SulAmérica apresenta shows finais do eFestival 2021

Os vencedores do eFestival 2021, nas categorias Canção e Instrumental, se apresentam em dois shows inéditos amanhã (11/12) e domingo (12/12). As apresentações dos novos talentos da música serão transmitidas pelo YouTube e Facebook do projeto, além da Claro TV (canal 500) e BIS, e terão a participação dos Titãs, Carlinhos Brown, Clara Buarque e Orquestra Sinfônica de Heliópolis. 

“Há 20 anos esse festival tão importante revela grandes artistas da nossa música. Vote para conhecer os finalistas e escolher o seu favorito. Quando você dá essa força, você impulsiona a carreira desses artistas. E tudo isso só é possível porque a SulAmérica valoriza a nossa cultura e entende que a música é um ingrediente importante para a saúde física, emocional e financeira de todos, movimentando pessoas e gerando milhares de empregos diretos e indiretos”, avalia Tony Bellotto, vocalista dos Titãs. 

Um dos talentos revelados, desta edição, no maior festival de música digital brasileira é o carioca John Bianchi que foi avisado por amigos sobre as inscrições para o eFestival 2021 e resolveu participar, sem acreditar que pudesse chegar à final. O cantor venceu o eFestival Canção 2021 na categoria Público Geral e confessou certa ansiedade em se apresentar ao lado dos Titãs e acredita que sua carreira vai ganhar novo impulso. 

Já músico Márcio Deluk foi o vencedor do concurso na categoria Profissionais de Saúde e sua concilia as apresentações em barzinhos com o trabalho de farmacêutico. Aos 36 anos, o cantor acredita que o eFestival promoverá um salto de qualidade em sua carreira musical e já sonha com os grandes palcos. 

O grupo “PoisÉ” formado pelo profissional de seguros Lucas Rett, Lucas Hernandes (guitarra e vocal), Camila Polese (vocal) e Gustavo Ribeiro (bateria) foi o vencedor da categoria Corretor de Seguros. Amigos de faculdade, quando começaram a tocar juntos, eles decidiram aproveitar o eFestival para driblar a pandemia e por à prova suas composições. O grupo tem apenas dois anos de formação. 

No domingo (12/12), às 18h, é a vez do show inédito dos vencedores do eFestival Instrumental 2021 que irão se apresentar ao lado de Carlinhos Brown, Clara Buarque e a Orquestra Sinfônica de Heliópolis.  

“O eFestival, sem dúvidas, é uma iniciativa importantíssima para a música brasileira, que vai revelar muita gente talentosa. O Brasil é terra da música, do batuque e do som. Eu estou muito feliz e quero convidar vocês para assistirem esse encontro especial que eu e o Titãs faremos para marcar esse momento tão especial”, revela Carlinhos Brown. 


Ed e Kiko, bandolista e guitarrista, respectivamente, são gêmeos e formam a dupla “Irmãos Woiski”. Nascidos de mãe polonesa e pai japonês, eles foram os vencedores na categoria Público Geral. Avisados por amigos da abertura das inscrições do concurso, eles viram uma oportunidade de impulsionar a carreira ao participar do festival, já que vivem de música há tempos tocando com outros profissionais.  

A técnica de enfermagem e também cantora Talita Sanches, inscreveu o quinteto “Quartula”, que está na estrada desde 2013 e foram os vencedores, na categoria Profissionais de Saúde. O autor da música vencedora é o violonista Ricardo, que integra o grupo com Rafael (violino), Valdir (violoncelo) e Pietro (violão), marido de Talita.  

Já o músico Andy Batera, nome artístico de Anderson Reis, tem 36 anos e participa como free lancer em outras bandas, além de dividir o tempo como corretor e venceu a categoria Corretor de Seguros. Para ele, ser um dos vencedores do concurso é um sinal de que está no caminho certo. 

Os vencedores do eFestival 2021 gravaram seus singles ao lado dos Titãs e Carlinhos Brown, além de receberem coaching de carreira dos curadores Ruriá Duprat e Carlos Carlos e um prêmio em dinheiro.  

Todos os novos talentos do eFestival 2021 foram eleitos em votação popular pela internet. Considerado o maior concurso da música digital para revelar talentos pela internet, o eFestival, deste ano, teve recorde de inscrições em relação às edições anteriores, com mais de 8 mil inscritos em todo o país. 

