Educação em Seguros presente na 8ª Semana ENEF

Solange Beatriz_CNseg (2)

Fonte: CNseg

A CNseg e empresas do setor de seguros se preparam para apresentar as principais ações no campo da educação em seguros durante a 8ª Semana Nacional de Educação Financeira (Semana ENEF). A abertura do evento ocorre nesta segunda-feira (8/11), a partir das 10h, e poderá ser acompanhada pelo canal do Banco Central no YouTube. A Semana ENEF, iniciativa do Fórum Brasileiro de Educação Financeira (FBEF), do qual a Susep faz parte, acontece anualmente desde 2014, com a finalidade de promover ações de educação financeira no país. A Semana ENEF encerra-se no domingo,14.

A edição deste ano terá como tema central “Planejamento, Poupança e Crédito Consciente: O PLA-POU-CRÉ e a sua saúde financeira”, reunindo, mais uma vez, diversas instituições do País e até mesmo pessoas físicas que promovem ações e iniciativas de educação financeira, previdenciária, securitária ou fiscal. São palestras, cursos, oficinas, campanhas de divulgação e webinars, entre outras ações.

Dentro da programação da 8ª Semana ENEF, a Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg participará do painel “Iniciativas do mercado para a educação e inclusão securitária no Brasil”, promovido pela Susep nesta terça-feira, 9, às 15h. O evento contará com as seguintes participações: Rafael Scherre, Diretor da Susep; Solange Beatriz Palheiro Mendes, Diretora-Executiva da CNseg; Maria de Fatima Mendes de Lima, Diretora da Fundación MAPFRE no Brasil; Marcela Vavassori Machado Dias Luiz, Coordenadora de Recursos Humanos da Tokio Marine; Bárbara Possignolo, Head of Legal & Compliance da Pier e Diretora Presidente da ABInsurtech; Felipe Barranco, Founder & CEO da Flix, e André Gregori, CEO da Thinkseg.

A CNseg planeja promover, também, ações próprias de educação em seguros durante a edição 2021 da Semana ENEF. São elas: iniciativas nas redes sociais – como stories no Instagram e enquetes; posts no LinkedIn do Presidente da CNseg, Marcio Coriolano; entrevistas na Rádio CNseg sobre a importância da Semana ENEF para o mercado segurador, e notícias alusivas ao evento no portal da CNseg. “A informação é a principal ferramenta para tomada de decisão qualificada. Informação gera conhecimento. É esse conhecimento compartilhado com toda a sociedade e consumidores que agrega valor ao seguro e permite assegurar proteção em momento de infortúnio, perda de patrimônio ou renda, doença, entre outros riscos”, afirma Solange Beatriz.

A Semana ENEF é uma importante oportunidade para o setor de seguros expor algumas de suas ações educativas para os mais variados públicos, integrantes do Programa de Educação em Seguros promovido pela Confederação. Entre as quais, a publicação de livretos e cartilhas sobre temas ligados à educação securitária, o Glossário de Seguros , a programação do Canal CNseg no YouTube – , composta por webinars, webtecs e as ações “Segure Aí” e “Que Seguro é Esse?”; as ações em mídias sociais; as parcerias com instituições de ensino e entidades de defesa do consumidor – como o “Colóquio de Proteção do Consumidor”; o “Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros” – iniciativa da CNseg, até a promoção ou participação em workshops.

Para Solange Beatriz, todas essas ações educativas ampliam as habilidades para a tomada de boas escolhas no campo do seguro, colaboram para reduzir as vulnerabilidades de toda a sociedade, e, por fim, empoderam os consumidores, a partir de conhecimento específico e da maior compreensão dos produtos.

“Maratona Social Zurich” promove discussões sobre a sociedade atual junto a instituições apoiadas pela seguradora

fotos Ricardo Benichio/divulgaçao
fotos Ricardo Benichio/divulgaçao

Fonte: Zurich

Desde o começo de 2020, o mundo passou por muitas mudanças por conta da pandemia. A forma como trabalhamos, vemos e interagimos com o planeta, entendemos a sociedade e até mesmo como usamos e lidamos com a tecnologia já não é mais a mesma. Aos poucos, estamos aprendendo a viver nessa nova fase pós-Covid-19. Um caminho sem volta e que aponta para novos desafios.

Pensando nesta transição que está em pleno curso, recentemente a seguradora Zurich promoveu um evento online chamado “Maratona Social Zurich”, com palestras, bate-papos e consultorias pensadas para ajudar instituições e seus assistidos a ficarem por dentro das inovações e das necessidades do mercado de trabalho, do meio ambiente e das relações entre as pessoas numa sociedade em constante transformação.

O evento contou com conferências e discussões sobre diferentes temáticas, como empreendedorismo, educação financeira, futuro do consumo, confiança na sociedade digital (com dicas sobre cyber bulling e golpes virtuais, por exemplo), diversidade e inclusão e até as competências que serão valorizadas no ambiente de trabalho nos próximos anos – por meio das quais os participantes puderam ter consultorias sobre carreira, primeiro emprego e elaboração de currículo. 

