Essor Seguros comemora 10 anos no Brasil

Foto Fabio Essor Seguros

A Essor Seguros completa 10 anos com vários motivos para comemorar. Desde 2011, apresenta um crescimento orgânico com um retorno sobre o patrimônio líquido próximo a 20% a cada ano e índice combinado líquido de 85%. Nosso plano para os próximos dois anos é continuar neste caminho de sucesso, em linha com o plano estratégico da Scor Quantum Leap”, afirma o CEO da companhia, no comando da empresa desde sua chegada ao Brasil, Fabio Pinho.

O Projeto Essor iniciou em 2010, com a discussão do plano de negócio entre duas empresas do mercado segurador francês. Mas, somente em julho/2011 o projeto teve início oficial no Brasil. Em 2012, foi lançada a operação do Seguro Agrícola, com a AgroBrasil (empresa hoje pertencente ao Grupo Scor, uma das maiores resseguradoras mundiais), seguido da operação de seguros voltados para ônibus, com a Livonius. Desde então, a seguradora investe na busca por novos parceiros e produtos distintos e únicos.

Em 2015, a abertura do escritório em São Paulo trouxe algumas iniciativas renovadoras e atraentes. Adicionalmente, a seguradora iniciou projetos para melhorias internas e aumentar a experiência com seus clientes, desenvolveu um novo site com portal de aviso de sinistros online; criou um sistema para sinistros de danos corporais, lançou o portal do corretor e, principalmente, abriu debates e análises internas para desenhar novos produtos para o mercado brasileiro.

Todo este pioneirismo e ebulição de novas ideias, conferiu várias premiações importantes do setor, entre as quais a de Melhor Performance em alguns produtos, Destaque em Inovação por duas vezes seguidas e Personalidade do Ano para o CEO. A performance garantiu também um rating positivo que cresceu rapidamente, sendo uma das melhores seguradoras no ranking de lucratividade, ocupando lugar entre as 10 melhores seguradoras rentáveis de 2020.

Atualmente, a Essor é líder nos segmentos Agrícola e de Transporte (Ônibus), focando em 5 unidades de negócios: Linhas Especiais (Aeronáutico, Embarcações, Penhor Rural, Equipamentos entre outros), Digitais (Residencial, Bike, Imobiliário e Compreensivo), Construção Civil (Qualidade Estrutural e Risco de Engenharia), Transporte (Ônibus, Carga, Transportador e Embarcador) e, por fim, o Agrícola (Safra e Pastagem – Índice).

Além disso, possui parcerias estratégicas com insurtechs e corretoras altamente especializadas, com alto grau de desenvolvimento tecnológico e digital. A seguradora criou, inclusive, uma ferramenta chamada PlugEssor, uma plataforma para fácil integração entre a seguradora e diversos canais, como varejistas, start-up, fintechs, corretoras, entre outros. A previsão da empresa é de que novos produtos ainda sejam lançados até o final de 2021.

Também destaca-se entre os objetivos da seguradora continuar contribuindo de forma transparente para o desenvolvimento do Brasil. “Estaremos cada vez mais próximos dos nossos clientes, auxiliando-os nos entendimentos da natureza dos riscos de cada produto, com o apoio de uma rede de corretores e parceiros. Estes profissionais, por sua vez, receberão novos investimentos e produtos, facilidades e tecnologia para respaldar o seu trabalho junto à seguradora”, explica Pinho.

Para reforçar a experiência e foco no cliente e no corretor, Pinho destaca que os aportes financeiros da seguradora estarão direcionados para “oferecer melhores produtos, aplicar em novas tecnologias e em produtos digitais flexíveis, inclusive por meio de insurtechs e start-ups. E, principalmente, buscar o fortalecimento da nossa presença e o desenvolvimento de produtos diferenciados com os nossos parceiros estratégicos”.

FenaSaúde cria gerência de avaliação de novas tecnologias e medicamentos

Fonte: FenaSaúde

A FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) acaba de criar a Gerência de Avaliação de Tecnologias em Saúde. A nova área fará a análise dos impactos que as inovações tecnológicas trazem para os planos de saúde. A gerência será responsável por estudar os usos, benefícios e riscos de novos exames, procedimentos e medicamentos para quem tem plano de saúde, além do impacto financeiro da possível incorporação de cada item. 

