IPSA: Valor do seguro tem queda de 12,5% no primeiro semestre de 2021

Tex indice de auto

Fonte: Tex

A TEx, insurtech especializada em soluções online para o mercado segurador, divulga nesta quinta-feira (26) os números de julho do IPSA – Índice de Preços do Seguro Automóvel O estudo aponta a variação mensal dos preços do seguro auto de acordo com gênero, região, faixa etária e idade do veículo. 

O IPSA indica que o valor do seguro caiu 12,5% entre os meses de janeiro e julho. No primeiro mês do ano, por exemplo, ao contratar o serviço para um automóvel de R﹩ 50 mil, o IPSA estava fixado em 5,6% e o segurado pagava R﹩ 2.800,00 pelo seguro. Hoje o percentual é de 4,9%, o que implicaria no valor de R﹩ 2.450,00. “Essa queda nem sempre pode ser percebida pelo cliente já que houve o aumento generalizado de preço dos veículos 0KM e valorização dos usados nos últimos meses”, explica Genildo Dantas, gerente de inteligência de dados da TEx. 

O estudo da TEx também traz informações quanto a evolução dos valores por gênero e indica que o valor final do seguro é cerca de 20% mais caro para os homens. Isso acontece porque há maior reincidência de homens em acidentes graves e com perda total do veículo. 

Quando a comparação é por faixa etária, o IPSA mostra que os motoristas mais novos costumam pagar mais pelo seguro automotivo. Os nascidos entre 1990 e 2014, conhecidos como geração Z, podem pagar quase o dobro (7,4%) do que os nascidos entre 1943 e 1964, conhecidos como Baby Boomer (3,8%). 

A região que o segurado reside também é um dos fatores analisados para precificação dos seguros. Para se ter uma ideia, em julho, o seguro na Região Metropolitana de São Paulo chegou a ser 60% superior à Região Metropolitana de Belém. 

Analisando apenas a tabela FIPE, o IPSA revela que há uma certa estabilidade nos valores dos seguros neste primeiro semestre. Um veículo, cujo preço de tabela está entre R﹩ 10 mil a R﹩ 30 mil, teve variação de 8,3% em janeiro chegando a 7,8% em julho. 

Outros fatores que interferem nos preços dos seguros são a idade do veículo e a quantidade de KM rodados. O estudo aponta que o valor do seguro para um carro usado, de 6 a 10 anos, custa quase o dobro de um zero KM.

Open Insurance, o que é e como vai funcionar o compartilhamento de dados de seguros e previdência

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Fonte: Infomoney

Fluxo de informações livre. O cliente no centro das atenções e com poder de decisão sobre seus dados financeiros. Mais opções à disposição. Esse é um resumo do cenário que o consumidor vai encontrar com a chegada do Open Banking no Brasil, que já começou.

O conceito vem se popularizando à medida que mais fases do ecossistema vêm sendo implementadas, mas, na prática, o Open Banking vai permitir o compartilhamento de dados e serviços de clientes entre instituições financeiras por meio da integração de seus respectivos sistemas. O InfoMoney preparou uma reportagem especial sobre o tema, que explica tudo o que você precisa saber para ficar por dentro do assunto.

E na esteira dessa inovação, o setor de seguros também está preparando um ecossistema próprio de compartilhamento e circulação de dados, o chamado Open Insurance. Se de um lado o Open Banking, fiscalizado pelo Banco Central, diz respeito às informações financeiras e bancárias, o Open Insurance abrange dados de seguros e previdência.

Esse foi o tema do painel Quais os benefícios que o Open Insurance trará para o mercado” que contou com a presença de Amancio Paladino, diretor de investimentos da XP Seguros, Henrique Diniz, diretor de previdência da Icatu, e Victor Bernardes, diretor da SulAmérica, durante a Expert 2021.

O que é?

O Open Insurance é um projeto criado recentemente e que está incluso no conceito mais amplo de Open Finance: um ecossistema completo e integrado, que além dessa fatia focada em seguros, já conta com o Open Banking, que começou a ser implementado no país neste ano, e também vai evoluir para incluir o Open Investments, que vai permitir que o cliente compartilhe dados do segmento de investimentos a fim de obter melhores produtos e serviços.

De acordo com Paladino, a ideia é promover um mercado de seguros aberto, no qual haja troca de informações entre seguradoras e outros participantes do setor, desde que sejam aprovados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), reguladora do segmento.

“Será possível transmitir informações não só de produtos, mas de todas as transações e todas as posições que os clientes venham a ter nas seguradoras”, diz.

O objetivo é oferecer ofertas mais adequadas aos clientes, ou seja, mais personalizadas e de acordo com as necessidades dele.

“Além disso, entre as funcionalidades está a possibilidade de agregar e comparar ofertas de diferentes seguradoras facilitando a tomada de decisão do cliente. A ideia é que as ofertas de seguros sejam mais competitivas em termos de custos e inovação”, explica Paladino.