O principal objetivo do projeto, além de revelar novos talentos da música, é ampliar o acesso à cultura no Brasil. Ao longo de 20 anos, grandes artistas já estiveram no palco do eFestival como Adriana Calcanhoto, Alceu Valença, Daniela Mercury, Gilberto Gil, João Bosco, Maria Rita, Milton Nascimento, Os Paralamas do Sucesso, Paulinho da Viola e Vanessa da Mata, entre outros.  

“Nosso propósito é melhorar a vida das pessoas e acreditamos que a música tem um papel fundamental na jornada de levar Saúde Integral para todos. O eFestival nos proporciona a oportunidade de incentivar os músicos a seguirem seus sonhos, inclusive profissionais de saúde e corretores de seguros. A parceria só reforça que estamos no caminho certo”, afirma Simone Cesena, diretora de Marketing da SulAmérica. 

O eFestival é idealizado e realizado pela Dançar Marketing – que neste ano completa 40 anos, como a mais consistente empresa de marketing cultura do Brasil; por meio de uma parceria com o Ministério do Turismo e com apoio do Governo do Estado de São Paulo, através da Secretaria Especial de Cultura e Economia Criativa. A SulAmérica foi patrocinadora máster do concurso. 

Confira as músicas que os vencedores do eFestival 2021 irão apresentar nos shows de amanhã (11/12) e domingo (12/12), com Titãs e Carlinhos Brown, respectivamente: 

Canção: 

John Bianchi (Menti) 

Márcio Deluk (Me dá uma Moral) 

“PoisÉ” (Retrato) 

Instrumental: 

Irmãos “Woiski” (Like Water) 

“Quartula” (Prelúdio Antigo) 

Andy Batera (Temandy)  

Serviço: 

Sábado (11/12) – 20h 

Show final eFestival Canção  

(Titãs com John Bianchi, Márcio Deluk e banda “PoisÉ”) 

Transmissão: Claro Tv (canal 500) + redes sociais eFestival e Titãs 

Domingo (12/12) – 18h 

Show final eFestival Instrumental 

(Carlinhos Brown, Clara Buarque e Orquestra Heliópolis com as bandas “Irmãos Woiski”, “Quartula” e Andy Batera) 

Transmissão: Claro Tv (canal 500) + redes sociais eFestival e Carlinhos Brown 

Quem quiser também pode rever os shows finais do eFestival 2021, no Canal Bis, nos dias 24 e 25/12. 

Show final eFestival Canção 

24/12 – 19h30 

Show final eFestival Instrumental 

25/12 – 19h30 

Fundación MAPFRE recebe mais de 200 projetos para a 5ª edição dos Prêmios à Inovação Social; 31% deles do Brasil

fatima lima fundación Mapfre

221 projetos foram inscritos na 5ª edição dos Prêmios Fundación MAPFRE à Inovação Social, divididos em três categorias e três regiões: Brasil, demais países da América Latina e Europa. O Brasil conta com 69 trabalhos, número comemorado por Fátima Lima, representante da Fundación MAPFRE no País. “Tenho muito orgulho deste programa de inovação, por ele dar visibilidade e promover iniciativas com elevado potencial de impacto social, econômico e ambiental”, comentou ela em entrevista ao blog Sonho Seguro. 

A categoria que mais recebeu inscrições, finalizadas em 15 de novembro, foi a de Melhoria da Saúde e Tecnologia Digital (e-Health). Foram 111 projetos, sendo 30 do Brasil, que contribuem para uma vida mais saudável e ajudam na prevenção, diagnóstico, tratamento e monitoramento de doenças.

A categoria Economia Sênior recebeu 72 inscrições, sendo 24 do Brasil.  Eles trazem Iniciativas que oferecem soluções à população de 55 – 75 anos em áreas como: treinamento e emprego, proteção social, lazer, habitação, infraestrutura entre outros. 

Já a categoria Prevenção e Mobilidade participa da premiação com 38 projetos, 15 deles brasileiros. São soluções voltadas a contribuir para tornar a sociedade mais segura.

Um júri selecionará 9 finalistas, sendo 1 por região para cada uma das três categorias que irão defender sua candidatura na Grande Final, quando os vencedores (um por categoria) receberão € 40.000 para promover os seus projetos. Os finalistas serão conhecidos em fevereiro e os vencedores em abril de 2022.