A Maratona Social é apenas uma das muitas iniciativas de empreendedorismo e questões sociais que a Zurich vem promovendo. No final de 2020, por exemplo, a empresa realizou uma palestra como Instituto Locomotiva, que também esteve presente na “Maratona”, porém, voltada especificamente à educação financeira – que é uma bandeira que a seguradora defende e se preocupa.

“Acreditamos que nosso papel vai muito além de oferecer seguros; precisamos também promover as mudanças necessárias para transformar o mundo. Através desse tipo de evento, conseguimos difundir o conhecimento interno e alcançar diversos tipos de pessoas, em todos os lugares e especialmente junto a instituições cuja atuação já é, por si só, transformadora”, diz Superintendente de Marketing e Comunicação da Zurich no Brasil, Ana Quintela. 

Participaram do evento as seguintes instituições: Instituto de Pesquisas e Projetos Empreendedores (IPPE), Instituto Locomotiva, Instituto Techmail, GRAAC e a Orquestra Sinfônica de São Paulo (OSESP). A seguir, confira um resumo sobre algumas palestras, bem como depoimentos de membros de algumas das instituições apoiadas pela Zurich que participaram do evento.

Futuro do consumo

Com apresentações de Lucía Sarraceno e Ismael Andrade, respectivamente Superintendente de Canais Digitais e Relacionamento com o Cliente e Superintendente de Seguros Massificados na Zurich do Brasil, a palestra “Futuro do Consumo” teve como foco principal discutir o desenvolvimento tecnológico e mostrar como os produtos no mercado mudam de acordo com a necessidade social.

“O futuro do consumo demonstra o foco cada vez maior consumidor. Nesse contexto, pode-se esperar que os desejos, anseios, dificuldades e particularidades desse público tornam-se elementos ainda mais poderosos tanto para marcas quanto para os próprios clientes”, constatou Clarice Tolentino, do IPPE (Instituto de Pesquisas e Projetos Empreendedores), uma das participantes da audiência da palestra sobre o Futuro do Consumo.

Confiança na sociedade digital

Com o objetivo de instruir como as pessoas precisam se comportar e se proteger no meio digital, a palestra “Confiança na Sociedade Digital” foi comandada por Fábio Souza e Roberto Kazuhisa, respectivamente Especialista em Sistemas e Gerente de Projetos na Zurich do Brasil. Alta exposição, golpes na internet, cyber bullyng e fakes news foram termas discutidos ao longo do painel, que contou também com dicas de como ter mais segurança no meio digital para crianças, adolescentes, pais, educadores, idosos e técnicos.

Nickson Baldoino, colaborador na GRAACC que assistiu às palestras, contou como esse tema foi importante para seu desenvolvimento pessoal e profissional. “Poder participar das discussões com especialistas, trocando informações e dúvidas com outras pessoas e organizações, contribuiu ainda mais para a experiência da maratona, em especial na palestra sobre ‘Confiança na Sociedade Digital’. Mais que atual, este tema tem impacto direto na forma em que construímos relações e evoluímos enquanto cidadãos, conectados e compartilhando informações constantemente”, relatou. 

Diversidade e Inclusão

Caio Gama, da área de recursos humanos da Zurich do Brasil, ficou responsável pelo tema “Diversidade e Inclusão”, que discutiu as diferenças entre identidade de gênero, orientação sexual, sexo biológico e expressão de gênero. Além disso, ressaltou a importância da inclusão dentro do ambiente do trabalho. O colaborador explicou as diferenças de cada identidade de gênero e o significado da sigla LGBTQIA+, bem como os benefícios da adesão a uma linguagem neutra, que garante respeito aos não-binários. 

Ester Neves, aluna do Instituto Techmail, participou da palestra e contou o quanto o tema a tocou. “Aprendi que o conhecimento derruba a barreira do preconceito, porque te faz entender a outra pessoa, ter a dimensão do seu dia a dia, das suas vivências e lutas. A empatia e o respeito nos fazem humanos e não há nada que desejamos mais que a paz de sermos livres e o poder de expressarmos nossa sexualidade, sem o medo de sermos discriminados. Caio nos mostrou como a Zurich combate o preconceito e vai além, proporcionando oportunidades”.

Lucro da BB Seguridade recua 8,6% no acumulado até setembro, para R$ 2,7 bilhões

BB Seguridade

Fonte: BB Seguridade

A BB Seguridade registrou lucro líquido ajustado de R$ 2,7 bilhões, queda de 8,6% ante igual intervalo de 2020. No terceiro trimestre de 2021, o ganho ficou em R$ 975,822 milhões, com queda de 11% frente ao mesmo período do ano passado. Os prêmios emitidos de seguros atingiram R$ 8,9 bilhões no acumulado do ano, alta de 16,9% ante os nove meses de 2020, No terceiro trimestre totalizaram R$ 3,4 bilhões, com alta de 19,4% sobre o mesmo período do ano passado.