Ainda, outra funcionalidade, segundo a Susep, será a possibilidade de acesso automatizado e consolidado a canais e redes de atendimento relacionadas aos produtos, aos provedores de serviços e às empresas vendedoras provendo mais conhecimento para os consumidores.

Para Paladino, a boa notícia  é que o brasileiro vai adquirir sua “cidadania financeira”. “Ou seja, vamos passar a entender melhor o que possuímos e  ter a possibilidade de comparar facilmente as opções no mercado”, afirma o executivo.

Assim, a expectativa é de que esse novo modelo traga benefícios e facilite a vida dos consumidores para ampliar o uso de diversos produtos de seguro e previdência.

Como vai funcionar?

Assim, como o Open Banking, o open Insurance também será implemenado no Brasil de forma gradual. A primeira fase está marcada para ter início em 15 de dezembro deste ano e terá um caráter mais burocrático contemplando o compartilhamento de dados públicos das empresas referentes a produtos e canais de atendimentos.

Na segunda fase, prevista para começar em 1º de setembro de 2022, os clientes poderão compartilhar seus dados pessoais. Já a terceira fase, que prevê a execução de serviços por meio do ecossistema, terá início em 1º de dezembro de 2022, praticamente um ano após a largada da primeira fase.

As diretrizes sobre as regras e funcionamento do novo sistema foram publicadas em julho pela Susep em julho deste ano e estabelecem condições para permitir que o consumidor acesse e compartilhe seus dados com outras seguradoras ou terceiros, de forma segura, ágil, precisa e conveniente – e quando desejar.

“Os dados poderão ser utilizados, para desenvolver novos produtos e serviços que atendam às necessidades atuais e futuras dos consumidores de seguros, previdência e capitalização”, diz nota do órgão (saiba mais aqui).  Vale lembrar, inclusive, que o Open Banking já previa em seu escopo produtos de seguros e previdência distribuídos pelo canal bancário.

“Portanto, a regulamentação do Open Insurance no âmbito do setor de seguros é fundamental para que todas as seguradoras possam participar do Open Finance, permitindo, assim, que seus consumidores possam usufruir de todas as vantagens que estarão disponíveis com o ecossistema”, informou a Susep em nota.

Por que começar o Open Insurance neste ano?

Diniz explica que uma convergência de fatores fez com o que o Open Insurance começasse a ser desenvolvido neste ano.

“Tudo começa com a demanda do cliente: cada vez mais as pessoas quere ter uma experiência digital, além de mais informação, e mais transparência. E hoje o mercado segurador ainda é complexo para a grande maioria dos brasileiros, tem produtos financeiros que nem todo mundo é próximo, usa ou conhece – ainda falta democratizar mais o acesso”, explica.

“E conforme a demanda do cliente cresceu nessa direção nos últimos anos, surgiu também uma necessidade por parte das seguradoras em atender a esses pedidos. Então, houve investimentos e melhoria nos processos, principalmente em previdência, com a portabilidade, por exemplo, que ajuda e facilita a dar uma movimentação para os participantes, mas ao mesmo tempo precisamos de mercado ainda mais eficiente”, diz.

E com o Open Insurance e mais dados circulando, a expectativa é que o mercado segurador seja mais acessível para os clientes, o que é positivo para quem comercializa os produtos e para que consome, afinal o seguro possui uma característica de proteção e amparo financeiro para as pessoas em momentos de fragilidade, segundo Diniz.

De fato, a demanda vem aumentando: a captação do setor cresceu 42% no 1º semestre deste ano. Com os juros baixos e o aumento na oferta de produtos de previdência mais sofisticados ao longo dos últimos meses, investidores interessados em formar uma poupança para aproveitar na aposentadoria por meio de fundos de investimento têm partido cada vez mais para alternativas de maior nível de risco e expectativa de retorno (saiba mais aqui). 

Benefícios do Open Insurance

De forma resumida, então, a premissa do Open Insurance, bem similar com a do Open Banking, é dar mais autonomia para o cliente, que com os seus dados em mãos e acesso facilitado a mais informações poderá tomar decisões mais assertivas.

Mas afinal o que o cliente pode esperar de efeito prático a partir do funcionamento do sistema no Brasil? De fato, ainda é cedo para cravar na prática que tipo de serviços e novos produtos vão surgir.

Mas Victor Bernardes, da SulAmérica, deu um panorama inicial. Segundo ele, a transferência de poder das instituições para as mãos do cliente vai gerar mais autonomia e transparência.

“O primeiro efeito que podemos esperar a partir disso é mais competição. E isso vai refletir em preços menores, relacionamento mais atencioso com o cliente e naturalmente as instituições participantes não só do Open Insurance, mas do Open Finance, vão precisar se adaptar às demandas do cliente. Não é mais a commodity de prateleira apenas para perfis financeiros, demográficos e familiares diferentes, será preciso desenvolver customização em todos os níveis”, explica.

