Gustavo do Vale assume a presidência da Brasilcap

Fonte: Brasilcap

A Brasilcap – empresa de capitalização da BB Seguros – tem novo presidente: Antônio Gustavo Matos do Vale. Aos 68 anos, ele ocupava a Vice-Presidência de Gestão de Pessoas, Suprimentos e Operações do Banco do Brasil desde janeiro de 2019. Também foi vice-presidente de Tecnologia do BB, entre 2017 e 2018. A sua nomeação foi aprovada no último dia 7 pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

 Nascido em Caratinga (MG), o executivo iniciou sua carreira no Banco de Minas Gerais, no início da década de 70. Ele trabalhou ainda por 27 anos no Banco Central, onde seu último cargo foi o de diretor de Liquidações e Controle de Operações do Crédito Rural. Também comandou a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), de 2011 a 2016.

 Gustavo do Vale é graduado em Ciências Contábeis, Administração de Empresas e Ciências Econômicas pela Universidade Católica de Minas Gerais. Ele tem ainda especialização em Análise de Sistemas de Informação, pela Fundação João Pinheiro, em convênio com a Fundação de Desenvolvimento e Pesquisa (Fundep), de Belo Horizonte.

 O novo presidente, que assume o cargo no lugar de Marcelo Farinha, tem como desafio ampliar a visibilidade de produtos e serviços da empresa, que completa 25 anos de atividades em 2020.

MAG aposta na experiência omnichannel com prospects, clientes e parceiros”, diz Nuno David

nuno David MAG Mongeral Aegon

Há algumas tendências muito fortes para o markenting em seguros, como a melhoria contínua da experiência do usuário tanto em canais digitais quanto offline

Nuno Pedro David, diretor de marketing da Mongeral Aegon, andou talvez mais de 100 quilômetros em cada dia do evento MAGNext, realizado nos dias 9, 10 e 11 de janeiro. Além de ser a grande festa do grupo, que completou 185 anos no dia 10, o evento fez vários anúncios, como a mudança de marca, de Mongeral Aegon para MAG, lançou a fintech MAG Finanças, além de premiar os melhores corretores. Mesmo cuidando de cada detalhe na linha de frente do pelotão que realizou o megaevento para 3 mil pessoas, Nuno estava sempre solicito e com um largo sorriso. Assim, ele conversou com o blog Sonho Seguro.

Leia a entrevista:

Com as mudanças do hábito de consumo transformou o marketing em seguros?

A Mongeral Aegon está sempre atenta ao comportamento do consumidor, tendências e oportunidades do mercado. É neste contexto que estamos sempre pensando em novas soluções para a sociedade. Um exemplo disso é que, apenas em 2019, lançamos mais de dez produtos e já começamos 2020 com duas novas coberturas: o novo Doenças Graves, disponível em três módulos, e o Seguro Cirurgias. Outro ponto relevante nesta análise é a hiper conectividade das pessoas. Neste cenário, apostamos cada vez mais em uma experiência omnichannel com os nossos prospects, clientes e parceiros, além de oferecer as mais modernas ferramentas digitais para a comercialização dos nossos produtos, como o Venda Digital e e-commerce.

O que as pesquisas têm revelado sobre o hábito de consumo de seguros?

Desde 2017 a arrecadação de seguros de vida tem superado à de automóveis. Isso já é um importante sinalizador de que a demanda para o ramo de pessoas tem aumentado. Creditamos este fenômeno a uma conjunção de fatores. Dentre elas, posso citar a aprovação da reforma da previdência no ano passado; a estabilidade econômica e o avanço dos canais de distribuição como os meios digitais, que facilitam o acesso a este tipo de produto.

Antes o apelo para vender seguro era deixar a família assistida. E hoje, quais apelos são usados para vender seguro de vida?

Nós fazemos uma venda consultiva baseada na análise de cada perfil e nas necessidades das pessoas. Assim, a oferta das soluções é mais assertiva para o cliente e ele entende o que está sendo proposto no plano. Como consequência disso, o apelo varia de pessoa para pessoa.

Quais serviços ofertados seduzem mais o cliente?