Segundo comunicado, no terceiro trimestre, o resultado da BB Seguridade foi negativamente impactado pelo descasamento temporal na atualização de ativos e passivos vinculados ao IGP-M na Brasilprev, efeito que é neutro para o resultado ao longo do tempo. Adicionalmente, o aumento de 5 p.p. da alíquota de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) de sociedades seguradoras e de capitalização, em vigor até o final deste ano, conforme Lei nº 14.183/21, retirou R$ 30,5 milhões do lucro da companhia.  

Em bases normalizadas, que refletem o desempenho estrutural da companhia ao excluir ambos os efeitos mencionados acima, o lucro líquido acumulado até setembro de 2021 ficou praticamente estável em relação ao mesmo período de 2020. Na visão trimestral, houve crescimento de 10,2% em relação ao 3º trimestre de 2020 e de 20,0% em relação ao 2º trimestre de 2021. 

Ao comparar o desempenho do terceiro trimestre em relação ao segundo trimestre de 2021, fica evidente o início da recuperação do resultado, após um primeiro semestre severamente impactado pelo pior momento da pandemia e pela alta do IGP-M. O resultado operacional consolidado cresceu 12,4%, com a sinistralidade combinada dos seguros relacionados à vida retornando aos patamares do primeiro trimestre de 2021, em função da queda no número de mortes por Covid-19 no país.

Já o resultado financeiro combinado, que no segundo trimestre foi negativo em R$ 101,7 milhões, voltou a ser positivo no terceiro quarto do ano, totalizando uma contribuição de R$ 14 milhões para o lucro líquido ajustado, reflexo da desaceleração do IGP-M e alta do IPCA, além de aumento da taxa média Selic.  

Destaques: 

  • Seguros: prêmios emitidos crescem 16,9% no 9M21 e sinistralidade começa a melhorar 

Os prêmios emitidos foram impulsionados pelo forte desempenho em seguros rurais (+36,6%), puxado pela alta nos custos de produção e no crédito para custeio da safra 2021/2022; seguros de vida (+19,4%), com crescimento das vendas e aumento do prêmio na renovação; e seguros residenciais (+21,4%), devido ao maior volume vendido. 

A sinistralidade, que na visão acumulada até setembro de 2021 teve alta de 12,3 p.p. em relação ao mesmo período do ano passado, como consequência da maior frequência de avisos em produtos com cobertura por morte a partir do agravamento da pandemia, iniciou tendência de queda no 3º trimestre, retraindo 9,8 p.p. em relação ao segundo trimestre do ano, reflexo do avanço na imunização da população. No acumulado do ano, a BB Seguros já registrou R$676 milhões em avisos de sinistros relacionados à COVID-19, sendo que desde o início da pandemia o montante já soma R$904 milhões. 

  • Previdência: captação bruta cresce 16,7% e 228 mil novos planos são adicionados até setembro de 2021 

A captação bruta para a previdência nos nove primeiros meses de 2021 totalizou R$33,7 bilhões, o melhor ano da história da companhia para esse período. Em doze meses, houve a adição líquida de 228 mil novos planos de previdência à base da companhia. 

Até setembro de 2021, foram alocados mais de R$68,6 bilhões em fundos multimercado, volume 4,5 vezes superior ao registrado em 2020, o que representa cerca de 69% da captação líquida para fundos multimercado na indústria de previdência. O saldo de reservas totais cresceu 4,4% em 12 meses e alcançou R$310,8 bilhões ao final de setembro/2021.   

  • Capitalização: reservas de capitalização alcançam saldo de R$8,0 bilhões e base de clientes cresce 13% em doze meses 

A arrecadação com títulos de capitalização acumulou R$3,2 bilhões no ano, com foco na distribuição de títulos de pagamento mensal, que cresceu 34,6% no período, o que contribui para uma maior previsibilidade e recorrência dos resultados futuros, apesar de impactar os volumes de arrecadação no curto prazo devido ao menor tíquete médio. Ao longo dos primeiros nove meses, a Brasilcap distribuiu R$48,1 milhões em prêmios de sorteio. 

  • Planos odontológicos: 17 mil novas adesões 

Nos noves primeiros meses de 2021, a base de planos pessoas físicas cresceu mais de 32% se comparado com o mesmo período do ano passado, com aumento de quase 50% no total de vendas realizadas por meio de canais digitais.

PASI lança Amparo Funeral, primeiro produto em seu portfólio que dispensa a necessidade de vínculo

Fabiana Resende, Vice Presidente Executiva do Seguro PASI

Fonte: PASI

O Amparo Funeral PASI chega ao mercado para atender à crescente demanda das pessoas que buscam por um Seguro Funeral, porém que procuram por um serviço completo e com diferenciais exclusivos, que vão muito além dos serviços básicos para a realização do sepultamento. 

