Bradesco Seguros prevê investimentos parrudos em tecnologia em 2022, diz o CEO Ivan Gontijo

A Bradesco Seguros prevê investimentos parrudos em tecnologia em 2022. “Certamente serão bem maiores do que o meio bilhão de reais que aportamos em 2021”, afirmou Ivan Gontijo, presidente da Bradesco Seguros, em coletiva realizada na terça-feira. 

A prioridade em tecnologia tem como foco atender melhor o cliente. E isso envolve toda a organização e seus parceiros de negócios. Desde a criação de produtos até o atendimento no front, passando pela especialização do corretor para atendê-lo. Para se ter uma ideia, são quase 30 milhões de clientes contabilizados até setembro de 2021. O alvo é sempre pagar mais rápido indenizações, customizar produtos, dar um atendimento mais ágil. “Pagamos R$ 31 bilhões em indenizações no acumulado deste ano até setembro. Esse valor retornou à sociedade. Deste total, mais de R$ 4,5 bilhões foram destinados à Covid-19, em contratos de saúde, vida e habitacional. Olha a importância do seguro. Isso falando só da Bradesco”, disse ele. 

Outro viés da tecnologia vem para atender a regulamentação. A partir do dia 15 de dezembro entra em vigor a primeira fase do open insurance, que faz parte da quarta fase do open banking. Nesta fase, que vai até março de 2022, as instituições participantes devem iniciar processo de certificação funcional das APIs dos produtos que serão compartilhados, com objetivo de garantir a qualidade e aderência às especificações. 

“Estamos dentro do cronograma. Temos dois vieses: governança, para garantir aos nossos clientes a reserva dos dados. Isso é fundamental. Segundo ponto é verificar quais são as oportunidades que o mercado nos apresenta para desfrutarmos e surfar neste novo modelo de negócio que é novo. Ninguém conhece bem os resultados, mas acreditamos que seja positivo e salutar para o mercado ao dar poder de escolha ao consumidor”. 

Neste ano, o grupo lançou diversos produtos com coberturas mais aderentes, contratação simples e preços acessíveis por conta da otimização de custos proporcionada pela tecnologia. O executivo citou o seguro Auto Lar, com uma apólice para os dois produtos; o auto light, com coberturas, mas flexíveis, proporcionando que o seguro automóvel possa ser contrato tanto por um proprietário de uma Ferrari como de um Fusca.  Também inovarem em saúde, com produtos regionalizados e vida, com o Top Club entre outros.

Um clima de otimismo reina na Bradesco Seguros, principal grupo segurador do Brasil quando consideramos todos os ramos de atuação – danos, vida e previdência, capitalização e saúde. “Fizemos um orçamento ousado e vamos cumprir. Sabemos que tão importante como conquistarmos novos clientes, é superar o desafio de reter os atuais. E para isso estamos trabalhando e inovando em todas as frentes, todos os dias”, finalizou. 

Hub de Soluções do PASI reúne ferramentas que consolidam a jornada de vendas do corretor 100% on-line

Fonte: Pasi

O Seguro PASI tem investido cada vez mais em ferramentas e funcionalidades tecnológicas para oferecer ao corretor autonomia na realização de suas vendas e consequentemente o crescimento dos seus negócios. Alinhado a essas inovações, mais de 3 mil corretores parceiros do seguro contam com acesso direto ao hub de soluções digitais disponível no Portal PASI, onde é possível cotar, compartilhar e concluir a contratação de diversos produtos totalmente on-line, alguns deles com a opção de pagamento imediato por PIX.  

De acordo com Rodrigo César Figueiredo, CIO do Seguro PASI, os investimentos do seguro na automação de processos operacionais têm gerado mais agilidade e eficiência para os corretores. “Executamos hoje mais 130 automações de processos que anteriormente eram tratadas de forma manual. Desde o início das automações já foram contabilizadas mais de 120.000 operações de forma automática. Esses números representam mais agilidade e um atendimento cada vez mais focado e personalizado para nossos corretores, clientes e segurados”, destaca o executivo.

Dentre as principais ferramentas disponíveis para o corretor no Portal PASI estão a Cotação Express e os Seguros de Contratação Imediata. Só no portal do corretor já foram realizadas mais de 22.000 cotações através da ferramenta Cotação Express, sendo dessas, 20% de contratações concluídas totalmente on-line pelo corretor e cliente. 

