Junto Seguros reforça estratégia para seguir na liderança do seguro garantia sob o novo marco legal de contratos

por Denise Bueno

Referência nacional em seguro garantia — tendo sido pioneira na primeira apólice do país e protagonista na evolução desse produto ao longo de três décadas — a Junto Seguros vive um momento de fortalecimento técnico e expansão em um ambiente regulatório em transformação. À frente de duas áreas-chave para a tomada de risco, Eduardo Cruci lidera Risco de Crédito e Underwriting em uma fase de investimentos estruturais para acompanhar o avanço das concessões, PPPs e grandes contratos públicos e privados, ao mesmo tempo em que se adapta às exigências do novo Marco Legal dos Seguros (Lei 15.040/2024), que entra em vigor em 11 de dezembro de 2025. 

Com quase 30 anos de experiência em crédito, subscrição e finanças corporativas, Cruci comanda iniciativas que vão da avaliação de limites de crédito à aprovação de riscos complexos, integra os comitês estratégicos da companhia e vem consolidando uma operação unificada, mais robusta e ágil — movimento que estreita a parceria com resseguradores e reforça a capacidade de resposta em negócios de maior valor agregado. 

A CNseg, confederação das seguradoras, projeta um crescimento robusto para o mercado de seguro garantia, com estimativas de 17,9% para 2025 e 13,6% para 2026. Em 2024, as vendas superaram R$ 5 bilhões. Segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), a Junto Seguros lidera o ranking deste segmento. Segundo Cruci, o ciclo virtuoso de investimentos em infraestrutura no país, com mais de 560 projetos em desenvolvimento, demanda investimentos privados superiores a R$ 750 bilhões em infraestrutura urbana, logística e social. “Projetos de longo prazo exigem estruturas financeiras robustas, apoiadas por programas de seguros e garantias bem estruturados desenhado juntamente com a concessão de crédito”, diz. 

Nesta entrevista ao Sonho Seguro, ele avalia os desafios do novo marco legal, analisa a conjuntura de investimentos em infraestrutura e explica como a companhia está se preparando para sustentar sua relevância no mercado. O executivo destaca como os principais desafios as elevadas taxas de juros, o aumento da inflação e seus impactos nos custos dos projetos, as mudanças climáticas severas e a necessidade de novas estratégias de resiliência, bem como as dificuldades na cadeia de fornecedores, afetando cronogramas e orçamentos.

Qual é o impacto do novo Marco Legal dos Seguros no segmento de Garantia?

Ele traz uma série de mudanças com novas perspectivas — algumas positivas, outras que exigem atenção redobrada. Em sinistros, por exemplo, o prazo prescricional passa a contar apenas após o aviso, o que gera perenidade no risco e impacto relevante em provisões. Vamos ter que carregar o passivo por mais tempo, e isso mexe diretamente na contabilidade. Além disso, há a exigência de liquidação em até 120 dias, o que comprime a janela de atuação da seguradora, ao mesmo tempo em que o segurado ganha amplitude para formalizar o aviso quando entender adequado. Nosso objetivo é resolver o problema quando ele acontece — e não criar passivos indefinidamente — por isso o tema ainda merece amadurecimento. Outro ponto sensível é a aceitação tácita. O prazo regulatório exige muita agilidade, mas existem riscos bilionários cuja avaliação é naturalmente longa e complexa. Estamos reforçando processos internos para acelerar respostas, porém haverá situações em que a complexidade ultrapassa o prazo. Aí surge o risco de negativas indesejadas. Preferimos evitar decisões precipitadas. Há ainda a obrigação de protocolar condições especiais na Susep. Consideramos um processo oneroso, porque o setor sempre trabalhou com cláusulas particulares devidamente formalizadas entre as partes.

Como as mudanças na alocação de responsabilidades, transparência contratual e segurança jurídica afetam o desenvolvimento de produtos e a relação com tomadores e segurados?

A lei nasce com foco claro na proteção do segurado, o que tende a tornar a relação mais objetiva e diligente. Isso é bom — dá dinamismo ao mercado. Mas não cria necessariamente produtos novos: ela aperta prazos e aumenta o grau de cuidado do segurador no processo de aceitação e de regulação. Por isso estamos refinando critérios de aceitação. Os prazos agora correm menos favoráveis às seguradoras, e isso exige rigor técnico ainda maior.