Além da prestação dos serviços essenciais para a realização de um funeral, os planos oferecem diferenciais exclusivos como: Assistência Inventário que disponibiliza advogados especializados, que auxiliam os familiares na realização de um inventário consensual; Assistência Psicológica, com psicólogos disponíveis de forma remota e ilimitada que pode ser utilizada pelo segurado ou sua família em qualquer momento da vida, inclusive após o óbito do titular; Desconto nas Farmácias da Rede Pague Menos para compra de medicamentos e realização de exames; Serviço de Cafeteria durante o funeral presencial; Possibilidade de cremação conforme plano contratado; Funeral Virtual para que os familiares que não possam comparecer presencialmente e apoio na organização da missa de 7º dia. 

Fabiana Resende, Vice Presidente Executiva do Seguro PASI, afirma que o produto é destinado a um novo público alvo, o que amplia as possibilidades de oferta, abrindo portas para um novo perfil de consumidor. “É um produto simples e extremamente acessível, que possui alta demanda o que facilita o processo da venda. A versatilidade da forma de comercialização permite que o corretor possa investir em uma estratégia totalmente digital ou realizar as vendas individualmente através do tradicional contato presencial, em que ele próprio fará tudo para o cliente através do Portal PASI”, destacou.

O produto está disponível para comercialização nos planos individual a partir de R$4,50 mensais e familiar a partir de R$7,00 mensais, não sendo necessário vínculo com alguma empresa ou instituição para contratação. A contratação é feita de forma imediata e totalmente on-line através do Portal PASI por qualquer corretor cadastrado no PASI. O corretor ainda poderá agregar direto em seu site a plataforma personalizada para venda direta aos seus clientes. 

Fabiana ressaltou o que essa novidade representa no portfólio de soluções oferecidas pelo Seguro PASI.”Agora iniciamos uma jornada de levar toda excelência dos produtos PASI diretamente a todos os brasileiros que necessitam de uma proteção securitária focada no amparo social, o que abre portas para uma expansão no mercado de produtos individuais”, pontuou.

Segundo a executiva, as coberturas securitárias e benefícios exclusivos oferecidos pelo PASI, foram desenvolvidos baseados nas necessidades da população e nada mais natural que a Companhia faça isso chegar a toda sociedade sem restrição. “Este é nosso primeiro passo em busca de alcançar todos os consumidores da família brasileira, independente de sua atividade laboral, ocupação ou região demográfica”, finalizou. 

Faltam poucos dias para o encerramento das inscrições no Programa AceleraD’Or de Mentoria

DOR_AceleraDor_Release_03_inscricoes_1920x1080px_001

Fonte: D’OR

Pequenas e médias corretoras de seguros, de todos os ramos de atuação, que tenham o desejo de ampliar oportunidades não podem perder tempo. As inscrições estarão abertas até 12 de novembro. Ao todo, 10 empresas serão selecionadas para o projeto, que tem como objetivo prover uma conexão direta com a D’Or Consultoria, seus parceiros e mentorias personalizadas, para potencializar o mercado de seguros e acelerar pequenas e médias corretoras em todo o Brasil.

As 10 empresas escolhidas vão participar, durante três meses, de encontros com especialistas do comitê executivo da D’Or Consultoria, que vão ajudar no diagnóstico de desempenho e futuro desenvolvimento do negócio. São eles, Bruno Iannuzzi, CEO da D’Or Consultoria; Carlos Oliveira, corretor de seguros, diretor-executivo da D’Or Consultoria e responsável pelo Programa AceleraD’Or de Mentoria; Gustavo Guimarães, médico infectologista e epidemiologista, diretor de Saúde e Tecnologia do Grupo Rede D’Or São Luiz; Glauco Martins, diretor de Saúde & Inovação da D’Or PME; e Paulo Dart, diretor comercial da D’Or Consultoria. 

A rede de networking, a tecnologia de ponta, as ferramentas digitais e o modelo de negócio inovador da D’Or Consultoria vão abrir novas oportunidades para as corretoras participantes do programa. Entre as metas principais do Programa AceleraD’Or de Mentoria, estão atingir a Eficiência Operacional das corretoras, com apoio e direcionamento frente aos desafios e objetivos do dia a dia; o aumento de Receita, com a aceleração do crescimento de corretoras de seguros em todo Brasil por meio da rede de parceiros e clientes da D’Or Consultoria; a otimização de recursos, através da melhoria ferramental, com uso de tecnologia inovadora para facilitar processos e tomadas de decisão; e, finalmente, a escalabilidade de negócios, para obter destaque no mercado com a parceria da D’Or Consultoria, uma das maiores especialistas de seguros e benefícios do país.

O CEO da D’Or Consultoria, Bruno Iannuzzi, considera o projeto um importante posicionamento da empresa junto aos corretores. “Está no DNA do Programa AceleraD’Or de Mentoria o compromisso de entrega, qualidade, superação de desafios e zelo pela excelência no que fazemos”, destaca.

Como participar?

Os interessados devem se inscrever até o dia 12 de novembro. Um comitê avaliará as inscrições e a segunda fase será uma entrevista dos corretores pré-selecionados com o time do AceleraD’Or. Ao fim desta fase é que as 10 empresas serão selecionadas.