A Cotação Express permite ao corretor a realização de cotações instantâneas dos seguros convencionais padronizados conforme as exigências das principais Convenções Coletivas de Trabalho – CCT espalhadas por todo o país. O que antes era feito de forma manual e no papel, atualmente, em apenas alguns cliques a proposta é gerada e o corretor tem acesso a ela digitalmente para compartilhar com os seus clientes via whatsapp, sms ou e-mail. Hoje, de cada 10 propostas, 6 já são emitidas diretamente pelos corretores através da ferramenta Cotação Express no Portal PASI”, afirma Rodrigo.

Já através da ferramenta dos Seguros de Contratação Imediata foram realizadas mais de 46 mil operações, sendo dessas, 82% de vendas concretizadas e finalizadas 100% on-line na plataforma. A ferramentadisponibiliza para comercialização o Seguro Estagiários – um seguro que cumpre na íntegra a legislação; o AP Temporário – um seguro para períodos curtos; o Seguro Funeral (voltado para empresas) e o Amparo Funeral (contratação individual) – produtos que vão muito além dos serviços básicos oferecidos para a realização do sepultamento. 

Os seguros de contratação imediata possuem diferenciais exclusivos e recentemente passaram a aceitar a opção de pagamento via PIX, possibilitando a efetivação da compra em feriados e finais de semana para atender as demandas dos clientes que necessitam da garantia de uma proteção imediata e que já precisam ter acesso ao certificado do seguro. “Oferecemos também para os corretores, um link exclusivo que são as lojas virtuais para venda dos seguros imediatos. Esse link pode ser inserido direto em seu site para venda ou compartilhado com os seus clientes. Até o momento já foram ativadas mais de 600 lojas personalizadas para os nossos corretores”, pontuou o CIO. De acordo com Rodrigo, os seguros possuem uma venda simplificada e a gestão da carteira é toda feita através dos dashboards disponíveis no Portal PASI para que os corretores possam acompanhar suas negociações e criarem suas estratégias. 

Rodrigo ressalta que, a contratação digital desobrigou o corretor de se deslocar até o cliente simplesmente para colher assinaturas. O corretor realiza a cotação pelo Portal PASI e envia para o seu cliente um link para validação e assinatura do contrato. Essa facilidade teve uma grande aceitação por parte dos corretores e dos clientes em pouco tempo após a sua disponibilização. “Isso além de resolver um problema que surgiu com a pandemia, trouxe agilidade para as negociações do corretor com os seus clientes que recebem sua proposta até pelo Whatsapp, tudo em segundos”, destacou.

Pix, mais facilidade no pagamento

Ainda na linha de inovações, a partir deste mês, o PASI passa a disponibilizar o pagamento através do PIX para todos os seguros imediatos: Seguro Estagiários PASI, AP Temporário, Seguro Funeral e o Amparo Funeral. Devido à alta aceitação e forte demanda, o PASI já iniciou um projeto para levar essa solução de pagamento também para suas outras linhas de produtos.

De acordo com Rodrigo, o pagamento por PIX significa ainda mais agilidade nos seguros imediatos. O pagamento é confirmado em poucos segundos e o Certificado do Seguro estará disponível no momento da contratação.

Para o corretor, o processo fica mais simplificado. “O pagamento via PIX simplifica o processo, pois elimina o envio do boleto por e-mail e confirma de imediato o pagamento, liberando imediatamente o Certificado do Seguro. É mais um diferencial dos nossos seguros e uma demanda atendida dos consumidores, o que certamente irá gerar mais vendas com menos inadimplência para os nossos corretores. O novo meio de pagamento está disponível sem grandes alterações no fluxo de contratação”, finaliza Rodrigo.

CNseg prevê crescimento entre 9,4% e 14,1% para o setor de seguros em 2021; até outubro chegou a 13,5%, para R$ 249,7 bi

O setor de seguros avançou para vendas e captação de recursos de R$ 303 bilhões em 12 meses móveis até outubro de 2021, 12,6% sobre os R$ 273 bilhões do mesmo período de 2020, sem saúde e sem DPVAT. Nos dez primeiros meses do ano, o crescimento foi de 13,5%, para R$ 249,7 bilhões.

A arrecadação acumulada em dez meses atingiu R$ 249,7 bilhões, alta de 13,5% sobre o mesmo período de 2020. Todos os ramos aumentaram a sua arrecadação nesse período de comparação, mostrando um dinamismo equilibrado entre os Segmentos de Danos e Responsabilidade e de Pessoas. Em Danos, acumula-se alta de 13,8% e, em Pessoas, a evolução dos prêmios é de 14,4%. Os títulos de Capitalização registraram alta de 5,9% no acumulado do ano até outubro. “É um crescimento maior do que o próprio PIB, com alta de 3,9%. Já verificamos uma recuperação forte da saúde suplementar e de outros ramos”, destaca Marcio Coriolano, presidente da CNseg, em coletiva de imprensa nesta tarde.

