Nova lei melhora reputação do setor de seguros, avaliam especialistas

Na quinta-feira (11), começa a vigorar a Lei 15.040, a nova lei dos seguros. Aprovado em 2024, o novo regramento traz mudanças profundas para o mercado e, na avaliação de especialistas reunidos pela corretora Oneglobal para discutir o tema, combate um problema histórico de reputação do setor: a percepção de que o mercado de seguros não oferece a proteção que promete. Os representantes de empresas, gestores de risco e advogados especializados participaram do webinar “Interrupção de Negócios e a Nova Lei do Seguro” e mostraram porque a lei inaugura uma nova fase marcada pela transparência e cooperação entre seguradoras, corretores, reguladores e segurados.

Entre as novidades, está o fim da prática de negar ao segurado o acesso aos relatórios de regulação de sinistros sob a justificativa de que seriam “documentos internos”. Marcio Malfatti, sócio da Pimentel e Associados Advogados, sintetizou o espírito da mudança: “A frase ‘Não forneço porque é um documento interno’ vai morrer. O espírito da lei é substituir o princípio da desconfiança que vigora na regulação do sinistro pelo princípio da cooperação. Regulação e liquidação de sinistros vão envolver um diálogo profundo entre todas as partes”, resumiu, referindo-se principalmente aos produtos de lucros cessantes para o mercado corporativo.

Mais do que uma mudança regulatória, trata-se de uma oportunidade para reconstruir a confiança do público no mercado de seguros brasileiro. Para Fernando Martirani, head de placement da Oneglobal, o grande ganho da lei é a transparência. “Em um grande sinistro não existe regulação sem a participação do segurado. É ele quem vai conseguir explicar as atividades da empresa dele”, disse.

A determinação do compartilhamento dos relatórios está prevista nos artigos 82 e 83 da Lei. O texto elimina a antiga prática, amplamente criticada por segurados e corretores, de manter o relatório restrito à seguradora. “Sempre escutamos dos clientes que não podíamos compartilhar o relatório de regulação. A entrega do relatório agora vai fazer as partes colaborarem no momento da regulação. É uma medida muito bem-vinda”, contou o presidente da Crowford Brazil, Eduardo Ribeiro.

A transparência, segundo os participantes, beneficia sobretudo os grandes riscos, onde a complexidade dos sinistros exige diálogo técnico intenso. Adriana Reis, risk manager da Hitachi Energy, destacou que o novo ambiente exigirá maior especialização na contratação e discussão de grandes riscos, reforçando a necessidade de processos mais fluidos e técnicos.
Segundo ela, a lei elevará o patamar de governança das empresas. Elas não poderão se dar ao luxo de ficar paradas diante de contratos milionários e precisarão estar preparadas para dar respostas rápidas e claras.

“A governança vai entrar em outra esfera. Ela já existia na proteção financeira e reputacional, mas agora avança para a gestão de riscos com mais profundidade. Se não houver colaboração desde o início, todo mundo perde”, acredita.

Christian Mendonça, head de seguros da Norsk Hydro, destacou a complexidade das apólices de lucros cessantes, que estão diretamente ligadas à gestão do sinistro e às decisões operacionais para mitigar perdas. Na avaliação do executivo, decisões mais maduras e com engajamento das várias áreas podem ajudar a reduzir litígios gerar economia para todos os envolvidos.

“Quando a gente fala de lucros cessantes, a jornada é muito complexa. Não se trata apenas de calcular perdas financeiras, mas de compreender todas as decisões que a operação está tomando para reduzir o prejuízo. É nesse ponto que o papel do time de gestão de riscos se torna essencial: traduzir os impactos reais do negócio, dialogar com a seguradora e alinhar expectativas”, disse.

O diretor de seguros corporativos da Oneglobal, Marcello Addeo, concordou. No caso de lucros cessantes, a jornada é complexa e depende de diálogo aberto entre todos os envolvidos. “Se todos estiverem na mesma mesa com diálogo aberto, vai salvar dinheiro no fim do dia”, completou.

AXA Safe Spaces conscientiza empresas sobre a importância do apoio a pessoas são vítimas de violência

O ambiente de trabalho pode ser, para muitas mulheres, o único local onde elas se sentem fisicamente seguras e capazes de pedir ajuda. Com base nessa premissa e diante de estatísticas globais da ONU que apontam que uma em cada três mulheres sofrerá violência ao longo da vida, a AXA no Brasil reforça seu compromisso social ao disponibilizar gratuitamente o treinamento AXA Safe Spaces. A iniciativa visa instrumentalizar organizações de todos os portes a criarem uma rede de apoio efetiva, transformando o escritório em um espaço de acolhimento para vítimas de violência doméstica e sexual.

