No dia 11 de novembro, o presidente do Instituto de Longevidade MAG, Nilton Molina, participa da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, a COP30, na Casa do Seguro, em Belém, no Pará. O executivo é um dos convidados para o Fórum de Seguros, Mudanças Climáticas e a Longevidade. O debate reúne especialistas para discutir como o setor de seguros e previdência pode contribuir para um mundo mais sustentável e preparado para o envelhecimento populacional.
“Com o crescimento mundial da população longeva, se faz necessária a discussão sobre que instrumentos financeiros são capazes de proteger pessoas, comunidades e sistemas produtivos contra riscos cada vez mais complexos. Através de discussões como essas, a ampliação do papel do setor na promoção de uma sociedade mais igualitária e estável em um cenário de incertezas, tem se tornado a chave para um futuro tranquilo”, destaca Molina.
O painel “Seguros, Mudanças Climáticas e a Longevidade” faz parte da programação oficial da COP30, que acontece entre os dias 10 e 21 de novembro e traz nesta edição o papel das finanças e das políticas de adaptação no enfrentamento da crise climática. O encontro reforça a importância da colaboração entre governos, setores privados e a sociedade civil na construção de soluções que contemplem tanto a importância da preservação do meio ambiente, quanto o bem-estar humano.
Com uma trajetória de mais de seis décadas no mercado segurador, Nilton Molina é uma das principais lideranças nacionais na discussão sobre previdência e envelhecimento ativo. À frente do Instituto de Longevidade MAG, tem promovido estudos, projetos e parcerias que buscam repensar o futuro do trabalho, da aposentadoria e da proteção social no Brasil, conectando esses temas às metas globais da ONU na Agenda 2030 e às demandas de uma sociedade em transformação.
A Icatu Seguros abriu inscrições para seu Programa de Estágio, com início no 1º semestre de 2026. A companhia, reconhecida 11 vezes como uma das melhores empresas para se trabalhar pelo Great Place to Work (GPTW), além de estar entre as 15 melhores do país para se desenvolver profissionalmente segundo o ranking LinkedIn Top Companies 2025, oferece 15 vagas para atuação na sede da companhia, no centro do Rio de Janeiro.
As oportunidades são destinadas a estudantes dos cursos Administração, Ciências Econômicas, Ciências Atuariais, Comunicação Social, Design, Direito, Engenharia (Produção, Software, Computação), Estatística, Marketing, Jornalismo, Matemática, Publicidade e Propaganda, Sistemas de Informação, TI. Podem se inscrever estudantes a partir do segundo período da faculdade e com previsão de formatura a partir de junho de 2027.
O Programa de Estágio da Icatu Seguros oferece oportunidades de desenvolvimento profissional, interação com diversas áreas e trilha de aprendizagem estruturada, que propicia a construção da carreira para o mercado e dentro da própria companhia. Entre janeiro de 2022 e março de 2025, a Icatu recebeu mais de 280 estagiários; só em 2024, metade dos participantes foi contratada ao final do programa.
Temos um histórico sólido de desenvolvimento e retenção de talentos. Nosso programa é estruturado em diversas etapas, com a participação ativa dos diretores e do presidente da Icatu, o que reforça o quanto valorizamos este processo. Nosso objetivo é atrair estudantes com vontade de crescer, aprender e construir carreira em um ambiente que valoriza a colaboração, a vontade de aprender e o desenvolvimento contínuo”, afirma Simone Grossmann, Diretora de Pessoas e Sustentabilidade da Icatu Seguros.
Sobre o programa – A carga horária é de 30 horas semanais, com modelo híbrido de trabalho – quatro dias presenciais por semana. A bolsa-auxílio é de R$1.500 no primeiro ano e R$1.950 a partir do segundo ano. O programa tem duração de dois anos e oferece benefícios como 13º salário, seguro de vida, plano de saúde e odontológico, Wellhub e horário flexível. O programa oferece ainda uma trilha para desenvolvimento, que inclui, dentre outras oportunidades, bate-papo com o presidente, imersão em outra área e treinamento em ferramentas como Excel e Power bi.
Etapas do processo seletivo – Os candidatos passarão por quatro etapas eliminatórias (Inscrições, Testes Online, Dinâmicas de Grupo e Painel com Executivos), com participação ativa de diretores e do presidente na seleção final. A admissão está prevista para 16 de março de 2026. As inscrições ficam abertas até 30 de novembro no site https://trabalheconosco.vagas.com.br/icatu-estagio.