Os dados ainda vão ser revistos para acrescentar dados de novembro a dezembro. No cenário pessimista, a CNseg prevê crescimento 9,4% neste ano e no otimista de 14,1%, sem os dados de saúde e dpvat. “Bem provável o crescimento do setor como um todo encerre o ano em dois dígitos em 2021”, comentou.

Segundo ele, a Susep deixa um legado muito importante e que atende interesses do consumidor, bem como reduziu custos operacionais de todo o sistema. “Verificamos que neste mais de um ano, a gestão de Solange Vieira, trouxe ganhos para todos. Somos a favor do Open Insurance, mas temos apenas algumas questões que precisam ser endereçadas para ajustes”, disse. Segundo Coriolano, com a entrada de Alexandre Camillo, que toma posse no dia 16, quinta-feira, no comando da Susep, a única questão do setor é “reabrir questões que precisamos discutir mais sobre open insurance, para que fiquem mais claras”, disse. “O ineditismo da iniciativa é um complicador a mais. Sequer estamos tendo tempo de aprender com os erros e acertos do open banking”, acrescentou.

Agronegócios impulsionou o crescimento de seguro rural em 45%

Antônio Trindade, presidente da FenSeg, que congrega apólices do segmento de danos, afirma que 2021 foi um ano de grande aprendizado. “Passamos por transformações intensas, como ambiente regulatório, novos produtos e serviços e desenvolvimento de novas tecnologias. “Dois anos de homeoffice, muitas coisas passaram a ser via aplicativos e web, servindo nossos clientes com qualidade”, comenta.

Mesmo com a crise sanitária o seguro, o setor deu mostra de resiliência. O seguro de danos cresceu 15% até outubro deste ano. O seguro rural avançou 45%. “O setor agrícola é uma parte importante da nossa economia e evidentemente com as projeções de safra para 2022 vai crescer ainda mais”, citou.

O seguro residencial ganhou importância, com alta de 16%. O seguro de riscos de engenharia avançou 25%. O seguro auto vive um momento de recuperação e cresce 7%. Seguros de responsabilidade, com novos riscos como o cibernético, cresceu 165%, e ainda é pequeno em termos de faturamento e com grande potencial para os próximos anos.

Trindade citou várias normas publicadas em 2020, que trouxeram inovação para diversos seguros, que devem estar no ar em 2022. “A possibilidade de ter arcabouço legal mais próximo da realidade do setor é musica para nossos ouvidos”, citou ele, referindo-se ao seguro garantia, que tem uma audiência pública no ar para melhorar o que a Lei de Licitações traz neste em relação a este assunto, com aprimoramentos que devem entrar em vigor também em 2022.

Antonio Trindade, destaca os conceitos ASG no setor de danos. Ele lembra que as conversas nos países do hemisfério norte também estão bem adiantadas, em razão dos impactos maiores das mudanças climáticas. “Muitas seguradoras com atuação internacional já não fazem seguros para empresas com ramo de atividade poluente.  Esse é um movimento que veio para ficar. O mercado de crédito de carbono deve dar um impulso a esse tipo de atividade, trazendo consequências positivas na preservação do meio ambiente”, prevê Trindade.

Saúde enfrenta custos de R$ 26 bi não previstos e precificados

João Alceu, presidente da FenaSaúde, citou os 19 meses de pandemia. “Tivemos meio milhão de internações por Covid e 6 milhões de exames. “O custo apenas destes dois procedimentos citados foi de R$ 26 bilhões. Ressalto que este custo não estava previsto e também não foi precificado. Portanto, é um impacto na veia das operadoras de planos de saúde”, citou ele durante coletiva de imprensa realizada pela CNseg.

Apesar da tragédia de mais de 600 mil mortes, com famílias destruídas, o setor entregou o serviço e estão solventes, destacou o presidente da FenaSaúde. “Acredito que os números do quarto trimestre trarão resultados melhores, depois de trimestres seguidos de resultados ruins”, acredita.

Em termos de beneficiários, o setor de saúde suplementar cresce consistentemente, com 1,9 milhão de vidas novas desde junho de 2020. A telemedicina, citou, é a grande vitoriosa. “As empresas já vinham praticando isso, mas o sistema recebeu uma grande dose de tecnologia e aprimoramento.”

