de Subscrição da RGA LatAm, e Ricardo di Lazzaro Filho, cofundador e CEO do laboratório Genera. O evento também contou com a presença do CEO da RGA no Brasil, Ronald Poon Affat.

De acordo com os especialistas, diversos países possuem legislações que proíbem o uso de testes genéticos em seguros, para evitar qualquer tipo de discriminação. No entanto, com a evolução da genômica, surgiram os testes epigenéticos, que podem ser úteis ao seguro na medida em que definem a idade biológica dos indivíduos. 

De acordo com Alma Vera, a epigenética revela as modificações na expressão dos genes causadas por fatores externos, como exposição a produtos químicos, doenças virais, uso de tabaco, álcool etc. Segundo ela, um jovem pode ter uma idade biológica maior que a sua idade cronológica e alguém mais velho pode ter idade biológica menor que a sua idade real.

A especialista acredita que não haverá restrições legais para uso de testes epigenéticos em seguros e que o seu melhor aproveitamento será na prevenção de doenças e melhoria do bem-estar das pessoas. Embora os testes sejam um importante preditor de mortalidade, seus resultados podem ser alterados com a mudança de estilo de vida. Por isso, ela enxerga como uma oportunidade para as seguradoras prevenirem riscos e orientarem seus clientes a terem uma vida mais saudável.

O presidente do CVG-SP, Silas Kasahaya, concordou. “Os testes genéticos não podem ser usados na subscrição de riscos dos seguros de pessoas. Mas, o teste epigenético pode ser utilizado pelas seguradoras para melhorar a qualidade de vida de segurados por meio da oferta de planos de assistência que se adequem ao seu estilo de vida, evitando o surgimento de doenças e, consequentemente, o agravamento de risco”, disse. 

Na abordagem do tema “A Nova era da Genômica”, Ricardo di Lazzaro Filho informou que os custos dos testes genéticos caíram na proporção de sua evolução. Os testes direct-to-consumer (diretamente ao consumidor) já foram realizados por mais de 26 milhões de pessoas nos Estados Unidos. No Brasil, o laboratório Genera é o primeiro a oferecer o teste por um custo abaixo de R$ 500. O mapeamento genético feito pelo teste revela desde a ancestralidade até a tendência para a obesidade, calvície e doenças, como o Alzheimer.

Nova associada – Durante o almoço, o CVG-SP deu as boas-vindas à nova associada Lojacorr, representada, na ocasião, por Luiz Longobardi Jr. e Julio Tucci. A nova sócia-parceira do CVG-SP é formada por uma rede de corretoras de seguros independentes, fundada em 1996, que está presente em 22 estados e Distrito Federal por meio de 55 unidades de negócios.

Fotos: 1-Alma Vera. 2- Ricardo di Lazzaro Filho. 3-Silas Kasahaya e Luiz Longobardi Jr.

Crédito: Antranik Photos

Liberty Seguros oferece plataforma gamificada de treinamento online para corretores

A companhia premia corretores a cada treinamento realizado na plataforma

Fonte: Liberty Seguros

Pensando no desenvolvimento e crescimento constante de seus corretores parceiros, a Liberty Seguros apresenta novidade na sua plataforma online de treinamento, que só nesse ano já registrou 14 mil treinamentos realizados. Agora, a cada curso, o usuário acumula pontos, que podem ser trocados por prêmios e bônus exclusivos, seguindo o conceito da gamificação, que utiliza a técnica de jogos para engajar pessoas por meio de desafios constantes e bonificações.

Com a novidade, a Liberty se torna a primeira empresa do setor a oferecer essa experiência para seus corretores. Além disso, todos os funcionários das corretoras podem ser premiados, já que os acessos não são únicos por corretora. Desde o lançamento oficial para os corretores parceiros, a seguradora já contabilizou o triplo de acessos a plataforma de treinamento.

A companhia vem investindo fortemente em projetos que levam ao crescimento dos parceiros, como por exemplo os treinamentos focados em seguros de Vida, realizados ao longo deste ano em formatos presenciais e por webinars. Até o final do ano, serão lançados os treinamentos de produtos, focados em Liberty Frota Fácil e Liberty Riscos de Engenharia; em atendimento ao cliente com o “Jeito Disney de Encantar Clientes” e “Conheça seu Cliente com Clientômetro”

O programa é dividido em três academias e segue a metodologia do “Treinou, Pontuou, Ganhou!”:

Como funciona – A cada treinamento concluído, os corretores acumulam pontos que podem ser trocados por brindes exclusivos dentro da plataforma. Além disso, todos os parceiros que concluíram algum curso este ano, antes do lançamento, receberão a pontuação retroativa correspondente. Para consultar se já existem pontos acumulados referente a treinamentos anteriores e resgatar prêmios, basta acessar a plataforma da companhia.

Para facilitar o acesso dos parceiros aos treinamentos, os cursos de plataforma foram regionalizados em duas novas áreas: academias e suas respectivas trilhas com conteúdos especiais.

Cada academia tem um foco de aprendizado para os corretores, sendo elas: Academia de Produtos, Academia Digital e Academia de Negócios. A Academia de Produtos tem como objetivo fornecer mais detalhes sobre os produtos da Liberty para os parceiros, enquanto a Academia Digital oferece treinamentos para que os profissionais promovam suas corretoras nas mídias sociais. Já a Academia de Negócios visa aprimorar o conhecimento de corretores em vendas, liderança, ferramentas e desenvolvimento de negócios.