Seguindo o seu compromisso com a responsabilidade ambiental e social, a Tokio Marine Seguradora anuncia mais um avanço significativo em sua jornada ESG: a conquista do Selo Carbon Free, que reconhece a compensação de 453 toneladas de CO₂e emitidas pelas operações da Companhia no Brasil ao longo de 2024 nos escopos 1 (emissões próprias) e 2 (emissões indiretas referentes à aquisição de energia elétrica).
A compensação foi realizada por meio do projeto Brazilian Amazon Grouped Forestry, que atua na preservação de mais de 30 mil hectares de floresta na Amazônia Legal, incluindo comunidades dos seringais de Porangaba, Palmares, Potiguar e Katianã, no Acre. Além da proteção ambiental, o projeto promove o desenvolvimento social, beneficiando mais de 770 famílias com acesso à educação, saúde, energia limpa e inclusão digital. Essa ação contribui diretamente para que até 13,7 milhões de toneladas de CO₂ deixem de ser lançadas na atmosfera até 2032, o equivalente às emissões de quase 3 milhões de carros em um ano.
A iniciativa está alinhada ao plano estratégico da Seguradora no Brasil e ao compromisso global do Grupo Tokio Marine com a descarbonização cuja meta é de atingir o Net-Zero, o que reforça o papel da Companhia como agente ativo na transição para uma economia de baixo carbono. A conquista do selo Carbon Free reafirma a Jornada de Descarbonização da Companhia, baseada em três pilares: Medir (medição da pegada de carbono), Compensar (compensação das emissões realizadas) e Reduzir (desenvolvimento de ações para redução das emissões futuras).
Para o Superintendente de Estratégia de Mercado, Qualidade e ESG da Tokio Marine, André Cordeiro, a conquista do selo é uma prova da responsabilidade contínua da Companhia com o clima, as pessoas e o planeta. “A conquista do Selo Carbon Free é um marco importante na nossa estratégia de sustentabilidade. Ela representa não apenas a compensação das emissões, mas também nosso compromisso com um futuro mais justo, limpo e sustentável para as próximas gerações. Seguiremos firmes em nossa missão de integrar práticas sustentáveis ao negócio, promovendo impacto positivo para o meio ambiente e para a sociedade”, afirma o executivo.
Representantes do setor de seguros e resseguros de diversos países desembarcam em San José, capital da Costa Rica, para a 39ª Conferência Hemisférica de Seguros da Federação Interamericana de Empresas de Seguros, a Fides, que começa neste domingo (09/11). Patrocinador do evento, o IRB(Re) marcará presença com dez executivos. Liderado pelo vice-presidente de Resseguros, Daniel Castillo, o grupo se prepara para dias de intensa troca, fortalecendo relacionamentos com clientes da América Latina e debatendo os principais desafios do setor. Em entrevista exclusiva, Castillo fala sobre o apetite da empresa diante do mercado internacional e aponta os diferenciais do maior ressegurador do Brasil.
Qual a expectativa do IRB(Re) para a Fides Pura Vida?
As expectativas são as melhores possíveis. Estamos muito animados com esta oportunidade de estarmos reunidos com os líderes dos setores de seguros e resseguros da América Latina. Somos patrocinadores do evento e teremos um espaço exclusivo no local, onde poderemos receber clientes para reuniões, fortalecendo relacionamentos e conexões. Além disso, somos os patrocinadores exclusivos do aplicativo oficial da Fides 2025, marcando nossa presença também no ambiente digital e deixando nossa marca.
Qual a estratégia da companhia para a América Latina?
Estamos voltados para todos os países da América Latina. Apesar de o Brasil continuar sendo nosso principal mercado, crescemos, no segundo trimestre, na América Latina em 32% e nos demais mercados internacionais em 48%. Nossa prioridade é o crescimento com rentabilidade.
Quais os diferenciais do IRB(Re) em relação a outros resseguradores?
Temos uma equipe dedicada, fluente em espanhol e com conhecimento da região, seus riscos e suas exposições catastróficas. Adotamos práticas diferenciadas para países como Peru, Paraguai, Uruguai, Colômbia, Bolívia e México, entendendo as diferentes necessidades e oportunidades de cada país. Além disso, temos capacidade e alçada para decidir e apoiar nossos parceiros, oferecendo um serviço de qualidade com muita agilidade.
Como avalia o período de renovações de contratos na América Latina?
Recentemente, renovamos importantes contratos na Argentina, Peru, Colômbia e México. Nesses mesmos países, conseguimos subscrever novos negócios e aumentar a participação em negócios que já estavam em nossa carteira.
E para o resto do mundo? Quais são os planos?
O mercado global continua sendo analisado, mantemos a estratégia de desenvolver negócios não proporcionais, sem assumir grandes exposições catastróficas gerenciando, assim, nossa carteira de negócios. A ideia é que nossa carteira de P&C internacional alcance rentabilidade similar à que performamos no mercado local. Há um mercado relevante que queremos acessar e, neste ano, nos aprofundamos para conhecer melhor os parceiros e manter um relacionamento sustentável e de longo prazo.
