Caixa lança seguros de acidentes pessoais para clientes até 80 anos

A CAIXA Seguridade acaba de lançar dois novos produtos de seguro para acidentes pessoais a valores acessíveis e com múltiplos benefícios. Outra novidade é a mudança na idade limite para contratação. Agora, os seguros podem ser adquiridos por pessoas de até 80 anos, enquanto antes a limitação era de 70 anos. 

O Seguro Acidentes Pessoais Apoio Família tem pagamento único de R$ 60, com vigência da cobertura de 12 meses. A contratação pode ser feita na rede de atendimento e a apólice garante a indenização para a família no caso de morte por acidente pessoal e a assistência funeral. Além disso, ao aderir, o cliente participa de sorteio mensal de R$ 60 mil. 

Já o Seguro Acidentes Pessoais Bem-estar é contratado pelo valor mensal de R$ 18,90 e permite descontos em medicamentos e consultas médicas nas clínicas credenciadas, sem limite de utilização. 

Mais completo, o Seguro Acidentes Pessoais Bem-estar traz benefícios que foram pensados para atender quem não possui plano de saúde. O seguro permite ao titular o agendamento de consultas médicas regulares na rede particular credenciada, à exceção de urgência ou odontológicas, com descontos de até 65%, sem limite de utilização, bem como preços reduzidos também para exames laboratoriais e de imagem. 

Pela assistência farmácia, o segurado pode acessar descontos de até 40% em medicamentos de referência e de até 60% em medicamentos genéricos. O benefício ainda inclui atendimento por telefone para orientação farmacêutica (esclarecimento de dúvidas sobre interações medicamentosas, reações adversas, precauções, contraindicações e armazenamento de medicamentos). 

Susep propõe manutenção de prêmio zero para o seguro DPVAT em 2022

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A Susep aprovou, no dia 25/11/2021, a manutenção da não cobrança de prêmio do seguro DPVAT para o ano de 2022. A proposta será encaminhada ao Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), que deverá fazer reunião antes do fim do ano sobre o assunto. A reunião ainda não tem data marcada. 

A manutenção da não cobrança de prêmio se baseia no fato de haver excedente de recursos na operação DPVAT suficiente para arcar com a cobertura do seguro no ano de 2022. O excedente verificado foi formado com os prêmios pagos pelos próprios proprietários de veículos ao longo dos anos. 

O CNSP tem efetuado reduções anuais sistemáticas no valor do prêmio como forma de retornar, para os proprietários de veículos, estes recursos excedentes, já tendo, inclusive, estabelecido valor igual a zero, para todas as categorias tarifárias, para o ano de 2021. Tal decisão promove a devolução à sociedade dos excedentes acumulados ao longo dos anos, devolvendo-os para a sociedade. Sem nova arrecadação, a tendência é que esses recursos sejam consumidos com o pagamento das indenizações por acidentes de trânsito ao longo do tempo. 

Artigo: Sobre a importância da Economia dos Seguros

por Marcio Serôa de Araujo Coriolano, economista e Presidente da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras

Por sua dimensão e relevância na vida do Brasil, o setor segurador brasileiro, nele incluídos o seguro, a previdência complementar aberta, a capitalização e a saúde suplementar, tem exigido avanço consistente do Direito do Seguro. Considero de suma importância a discussão dos temas desse campo do conhecimento tão rico em sua dimensão teórica e tão importante para nossa atividade. Peço licença para, como economista que sou por formação, abordar e comemorar a progressiva incorporação dos fundamentos e avanços teóricos e metodológicos da Economia dos Seguros ao Direito Securitário. 

Essa mescla de especialidades tem servido para o melhor entendimento e superação da judicialização que ainda impacta fortemente o mercado de seguros, a começar por extinguir o mito que atribui a judicialização exclusivamente a falhas regulatórias. Felizmente, hoje cresce o entendimento de que é exatamente o contrário: quanto mais se regula, quanto mais se desce a minúcias em cada parágrafo de um contrato, mais se estimula a busca por brechas. Derivada dessa primeira interpretação equivocada, vem um segundo mito: a existência de “letras miúdas” nos contratos que impedem a compreensão do conteúdo pelo consumidor. Em uma inequívoca demonstração da inutilidade do excesso de regulação, essa avaliação continua a guiar a opinião pública sobre a transparência dos contratos, embora desde 2009 vigore instrução normativa (1) que determina até a fonte e o tamanho da letra a ser utilizada em tais contratos – Times New Roman 12 – utilizada pela maior parte dos veículos impressos de comunicação. A inteligência do consumidor é subestimada a ponto de levar a ANS a editar o “Guia de Leitura Contratual”, de motivação autoexplicativa, igualmente editado em Times New Roman 12.  