O programa, desenvolvido globalmente em parceria com a NO MORE Foundation e especialistas no tema, é totalmente digital e acessível a qualquer pessoa. A trilha de conhecimento foi desenhada para orientar gestores e colegas de trabalho de forma prática, permitindo que, mesmo sem formação especializada no trato de casos de violência, consigam aplicar três passos essenciais: reconhecer os sinais de abuso, responder com empatia e encaminhar a pessoa afetada para apoio especializado. O treinamento conecta os usuários ao Diretório Global NO MORE, uma central que reúne serviços de assistência em mais de 200 países, incluindo Brasil, garantindo que a ajuda indicada seja profissional e adequada à localidade da vítima.

Alexandre Campos, Vice-Presidente de RH, Jurídico, Compliance e ASG da AXA no Brasil, destaca que contribuir para um mundo onde a mulher possa viver sem riscos à sua existência é um pilar essencial da estratégia ASG da companhia. Para o executivo, iniciativas de conscientização são importantes para dar visibilidade ao tema e fortalecer a rede de apoio, permitindo que o setor privado desempenhe um papel ativo que vai muito além das obrigações corporativas tradicionais. O objetivo é que as empresas entendam que oferecer um ambiente seguro e solidário ajuda a quebrar o silêncio de quem sofre.

A disponibilização do treinamento para o público externo reflete a própria cultura da seguradora. A AXA adota globalmente a política “We Care”, que inclui diretrizes específicas para casos de violência doméstica e sexual, oferecendo aos colaboradores afetados suporte emergencial, assistência psicológica e médica. Essa coerência entre o discurso e a prática se estende também aos produtos da companhia, como a “Assistência Maria”, serviço que integra alguns seguros da companhia e oferece suporte jurídico e emocional, além de um app para seguradas em situação de risco.

Ao abrir o AXA Safe Spaces para o mercado, a seguradora convida outras empresas a se juntarem a esse movimento de proteção. O treinamento, que utiliza histórias reais e fictícias para ilustrar situações de controle coercitivo e abuso, pode ser realizado de forma anônima e no ritmo do usuário. O conteúdo completo e os recursos para implementação nas empresas estão disponíveis em português no site da iniciativa.

Seguros Unimed lança benefícios adicionais para produtos do segmento saúde 

Seguros Unimed

A Seguros Unimed, braço segurador e financeiro do Sistema Unimed, anuncia o lançamento do Seguro Bem-Estar+, que oferecerá novos benefícios opcionais para produtos do segmento saúde voltados para empresas. Esse é mais um movimento da seguradora que reforça a estratégia em ter um portfólio cada vez mais vasto e qualificado, de forma simples, facilitada e integrada no momento de contratação.

Entre as novidades estão o Unifarma Digital, que oferece subsídio para medicamentos, e o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), que presta assessoria às empresas no cumprimento da legislação trabalhista (NR 7), promovendo um ambiente de trabalho mais seguro e saudável.

O Unifarma Digital, desenvolvido em parceria com a Omini Saúde, com tecnologia white label, visa o uso consciente de medicamentos e o engajamento dos pacientes no tratamento. O serviço funciona com um crédito mensal e não cumulativo, mas que é restabelecido no primeiro dia do período seguinte. A apresentação de prescrição médica é indispensável para aquisição da medicação. O acesso ao benefício Unifarma Digital é pelo aplicativo Super App Seguros Unimed, que mantém a identidade visual e a experiência do cliente. 

Já o PCMSO inclui, no combo principal de saúde ocupacional, exames clínicos e complementares, além de agendamento na rede credenciada. Há também a opção de contratar serviços adicionais, como gestão de crônicos, telemedicina, mensageria do eSocial e gestão de afastados. O PCMSO é um produto da SOU (Saúde Ocupacional Unimed), uma iniciativa da Unimed do Brasil.

Os benefícios estão disponíveis em todo o território nacional e podem ser incluídos nos produtos PME, Corporativo, Unimed Saúde Empresarial, Novo Essencial São Paulo, Empresarial SP, Essencial Salvador e Essencial Brasília – tanto para pequenas e médias empresas (PME), como também para grandes contas. 