Como a Junto Seguros vem se preparando internamente para esse novo ambiente regulatório?

Fizemos dois movimentos estruturais. Reforçamos e qualificamos a área de sinistros: hoje temos um time mais sênior, preparado para lidar com maior complexidade e exigência regulatória. E ampliamos a área de controle de riscos, que passa a atuar de forma protagonista no pré e no pós-sinistro. Essas duas áreas tornam-se ainda mais estratégicas dentro da seguradora, garantindo perenidade e sustentabilidade na exposição ao risco.

Há mudanças nos processos de subscrição, controles de risco e na interlocução com corretores e resseguradores?

Sem dúvida. O corretor também passa a ter novas responsabilidades e precisa se preparar. Muitos têm nos procurado para orientação sobre prazos e requisitos. Estamos trabalhando em rotinas e fluxos que assegurem respostas dentro do prazo regulamentar, sem pedir documentação além do necessário. Queremos uma operação mais limpa: avaliação de risco simples, clara e transparente. Cláusula dúbia vira problema gigante lá na frente. Nosso objetivo é eliminar isso na origem, alinhados com o apetite da companhia.

O mercado de Garantia vive forte demanda em infraestrutura, concessões e PPPs. Onde estão as principais oportunidades e os maiores desafios no crédito?

Existem grandes oportunidades. A agenda de investimentos em rodovias e ferrovias supera R$ 500 bilhões. 2025 foi muito positivo: várias concessões caminharam, apólices com cláusulas de retomada foram acionadas e funcionaram. Para 2026, seguimos com portos, aeroportos e projetos relevantes. Mas temos desafios. Com juros elevados, a taxa de retorno dos projetos é menor — e isso afasta investidores. O mercado está mais seletivo. No caso das PPPs, há o desafio adicional da capacidade fiscal do governo, que terá de assumir compromissos por mais de 20 anos. O investidor olha para isso com muita atenção ao plano do governo para o orçamento da União. Então, o cenário é de otimismo moderado: oportunidades existem, mas exige seleção criteriosa e disciplina técnica na análise.

Você tem uma formação robusta em capital markets, liderança e certificações internacionais. Como isso influencia a estratégia de subscrição da companhia?

Aprendizado contínuo é parte da minha rotina: quanto mais você aprende, mais percebe o quanto ainda falta. E no seguro garantia, risco de crédito e risco de subscrição são indissociáveis. A decisão nunca é sequencial — é integrada, olhando o negócio como um todo. Tenho 28 anos de mercado financeiro, 12 em bancos e 16 em seguros. Essa experiência permite avaliar concessões e projetos com uma visão completa: receita, custos operacionais, risco de execução, viabilidade. Na Junto, construímos uma área coesa, capaz de tomar decisões de negócio com esse olhar único. E sigo buscando certificações internacionais para elevar o padrão técnico. 

Há novos produtos ou práticas internacionais que você deseja trazer para o Brasil no curto prazo?

Estamos sempre atentos a produtos que tenham aderência ao seguro garantia. Já trouxemos alguns para o portfólio. O mercado americano tem um nível de gestão de sinistros extraordinário — lá, o seguro pode chegar a 100% do projeto. A gestão contratual e de mediação é muito mais avançada. Temos um acionista com forte atuação internacional nesse segmento, e isso acelera nosso desenvolvimento. O foco está em gestão de risco ao longo do tempo, especialmente quando há cláusula de retomada. A área técnica trabalha totalmente integrada ao controle de risco para suportar esse modelo.

CNseg estreia websérie sobre a nova lei de contratos de seguros

A nova lei de seguros consolida todas as leis esparsas do contrato de seguro, que até então era regido pelo Código Civil, Decreto-Lei 73/66, Lei Complementar 116 e Lei Complementar 109. Para explicar essas e outras mudanças no novo marco legal do setor segurador, a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) lança nesta quinta-feira, 11 de dezembro, data da entrada em vigência da Lei, o primeiro episódio da série especial “Nova Lei de Seguros” , que vai ao ar no canal SeguroPod nas principais plataformas de podcast, incluindo Youtube e Spotify.

