SulAmérica lança plataforma para facilitar a geração de negócios

Fonte: Sulamerica

A SulAmérica lança nesta segunda-feira, 23, a plataforma DivulgaSula, uma iniciativa desenvolvida para facilitar a geração de novos negócios, agilizando o acesso aos materiais de divulgação da companhia para corretores e parceiros. 

A partir de agora, por meio de um único portal, os corretores terão acesso à personalização das melhores peças para divulgação dos nossos produtos de saúde, da linha Direto com praticidade e autonomia. Além de encontrar peças editáveis, o corretor também terá acesso a materiais de prospecção, vídeos, cards, e ainda informações sobre lançamento de produtos e detalhes de argumentos de venda.  

O material produzido por meio do hub de conteúdo permite que o corretor tenha acesso às peças que dão mais retorno de venda dos Diretos com inclusão de nome, telefone, e-mail e logo para prospecção. Os materiais são oferecidos em diferentes formatos: WhatsApp, post, stories. 

Esse lançamento marca um importante passo para a SulAmérica no relacionamento com seus mais de 40 mil parceiros de negócios, os corretores de seguros. Por meio do DivulgaSula, estaremos ainda mais próximos, auxiliando e oferecendo uma ferramenta que garante personalização e download de materiais das campanhas para o atendimento aos clientes. Estamos entusiasmados com a novidade. Queremos tornar o DivulgaSula conhecido por todos os corretores, sendo o principal canal de marketing entre eles e a companhia para venda dos Diretos”, comenta Luciano Lima – Diretor Comercial da SulAmérica. 

Para conhecer o DivulgaSula, os corretores podem acessar em https://divulgasula.sulamericaseguros.com.br/login

Para Boris Ber, momento é favorável para a venda de seguro de vida

Fonte: CVG-SP

Depois de inúmeros eventos online durante o período de pandemia, o CVG-SP abriu a agenda do ano com a realização do seu tradicional almoço, realizado no dia 18 de maio, no Terraço Itália. Depois da abertura do evento, realizada pelo diretor de Relações com Mercado, Tiago Moraes, o presidente da Comissão Fiscal, Alexandre Vicente da Silva, registrou a aprovação de contas do CVG-SP do exercício fiscal de 2021, realizada momentos antes em assembleia.

Marcos Kobayashi, presidente do CVG-SP, manifestou a alegria de reunir os amigos do mercado em um evento presencial, que chegou a ser adiado meses antes por causa da pandemia. Como convidado especial, o presidente do Sincor-SP, Boris Ber, falou na ocasião sobre as “Perspectivas para os Seguros de Pessoas e a importância do corretor na conscientização da sociedade”. 

Com mais de 40 anos de carreira, Boris Ber também acumula 30 anos de participação no Sincor-SP. Agora, na presidência do sindicato, ele conclui que o mercado tem muito a fazer pelo seu desenvolvimento. A boa notícia é que, na sua visão, uma série de fatores tornam o momento atual propício para ações nesse sentido, começando pelo o que ele classifica como conjunção de astros que convergem para a mesma direção. “Temos o diálogo com todas as entidades, incluindo a Susep, e a energia perfeita entre corretores e seguradores”, disse.

Diante de tamanha sinergia, ele pondera que, talvez, o momento seja bom também para o desenvolvimento de um plano diretor para o setor. “Por que não? ”, questionou. Boris Ber observou, ainda, que o período da pandemia tornou a população mais receptiva ao seguro de pessoas, sobretudo vida e saúde. Para ajudar, o portfólio de vida está mais sofisticado. “São produtos nobres que podem amparar o segurado, de acordo com as suas necessidades”, disse. 

Outro ponto a favor, na opinião do presidente do Sincor-SP, foi a decisão da maioria das seguradoras de indenizar sinistros de covid, apesar de a pandemia ser um risco excluído das apólices. “Isso contribuiu para a credibilidade do corretor, do produto e das seguradoras”, disse. Para ele, essas condições favorecem a venda do seguro de vida, ainda que alguns corretores não tenham se dado conta disso. “O corretor não sabe o tesouro que tem em casa, a sua carteira”, disse. 