A decisão reforça a importância que o assunto vem tomando dentro do setor, a partir do processo contínuo de atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde proposto pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar); o avanço tecnológico; o desenvolvimento de novos medicamentos, exames e procedimentos; e o aumento de custos decorrente das novas tecnologias, que são cada vez mais caras. 

A criação da nova gerência atende a duas diretrizes estratégicas da FenaSaúde: Regulação, com prioridade a grandes temas com ampla participação das associadas, e Gestão Interna, com o objetivo de fortalecer tecnicamente a equipe e também intensificar o relacionamento com as associadas. 

Na liderança da gerência de Avaliação de Tecnologias em Saúde está a farmacêutica Hellen Harumi Miyamoto. A profissional, na FenaSaúde há quase um ano, é especialista em Saúde Assistencial, com mestrado em Avaliação de Tecnologias em Saúde pelo Instituto Nacional de Cardiologia. 

Webinar da Fides discute, com a APCIA (EUA), riscos excluídos e perdas econômicas da pandemia

Fonte: CNseg

Um webinar no próximo 21 de julho, promovido pela Federação Interamericana de Empresas de Seguros (Fides), discutirá as conclusões do estudo “Confronting the Uninsurability and Economic Effects of the Pandemic” (Confrontando os riscos excluídos e os efeitos econômicos da pandemia, em tradução livre). 

Organizado pela Associação Americana de Seguros de Danos e Responsabilidades (APCIA, na sigla em inglês), o estudo demonstra as razões pelos quais os riscos de interrupção de negócios derivados de uma pandemia não podem ser segurados, tendo em vista que suas causas não são, em sua maioria, decorrentes de ordens de restrições à mobilidade em si, mas sim uma consequência da queda de procura do consumidor por serviços.

Em 2020, destaca o estudo, os prêmios da cobertura de interrupção de negócios somaram US$ 30 bilhões, ao passo que as indenizações pagas na carteira, US$ 1,7 bilhão. O estudo diz ainda que os governos devem compreender que o seguro não pode proteger contra mudanças nas tendências de consumo. Além disso, o estudo lembra que pandemias, tradicionalmente, são riscos excluídos na grande maioria dos ramos e modalidades de seguros do mercado global, dada a dificuldade de quantificar as perdas econômicas de sua incidência e, ao mesmo tempo, de estipular os valores dos prêmios.

Os resultados do estudo serão apresentados pelo chefe da área internacional e vice-presidente da APCIA, Steve Simchak. O webinar terá tradução simultânea para o espanhol. 

Serviço

Webinar: Estudo “Confronting the Uninsurability and Economic Effects of the Pandemic” (Confrontando os riscos excluídos e os efeitos econômicos da pandemia, em tradução livre)

Data: 21/07/2021

Horário: 12h (horário de Brasília)

Inscrições gratuitashttps://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdFV8JS_soJ-J5Gj13jO-qFllbwwFcmYptCqzKU7DKsBltRAQ/viewform

Vendas de seguros no mundo próximas de US$ 7 trilhões

swiss re vendas mundiais de seguros 2020 2021

A recuperação econômica global de COVID-19 levará a um crescimento do produto interno bruto (PIB) real global historicamente alto de 5,8% em 2021. Os prêmios de seguro globais devem acompanhar este forte crescimento, aumentando em 3,3 % em 2021 para um total de US$ 6,9 trilhões. O relatório prevê um crescimento de prêmio de seguro de 3,9% para 2022. Em 2021, o crescimento do prêmio de seguro do mercado chave está previsto em 6,3% para a China, 1,7% para os EUA, 2,8% na Europa Ocidental e 5,6% para os mercados emergentes.

Este é um resumo do mais recente World Insurance Sigma, publicado pela Swiss Re desde 1968. O estudo tem sido a principal fonte de dados de vendas de seguros. O relatório inclui volumes de prêmios por país, taxas de penetração, densidade de seguros e principais indicadores macroeconômicos. O relatório também contém uma análise aprofundada do contexto econômico e social que molda o setor de seguros.