O programa procura destrinchar, em cinco episódios, os 134 artigos estruturados em seis capítulos e coloca a legislação brasileira em sintonia com padrões internacionais, como Chile, França, Portugal e Argentina. Para a diretora Jurídica da CNseg, Glauce Carvalhal, que abre a série, a nova Lei de Seguros vai contribuir para o desenvolvimento maior do mercado, porque “traz mais transparência para o consumidor de seguros e ao mesmo tempo também as seguradoras fixam num único diploma todas essas regras”.

A série Conversa Segura tratará de temas como seguros de danos, seguros de vida e integridade física, grandes riscos e resseguros e contará com a participação de:

• 11/12/2025 – Glauce Carvalhal (CNseg) fala sobre os aspectos gerais da nova legislação;

• 12/12/2025 – Angélica Carlini (Advogada e Consultora) e Thiago Junqueira (Junqueira & Gelbecke Advogados) destacam a centralidade do consumidor na nova legislação;

• 15/12/2025 – Simone Negrão (MAPFRE) e Eduardo D’Amato (Grupo HDI) falam sobre as novidades em seguros de danos;

• 16/12/2025 – Washington Silva (Zurich Brasil Seguros) apresenta as novidades em seguros de vida e integridade;

• 17/12/2025 – Ilan Goldberg – (Chalfin, Goldberg & Vainboim Advogados) e Sergio Mello (Mello Machado Advogados) encerram a temporada apresentando as novidades em grandes riscos e resseguros.

Devido à complexidade do tema, a CNseg também lançou um guia sobre o tema que pode ser acessado aqui.

MAPFRE leva IA ao varejo com plataforma de treinamento para equipes de vendas

A seguradora MAPFRE deu mais um passo em sua estratégia de digitalização e passou a oferecer, para o canal varejista, uma versão ampliada de sua plataforma DMA (Digital Made Accessible). O sistema, que integra os principais serviços digitais da companhia, agora funciona também como um hub de treinamentos voltado às equipes que vendem produtos da marca em grandes redes de varejo.

A ideia é facilitar o acesso ao conhecimento e tornar o atendimento ao cliente mais ágil e preciso. A ferramenta reúne conteúdos curtos, vídeos e tutoriais sobre os tipos de seguros oferecidos pela MAPFRE no varejo, como garantia estendida e proteção contra roubo e furto, explicando o funcionamento das coberturas, as condições de uso e os principais diferenciais dos produtos.

Com o apoio de inteligência artificial, o DMA permite que vendedores tirem dúvidas em tempo real, por meio de um assistente virtual que responde perguntas sobre regras, coberturas, características e processos de venda. O sistema funciona 24 horas por dia e pode ser acessado diretamente pelo celular do próprio vendedor. 

A tecnologia utilizada no assistente virtual da plataforma foi desenvolvida com base em modelos de IA treinados para responder a uma ampla variedade de perguntas relacionadas aos produtos da MAPFRE. O sistema aprende continuamente a partir das interações com os vendedores, o que permite aprimorar a precisão das respostas e a experiência de uso ao longo do tempo. 

O diretor comercial de canais estratégicos da MAPFRE, Luciano Bezas, explica que o projeto surgiu para aproximar o vendedor das informações de que ele precisa para atender melhor o cliente. “A iniciativa nasceu do desafio de manter milhares de vendedores atualizados sobre produtos e processos em meio à rotina intensa de loja. A resposta da MAPFRE foi transformar o celular de cada colaborador em um ponto de aprendizado”, afirma o executivo. 

Hub treina 18 mil operadores das Americanas 

Cada parceiro varejista da MAPFRE terá uma versão personalizada da plataforma, com identidade visual própria e conteúdos adaptados aos produtos disponíveis em suas lojas. Nela, os parceiros receberão instruções de como funciona o serviço de seguros para cada produto, além de dicas de como potencializar a conversão dessas vendas. O projeto estreia nas Americanas, com alcance estimado de 1,5 mil pontos de venda físicos e quase 18 mil associados da companhia. A expansão do serviço para atendimento de outras empresas deve ocorrer nos próximos meses, chegando a mais de três mil pontos de venda e cerca de 30 mil pessoas treinadas.