Sem querer correr – e já correndo – o risco de cair no extremo oposto, considero que toda regulação governamental deveria inspirar-se na Constituição dos Estados Unidos da América, que tem sete artigos e recebeu apenas 26 emendas ao longo dos últimos dois séculos. Esclareço, portanto, que meu objetivo neste artigo não é negar o avanço que representou a passagem de uma lógica regulatória totalmente prescritiva para a atual, mais preocupada com princípios. Essa sempre foi uma reivindicação das seguradoras, que têm, atualmente, uma flexibilidade inédita na criação e comercialização de produtos – exceção feita à saúde suplementar, que será abordada adiante. 

O ponto é que, em seu conjunto, os avanços recentes feitos pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) não deverão ter maior impacto sobre a receita anual do setor, hoje equivalente a 6,7% do PIB (ou 3,7%, excluindo-se a Saúde Suplementar). E isso não acontece porque a população brasileira não tenha a cultura do seguro. A ausência dessa cultura tornou-se uma lenda – mais uma! –, como demonstram os números. Em plena pandemia da Covid-19, o setor confirmou a tendência de crescimento acima do Produto Interno Bruto (PIB) per capita. Até agosto de 2021, os seguros patrimoniais apresentaram crescimento de 17,2% sobre o mesmo período do ano anterior e, dentre eles, os residenciais responderam por aumento de 16%. O seguro prestamista, que garante a quem perde o emprego a possibilidade de honrar seus compromissos elencados em contrato, registrou aumento de 14,7%. Ou seja, não se trata de uma população que não entende a importância do seguro, mas de uma população que não tem acesso a esse importante mecanismo de proteção social. 

Os números falam por si. De 2011 a 2020, a economia brasileira praticamente ficou estagnada, com crescimento residual de 0,3%. Em 2020, o consumo das famílias despencou 5,5% em relação a 2019, e este ano caiu mais 1,7% no primeiro trimestre. 73% dos brasileiros ganham até dois salários-mínimos. É esse o pano de fundo, e é preciso ouvir o que pensa, quer e pode esse consumidor. Dois exemplos objetivos, que explicito a seguir, explicam o problema que considero mais importante: o microsseguro, voltado para o atendimento às camadas mais vulneráveis da população, e o seguro-saúde. 

O microsseguro é uma salvaguarda para o patrimônio das pessoas com renda menor e pode reduzir o impacto negativo dos imprevistos financeiros em suas vidas. É, também, um produto que tem vocação para complementar os programas de proteção social do Estado. No entanto, embora reconhecendo os avanços do marco regulatório dos microsseguros editado em agosto deste ano, e tendo por óbvio que ainda é cedo para avaliar seu impacto, volto a bater em uma tecla importante: é preciso promover mudanças na distribuição e nos custos de transação da oferta de tais produtos. A redução desses custos é a chave para atender a quem mais necessita, fazendo o produto chegar a quem mais precisa.

O acesso é também o grande desafio para a saúde suplementar, segmento que enfrenta ainda uma regulamentação pesada e antiga. É preciso uma discussão que não se limite ao formalismo do marco legal, mas que vá ao encontro do que a população diga necessitar. Precisamos facilitar a vida das pessoas, inclusive incrementar a transparência dos resultados das linhas do cuidado assistencial e o acesso à tecnologia digital.

Acompanhei de perto as discussões que resultaram na Lei nº 9.656, de 1998. Passaram-se 23 anos e continuamos às voltas com as mesmas questões. As falhas regulatórias são as mesmas, as falhas de compreensão também. Não se pode esquecer que o setor privado de saúde nunca vai abranger a população inteira. Para isso, existe o SUS. Mas o sistema privado precisa abrir acesso, ser mais inclusivo, para que ele possa atender melhor as pessoas e incluir o maior contingente possível da população. 

 Para contribuir nesse debate, listo aqui três pontos que, a meu ver, devem ser prioritários na estratégia de aumentar a abrangência da saúde suplementar. 

  1. Racionalidade da incorporação tecnológica: é preciso haver um sistema de avaliação independente de custo-benefício da introdução de procedimentos, medicamentos, equipamentos, tecnologias. Repetindo, somos uma sociedade pobre. Dar acesso a mais gente exige racionalização e redução de custos. 
  2. Prioridade para a atenção primária: é preciso reduzir o uso das tecnologias caras para garantir o básico a mais gente. 
  3. Revisão do modelo de remuneração dos serviços médicos: o setor é intensivo em capital, em tecnologia, e remunera por quantidade, em vez de qualidade e cada vez mais isso drena recursos para uma medicina mais sofisticada, tirando espaço da atenção primária de saúde. 

Estamos vivendo a promessa de uma revolução no sistema de seguros. O open insurance, que a exemplo do que começa a ocorrer no open finance, promete facilitar as transações entre partes para dar maior poder de escolha às pessoas.  É aí que entra um tema inescapável: a subsegmentação – ou modulação de coberturas. Lembremos que a citada Lei nº 9.656 foi automaticamente modificada por Medida Provisória, assemelhada aos Decretos-Leis do período pré-democratização. O tema então havia saído da Câmara em 1998, com um texto que obrigava as empresas a oferecer o plano completo, com consultas, exames e internação, porém podiam ter em carteira outros produtos. Ou seja, o consumidor podia optar. O resultado final, que incorporou 44 edições da Medida Provisória, fez com que o assunto resultasse em um modelo engessado que vigora até hoje.