O relatório examina como fatores como inflação e digitalização estão influenciando o desenvolvimento da indústria de seguros. Uma oportunidade importante para as seguradoras é o desenvolvimento positivo na conscientização do consumidor, que foi cimentado pela pandemia COVID-19. O relatório destaca como os prêmios globais de seguro de saúde e proteção aumentaram 1,9% e 1,7%, respectivamente, em 2020, à medida que a pandemia aumentou a conscientização sobre o valor dos produtos de saúde e proteção.

Brasil e França são os dois países entre os 20 maiores mercados com redução nas vendas. Brasil teve participação mundial reduzida de 1,2% para 0,9%. Segundo o consultor Francisco Galiza, no período de 2015 a 2018, o patamar se situou, na média, em torno de 1,5%. Em 2020, tal número passou para 0,7%, praticamente a metade. “Em 2018, a cotação do dólar comercial médio foi R$ 3,65; em 2020, o valor médio foi R$ 5,16. Esse é o principal motivo a explicar o comportamento da curva”, informa.

O mercado global de seguros continua a se consolidar nos Estados Unidos, China e Japão. Esses foram novamente os três principais mercados de seguros do mundo por tamanho em 2020, juntos respondendo por quase 58% do mercado global, mais do que há um ano (2019: 56%). A participação de mercado dos 20 principais países também aumentou ligeiramente para 90,7% em 2020 de 90,5% em 2019. A China continua a ter uma participação crescente, alcançando 10,5% do mercado global de seguros no ano passado. A região da Ásia em rápido crescimento está se tornando cada vez mais dominante, com seis mercados em nossa classificação dos 20 primeiros e cerca de 25% de participação de mercado em 2020. Esperamos que os mercados emergentes continuem a superar os mercados avançados e a Ásia a superar outras regiões, com a mudança contínua em poder econômico de oeste a leste refletido na fonte de crescimento do prêmio global.

As tendências de crescimento dos prêmios não vida voltarão ao normal este ano em um cenário de recuperação forte, mas desigual na economia global e dinâmicas de crescimento diferentes para as principais linhas de negócios. Esperamos o maior crescimento de prêmios neste ano e no próximo em ramos de negócios de seguros P&C comerciais (incluindo compensação de trabalhadores). Nessas linhas, o volume de prêmios deve crescer cerca de 6% em 2021 e cerca de 5% em 2022, sustentado por melhorias significativas nas taxas e na recuperação econômica. Também prevemos um aumento no crescimento no seguro saúde global ou seguro médico para 2,5% em 2021 e 3,0% em 2022, ante 1,9% em 2020, impulsionado por uma economia americana forte e uma demanda de mercado avançado estável. Em mercados emergentes, onde os sistemas de saúde pública são frequentemente fracos, uma maior consciência de risco provavelmente aumentará a demanda por coberturas de seguro de saúde.

O seguro automóvel, o maior dos ramos pessoais, deverá registrar um crescimento abaixo da média novamente em 2021 após um fraco 2020, conforme o aumento da concorrência impacta os prêmios. Na maioria dos países, o mercado de automóveis está em uma fase de competição de preços acirrada após ganhos de subscrição significativos em 2020. A China está enfrentando pressão sobre os prêmios devido à recente des tarificação do mercado de automóveis, juntamente com uma queda recente nas vendas de carros novos. Esperamos que isso reduza as taxas das seguradoras de automóveis, resultando em uma queda em termos reais dos prêmios de cerca de 7,0% em 2021.

Jerome Haegeli, Economista Chefe do Grupo Swiss Re Institute: “Esperamos que o setor de seguros ganhe um recorde de US $ 7 trilhões em prêmios até o final do próximo ano. A melhor preparação para o próximo choque econômico é ter amortecedores econômicos em vigor. No entanto, os amortecedores fiscais e monetários estão se esgotando, o que significa que o setor de seguros privados é cada vez mais importante. A redução das lacunas de proteção precisa se tornar uma meta de política econômica. ”

“A recuperação econômica esperada em 2021 e 2022 está a caminho de se materializar e este é um fator chave para o crescimento dos prêmios de seguro em todo o mundo. O principal mercado a ser observado é a China, onde o crescimento econômico e de prêmios continua em um ritmo forte. A conscientização do consumidor é claramente um importante motor de crescimento e isso foi impulsionado pela pandemia. Quer se trate de seguro médico privado ou interrupção da cadeia de abastecimento para as empresas, as pessoas estão muito mais conscientes do que é seguro e como ele pode ajudá-las a emergir resilientes de tal crise. ”