Um outro ponto relevante desta premiação é que todos os projetos são conectados à Rede Innova. “Os empreendedores sociais de todas as edições se mantém conectados por meio da Rede Innova, que incentiva o intercâmbio de conhecimentos especializados, contribuindo para o ecossistema de inovação social e incrementando o impacto positivo de cada iniciativa”, explica Fátima. 

Segundo ela, a Rede Innova faz com que todos os projetos inscritos ganhem notoriedade, ao gerar networking e inclusão numa plataforma democrática. “É um incentivo para que organizações busquem soluções por meio desses empreendedores sociais visando questões mais emergentes que não estão sendo aproveitadas”, acrescenta.  

Na edição de 2020, a categoria Economia do envelhecimento contou com um vencedor brasileiro. Trata-se de uma plataforma capaz de desbloquear barreiras para acelerar a inclusão da diversidade geracional nas empresas, garantindo o sucesso da inclusão para as partes envolvidas.

Senado aprova seguro para entregadores de aplicativos

O Senado aprovou nessa quinta-feira o projeto de lei que estabelece medidas de proteção aos entregadores de aplicativos enquanto perdurar a pandemia. Entre as garantias, estão a contratação de seguros contra acidentes, auxílio financeiro em casos de infecção da Covid-19 e equipamentos de proteção individual. O texto agora segue para sanção presidencial.

A proposta determina que as empresas de aplicativo de entrega contratem seguro contra acidentes, sem franquia, para cobrir incidentes ocorridos durante a jornada de trabalho, isto é, no momento da retirada e entrega de produtos. 

Segundo o texto, o seguro deve abranger também casos de invalidez permanente ou temporária e morte

Em casos de profissionais contaminados com a Covid-19, a empresa prestadora de serviços deverá pagar uma ajuda de custo ao entregador durante 15 dias equivalentes à média dos últimos três meses de pagamento.

Com possível aumento de vendas no varejo, contratação de seguro de crédito ganha força

Fonte: Euler

O setor varejista é de grande importância na indústria e comércio, e por isso requer grandes capacidades de cobertura e condições bastante especiais. Nesse momento de pós-pandemia e de final de ano, onde a projeção de vendas no varejo é maior, consequentemente os pedidos de limites também aumentam e é neste cenário que o seguro de crédito ganha mais força.

O seguro de crédito garante o pagamento das vendas do segurado para seus compradores. Já o não pagamento das vendas pode ocorrer por simples atraso (mora prolongada) e/ou por recuperação judicial/falência (insolvência) do comprador. Estes dois casos podem ocorrer a qualquer momento da vida de uma empresa, e podem afetar duramente os fornecedores.

“Se uma empresa tem um importante comprador e este não realiza o pagamento das vendas feitas a ele meses atrás, o fluxo de caixa da empresa vendedora sofre um importante desencaixe: as contas a receber não estão sendo recebidas no tempo devido, enquanto as contas a pagar não podem ser adiadas. Por isto, o desencaixe de fluxo de caixa é uma das principais razões de quebra das empresas no Brasil”, explica o diretor comercial da Euler Hermes, Luciano Mendonça.

A Euler Hermes, que é líder mundial em seguro de crédito, possui aproximadamente 34% de market share deste setor, com coberturas que somam mais de 1 trilhão de euros em mais de 84 milhões de empresas em todo o mundo. Com a pandemia, houve um aumento considerável de pedidos de indenização em 2020, e que se reduziu no último trimestre. “Neste ano, começamos com uma baixa demanda de indenizações, o que felizmente se mantém até agora, e implementamos programas de aumento da cobertura de crédito. Hoje temos mais cobertura que o período pré-pandemia”, revela o diretor.

Vendas de seguros encostam em R$ 250 bi no acumulado de outubro de 2021, segundo Susep

O setor supervisionado arrecadou R$ 249,64 bilhões no acumulado até outubro, o que corresponde a R$ 29,30 bilhões a mais do que no mesmo período de 2020. Em termos percentuais, o acumulado de 2021 apresentou crescimento de 13,3%. Considerando apenas os segmentos de seguros, o crescimento observado foi de 14,7%. O VGBL foi destaque, com arrecadação de R$ 10,37 bilhões no mês de outubro, o que corresponde a crescimento de 27,9% em relação ao mesmo mês de 2020. 