Teoricamente (mais um mito), só podem existir cinco tipos de plano: planos referência (os completos), ambulatorial, hospitalar com ou sem obstetrícia e odontológico. As regras atuais permitem apenas fazer combinações entre as segmentações assistenciais disponíveis e, ainda assim, na prática, existem apenas os planos referência e os odontológicos. Com a subsegmentação, seria possível oferecer produtos adequados às necessidades e às capacidades de pagamento de cada indivíduo ou empresa.

Com a chance de nova formatação nas coberturas, poderiam ser ofertados produtos verdadeiramente ambulatoriais, que cobririam consultas e exames simples, assim como opções específicas para terapias, produtos odontológicos e hospitalares – para os quais, é bom registrar, fica preservada a mesma cobertura prevista no atual arcabouço regulatório e legal. A cobertura de urgências e emergências, assim como a de exames e terapias complexas, deve estar vinculada exclusivamente aos produtos hospitalares, sob pena de inviabilizar os ambulatoriais, como ocorre atualmente. 

Precisa ser considerada também a alternativa de o conjunto de procedimentos e eventos em saúde cobertos pelos planos poder variar conforme a região. É importante que as operadoras possam modular o que é ofertado, a fim de adequar disponibilidades e preços regionalmente. Isso permitiria maior quantidade de opções de produtos oferecidos. Um maior grau de liberdade certamente produzirá melhores resultados para todos, dentro de uma estratégia mais vantajosa para o consumidor: quanto mais escolhas, mais condições haverá para viabilizar a cobertura de saúde que se adapte a suas necessidades diante de suas possibilidades orçamentárias.

Para viabilizar a flexibilização, os contratos deverão ser ainda mais claros, explicitando os procedimentos cobertos e excluídos. Também deverão se consolidar práticas como a coparticipação, que faz o consumidor ter conhecimento e arcar com parte do custo de cada procedimento. São mudanças que certamente contribuirão para o avanço da medicina privada no Brasil, beneficiando mais consumidores e contribuindo para desafogar o sistema público de saúde. 

Como contraponto, e para lembrar o potencial desse mercado, gostaria de lembrar como a saúde privada brasileira avançou nesse período. De 2007 a 2020, a arrecadação da saúde privada cresceu 4,5 vezes. Estamos falando de uma taxa superior a 10% ao ano. O PIB cresceu 70%, ou uma taxa anual de 1,3%. Isso quer dizer que o volume de consultas, exames, terapias, internações, atendimentos, medicamentos, equipamentos, tecnologias cresceu naquela fantástica proporção. Houve então um extraordinário avanço no cuidado da saúde das pessoas. E não foi só em volume. Foi em qualidade também. Isso está investido em infraestrutura médica, tecnologia, cuidado, pessoal. A medicina brasileira não tem nada a dever à praticada no resto do mundo, inclusive a dos países mais desenvolvidos. Os hospitais e laboratórios privados, que estão nesses números de crescimento, clínicas de diagnóstico, profissionais de saúde, toda essa imensa engrenagem é remunerada com o dinheiro das pessoas que contratam planos e seguros de saúde. 

Do mesmo modo, o desempenho recente dos microsseguros mostra enorme potencial desse segmento. Ainda que com todas as limitações, entre 2016 e 2020, os prêmios dos produtos classificados nos ramos de microsseguros no Brasil cresceram mais de 55%, passando de R$ 228,4 milhões para R$ 355,4 milhões nesse período, avanço quase duas vezes superior ao observado para o segmento de Danos e Responsabilidades, que cresceu 29%. No mesmo período, o número de seguradoras que emitiram prêmios de microsseguros, passou de 17 para 24, em 2020. Outro sinal importante é que outros produtos, que não estão classificados formalmente como microsseguros, vêm ganhando apelo junto às populações com renda mais baixa, como o residencial, que entre 2016 e 2020, cresceu 35%. 

Estas considerações são mais uma contribuição do setor de seguros à inclusão de mais brasileiros ao fundamental sistema de proteção contra riscos. Lembramos que, com ativos financeiros da ordem de R$ 1,3 trilhão, o equivalente a 23,5% da dívida pública brasileira, o setor é parceiro estratégico do poder público em áreas nevrálgicas como a infraestrutura. Lembramos também, no entanto, que investimentos privados demandam ambiente de segurança jurídica e previsibilidade, regido por marcos regulatórios atualizados. A CNseg reconhece as dificuldades atravessadas pelo Brasil, lembrando que, nas últimas décadas, redemocratizamos o País, derrotamos a hiperinflação, resistimos a grandes terremotos financeiros internacionais, fizemos as reformas trabalhista e da previdência e avançamos na regulação de serviços essenciais, como energia, telefonia e saneamento. Neste final de 2021, queremos reafirmar a confiança em nosso País. 