Para conferir a tabela completa de treinos e saber sobre os próximos cursos, acesse a plataforma de treinamento no Meu Espaço Corretor.

O fim do mercado de seguros como conhecemos” é tema de debate nos dias 6 e 7

Painel do especialista Rob Galbraith sobre o tema será moderado pelo presidente da CNseg, Marcio Coriolano

Rob Galbraith, diretor de Inovação do AF Group e autor do livro “O fim do mercado de seguros como conhecemos” (“The end of insurance as we know it”, em inglês), é uma das principais atrações aguardadas no 13º Insurance Service Meeting e no 4º Encontro de Inteligência de Mercado – eventos simultâneos promovidos pela CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras, de 6 a 7 de novembro, no Transamerica Expo Center, na cidade de São Paulo. As inscrições encerram nesta sexta-feira, 1° de novembro. 

O especialista norte-americano discutirá as profundas mudanças previstas no setor segurador nos próximos anos, tendo em vista o acelerado avanço tecnológico. Galbraith apresentará dicas para a longevidade das companhias em um ambiente digital, falará sobre algumas das tecnologias que deverão se consolidar no setor, como a telemetria, a inteligência artificial e a chamada Tecnologia de Registro Distribuído (DLT, na sigla em inglês), cuja primeira infância é representada pelo Blockchain, e o novo perfil da mão de obra. 

— As seguradoras devem fazer três coisas importantes para se adaptar a esse mundo de mudanças aceleradas: primeiro, devem enfrentar com afinco suas ineficiências e pendências técnicas causadas por sistemas e processos desatualizados, procurando maneiras de avançar no século XXI; em segundo lugar, devem estar dispostas a encontrar parceiros confiáveis que possam ajudá-las nessa jornada, incluindo as insurtechs, em vez de seguirem sozinhas, e devem preparar seus funcionários para esse novo mundo, fornecendo treinamento e comunicação contínuos para ajudá-los a trabalhar efetivamente com a tecnologia, pois os funcionários que não o fizerem serão substituídos por essa mesma tecnologia –, destaca Rob Galbraith (leia mais na entrevista concedida por Rob Galbraith ao portal da CNseg) 

Para o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, a participação de palestrantes internacionais, como Rob Galbraith, ratifica o pioneirismo do Insurance Service Meeting e do Encontro de Inteligência de Mercado na discussão de tendências e de novas tecnologias voltadas para o setor segurador. Além da moderação de Coriolano, o painel “The end of insurance as we know it” terá o Presidente da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap) e presidente da Brasilcap, Marcelo Farinha, e o CEO da Mapfre, Luis Gutiérrez, como debatedores 

O Insurance Service Meeting reúne executivos e especialistas das áreas de Tecnologia da Informação, Negócios, Produtos e Serviços, interessados em avaliar inovação e avanços tecnológicos no setor. Nessa 13ª edição, os participantes vão debater também temas como ética e a tecnologia usada para ampliar a compreensão de doenças e oferecer alternativas de tratamento.

OUTROS DESAFIOS – No 4º Encontro de Inteligência de Mercado, especialistas se debruçarão sobre tendências do mercado segurador brasileiro. Entre as quais, destacam-se: “os desafios para a ampliação da base de clientes”, “o público sênior e sua relação com o setor de seguros” e “a transformação digital em curso na China e seus impactos econômicos e sociais”.

O estudo “Panorama Digital do Mercado Segurador”, realizado pela Comissão de Inteligência de Mercado da CNseg, revelou que 90,3% das empresas que participaram dessa pesquisa possuem uma área dedicada ao tema transformação digital. O trabalho contou com empresas que respondem por 48,5% do market share dos mercados supervisionados pela Susep (Superintendência de Seguros Privados) e ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).

A pesquisa revelou que as empresas, de uma forma geral, possuem planos de uma transformação digital mais abrangentes e que envolvem mudanças profundas no modo de realizar negócios e na cultura corporativa. E indica que a transformação digital no setor segurador está em desenvolvimento, mas precisará ser mais célere para que as empresas se mantenham competitivas (61,4%), assinalando que todas as seguradoras serão impactadas em larga escala pela transformação digital (79%). 

AIG reverte prejuízo em lucro de US$ 648 mi no 3o. tri de 2019

A American International Group (AIG) registrou lucro de US$ 648 milhões no terceiro trimestre, ao reverter prejuízo de US$ 1,26 bilhão de igual período do ano passado. Os prejuízos líquidos com catástrofes recuaram a US$ 404 milhões, ou US$ 0,45 por ação, de US$ 1,3 bilhão, ou US$ 1,45 por ação, de igual período de 2018. O lucro operacional da AIG ficou em US$ 505 milhões, ou US$ 0,56 por ação. Na comparação anual, o lucro operacional havia sido de US$ 301 milhões anteriormente, ou US$ 0,34 por ação.

Brian Duperreault, presidente e CEO da AIG, disse: “Os resultados estão alinhados às nossas expectativas, principalmente em seguros gerais, que demonstrou uma melhora significativa em relação ao trimestre do ano anterior, impulsionada por nosso foco em excelência de subscrição, disciplina de despesas e estratégia aprimorada de resseguro. Vida e previdência continuaram com resultados sólidos, apesar dos ventos contrários do ambiente sustentado de baixa taxa de juros. Esse negócio continua no caminho certo para fornecer retornos de dois dígitos durante o ano inteiro”.