“Nossa posição de referência no setor de saúde nos permite apresentar uma proposta integrada de soluções com foco na customização de serviços e na qualidade de atendimento. Isso abre oportunidades únicas para ajudarmos as organizações a encontrarem ofertas perfeitamente alinhadas às suas realidades e às necessidades específicas de suas equipes”, afirma Rodrigo Aguiar, superintendente Comercial e de Produtos da Seguros Unimed.

Porto Seguro lança benefícios exclusivos em seu portfólio automotivo  

Jaime soares diretor Porto Seguro

Com 80 anos de atuação, a Porto Seguro se consolida como uma das principais referências em seguros de automóvel no Brasil, alcançando 6,2 milhões de veículos no terceiro trimestre de 2025. O portfólio da companhia reúne soluções para diversos perfis e necessidades, oferecendo desde produtos de entrada, com foco em inclusão securitária, até ofertas premium e private. 
 

Para marcar o período de alta temporada e o fechamento do ano, a companhia lança pela primeira vez a campanha “Etapa Turbo Seguro Auto”, que reúne condições especiais para clientes e corretores. A iniciativa fica válida até o dia 31 de dezembro e reforça o compromisso da Porto Seguro em facilitar o acesso à proteção ideal, além de impulsionar as vendas e fortalecer a atuação dos mais de 47 mil corretores parceiros.  
 

Válida em todo o Brasil, a campanha oferece benefícios exclusivos para novos clientes, que variam conforme o produto contratado. Os seguros da categoria Moto, das marcas Azul, Porto e Itaú, garantem R$ 100 de desconto. Já os produtos de entrada — Azul Auto Roubo, Azul Auto Compacto e Itaú Auto Compacto — oferecem R$ 150. Para a linha Premium, que inclui o Porto Seguro Auto Premium e as opções do Itaú e Azul Seguros com importância segurada acima de R$ 350 mil, o benefício chega a R$ 800. Os descontos são aplicados pelo corretor diretamente no Cotador do Automóvel, no COL. 
 

Além das vantagens para os clientes, a campanha também fortalece a atuação dos corretores. A remuneração adicional por negócio — válida a partir da terceira emissão — passa a ser convertida em pontos PortoPlus, a plataforma de benefícios da Porto que reúne descontos e vantagens em uma ampla rede de parceiros, como restaurantes, teatros, cursos, academias e serviços em todo o Brasil.  
 

Nesta edição, as emissões de novos negócios dos produtos Moto e Entrada geram R$ 50 em pontos PortoPlus, enquanto os produtos Premium acumulam R$ 200, além de incentivo extra pela participação nos treinamentos da PortoEduc e pontos adicionais na Fecha com a Porto. Para tornar a experiência ainda mais exclusiva, os 50 corretores mais bem colocados no ranking final da Etapa Turbo Auto serão os primeiros a garantir um par de ingressos para o Grande Prêmio São Paulo de Fórmula 1 de 2026.  
 

“A Porto Seguro tem avançado na ampliação da inclusão securitária em todo o país, e esta campanha é mais um passo importante nesse caminho. Ao destacar produtos recém-lançados e oferecer condições especiais, facilitamos a entrada de novos consumidores no seguro automotivo e fortalecemos a nossa rede de corretores. É uma ação que combina cuidado, competitividade e inovação, estimulando o acesso à proteção e impulsionando o desenvolvimento do mercado” pontua Jaime Soares, Diretor Executivo de Auto da Porto Seguro.  

Generali Brasil celebra conexão histórica com Câmara Italiana do Rio de Janeiro

Eric Lundgren, CEO da Generali Brasil

O CEO da Generali Brasil, Eric Lundgren, e o Diretor de Finanças da empresa, Karim Ajroud, prestigiaram na última segunda-feira, 8, a grande celebração da cultura e dos negócios ítalo-brasileiros: a festa de 75 anos da Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio e Indústria do Rio de Janeiro (CCIE-RJ). O evento aconteceu no Polo ItaliaNoRio e Piazza Italia, no Centro do RJ.

A participação da seguradora ressalta a profunda conexão histórica e o compromisso mútuo no fortalecimento das relações econômicas entre Itália e Brasil. O ano de 2025 foi um período emblemático para a companhia: a empresa completou 100 anos de atuação no país.

“Celebramos um século de história no Brasil, construindo relações sólidas, duradouras e de confiança com nossos parceiros e clientes. Estar ao lado da Câmara Italiana em seu aniversário de 75 anos é um reconhecimento natural da nossa herança italiana e do nosso papel como um dos pilares da presença empreendedora da Itália no Brasil”, afirma Lundgren.