Artigo: Fatos Relevantes sobre a Habilitação dos Corretores de Seguros

por Maria Helena Monteiro, diretora de Ensino Técnico da Escola de Negócios e Seguros (ENS)

Há 50 anos, os mercados segurador e da corretagem de seguros tiveram a coragem de fundar a Escola de Negócios e Seguros (ENS). Ao longo desse tempo, a ENS capacitou milhares de profissionais para a indústria brasileira de seguros, por meio de programas educacionais de excelência e inovadores. Assim, adquiriu credibilidade e se consolidou como a mais respeitada instituição de ensino voltada para a qualificação profissional em seguros e áreas afins.

Desde o início, a Escola teve como uma de suas principais atribuições a habilitação técnico-acadêmica dos corretores de seguros, missão cumprida com rara e exemplar competência. Em cinco décadas, foram mais de 100 mil corretores de seguros formados.

No começo de 2021, uma nova entidade foi autorizada a habilitar corretores de seguros no Brasil. A concorrência é salutar e faz parte do jogo de mercado. Novos entrantes sempre serão bem-vindos, desde que respeitem a história das empresas e entidades que ajudaram a construir a solidez e a reputação do mercado nacional de seguros, um setor forte e moderno, à altura dos players internacionais.

Essa nova instituição que atua na habilitação dos corretores baseia sua comunicação no fato de que veio para trazer inovação ao mercado, mas, na verdade, sabemos que é a ENS que vem inovando há 50 anos! A pandemia demonstrou isso de forma clara, quando fomos capazes de construir a primeira e única Sala do Futuro da América Latina, na nossa representação em São Paulo (SP). Além disso, firmamos parcerias inéditas com instituições de renome de Portugal, Inglaterra e Israel, para realização de treinamentos internacionais sobre Inovação, ratificando nossa posição de vanguarda.

Também em meio à pandemia, migramos todos os nossos cursos para o modo remoto, sem sequer uma hora de aula perdida, e com avaliações monitoradas por Inteligência Artificial, mantendo a máxima integridade do sistema de provas.

Isso além do material didático totalmente desenvolvido para o ensino a distância, com inúmeros recursos de aprendizagem e fixação de conceitos.

Não existe material didático pronto no Curso para Habilitação de Corretores de Seguros (CHCS). Todos os anos, a ENS investe muito na criação de novos materiais e na atualização dos existentes, para que os alunos sempre tenham acesso a informação relevante e de qualidade para o exercício da profissão – nosso material didático é completo e de fácil entendimento. Não raro, nossas apostilas são impressas e viram bíblias acompanhando nossos alunos carreira afora.

Somente em 2021, o CHCS somou mais de 11 mil horas-aula on-line ao vivo, ministradas por um corpo docente composto por mais de 1.000 professores, de todo o ecossistema do mercado: seguradoras, resseguradoras, corretoras, escritórios de advocacia especializados, prestadoras de serviços, insurtechs, entre outras.

Sempre tivemos a preocupação de formar perfis empreendedores. Para isso, além das disciplinas de empreendedorismo durante o curso, promovemos as Oficinas dos Corretores de Seguros e as Feiras de Empreendedorismo, que buscam facilitar o início de carreiras autônomas e exitosas. Nesses eventos contamos com o apoio das grandes seguradoras, das grandes corretoras de seguros, das prestadoras de serviços e, mais recentemente, das insurtechs e demais empresas que militam no vasto universo da inovação, hoje fundamental para os corretores que iniciam carreira.

Para atender a um consumidor cada vez mais exigente e bem informado, o corretor de seguros vem, ao longo dos anos, aprimorando a sua abordagem ao cliente e passando a adotar uma postura voltada para a venda consultiva. Então, além do conhecimento técnico de excelência que a ENS transmite, passamos a moldar o perfil dos nossos alunos para atender a essa nova realidade, transformando-os em verdadeiros consultores de gestão de riscos com conhecimento em vários segmentos. Uma prova disso é que, em 2019, lançamos o curso para formação de AAIs (Agentes Autônomos de Investimentos), que abriu ainda mais o leque de atuação do corretor.

Vale ressaltar que a profissão de corretor de seguros é uma das mais inclusivas que existem. Antes da pandemia, com a predominância dos cursos presenciais, a ENS conseguia atender no máximo 60 municípios em todo o Brasil. Depois que o programa passou a ser ministrado de forma totalmente online, passamos a atender mais de 1.000 municípios, com alunos espalhados por todo o País.

A participação das mulheres no curso também merece ser destacada, já que é cada vez maior o número de alunas nessa profissão que possibilita bastante flexibilidade de horário. Desde 2001, as mulheres são maioria no setor de seguros. Dentro da sua filosofia de entender cada vez melhor o segmento em que opera, a ENS conduzirá, em 2022, o 4º Estudo das Mulheres no Mercado de Seguros. Esses trabalhos têm demonstrado como a presença feminina tem evoluído não só numericamente, mas, também, entre os cargos de gestão.

Os mais de 100 mil corretores de seguros formados pela ENS nos últimos 50 anos são a prova viva de que a tradição e a inovação convivem com estilo para produzir profissionais completos. E assim seguiremos, sempre buscando inovar em todos os programas educacionais que disponibilizarmos ao mercado, em especial, nos programas de formação de corretores de seguros.