Nos seguros de pessoas o grande destaque foi o seguro de vida, que atingiu o montante de R$ 19,03 bilhões, o que corresponde a um crescimento de 16,8% em relação ao mesmo período de 2020. 

A sinistralidade do seguro de vida, individual e em grupo, continuou a trajetória de queda, atingindo o valor de 50,2% em outubro deste ano, abaixo do valor observado em setembro, quando foi de 62,4%. Este é o sexto mês consecutivo de queda, desde o pico de sinistralidade dessa linha de negócio, em abril de 2021, quando atingiu 97,3%. 

Os seguros de danos continuam apresentando forte desempenho, com alta de 13,5% na arrecadação de prêmios no acumulado de 2021, quando comparado com 2020. Ao analisarmos os seguros de danos sem auto o crescimento no acumulado do ano é ainda maior, 18,7%. Já a arrecadação de prêmios no seguro auto atingiu R$ 30,81 bilhões no acumulado do ano, valor 7,0% superior ao do mesmo período em 2020. 

A linha de negócio rural foi destaque, com crescimento de 41,9%. Os seguros das linhas patrimoniais, responsabilidade civil (RC) e transporte também se destacaram, com crescimento acima de 20% na arrecadação de prêmios em 2021.  

Zurich do Brasil é contemplada com o “Z Zurich Foundation Community Hero Awards 2021”

fotos Ricardo Benichio/divulgaçao

Fonte: Zurich

O Zurich Insurance Group tem como premissa apoiar ou realizar ações sociais em todos os 215 países ou territórios em que atua. No Brasil, por meio de um grupo de colaboradores, conhecidos internamente como “orquestradores”, que lideram as ações de voluntariado na companhia, a seguradora Zurich oferece trabalho voluntário junto a diversas organizações que atendem crianças, jovens e idosos em situação de vulnerabilidade.

Agora, o trabalho dos 26 orquestradores teve um reconhecimento mundial no último dia 16 de novembro: a entrega virtual do prêmio Community Hero Awards 2021, que é concedido pela Z Zurich Foundation, uma fundação de caridade com sede na Suíça, estabelecida por membros do Zurich Insurance Group e que é o principal veículo pelo qual a companhia cumpre sua estratégia de investimento na comunidade global.

Esses funcionários, que são de diversas áreas e de diferentes níveis hierárquicos, foram contemplados na categoria “Extraordinários agentes de mudança interna”.

De acordo com Gregory Renand, head da Z Zurich Foundation, o que realmente o inspira é a energia das pessoas que estão se unindo ao longo do caminho para responder às necessidades e criar oportunidades de apoio mútuo. “Nossos vencedores do Community Hero Award são algumas das pessoas incríveis com quem podemos contar. Estamos orgulhosos e honrados em conceder este prêmio aos Campeões da Zurich no Brasil em reconhecimento ao seu apoio contínuo aos menos afortunados, inclusive durante a pandemia de COVID-19”.

Além do orgulho que todo o time de 1.500 funcionários da Zurich no Brasil sentiu, já que foi a primeira vez que os voluntários locais foram laureados naquela categoria, eles tiveram mais um motivo para comemorar: a Z Zurich Foundation destinou R$ 150 mil para serem utilizados em prol de ações sociais. Os orquestradores decidiram que o valor será distribuído em partes iguais para as entidades assistidas.

“Globalmente, a Zurich quer liderar um impacto positivo no planeta, e é neste contexto que reside a nossa política de apoiar projetos e iniciativas em prol de pessoas em situação de vulnerabilidade social. Por isso que nós, do escritório brasileiro da Zurich, ficamos muito felizes com o reconhecimento que tivemos da Z Zurich Foundation. Ele nos dá mais um impulso para continuar fazendo a nossa parte para promover a transformação social que o Brasil precisa. O trabalho desse grupo materializa esse propósito”, comenta aSuperintendente de Marketing e Comunicação da Zurich no Brasil, Ana Quintela.

Conheça as ações sociais da Zurich no Brasil em 2021

A filial brasileira da seguradora suíça conta com diversas iniciativas de cunho social. Somente em 2021, a Zurich no Brasil realizou seis ações de voluntariado com diferentes organizações. A seguir, um breve descritivo do trabalho realizado.