Criado originalmente para simplificar o acesso de corretores de seguros aos canais digitais da MAPFRE, como consultas de boletos, acompanhamento de sinistros, o DMA agora se consolida como um espaço de capacitação e suporte para quem atua na linha de frente do varejo.

A iniciativa faz parte da estratégia de digitalizar a jornada dos principais distribuidores dos seguros da MAPFRE. “O uso da inteligência artificial, nesse caso, não substitui o treinamento humano, mas amplia o alcance das informações e permite que o conhecimento esteja sempre disponível, na palma da mão”, afirma Bezas. 


“Essa parceria fortalece a capacitação dos nossos colaboradores, ao disponibilizar conteúdos que ampliam o entendimento sobre os serviços de seguro oferecidos pela MAPFRE, contribuindo para uma experiência de compra ainda mais completa para nossos clientes”, garante Felipe Amoedo, gerente de serviços da Americanas.

Bradesco Vida e Previdência lança HUB de Atendimento para médicos em parceria com Grupo Santa

A Bradesco Vida e Previdência lançou um HUB de Atendimento voltado a médicos, com o objetivo de oferecer consultoria especializada e soluções de Previdência Privada e Seguro de Vida diretamente no ambiente hospitalar aos profissionais da saúde. A primeira operação foi iniciada na rede do Grupo Santa, em Brasília, com expectativa de expansão para outras instituições.

O modelo visa ampliar o acesso a orientações voltadas à proteção e ao planejamento financeiro. Nos espaços dedicados pelo parceiro, profissionais da Bradesco Vida e Previdência oferecerão atendimento presencial personalizado, de acordo com o perfil e as necessidades de cada profissional.

“Queremos que os médicos encontrem no HUB o ambiente ideal para tratar de decisões importantes, que envolvam o planejamento do seu futuro e de seus familiares. A iniciativa foi desenhada para se adaptar ao ritmo do dia a dia hospitalar e facilitar o acesso a soluções de benefícios, reunindo conveniência, orientação qualificada e cuidado com quem cuida” afirma Marcelo Rosseti, Superintendente Sênior de Negócios da Bradesco Vida e Previdência.

O HUB oferece o portfólio completo de produtos da Bradesco Vida e Previdência, sob a curadoria de profissionais preparados para orientar de forma individualizada e humanizada, contando com o suporte de ferramenta de planejamento financeiro. A operação é apoiada por uma equipe dedicada, responsável por garantir a implementação e a evolução do modelo.

Porto Seguro amplia cobertura do Seguro de Responsabilidade Civil Profissional para Corretores de Seguros

 

A Porto Seguro acaba de anunciar uma importante atualização no seguro de Responsabilidade Civil Profissional exclusivo para corretores de seguros. A novidade chegou em outubro, pleno Mês do Corretor, reforçando o compromisso da companhia com a proteção e valorização dos mais de 46 mil profissionais parceiros da companhia. 

Agora, além do amparo tradicional em seguros, a cobertura passa a contemplar falhas profissionais de corretores relacionadas à comercialização de outros produtos vinculados a seguradoras. São eles: consórcio, cartões, capitalização, previdência, saúde e serviços de conveniência ou emergenciais.

A ampliação é automática e válida para novos contratos e renovações Porto e de congêneres emitidos a partir de 09 de outubro. Para corretores que já possuem apólices vigentes, as reclamações referentes a eventos desconhecidos anteriormente a essa data também serão consideradas automaticamente.

O Seguro de Responsabilidade Civil Profissional é voltado a profissionais de diversas áreas e tem como objetivo resguardá-los de reclamações de terceiros decorrentes de erros ou omissões. Ao todo, o produto ampara mais de 20 atividades, incluindo corretores de seguros, arquitetos, contadores, advogados, médicos e outros especialistas.

Com a atualização, a Porto Seguro reforça sua mensagem de que “Corretor é Pra Sempre”, oferecendo uma proteção mais abrangente e alinhada às demandas atuais do mercado.