AIG Brasil anuncia Thomas Batt como presidente

A AIG Brasil anunciou hoje (2/12) a contratação de Thomas Batt para assumir a presidência da seguradora no país, sujeito às aprovações necessárias perante os órgãos competentes. 

Thomas é um profissional com destacada atuação no mercado segurador do Brasil e da América Latina. Recentemente ocupava a posição de CEO na SURA Brasil. Antes disso, foi CEO da RSA Brasil, onde também ocupou as posições de Diretor de Operações, Diretor Comercial na Filial Rio de Janeiro, além de posições regionais de Diretor de Riscos e de Operações. Thomas iniciou sua carreira na Johnson Higgins/Marsh, onde exerceu diversas funções locais e internacionais. 

“A vasta experiência de Thomas em desenvolvimento de produtos e canais de distribuição, somados ao seu profundo conhecimento dos canais tradicionais e affinity, seu foco em pessoas, inovação e perfil de liderança fazem dele a pessoa ideal para conduzir a AIG Brasil neste momento”, disse Paride Della Rosa, CEO da Região América Latina da AIG. “Estou muito entusiasmado em me juntar ao time da AIG neste momento importante do mercado segurador. Estou animado para trabalhar com Paride e com o excelente time da companhia, contribuindo para atender aos clientes e parceiros de negócios, ao mesmo tempo em que continuaremos a desenvolver os negócios da AIG no país e na região”, afirma Batt. 

Edson Souza, que ocupava a posição de CEO Interino da AIG Brasil desde agosto passado, conduzirá o processo de transição até que a nomeação de Thomas seja aprovada pelo órgão regulador e retomará sua função de Diretor de Produtos, onde sua experiência continua sendo fundamental não apenas para continuar apoiando o Comitê Executivo da AIG Brasil, mas também para outras iniciativas estratégicas em desenvolvimento na região LAC. 

Sabemi antecipa recursos do saque-aniversário do FGTS

Sabemi Seguros

Fonte: Sabemi

Um novo produto passou a fazer parte da carteira de crédito da Sabemi neste final de ano – e conta com diferenciais como facilidade de acesso, juro reduzido e opção até mesmo para quem estiver com o nome negativado. O FGTS de Aniversário Sabemi é uma modalidade de empréstimo que tem o FGTS como garantia, permitindo que os trabalhadores acessem o recurso sem comprometer seu orçamento mensal e assim realizar algum sonho de final de ano. 

Neste período do ano, quem não está planejando um compra especial, um presente ou pensando em viajar? Da mesma forma, boa parte da população precisa de recursos extras para quitar contas atrasadas, pagar o IPTU ou começar a planejar o próximo ano letivo dos filhos, com rematrículas e materiais escolares pesando no bolso nos primeiros meses de 2022. Esses são alguns sonhos e planos que podem ser viabilizados com os valores que os trabalhadores têm disponível no FGTS mas não podem sacar imediatamente. 

“É uma oportunidade de apresentar a nossa marca a um público maior e dar início ao relacionamento com novos clientes, que buscam recursos liberados rapidamente para realizar um projeto, quitar contas ou fazer uma viagem, por exemplo, sem a necessidade de desembolso imediato” explica Rodrigo Severo, diretor comercial. 

O FGTS de Aniversário Sabemi é exclusivo para quem atua em regime CLT e é optante do saque-aniversário – o que pode ser feito pelos trabalhadores a qualquer momento, em caso de interesse, por meio do APP Meu FGTS. O produto tem taxas menores que as tradicionalmente praticadas no empréstimo pessoal e não compromete o crédito do cliente, que pode acessar o serviço mesmo negativado. 

“Por ter um juro reduzido, é uma fonte de crédito que pode ser usada para pagar outras dívidas com custo elevado, como em outras operações de crédito convencionais”, ressalta Severo. 

Pelo aplicativo Meu FGTS o tomador do crédito autoriza a consulta do seu saldo do FGTS e tem como saber qual o valor disponível para saque. A Sabemi antecipa, em até 24horas, cinco parcelas para que o consumidor possa equilibrar suas contas. Esta operação é formalizada pelo aplicativo Sabemi Digital, garantindo a melhor experiência, agilidade e segurança. 

Enquanto a maior parte dos bancos trabalha apenas com correntistas e associados, o FGTS de Aniversário Sabemi pode ser solicitado por qualquer pessoa com saldo disponível no FGTS, estando ativo ou inativo, independentemente da relação com a Sabemi. O pagamento do empréstimo é realizado nos mesmos períodos do saque-aniversário, automaticamente, uma vez por ano. O crédito é realizado na conta corrente do titular do tomador, no ato da formalização do contrato. 

Ciclic e Broto firmam parceria para levar serviço de saúde a produtores rurais

BB Seguros Ciclic Broto

A Ciclic, empresa digital de seguros e serviços da BB Seguros, firmou parceria com o Broto, plataforma de negócios que atua para facilitar o acesso do produtor rural a soluções em prol do desenvolvimento da lavoura, aumento da produtividade e gestão de riscos. 