Em termos de proteção, percebemos que aqueles que oferecem cobertura em vida têm uma maior aderência, como Diária de Incapacidade Temporária, Doenças Graves e Diária de Internação Hospitalar.
Vários de nossos seguros contam com serviços de assistências e têm grande apelo, como chaveiro, eletricista, encanador, guincho, socorro mecânico, orientação nutricional e desconto em medicamentos de até 85%.

O que mais ajuda a vender … influencers, conteúdo em mídias, envio de -email, de mensagens em redes sociais, consultores, porta a porta…..

Certamente hoje existem muito mais meios para expandir a oferta de seguro de vida e previdência no país. No entanto, entendo que nada substitui a importância do papel do corretor. É este profissional quem vai conversar com o cliente e chegar às melhores e soluções de acordo com cada tipo de perfil. Toda as outras ferramentas são importantes e devem contribuir ainda mais para o trabalho e para o dia a dia do corretor.

Como o Big Data, Inteligencia Artifical e Analytics tem ajudado a Mongeral fazer ofertas assertivas?

Vou separar a resposta em duas partes. Tanto big data e analytics são ferramentas que contribuem fortemente para que a companhia conheça ainda mais o perfil dos seus clientes e possa, por exemplo, criar modelos de clusterização e segmentação de ações específicas e de comunicação. Já inteligência artificial é um importante mecanismo que colabora diretamente para para a otimização de processos internos que visam beneficiar tanto clientes quanto parceiros. Um exemplo prático disso são os testes que já estamos realizando para regulação de pagamento de benefícios e que têm se mostrado muito virtuosos.

Quais as ações para difundir mais a cultura de seguro no Brasil?

Esta é a pergunta de um milhão de dólares. Acredito que estamos em um caminho certo de mostrar caminhos para a educação financeira do brasileiro e como o seguro pode ser um importante pilar nesta estratégia. Para isso, é de extrema importância contarmos não apenas com ferramentas de marketing, mas, também, de profissionais atualizados e capacitados para oferecer uma consultoria de qualidade para a sociedade, principalmente quando consideramos o cenário de tanta volatilidade como é o mercado brasileiro.

Quais as tendências do marketing de seguro para os próximos anos?

Para os próximos anos, entendo que há algumas tendências muito fortes, como a melhoria contínua da experiência do usuário tanto em canais digitais quanto offline. Outra aposta que tenho e que já começamos a desenvolver na empresa é a utilização de realidade aumentada como aliada à sensibilização dos nossos produtos e importante forma de contribuir durante o processo de vendas.

Mongeral Aegon agora é MAG, marca moderna, atual e com sede de inovação, diz Helder Molina

Helder Molina MAG CEO

A companhia cresceu, nos últimos cinco anos, uma média superior a 20% ao ano. Em 2020, prevê 19%

Helder Molina, CEO do Grupo Mongeral Aegon (MAG), chorou algumas vezes no palco do MAGNext, evento que celebra a tradição e discute os desafios do futuro do setor dominado pela tecnologia, conectando todos a uma seguradora de 185 anos que os convidou para saberem mais sobre o futuro promissor do setor de previdência e seguridade no Brasil.

Molina conversou com o blog Sonho Seguro para contar um pouco mais sobre o grupo, que agora tem nova marca, MAG, que une futuro e passado numa sigla simples, curta e eficaz a partir de segunda-feira. “Esse é o começo de um novo passo importante para todos nós”, afirmou.

A Mongeral comemora 185 anos. Como o senhor vê essa centenária companhia?

Nós brincamos que a seguradora é uma jovem senhora. Temos, sim, 185 anos, mas somos uma companhia moderna, atual e com sede de inovação. Isso me fascina e respiramos muito forte esta cultura dentro de casa.

O grupo passou por grandes mudanças nos últimos anos. Como era e como está hoje?

Todas as nossas mudanças ajudaram a fazer com que a gente crescesse ainda mais. Dentre os marcos importantes que tivemos posso citar a desmutualização da companhia e a parceria com a Aegon – que acabou de completar 10 anos em 2019. Hoje somos uma companhia que cresceu, nos últimos cinco anos, uma média superior a 20% ao ano, mesmo em um momento em que o país passou por uma crise e uma recessão. Isto mostra a força do nosso grande barco que consegue navegar muito bem até em mares difíceis.