Como uma das mais tradicionais e importantes companhias de origem italiana no mercado brasileiro, a Generali tem uma longa e ativa relação com a CCIE-RJ, apoiando iniciativas que promovem o intercâmbio comercial e cultural.

A festa, batizada de “Câmara Italiana em Festa: 75 Anos de História”, foi uma excelente oportunidade de networking e celebração entre líderes empresariais e autoridades. Durante a celebração, os convidados tiveram uma imersão na cultura italiana com gastronomia de excelência, degustação de vinhos selecionados, coquetéis clássicos e música ao vivo, em uma celebração do espírito ítalo-carioca.

Alper Seguros mantém pipeline ativo de aquisições após investimento de R$ 850 milhões da Warburg Pincus

marcos couto alper segurros

Com 15 anos recém completados, a Alper Seguros, uma das maiores corretoras independentes do país, vive uma nova fase de consolidação e crescimento. Desde 2017, sob a gestão de Marcos Couto (CEO), a companhia mais que triplicou de tamanho, saltando de R$ 77mi para R$ 550mi de faturamento, além da administração em prêmios ter saltado de R$1.2bi para R$6bi em 2026, expansão impulsionada por aquisições estratégicas e crescimento orgânico.

Em 2023, a Warburg Pincus (WP), um dos maiores e mais antigos fundos globais de private equity dos EUA, com mais de US$ 80 bilhões em ativos sob gestão e um histórico robusto de investimentos em empresas de alto crescimento, assumiu o controle da Alper com um investimento de R$ 850 milhões, impulsionando um novo ciclo de expansão, digitalização e inovação.

Com a entrada da WP, os dois principais executivos da companhia, Marcos Couto e André de Barros Martins, tornaram-se também seus dois principais acionistas pessoa física, ao lado dos fundos Warburg Pincus e Axxon Group. Esses quatro nomes — Couto, Martins, WP e Axxon — compõem hoje a base acionária da Alper Seguros.

“A tese de investimento da Warburg Pincus é pautada em apoiar líderes de mercado em suas jornadas de crescimento. Vemos na Alper uma combinação única de atributos: a maior corretora independente do Brasil, com amplo potencial de expansão orgânica e de consolidação via M&A. Há um forte alinhamento entre os acionistas e a liderança executiva da Companhia, com o objetivo de continuar transformando o mercado de seguros no país”, afirma Marcelo Otero, Vice President da Warburg Pincus e membro do Conselho da Alper.

O investimento sucede um ciclo anterior de capitalização conduzido pelo Patria Investimentos, que ingressou na companhia em 2020, adquirindo 18% de participação e liderando o movimento que reposicionou a Alper entre as líderes do setor. Sob essa fase, foram realizadas aquisições relevantes, o lançamento da AlperTech — divisão dedicada à inovação e soluções digitais — e uma profunda reestruturação operacional.

“O Patria foi fundamental para a virada de chave da Alper. Trouxe capital, governança e visão de longo prazo, apoiando um plano que combinava crescimento orgânico e consolidação inteligente. Esse legado foi essencial para a chegada do Warburg Pincus”, destaca Luis Felipe Cruz, presidente do Conselho da companhia à época e sócio do Patria Investimentos.

Um ano após a entrada da WP, a Alper acelera novamente: projeta encerrar 2025 com seis novas aquisições e já prepara um 2026 ainda mais agressivo, com pelo menos dez operações de M&A no radar e investimentos estimados em cerca de R$ 400 milhões. O apetite de crescimento segue em alta — e a consolidação no setor, mais do que uma meta, tornou-se parte do DNA estratégico da Companhia.

“Estamos em um ciclo de expansão contínua, combinando disciplina financeira, análise de dados e eficiência operacional. Nossa meta é consolidar a Alper como a principal e maior corretora de seguros 100% nacional”, afirma Marcos Couto, CEO da Alper Seguros.

Essa estratégia de M&A foca não apenas na consolidação de mercado, mas também no aumento da capilaridade da Alper em território nacional. Hoje a Companhia conta com 28 filiais, mas os planos são para chegar a 50, com foco em aquisições por todo o país. buscando maior proximidade com os clientes em diversas regiões. “Já fizemos aquisições em todo o Brasil, como Cruz Alta no Rio Grande do Sul e em Lucas do Rio Verde no Mato Grosso, e temos apetite para fazer em qualquer região ou estado, do Oiapoque ao Chuí”, afirma André de Barros Martins, Sênior VP da Alper.