As seguradoras estão próximas da Susep para adequar e atender todas as regras e funcionamento do Open Insurance – incluindo todos os aspectos de segurança.

“A confiança no nosso trabalho vai ser crucial para o Open Insurance funcionar, queremos evitar qualquer tipo de problema que afete o cliente final. E confiar não só em quem distribui, mas em quem faz a gestão do produto também. Todos terão que correr, nós que já estamos no mercado, e novos entrantes também, para acompanhar o movimento”, diz Bernardes.

Desafios?

A verdade é que hoje os desafios são vários e ainda estão sendo endereçados. Com o desenvolvimento ainda incipiente, os players do mercado precisam lidar com algumas questões – e resolvê-las para conseguirem sucesso no novo cenário que vem pela frente.

Para Paladino, a segurança da informação é crucial dentro de um ecossistema completamente digital e de fluxo livre de informação. “Precisamos prover um ambiente onde as informações possam trafegar de forma segura e de forma correta, saindo de um ponto de partida A para o ponto de destino B sem qualquer interrupção. E para isso o nível de tecnologia é alto e robusto”, diz.

Outro desafio é o de integração de sistemas, afinal o mercado precisa trabalhar em conjunto para conseguir colocar de pé uma solução que seja única e que todas as seguradoras e participantes regulados do setor possam utilizar de forma padronizada – por meio das APIs (Application Programming Interface, em inglês, ou Interface de Programação de Aplicativos), que é uma espécie de ponte que conecta aplicações diferentes por meio de uma mesma linguagem.

“Essa modernização do setor como um todo precisa acontecer de forma ágil e eficiente”, explica Palatino.

Diniz, da Icatu, ressalta que além desse arcabouço tecnológico muito grande que precisa estar preparado, há um fator regulatório denso que também precisará ser cumprido: para participar do Open Insurance é obrigatório que a empresa interessada esteja de acordo com todas as regulações da Susep, além das novas regras para participar desse ambiente aberto, o que exige infraestrutura tecnológica e jurídica robusta.

Ainda, ele destaca que a Susep, em um papel muito semelhante ao do Banco Central para o setor financeiro, tem a responsabilidade de organizar e regulamentar esse ecossistema para as empresas que estão sob seu guarda-chuva estejam prontas já que as agendas de Open Insurance e Open Banking vão convergir para funcionar de forma integrada no âmbito do Open Finance.

Bernardes, por sua vez, acrescenta que outro grande desafio vai ser a adesão do público. Em previdência, por exemplo, um recurso similar ao que se espera no Open Insurance já funciona, que é a portabilidade.

“Os investidores podem mudar de planos sem custos adequando ao seu momento de vida. Mas em um mercado de mais de R$ 1 trilhão em reservas, apenas cerca de 3% das pessoas usam a portabilidade ao ano. Ou seja, 97% do mercado não sabe se o produto que comprou alguns anos atrás ainda faz sentido às suas necessidades correntes”, explica Bernardes.

InfoMoney tem um guia sobre previdência privada, clique aqui para saber mais. 

Efeitos levarão tempo até chegar no dia a dia do cliente

Do lado consumidor é preciso balancear a expectativa: as transformações prometem ser  grandes e positivas para o cliente final, mas  ainda devem demorar para chegar no dia a dia das pessoas.

Tudo vai acontecer de forma paulatina a fim de evitar erros, falhas de segurança e com o objetivo de monitorar de perto as transações – mesma estratégia adotada pelo Banco Central e players do setor financeiro em relação ao Open Banking.

A primeira fase, que começa em 15 de dezembro, vai ser uma espécie de continuidade do Open Banking e vai englobar a base de consulta de produtos que hoje são comercializados pelos players e também base de informações dos canais de atendimento de cada seguradora.

“Ao longo de 2022 esses serviços serão expandidos, até chegar em um ponto em que o cliente vai determinar que as informações dele sejam, de fato, compartilhar dados com seguradoras e outros players do setor autorizados, como iniciadoras de seguro, corretores, entre outros. E isso acontecerá para o fim de 2022 em diante”, diz Palatino.

Sabemi dissemina ações educativas sobre LGPD por meio de game e e-book


Fonte: Sabemi

O mundo digital facilitou a captação de dados dos consumidores e também o uso incorreto dos mesmos – e por esta razão a Sabemi, uma das principais seguradoras do Brasil, investe em diferentes recursos virtuais para capacitar colaboradores e consumidores em geral, clientes ou não, sobre as responsabilidades e a gestão correta dos dados pessoais à luz da Lei Geral de Proteção de Dados, em vigor desde setembro de 2020. 

Cerca de 600 colaboradores já foram desafiados a fazer uma imersão no tema por meio de um jogo virtual, identificado internamente como Game LGPD, que inclui vídeos animados destacando os principais pontos da legislação e um quiz com etapas de complexidade crescente de conhecimento. 