Em 2022, João Alceu prevê melhores resultados. “Estamos otimistas que conquistaremos mais beneficiários, voltando ao patamar de 2014, quando atingimos 50 milhões. A sequela da Covid desafiará o sistema a montar um atendimento especializado para pacientes crônicos. E as discussões para uma revisão no arcabouço regulatório do segmento de saúde também é um desafio na pauta da saúde. Quanto a volume de faturamento, o executivo está otimisma, mas afirma que isso dependerá da retomada do emprego e da renda da população.

Seguro de vida já indenizou 148 mil famílias, num total de R$ 5,4 bilhões

Jorge Nasser, presidente da Fenaprevi, citou durante coletiva de imprensa realizada pela CNseg, dados relevantes do segmento de vida. As seguradoras já desembolsaram R$ 5,4 bilhões em sinistros decorrentes de covid-19 entre abril de 2020 a outubro de 2021. Apenas neste ano, em nove meses, as companhias pagaram R$ 4,3 bilhões em indenizações às famílias de vítimas da pandemia. Isso significa quase 148 mil indenizações pagas.

Isso, sem contar as devoluções de reservas por morte dos participantes dos planos de previdência privada aberta ou os valores de resgates dos planos previdenciários. “Por tanto, nós podemos dizer que estamos enfrentando, aprendendo e crescendo na adversidade”.

“Com certeza, a história vai trazer inúmeros fatos e acontecimentos desse período dramático que testemunhamos durante esse enfrentamento da pandemia da Convid-19, de como foi urgente salvaguardarmos a saúde de nossos familiares, amigos e profissionais, e de como aceleramos, de forma exponencial, nossos processos e serviços por meios digitais, e como aprendemos fazendo”, afirmou.

Segundo ele, é motivo de grande orgulho dizer do mercado geral, seguradoras e demais profissionais, atenderam a tempo e a hora o chamamento da sociedade. “É notória a velocidade com que estruturamos as nossas operações para responder uma demanda muito maior de atendimento e pagamento de benefícios”.

Capitalização cresce com grade maior de produtos

Marcelo Farinha, presidente da FenaCap, ressaltou o quanto a capitalização beneficia a sociedade e até em lugares em que o Estado não se faz presente. “As famílias que foram fazendo a sua reserva de poupança tiveram de volta R$ 17 bilhões para utilizarem em um momento de dificuldade,  poupança que foi arrecadada ao longo do tempo e que vai voltando para a sociedade”.

Nos nove primeiros meses deste ano, o mercado de capitalização cresceu 5,65% em relação ao mesmo período de 2020, somando R$ 18 bilhões. “Fecharemos o ano com R$ 33 bilhões em reservas e com um faturamento de cerca de R$ 25 bilhões. A nossa indústria, de maneira geral, é uma segunda camada de proteção à sociedade, a primeira é o Estado, mas há lugares em que ele não chega e ali estamos nós para cumprir esse papel”.

IPCA abaixo do esperado e Copom provocam recuo nas projeções

Pedro Simoes CNseg

A inflação de novembro mais baixa que o esperado – ainda que dezembro possa trazer surpresas – e a comunicação mais dura do Banco Central provocaram os primeiros recuos nas projeções do Focus para o IPCA em quase 10 meses. “O trabalho de “reancoragem” por parte da autoridade monetária depois dos efeitos adversos do furo do Teto de Gastos, definitivamente, começou.  O IPCA, divulgado na sexta-feira, desacelerou de 1,25% em outubro para 0,95% em novembro, ficando abaixo das expectativas do mercado. A pressão permanece nos combustíveis, enquanto as surpresas baixistas se concentraram nos grupos Saúde e cuidados pessoais e Alimentação e bebidas, influenciados pelas reduções de preços que, segundo alguns analistas, podem ser atribuídas aos descontos da Black Friday, criando um risco de efeito de recomposição desses preços em dezembro”, avalia Pedro Simões, do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras.

Segundo Simões, o tom mais duro em relação à inflação (hawkish, na linguagem do mercado) ficou claro em trechos do comunicado que acompanhou a decisão. O economista cita que o Copom considera que, diante do aumento de suas projeções e do risco de desancoragem das expectativas para prazos mais longos, é apropriado que o ciclo de aperto monetário avance significativamente em território contracionista. O Comitê irá perseverar em sua estratégia até que se consolide não apenas o processo de desinflação como também a ancoragem das expectativas em torno de suas metas. 

“Como comentamos na Conjuntura CNseg n. 58, há uma chance significativa de que os efeitos da atividade em desaceleração, política monetária contracionista e redução da bandeira hídrica impactem o IPCA ao longo do primeiro semestre, fazendo com que a inflação ceda de maneira mais fácil ao longo do ano que vem”, aposta.