Para Boris Ber, as informações do perfil do segurado que o corretor detém são o ponto de partida para a oferta do seguro de vida. No entanto, reconhece que essa abordagem ainda é um tabu para o corretor e que a venda é vista como um desafio. “Ledo engano, basta estudar um pouco”, disse. Segundo ele, não faltam oportunidades para a especialização no ramo, oferecidas inclusive por seguradoras. “O corretor tem as ferramentas para fazer um trabalho bem feito”, disse. 

Nesse sentido, Boris Ber ressaltou que deseja “abrir” o Sincor-SP para todo o mercado, no intuito do desenvolvimento do corretor. Prova disso foi a criação do programa SincorCAST, que estreou em abril com a abordagem do problema das assistências 24h. Segundo ele, a audiência alcançou mais de 4 mil views. O sucesso se repetiu com o programa de maio, que discutiu os seguros por assinatura. Agora, o próximo passo é promover discussões junto com as seguradoras. “Vejo que as companhias têm um cabedal de oportunidades para os corretores”, disse.

Homenagens

O presidente Kobayashi e o ex-presidente Silas Kasahaya, atual presidente do Conselho, homenagearam o presidente do Sincor-SP com o título de sócio honorário. “Por tudo o que você representa e contribui com o mercado de seguro de pessoas, nosso agradecimento”, disse o presidente do CVG-SP. “Agradeço ao CVG-SP o título e aproveito a oportunidade para reforçar o desejo de que as entidades estejam muito próximas. Só vamos construir propostas e cenários melhores se estivermos unidos”, disse Boris Ber.

Durante o evento, o CVG-SP também recebeu uma homenagem da Bradesco Seguros por seus 40 anos, completados no ano passado. A entrega da placa, que aguardava a diminuição da pandemia, foi feita pelo superintendente Executivo da Bradesco Seguros, Anderson Mundim Martins. “O CVG-SP para a Bradesco é importante e completar 40 anos é um fato histórico, que representa credibilidade e confiança”, disse Mundim.

Em seguida, Kobayashi fez a entrega do título de associada benemérita para Seguros Unimed e Swiss Re. “Com muito orgulho estou aqui, apoiando essa entidade que coloca o seguro de vida como fundamental para a sociedade”, disse Wilson Leal, diretor de Mercado e Tecnologia da Seguros Unimed. Já Marcos Salum, Senior Client Manager/Market Underwriter da Swiss Re, que representou o presidente Fred Knapp, disse que a associação ao CVG-SP vai ao encontro da missão da resseguradora de tornar o mundo mais resiliente. Ele informou, ainda, que é ex-aluno do CVG-SP. “Estou muito feliz por estar aqui”, disse.

Kobayashi adiantou que no próximo almoço do CVG-SP, que será realizado no dia 22 de junho, com a presença do superintendente da Susep, Alexandre Camillo, será oficializado o retorno de uma benemérita. “É muito simbólico para nós porque receberemos Rodrigo Bertacini, filho do saudoso Osmar Bertacini, que, hoje, comanda a Humana Seguros”, disse. 

Coincidentemente, o CVG-SP abriu espaço na programação do almoço para a distribuição da biografia de Osmar Bertacini, de autoria do jornalista Carlos Pacheco, que autografou a obra ao lado de André Pena, da editora Referência. “É importante não esquecer as pessoas que contribuíram com o nosso mercado, como é o caso do Osmar”, disse Kobayashi.

No encerramento, Kobayashi ratificou o compromisso do CVG-SP, os seus pilares de atuação, que são compartilhamento de informações e geração de conteúdo, formação e capacitação técnica, além dos tradicionais eventos de relacionamento, como os almoços no Terraço Itália. “Continuaremos trabalhando forte com a convicção de que o crescimento do mercado levará cada vez mais proteção pessoal e financeira para as famílias”, disse.

Previdência Privada alcança R$36,9 bilhões em aportes no 1º trimestre 

previdencia fenaprevi

De acordo com o último levantamento da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – Fenaprevi, no acumulado de janeiro a março de 2022, houve cerca de R$ 36,9 bilhões em contribuições e prêmios em previdência privada aberta. Deduzidos os R$ 30,9 bilhões em resgates, foram R$ 6 bilhões em captação líquida, fechando o resultado do período. 