Qual a expectativa em relação ao crescimento da carteira internacional para os próximos meses?
O negócio internacional requer atenção especial uma vez que apresenta exposições diferentes daquelas que estamos acostumados no Brasil como terremotos, furacões e outros eventos naturais. Em facultativos internacionais, por exemplo, tomamos a decisão de fazer negócios somente em excesso de danos, ou seja, negócios não proporcionais. Nos contratos internacionais, quando há exposição catastrófica, também fazemos negócios de forma não proporcional em capas altas com baixa exposição, diversificando nossa carteira de contratos.
Qual o perfil da carteira hoje?
Os prêmios retidos pelo IRB(Re) totalizaram R$ 827 milhões no segundo trimestre desse ano. Desse total, R$ 799 milhões se referem à carteira P&C (96,6%) e R$ 28 milhões à Vida (3,4%). Considerando a distribuição geográfica, 64% referem-se a negócios feitos no Brasil, 16% na América Latina e 20% no resto do mundo. Olhando as linhas de negócios, Patrimonial responde por 54% da carteira.
P&C é prioridade, então? Que linhas?
P&C é, hoje, nosso principal negócio, como os números do segundo trimestre demonstraram: Do total do prêmio retido pelo IRB(Re) nos últimos 12 meses, R$ 3,7 bilhões, P&C responde por R$ 3,4 bilhões. A linha Patrimonial merece destaque, tendo atingido R$ 445 milhões em prêmio retido no segundo trimestre de 2025, um crescimento de 23% em relação ao mesmo período de 2024. Mas vale dizer que nossa carteira está equilibrada e podemos crescer em todas as linhas de negócios. Nosso foco está na rentabilidade, bons riscos. Seguimos evoluindo, sempre com foco nos bons negócios e na disciplina de subscrição.
por Felipe Nicola, Diretor de Seguros e Clima & Sustentabilidade da Oliver Wyman
O setor de seguros é peça central na agenda climática, pois tem a capacidade única de precificar e gerir riscos em diferentes dimensões da transição climática. Isso inclui os riscos climáticos físicos — como enchentes, estiagens e eventos extremos — que exigem adaptação em projetos de infraestrutura, ou modelos inovadores, como seguros paramétricos no agronegócio.
Ao mesmo tempo, o segmento precisa lidar com riscos associados a tecnologias emergentes e de transição, sejam tecnológicos (ex. confiabilidade de novas soluções) ou de adoção e demanda (ex. infraestrutura para veículos elétricos, projetos de geração de biometano).
O setor segurador brasileiro avançou de forma significativa ao incorporar sustentabilidade na regulação prudencial (com a adoção da Circular 666, CNSP 473, ORSA). Ainda assim, sua eficácia depende de implementação consistente, com a adoção de métricas robustas, dados confiáveis e integração plena à estratégia. Nesse sentido:
A Circular Susep nº 666/2022 foi um marco ao exigir que seguradoras, resseguradoras e entidades abertas de previdência implementassem políticas de sustentabilidade, gestão de riscos ambientais, sociais e climáticos (ESG/ASG) e relatórios de sustentabilidade aprovados pela alta administração. Essa norma colocou o tema no centro do sistema de governança e de risco do setor.
Em 2024, a Resolução CNSP nº 473 complementou essa agenda, estabelecendo critérios para classificar produtos de seguros e previdência como “sustentáveis”, criando segurança jurídica para ofertas ESG e reduzindo o risco de greenwashing.
O ORSA (Resolução CNSP nº 416/2021) também reforça a necessidade de incorporar riscos climáticos nos cenários prospectivos de capital e solvência, alinhando o Brasil às melhores práticas internacionais.
Inovações e práticas em curso
Cresce a adoção de seguros paramétricos, especialmente no agro e em infraestrutura, permitindo indenizações rápidas com base em gatilhos climáticos (chuva, temperatura, vazão de rios), já utilizados em projetos-piloto no Brasil com dados do INMET.
Seguradoras começam a oferecer condições diferenciadas ou descontos vinculados a práticas sustentáveis de clientes (seguros agrícolas vinculados a práticas de baixo carbono; seguros de frotas que incentivam eletrificação)
Principais desafios atuais
Dados e modelos locais: ainda há defasagem em cat models adaptados à realidade brasileira, especialmente para riscos “secundários” como enchentes urbanas, deslizamentos e incêndios florestais. Como exemplo de modelo adaptado à realidade nacional, a corretora de resseguros Guy Carpenter possui modelo inovador probabilístico de alagamento no Brasil.