A Alper já realizou mais de 70 aquisições desde sua fundação — 25 delas nos últimos anos — e mantém um pipeline ativo de targets, sustentado por um sistema interno de inteligência que monitora mais de 5 mil corretoras em todo o país.

Além do avanço em M&A, a Companhia se fortalece também com a Alper Network, uma unidade focada na geração e ampliação de negócios, permeando todos os tipos de seguros, através de executivos associados e corretores parceiros.

Em tecnologia, área de grande atenção da Companhia, a aplicabilidade está no trabalho de identificação e redução do mau uso de recursos, que hoje representam 20% dos custos, segundo o IESS. As inovações ainda resultaram em 40% de gastos evitáveis identificados em cirurgias ortopédicas e 50% de ganho em eficiência operacional com telemedicina e triagem digital.

Liderança e governança

Marcos Couto, CEO e acionista desde 2017, tem 39 anos de experiência no mercado segurador. Foi presidente da Tempo Assist e Ace Seguradora (atual Chubb Seguros). Couto também é cofundador da Duxx Investimentos e membro do Conselho ANSP – Academia Nacional de Seguros e Previdência.

André de Barros Martins, Sênior Vice-Presidente, e um dos principais acionistas da Companhia junto com Couto, possui 25 anos de experiência nos mercados financeiro e de seguros, é um dos responsáveis pela expansão da vertical de Benefícios Corporativos, maior unidade de negócio da empresa, e também pela área de Client Advocate, fundamental para o crescimento contínuo.

Com presença nacional, atuação diversificada e governança compartilhada, a Alper se consolida como um dos principais vetores de transformação e consolidação do mercado de seguros no Brasil.

Prêmio Zurich de Sustentabilidade destaca inovação e compromisso na cadeia de suprimentos

A Zurich realizou sua primeira edição do Prêmio de Sustentabilidade para Fornecedores, reunindo três iniciativas: O Programa Transformar, que representa a certificação ESG baseada em critérios de avaliação global com em avaliação externa realizada pelo Instituto de Qualidade Automotiva (IQA) e em diagnósticos individualizados que orientam a evolução de cada fornecedor. A Rede Sustentável, responsável por avaliar fornecedores de sinistros de Afinidades a partir de scorecards que contemplam custo, qualidade e sustentabilidade, além de promover treinamentos e workshops. E a Garagem dos Campeões, que reconhece oficinas automotivas que se destacam em eficiência, experiência do cliente e práticas sustentáveis atestadas pelo Selo Verde. 

O prêmio, definido no Comitê de Sustentabilidade, reforça o alinhamento estratégico da companhia ao integrar projetos complementares que avaliam desempenho, maturidade ESG e evolução contínua na cadeia de suprimentos. Ao todo, 11 fornecedores foram reconhecidos em um encontro que reuniu cerca de 90 participantes na sede da Zurich, em São Paulo (SP). 

A criação desse prêmio permite uma visão ampliada sobre o impacto gerado pelos diferentes perfis de fornecedores, que incluem oficinas automotivas, assistências técnicas e parceiros estratégicos auditados por critérios ESG. Essa integração também reforça a ambição da Zurich em fortalecer práticas responsáveis em toda a cadeia de valor, promovendo melhoria contínua em aspectos ambientais, sociais, de governança e de qualidade operacional. 

Mensagem institucional da liderança

Durante o evento, Edson Franco, CEO da Zurich no Brasil, reconheceu o caráter estratégico da celebração. “Este é o primeiro evento do Prêmio de Sustentabilidade para Fornecedores da Zurich. É fundamental elevar o nível de consciência social e ambiental de toda a nossa rede, porque o impacto que geramos também acontece por meio dos nossos parceiros. Estou muito orgulhoso por reconhecer fornecedores que evoluem conosco.” 

Depoimentos dos premiados

O encontro foi marcado por relatos que revelam o impacto concreto do reconhecimento e a relevância da parceria com a Zurich para a consolidação de práticas sustentáveis em diferentes segmentos da cadeia. 

Pelo Programa Transformar, a Ernst & Young ressaltou o papel da sustentabilidade como diretriz estratégica de negócios. “Na EY, prezamos pelas boas práticas de sustentabilidade em tudo que fazemos. Nosso compromisso com as práticas socioambientais está incorporado ao nosso DNA e orienta cada decisão que tomamos. Participar de uma premiação que reconhece a busca pelos mais altos padrões de qualidade em sustentabilidade é uma verdadeira honra. Ficamos muito felizes com o reconhecimento e com a parceria contínua com a Zurich, que vem estimulando conversas, práticas e caminhos que elevam o nível de compromisso de todo o setor”, afirmou Patrícia Bircak, líder Latam de Sustentabilidade Corporativa. 