O mercado de previdência privada complementar registrou em março de 2022 o melhor desempenho do ano, com R$ 13,5 bilhões em contribuições, resultado 12,6% maior do que no mês anterior. Houve R$ 11 bilhões em resgates, gerando um saldo de R$ 2,5 bilhões em captação líquida. Os ativos chegaram a R$ 1,11 trilhão.  

No relatório produzido pela Fenaprevi estão computados ainda os planos das famílias Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e os tradicionais de acumulação. Dentre as opções, o VGBL é o escolhido pela maioria das pessoas (93%), seguido pelo PGBL (6,5%) e os Tradicionais/ outros (0,5%).  

A modalidade predominante é a de planos Individuais (89,4%), depois os Coletivos (8,9%) e também os para Menores (1,7%). 

AXA passa a incluir PIX em seguro que garante saques realizados sob coação e inclui DOC, TED e TEF

Erika Medici AXA

A AXA no Brasil aposta na oferta no seguro para transações indevidas sob coação. Por isso, incluiu PIX e ampliou a cobertura para as modalidades DOC, TED e TEF. Até então, a companhia tinha a cobertura Saque sob Coação, que garantia o pagamento de uma indenização, em casos de saques realizados com cartões sob coação. “Nós readequamos o produto para atender as demandas dos nossos clientes, visto que tem aumentado o número de casos de sequestros-relâmpagos, principalmente envolvendo o PIX. Em uma situação como essa em que a vítima fica refém e ainda pode ter uma perda financeira, contar com uma proteção traz um pouco de tranquilidade”, afirma Erika Medici, CEO da AXA no Brasil.

Também antenada às necessidades do dia a dia de seus clientes, a AXA tem feito adequações em outras linhas de produtos. Exemplo disso é a cobertura Bolsa Protegida, que passou a se chamar Bens e Bolsa Protegida. A diferença é que antes ela garantia a cobertura de itens pessoais que estavam dentro da bolsa ou mochila no momento do evento, entre eles, carteira, documentos, óculos, celular e cosméticos. Agora, basta o item estar sob o poder do segurado para ele acionar a cobertura em casos comprovados de roubo ou subtração mediante arrombamento. O valor do ressarcimento é estipulado no LIM, Limite Máximo de Indenização, no momento da contratação do seguro. 

“Através dessas novidades, queremos facilitar o dia a dia das pessoas, proporcionando mais resiliência para que elas enfrentem com mais tranquilidade os imprevistos”, diz Erika. O seguro PIX, Bens e Bolsa Protegida é disponibilizado pela AXA através de parcerias com grandes varejistas do mercado brasileiro.

Munich Re investe na insurtech Azos

A resseguradora Munich Re investiu US$ 6 milhões na insurtech Azos. Este foi o primeiro aporte realizado pela Munich Re em uma insurtech na América Latina. O valor será utilizado para desenvolver o canal corretor e expandir a atuação da empresa a partir de parcerias com empresas de tecnologia. O aporte é uma extensão do round series A realizado em novembro do ano passado, quando a empresa recebeu R$ 55 milhões para alavancar sua operação, ampliar as soluções tecnológicas e desenvolver novas linhas de produtos.

Trata-se do primeiro investimento recebido pela insurtech por uma companhia especializada no setor de seguros, segundo nota divulgada pela empresa. Os rounds anteriores foram liderados por fundos focados em tecnologia, inovação e empreendedorismo, como Prosus, Kaszek Ventures, Maya Capital e Propel.

“Os recursos vão nos ajudar a desenvolver melhor a experiência dos nossos parceiros e a manter um ritmo acelerado de crescimento das vendas. Ao mesmo tempo, esse investimento não deixa de ser um reconhecimento. Até então, tínhamos a validação dos fundos de tecnologia que acreditaram no nosso modelo de negócios. Agora, passamos a ter a chancela de uma das maiores empresas do mercado de seguros também. O investimento da Munich é uma validação do que estamos fazendo em termos de subscrição de risco e regulação de sinistros”, diz Rafael Cló, CEO da Azos.