  • Maratona Social – O evento aconteceu de forma online e contou com palestras sobre diversos assuntos como empreendedorismo, futuro do consumo, sustentabilidade, sociedade digital e cuidados com as finanças. O foco foi ajudar instituições e seus assistidos a ficarem por dentro das transformações sociais em curso e novidades no mercado de trabalho.
  • Digitação de Nota fiscal – Na ação, a companhia realizou coletas de notas fiscais para a digitação no sistema da Secretaria da Fazenda. Os cupons foram destinados à Fundação Julita, instituição que beneficia crianças, adolescentes, jovens adultos e idosos em vulnerabilidade social, e ao GRAACC, entidade que apoia o tratamento de crianças e adolescentes com câncer. Ambos receberam os créditos das compras digitadas e bilhetes para a participação dos sorteios da Nota Fiscal Paulista.
  • Vídeos para o IPPE – A ação consistiu em uma gravação de um vídeo dos voluntários da Zurich, apresentando os cursos do Instituto de Pesquisas e Projetos Empreendedores (IPPE) para a captação de novos estudantes.
  • Análise nos materiais de marketing para o Instituto Locomotiva – Voluntários apoiaram a instituição na revisão dos conteúdos institucionais e de marketing da entidade, que auxilia muitos jovens da periferia paulistana.
  • Live para o Lar Divino Amigo – A Zurich ofereceu um café da tarde para as senhoras assistidas pela entidade, e os voluntários também prepararam uma apresentação musical exclusiva para elas. Durante a live, foi possível contribuir para auxiliar o Lar Divino Amigo na compra de itens essenciais, como fraldas e muito mais. 
  • Mural online para os profissionais da saúde que estavam na linha de frente contra a Covid-19 – A companhia criou um mural online para entrega de mensagens de incentivo, apoio e carinho aos profissionais de saúde e a todos que estavam na linha de frente no combate à pandemia. Os recados foram enviados a instituições, como: Hospital das Clínicas, Hospital Santa Catarina, Hospital M’Boi Mirim, GRAACC, Hospital Delphina Rinaldi Abdel Aziz, além de instituições de saúde de Manaus, no Amazonas.
  • Treinamento Design Thinking para IOK – Foram realizadas duas sessões com os profissionais do Instituto Olga Kos (IOK), que atua com inclusão cultural, aplicando a metodologia do Design Thinking para o grupo. O objetivo foi possibilitar que os participantes passassem a ter condições de mapear problemas e encontrar soluções aplicáveis dentro da instituição.

Brasilprev anuncia novo Superintendente de Consultoria, Riscos e Modelagem de Investimentos

A Brasilprev, líder de mercado e referência em previdência privada, anuncia Adriano Francisco como novo Superintendente de Consultoria, Riscos e Modelagem de Investimentos da companhia. O executivo será responsável pela assessoria aos consultores, gerentes e clientes na elaboração do portfólio de investimentos adequados para cada perfil de investidor. A área recém-criada estará à frente do gerenciamento de processos referentes a risco de mercado, crédito e liquidez, além de conduzir as questões relacionadas ao desenvolvimento e manutenção de modelos econômico-financeiros.

Essa estratégia reflete uma das premissas da Brasilprev em colocar o cliente no centro das decisões ao oferecer uma consultoria especializada que identifica as melhores opções de fundos de acordo com o momento de vida, perfil e necessidade do cliente.

Adriano Francisco construiu uma sólida carreira na Brasilprev e faz parte do time desde janeiro de 2001. Profissional com mais de 25 anos de experiência no mercado financeiro, já passou pelas áreas de back office, compliance, riscos, ALM e planejamento de investimentos. Ele é formado em ADM pela PUC-SP, e possui MBA Executivo pelo INSPER.

Com Selic a 9,25% os rendimentos da poupança e dos investimentos mudam, alerta executiva da MAG Investimentos

patricia pereira mag

Com a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de elevar em 1,5% a taxa básica de juros (Selic) para 9,25% ao ano, o cálculo da rentabilidade da poupança voltará às velhas regras. Com a mudança, a rentabilidade da poupança passa a ser de 0,50% ao mês + TR, ou 6,17% ao ano, mais a TR – o equivalente a receita já paga pela chamada “poupança antiga” (depósitos anteriores a maio de 2012). Quando a Selic fica igual ou abaixo de 8,5% ao ano, a poupança rende 70% da Selic mais a variação da TR. 