Qual o valor do investimento em tecnologia neste período?

Muito mais que falar um número frio é mostrar como avançamos nesta questão com exemplos. Posso citar alguns: desenvolvimento do primeiro e-commerce de seguro de vida e previdência do país; elaboração de sistema próprio da companhia; desenvolvimento da ferramenta de digitalização das vendas, e até ações envolvendo machine learning. Tudo isso com um único foco: melhorar ainda mais a experiência dos nossos clientes e parceiros. Isto muito me orgulha.

A mim também. Estou muito orgulhosa de tudo que vi nesses dois dias. Quais os desafios em 2020?

Nós temos uma série de desafios para frente. O primeiro deles, sem dúvida, é expandir ainda mais a oferta dos nossos produtos e serviços. Também entendo que este será um ano para testarmos e evoluirmos em assuntos relacionados aos novos marcos regulatórios, como sand box e seguros on demand.

E para o Brasil?

O Brasil tem alguns desafios importantes na pauta de 2020. O primeiro deles é dar sequência à pauta de reformas que o governo iniciou ano passado. Entendo que isso contribuirá para o crescimento do país e retomada do emprego, outros dois importantes tópicos para este ano.

A oferta do seguro de vida hoje já chega na palma da mao do cliente. O senhor acredita que o brasileiro já entende a importância deste produto?

Sim. Ainda não igual a mercados maduros, como Estados Unidos e Japão, mas já evoluímos bastante. A reforma da previdência, no ano passado, contribuiu para que o brasileiro passasse a se preocupar mais e pesquisar meios de se planejar para o futuro.

Qual a principal resistência percebida para a compra do produto?

Hoje o principal desafio é justamente tangibilizar a importância do seguro de vida. Por isso, trabalhamos fortemente em uma consultoria de qualidade e temos toda uma estrutura de apoio e suporte dentro de casa para proporcionar a melhor experiência.

Você acha que os produtos ofertados cabem no orçamento da classe C e D?

A Mongeral Aegon tem soluções para todos os perfis de clientes e bolsos. Como atuamos com consultoria personalizada, o valor investido é proporcional à necessidade e, consequentemente, à capacidade financeira.
Desta forma, entendo, sim, que há muito espaço para atuarmos neste mercado.

Quais os próximos passos da Mongeral para se manter inovadora?

Vamos continuar a fomentar dentro de casa a cultura da inovação junto aos nossos públicos de contato. Temos dois programas fortes de inovação, um em parceria com a PUC-RJ e com o IRB; outro voltado para os colaboradores. Também participamos dos mais importantes fóruns de inovação do mundo, como na Singularity University, Estados Unidos, e o RISE, na China. Isto é fundamental para estarmos conectados às tendências mais modernas de mercados maduros em avanços de inovação.

Aposentadoria: única saída é poupar, afirma Nilton Molina

Nilton Molina MAG

Nilton Molina, presidente do conselho da Mongeral Aegon (MAG) e do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon, conversou com o blog Sonho Seguro durante o evento MAGNext, que marcou a comemoração dos 185 anos da seguradora e trouxe muitas novidades, como nova marca (MAG), o lançamento de uma fintech para ofertar produtos financeiros para corretores e funcionários, numa primeira etapa. O grupo pretende crescer 19% em 2020, embalado pelo enorme potencial de crescimento do setor com a reforma da previdência realizada pelo governo Bolsonaro, que deixou claro para a população que cada indivíduo terá de ser responsável pela gestão financeira da sua aposentadoria. A única saída é poupar.

Leia a entrevista:

No Brasil, como o senhor considera o atual regime e o que mais teria de ser implementado para ser um sistema equilibrado?