Acúmulo e precificação: zonas críticas de risco exigem maior granularidade e mecanismos de agregação dinâmica de exposição.
Capacidade técnica: há necessidade de fortalecer times de modelagem climática e integração com áreas de risco, subscrição e resseguro.
Integração público-privada: falta avançar em mecanismos de redução de riscos ao setor e de definição do papel do governo/cidades em catástrofes ambientais, como já ocorre em outros mercados, para garantir resiliência sistêmica.
A Mitsui Sumitomo Seguros comemora nesta terça-feira, 4 de novembro, seis décadas de operação no Brasil, em uma celebração que reúne parceiros de negócios e representantes da imprensa em São Paulo. Mais do que uma data simbólica, o marco dos 60 anos — ou Kanreki (還暦), em japonês — representa para o grupo o início de um novo ciclo de vida, em que tradição e inovação se unem para preparar a companhia para o futuro.
O Kanreki é uma das celebrações mais significativas da cultura japonesa, simbolizando o renascimento após o encerramento do ciclo completo do zodíaco oriental, formado por 12 signos e 5 elementos. “Trata-se de um momento de alegria e gratidão, de reconhecer o legado construído e, ao mesmo tempo, de reafirmar o compromisso com o futuro”, explica o CEO Koichi Kawasaki. “Celebramos nossa história e nossa consistência, mas sobretudo abrimos um novo ciclo de inovação, transformação e crescimento.”
Segundo o diretor-geral Luis Nagamine, que assumiu a liderança da Mitsui Sumitomo no Brasil em janeiro de 2024, a companhia vive um movimento de preparação para os próximos anos, acompanhando a transformação global do grupo japonês. “Estamos passando por um novo ciclo de globalização, que vai reposicionar a companhia para as próximas décadas”, afirma.
Internacionalização e sinergia global
O plano global da controladora MS&AD Insurance Group, maior grupo segurador do Japão, prevê a integração de suas duas principais seguradoras — Mitsui Sumitomo Insurance e Aioi Nissay Dowa Insurance — em uma única empresa até 2027. A fusão visa aumentar a eficiência, a rentabilidade e a sinergia operacional em todo o mundo.
O governo japonês vem incentivando o desinvestimento em setores fora do core business de seguros, redirecionando capital para novas oportunidades internacionais. “A estratégia do grupo agora é direcionar os investimentos que eram feitos nas empresas japonesas não ligadas a seguros (participações estratégicas), para alocar este capital às oportunidades dentro do nosso negócio, mas fora do Japão. O investimento de US$ 3,8 bilhões na Berkley nos Estados Unidos reflete essa visão estratégica” explica Nagamine.
De acordo com Carlos Eduardo Silvestre, diretor de Gestão de Negócios & Relacionamento da Mitsui Sumitomo Seguros, que esteve recentemente no Japão para treinamentos, o grupo japonês vem redesenhando sua estrutura para que a área internacional assuma papel de protagonismo. “Hoje, 60% das receitas ainda vêm do Japão e 40% do exterior, mas a meta é inverter essa proporção até 2030. Isso mostra o quanto a companhia está comprometida em se tornar verdadeiramente global”, destaca.
Nos Estados Unidos, o grupo já vem expandindo sua atuação de forma expressiva. Até poucos anos atrás, o grupo atendia principalmente empresas japonesas, mas hoje a operação se abriu para grandes players corporativos globais, com crescimento orgânico e contratações de talentos locais profissionais reconhecidos globalmente.
A companhia também vem aprofundando o intercâmbio com a MS-Amlin, um dos principais sindicatos do Lloyd’s of London, um dos maiores mercados de seguros do mundo, aproveitando a experiência global em seguros de property para geração de energia e construção e lançar novos produtos no Brasil, além de trazer mais capacidade ao mercado brasileiros para estes setores. “Estamos integrando o que há de melhor do grupo para tornar a Mitsui Sumitomo numa seguradora realmente global” em cada país, fortalecendo o DNA global da empresa”, reforça Nagamine.
Nagamine ressalta que o Brasil é peça estratégica nesse plano. “Temos crescido de forma consistente e sustentável, ampliando nossa base local de clientes corporativos. O país está pronto para receber novas linhas e tecnologias globais, principalmente em cyber, D&O e E&O, em parceria com os times internacionais da Mitsui.Nosso objetivo é diversificar a base e crescer de forma sustentável. Estamos investindo em sistemas modernos que automatizam processos e ampliam a capacidade de resposta aos corretores”, afirma.