John Chen, presidente da Swiss Re China: “A recuperação econômica chinesa impulsionará a recuperação da economia mundial e impulsionará o desenvolvimento da indústria de seguros na China, o que melhorará ainda mais a resiliência da sociedade e permitirá o desenvolvimento de alta qualidade tanto da indústria de seguros quanto da economia chinesa. O 14º Plano Quinquenal e outras metas ambiciosas delinearam grandes oportunidades de crescimento e espaço para inovação. A meta de neutralidade de carbono é outro fator chave que permite que a indústria de seguros contribua mais para o desenvolvimento sustentável da economia. A Swiss Re continuará a trabalhar com nossos parceiros e clientes para fechar as lacunas de proteção e construir resiliência social. ”

Jogos de Tóquio sem público custarão até US$ 400 milhões às resseguradoras

olimpíadas seguros

Fonte: Portal Eco Seguros

Na última semana, as autoridades japonesas decidiram que os Jogos Olímpicos de Tóquio (JO de Tóquio) se realizarão sem público nos estádios, devido ao estado de emergência declarado por causa de nova cepa da pandemia Covid-19 na capital japonesa. O anúncio acabou com a expectativa do comité organizador de ter espectadores nos locais onde decorrem os Jogos.

Segundo estimativa da Fitch Ratings, a decisão das autoridades de barrar a entrada de público nos recintos onde decorrem as competições desportivas custará à indústria global de resseguros entre US$ 300 milhões e 400 milhões. No entanto, o cálculo representa apenas 10% a 15% do prejuízo que as resseguradoras teriam de suportar caso os JO tivessem sido definitivamente cancelados.

As olimpíadas Tóquio’2020, já adiadas um por causa da emergência da pandemia no ano que deviam ter acontecido, tem cobertura de seguro global estimada em US$ 2,5 bilhões, tudo incluído: 1,4 bilhão por conta do Comité Olímpico Internacional (COI) e do comité organizador (Tokyo Organising Committee, mais 800 milhões pelos direitos de transmissão e ainda US$ 300 milhões investidos por outros intervenientes, entre os quais estão comitivas de atletas participantes, patrocinadores e alojamentos.

Se os Jogos sofressem novo cancelamento, o resseguro assumiria grande parte do prejuízo decorrente das coberturas, uma vez que os eventos com elevado grau de exposição a severidade são, normalmente, fortemente ressegurados, sustentam os analistas em nota primeiramente divulgada através da Fitch Wire.

Face à estimativa de perdas, reduzida, em decorrência apenas da ausência de espetadores nas bancadas, o impacto nos resultados do setor de resseguros também será limitado e não afetará capital nem notas de rating, adiantou a Fitch.

MAPFRE dá dicas para avaliar riscos e melhorar a gestão de pequenos e médios negócios

mapfre seguros

Fonte: Mapfre

Segundo dados levantados pelo Data Sebrae em 2021, estima-se que há cerca de 16,9 milhões de micro, pequenas e médias empresas no Brasil (desconsiderando produtores rurais e artesãos) e que mais de 70% desses negócios não possuem qualquer tipo de seguro.

Estudo feito pela CNseg, Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, identificou que a falta de conhecimento sobre os produtos oferecidos pelo mercado segurador, os baixos níveis de entendimento da sua relevância para os negócios, além da elevada taxa de encerramento desse tipo de empresa nos primeiros anos de operação, são razões que reduzem os índices de contratações de proteções pelas PME’s.

“Os seguros não eliminam todos os riscos, mas ajudam a sanar eventuais problemas rapidamente. Estar com a cobertura correta para o negócio permite que, em caso de qualquer eventualidade, o empresário evite um dano financeiro que possa comprometer a sustentabilidade e a continuidade de seu negócio”, orienta Patrícia Siequeroli, Diretora de Seguros Gerais da MAPFRE.

Em tempos de pandemia, por exemplo, com as medidas restritivas para abertura dos comércios por longo período, empreendedores foram afetados financeiramente. “Muitos que possuíam seguro, por meio das suas coberturas, conseguiram manter seus negócios sem comprometer a saúde financeira da empresa”, exemplifica a executiva.