O sistema brasileiro de previdência social é um regime bom. No entanto, precisamos ressaltar que, para que haja o devido equilíbrio e sustentabilidade financeira do sistema, é de extrema relevância que os governos fiquem atentos às transformações demográficas da população.
Quando isso acontece, as mudanças e ajustes não precisam ser radicais. No caso brasileiro, a discussão sobre a reforma da previdência estava, pelo menos, trinta anos atrasada, quando consideramos as questões atuariais. Entendo que avançamos com as alterações aprovadas no ano passado, mas é fundamental ter no radar o fenômeno da longevidade e os seus impactos diretos na previdência social.

Tanto jovens como 50+ que tenho entrevistado afirmam que nunca conseguirão parar de trabalhar diante das novas regras da aposentadoria e da crise que o Brasil enfrenta desde 2014, que consumiu a reserva financeira de muitos. O senhor concorda?

Eu já passei dos 80 anos e nunca parei de trabalhar. As pessoas estão cada vez mais ativas e querem se sentir úteis de alguma forma. O que vamos ver são novas formas de trabalho, com jornadas mais flexíveis e novas atividades. Acredito que, naturalmente as pessoas não seguirão, na velhice, fazendo as mesmas atividades que exercem hoje.

Em sua opinião, como gerar emprego para 60+? Existe um modelo no mundo que possa citar?

Tenho percebido que as empresas têm despertado para a importância da relação intergeracional. Estamos ainda a passos lentos, mas já saímos da inércia. Posso citar como um bom exemplo o RETA: iniciativa do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon em parceria com a USP. O Regime Especial do Trabalhador Aposentado é um projeto de lei que visa fomentar o reingresso de aposentados ao mercado de trabalho por meio da flexibilização da jornada de trabalho, semelhante ao que hoje conhecemos como Lei do Estágio.

Um dos maiores gastos dos idosos é com saúde. Como resolver essa questão: menos renda mais custo?

Temos duas questões para trabalhar aqui. O primeiro deles é a rediscussão do modelo atual de saúde suplementar, que certamente precisa ser visitado para ofertar condições mais acessíveis às diferentes faixas etárias, principalmente no cenário demográfico em que temos hoje.
Por outro lado, é preciso pensar na longevidade financeira e na qualidade de vida em todas as fases. O que chamamos de terceira idade é o momento em que há um aumento significativo com gastos com a saúde, seja pelo plano de saúde ou pela compra de medicamentos para cuidar, por exemplo, de doenças crônicas.

Quais mudanças a sociedade (governo, empresas, indivíduos) podem ajudar o cidadão a ter uma aposentadoria mais digna?

Na esfera governamental, é preciso que a longevidade e a demografia sejam temas que não saiam da visão dos dirigentes do país, independentemente de partido. É importante ressaltar que isto é uma questão social, e não partidária. Sob o ponto de vista das empresas, uma forma de ajudar é o estímulo à poupança por meio de educação financeira ou, até mesmo, por planos de previdência fechada. Já o cidadão precisa, independentemente de governo e empresa, assumir a responsabilidade pelo próprio futuro financeiro e fazer a própria poupança. A dica é guardar, pelo menos, 10% do que recebe.

Joaquim Mendanha é eleito novo presidente do Ibracor

Mendanha: Sem dúvidas, inovar é fundamental para o desenvolvimento sustentável do setor

Fonte:  SINCOR-GO

Ex-superintendente da Susep e ex-presidente do SINCOR-GO, o goiano Joaquim Mendanha de Ataídes foi eleito ontem, em Assembleia Geral Extraordinária, novo presidente do Instituto Brasileiro de Regulação do Mercado de Corretagem de Seguros, de Resseguros, de Capitalização e de Previdência Complementar (Ibracor). A assembleia, realizada no fim da tarde no Rio, é composta pelos associados fundadores mantenedores e associados mantenedores e a eleição de Mendanha se deu por votação unânime. O Ibracor é a única autorreguladora autorizada pela Susep para atuar no mercado de corretagem de seguros.