Desde sua fundação, a insurtech já levantou mais de R$ 100 milhões em investimentos. A operação teve início no primeiro semestre de 2021, apresentando ao mercado seguros coberturas de até R$ 2 milhões, que podem ser contratados em até 24 horas e com flexibilidade para o segurado definir o tipo de proteção que deseja. A empresa já conta com mais de 500 corretores cadastrados e estima que terminará o ano de 2022 com mais de R$ 12 bilhões em capital segurado.

Inspirada em um modelo de negócio conhecido nos Estados Unidos como Managing General Agent (MGA), a Azos comercializa os produtos de seguro a partir de uma parceria com a seguradora Excelsior, a quem cabe emitir as apólices e fazer girar todo o fluxo financeiro com a resseguradora, no caso o IRB Brasil Re.

Austral Re divulga nova edição do Austral Report

Fonte: Austral

Com mapeamento exclusivo, a Austral Resseguradora lança nova edição do Austral Report, um relatório de inteligência que traz informações relevantes para contribuir com o desenvolvimento e informação de todo o mercado. A empresa, com forte presença na América latina, elaborou um material que chega em sintonia com as demandas do setor no estilo dashboard e mantém os destaques e conteúdo das versões passadas.  O novo formato inovador do relatório pretende melhorar ainda mais a experiência do leitor sobre os mercados segurador e ressegurador do Brasil.

Nesta edição, os especialistas da Austral Re trazem insumos com uma visão global do mercado securitário do Brasil a partir de análises históricas de dados até o ano de 2021. O Austral Report traz os impactos do mercado vivenciados pelo agravo da pandemia em 2021, onde foram verificados aumento de sinistralidade no mercado de seguros e crescimento excessivo de prêmio emitido. O mercado ressegurador, por sua vez, apresentou maior estabilidade se comparado a 2020.

O estudo indica que as seguradoras emitiram R$ 141,9 bilhões em prêmios no ano de 2021, representando um aumento expressivo de 14,8% na comparação com o ano passado. A sinistralidade bruta também apresentou comportamento atípico, atingindo a máxima histórica de 51,3% no ano, maior índice desde 2016. Para o mercado ressegurador local, o total de prêmios emitidos brutos foi de R$ 13,8 bilhões, um volume 27,6% maior frente ao ano anterior. Em relação a sinistralidade do setor, observamos uma estabilidade do índice em relação a 2020, passando de 94% em 2020 para 94,9% em 2021.

“Temos um compromisso histórico com o mercado segurador da América Latina para geração de informação e conhecimento, contribuindo com seu crescimento. Além dos dados relevantes, a análise do Austral Report ganhou dinâmica em sua apresentação, após a realização de estudos por parte de nossa equipe, o que facilitará ainda mais sua capilaridade entre clientes, parceiros e demais profissionais”, explica o CEO da Austral Resseguradora, Bruno Freire.

Entre os destaques, foram apontadas as linhas de negócios com maior crescimento de prêmio de resseguro cedido pelas seguradoras brasileiras no ano. As linhas de Automóvel (R$ 1,2 bilhão e alta de 96%); Aeronáuticos (R$ 706 milhões e alta de 43%); e Rural (R$ 1,2 bilhões e alta de 40%) ganham relevância na comparação. O segmento de Patrimonial segue líder em arrecadação de prêmios cedidos, totalizando R$ 5,5 bilhões e com alta de 29%.

Europ Assistance estima que prevê crescimento bilionário em seguro para pets nos próximos anos

Fonte: Europ Assistance

O distanciamento social exigido na pandemia de Covid-19 abriu novas oportunidades para o mercado pet, que devem se ampliar nos próximos anos. Como tentativa para as pessoas driblarem a solidão do isolamento, houve crescimento na aquisição e adoção de animais em todo o mundo, o que aqueceu o setor de produtos e serviços dirigidos aos bichinhos. No Brasil, não foi diferente: atualmente há, no país, mais de 141 milhões de pets, entre cães, gatos, aves e outros, de acordo com estimativa da companhia de serviços de assistência Europ Assistance Brasil (EABR).