A mentoria será on-line, mas, com o retorno presencial, haverá a possibilidade de que as corretoras participantes usufruam dos escritórios da D’Or Consultoria em sete capitais do Brasil e vivenciem de perto as oportunidades de negócio com os mentores/especialistas do programa.

Para realizar a inscrição no AceleraD’Or, é pré-requisito ser uma corretora pessoa jurídica, devidamente registrada.

Saiba mais em www.aceleradormentoria.com.br e inscreva-se.

88i e Starr Seguros anunciam aliança estratégica em seguros pessoais

Claudia Scarpa, que assumiu como Head de Accident & Health para a América Latina

Fonte: 88i

A 88i Seguradora Digital, nascida com o propósito de transformar o modelo de distribuição e de consumo de seguros no Brasil, e a Starr Seguros, organização líder em seguros e investimentos no mundo, formaram uma aliança estratégica de longo prazo para acelerar o crescimento de ambas no mercado  digital de seguros.

A Starr trará para a parceria seu know-how e experiência em produtos individuais de seguro de Vida, Proteção Financeira, A&H ( Acidentes & Saúde) e Viagem. Já a 88i integrará a aliança trazendo inovação e soluções de seguros desenhados para o ecossistema digital. 

“Entendemos que há total sinergia e complementaridade das empresas para trazer soluções inovadoras simples, intuitivas e digitais”, diz Rodrigo Ventura, fundador da 88i.

A partir da aliança firmada com a Starr, a 88i – que opera no modelo do open insurance e atua no B2B2C -, passa a ser a primeira seguradora digital do país com um portfólio completo de seguros individuais para o grandes players digitais, através de um ecossistema inovador de distribuição (d2d) digital to digital para fintechs, plataformas de e-commerce, empresas ligadas à mobilidade e delivery e por meio de corretores premium 88i.

Já a Starr tem o propósito de assegurar o avanço da empresa no mercado digital e, a partir da aliança com a 88i, irá alavancar o cruzamento do segmento massificado com o digital. 

“Essa aliança nos permitirá oferecer os melhores produtos de Seguro de Vida e de Acidentes & Saúde para nossos clientes e futuros parceiros.  Queremos nos tornar líderes em inovação no mercado e escalar no mercado digital. A pandemia levou os consumidores a mudar os hábitos e a buscar serviços online, o que serviu como um aprendizado direcionado a experiências digitais “, disse a executiva Claudia Scarpa, que assumiu como Head de Accident & Health para a América Latina em agosto passado.

Em busca de oferecer uma melhor experiência a um usuário cada vez mais protagonista, o modelo de negócios da 88i prevê seguros personalizados baseados nas necessidades dos clientes das grandes empresas do ecossistema digital. 

“O uso de dados e a inteligência artificial são tecnologias que usamos em tudo que fazemos e são aliados fundamentais dos negócios”, avalia o CEO da 88i, Fernando Moreira. “Acreditamos muito na personalização dos seguros. A distribuição digital, através de canais digitais, de produtos de seguro personalizados simples, intuitivos e digitais, tem como foco absoluto o cliente.  Juntos, a Starr e  a 88i, vamos ofertar as melhores soluções de proteção ao mercado. Destaco ainda nossos preços atrativos e competitivos, a melhor experiência do cliente e pagamento de benefícios em prazos mínimos, em muitos casos em até 48 horas”, sublinha o CEO.

Na avaliação dos executivos, o Brasil é um dos mercados globais mais atrativos para o segmento de seguros individuais em ecossistemas digitais, principalmente prestamistas, em razão das expressivas operações de crédito registradas no país. Outros segmentos promissores para o mercado digital, na visão dos executivos, são soluções de proteção à Vida e à Saúde para as classes C, D e E, promovendo inclusão social e proteção de uma parcela da população brasileira ainda precariamente atendida.  

As empresas projetam um crescimento significativo de seus negócios nos próximos 15 anos. A meta é chegar a 250 mil apólices comercializadas, em 2022, e 5,5 milhões em 2025- sendo 60% do portfólio formado por seguros de vida e prestamista.

Swiss Re Corporate Solutions fornecerá à Mitsui Sumitomo plataforma de tecnologia para gerenciar programas de seguro globais

Andreas Berger Swiss Re

A Swiss Re Corporate Solutions anunciou que a Mitsui Sumitomo Insurance Group (MSIG) usará sua plataforma PULSE para estruturar e gerenciar com os programas de seguros multinacionais de seus clientes. A plataforma conectará os parceiros de rede global, corretores e agentes da Mitsui em uma rede integrada. Os clientes do MSIG também poderão acessar ferramentas de autoatendimento para gerenciar e visualizar seus riscos e coberturas globais em um só lugar. Isso também inclui o suporte de faturamento e gerenciamento de informações de sinistros globais.

Segundo comunicado da Swiss Re Corporate Solutions, a plataforma baseada em nuvem suporta o processo de colaboração para as equipes globais e locais da MSIG, seus parceiros de rede, corretores e agentes ao longo das etapas de estruturação de programas, gerenciamento de exposição, solicitação e emissão de apólice local, bem como cobrança de prêmio.