“Nós confiamos plenamente na imensa capacidade do presidente Joaquim Mendanha, que assume o Ibracor em um momento importantíssimo e histórico para o mercado de corretagem de seguros. Em Goiás, Joaquim Mendanha realizou excelente trabalho à frente do SINCOR, foi alçado a superintendente da Susep, onde também atuou com firmeza, inclusive no combate ao mercado não regulamentado, e agora, sem dúvidas, promoverá as ações necessárias à autorregulação do mercado de corretagem de seguros no Brasil”, destaca o presidente do SINCOR-GO e deputado federal Lucas Vergilio. “Desejamos ao novo presidente êxito em seu novo desafio”, completa.

Joaquim Mendanha reúne mais de três décadas de experiência no segmento. Foi presidente do SINCOR-GO por três mandatos. É graduado em Administração e Marketing pela então Universidade Católica de Goiás (hoje Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás) e Master in Business Administration (MBA) em Seguros e Resseguros pela Escola Nacional de Seguros. Habilitou-se corretor de seguros em 1989 e, desde 1997, desempenha também atividade de representação institucional junto ao setor. Em meados de 2016, foi nomeado superintendente da Susep.

Ao deixar a Susep no início do ano passado, Mendanha afirmou que concentrara esforços para empreender uma gestão focada em três pilares: o fomento à indústria, a busca pela eficiência com a desburocratização de processos internos e externos e o aperfeiçoamento de um modelo de fiscalização proativo. No período em que esteve à frente da autarquia,  aprovou 30 resoluções junto ao Conselho Nacional de Seguros Privados e emitiu mais de 45 circulares.

Mongeral Aegon lança fintech com produtos financeiros para corretores de seguros e funcionários

MGA fintech banco digital

O grupo prepara a documentação para dar entrada no Banco Central e avançar de uma instituição de pagamento para uma instituição financeira para ofertar todos os produtos financeiros. Na Holanda, a seguradora possui o maior banco digital do país, chamado de KNAB

A cereja do bolo do aniversário de 185 anos do grupo Mongeral Aegon foi o lançamento da fintech MAG Finanças, a troca de marca e o expressivo crescimento de 24% em 2019, com projeção de crescer 19% em 2020. Entre outras notícias. Vamos começar pela conta digital, pois aqui está um pulo do gato que a coloca à frente de muitas de suas concorrentes no mercado. E como a concorrência muda tudo, isso pode marcar uma nova onda do mercado segurador brasileiro.

A MAG Finanças, classificada como uma instituição de pagamento, começa com conta digital PF e PJ para a base de corretores parceiros, onde consideram 7 mil produtivos, que recebem cerca de R$ 250 milhões em comissões ao ano, e 1,2 mil funcionários no Brasil. Os mais de 2 milhões de clientes da seguradora ficam para a segunda fase do projeto. Apenas hoje, dia do lançamento, foram abertas 800 contas via o app disponível na Apple Store. 

De cara o grupo oferece gratuitamente aos parceiros quatro TED, 4 saques e dez ordens de pagamento, com QRCode, e transferência para as contas MAG. “Nosso objetivo é ofertar mais benefícios com o decorrer do tempo”, acrescentou. O objetivo é atingir 1 bilhão de transações em um ano, informou Marcos Diniz, executivo responsável pela MAG Finanças, durante coletiva de imprensa.

Estimulados pela evolução do open banking que está em consulta pública até 31 de janeiro e previsto para ser lançado no Brasil no segundo semestre, em etapas, o grupo prepara a documentação para dar entrada no Banco Central e se tornar uma instituição financeira, diferente da categoria em que está hoje, de instituição de pagamento. “Feito isso, o céu é o limite”, comentou.

Como instituição financeira, a MAG Finanças poderá ofertar crédito e tudo que as outras quatro empresas do grupo já ofertam: seguros, fundos de investimentos abertos e fechados entre outras coisas, uma vez que toda a tecnologia já está pronta, com o uso de APIs que permitem a conexão com centenas de serviços e produtos. O objetivo, segundo ele, é oferecer crédito a taxas competitivas, iguais ou melhores do que o crédito consignado.