Com a iniciativa, as empresas vão oferecer o serviço Saúde Protegida, de telemedicina 24h e agendamento de consultas médicas à distância, com condições especiais para esse público. A solução contempla desconto em medicamentos, orientação nutricional e agendamento com especialidades como Clínica Médica, Cardiologia, Psiquiatria, Endocrinologia, Nutrição e Psicologia. 

“Sabemos que a distribuição de médicos pela população nas áreas mais isoladas não é a mesma que em grandes centros urbanos. Pelos meios digitais, conseguimos maior capilaridade, levando atendimento aos produtores, com valor bem acessível. Temos previsão de outras novidades, para atender empreendedores do campo”, destaca a COO, Bruna Melo. 

Segundo o estudo Demografia Médica no Brasil 2020, a disponibilidade de profissionais de saúde é extremamente desigual ao comparar as capitais, que contam com 5,65 médicos distribuídos por mil habitantes, e as cidades do interior, que possuem taxa bem inferior, de 1,49. Nesse cenário, a telemedicina se consolida como uma solução. Criado em junho de 2020, o Saúde Protegida da Ciclic, com cobertura nacional, realizou, em seu primeiro ano no mercado, mais de 2,7 milhões de teleconsultas. 

“A parceria com a Ciclic é estratégica e muito especial para o Broto. Para gerir a fazenda com energia e plena dedicação, o produtor precisa estar com a saúde em dia e ter a tranquilidade de saber que a sua família também está sendo cuidada. Nesse sentido, o acesso a um serviço de saúde de qualidade, com a comodidade das teleconsultas, tem impacto direto no sucesso do empreendimento rural”, destaca Rogério Idino, presidente da Brasilseg, uma empresa BB Seguros. 

Com o propósito de disponibilizar no ambiente digital tudo o que o produtor rural precisa para crescer de forma segura e sustentável, o Broto atua hoje em quatro grandes frentes: loja virtual com mais de 1.700 produtos e serviços, acesso facilitado às linhas de crédito do BB e às proteções da BB Seguros, disseminação de conhecimento (cursos, artigos, boletins sonoros, relatórios e lives) e feiras virtuais periódicas, com ofertas exclusivas. Em breve, o ecossistema digital também fará recomendações personalizadas aos produtores com base em inteligência de dados. 

95% das seguradoras acreditam que mudança climática é um risco de investimento

blackrock estudo seguros

De acordo com um novo estudo da BlackRock, os principais executivos das seguradoras em todo o mundo estão cada vez mais preocupados com as implicações do risco climático. Especificamente, 95% dos gestores pesquisados ​​confirmam que as implicações do risco climático terão impacto significativo na construção de carteiras nos próximos dois anos. As conclusões surgem após um ano de desastres naturais sem precedentes e refletem a perspectiva de um setor que está diretamente exposto aos riscos físicos impostos pelas mudanças climáticas.

A BlackRock consultou 362 gerentes seniores de seguradoras em 26 mercados sobre suas intenções de investimento para o próximo ano. No total, as empresas participantes representam US$ 27 trilhões em ativos de investimento. O impacto crescente da sustentabilidade, a necessidade de diversificar as carteiras em classes de ativos de alto desempenho e o impulso para a digitalização de negócios são os temas dominantes para as seguradoras neste ano, de acordo com o estudo obtido pelo blog Sonho Seguro.

Charles Hatami, Chefe Global do Grupo Consultivo de Instituições Financeiras e Mercados Financeiros da BlackRock, comentou sobre os resultados: “Uma grande maioria das seguradoras vê o risco climático como risco de investimento e está posicionando seus portfólios para mitigar riscos e capitalizar sobre os riscos. Oportunidades transformacionais apresentado pela transição para uma economia de emissões líquidas zero. A atenção cada vez maior das seguradoras à sustentabilidade deve ser um alerta para a indústria de investimentos.”

Acelerando a ênfase na sustentabilidade

O investimento sustentável continuou a crescer em importância entre as seguradoras globais, refletindo a mudança de longo alcance em direção ao investimento sustentável. Metade dos entrevistados no estudo indicou que a razão para realocar os ativos existentes para investimentos sustentáveis ​​é a capacidade desses investimentos de gerar um melhor retorno ajustado ao risco.

Embora o risco geopolítico continue a ser a principal preocupação das seguradoras, o risco ambiental agora é visto como uma séria ameaça à estratégia de investimento da sua empresa, com mais de um em cada três entrevistados citando-o como um potencial obstáculo.

Os resultados também destacam que as seguradoras continuam a integrar a sustentabilidade em seus processos e estratégias de investimento: quase metade dos entrevistados confirmou que recusou uma oportunidade de investimento nos últimos 12 meses devido a questões ESG.