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg, no portal da CNseg.

IRB Brasil e projeto “Sem barreiras” entregam 1,5 tonelada de alimentos

raphael de carvalho IRB

O IRB Brasil RE e a medalhista olímpica Adriana Samuel entregam, nesta quarta-feira (15/12), 180 cestas básicas aos alunos, professores e funcionários do projeto Sem Barreiras, que oferece judô, atletismo e vôlei a crianças e jovens que moram na comunidade de São Carlos, no Estácio, e em bairros próximos à Cidade Nova, base da iniciativa. Ao todo, será doada 1,5 tonelada de alimentos. 

As cestas contêm arroz, feijão, açúcar, óleo de soja, macarrão, farinha de mandioca, café, fubá, biscoito, sal, salsicha, molho de tomate e suco. “Sabemos das dificuldades enfrentadas ao longo de todo ano pelas famílias dos nossos alunos e ações como essa garantem um fim de ano melhor”, afirma Adriana Samuel, que lidera o projeto Sem Barreiras. 

“A companhia tem um histórico de promover ações sociais, inclusive com grande engajamento dos colaboradores. Em momentos de incertezas como este, diante da pandemia e todas as dificuldades impostas por ela às pessoas, é importante contribuir para minimizar a vulnerabilidade dessas famílias no fim de ano”, diz Raphael de Carvalho, CEO do IRB Brasil RE. Além de doar as cestas básicas, o ressegurador é patrocinador do projeto. 

Murilo Riedel será CEO de Seguros do Santander

Murilo Riedel deixa a seguradora alemã HDI depois de 5 anos no comando do grupo para assumir uma nova função criada no banco espanhol Santander: CEO de Seguros. “Será um desafio dar corpo a uma estrutura de muita força e que já gera bilhões em resultados. Um momento muito especial em minha carreira”, disse ele ao blog Sonho Seguro. Ao contrário de outros bancos, que contam com um CEO geral para seguridade, o Santander tem executivos responsáveis por diversas iniciativas, que agora ficam sob o chapéu de Murilo.

Há 22 anos na seguradora e cinco como CEO, Murilo foi responsável por fazer da HDI uma empresa Humana, Digital e Inovadora. O executivo liderou um dos mais extensos projetos de transformação digital do mercado segurador. Durante sua gestão, reformulou processos e produtos com o uso de inteligência artificial e desenvolveu novos modelos de negócios. 

Inovou ao fazer parcerias relevantes, como com o Santander, em 2018, e Icatu em vida, em 2019. A Santander Auto tem 50% de participação da Sancap Investimentos e Participações S.A., sociedade controlada pelo Santander Brasil, e 50% pela HDI Seguros. Trata-se de um ecossistema formado por mais de 15 mil lojas e concessionárias que oferecem financiamento de veículos pelo banco espanhol e suas parceiras. Em um ano de vida já contava com mais de 30 mil contratos e R$ 50 milhões em prêmios.

Em fevereiro de 2019, com o objetivo de ampliar o portfólio no segmento e estimular a cultura do seguro no País, HDI Seguros e Icatu Seguros anunciam parceria para oferecer seguros de vida e de acidentes pessoais. Os resultados são divididos via cosseguro em uma natureza de sociedade de 50% a 50%. Em agosto de 2020, lançaram o HDI Vida PME, para empresas com 3 até 1.000 vidas. O produto, voltado para micro e pequenas empresas, oferece coberturas básicas, adicionais e assistências que, somadas, contemplam até 14 opções de benefícios extras. 

Um dos “orgulhos” de Murilo é o Go Digital! “Foram 5 anos de muito trabalho e investimentos de mais de 450 milhões de reais para transformar a HDI em uma nova seguradora não só traduzida pelo ganho de 20 pontos de NPS, mas também uma empresa mais humana, mais digital e mais inovadora”, afirma.

Com o apoio e engajamento de todos os nossos colaboradores , a HDI hoje reflete a vontade de transformar, de criar e de ser um espaço para as pessoas realizarem seus sonhos, afirma. “Uma empresa que respeita e prioriza seus segurados, seus parceiros corretores, seus acionistas , a diversidade, a liberdade e a livre escolha. Uma empresa que tem o seu compromisso claro com a sociedade protegendo e patrocinando o empreendedorismo. Agora sigo para um novo desafio”.