Salões de beleza e clínicas de estética, por exemplo, contam com proteções contra quebras acidentais de vidros e espelhos, inclusive em balcões e prateleiras, amparo ao segurado por lesões corporais a terceiros e até contra eventuais reações alérgicas de clientes a produtos utilizados durante os tratamentos.

Para hotéis e pousadas, a companhia disponibiliza indenização para roubos e furtos, danos materiais ou corporais causados por alimentos, incluindo intoxicações ou envenenamentos. Durante as altas temporadas, por exemplo, a cobertura do seguro é essencial, já que o volume de pessoas hospedadas pode levar à sobrecarga dos sistemas hidráulicos e elétricos, o que aumenta o risco de imprevistos.

Já para lojas comerciais e escritórios, a seguradora fornece R$ 10 mil para a reposição de documentos contábeis e fiscais que possam ser perdidos em caso de incêndio. Sinistros mais simples também podem ter cobertura, tais como danos que podem ser causados por derrubar acidentalmente um copo de água ou café no computador, por exemplo.

No caso das farmácias e laboratórios há diversos tipos de coberturas, entre elas as dedicadas a amparar os produtos e medicamentos refrigerados, como vacinas, que em caso de falha do sistema de refrigeração, podem perder as condições adequadas de armazenamento.

Diversas proteções são comuns a diferentes negócios e podem ser contratadas por quaisquer empreendedores. É o caso das coberturas em caso de raios, explosões, incêndios e danos elétricos, além dos serviços assistenciais como eletricista, chaveiro, vidraceiro, encanador, indicação de mão de obra, locações de microcomputador, serviços de limpeza, segurança e vigilância, recuperação de veículo e remoção do segurado por ambulância. “Queremos mostrar as possibilidades e orientar o empreendedor a enxergar o seguro como um investimento, uma segurança no futuro e, principalmente, como uma tranquilidade para o planejamento e a gestão do seu negócio”, reforça Patrícia.

Itaú Unibanco abre 80 vagas para Consultor de Seguros em todo o Brasil

aig rally corretores

O Itaú Unibanco abre 80 vagas em todas as regiões do Brasil para a posição de Consultor de Seguros. O banco busca talentos que acreditam no papel transformador dos seguros na sociedade brasileira e gostem de trabalhar com pessoas. É necessário ter graduação completa ou estar cursando o último ano de faculdade. Além disso, é imprescindível ter experiência comercial, seja em venda consultiva por telefone ou presencial. Conhecimento em seguros pode ser um diferencial, mas não é obrigatório: o banco oferece treinamento exclusivo para formação de especialistas em seguros. Os novos colaboradores atuarão na rede de agências do Itaú Unibanco, oferecendo assessoria personalizada para os clientes dos mais diversos perfis e apresentando a eles a solução ideal em seguros para o seu perfil e momento de vida.

Para conferir as informações dessas vagas e inscrever seu currículo, basta acessar o perfil do Itaú na plataforma 99 Jobs

Profissionais com deficiência podem se candidatar pelo link

NEWE Seguros contrata Regina Dell’Aera como Gestora de Pessoas e Cultura

Newe Seguros

Fonte: NEWE Seguros

A NEWE acaba de contratar Regina Dell’Aera, experiente executiva da área de gestão de pessoas, graduada em psicologia, com especialização em organizações, MBA em gestão pela FGV e formação Internacional de Coaching Integrado.  “Sou apaixonada por combinar cultura, inovação e diversidade para criar um ambientes de trabalho e experiências verdadeiramente incríveis para as pessoas. Acredito que quando as pessoas estão estimuladas e inspiradas, elas fazem seu melhor trabalho e que a cultura corporativa impulsiona o sucesso do negócio”, afirma.

Desde o início da pandemia, a seguradora passou de 47 para 100 funcionários, o que torna a presença de Regina Dell’Aera valiosa para criar uma estrutura sustentável para o crescimento previsto pela companhia para os próximos anos, com expansão em ramos de atuação nos quais tem especialidade, como agronegócios e riscos financeiros. Regina foi a principal responsável pela área de Pessoas em empresas de diferentes segmentos e portes, com o desafio de transformar as pessoas e, consequentemente, a cultura das organizações por onde passou. Em sua última experiência, uma empresa de tecnologia com expertise em meio de pagamento, posicionou a companhia no ranking Great Place to Work, das melhores empresas para trabalhar do Rio de Janeiro. 