Aumento do apetite por risco e diversificação em ativos não essenciais

Outra tendência dominante identificada no estudo da BlackRock é a necessidade de diversificar para ativos de maior rendimento, já que 60% das seguradoras esperam aumentar sua exposição ao risco de investimento nos próximos dois anos. Isso representa o nível mais alto desde que a BlackRock começou a monitorar essas informações em 2015. No entanto, esse aumento parece ser desnecessário, já que o atual regime de baixa taxa de juros continua a pressionar as seguradoras a considerarem investimentos em alternativas e ativos.

Uma área em particular onde as alocações estão mudando é nos mercados privados, dada sua diversificação e potencial para retornos superiores. Em 2023, as seguradoras acreditam que suas alocações medianas para mercados privados chegarão a 14% de sua carteira total (de ~ 11% hoje), e nenhuma seguradora espera ter uma alocação estratégica para mercados privados de menos de 5%.

No entanto, à medida que as seguradoras aumentam seu apetite pelo risco, a liquidez continua sendo uma prioridade fundamental. Consequentemente, 41% das seguradoras planejam aumentar suas alocações de caixa no próximo ano. Os ETFs também são vistos como uma ferramenta eficaz para gerenciar a liquidez e melhorar o desempenho, e 87% dos entrevistados preveem que a gestão da liquidez pode ser um fator-chave para aumentar a alocação aos ETFs nos próximos 1-2 anos.

Aceleração do investimento em tecnologia

Acelerar a transformação digital também é uma prioridade para as seguradoras, em grande parte impulsionada pelo impacto da pandemia. Quase dois terços das seguradoras planejam aumentar os gastos com tecnologia nos próximos dois anos.

Em particular, o setor está avançando em direção aos recursos de gerenciamento integrado de ativos e passivos (ALM) devido ao cenário competitivo, à complexidade regulatória e ao ambiente econômico. Nos próximos dois anos, 56% dos entrevistados planejam se concentrar na integração do gerenciamento de ativos e passivos e 45% priorizam o gerenciamento de riscos de múltiplos ativos. Isso se deve ao impulso para a diversificação de investimentos, especialmente em mercados privados, que destacou a necessidade de uma solução de tecnologia única com uma visão global do portfólio em todo o espectro de classes de ativos.

A digitalização também está desempenhando um papel importante para atingir as metas de emissões líquidas zero: 41% dos entrevistados confirmaram que buscam aumentar o investimento em tecnologia que integre risco climático e métricas, um sinal claro de que a análise para investimentos “prontos para a transição” é uma prioridade para as seguradoras nos próximos anos.

Anna Khazen, responsable del Grupo de Instituciones Financieras de BlackRock para la región de EMEA, añadió: “En la década transcurrida desde que lanzamos nuestro Informe mundial sobre seguros, se ha producido una transformación en todo el sector en cuanto a la forma en que la tecnología, la sostenibilidad y las complejidades normativas influyen conjuntamente en las prioridades de inversión de las aseguradoras. Una visión completa y transparente del riesgo dinámico de la cartera, en particular del riesgo asociado al cambio climático, no es sólo una ventaja competitiva para las aseguradoras: é uma necessidade.”

Betterfly segue expansão pela América Latina em parceria com Chubb Seguros

Fonte: Chubb

A Betterfly, plataforma que integra soluções de bem-estar, seguro e impacto social, segue acelerada em seu plano de expansão internacional. Depois de começar o processo pelo Brasil, em setembro, a insurtech anuncia o início de suas operações em quatro novos mercados na América Latina – México, Colômbia, Equador e Argentina. Nesses países e no Chile, onde nasceu, a Betterfly escolheu a Chubb, maior seguradora de propriedade e responsabilidade civil de capital aberto do mundo, como sua provedora preferencial de seguros.

A integração do seguro digital da Chubb no ecossistema Betterfly usa os recursos de integração da plataforma global de distribuição de produtos digitais, Chubb Studio.

A maioria das pessoas na América Latina não possui cobertura de seguro de vida. De acordo com o estudo do Instituto Swiss Re, publicado em outubro de 2020, a região tinha uma lacuna de proteção de mortalidade total estimada em US$ 14 trilhõesi . A Betterfly, de forma inédita, vem tornando mais fácil e acessível para organizações e indivíduos na América Latina obter a cobertura de seguro, oferecendo às empresas uma assinatura de benefícios totalmente digital e que dá a cada colaborador um seguro de vida dinâmico, que cresce a partir da prática de hábitos saudáveis em sua rotina diária. A plataforma da Betterfly é um ecossistema que permite ao usuário não só melhorar sua qualidade de vida, mas também criar impacto social em escala.

“Anunciamos a parceria com a Chubb com muita alegria em poder, com o trabalho em conjunto, levar nosso Efeito Betterfly a todos os cantos da América Latina. Esta aliança combina a experiência global da Chubb em gestão de risco, análise de dados e excelente atenção a sinistros com nosso conhecimento sobre o comportamento do cliente baseado em inteligência artificial. Esta parceria é um grande passo para escalar nossa plataforma em toda a região e nossa visão de proteger o futuro de 100 milhões de pessoas até 2025”, disse Eduardo della Maggiora, fundador e CEO da Betterfly, em nota enviada ao Sonho Seguro.