Além da Santander Auto com a HDI, o banco espanhol tem parceria com a Zurich. Há um ano, no meio da pandemia, o grupo anunciou investimentos de R$ 90 milhões de julho de 2020 a 2023 para reformular a área de seguros, operada no país e na América Latina via uma joint venture com a seguradora suíça. A estratégia é que a plataforma digital ajude a elevar e penetração de seguros no banco, estimada em 5%, e depois disso passe a buscar clientes em mar aberto.

Fitch vê perspectiva neutra para setor de seguros na América Latina

A Fitch Ratings tem uma perspectiva neutra para o setor de seguros da América Latina em 2022 na maioria dos mercados. A perspectiva neutra é baseada em um perfil da indústria e ambiente operacional (IPOE) estáveis, crescimento de prêmios alinhado com a recuperação econômica e uma normalização das taxas de sinistros de saúde e vida, que se beneficiam de uma maior cobertura da população totalmente vacinada.

A Fitch espera que o setor de seguros do Brasil, Costa Rica e El Salvador se deteriore em linha com a Perspectiva Negativa sobre os ratings soberanos e o potencial impacto em seus respectivos IPOEs e carteiras de investimento, que estão altamente concentrados em títulos soberanos. As seguradoras continuam altamente influenciadas pelo governo soberano devido à sua exposição significativa a títulos do governo e à concentração de suas operações nas economias domésticas.

O desempenho do segmento de vida e saúde deve melhorar em 2022 graças a uma tendência de queda nos índices de sinistros (principalmente relacionados à vida e saúde da Covid), preços de renovação crescentes e taxas de juros mais altas, o que compensará o aumento nos custos de cuidados médicos, consultas e tratamento. A lucratividade do setor Não Vida, ou seguro de danos, estará exposta aos efeitos negativos das flutuações cambiais e subsequente aumento da inflação, restrições da cadeia de suprimentos e aumento dos custos de resseguro. Um cenário de baixa seria influenciado por tensões sociais e políticas devido a eleições em alguns países e maior volatilidade da carteira de investimentos.

O relatório completo “Perspectivas 2022: Setor de Seguros da América Latina” está disponível em www.fitchratings.com.

Seguradoras pagam US$ 112 bi em indenizações por catástrofes em 2021

Eventos climáticos extremos em 2021, incluindo frio extremo, inundações, tempestades severas, ondas de calor e um grande furacão, resultaram em perdas anuais seguradas de catástrofes naturais estimadas em US$ 105 bilhões, o quarto maior desde 1970, de acordo com as preliminares do Swiss Re Institute estimativas sigma. Desastres provocados pelo homem geraram outros US$ 7 bilhões em perdas seguradas, resultando em perdas seguradas globais estimadas de US$ 112 bilhões em 2021.

Embora o furacão Ida tenha sido o desastre natural mais caro em 2021, a tempestade de inverno Uri e outros eventos secundários de perigo causaram mais da metade das perdas totais, pois o acúmulo de riqueza e os efeitos da mudança climática em áreas sujeitas a desastres geraram reivindicações.

”Em 2021, as perdas seguradas de desastres naturais novamente excederam a média dos dez anos anteriores, continuando a tendência de um aumento anual de 5 a 6% nas perdas visto nas últimas décadas. Parece ter se tornado a norma que pelo menos um evento de perigo secundário, como uma enchente severa, tempestade de inverno ou incêndio florestal, a cada ano resulta em perdas de mais de US $ 10 bilhões. Ao mesmo tempo, o furacão Ida é um lembrete gritante da ameaça e do potencial de perda dos perigos de pico. Apenas um desses eventos atingindo áreas densamente povoadas pode impactar fortemente as perdas anuais ”, disse Martin Bertogg, chefe da Cat Perils na Swiss Re.

Os dois desastres naturais mais caros do ano foram registrados nos Estados Unidos. O furacão Ida gerou US $ 30-32 bilhões em danos estimados para os segurados, incluindo inundações em Nova York2, e a tempestade de inverno Uri causou US $ 15 bilhões em perdas para os segurados. Uri trouxe frio extremo, forte nevasca e acúmulo de gelo, especialmente no Texas, onde a rede elétrica sofreu várias falhas devido às condições de congelamento. O evento mais caro na Europa, entretanto, foram as inundações de julho na Alemanha, Bélgica e países vizinhos, causando até US $ 13 bilhões em perdas seguradas, em comparação com perdas econômicas de mais de US $ 40 bilhões. Isso indica uma lacuna de proteção contra inundações ainda muito grande na Europa. A enchente foi o desastre natural mais caro para a região desde 1970 e também o segundo maior do mundo, depois da enchente de 2011 na Tailândia.