Atuando há mais de 20 anos na gestão de pessoas, em empresas multinacionais, nacionais e startups nos segmentos de tecnologia, seguros, varejo, gerenciamento de risco e concessão de rodovias, Regina comenta o desafio de assumir esta área na NEWE: “Escolhi um desafio alinhado ao meu propósito, que é o de promover para as pessoas um ambiente de trabalho que seja fonte de prazer e realização. Dessa forma, seremos capazes de construir juntos uma cultura ainda mais forte, que continuará a impulsionar o sucesso empresarial”, finaliza a nova integrante do time da seguradora.

A NEWE, que há menos de dois anos imprime um novo jeito de atuar no mercado segurador especializado, escreve uma história de sucesso, cujos números apontam a assertividade nas decisões tomadas pelos experientes executivos à frente do negócio, visto o crescimento da companhia até momento. Regina, portanto, ingressa com o desafio de manter e incrementar, ainda mais, o engajamento do time, afirma a seguradora em nota divulgada.

Pressão inflacionária e novas variantes do coronavírus preocupam mercados, que revisam cenários para 2022

Pedro Simoes, CNseg

O Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira, 12, apresentou continuidade das expectativas observadas nas últimas duas semanas, embora algumas mudanças sutis indiquem a existência de novas tendências no horizonte, destaca Pedro Simões, do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras. “No mundo todo, vem tomando corpo uma mudança no humor de analistas e investidores, cada vez mais preocupados com as consequências da disseminação de novas variantes do vírus da Covid-19 sobre as aberturas das economias, com o ritmo mais lento de recuperação da economia chinesa e com as pressões inflacionárias que se avolumam indistintamente. Além da alteração, desde junho, do tom da política monetária dos países desenvolvidos, os bancos centrais de países emergentes como Brasil, Hungria, México e Rússia já elevaram suas taxas básicas de juros”, comenta. 

O aumento das projeções de crescimento do PIB este ano continua associado a reduções na projeção para o ano que vem, que é resultado do carregamento estatístico de 4,9% garantido para 2021 pelo crescimento do primeiro trimestre. Simões ressalta a incerteza quanto ao ano que vem, tanto pelo cenário menos exuberante para a economia mundial quanto pelo clima político interno em ano de eleições presidenciais. “Isso pode afetar a agenda de reformas e trazer maior volatilidade aos mercados, com a alta mais forte da Selic por conta da inflação”, destaca. 

O dólar também está no radar. Uma notícia menos positiva foi a reversão da tendência de queda nas projeções para a taxa de câmbio R$/US$, resultado da deterioração do cenário externo e das turbulências internas, subindo de 5,04 para 5,05 ao final deste ano. “Foi uma mudança pequena no câmbio, mas reverte a tendência de queda que acontecia há algum tempo, o que acende um alerta de preocupação com câmbio ainda depreciado no ano que vem”, finaliza o economista.

Leia a íntegra do Boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas produzido pela CNseg.

Allianz comemora resultados com 1 ano da aquisição de operações de Auto e Massificados

Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros (crédito Tulio Vidal) (2)

Fonte: Allianz

A Allianz Seguros comemora um ano da compra das operações da SulAmérica Auto e Massificados, que foi concluída em 10 de julho de 2020, com resultados positivos e inovações. Além de ter obtido um desempenho dentro das metas estabelecidas, a companhia realizou um processo de integração com sucesso, lançando produtos e serviços, que têm contribuído para o trabalho dos 42 mil corretores que estão atuando com a empresa.  

Os últimos meses foram de muita mudança, mas a seguradora manteve a parceria e a confiança dos corretores. “Unificamos a área Comercial, harmonizamos e implementamos melhorias nos produtos e serviços, além de aplicarmos aprimoramentos nos processos. A Allianz manteve a participação de mercado alcançada com transação. Nós conseguimos com que os corretores, que já eram nossos parceiros e aqueles vindos após a aquisição das operações, continuassem cotando e fazendo negócios conosco”, diz Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros. 

O executivo reconhece e agradece o trabalho intenso dos colaboradores da seguradora. “Enfrentamos e superamos os desafios da união de duas companhias com funcionários e canal de vendas em home office. Só tenho a agradecer o empenho e profissionalismo de todos”, ressalta Folch.  