Tokio Marine lança projeto para compensar emissão de CO2 em seguros de transportes

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Em mais uma ação pioneira no mercado Segurador, a Tokio Marine lança este mês o projeto Plantando o futuro que, em parceria com a NDD, oferece o plantio de árvores com alto poder de captura de CO2, que simbolizam a compensação de carbono do processo eletrônico de averbação. 

De acordo com o Diretor de Transportes da Tokio Marine, Valdo Alves, este movimento está alinhado às consistentes práticas de ESG que a Companhia vem desenvolvendo nos últimos anos. “Pensar em Sustentabilidade é uma de nossas prioridades e foi o que nos motivou a desenvolver essa solução com impacto positivo no nosso mercado”, enfatiza. 

A parceria entre a Tokio e a NDD, que teve início na área de Suporte Operacional, consolidou-se ainda mais por meio desse projeto. Para Andrea Ribeiro, Diretora de Operações da Tokio Marine, o empenho do time em encontrar soluções sustentáveis compatíveis com os negócios da Seguradora foi essencial para o aproveitamento dessa oportunidade. “Sempre atentas a possibilidades de melhorar nossa prestação de serviços aos Corretores, Clientes e a Comunidade em que estamos inseridos, nossas colaboradoras Vanessa Simon e Rosana Cruz foram essenciais para transformar essa ideia em realidade, desde o detalhamento do modelo operacional até a mensuração de impacto dessa iniciativa”, explicou.

“As ações de responsabilidade socioambiental avançam no setor de transporte de cargas. Essa iniciativa da seguradora Tokio Marine é considerada disruptiva para o mercado, pois, dissemina ações de sustentabilidade na prática de forma mais rápida e sem custo para os seus clientes”, comenta Thiago Marques, co-founder do NDD Averba e responsável pelo programa Green Carbon para o mercado de seguros de transporte de cargas.

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Andrea Ribeiro, Diretora de Operações da Tokio Marine

Como funciona

Esse processo é feito pela iniciativa da NDD chamada Caixa Postal Verde, que integra sustentabilidade diretamente aos processos de negócios do seguro de transportes, atuando como um pilar ambiental do sistema eletrônico de averbação de Seguros de Transporte.

O benefício é válido para todos os tipos de Seguro de Transportes, sejam eles nacionais ou internacionais, da Tokio Marine. É necessário apenas que o Corretor de Seguros, durante o fechamento ou renovação da apólice, faça a adesão pelo Cliente à averbação pela NDD. 

A cada negócio fechado, sem custo adicional para o Cliente, a Tokio Marine pagará um valor adicional à NDD para o plantio de uma árvore em uma das unidades de manejo florestal da empresa. Em seguida, o Cliente receberá por e-mail um certificado digital, com validade de um ano, com a geolocalização, total de CO²e compensado e acompanhamento ao longo dos anos com sua evolução. 

Caso haja interesse em investir na compensação de toda a operação de transportes da sua empresa, o Cliente pode acionar diretamente a NDD por meio do site Home – Green Carbon.

Outros projetos ESG da Tokio Marine

A Tokio Marine tem como uma de suas prioridades o desenvolvimento de iniciativas que apoiem a transição para uma economia descarbonizada com produtos especializados voltados para energia renovável, ao mesmo tempo em que adota uma postura restritiva em relação a projetos com impactos socioambientais negativos.

Por isso, entre outras soluções, a Companhia criou o Seguro Energia Renovável Integrada (ERI), um produto exclusivo para projetos de energia renovável no Brasil, que oferece proteção abrangente para todas as fases de empreendimentos eólicos e fotovoltaicos, desde a instalação até o primeiro ano de operação. 

A Seguradora também desenvolve uma série de ações alinhadas aos pilares Social e de Governança do conceito ESG, em linha com as diretrizes do Grupo Tokio Marine e com as práticas empresariais atreladas aos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) da ONU (Organização das Nações Unidas).