“O impacto dos desastres naturais que vivenciamos este ano mais uma vez destaca a necessidade de investimentos significativos no fortalecimento da infraestrutura crítica para mitigar o impacto das condições climáticas extremas”, disse Jérôme Jean Haegeli, Economista-Chefe do Grupo Swiss Re. ”Os investimentos em infraestrutura apoiam o crescimento sustentável e a resiliência e precisam ser aumentados. Somente nos EUA, a lacuna de investimento em infraestrutura para manter infraestrutura crítica e obsoleta é de US$ 500 bilhões em média por ano até 2040. Em parceria com o setor público, a indústria de seguros é crítica para fortalecer a resiliência da sociedade aos riscos climáticos, investindo e subscrevendo infraestrutura sustentável. ”

Outra atividade devastadora de perigo secundário na Europa incluiu severas tempestades convectivas em junho, com tempestades, granizo e tornados causando danos generalizados a propriedades na Alemanha, Bélgica, Holanda, República Tcheca e Suíça. As perdas seguradas resultantes são estimadas em US $ 4,5 bilhões. Em outras partes do mundo, ocorreram graves inundações na província chinesa de Henan e na Colúmbia Britânica no Canadá, entre outros.

Do outro lado do espectro climático extremo, o Canadá, partes adjacentes dos EUA e muitas partes do Mediterrâneo experimentaram temperaturas recordes em 2021. Durante os últimos dias de junho, uma “cúpula de calor” estabeleceu um novo recorde de temperatura canadense de todos os tempos de quase 50 ° C em uma vila na Colúmbia Britânica. As temperaturas no Vale da Morte, Califórnia, atingiram 54,4 ° C durante uma das várias ondas de calor no sudoeste. O calor excepcional costumava ser acompanhado por incêndios florestais devastadores. No entanto, as perdas seguradas associadas foram menores do que nos últimos anos, quando os incêndios afetaram áreas mais populosas. Na Califórnia, os incêndios florestais destruíram, em particular, grandes áreas florestais, mas, em contraste com 2017, 2018 e 2020, invadiram áreas de menor concentração de propriedade.

Essas estimativas de perda por catástrofe sigma são para danos à propriedade e excluem reivindicações relacionadas ao COVID-19. As estimativas de perda são preliminares e estão sujeitas a alterações, uma vez que nem todos os eventos geradores de perdas foram totalmente avaliados ainda. Por exemplo, a atividade catastrófica em dezembro permaneceu elevada e as perdas resultantes ainda estão sendo avaliadas. O COVID-19 alongou o ciclo de vida dos sinistros, especialmente para grandes eventos, e levará muito mais tempo do que o normal para avaliar a contagem final, informa a Swiss Re em comunicado enviado ao blog Sonho Seguro.

Liberty Seguros apresenta experiências exclusivas em parceria com influenciadores

liberty

Fonte: Liberty

A partir de hoje a Liberty Seguros disponibiliza no +Liberty, clube de benefícios da companhia, conteúdos exclusivos feitos por influenciadores digitais especialistas em três temáticas que se complementam aos descontos já oferecidos pelo clube: cuidado com animais de estimação, bem-estar e exercícios e alimentação. 

Os temas das experiências foram escolhidos a partir da observação do comportamento das pessoas durante os últimos anos, principalmente por conta da pandemia, em que ficou visível o aumento no interesse e no engajamento dos consumidores com vídeos sobre dicas de alimentação saudável, cuidados de animais e exercícios físicos em ambientes abertos, como corrida. 

Para desenvolver esses conteúdos, a seguradora firmou parceria com 06 influenciadores especialistas em cada uma dessas vertentes, como Daniela Cicarelli, atleta de triatlo com histórico de competições profissionais; Isabela Bragança, influenciadora digital de lifestyle e corrida; Halina Medina, idealizadora do projeto Tudo Sobre Cachorros; Carol Fiorentino, apresentadora do programa Tudo na Panela e ex-jurada do Bake Off Brasil; Elisa Fernandes, primeira vencedora do MasterChef Brasil e Gudan, o Husky Siberiano com mais de sete milhões de seguidores no Tik Tok.

Entre os conteúdos disponibilizados no +Liberty, há informações sobre: 

  • Corrida e exercícios: série sobre qualidade de vida, bem-estar e esporte com Daniela Cicarelli, além de dicas sobre como começar a praticar a corrida.
  • Animais de estimação: vídeos com dicas sobre enriquecimento ambiental para cachorros, passeios e como lidar com a ansiedade de separação. Além disso, os segurados contarão com sugestões para transformar pets em influenciadores, com conteúdos sobre a rotina de gravação e como acontece o processo fora das câmeras com o Gudan.
  • Alimentação: dicas sobre planejamento semanal de alimentação e aproveitamento integral de alimentos, técnicas de congelamento para evitar o desperdício de sobras, como utilizar legumes congelados para o preparo de caldos e uma receita prática para o dia a dia.