O novo portal de corretores, lançado em 2025, com tecnologia de ponta para emissão online de apólices de garantia e transporte. “Em poucos meses, já observamos aumento expressivo na produtividade e na emissão de novos negócios”, diz o executivo. “Agora o corretor tem muito mais autonomia, deste a cotação até a emissão da apólice. Futuramente estará incluída toda a jornada de sinistros. Em poucos meses, já observamos aumento expressivo na produtividade e na emissão de novos negócios”, diz o executivo.
Além disso, a seguradora implementa soluções de inteligência artificial que automatizam a leitura e interpretação de documentos, otimizando o trabalho dos subscritores. “Com isso, conseguimos cotar 25% mais propostas e ampliar em mais de 90% o volume de negócios novos de property”, destaca Nagamine. “Eliminamos o ‘não aceito’ por falta de tempo e passamos a oferecer respostas mais rápidas e precisas aos clientes de nossos corretores.”
Inovação em resiliência climática
Outro eixo estratégico da Mitsui Sumitomo no Brasil é a resiliência climática. A companhia testa ferramentas de monitoramento que emitem alertas individualizados para clientes com base ao seu endereço, permitindo ao cliente tomar medidas de prevenção de perdas como retirada de mercadoria das partes mais baixas, além de melhorar precificar melhor riscos de danos da natureza (como alagamento e vendaval) e oferecer coberturas mais adequadas.
“A ideia é evoluir para um modelo sustentável, no qual possamos ampliar a oferta de seguros climáticos e contribuir para a prevenção de desastres”, explica Nagamine. “Estamos ajudando entidades do setor, como a Confederação de Seguradoras, a CNseg, e o Sindicato de Seguradoras de São Paulo (SindSeg-SP) a desenvolver soluções que deixem um legado positivo para a sociedade.”
A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) realizou nesta segunda-feira (3), em Belém (PA), o pré-lançamento (Soft Opening) da Casa do Seguro na COP30. Cerca de 300 pessoas prestigiaram a abertura do espaço que será a “embaixada do setor segurador” entre os dias 10 e 21 de novembro na capital paraense.
Segundo o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, o encontro serviu para apresentar as instalações da Casa, bem como a programação de conteúdo que será realizada durante a COP30, destacando o papel do setor de seguros na transição climática.
“É uma satisfação enorme poder fazer a entrega deste espaço. E não há nada mais relevante nesta agenda do que a sustentabilidade, falar das mudanças do clima e das pessoas que estão aqui no dia a dia, que são afetadas pelas mudanças climáticas, todas as pessoas a quem precisamos buscar e oferecer soluções. A Casa do Seguro estará aberta a todos os setores da sociedade. É por isso que a nossa programação é diversificada: a cada dia, será abordado um tema diferente. Um dia de infraestrutura, um dia de cidades resilientes, um dia sobre cooperativismo, um dia sobre agronegócio, um dia sobre energias renováveis. O espaço é uma casa para a sociedade que também fala sobre o papel do seguro e como o seguro pode ajudar a construir soluções”, afirmou.
O evento, realizado em parceria com a Associação Comercial do Pará (ACP) e com o Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado do Pará (SINCOR-PA), contou com representantes do governo do Pará, de empresas seguradoras que atuam em todo o país, de corretores de seguros, representantes de diversos ramos comerciais e da imprensa.
Para o secretário de Estado de Fazenda do Pará, René de Oliveira e Sousa Júnior, é de uma importância que o setor de seguros reconheça que pode colaborar na prevenção de desastres climáticos e esteja presente nesta COP. “Em casos de desastres, muitos dos prejuízos recaem sobre o setor de seguros e, sobretudo, no poder público. Então, é muito importante que o setor de seguros esteja desse lado para fazer com que as pessoas se conscientizem de que prevenir diante das mudanças climáticas poderá trazer no futuro custos menores para todos, para os empresários e para a sociedade”, lembrou.
A presidente da ACP, Elizabete Grunvald, destacou que a CNseg foi a primeira entidade que acreditou, investiu e se torna protagonista em trazer o setor para dentro da COP e para a realidade do Estado do Pará. “O segmento de seguros é extremamente importante para todo esse movimento que a gente está vivendo. A parceria da ACP e de tudo que vai acontecer na Casa do Seguro será constante”, afirmou.
Para a presidente do Sincor-PA, Margarete Braga, a Casa do Seguro é um marco histórico para o mercado de seguros no Brasil e ressalta a participação do setor durante a Conferência Climática. “A resposta que a gente vai dar para o mercado de seguros do mundo, do Brasil, no Pará, é muito importante. Nós vamos poder falar para todo mundo, durante a COP30, o que é resiliência, seguro, proteção, o que é cuidar de pessoas, de famílias com sustentabilidade”, informou.