A crise econômica internacional ocasionada pela pandemia e por outros fatores estimula particularmente o mercado de seguros para pets, já que os tutores buscam o serviço pela necessidade de reduzir o risco financeiro e driblar os altos custos dos cuidados veterinários. Segundo relatório da consultoria Grand View Research, o setor foi avaliado em US$ 8,3 bilhões em 2021 e deve alcançar US$ 32,7 bilhões em escala global até 2030, com crescimento de 16,7% ao ano. 

Para o consumidor, há muitas vantagens. Afinal, ao contrário de planos de saúde pet, que se limitam à assistência veterinária, as assistências podem oferecer amplas gamas de serviços, como hospedagem e transporte. 

“As soluções pet já fazem parte do nosso portfólio há alguns anos, mas desde o ano passado temos investido ainda mais na diversificação de nossos produtos, como por exemplo, a assistência psicológica à família em caso de perda de um pet, pois sabemos que os bichinhos são como membros da família, e a orientação remota de saúde, seguindo a nova onda de Telemedicina”, afirma Rogerio Guandalini, Diretor Comercial e de Marketing da Europ Assistance Brasil. “Temos mais de 20 soluções que podem auxiliar os clientes em casos de emergências ou momentos de conveniência, como: consulta veterinária e cirurgia emergencial, internação, exames laboratoriais, hospedagem, funeral, entre outras”.

Segundo Rogerio, a procura por esse tipo de assistência tem crescido no país, seguindo as tendências internacionais. “Sabemos que esse é um mercado que vem crescendo a cada ano, e, com a pandemia, notamos um aumento de aproximadamente 30% na procura por serviços voltados aos pets. Temos investido bastante em novas soluções e capilaridade de atendimento, garantindo modelos de credenciamento de clínicas veterinárias e pets de forma simplificada, a fim de atender a população brasileira sem restrições”.

Para o especialista, este é o momento ideal para investir no setor. “O segmento vem crescendo acima da casa de dois dígitos nos últimos anos, e a procura de serviços também. Tanto o mercado segurador, como o mercado varejista estão incluindo em seu portfólio de produtos os serviços voltados ao mundo pet, para atender a nova formação das famílias brasileiras e suas necessidades”, conclui.

Alper contrata Gustavo Croitor como CDO

A Alper Consultoria em Seguros anuncia a contratação de Gustavo Croitor para Chief Digital Officer (CDO). O executivo terá o desafio de acelerar o ritmo da transformação digital, mantendo a posição de corretora de seguros mais inovadora do mercado.  

“A Alper á uma companhia que está na vanguarda da tecnologia, temos investido massivamente em tecnologia e iniciativas digitais, buscando sempre as soluções mais modernas e disruptivas do mercado para entregar serviços de excelência e qualidade aos nossos clientes e a chegada de Gustavo para o time vai contribuir para a aceleração desses processos”, explica Marco Aurélio Couto, CEO da empresa. 

Croitor tem mais de 20 anos de experiência no mercado digital, onde liderou relevantes transformações digitais em grandes companhias multinacionais como: Whirlpool, Samsung e Telefônica Vivo. O executivo tem formação em Digital Designer e pós-graduado em Design Thinking pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). 

“Estou muito feliz de fazer parte de uma companhia que vem investimento fortemente em tecnologia e inovação. A Alper vem se consolidando como uma das corretoras mais inovadoras do mercado e, minha chegada vai contribuir para a aceleração e consolidação desse processo”, afirma Croitor.

Zurich divulga Relatório de Sustentabilidade e descarbonização de investimentos é destaque

John Liu

Fonte: Zurich

A seguradora Zurich lança hoje o seu segundo Relatório de Sustentabilidade. Um dos destaques do relatório diz respeito à estratégia de rebalanceamento de carteira de investimentos da seguradora, que foi realizado com o objetivo de reduzir a exposição de crédito da companhia. No processo, para permanência ou entrada em seu portfólio de investimentos, a Zurich priorizou as empresas com menores emissões de CO2, resultando, em dois anos, na redução em mais de 70% a pegada de carbono da carteira.