Além dos corretores e funcionários, o projeto inclui em ampliar a rede de clientes para segurados e também mar aberto. Como o app esta nas lojas de tecnologia, qualquer pessoa pode abrir a conta digital. “No passado não sabíamos muito sobre os clientes. Apenas tínhamos um número de apólice. E agora temos muitas informações sobre o cliente. Podemos fazer muito mais com essas informações”, afirmou o presidente mundial da seguradora Aegon, o holandês Alex Wynaendts, durante coletiva de imprensa.

Ele acredita que o universo de corretores e consultores financeiros ainda tem muito para crescer no Brasil. Na Europa, citou, os corretores de seguros recebem um fee dos clientes pela consultoria financeira prestada e não mais uma comissão das seguradoras pela venda. “Todos previam que isso iria reduzir o número de corretores, mas pelo contrário. Eles passaram a gostar de ser remunerados pelos clientes, que valorizam e querem ser assessorados por um consultor financeiro que os ajudem a se protegerem dos riscos reais e cíclicos da vida.

Todo esse cenário incentivou o grupo a lançar um banco digital, previsto para o segundo semestre. A fintech é apenas o primeiro passo. O grupo Mongeral é composto por cinco braços financeiros: MAG Seguros, MAG Investimentos, MAG Finanças, MAG Fundos de Pensão, MAG Gestão Previdenciária e também tem o Instituto de Longevidade Mongeral Aegon. 

Redução nos valores do DPVAT, defendida pela AGU, é aceita pelo presidente do Supremo

Fonte: AGU

O pedido de reconsideração que a Advocacia-Geral da União (AGU) fez ao Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o DPVAT foi aceito nesta quinta-feira, dia 9. O presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, reviu a liminar concedida por ele próprio no último dia 31, quando a redução de valores do seguro obrigatório foi suspensa.

No pedido de reconsideração, a AGU argumentou que não era razoável a alegação da seguradora Líder — consórcio de empresas que administra o seguro obrigatório — de que a redução dos valores torna o DPVAT economicamente inviável. Isso porque a seguradora omitiu “a informação de que há disponível no fundo administrado pelo consórcio, atualmente, o valor total de R$ 8,9 bilhões, razão pela qual, mesmo que o excedente fosse extinto de imediato, ainda haveria recursos suficientes para cobrir as obrigações do Seguro DPVAT”.

A AGU também alegou urgência diante do fato de que o calendário de pagamento do DPVAT começa já nesta quinta-feira, 9.

Ao acolher a reconsideração, Dias Toffoli destacou que redução no valor do prêmio de seguro DPVAT em 2020, embora substancial em relação ao ano anterior, mantém a prescrição do pagamento de despesas administrativas e preserva a continuidade da cobertura a quem é vítima de danos pessoais sofridos em acidentes de trânsito no país.

Com isso, este ano, o valor do seguro passa a ser de R$ 5,21 para carros de passeio e táxis e R$ 12,25 para motos, o que representa uma redução de 68% e 86%, respectivamente, em relação a 2019.

Empresas devem se preparar para risco de guerra cibernética entre EUA e Irã, segundo análise da Marsh

A possibilidade de um ataque de retaliação deve ser vista como um desafio imediato e urgente para as empresas

O desdobramento dos confrontos entre Estados Unidos e Irã, decorrente do ataque no qual morreu o general iraniano Qassem Soleimani deixou as empresas em estado de alerta para possíveis ataques cibernéticos e proliferação de Fake News na web. Há uma grande expectativa de possíveis retaliações por meio de ataques de hackers direcionados a governos e empresas. O alerta não é por menos.

No mundo, as empresas já tiveram perdas de US$ 1 trilhão decorrentes de ataques de hackers, prejuízos bem acima dos US$ 300 bilhões com desastres naturais em 2017, segundo o relatório Cyber Handbook da corretora e consultoria de risco Marsh. 

Um dos pontos de atenção são os impactos dos riscos cibernéticos nas operações das multinacionais brasileiras que têm relações comerciais com as duas nações.  O governo brasileiro também pode se tornar alvo, assim como as infraestruturas críticas que consequentemente teriam grande consequências macroeconômicas diante de um ataque de hacker. “Os efeitos podem ser desde ataques à infraestrutura (geração e distribuição de energia, por exemplo) que consequentemente trariam impactos generalizados nas indústrias e no dia a dia da população”, afirma Marta Schuh, líder de Cyber da Marsh Brasil.