PARCERIA REFORÇADA

Com a implantação do processo de integração, o time Comercial dobrou de tamanho. A Allianz conta com 72 filiais espalhadas pelo Brasil para dar o melhor atendimento aos corretores, além da inclusão das assessorias – são 62 em todo o país, e mais de 15 mil novos parceiros de negócios. “O modelo comercial da Allianz, com uma grade de atendimento aos corretores, foi reformulado, está muito mais assertivo, possibilitando assim um contato mais próximo e de maior qualidade. As parcerias com montadoras, cooperativas e bancos também reforçam esse crescimento, assim como a manutenção e retenção de parceiros”, afirma o diretor executivo Comercial da Allianz Seguros, Eduardo Dal Ri.

Nesse período, a equipe Comercial passou por treinamentos, a fim de capacitar os colaboradores que trabalham diariamente com o canal de distribuição. A área também unificou o atendimento, fazendo com que o corretor tenha uma única referência dentro da companhia, ou seja, um único account para atendê-lo.

PRODUTOS DIGITAIS E DIVERSIFICAÇÃO 

Desde novembro de 2020, a Allianz vem lançando constantes inovações em produtos das operações adquiridas, de Automóvel, Residência, Condomínio e Empresarial. A maior parte dos aperfeiçoamentos é fruto de demandas dos corretores. “Eles acompanham tendências que agregam valor nos produtos e serviços, deixando-os cada mais simples e flexíveis. São ofertas digitais e simplificadas, com coberturas completas e amplas”, explica David Beatham, diretor executivo de Automóvel, Massificados e Vida da Allianz Seguros.

A Allianz também passou pelo processo de unificação de carteiras. Desde fevereiro deste ano, todas as renovações ou novas contratações são 100% Allianz, ou seja, corretores e segurados que antes operavam por meio da SulAmérica Auto e Massificados já têm produtos cotados e emitidos pela Allianz.

Para impulsionar a diversificação, a Allianz continuará lançando produtos e desenvolvendo projetos. “Queremos seguir com Automóvel e continuar crescendo nesse segmento, mas também objetivamos evoluir em outros ramos, como temos feito. A Allianz é uma seguradora multiprodutos e, por isso, tem condições de mercado para avançar em apólices de Massificados e Negócios Corporativos, sobretudo, com uma base de corretores mais robusta. As linhas de Transportes e Rural vão ser, neste ano, uma das chaves de crescimento da companhia, além do Saúde, em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, localidades onde é comercializado”, conta Folch.  

TRABALHO MULTIDISCIPLINAR

Dentro desse processo, as equipes de TI, produtos e comercial estão sempre trabalhando juntas para oferecer a melhor experiência aos corretores e clientes. O sistema do Frota Fácil Digital, por exemplo, lançado em abril deste ano com limite de 30 itens e, agora, com 60 itens, é inovador, atinge os critérios de simplicidade, digital, exemplo para o Grupo Allianz.

O Frota é um dos principais projetos da Allianz no Brasil neste ano. O produto, 100% digital, muito simples, fácil, com cotação na ponta, aceitação e emissão na hora, vem recebendo elogios do mercado e registrando aumento de contratações – de abril para maio, o volume de prêmios do produto cresceu 80%.  

CAPACITAÇÃO 3.0

A seguradora também está incentivando e intensificando treinamentos aos corretores. A Allianz disponibilizará, em breve, a Máquina de Capacitação 3.0, uma plataforma de treinamento on-line, que foi totalmente reformulada, oferecendo novas formas de conteúdo e funções simplificadas. “O treinamento é a ferramenta mais poderosa que podemos ter e a Allianz está aberta a atender os corretores, por meio de filiais, ATNP e assessorias. Nosso objetivo é que todo corretor seja fluente no sistema da Allianz e estamos prontos para ajudar”, finaliza Dal Ri.

TRABALHO HÍBRIDO

Nos próximos meses, até que não haja evolução positiva da atual situação sanitária, a Allianz segue trabalhando em home office, como forma de continuar protegendo os colaboradores. O retorno, quando ocorrer, será gradual e de forma híbrida, obedecendo às recomendações estipuladas pelos órgãos de saúde e respeitando o tempo de cada colaborador.