Zurich amplia parceria com Banco Carrefour e oferece seguro prestamista para clientes dos cartões da empresa

Sidemar Zurich Seguros

A Zurich Seguros e o Banco Carrefour reforçaram a sua parceria estratégica com uma novidade. Agora, nas lojas do Grupo Carrefour Brasil, os clientes dos cartões Carrefour, Atacadão e Sam’s Club podem contratar o seguro prestamista da Zurich Seguros, que oferece proteção financeira em caso de imprevistos, garantindo o pagamento de faturas e empréstimos contratados nos cartões. O seguro também está disponível no site, central de atendimento e no aplicativo dos cartões das redes varejistas.

Com a possibilidade de contratação de produtos no ambiente físico das lojas e no digital, o Banco Carrefour investe, cada vez mais, em soluções financeiras práticas, completas e personalizadas para os seus consumidores, que complementam a jornada de compra e trazem facilidades e cuidados ao dia a dia de cada um. Assim, com o seguro prestamista, a parceria entre as empresas assegura aos clientes o pagamento de dívidas dos seus cartões em casos de falecimento e invalidez por acidente, desemprego, incapacidade temporária e internações em decorrência de doenças e acidentes.

O lançamento ainda inclui outras vantagens, tais como a participação em sorteios mensais pela Loteria Federal, serviços de assistências Funeral, Cartão Alimentação e Clube de Vantagens, além da ampliação da faixa etária para contratação do seguro até 70 anos, proporcionando condições especiais para um maior número de clientes da rede.

“O seguro prestamista é uma proteção financeira. A expectativa de vida das pessoas aumentou nas últimas décadas, e a população tem apresentado comportamento econômico ativo por mais tempo, contribuindo para a renda e o consumo. Ampliar a oferta de produtos para até 70 anos atende a uma parcela que demanda e, muitas vezes, carece de proteção”, afirma Sidemar Spricigo, diretor executivo de Parcerias da Zurich Seguros.

O seguro prestamista para cartões do Banco Carrefour integra o portfólio de produtos oferecidos pela parceria, que nasceu em 2021, com seguro residencial, funerário, vida, cartão e de internação. “A Zurich tem como um dos seus princípios democratizar a inclusão social e o acesso ao seguro, oferecendo proteção ampla e completa à população brasileira. Com esses diferenciais, o produto reforça o compromisso da seguradora em entregar soluções acessíveis, completas e que acompanhem a jornada de vida dos clientes”, complementa Sidemar.

“A parceria com a Zurich Seguros, que já rendeu resultados expressivos, reforça um dos maiores objetivos do Grupo Carrefour Brasil como um todo: proporcionar uma experiência conveniente, prática e vantajosa aos nossos clientes, que não encontram apenas produtos para consumo em nossas lojas, mas também soluções que agregam valor e geram impacto positivo ao dia a dia de cada um”, destaca Renata Rizzo, Diretora de Negócios e Produtos do Banco Carrefour.

“Muitas pessoas ainda enxergam o seguro como um gasto, e não como um investimento. Por isso, no Banco Carrefour, estamos investindo, cada vez mais, em soluções práticas e simples para os nossos consumidores, que contratam um serviço essencial a partir do cartão de crédito, um produto que faz parte da nossa rotina, sem burocracias e com parcelas acessíveis”, completa.

O seguro prestamista e outros produtos em parceria com a Zurich Seguros estão disponíveis para clientes dos cartões Carrefour, Atacadão e Sam’s Club, nas lojas do Grupo Carrefour Brasil em todos os estados do país, bem como pelas centrais de atendimento e canais digitais dos cartões, garantindo um amplo alcance e conveniência aos consumidores.

Generali Brasil amplia proteção familiar e lança cobertura exclusiva para casais gestantes

Em linha com sua estratégia de inovação e cuidado com as famílias, a Generali Brasil apresenta a cobertura “Gestação Protegida”, criada para oferecer tranquilidade financeira aos casais durante um dos momentos mais importantes da vida: a espera de um bebê. 

A novidade garante indenização em caso de falecimento de qualquer um dos membros do casal, mesmo que um deles não seja o titular da apólice. Essa proteção adicional assegura suporte imediato ao parceiro e ao recém-nascido, evitando vulnerabilidade financeira em situações inesperadas. 