Para a especialista, há um risco até mesmo de possíveis danos catastróficos. Um hacker pode invadir o sistema e provocar a abertura de comportas de hidroelétrica, provocar explosões. Ou atacar sistemas de instituições financeiras causando prejuízos e desequilíbrio econômico, e ainda paralisar atividades nas mais diversas áreas: polícia, serviços emergenciais hospitalares e controles aeroportuários. “É mais do que necessário empresas e governos estarem preparados com estruturas robustas de gerenciamento de riscos e apólices de seguros adequadas para repor as perdas decorrentes de um ataque de hackers”, diz.

“O risco cibernético não é uma questão de ‘se’, mas ‘quando’ se pode sofrer um ataque e quais são as estratégias caso isso ocorra. Essa visão é que irá reequilibrar a forma como as empresas investem e alocam os seus recursos de gerenciamento de risco cibernético e retomem o mais rápido possível as suas operações”, complementa a líder de Cyber da Marsh Brasil.

Empresas mais vulneráveis

Os riscos cibernéticos superam todos os outros riscos por uma ampla margem em que 22% das empresas entrevistadas no estudo Marsh Microsoft Global Cyber Risk Perception Survey 2019. A cibersegurança deve ser uma prioridade na comunidade de negócios, uma vez que empresas de todos os segmentos são cada vez mais dependentes de plataformas de tecnologia para gerenciar suas operações o que consequentemente aumenta a probabilidade e a gravidade das interrupções nos negócios decorrentes diante de incidentes cibernéticos. 

Ao mesmo tempo as indústrias e os setor de energia possuem grande interconectividade e a complexidade tecnológica de automação o que pode resultar em vulnerabilidades a mau funcionamento, sabotagem que pode cascatear e impactar a economia em geral.

6 dicas para se proteger de ataques cibernéticos

1.      Avalie riscos, vulnerabilidades e conheça as novas ameaças

2.      Revisite a política de segurança cibernética da empresa

3.      Avalie se sua empresa possui back up das informações armazenadas offline

4.      Avalie e atualize o plano de gestão de risco e respostas a incidentes

5.      Revisite as estratégias de segurança de dados

6.      Oriente os colaboradores sobre e-mails, websites e aplicativos suspeitos

7.      Avalie e atualize as coberturas do seguro contra risco cibernético

Mongeral Aegon faz megaevento no Rio para comemorar 185 anos

MAG Mongeral Aegon

Participam do MagNext 2 mil pessoas e cerca de 50 jornalistas e influenciadores

A Mongeral Aegon, reconhecida pelo governo federal e pela Unesco como precursora da previdência no país, completa 185 anos no dia 10 de janeiro embalada pela inovação que une jovens e idosos. Claro! Quem lida com longevidade conhece os desafios, como a arte de entreter jovens e 50+ num interesse comum. 

Fundada em 1835, a Mongeral é a quarta mais antiga em atividade ininterrupta, estabelecida no Rio de Janeiro, fundada por Aureliano de Sousa e Oliveira Coutinho. Nesses anos todos, enquanto o Brasil luta para ser o país do futuro, a seguradora construiu seu futuro vivendo e superando as batalhas do dia a dia.

Eu acompanhei isso de perto. Sem ir muito longe para não ficar careta. No aniversário de 180 anos, eram 800 funcionários e seis jornalistas numa festa no Rio de Janeiro, sede da companhia. Nos 185 anos, a equipe é composta por 2 mil pessoas e quase 50 jornalistas e influenciadores, de diversas mídias, áreas, idades e dos quatro cantos do país. 

Apenas um dos influenciadores, o Arthur, do Vosso Canal, dedicado a esportes, tem mais de 5,5 milhões de seguidores no Youtube. E veio de Londrina (PR) para ver de perto Marta, eleita por seis vezes a melhor jogadora de futebol feminino do mundo, o velejador Lars Grael e do técnico campeão olímpico de vôlei Bernadinho, três ícones do esporte, sinônimos de perseverança, talento e eficácia. 