O +Liberty foi desenvolvido com o objetivo de aproximar os segurados da companhia e oferecer uma experiência que vai além das coberturas e serviços contratados nas apólices. Desde o lançamento, no ano passado, a plataforma registrou mais de 6 mil acessos por mês e os descontos em cursos e produtos para os usuários chegaram a até 60%.

Para  mais informações, acesse o clube  +Liberty via site ou app Liberty Seguros

Telemedicina é a mais nova assistência oferecida pelo seguro de vida da Zurich

Rodrigo Barros Zurich
Rodrigo Barros

Fonte: Zurich

No começo de 2020, pouco depois de a pandemia atingir o Brasil, uma opção de atendimento até então pouco explorada pelos brasileiros ganhou popularidade: a telemedicina. Somente nos seis primeiros dias de pandemia no Brasil, houve um aumento de 800% no uso da telemedicina, segundo pesquisa publicada na revista científica Plos One, em julho de 2021. Especialistas apontam que a tendência é que, mesmo após o período pandêmico, o uso desta tecnologia continuará em alta.

Sempre procurando oferecer serviços de acordo com as necessidades de seus clientes, a Zurich anuncia a inclusão de atendimentos por meio da telemedicina como a mais nova assistência do seguro de vida Zurich Vida Para Você. 

Lançado no começo de 2021, o seguro de vida da Zurich já é considerado um dos mais completos e diferenciados do mercado. A razão é que além das coberturas tradicionais (como Indenização por Morte e Invalidez por Acidente, por exemplo, que não são obrigatórias), ele oferece outras proteções customizáveis, que podem ser utilizadas em qualquer momento da vida, sempre que necessário. Além de ser um produto flexível, o capital segurado (indenização a receber) pode ser de até R$ 5 milhões, valor acima da média praticada para seguros de vida. 

Ao contratar o seguro, o cliente ainda pode escolher, gratuitamente, três assistências num rol de 15 opções oferecidas pela companhia, que ele pode utilizar ao longo de toda a sua vida. A telemedicina junta-se a serviços como os voltados às bikes e pets, que foram anunciados no mês de junho, e outros disponíveis desde o lançamento, como: Orientação Psicológica, 2ª Opinião Médica e até uma Rede de Descontos em mais de 20 mil estabelecimentos em todo o Brasil. 

Rodrigo Barros, Diretor de Vida, Previdência e Capitalização da Zurich no Brasil, conta que a seguradora analisou a realidade do mercado antes de anunciar a novidade. “Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 64,4% dos brasileiros vivem em famílias em que ninguém possui um convênio médico. Isso acontece, em grande parte, por conta do valor de investimento que é necessário fazer para ter acesso a este tipo de atendimento. Pesquisamos muito e encontramos a plataforma Tem Saúde, que permite que possamos oferecer o serviço com a qualidade que a Zurich preza, já que a companhia sempre coloca o cliente no centro de tudo o que faz”, explicou.

O executivo ressalta que segurados da Zurich que possuem o produto Zurich Vida Para Você poderão ter acesso a atendimento com médicos generalistas através da telemedicina a qualquer momento do dia. “Nós da Zurich acreditamos que o importante é sempre oferecer o melhor para nossos segurados; e por isso os clientes que contratarem o nosso seguro de vida poderão selecionar um benefício que disponibiliza acesso a um atendimento médico de qualidade com apenas alguns cliques, no conforto da sua casa, 24 horas por dia, durante os 365 dias do ano”, finaliza.

Como funciona o serviço de telemedicina

Os serviços de telemedicina do seguro de vida da Zurich são viabilizados por meio da Tem Saúde, uma empresa que soma mais de 4 milhões de cartões emitidos e é uma plataforma certificada e autorizada pelo Conselho Federal de Medicina.

Vinte e quatro horas após a emissão do seguro, caso o cliente escolha tal assistência, ele recebe um SMS com o número de sua Conta Saúde, além de senha para utilização. Em seguida, faz a ativação pelo site do parceiro ou pela Central de Atendimento da Zurich.

Quarenta e oito horas após essa etapa, o titular já pode solicitar atendimento pelo site meutem.com.br/zurich. Logo depois de um rápido procedimento de login, já é possível passar pelas consultas; caso o médico prescreva uma receita, o usuário a receberá por e-mail.