Para subir no ranking também é necessário pontuar com ações na fase de Ciberatitude, que pode ser ajudar um colega a entender melhor a LGPD ou apontar pontos de risco e oportunidades de melhorias nos controles internos. A experiência gamificada promoveu 653 ciberatitudes, movimentando a cultura organizacional para o olhar atento ao tema promovido. Chegar ao topo da competição exige dedicação – são 30 níveis de dificuldade -, mas os colaboradores da Sabemi têm encarado a disputa com afinco. 

“Se o colaborador não entender os impactos da LGPD no trabalho dele e não estiver atento, nenhum investimento será suficiente. Em alguns casos, são procedimentos simples que devem ser adotados, outros podem sofrer interferência de algo externo e exigem um cuidado maior”, explica Ana Carolina Tavares Torres, gerente jurídica, responsável por conduzir a implantação da LGPD na Sabemi. 

O Game LGPD reforça o trabalho de capacitação realizado por meio de workshops, treinamentos e estudos desenvolvidos desde 2018, quando a lei foi aprovada. Além disso, a Sabemi criou o espaço Help LGPD, que é um canal de comunicação específico para receber e esclarecer dúvidas dos colaboradores, e o LGPD Express, que reúne o departamento jurídico e a equipe de segurança da informação em treinamentos de 30 minutos, focados nas questões mais importantes da nova legislação. 

Ao público em geral, a Sabemi oferece um e-book , que pode ser baixado gratuitamente no site da seguradora. O conteúdo, didático e de linguagem acessível, aborda os direitos que todos os consumidores têm e precisam estar cientes. O material também pode ser uma ferramenta para novos empreendedores entenderem melhor as regras e adotarem em seus negócios. “As empresas não são donas dos dados pessoais. Os donos são os titulares, e a Sabemi faz questão e se empenha para que colaboradores e sociedade, indiscriminadamente, tenham esse conhecimento e essa consciência”, ressalta Paula Bizzi, Gerente de RH da empresa. 

Susep homologa MAPS para o registro de operações do mercado de seguros

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) homologou, na quarta-feira (25), o sistema da registradora MAPS para as operações do Sistema de Registro de Operações (SRO) do mercado de seguros. Junto com a CERC, a CSD, a B3 e a CRDC, já são cinco registradoras plenamente qualificadas para operar. 

O SRO tem como objetivo aumentar a transparência, a eficiência e a segurança no registro das operações. A expectativa da Susep é de que as seguradoras e a população se beneficiem das sinergias que ocorrerão com outros produtos e serviços a serem desenvolvidos a partir da implementação do Sistema. 

Para operar o SRO, as registradoras devem seguir rígidos protocolos de segurança e governança, baseados nos Princípios para Infraestruturas do Mercado Financeiro do Bank for International Settlements (BIS), como determinam as regras aprovadas pela Susep no ano passado. Entre os critérios está a exigência de patrimônio mínimo de R$ 15 milhões e capacidade técnico-administrativa. 

Atualmente, já estão sendo registradas no SRO as operações de seguro garantia e, de forma facultativa, outras operações de seguros de danos e de seguros de pessoas estruturados em regime financeiro de repartição simples.

Argo fecha parceria com Qlickseguros

argo seguros

Fonte: Argo

A Argo Seguros fechou parceria com a Qlickseguros. O objetivo da seguradora é ampliar os canais de comercialização e relacionamento com o mercado. Inicialmente, a Argo planeja integrar dois produtos com a insurtech: o RC Condutor, seguro vinculado exclusivamente à Carteira Nacional de Habilitação (CNH), e o Transporte, que ainda é operado por poucos corretores por conta das suas características e necessidade de especialização. 

“Estamos muito animados com mais essa parceria. A Qlickseguros irá permitir que a gente desenvolva e distribua produtos por canais digitais, sem comprometer os nossos recursos internos de TI ou nos limitar por sistemas legados”, explicou Mariana Miranda, Head Marine e Corporate Sales da Argo Seguros.

Na visão de Maurício Coelho, CEO da Qlickseguros, a parceria vai de encontro com os objetivos da companhia, que visa oferecer um modelo de negócio mais ágil e aberto para o mercado. “Queremos desafiar o modelo tradicional de seguros, principalmente no atendimento com os nossos clientes, de algo estático para um relacionamento mais dinâmico e interativo. Estamos pegando carona com os bancos digitais e queremos ser a primeira insurtech no Brasil a adotar a estratégia de ‘open insurance’ com um API aberto”.

Recentemente, a Argo Seguros anunciou uma outra parceria, desta vez com a Transporte Seguro, insurtech voltada ao mercado logístico. O acordo envolve o lançamento uma plataforma que permite a cotação do seguro de cargas e, na sequência, a emissão do certificado de cobertura em tempo real. 