Premiado da Garagem dos Campeões, Gesiel Couto da Silva, da S.L. Gusk Estética de Veículos, reforçou o significado da conquista após um período desafiador. “É uma grande alegria ser reconhecido entre as melhores oficinas do Brasil. Este prêmio tem um peso especial para nós, porque 2024 foi um ano muito difícil no Rio Grande do Sul, e mesmo assim conseguimos nos reerguer, reorganizar o trabalho e manter a qualidade que sempre buscamos. Esta conquista representa o esforço de toda a nossa equipe, que se dedicou ao máximo para oferecer o melhor ao cliente.” 

Na Rede Sustentável, fornecedores do segmento de Afinidades também valorizaram o impacto da iniciativa na transformação de processos internos. “O prêmio mostra que fizemos um trabalho bem-feito e que estamos avançando na implementação de práticas sustentáveis. Reparar um produto, em vez de descartá-lo, tem um impacto enorme na redução de resíduos, e esse é um princípio que levamos muito a sério. O programa da Zurich incentiva todos a buscar melhoria contínua e a entender que sustentabilidade não é um conceito abstrato, mas algo presente nas decisões diárias.”, destacou Tiago Vieira, CEO da AssistPrime Solutions, vencedora na categoria Móveis & Demais. 

Os diferentes depoimentos revelam uma narrativa comum: a evolução conjunta entre Zurich e seus fornecedores, impulsionada por critérios claros, programas estruturados e oportunidades constantes de desenvolvimento. 

Confira todos os vencedores

A primeira edição do Prêmio Zurich de Sustentabilidade para Fornecedores reconheceu parceiros que se destacaram em critérios objetivos de desempenho, qualidade, governança e práticas ESG. Veja os vencedores de cada categoria: 

Programa Transformar

Fornecedores estratégicos avaliados por avaliação externa do IQA, com base em critérios ambientais, sociais e de governança. 

  • EY 
  • JS Real Estate Multigestão FII 
  • Pluxee 

Rede Sustentável

Prestadores de serviço do segmento de Afinidades avaliados por scorecard que considera custo, qualidade e sustentabilidade. 

  • Centro Técnico Eletrônico Duso – linha branca 
  • CSP JMV Filial Manutenção em Informática – linha marrom 
  • Fast Repair Comércio e Manutenção – linha celular 
  • Repair Center Manutenção e Eletrônica e Telecomunicação – linha informática 
  • Assist Prime Solutions Serviços e Comércios – móveis e demais categorias 

Garagem dos Campeões

Oficinas automotivas referenciadas que se destacaram em eficiência, experiência do cliente e práticas sustentáveis reconhecidas pelo Selo Verde. 

  • Coronato Veículos 
  • Sandes Car 
  • S&L Gusk 

MetLife celebra 11ª Feijoada no Rio de Janeiro e reforça parceria com corretores para um 2026 de crescimento

A MetLife Brasil realizou a 11ª edição da já tradicional Feijoada MetLife, no Rio Scenarium. O encontro, que se tornou uma marca registrada da companhia e é aguardado pelos corretores parceiros, reuniu dezenas de profissionais para uma tarde de celebração, networking e troca de experiências.
 

Mais do que um momento de confraternização, a Feijoada MetLife reforça o compromisso da companhia com seus parceiros para impulsionar os negócios em 2026. Entre os destaques deste ano, a chegada de Vanessa Kischner, nova diretora da Regional Rio de Janeiro, Espírito Santo e Nordeste, que assume com a missão de dar continuidade ao crescimento da região e fortalecer ainda mais a relação com os corretores.
 

“Estamos muito felizes em receber a Vanessa no time. Sua experiência e visão estratégica serão fundamentais para seguirmos crescendo e apoiando nossos parceiros no Rio de Janeiro”, afirmou Ramon Gomez, vice-presidente comercial da MetLife Brasil.
 

Com uma combinação de tradição, proximidade e visão de futuro, a MetLife reafirma seu compromisso de estar ao lado dos corretores, oferecendo soluções que impulsionem negócios e fortaleçam relações.