A plataforma será lançada em fases, com as operações da MSIG na Alemanha e na França começando a usar o PULSE a partir de 1º de janeiro de 2022, para colaborar digitalmente com a rede estabelecida de operadoras afiliadas da MSIG. A plataforma será lançada para outros escritórios de produção da MSIG em todo o mundo.

“Estamos entusiasmados com a parceria com a MSIG e para ajudar a avançar a maneira como eles fornecem soluções de programas internacionais aos seus clientes”, disse Andreas Berger, CEO da Swiss Re Corporate Solutions. “Ao fornecer nossa plataforma a Mitsui, estendemos o mercado dessa solução a outras operadoras e as ajudamos a melhorar a colaboração, transparência, eficiência e qualidade de serviço.”

Existem muitas complexidades na gestão de risco internacional, como requisitos de seguro, limites, coberturas, variações de idioma, fusos horários, regulamentos locais, impostos e práticas de mercado. Para gerenciar isso, a plataforma digital fornece comunicação e colaboração claras e transparentes. Além disso, ele alinha todos os participantes em uma plataforma central, melhorando assim a experiência do cliente.

“A plataforma PULSE da Swiss Re facilitará significativamente a cooperação entre as entidades do grupo global para melhor servir nossa base de clientes multinacionais”, disse Tamaki Kawate, diretor executivo sênior da Mitsui Sumitomo Insurance Company Ltd.

“Como reinventar modelos de negócio consolidados” é tema de live da MAG Seguros

Fonte: MAG Seguros

A MAG Seguros, companhia especialista em seguro de vida e previdência com 186 anos de atuação ininterrupta no país, realiza, na semana que vem, mais uma edição da Semana da Inovação aberta ao público com o objetivo de ampliar o debate sobre o tema. 

Na terça-feira (9 de novembro), às 18h, o CEO da MAG Seguros, Helder Molina, e Eduardo Zaidan, COO da Futurum Capital, participam da live “Como reinventar modelos de negócio consolidados”. 

Já na quinta-feira (11 de novembro), também às 18h, Rafael Nasser, coordenador da PUC-Rio; Cátia Tarabal, superintendente de Produtos e Inteligência de Mercado da MAG Seguros; e Rafael Rosas, diretor da WinSocial, participam da live “Como empresas privadas podem se beneficiar da parceria com universidades”. 

“Nós temos o DNA inovador dentro da MAG e queremos, com a Semana de Inovação, fortalecer ainda mais essa cultura e promover por meio de debates abertos a toda sociedade”, explica Renata Loyola, superintendente de Inovação da MAG Seguros. 

Vale lembrar que a MAG foi eleita novamente uma das companhias mais inovadoras do país, segundo Prêmio Inovação Brasil, promovido pelo jornal Valor Econômico e pela PwC. As duas lives serão transmitidas pelo Linkedin da companhia, no perfil @Grupo MAG, ou diretamente pelo link.

ESSOR Seguros lança apólices sem retoques para obras de arte

Fabio Pinho Essor

Sem retoques. Essa foi a diretriz de Fabio Pinho, CEO da ESSOR Seguros, ao tomar a decisão de entrar no especializado mercado de seguros de obras de artes. “Nossa estratégia é clara e permanece a mesma: Só entramos em nichos nos quais podemos construir produtos e serviços com especialistas e assim levar aos clientes o que eles realmente esperam de uma seguradora: proteção. O seguro especializado é particularmente valioso em todos os ramos, mas em arte, é imprescindível”, afirma Fabio Pinho, que está no comando da seguradora francesa no Brasil há 10 anos, desde sua fundação. 

A estratégia de Pinho começou por avaliar o potencial do segmento de artes no Brasil, conversando com os principais especialistas do setor em diversas áreas, até  a criação futura de cursos para compartilhar a expertise adquirida com corretores de seguros interessados em ofertar produtos e serviços diferenciados aos potenciais clientes como museus e instituições culturais nacionais e internacionais, colecionadores privados e corporativos, e órgãos públicos nas esferas municipal, estadual e federal. 

Assim como fez em outros nichos especializados de seguros, o grupo contratou profissionais apaixonados pelos ramos e busca corretores especialistas. Para disputar o seletivo mercado de obras de artes, Pinho contratou Ana Maria Soares Guerra Notari em fevereiro deste ano. Museóloga, com pós-graduação em obras de artes na Itália, começou sua carreira em museus e logo partiu para logística de exposições, coleções e chegou ao mundo dos seguros depois de atuar por 15 anos no ramo da arte e ter uma vasta rede de contatos. “Estudar na Association for Research into Crimes against Art foi incrível, pois pude aprofundar o conhecimento através de profissionais renomados de conservação, segurança, patrimônio e até da Scotland Yard”, conta.