Ainda que o retorno da poupança aumente com a alta da Selic, o método de investimento mais popular do país continuará a perder de outras opções de investimentos com características semelhantes, na opinião da estrategista-chefe da MAG Investimentos, Patrícia Pereira. “Estamos vendo uma volta muito forte para investimentos em renda fixa em geral”, diz ela. “Investimentos indexados à Selic, como a LFT (Letra Financeira do Tesouro, ou Tesouro Selic), fundos DI e títulos de crédito privado que pagam em % do CDI tem performado bem. Para o investidor conservador, acaba sendo uma notícia ainda melhor”, explica Pereira. 

Sobre a composição da carteira dos investidores nesse contexto, Patrícia acredita que “o apetite ao risco para o próximo ano deve ser bastante reduzido”. De acordo com o contexto econômico e político do país, a bolsa de valores brasileira, por exemplo, tem apresentado resultados insatisfatórios. “A bolsa tem ido mal, muito mais pelo ambiente institucional do país do que pelos valores das empresas em si”, explica Patrícia. “Com as eleições de 2022, a incerteza aumenta, o que traz volatilidade e ainda mais desafio para os investimentos de maior risco. Difícil ser otimista, no curto e médio prazo, e consequentemente em tomar algum risco nos investimentos”, comenta a executiva. 

Vale lembrar que a Selic está subindo exatamente porque a inflação está bastante elevada. Logo, o ganho real no curto prazo segue desafiador. Títulos que pagam IPCA mais uma taxa são boas alternativas para se proteger da alta da inflação e promover uma diversificação na renda fixa, mas são mais arriscados. Títulos privados indexados à Selic também promovem diversificação, com risco mais controlado. Nesse caso, vale atentar para a diminuição do spread desses títulos, assim como para o rating do emissor. 

No entanto, é sempre bom lembrar que retornos mais elevados costumam estar associados a aplicações financeiras mais arriscadas e de mais longo prazo. Portanto, ao investir, é necessário avaliar não apenas a rentabilidade esperada, mas também os objetivos do seu investimento, a demanda por liquidez e a disposição para enfrentar as volatilidades do mercado (perfil de risco do investidor). 

“A visão institucional do Brasil está abalada. Não sabemos quem vai ser o candidato [das eleições], não conseguimos aprovar reformas”, destaca Patrícia. “A curto prazo o conservadorismo vai reinar, certamente”, analisa. 

Prevenção e Combate à Corrupção Manifesto dos especialistas de Compliance

Este é um movimento apartidário que busca um Brasil melhor e mais justo para todos a partir do combate efetivo à corrupção.

Trabalhamos para que as organizações atuem com integridade, com ética nas decisões e respeito às leis, regulamentações e políticas vigentes, no âmbito público ou privado, em todos os setores.

Vimos a público nos manifestar, para enfatizar a relevância da prevenção e do combate à corrupção no cotidiano das pessoas.

Corrupção mata e perpetua desigualdades sociais – a corrupção faz mal para o Brasil e para toda a sociedade. É um crime com muitas vítimas e por isso deve ser combatido, independentemente das justificativas.

Recursos e meios para o combate à corrupção – defendemos a transparência e auditoria do uso dos recursos públicos. Os órgãos de fiscalização e controle devem ter a independência, o orçamento e os recursos necessários para combater a corrupção e outros crimes relacionados. As leis devem ser respeitadas e aprimoradas, de modo a permitir que os recursos desviados sejam rapidamente recuperados e os envolvidos, punidos.

Independência e autonomia das instituições – consideramos indispensável que os órgãos de Estado (Executivo, Legislativo, Judiciário, Ministério Público e Tribunais de Contas, dentre outros), cada um nas suas esferas de competência, tenham as suas prerrogativas constitucionais respeitadas, para que exerçam o seu papel com autonomia e liberdade no combate à corrupção.

Alinhamento de práticas com os países desenvolvidos – os planos de governo da União, Estados e Municípios devem contemplar ações de combate à corrupção e crimes relacionados, alinhadas às recomendações da OCDE, de forma que o Brasil se aproxime das melhores práticas já adotadas com sucesso pelos países desenvolvidos.