Gustavo Robichez é eleito conselheiro independente do Open Insurance

Depois de eleger no inicio do mês o Conselho Deliberativo, com quatro vagas de titulares e respectivos suplentes da estrutura inicial responsável pela governança do processo de implementação do Sistema de Seguros Aberto (Open Insurance), hoje foi dia de escolher o conselheiro independente, eleito pelos demais. Depois de um empate na semana passada, Gustavo Robichez, professor, coordenador da Central de Educação a Distância e coordenador de programas de Inovação Tecnológica da PUC-Rio foi o nome indicado para o cargo. Ele aguarda o aval da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Veja a composição dos titulares selecionados pelo próprio setor para os quatro grupos, que formam os 4S.

Danilo Silveira, da FenSeg (titular) / Rodrigo Passadore Costantino (suplente) compõem o S1, que reunirá as maiores empresas, que têm, por exemplo, provisões técnicas iguais ou superiores a 6% do total do mercado e prêmios iguais ou superiores a 9% da soma global de prêmios do setor.

  • João Batista Mendes Angelo (titular) / Rachel Ferreira Bonel, da Icatu (suplente) estão no S2, que englobará empresas com provisões técnicas iguais ou superiores a 0,2% do total do mercado e prêmios iguais ou superiores a 0,9%.

Marcio Coutinho Teixeira de Carvalho (titular) / Leonardo Stivanin , da MetLife (suplente) atuarão no S3, que será composto pelas empresas de menor porte, cujas provisões técnicas sejam inferiores a 0,2% e os prêmios fiquem abaixo de 09% do total do mercado.

Rodrigo Messias Ventura, da insurtech 88 Seguros (titular) / Bárbara Possignolo, da Pier (suplente) compõem o S4, integrado por companhias que possuem apenas investimentos, exceto pelos valores mantidos em conta corrente, dinheiro em caixa e imóveis de uso próprio e que atuem apenas em microsseguros, seguros de veículos ou habitacionais (com vigência não superior a um ano); patrimoniais (com exceção dos ramos lucros cessantes, riscos de engenharia, riscos diversos e riscos nomeados e operacionais, com vigência inferior a um ano; ou de pessoas e planos de previdência no regime financeiro de repartição simples.

O conselho vem para apaziguar as discussões de um tema que está na pauta de todos no Brasil e no mundo. As seguradoras já vêm investindo em tecnologia há tempos. A pandemia acelerou a implementação de diversas soluções amparadas pela tecnologia. Portanto, no quesito capacidade tecnológica, o mercado tem respondido às demandas de forma adequada, conforme a Susep.

O cerne do ecossistema Open é o desenvolvimento de APIs que possibilitarão o compartilhamento seguro de dados e informações, sendo necessária a autenticação do consumidor e a confirmação do compartilhamento, em caso de consentimento. Neste ponto, atualmente, já se observam algumas seguradoras utilizando APIs para abertura de informações.  Outro ponto relevante será cada vez mais prover produtos adequados ao perfil de cada consumidor, entender e atender suas demandas de forma rápida e adequada, e fazer da tecnologia um instrumento a serviço do cliente.  

Já as seguradoras alegam que o tema precisa ser amplamente discutido, principalmente no quesito de governança e proteção de dados. Hoje, em evento virtual para comemoração de 97 anos do SindSeg PR MS, Marcio Coriolano, presidente da CNseg, Ivan Gontijo, presidente da Bradesco Seguros e Murilo Riedel, CEO da HDI abordaram o tema.

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O jornalista de economia da Rádio CBN Carlos Alberto Sardenberg, que mediou o debate, “Temos um grande dilema em seguros: “Todos querem plataformas abertas e cambiáveis, transitar de uma para outra. Mas ao mesmo tempo, queremos proteção de dados. Como combinar a proteção de dados? Tem de haver abertura ao mercado em geral e ao mesmo tempo proteção de dados e privacidade. Não é fácil o que esta por acontecer”, comentou o jornalista.

Segundo a Susep, a atuação da estrutura inicial de governança baseia-se em um tripé de sustentação (níveis estratégico, administrativo e operacional) e deve se pautar em alguns princípios básicos: a representatividade e a pluralidade das sociedades, respeitadas suas peculiaridades (segmentos); o acesso não discriminatório das sociedades participantes; a mitigação de conflitos de interesse; e, por fim, a sustentabilidade do Open Insurance, assim como sua integração ao Open Banking, convergindo para a formação do Open Finance

“Este é mais um importante passo na implementação do Open Insurance”, avaliou a Superintendente da Susep, Solange Vieira, quando os conselheiros foram eleitos no inicio do mês.  “Estamos avançando, com condução técnica, diálogo com a sociedade e o setor, na viabilização de uma estrutura que trará mais possibilidade de acesso ao seguro e inovação, focando em mais benefícios para o consumidor e desenvolvimento do seguro no Brasil”, explica.  