A subscritora atuará bem próxima à KNW Brokers, corretora de resseguros liderada por Marcio Ribeiro, fundador e CEO, que atua desde 1996 no segmento de artes. Além de trazer um conhecimento técnico relevante para o projeto, a equipe da KNW Brokers  construirá pontes entre a ESSOR, os corretores de seguros e os profissionais que atuam neste mercado, museus, empresas organizadoras de exposições, colecionadores e empresas de transportes. “Nosso cuidado é para que os clientes de nossos corretores recebam conselhos técnicos e práticos e fiquem satisfeitos com o que compraram, caso tenham um acidente e acionem a apólice”, explica Ana.

Com sua rica vivência em arte, Ana Maria mais do que ninguém entende a importância dos detalhes do processo de gerenciamento de riscos. Há muitas coisas sobre as quais se deve ter conhecimento: como comprar, proteger e segurar. Ter gente qualificada para compreender, faz toda a diferença quando o assunto é obra de arte. Praticamente todas as apólices que contemplam incêndio, exigem sprinklers. Neste caso, o cuidado está em posicionar a obra em um lugar seguro da água jorrada pelo equipamento, o quepode significar um agravamento do risco com perda total da obra, caso seja só um alarme falso de incêndio.  

“No caso de obras de arte, temos de orquestrar e supervisionar cada detalhe do transporte de todas as peças”, ressalta a subscritora da ESSOR. Há transportadores de arte experientes e muito já mudou no Brasil. “A Receita Federal, por exemplo, já entendeu que não se pode abrir algumas obras em razão da temperatura que precisa ser mantida para não haver danos na tela. É preciso criar um ambiente totalmente hermético para evitar a degradação”, acrescenta Ana. 

“Me sinto realizado com esta parceria com a ESSOR, que tem claro em sua estratégia a importância de criar um seguro sem retoques, colaborando com a viabilidade de projetos culturais e, assim, estimulando que a arte chegue a todos em seus diversos meios, desde uma exposição complexa como foi a dos Guerreiros de Xi´Na, em 2003, até um tour virtual como temos visto em tempos de pandemia”, comenta Márcio. “Imagina como foi difícil fazer esta exposição com centenas de peças feitas em terracota a mando de Qin Shi Huangdi, o primeiro imperador chinês, que unificou a China em 221 antes de Cristo. As peças mais antigas da exposição tinham 7 mil anos de existência”, conta.

Segundo Márcio, foi uma apólice cheia de remendos, pois os seguros disponíveis no Brasil ainda têm um clausulado do exterior mal tropicalizado, o que gera muitos conflitos e dúvidas, além de problemas na hora de acertar o pagamento de um acidente ocorrido. “Ficamos felizes que nossa empresa tenha sido convidada para desenhar com a ESSOR uma apólice que atenda às reais necessidades dos profissionais que atuam com artes, bem como saber que a subscrição será feita por uma executiva que fala a mesma linguagem do cliente, o que é algo realmente diferenciado”, afirma. 

Um outro exemplo recente foi o incêndio de grandes proporções, em Taboão da Serra, no dia 25 de março, que atingiu o galpão do grupo Alke, empresa especializada em logística, que guardava peças da Galeria Nara Roesler – um dos principais espaços de arte contemporânea do Brasil.  O fogo destruiu renomadas obras de galerias de arte de São Paulo, como a Nara Roesler, Vik Muniz e a Simões de Assis, que usavam o espaço para armazenar as peças. O que se sabe até agora é que há seguro, mas ninguém fala sobre valores. “Temos de tomar todas as medidas para não perder uma obra, pois não dá para reconstruir ou repor. É uma perda incalculável. O seguro traz um apoio financeiro importante, mas nunca substituirá a obra”, comenta a subscritora da ESSOR.

O fato, no entanto, dá mais destaque para o lançamento da ESSOR. A perda de várias obras no incêndio da Galeria Nara Roesler assustou as seguradoras que atuam no segmento. Enquanto boa parte delas reduziu os valores disponíveis para cobertura, a ESSOR estreia neste mercado com capacidade de até USD 50 milhões por apólice já aprovado em contratos de resseguro. Acima deste valor, o corretor negociará o risco de forma facultativa. “Mesmo sendo negociado caso a caso, apostamos na rapidez por já termos clausulas claras e dentro dos parâmetros exigidos pelos profissionais que atuam com obras de arte”, garante a subscritora.

A ESSOR chega ao mercado disputado por menos de 10 seguradoras no Brasil e conta com a expertise da matriz francesa, uma das mais reconhecidas neste segmento mundialmente. A apólice local é no formato “All Risks”, com cobertura para todos os riscos aos quais a obra está exposta – roubo, queda, deterioração (por chuva, luz, umidade), danos causados durante o transporte, entre outros. Em caso de o cliente enviar sua obra para alguma exposição, há a opção da cobertura “prego a prego”, que envolve todas as etapas do transporte da arte até o retorno ao local de origem. Nas exclusões, basicamente o trivial de todos os contratos: risco nuclear, asbesto e ato de autoridade pública. “O resto está tudo coberto”, garantem os executivos. O seguro da ESSOR cobre o valor declarado da obra. Sem pegadinhas sobre desvalorização da obra ou do artista. Em caso de sinistro total, se paga o valor acordado.