“A Feijoada MetLife é sempre um momento especial para nós. É a oportunidade de reconhecer a parceria com os corretores, celebrar conquistas e construir juntos o caminho para o próximo ano. Seguiremos investindo em inovação, ampliando nosso portfólio e fortalecendo o atendimento aos nossos parceiros e clientes”, completou Gomez.

Sompo registra crescimento de 29% na área de seguros de propriedades e reforça estratégia de valor agregado

A Sompo anuncia um expressivo crescimento na área de Seguros de Propriedades. Entre janeiro e outubro de 2025, a companhia alcançou R$ 711,9 milhões em prêmios emitidos, frente aos R$ 551,5 milhões registrados no mesmo período do ano anterior, o que representa um aumento de 29%.

Esse resultado inclui Seguros de Grandes Riscos no segmento de Propriedades, que abrange ramos como Riscos de Engenharia, Seguro Empresarial (para apólices acima de R$ 30 milhões) e Riscos Nomeados e Operacionais. O desempenho foi impulsionado pelo fechamento de contas de grandes empresas em setores estratégicos como Indústria de Base, Saneamento, Energia, Metalurgia, Cimentos e Varejo, entre outros.

Segundo Maria Cristina Bettencourt, Diretora de Precificação e Produto Patrimonial da Sompo, o crescimento reflete uma estratégia focada em soluções personalizadas.
“Nosso objetivo é oferecer mais do que proteção. Trabalhamos para entender profundamente o negócio do cliente e propor soluções que agreguem valor e tragam segurança operacional. A combinação entre expertise técnica, inovação e relacionamento próximo com clientes e corretores é o que sustenta esse desempenho positivo. Esse movimento fortalece nossa posição no mercado e amplia a confiança dos parceiros e segurados”, afirma a executiva.

A Sompo projeta manter o ritmo de crescimento em 2026 com investimentos contínuos em inovação tecnológica, consultoria especializada em gerenciamento de riscos e expansão do portfólio de produtos. A companhia também planeja fortalecer parcerias estratégicas e ampliar sua atuação em segmentos de alta complexidade, consolidando sua posição como referência em soluções para grandes riscos no mercado brasileiro.

“O crescimento na área de Propriedades reforça nossa capacidade de atender grandes riscos com soluções robustas e inovadoras. Estamos preparados para acompanhar a evolução do mercado e oferecer produtos que atendam às demandas mais complexas”, destaca Adailton Dias, Diretor Executivo da Sompo. “Nosso foco é alcançar crescimento, mas sempre entregando valor agregado ao segurado. A combinação entre expertise técnica, inovação e relacionamento próximo com clientes e corretores é o que sustenta esse desempenho positivo”, conclui.

Novo marco legal do seguro exige mais transparência e reduz disputas, diz Márcio Malfatti

MARCO LEGAL DE SEGUROS

“Exigir maior transparência das seguradoras é o maior avanço do novo marco legal, porque reduz a assimetria de informação e tende a diminuir a litigiosidade”, afirma o advogado Márcio Malfatti, um dos autores de “Lei de Seguros Comentada”. Para ele, embora temas complexos — como a cobertura de invalidez por doença — ainda devam gerar debate e decisões judiciais divergentes, a Lei 15.040/2024 representa um passo decisivo para a segurança jurídica no mercado de seguros.

A obra foi lançada na última segunda-feira, 8 de dezembro, com a presença da nata do setor de seguros, no restaurante Santo Colomba, em São Paulo. Escrito por Malfatti ao lado de Adilson José Campoy e Thais de Cássia Rumstain, o livro analisa artigo por artigo o novo marco jurídico, resultado de meses de estudo e reflexão após a sua sanção. A seguir, os principais destaques da entrevista exclusiva com o autor.

O novo marco legal dos seguros surge com a promessa de reduzir conflitos e dar mais segurança jurídica ao mercado. Na sua visão prática, quais eram os pontos que mais geravam litígio e como a nova lei endereça essas lacunas?

Em seguros massificados, pensamos que as principais fontes de litígio se situavam na denominada “cláusula perfil”, presente em seguros de automóvel, e na cobertura de invalidez por doença, em seguro de pessoas. Quanto a esta última, não vemos como a nova lei possa minorar os litígios, dado que se trata de cobertura complexa por sua natureza e de difícil compreensão por consumidores e até mesmo por parte do judiciário.
De toda forma, a lei exige agora uma maior transparência por parte das Seguradoras, exigência que, se atendida, tende a diminuir a assimetria informativa entre mercado segurador e consumidores, e, por consequência, a litigiosidade.