Ao Conselho Deliberativo competirá a designação do Secretário-Geral (integrante do nível administrativo) e dos Coordenadores dos Grupos Técnicos (integrantes do nível técnico), bem como a aprovação do orçamento da estrutura, a definição de diretrizes para os demais níveis e a deliberação acerca de quaisquer outros aspectos necessários para a implementação do Open Insurance

Open Insurance domina debate em evento do SindSeg-PR/MS

SindSeg PR MS

O Sindicato das Seguradoras do Paraná e Mato Grosso (SindSeg-PR/MS) comemora 97 anos em grande estilo. Inaugurou ontem, 25, seu programa de tevê, via canal do Youtube, e promete trazer muito conteúdo de qualidade para levar conhecimento sobre o setor de seguros para a sociedade. O programa de estreia dá uma amostra da gestão que o presidente Altevir Prado quer dividir com o time: “Cenários Econômicos: oportunidades e desafios para o mercado segurador”.

O jornalista de economia da Rádio CBN Carlos Alberto Sardenberg fez uma análise do atual cenário macroeconômico do Brasil e trouxe ritmo ao debate de temas cruciais do setor de seguros, como Open Insurance, Sandbox e Novas regulamentações, respondidas por Marcio Coriolano, presidente da CNseg, por Ivan Gontijo, presidente da Bradesco Seguros, e por Murilo Riedel, CEO da HDI. 

Todos parabenizaram Prado, que está no comando do Sindicato desde fevereiro de 2020, impondo um ritmo de inovação e inclusão que sucede figuras carismáticas como Mario Petrelli e João Gilberto Possiede, que, segundo ele, com toda a competência de ambos, criaram uma organização sindical como ferramenta para disseminar a cultura de seguros no Brasil. 

Altevir ressaltou que o evento faz parte da missão do Sindicato. “O nosso papel tem sido desafiador nos últimos tempos com as imensas reformas que o setor de seguros enfrenta, o que traz desafios e oportunidades. Temos o papel de agregar valor aos nossos representados e promover a cultura de seguros para que o mercado seja uma entidade moderadora, sem cair em modismos. Nossa missão é ser um orientador, um farol, um balizador. E promover a cultura de seguros e o desenvolvimento humano”.

Prado: “Nossa missão é ser um orientador, um farol, um balizador. E promover a cultura e o desenvolvimento humano”

Carlos Sardenberg ressaltou o cenário de pessimismo dos agentes do mercado financeiro com relação ao crescimento do Brasil. A previsão do mercado financeiro para a inflação de 2021 atingiu 7,11%, 20ª alta na projeção para o IPCA. Há um mês, a previsão estava em 6,56%. Boa parte do mercado estava otimista com o desempenho da economia brasileira, acreditando que com o andamento da vacinação e o bom desempenho de alguns setores da economia ajudariam o PIB avançar.

“Agora temos inflação alta, dólar avançando e o Banco Central sendo obrigado a subir a taxa de juros para tentar conter os indicadores. Além da taxa de desemprego elevada pelo baixo nível de investimentos públicos e privados, pois o andamento da economia e política traz desconfiança aos investidores. Com as reformas administrativa e tributária, a expectativa era que o PIB crescesse até 6%. Sem elas, 2%”, comentou. O lado positivo, segundo ele, é que o mundo já está em recuperação, puxados pelos EUA e pela China, o que deverá aumentar a demanda, o que deverá beneficiar o agronegócio brasileiro e, consequentemente, aliviar a pressão sobre a economia nacional.

Entrando no tema seguro, Sardenberg foi enfático: “Temos um grande dilema em seguros: Todos querem plataformas abertas e cambiáveis, transitar de uma para outra. Mas ao mesmo tempo, queremos proteção de dados. Como combinar a proteção de dados? Tem de haver abertura ao mercado em geral e ao mesmo tempo proteção de dados e privacidade. Não é fácil o que esta por acontecer”, comentou o jornalista.

Dito isso, Sardenberg pediu aos participantes para falarem sobre Open Insurance, Sandbox, LGPD e ameaças ao setor. Todos eles concordam que o Open Insurance já era uma realidade do mercado segurador, mas que agora contará com mais tecnologia por meio das plataformas, é uma realidade e vai trazer benefícios aos consumidores. Também é unanime entre eles que ainda há muitas incógnitas quanto ao modelo de negócios. 

Coriolano: Há uma preocupação grande em relação ao sigilo das informações que, em caso de falhas, pode ter impactos muito negativos no setor, principalmente depois da entrada em vigor da LGPD

Coriolano destacou que o mercado já está pronto há tempos para esta realidade. Segundo ele, o mercado de seguros brasileiro já possui muita tecnologia já embarcada e as “opens” são marcadas, basicamente, por transações eletrônicas entre as partes, sendo 90% tecnologia e 10% negócio. “Todos falam agora de marketplace, mas isso já existe há tempos em seguros. O que se coloca hoje é o componente tecnológico. Isso não veio para modificar grandes coisas do mercado, pois por trás disto tudo está o consumidor, que é quem toma a decisão do que fazer. Com quem quer comprar e quais dados quer compartilhar”, afirma Coriolano. 