“Nosso objetivo é deixar o portfólio o mais próximo possível do net-zero, e por isso, junto da análise da performance financeira, nós também consideramos critérios ambientais, sociais e de governança (ASG) na análise de investimentos”, pontua o diretor executivo de investimentos, John Liu. “Queremos também aumentar cada vez mais a alocação em Green Bonds, os quais hoje somam R$ 62 milhões, equivalentes a 2% dos nossos ativos sob gestão no Brasil”.

O relatório traz também o resultado de outras iniciativas adotadas pela Zurich no âmbito da sustentabilidade. No ano passado, a seguradora lançou, juntamente com o Instituto da Qualidade Automotiva (IQA), um Selo Verde para oficinas mecânicas parceiras engajadas com a necessidade de diminuir o impacto ambiental de suas atividades. Em 2021, 28 oficinas foram certificadas e 30 estavam em vias de obtê-lo. 

A empresa também conta com uma ação de descarte responsável de celulares e informática com o objetivo de reduzir a emissão de CO2 na operação de sinistros. Para tal, colocou 242 urnas de coleta nas assistências estrategicamente distribuídas em todo o território nacional. Somente em 2021, foi processada 1,2 tonelada de resíduos, coletados dos celulares e computadores reparados em todo o Brasil. 

Outra ação diz respeito ao recolhimento de salvados, que são bens resgatados de sinistros, além de descarte de entulhos. No ano passado, mais de 22 toneladas de móveis, geladeiras, TVs, micro-ondas, impressoras, sofás etc. foram retirados por meio do serviço de descarte ecológico do seguro residencial, face a 20 toneladas em 2020. 

“Temos como promessas gerar valor mútuo junto aos nossos parceiros e ter o cliente no coração de tudo o que fazemos”, pontua Roberto Hernández, Diretor Executivo de Seguros Corporativos e responsável por Sustentabilidade na Seguradora Zurich. “Estas iniciativas, que estão diretamente relacionadas aos nossos produtos, atendem a ambos os propósitos. Elas mostram compreensão com relação à mudança de comportamento do consumidor e às necessidades do planeta, bem como ajudam nossos parceiros a se adaptarem a esta nova realidade”, aponta o executivo.

Desde 2018, o voluntariado corporativo contou com mais de 7 mil horas de dedicação dos colaboradores da seguradora. No mesmo período, foram doados aproximadamente R$ 28 milhões a instituições sociais e a ações locais que atuam na promoção de mais qualidade de vida e bem-estar para crianças, adolescentes e idosos em situação de vulnerabilidade social, em parceria com Z Zurich Foundation.

Metas para os próximos anos e governança corporativa

A Zurich estipulou metas que envolvem diversos stakeholders com os quais se relaciona. Recentemente, a empresa anunciou que pretende zerar as emissões de carbono de suas operações globais até 2030, reduzindo em 20 anos a meta anteriormente estabelecida pelo Grupo.

No Brasil, a partir deste ano, todos os operadores do call center passaram a trabalhar remotamente. Já os demais funcionários possuem a possibilidade de atuar no modelo híbrido, com dois dias presencias e três em trabalho remoto, o que também permite a redução de emissões de CO2 com deslocamentos. A companhia passou a perseguir a redução de 70% de carbono em viagens aéreas (com base pré-pandêmica, em 2019) e, até 2025, toda a sua frota deverá ser de carros elétricos e híbridos.

Ancorada em uma série de compromissos assumidos globalmente – como o Net-Zero Insurante Alliance (NZIA) e o Pacto Global da ONU –, a companhia ainda traz os detalhes de sua governança, balizada em três pilares estratégicos: Mudanças Climáticas, Sustentabilidade no Trabalho e Confiança na Sociedade Digital.

“Temos a aspiração de ser uma das empresas mais responsáveis e de maior impacto no mundo”, afirma Roberto Hernandez

“O primeiro, Mudanças Climáticas, diz respeito ao enfrentamento ativo dos fenômenos do clima como risco e oportunidade. O segundo, Sustentabilidade no Trabalho, está relacionado ao apoio aos funcionários, à organização e à sociedade a percorrer pela mudança da natureza do trabalho, fortalecendo a cultura, a diversidade e a inclusão. O terceiro, Confiança na Sociedade Digital, diz respeito ao objetivo de tornar as pessoas e organizações mais resilientes”, explica Roberto Hernández.