Artigo: A importância da contribuição entre academia e empresas no setor de seguros

Por Ed de Almeida Carlos, executivo do mercado segurador, professor universitário e Doutorando em Administração

Tive a chance de atuar por mais de 20 anos no mercado segurador no Brasil, com Previdência Privada, Seguros de Vida, Danos e Responsabilidades em diferentes canais (Bancassurance e Corretor) e perfis de operação (massificados e corporativos), tendo ainda a oportunidade de ter tido excelentes exemplos e mentores ao longo dessa trajetória profissional, que em 2019 teve uma guinada: o início do meu doutorado, visando usar a metodologia da academia, para contribuições à sociedade, como por exemplo, colaborar para que o potencial de mercado possa ser efetivamente explorado, com a pesquisa de soluções efetivas a todos os envolvidos (por exemplo, os seguros inclusivos, que ainda possuem espaço para amplo crescimento).

Durante esse período, a pandemia acabou trazendo a relevância de ter produtos, serviços e processos cada vez mais voltados ao cliente, com avanços tecnológicos e de modelos de negócio (“boom do digital”), mudando o comportamento dos profissionais e dos clientes.

Nessa linha, pude pesquisar dois temas atuais e relevantes: (1) como anda a incorporação de práticas ASG (ambientais, sociais e de governança) nas seguradoras brasileiras listadas na B3 (BB Seguridade, Caixa, IRB, Porto Seguro e Sul América) e (2) a percepção de executivos do mercado segurador brasileiro quanto à importância e disseminação de tendências tecnológicas para um bom desempenho futuro em nosso mercado.

No caso das práticas ASG, há importantes ações já em andamento no setor, tratadas em seus Relatórios de Sustentabilidade e de Relações com Investidores, como: ações de ecoeficiência (redução de consumo de energia e água, reciclagem); sociais: diversidade e igualdade de oportunidades, especialmente de gênero e de governança, como comitês, políticas, canais de denúncia. 

Há no entanto, práticas com bom espaço para serem desenvolvidas em termos ambientais, como soluções mais abrangentes para prevenção e gerenciamento de riscos ambientais e climáticos, que vêm apresentando impactos crescentes em termos de severidade e frequência; sociais: produtos e serviços inclusivos, somados a uma atuação mais efetiva e institucional do setor na promoção da inclusão financeira/social e de Governança: como duplo reporte de áreas como Compliance e Gestão de riscos e revisão constante de controles e sua efetividade.

Ainda na linha da “aceleração com a pandemia”, estudos sobre tendências tecnológicas, envolvendo tanto seguradoras tradicionais quanto insurtechs, tornaram-se mais frequentes no Brasil e no mundo. Nessa linha, foi feita a aplicação de questionário que obteve 72 respostas (executivos de seguradoras, resseguradoras, corretoras de seguros e demais prestadoras, como reguladoras de sinistros, por exemplo), chegando em algumas oportunidades que devem ser priorizadas, na opinião dos respondentes, a saber:

As maiores oportunidades de melhoria para seguradoras tradicionais, de acordo com a amostra analisada são: 

– Seguros em geral: projetos envolvendo capacidade de resposta em tempo real aos clientes e parceiros de negócios e proporcionar uma adequada experiência digital e de omnicanalidade em todas as etapas da Jornada do cliente (contratação, pós-venda, gestão de sinistros etc.), sinalizando a percepção de maior nível de relevância para projetos e ações que atuem em aspectos como responsividade, omnicanalidade e experiência do usuário.

– Seguros massificados: destaque para a tendência de capacidade de resposta em tempo real aos clientes e parceiros de negócios, reforçando a percepção de que disponibilidade é o aspecto tido como mais crítico para tal atuação.

– Seguros de grandes riscos: Priorização da experiência do usuário e oferta de soluções personalizadas, que tem bom potencial para captura de valor por parte dos envolvidos, uma vez que customização de soluções para clientes de produtos estruturados é possível a partir do uso de tecnologia (Big Data e IA, por exemplo) e da flexibilização regulatória trazida a tal mercado com a Resolução CNSP Nº 407, de 29/03/21.

Quanto às insurtechs, as priorizações sinalizadas pelos respondentes seriam: 

– Seguros em geral e massificados: informação sobre prevenção de riscos, além da proteção contratada pelos clientes, sinalizando espaço para uma atuação educativa junto ao ecossistema em geral e aos clientes em específico. 

– Seguros de grandes riscos: projetos envolvendo processos resilientes/adaptáveis às necessidades dos clientes e parceiros de negócios e informação sobre prevenção de riscos, além da proteção contratada pelos clientes.Tais resultados reforçam a percepção de que é positivo em termos mercadológicos, uma atuação educativa também em grandes riscos, com a sinalização adicional de que é possível se ter ganho potencial com a implementação de produtos, serviços e processos mais adaptáveis às necessidades do mercado.