Segundo ele, há uma preocupação grande em relação ao sigilo das informações que, em caso de falhas, pode ter impactos muito negativos no setor, principalmente depois da entrada em vigor da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). “O governo terá de cuidar bem para garantir efetivamente a proteção dos dados dos segurados. Este é um patrimônio das seguradoras que investiram por anos para captar clientes, analisar os dados e assim ter um diferencial competitivo de oferta. Os dados também são um patrimônio dos clientes e por isso precisam ser preservados”, acrescentou. 

O presidente da Bradesco Seguros destacou que há ainda uma série de questões a serem debatidas, principalmente no que diz respeito à governança.  “Temos ainda pontos a serem debatidos nas normas. Como assegurar a proteção e o bom uso dos dados e informações dos nossos clientes para efeitos comerciais. Esse é um ponto de atenção fundamental para que se possa operar na plenitude no novo modelo”, ressaltou. 

Gontijo ressaltou que o setor é Open há temos. “Os investidores podem fazer a portabilidade dos planos de previdência há tempos. E este modelo funciona muito bem”, citou. Segundo ele, o setor está no meio do caminho. “Vivemos o que eu chamo de modelo “fisidigital”. Embora o processo de transição para meios digitais esteja em curso acelerado, não podemos nos esquecer da grande parcela de clientes que permanecem no mundo analógico e precisam ser igualmente entendidos e atendidos com a mesma dedicação e eficiência”. 

Gontijo acredita que as Sandbox vem ao encontro de todo esse movimento pelo qual o mundo e os mercados vêm passando. “A expectativa é que este processo traga novas formas para se oferecer novos produtos e nova prestação de serviços, ampliando a possibilidade de solução e proporcionando uma experiência diferenciada para o cliente do seguro”, analisa.

O CEO da HDI foi no mesmo caminho. “Os dados já são compartilhados pelos consumidores estas informações precisam ter proteção”, disse ele. Com uma visão pragmática, Riedel afirmou que o setor investiu muito dinheiro na análise de dados e todas as seguradoras estão equipadas com sistemas analíticos. Esta transparência gerou matéria prima para o desenvolvimento de matrizes de de precificação de produtos eficientes. 

“Tal sofisticação trouxe concorrência e margens apertadas. Por isso, minha visão é que já temos um mercado transparente. Já funciona de uma forma aberta, sem instrumentalização tão eficiente, mas os dados transitam. As plataformas estão disponíveis. Por isso não acreditamos que possam ser desenhados produtos diferentes do que são ofertados isso”, afirmou. O executivo acredita no surgimento de produtos complementares aos que são ofertados atualmente. “Complementares são mais difíceis de serem vendidos. Requer maior esforço de venda. Vemos muitas iniciativas, mas se elas não tiverem investimento expressivo em vendas, não vão representar muito na agenda de ecossistema do setor”, finalizou.

Clube de benefícios da Liberty para clientes e corretores chega a um ano com mais de 6 mil acessos

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros comemora neste mês o primeiro aniversário do +Liberty, clube de benefícios da companhia. Desenvolvido com o objetivo de trazer mais proximidade e oferecer uma nova experiência para clientes e corretores mesmo quando não precisam dos serviços de assistência e sinistro da seguradora, o clube 100% digital registrou mais de 6 mil acessos por mês desde seu lançamento e os descontos em cursos e produtos para os usuários chegaram a até 60%.

“O +Liberty foi criado para agregar valor ao investimento que os clientes fazem ao contratar o seguro. Além disso, ele oferece uma vantagem dupla aos corretores, que podem tanto aproveitar os benefícios do clube quanto usá-lo como um argumento para os consumidores escolherem a Liberty”, afirma Patricia Chacon, CEO da Liberty Seguros. “É muito gratificante ver os resultados do clube no último ano e ter a certeza de que nossos clientes e corretores estão se beneficiando com os cursos e descontos em produtos disponibilizados”, completa.

Benefícios para aproveitar em casa

No último ano, a Liberty Seguros deu preferência para benefícios que os usuários do clube pudessem usufruir de casa e aproveitar com a família em segurança. Entre os descontos oferecidos que fizeram sucesso entre os usuários no último ano, há o de 40% na Pizzaria Domino’s, R$20 de desconto em compras no pet delivery Zee.Now e 50% off em diversos cursos da universidade Anhembi Morumbi. As promoções ainda estão disponíveis e podem ser aplicadas nas primeiras compras dos usuários.

Além dos preços mais acessíveis em cursos e plataformas, a Liberty oferece descontos em grandes varejistas, para que os usuários pudessem adaptar suas rotinas para o maior tempo passado em casa, praticar o autocuidado e cuidar dos pets. Entre os benefícios mais acessados estão as promoções em e-commerces como Magazine Luiza, Amazon, Casas Bahia, Natura, PETZ, Centauro e Shopclub by Electrolux.