Casa do Seguro e Sustentabilidade
Reconhecida como a “Embaixada do Seguro” na COP30, a Casa foi idealizada como um hub estratégico de conteúdo, conexão empresarial e negócios, com o objetivo de promover o papel do setor de seguros na transição climática.
Instalada em um pavilhão de 1,6 mil m², a poucos metros de distância do hub principal da COP30, a “Casa do Seguro” oferecerá uma experiência imersiva, funcionando durante todo o período da Conferência (10 a 21 de novembro), para receber autoridades governamentais, lideranças empresariais, além de representantes de organizações internacionais e contrapartes estrangeiras da CNseg.
Para o superintendente executivo da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Gustavo Brum, a Casa do Seguro é uma amostra da força que o setor tem para ser um agente importante para a mitigação de riscos climáticos.
“O projeto representa o ápice da estratégia do setor de seguros de se posicionar ativamente nas discussões globais sobre o clima. Ela funcionará como uma plataforma para demonstrar a capacidade da indústria em fomentar a inovação e atuar na mitigação dos riscos climáticos, sublinhando seu profundo engajamento com a sustentabilidade do planeta. A Casa do Seguro está destinada a estabelecer um precedente e um marco significativo para a participação do setor segurador durante a COP30, em Belém”, ressaltou.
A Casa do Seguro foi pensada a partir de sólidos requisitos de sustentabilidade, com metas para neutralização de emissões, “Resíduo Zero”, eficiência energética, além de boas práticas de estímulo à economia circular. Dentre suas características, é um empreendimento que detém os Selos de “Evento Neutro” e “Resíduo Zero”, com iniciativas de neutralização de todas as emissões de carbono geradas durante o evento, e da destinação correta de todos os resíduos com redução de impactos ambientais.
Transformar em oportunidades de crescimento sustentável dois dos maiores desafios do século: o envelhecimento populacional e a crise climática, é o foco do Fórum de Clima, Vida e Longevidade, que será realizado pela Casa do Seguro em 11 de novembro, em Belém (PA).
O evento é uma iniciativa da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), em parceria com a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi) e reunirá especialistas, formuladores de políticas públicas e representantes do setor financeiro para discutir como a previdência e o seguro de vida podem se tornar instrumentos-chave de resiliência social e ambiental.
A proposta é mostrar que o envelhecimento populacional e as mudanças climáticas, quando tratados de forma integrada, podem abrir caminho para um modelo de desenvolvimento mais sustentável, inclusivo e preparado para o futuro.
“A previdência e o seguro de vida são pilares essenciais de uma sociedade sustentável, pois oferecem segurança financeira e resiliência contra as incertezas da vida e do clima. Nosso Fórum na Casa do Seguro é fundamental para mostrar que o desafio da longevidade, quando combinado à urgência climática, se torna uma oportunidade para o Brasil desenvolver instrumentos financeiros inovadores que transformem riscos em proteção e crescimento sustentável para todos”, afirmou o presidente da FenaPrevi, Edson Franco.
“As megatendências de envelhecimento e clima estão interligadas, ampliando a necessidade de resiliência e planejamento. O Fórum é o palco ideal para demonstrar como o ecossistema de seguros e previdência, através da inovação em produtos e investimentos, está criando soluções financeiras robustas para o Brasil. Nosso objetivo principal é garantir que a importância do setor seja plenamente reconhecida e que nossas propostas sejam levadas ao documento final da COP30, consolidando o seguro como um vetor de proteção social e crescimento verde”, disse o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira.
O Fórum contará com a participação do renomado físico e cientista brasileiro Paulo Artaxo como keynote speech. Professor titular no Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP), com atuação destacada em Física Atmosférica e Ciências Ambientais, sua importância reside principalmente no seu extenso trabalho de pesquisa sobre as mudanças climáticas globais.
Considerado um dos cientistas mais influentes do mundo na sua área, Artaxo é o autor principal em diversos relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU, o que consolida seu papel como uma referência global na ciência do clima e na conscientização sobre a urgência das questões ambientais no Brasil e no planeta.
A Casa do Seguro é uma realização da CNseg, com o objetivo de posicionar o setor de seguros como um ator estratégico e fundamental na busca por soluções relacionadas à adaptação e mitigação das mudanças climáticas, consolidando o reconhecimento da importância do setor e fazendo com que ele seja citado no documento final da COP30.
Pela primeira vez, a seguradora MAPFRE se torna patrocinadora do Prêmio de Jornalismo em Seguros, organizado pela Escola de Negócios e Seguros (ENS), pela Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) e pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).
O anúncio foi oficializado recentemente pela empresa, que passa a apoiar a maior iniciativa do País voltada à valorização dos profissionais de imprensa que produzem conteúdos sobre seguros e áreas afins.