Incentivo aos Programas de Integridade – reconhecemos a importância dos Programas e Sistemas de Integridade (Compliance) no combate à corrupção e outros ilícitos. Por esse motivo, recomendamos que todas as organizações tenham um Programa de Integridade efetivo e, obrigatoriamente, aquelas que recebem dinheiro público, direta ou indiretamente, como requisito de contratação.

Combate ao conflito de interesses – defendemos ações concretas para evitar conflito de interesses envolvendo o uso de recursos e cargos públicos. Qualquer pessoa que detenha função pública não pode tomar decisões sobre recursos públicos baseadas em interesses privados. Por exemplo, decisões de aumentar o próprio salário e benefícios, de contratar parentes e amigos ou suas empresas.

Imprensa livre – reconhecemos a importância da imprensa plural e livre para dar publicidade aos casos de corrupção e crimes financeiros, bem como ajudar a mobilizar os cidadãos na defesa do interesse público.

Educação sobre cidadania e ética – entendemos essencial que escolas e faculdades contemplem cidadania e ética em sua grade curricular, para formar cidadãos que compreendam e defendam os seus direitos, conheçam os impactos da corrupção na sociedade e exijam transparência para fiscalizar o uso do dinheiro público.

Profissionais de Compliance que assinam o manifesto (em ordem alfabética):

Adriano BaptistaIsabel FrancoRicardo Caiado
Akira Ano JrIuri CamiloRoberta Codignoto
Alessandro ThullerJairo TcherniakovskyRoberta Pegas
Álvaro Luís Gonçalves SantosJefferson KiyoharaRoberta Porto
Ana GomesJosé ProençaRogéria Gieremek
André CruzJulio Borges de CarvalhoSuzana Fagundes Ribeiro de Oliveira
André ParenteLaercio Almeida JúniorThiago Sombra
Antonio FonsecaLaís CoslopWagner Giovanini
Beatriz PodcameniLetícia SugaiWalquiria Favero
Brunno CruzLuciana Dutra de CamargoYoon Jung Kim
Bruno MassardMagda Kiehl
Bruno Pires BandarovskyMaira Martela
Chantal PilletMarcelo Borowski Gomes
Christina Montenegro BezerraMarcelo Zenkner
Cibele FernandesMarco Aurélio Borges de Paula
Claudio PeixotoMarcos Augusto Assi Pereira
Claudio ScatenaMarcos Rossa
Daniele PenhaMaria Cecilia Andrade
Danielle PescadinhaMarianne Camargo
Denise IwakuraMarisa Peres
Fabia CunhaMatheus Cunha
Fernanda BarrosoNatalia Fonseca
Filipe PenaOlga Pontes
Flavia RisoPatrícia Godoy Oliveira
Gabriela RoitburdPaulo Moraes
Giovani SaavedraPedro Sutter
Gustavo BiagioliRaul Siqueira
Heloisa MacariRenata Andrade
Isabel CarvalhoRicardo Bocutti

Chape: executivo diz a CPI que seguradora busca ‘compensação adequada’

chapecoense seguros

Fonte: Agência Senado

Em depoimento à CPI sobre a situação de familiares e vítimas do acidente da Chapecoense, Robert Wilson, diretor de subscrição da seguradora Chubb Global Markets, afirmou que a companhia está disposta a pagar o valor que caberia a ela dentro do contrato de seguro de US$ 25 milhões e que busca, junto com a seguradora Tokio Marine, “achar formas de compensação adequadas” para o caso. Nesta quarta-feira (8), o executivo respondeu perguntas feitas pelo relator da CPI, senador Izalci Lucas (PSDB-DF).

De acordo com Wilson, a Chubb é uma das 12 corporações resseguradoras ou agentes gestores para o pagamento do seguro que são liderados pela Tokio Marine. Segundo ele, a parte do risco da Chubb é de 1,125% do valor. Mas durante todo o processo de execução do contrato com a empresa LaMia, de acordo com o executivo, a companhia não participou ativamente de decisões, informações ou declarações. Ele disse que essa responsabilidade ficou a cargo da Tokio Marine.