O livro aborda a lei artigo por artigo. Qual foi o dispositivo que vocês consideraram mais desafiador de interpretar — e por quê? Há algum ponto que ainda poderá gerar debate regulatório ou jurisprudencial?

O artigo 1º da lei, que inclui a figura do beneficiário como detentor de interesse. Embora nobre o propósito do legislador, ao pretender dissipar dúvidas acerca de quem detém interesse segurado, é possível que elas se multipliquem.
Do órgão regulador, espera-se que apenas atue nos limites da nova lei, sem criar regras que não tenham, nela, amparo. Muitos imaginam que a atuação do órgão regulador pode trazer soluções que a lei não trouxe. Se fizer isso, no entanto, estará esse órgão agindo para além de sua competência. Se a lei, para sua melhor aplicação, merece alteração o caminho para isto passa pelo Poder Legislativo. Sobre a jurisprudência, espera-se que ele demore a se assentar, principalmente sobre alguns temas, como, por exemplo, o exato significado de agravamento continuado. Lembremos que o Superior Tribunal de Justiça, só mais de 15 anos após o início de vigência do Código Civil, alterou a leitura que fazia do artigo 798 desse Diploma.

O mercado brasileiro tem forte presença de seguradoras estrangeiras. Como a nova lei dialoga com as práticas internacionais? Você acredita que ela aproxima o Brasil dos padrões globais ou ainda há distância a percorrer?

Nossa compreensão quanto a isto é que a lei brasileira é bem-vinda e está alinhada, de maneira geral, às práticas internacionais, embora muitos critiquem a abordagem que ela faz sobre o resseguro. É preciso compreender que o capítulo do Código Civil que trata do contrato de seguro foi escrito na década de 70, quando a figura do consumidor era praticamente ignorada para a feitura de leis. E, de resto, foi escrito por Fabio Konder Comparato, um dos maiores juristas que este país tem e profundo conhecer do contrato de seguro, mas que enxergava esse contrato sob a ótica do mercado segurador, ao qual pertencia.

Do ponto de vista dos clientes — tanto seguradoras quanto grandes empresas seguradas — quais mudanças terão efeito imediato no dia a dia dos contratos? Houve algum tema que surpreendeu positivamente na redação final da lei?

Não esperamos grandes mudanças no cotidiano seja de seguradoras, seja de grandes empresas seguradas. Claro que as seguradoras terão que rever seus contratos, mas foi assim também quando da entrada em vigor do atual Código Civil. Mas, o dia a dia das operações não deve enfrentar obstáculos merecedores de maiores considerações.
O maior avanço da lei, e já nos referimos à exigência de maior transparência por parte das seguradoras, está em colocar em relevo os interesses do consumidor de seguros.

A lei foi construída com base em anos de discussões entre reguladores, seguradoras, resseguradoras, advogados e consumidores. Depois dessa consolidação, qual você acredita ser o próximo desafio jurídico do setor de seguros no Brasil? O que ainda falta evoluir?

O avanço doutrinário sobre a matéria certamente contribuirá para a formação de uma jurisprudência que considere, para a aplicação da nova lei, os aspectos técnicos do contrato de seguro. Já dizia Fabio Konder Comparato que, desconhecendo-se a estrutura técnica do contrato de seguro, não se atinge uma interpretação jurídica adequada. Sobre a doutrina brasileira sobre seguro, e embora tenhamos ainda muito a caminhar, há uma evolução sensível e notável. Mais uma vez citando-o, há 50 anos dizia Fabio Konder Comparato que o seguro, no Brasil, era terra ignota. De fato, se na Argentina já se tinha consolidada doutrina a respeito, aqui não havia uma só obra jurídica que tratasse especificamente do contrato de seguro. Havia, sim, civilistas de estofo a tratar do tema, sendo inestimáveis, por exemplo, as contribuições de Pontes de Miranda, cujo Tratado de Direito Privado, de 1970, cuidou do contrato de seguro com profundidade, e de Pedro Alvim, cuja primeira obra publicada remonta a 1972 (Responsabilidade civil e seguro obrigatório, depois, O Contrato de Seguro, no início dos anos 80). Mas doutrina construída por especialistas no tema não tínhamos, e hoje temos. Mesmo renomados civilistas dedicam aprofundados estudos e escrevem, hoje, obras inteiras e dedicadas exclusivamente à matéria (recentemente viu-se notícia de obra a ser publicada proximamente pelo renomado jurista Bruno Miragem comentando a nova lei de seguros).