O YouTuber Arthur faz parte do canal Vosso Canal, com mais de 5,5 milhões de seguidores

Bernardinho vai palestrar no evento logo depois de um painel sobre tendências para o corretor de seguros com Armando Vergilio, Alexandre Camilo e Henrique Brandão, os três porta-vozes dos corretores de seguros. Eles lutam pela categoria que acaba de ser excluída da supervisão da Superintendência de Seguros Privados (Susep). órgão que regula e fiscaliza o mercado de seguros.

Outro super jovem, o jornalista Marcus Vinicius Beck, que era um foca até o ano passado, escreve sobre cultura em Goiânia. Vai cobrir Carlinhos Brown, palestrante que ocupará o palco logo depois de Nilton Molina, 84 anos, presidente do conselho da Mongeral Aegon, contar para a plateia um pouco do que sabe sobre previdência complementar do Brasil. Vale mencionar que Molina é considerado “o mito” do assunto no setor de seguros. Afinal, são tantas caras novas, que sempre é bom pontuar alguns fatos relevantes.

O jornalista Beck, de Goiânia, escreve sobre cultura e veio ao evento atraído por Carlinhos Brown e Michel Teló

Beck também pretende entrevistar Michel Teló, que fará o show marcado para as 23h30, logo depois da cerimônia de premiação dos melhores vendedores da Mongeral Aegon no ano de 2019. Certamente vai caprichar na cobertura do evento, pois em 30 minutos de conversa com ele no trajeto do aeroporto Santos Dumont/Barra deu para perceber que ele bota amor em tudo que faz.

Tem também os 30+, 40+, 50+, 60+ e 70+, que como eu já conhecem um pouco do setor e da seguradora e vieram aqui para saber mais sobre como ela, em dez anos, passou de 500 mil para 3 milhões clientes. Alguns já sabem que a Mongeral ganhou um sócio holandês, a Aegon, em 2010, e um presidente obcecado por tecnologia e longevidade, Helder Molina. 

Jornalistas da mídia especializada prestigiando o evento MagNext

O evento MagNext, que celebra a tradição e discute os desafios do futuro do setor dominado pela tecnologia, começa nesta quinta-feira, dia 9, conectando todos a uma seguradora de 185 anos que os convidou para saberem mais sobre o futuro promissor do setor de previdência e seguridade no Brasil. Certamente os convidados sairão daqui no sábado certos da relevância do seguro de vida e dos planos de previdência complementar para um futuro longevo com gestão da saúde, da vida social e das finanças.

CNseg lança Guia sobre Lei Geral de Proteção de Dados

Publicação vai ajudar a implementar os dispositivos da Lei no setor segurador

Fonte: CNseg

Com o objetivo de buscar a uniformidade no entendimento e na aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) pelo setor, a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) lança o “Guia de Boas Práticas do Mercado Segurador Brasileiro sobre Proteção de Dados Pessoais”. A LGPD passará a vigorar em 16 de agosto de 2020, e o setor de seguros está entre aqueles que serão mais impactados, justamente por ter os dados como insumo de sua atividade. 

“Com o Guia, o setor poderá reafirmar seu compromisso com as melhores práticas na relação com o consumidor. As regras de tratamento de dados contidas na LGPD poderão favorecer, de forma significativa, a transparência e a governança nas relações com o consumidor de seguros, o que fortalece o setor e reitera seu traço de contribuição para o desenvolvimento econômico e social do País”, afirma Luiz Tavares, Consultor Jurídico da CNseg. 

O Guia cumprirá dois objetivos: ser instrumento de apoio às empresas do setor de seguros na fase de implementação dos dispositivos da LGPD à rotina diária e na relação com seus prestadores e parceiros; e construir e consolidar no setor de seguros a cultura de respeito à proteção de dados pessoais, reconhecendo a relevância dessa temática no mundo contemporâneo.

A LGPD coloca o Brasil em linha com países da União Europeia, que adotaram o Regulamento Geral de Proteção de Dados, em maio de 2018, em cujas normas a lei brasileira se baseou.