Sustentabilidade & Seguros
A companhia dá nome à categoria Sustentabilidade & Seguros, que passa a se chamar MAPFRE Sustentabilidade & Seguros. “Este patrocínio reforça nosso compromisso em valorizar a excelência na cobertura do setor e a mídia é essencial para traduzir o valor que queremos passar, de cuidado e proteção”, declarou a diretora de Clientes, Comunicação e Marketing da MAPFRE, Tatiana Cerezer.
A executiva, que possui formação em Jornalismo, destacou o papel de conexão da imprensa. “Reconhecemos o papel fundamental da imprensa e, ao valorizarmos isso, fortalecemos o canal de comunicação entre todo o mercado de seguros, incluindo nossos corretores, parceiros e prestadores de serviços, com a sociedade,” concluiu Cerezer.
Além da MAPFRE, outras duas seguradoras já haviam sido anunciadas como patrocinadoras, dando nome às categorias Allianz – Seguro Rural e CAPEMISA Previdência e Vida.
Reta final para inscrições
Os profissionais de imprensa têm até 21 de novembro para inscrever trabalhos nas seis categorias desta oitava edição do Prêmio: MAPFRE Sustentabilidade & Seguros; CAPEMISA Previdência e Vida; Allianz – Seguro Rural; Capitalização; Saúde Suplementar; e Seguros Gerais.
No total, serão distribuídos R$ 210 mil em premiações, sendo R$ 20 mil para os vencedores de categoria, R$ 10 mil para os segundos colocados e R$ 5 mil para os terceiros lugares. O autor do trabalho com a maior nota entre os seis vencedores de categoria será eleito “Jornalista do Ano em Seguros”, e receberá como prêmio adicional bolsa de estudos em uma das imersões internacionais que a ENS realizará em 2026, com passagens e hospedagens pagas.
Cada jornalista pode concorrer com até 10 reportagens, produzidas de 1º de janeiro a 21 de novembro de 2025. Inscrições e regulamento completo estão disponíveis no site oficial: premiodejornalismohttps://premiodejornalismo.ens.edu.br.ens.edu.br.
O setor de seguros revisou para baixo suas projeções de crescimento para 2025. Segundo dados apresentados nesta segunda-feira (3) pelo presidente da Confederação das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, e pelo presidente da Fenaprevi, Edson Franco, a expectativa anterior de expansão de 8,8% foi substituída por uma retração de 3,7%, para R$ 419 bilhões, considerando o mercado de seguros sem o ramo de saúde suplementar. Com saúde, o crescimento projetado caiu de 10% para 1,9%.
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As principais causas da revisão são a tributação de 5% de IOF sobre os aportes de VGBL, em vigor desde julho, e a redução pela metade dos subsídios do governo federal ao seguro rural, que comprometeram a expansão dos dois segmentos mais sensíveis à política pública e à tributação de longo prazo.
A criação do IOF sobre os aportes do VGBL – produto que concentra a maior parte da poupança previdenciária no país – teve impacto imediato. A captação bruta deve cair 19,4%, passando de R$ 177,9 bilhões em 2024 para R$ 143,4 bilhões em 2025, conforme a projeção da Fenaprevi.
A cobrança de IOF sobre o VGBL contraria os esforços do mercado segurador para estimular a poupança de longo prazo. A nova regra, que impôs a alíquota de 5% para aportes acima de R$ 300 mil neste ano e de aportes acima de R$ 600 mil a partir de 2026, afetou o desempenho do segmento: entre janeiro e agosto deste ano, as contribuições da Previdência registraram queda de 15,2% na comparação com o mesmo período de 2024.
Para o presidente da FenaPrevi, não há precedente de incidência de imposto sobre valores de aportes destinados a acumulação de recursos, inclusive pelo fato de serem recursos que já sofreram tributação pelo imposto de renda. Além do mais, os decretos não distinguiram os “super ricos” dos demais cidadãos que, ao longo da vida, realizam eventuais contribuições de valor mais elevado, decorrentes de saques no FGTS, venda de imóveis ou realocação de investimentos no VGBL, por exemplo.
“Conceitualmente, continuamos discordando da incidência deste imposto, pois não existe outro produto que sofra uma tributação sobre o valor depositado. E muito menos um produto voltado à formação de poupança de longo prazo”, afirmou Edson Franco, presidente da Fenaprevi. “Essa medida penaliza o cidadão de classe média que busca se planejar para o futuro, e não o investidor de alta renda. É um contrassenso num país que precisa estimular a cultura previdenciária”, completou.