No Brasil, a seguradora conta com seis grupos de trabalho dedicados a pensar as questões ASG em várias frentes, como mercado, operações, colaboradores, responsabilidade social, subscrição e riscos, todos suportados pelo mais alto escalão da companhia.

“Temos a aspiração de ser uma das empresas mais responsáveis e de maior impacto no mundo. Estamos verdadeiramente empenhados em liderar o setor de seguros nessa transformação, promovendo ações concretas que agreguem valor aos nossos stakeholders e sejam efetivas no contexto das mudanças climáticas, que são o principal risco que enfrentaremos a médio e longo prazo a nível global”, finaliza Roberto.

Mapa anuncia a liberação de R$ 990 milhões para o seguro rural

seguro rural

Fonte: MAPA

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou ontem a Resolução nº 93 do Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural, que aprova a distribuição do orçamento do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) para o exercício de 2022. No total, serão disponibilizados R$ 990 milhões ao longo dos próximos meses com o objetivo de auxiliar financeiramente o produtor no momento da aquisição do seguro rural. 

O Secretário de Política Agrícola do Mapa, Guilherme Bastos, destaca a importância do seguro para mitigar os efeitos do clima durante a safra. “Temos observado problemas recorrentes na produção em função de eventos climáticos adversos nas últimas safras, cada vez mais severos, por isso o governo continuará incentivando a contratação do seguro rural”, diz. 

Nos três primeiros meses de 2022, as seguradoras já pagaram aos produtores aproximadamente R$ 5,8 bilhões em indenizações, decorrente principalmente dos sinistros observados nas lavouras de soja e milho verão na região Centro-Sul. “Isso demonstra a importância e a efetividade do seguro”, avalia o diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Mapa, Pedro Loyola. Em 2021, o total pago em indenizações pelas seguradoras aos produtores foi de R$ 5,4 bilhões.

Loyola acrescenta que o Mapa deve solicitar em breve a suplementação do orçamento para o Programa, devido ao aumento do custo e do preço dos principais produtos segurados que são contemplados no PSR, como a soja e o milho, o que reflete na elevação do preço final do seguro. “Além disso, em decorrência da alta sinistralidade registrada nos últimos anos, a taxa de prêmio para alguns seguros também foi majorada, o que também encarece o valor da apólice e por consequência demanda mais recurso para subsidiar a contratação das apólices”, aponta. 

A liberação do recurso de R$ 990 milhões vai possibilitar o apoio na contratação de aproximadamente 140 mil apólices de seguro rural em todo o país. A novidade é que a área segurada passa a ser georreferenciada à partir de 2022 no âmbito do PSR, visando melhorar as informações de mapeamento e monitoramento por satélite para cruzamento de informações com outras bases de dados.

Do orçamento total a ser disponibilizado, R$ 500 milhões serão para as culturas de inverno (milho 2ª safra, trigo e demais grãos de inverno), R$ 324 milhões para os grãos de verão, R$ 72 milhões para as frutas, R$ 12 milhões para a modalidade pecuário, R$ 2 milhões para a modalidade de florestas e R$ 80 milhões para as demais culturas.

Em relação ao orçamento destinado para os grãos de verão, parte desse recurso (R$ 60 milhões) será exclusivo para as contratações realizadas nas Regiões Norte e Nordeste. Esse destaque orçamentário, que acontece desde o ano de 2019, tem o propósito de fomentar a oferta de seguros naquelas Regiões, que ainda é incipiente, e estimular a demanda dos produtores, que diferentemente das demais regiões do país, ainda não estão acostumados a contratar o seguro. Em 2021, foi possível impulsionar a contratação de 3.310 apólices, 102% a mais que 2019. A importância segurada nessas Regiões aumentou 167%, passando de R$ 1,05 bilhão em 2019 para R$ 2,8 bilhões no ano passado.