Ações exclusivas de aniversário

Para comemorar o aniversário do +Liberty, a seguradora também irá realizar ações exclusivas voltadas para clientes, corretores e funcionários. A primeira é a Ação Relâmpago, que consiste em um voucher para o Shell Box, aplicativo de benefícios da Shell, empresa global de combustíveis e energia. Nesta etapa, a Liberty oferecerá vouchers para clientes cadastrados no +Liberty, segurados que fizerem o primeiro cadastro no período da ação , corretores e colaboradores. Todos que entrarem na plataforma no prazo estipulado, ganharão os vouchers de combustível. A segunda iniciativa será voltada para aqueles que mais acessam o clube de benefícios, e oferecerá 50 vouchers de três meses grátis de PrimePass, dentro da plataforma de streaming HBOMAX + TNT Sports.

SulAmérica promove encontro musical inédito entre Carlinhos Brown e Titãs

Sulamerica

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica promove um encontro único entre dois dos maiores nomes da música popular brasileira: Carlinhos Brown e Titãs estarão juntos, no palco, pela primeira vez. O encontro será transmitido no próximo sábado (28), a partir das 18h, e faz parte da programação do eFestival – o maior concurso da música brasileira e o palco mais digital da música. 

“O eFestival, sem dúvidas, é uma iniciativa importantíssima para a música brasileira, que vai revelar muita gente talentosa. O Brasil é terra da música, do batuque e do som. Eu estou muito feliz e quero convidar vocês para assistirem esse encontro especial que eu e o Titãs faremos para marcar esse momento tão especial”, diz Carlinhos Brown. 

O eFestival é uma das plataformas digitais mais importantes no cenário nacional e tem como objetivo principal ampliar o acesso à música e a cultura. Além disso, o concurso busca também renovar o cenário da MPB, revelando novos talentos e dando o suporte necessário para que esses artistas possam construir carreiras sustentáveis. 

“Há 20 anos esse festival tão importante revela grandes artistas da nossa música. Conheça os finalistas e vote em seu favorito. Quando você dá essa força, você impulsiona a carreira desses artistas. E tudo isso só é possível porque a SulAmérica valoriza a nossa cultura e entende que a música é um ingrediente importante para a saúde física, emocional e financeira de todos, movimentando pessoas e gerando milhares de empregos diretos e indiretos”, diz Tony Bellotto da banda Titãs. 

Ao longo de 20 anos, grandes artistas já estiveram no palco do eFestival como Adriana Calcanhoto, Alceu Valença, Daniela Mercury, Gilberto Gil, João Bosco, Maria Rita, Milton Nascimento, Os Paralamas do Sucesso, Paulinho da Viola, Vanessa da Mata, entre outros.  

“Nosso propósito é melhorar a vida das pessoas e acreditamos que a música tem um grande papel na jornada de levar Saúde Integral para todos. E o eFestival nos proporciona essa oportunidade, de poder incentivar os músicos a seguirem seus sonhos, inclusive profissionais da saúde e corretores de seguros. A ação só reforça que estamos no caminho certo”, afirma Simone Cesena, diretora de Marketing da SulAmérica. 

O eFestival é idealizado e realizado pela Dançar Marketing, por meio de uma parceria com o Ministério do Turismo, através da Secretaria Especial de Cultura e do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa. A SulAmérica é patrocinadora do concurso. 

O encontro inédito entre Carlinhos Brown e Titãs será transmitido pelo canal da SulAmérica no YouTube, com retransmissão simultânea pelos canais dos artistas e também na Claro (Claro 500), no sábado (28/8), a partir das 18h. 

Europ Assistance e corretora Via Global fecham parceria para venda de assistências a veículos

Fonte: Europ Assistance

A Europ Assistance Brasil (EABR) e a Via Global Seguros, uma corretora com mais de 25 anos de atuação no mercado, anunciam parceria para a oferta de assistências Auto, Moto e Caminhão para motoristas garantirem a segurança dos seus veículos. Por meio da plataforma RodeSeguro (https://www.rodeseguro.com/), desenvolvida pela Via Global Seguros, os interessados poderão contratar os planos de assistência e ter acesso ao Clube RodeSeguro (https://www.cluberodeseguro.com/) que oferece descontos e produtos exclusivos em mais de 10 mil estabelecimentos. Os pacotes de assistência serão oferecidos a partir de R$145 ao ano, com a possibilidade de pagamento parcelado e no cartão de crédito, além disso, os clientes que adquirem os serviços disponíveis concorrem a sorteios mensais de R$2 mil, através de um plano de capitalização.

Para os primeiros seis meses, é esperada a emissão de 700 a 1.000 certificados mensais, gerando uma receita/mês de R$100 mil a R$150 mil. “Este é mais um grande passo que a EABR dá em direção à democratização dos serviços de assistência. A parceria com a Via Global vem ao encontro das demandas do mercado por soluções que atendam as novas necessidades dos consumidores, que precisam de soluções práticas e, ao mesmo tempo, com valores que caibam no bolso”, destaca Rogerio Guandalini, Diretor Executivo Comercial, de Marketing e Produtos da Europ Assistance.