— Para responder a essa pergunta específica, nossa parcela é muito pequena. Temos 1,125% dos US$ 25 milhões, que é o limite. Isso corresponde a US$ 281.250 — disse, ao explicar que a companhia já repassou quase todo o valor que lhe cabe ao fundo humanitário criado pela Tokio Marine .

O fundo humanitário permitiu a destinação de US$ 225 mil a cada família de vítima, com a condição de que esse seria o único valor devido pela empresa. Quem optasse por recebê-lo se comprometeria a desistir de todas as ações judiciais abertas no Brasil ou no exterior. No entanto, Izalci lembrou sentença da corte estadual da Flórida, nos Estados Unidos, que deu procedência ao pedido de indenização das famílias de 40 vítimas do voo. De acordo com o parlamentar, o valor total chega a US$ 844 milhões, que serão acrescidos de juros. O número de beneficiados representa mais da metade dos 77 passageiros do voo 2933 da companhia boliviana LaMia que levava o time da Chapecoense para a final da Copa Sul-Americana de 2016.

Izalci quis saber o motivo de a Chubb fazer parte do grupo das 12 corporações que tentam na Justiça de Londres parar o processo de indenização.

— Os nomes das 12 novas empresas apareceram encabeçados pela Tokio Marine, na Inglaterra, para que o processo aberto pela Justiça americana na Flórida fosse paralisado. No mercado de seguros, uma apólice pode ser dividida entre concorrentes, com percentuais diferentes entre elas. Caso as famílias das vítimas e sobreviventes ganhem o processo, as 13 empresas, incluída a resseguradora líder, a Tokio Marine, teriam de dividir a quitação da apólice. No entanto, ainda não está claro qual a porcentagem de cada uma das 13 empresas no resseguro da LaMia — alegou Izalci.

Em resposta, Robert Wilson declarou que “não há envolvimento nenhum” da Chubb nesse processo, “a não ser o apoio que damos na Tokio Marine para tentar chegar a um acordo adequado e pagar as quantias que foram solicitadas”.

O processo nos Estados Unidos foi aberto contra LaMia, Kite Air Corporation (dona da aeronave), Marco Antonio Rocha Venegas (proprietário da Kite) e Ricardo Albacete (um dos sócios da LaMia). No entanto, os alvos de fato são as empresas Aon (responsável pela corretagem do seguro), Bisa (seguradora) e Tokio Marine Klin (resseguradora).

Irregularidades

Izalci ainda citou dados e históricos de conversas os quais apontam possíveis irregularidades cometidas pela LaMia como na apólice de seguro. Entre elas a de que a apólice proibia que a empresa voasse para a Colômbia. Ele relatou ainda troca de emails entre Aon, Tokio Marine Klin, os donos da LaMia e da aeronave mostrando que todos os envolvidos tinham conhecimento de que os voos eram realizados para a Colômbia.

O senador também questionou se a Chubb tinha conhecimento de que o seguro da LaMia teve redução de cerca de US$ 300 milhões para US$ 125 milhões a partir do momento em que a companhia aérea deixou de fazer voos particulares e para transportar equipes de futebol, o que, segundo o senador, seria irregular. Na avaliação dele, o valor da apólice deveria subir, e não ficar mais baixo.

— É evidente que os atletas, as pessoas que estavam no voo, não perguntaram quando entraram no avião quanto era a apólice, mas a apólice inicial, que se pretende cobrar, que é exatamente a que deveria estar vigorando, era de US$ 300 milhões — argumentou.

O depoente, no entanto, disse que não estava ciente dessas variações de preço da apólice.

— E a Chubb, na posição em que se encontra, como mercado estrangeiro, é um consórcio que não tem atividade de seguradora, nem de resgate, de reclamações. Então, não temos todos os detalhes dessas informações o tempo inteiro, mas, como seguradora, estamos dispostos a pagar até o limite máximo da apólice.

No decorrer da oitiva, Izalci ainda fez questionamentos sobre detalhes do contrato, negociações e informações da Chubb em relação à apólice com a LaMia e as tratativas com a Tokio Marine. Ele ainda quis saber sobre outras operações da Chubb no Brasil, como com as cinco apólices de seguro com a Petrobras. Como o depoente não tinha as informações precisas, o senador pediu que ele as encaminhasse posteriormente à CPI para que fossem juntadas ao processo.