Franco explicou que 78% dos aportes realizados nos últimos 10 anos foram feitos de forma única, o que reforça o caráter de longo prazo e o perfil de poupadores da classe média. A Fenaprevi e a CNseg já mantêm diálogo com o governo e sinalizam otimismo quanto à revisão da medida, que vem reduzindo também a capacidade de formação de reservas que ajudam a financiar a dívida pública.
Apesar do tombo no VGBL, os seguros de vida seguem em trajetória positiva. O segmento de pessoas deve crescer 7,9% em 2025, com destaque para o vida individual, cuja expansão projetada supera 20%, reflexo da maior conscientização da população em relação à proteção financeira da família após a pandemia.
Seguro rural recua, mas pode se recuperar em 2026
O seguro rural também passa por um momento de retração. A arrecadação acumulada até agosto somou R$ 8,7 bilhões, queda de 6,7% em relação ao mesmo período de 2024. O mesmo movimento foi observado nas indenizações, que recuaram 7,5%, totalizando R$ 3,1 bilhões pagos.
A área coberta, que já chegou a representar 16% das lavouras em 2021, deve cair para 2,3% em 2025, o menor patamar da série histórica. “A baixa subvenção do governo no seguro rural tem impactos profundos tanto para os produtores quanto para o mercado segurador”, afirmou o presidente da CNseg. “Sem esse apoio, muitos agricultores deixam de contratar seguros e assumem riscos climáticos e de mercado — algo fora do alcance das seguradoras diante da restrição fiscal atual.”
Segundo ele, os recursos para subvenção caíram de R$ 1 bilhão em 2024 para cerca de R$ 500 milhões em 2025. Ainda assim, Oliveira destacou que há boa perspectiva para 2026, quando deve avançar no Congresso o Projeto de Lei da senadora Tereza Cristina, que propõe tornar o programa de subvenção uma obrigação orçamentária, além de criar um fundo de estabilização para mitigar anos de perdas elevadas.
Outros ramos mantêm crescimento
Entre os ramos que continuam em expansão, o seguro de automóvel teve alta de 5,4% entre janeiro e agosto, embora em ritmo mais moderado em razão da queda dos preços médios das apólices. Para o ano fechado, a projeção de crescimento é de 6,4%. O desempenho acompanha o aumento dos emplacamentos de veículos — +3,3% no acumulado do ano, segundo a Fenabrave — e o avanço das vendas de veículos híbridos e elétricos (+56,3%).
No segmento residencial, o crescimento foi de 8,1%, enquanto o seguro condominial saltou 32% e o habitacional, 12%, sustentados pelo aquecimento do setor imobiliário e pela retomada do programa Minha Casa Minha Vida.
Os seguros de riscos financeiros seguem como destaque, com projeção de alta de 15%, acima dos 11,4% previstos no final de 2024. Dentro do grupo, o seguro de crédito deve crescer 5,6%, e o garantia, 17,9%, impulsionado por contratos de infraestrutura e pelo estoque de processos no CARF, que deve ser liquidado até 2026.
Perspectivas e novos produtos
Dyogo Oliveira ressaltou que, mesmo com a revisão de curto prazo, a demanda por seguros segue em alta, impulsionada pela inovação de produtos e pelo fortalecimento das companhias. Ele também destacou o esforço conjunto da CNseg e da Susep para lançar o Seguro de Vida Universal, novo modelo que deve modernizar o portfólio e ampliar o acesso da população à proteção de longo prazo.
“A conjuntura de 2025 é desafiadora, mas o setor se mantém resiliente e preparado para voltar a crescer em 2026, com projeções positivas em praticamente todos os ramos, exceto nos que dependem diretamente de políticas públicas”, concluiu Oliveira.
“O setor esta indo bem por melhorias do setor e da economia brasileira, salvos os dois problemas (VGBL e do seguro rural), e a partir do ano que vem certamente o mercado de seguros voltará ao ciclo positivo, seguindo a rota de crescimento sustentável das últimas duas décadas”, finalizou Oliveira. As projeções do setor para 2026 serão divulgadas em meados de dezembro, num evento já programado pela CNseg.
Casa do Seguro – Iniciativa da CNseg que visa colocar o setor de seguros na agenda global, foi inaugurada ontem. “Os documentos que são produzidos pela organização das COPs, já começam a incluir o setor de seguros como um dos principais protagonistas neste tema de mudanças e adaptação climática. A proposta da Casa é mostrar como o seguro pode contribuir para o desenvolvimento sustentável e para a proteção da economia. A cada dia na Casa do Seguro teremos parceiros de diferentes setores discutindo o papel do seguro dentro da agenda climática e econômica. É uma forma de mostrar que o setor está preparado para responder aos desafios do clima e da sociedade”, afirmou Oliveira.
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