“Estamos entusiasmados com o início desta nova parceria digital. A plataforma de bem-estar da Betterfly impactará positivamente a experiência dos nossos clientes, tornando os benefícios dos seguros mais tangíveis”, disse Marcos Gunn, vice-presidente sênior do Grupo Chubb e presidente regional para a América Latina. “Tenho o prazer de unir esforços com a Betterfly por uma América Latina mais saudável, e cada vez mais consciente da necessidade de proteger as pessoas, as famílias e as empresas”, concluiu.

 Efeito Betterfly 

Através de aplicações sincronizadas, como Google Fit, Apple Health e Stava, a plataforma rastreia e recompensa as atividades e os bons hábitos diários dos usuários, como caminhar, fazer exercícios, dormir bem e meditar, com “BetterCoins”, moeda virtual que pode ser trocada por doações a causas sociais, recursos para melhorar seu estilo de vida e coberturas de seguro que crescem diariamente. Há a opção de aumentar a cobertura ou estendê-la a outros membros da família com o “seguro de um clique” na Betterfly Store, um mercado inteligente que oferece produtos de seguros personalizados. Além disso, assim como em um jogo, os usuários podem avançar para o próximo nível, enfrentar desafios ao lado de seus colegas e competir nas tabelas de classificação da sua empresa.

Produto diferenciado

“Estamos reimaginando os produtos e a forma de distribuição no mercado global de seguros, com um modelo exclusivo de seguro B2B2C, que integra bem-estar, seguro e impacto social, uma solução completa de prevenção, proteção e propósito”, disse della Maggiora. “Por meio da mecânica de jogos e da ciência comportamental, somos pioneiros em uma nova forma de oferecer proteção financeira para todos, capacitando as pessoas a ajudar outras pessoas e a cuidar de seu próprio bem-estar físico, mental e financeiro”, concluiu.

As fortalezas digitais e tecnológicas da Chubb fornecem uma experiência ‘seamless’ aos nossos parceiros e clientes globais. Esses recursos não são usados apenas na América Latina com parceiros como a Betterfly, mas também em outras regiões do mundo, incluindo Ásia e Europa. Especificamente, a plataforma Chubb Studio permite que os parceiros de negócios adicionem seguro facilmente aos seus ecossistemas digitais, com grande velocidade de lançamento no mercado. Além disso, oferece uma plataforma segura e escalável com várias APIs para simplificar o processo de integração de produtos e serviços de seguros a qualquer plataforma de comércio eletrônico. Além disso, os parceiros de negócios podem oferecer a seus clientes a capacidade de fazer reclamações de forma 100% digital.

Claro faz parceria com Liberty e expande oferta de seguro de celular para clientes pré-pagos

Beatriz Protasio

Fonte: Claro

A Claro e a sua parceira Liberty Seguros estão expandindo a oferta de contratação do seguro Proteção Móvel para a base de clientes pré-pagos da operadora. A partir de agora, por valores a partir de R﹩ 2,99 por semana, os clientes do Prezão da Claro que possuírem celulares de valor superior a R﹩ 300 poderão aderir ao seguro Proteção Móvel para protegerr seus aparelhos em caso de roubo ou furto qualificado pela destruição ou rompimento de obstáculo. 

“O cliente pré-pago da Claro já possui a internet móvel mais rápida do Brasil e serviços financeiros digitais, como o SOS Recarga, adiantamento de crédito recarga, e o Claro pay, conta digital gratuita com vantagens, como recarga e bônus nos pacotes Prezão semanal e mensal em dobro. Agora ampliamos estes serviços com o Proteção Móvel, seguro de celular com cobertura, franquia e preço aderentes aos aparelhos utilizados pelos clientes pré-pagos, para lhes dar a tranquilidade de sempre estarem conectados”, diz Maurício Santos, Diretor Executivo de Serviços Financeiros da Claro, em nota enviada ao Sonho Seguro.

“Os aparelhos móveis hoje têm um papel indispensável no dia a dia das pessoas e, com um seguro, clientes da Claro podem aproveitar todos os momentos sem se preocupar com roubos e furtos qualificados dos celulares. Com o novo Proteção Móvel para clientes pré-pagos, a Liberty Seguros garante essa proteção e reforça o compromisso de oferecer as melhores soluções para atender os consumidores”, afirma Beatriz Protasio, Country Manager da Divisão de Riscos Especiais da Liberty Seguros. 

Ao contratar o seguro Proteção Móvel, os clientes da Claro são poupados de pagar o preço total para substituir seu celular em caso de roubo ou furto qualificado pela destruição ou rompimento de obstáculo. Pagam uma franquia com base no valor do aparelho, sendo que para aparelhos acima de R﹩ 1.000,00 a franquia será de, no máximo, R﹩ 200. Assim que o sinistro for aprovado e a franquia paga, o cliente receberá um aparelho de reposição que será enviado de forma rápida e conveniente para a sua casa.