“Nosso objetivo é ampliar a segurança das famílias e oferecer soluções que realmente façam diferença. A cobertura Gestação Protegida reforça nosso compromisso de estar ao lado dos clientes quando eles mais precisam”, afirma Conrado Gordon, Diretor Técnico e de Sinistros da Generali Brasil. 

Diferente das opções tradicionais do mercado, que costumam indenizar apenas após o nascimento e exclusivamente em caso de morte do titular, a Generali inovou trazendo dois diferenciais exclusivos: 

  • Indenização imediata após abertura do sinistro, sem necessidade de aguardar o parto; 
  • Proteção estendida para ambos os pais, incluindo compensação adicional em caso de falecimento da gestante. 

Essa iniciativa nasce da cultura de colocar o cliente no centro das decisões e responde a uma demanda crescente por benefícios que apoiem famílias em momentos críticos. Para empresas e áreas de RH, é uma oportunidade de oferecer um diferencial relevante nos pacotes de benefícios, reforçando cuidado e bem-estar dos colaboradores. 

Nova lei melhora reputação do setor de seguros, avaliam especialistas

Na quinta-feira (11), começa a vigorar a Lei 15.040, a nova lei dos seguros. Aprovado em 2024, o novo regramento traz mudanças profundas para o mercado e, na avaliação de especialistas reunidos pela corretora Oneglobal para discutir o tema, combate um problema histórico de reputação do setor: a percepção de que o mercado de seguros não oferece a proteção que promete. Os representantes de empresas, gestores de risco e advogados especializados participaram do webinar “Interrupção de Negócios e a Nova Lei do Seguro” e mostraram porque a lei inaugura uma nova fase marcada pela transparência e cooperação entre seguradoras, corretores, reguladores e segurados.

Entre as novidades, está o fim da prática de negar ao segurado o acesso aos relatórios de regulação de sinistros sob a justificativa de que seriam “documentos internos”. Marcio Malfatti, sócio da Pimentel e Associados Advogados, sintetizou o espírito da mudança: “A frase ‘Não forneço porque é um documento interno’ vai morrer. O espírito da lei é substituir o princípio da desconfiança que vigora na regulação do sinistro pelo princípio da cooperação. Regulação e liquidação de sinistros vão envolver um diálogo profundo entre todas as partes”, resumiu, referindo-se principalmente aos produtos de lucros cessantes para o mercado corporativo.

Mais do que uma mudança regulatória, trata-se de uma oportunidade para reconstruir a confiança do público no mercado de seguros brasileiro. Para Fernando Martirani, head de placement da Oneglobal, o grande ganho da lei é a transparência. “Em um grande sinistro não existe regulação sem a participação do segurado. É ele quem vai conseguir explicar as atividades da empresa dele”, disse.

A determinação do compartilhamento dos relatórios está prevista nos artigos 82 e 83 da Lei. O texto elimina a antiga prática, amplamente criticada por segurados e corretores, de manter o relatório restrito à seguradora. “Sempre escutamos dos clientes que não podíamos compartilhar o relatório de regulação. A entrega do relatório agora vai fazer as partes colaborarem no momento da regulação. É uma medida muito bem-vinda”, contou o presidente da Crowford Brazil, Eduardo Ribeiro.

A transparência, segundo os participantes, beneficia sobretudo os grandes riscos, onde a complexidade dos sinistros exige diálogo técnico intenso. Adriana Reis, risk manager da Hitachi Energy, destacou que o novo ambiente exigirá maior especialização na contratação e discussão de grandes riscos, reforçando a necessidade de processos mais fluidos e técnicos.
Segundo ela, a lei elevará o patamar de governança das empresas. Elas não poderão se dar ao luxo de ficar paradas diante de contratos milionários e precisarão estar preparadas para dar respostas rápidas e claras.

“A governança vai entrar em outra esfera. Ela já existia na proteção financeira e reputacional, mas agora avança para a gestão de riscos com mais profundidade. Se não houver colaboração desde o início, todo mundo perde”, acredita.

Christian Mendonça, head de seguros da Norsk Hydro, destacou a complexidade das apólices de lucros cessantes, que estão diretamente ligadas à gestão do sinistro e às decisões operacionais para mitigar perdas. Na avaliação do executivo, decisões mais maduras e com engajamento das várias áreas podem ajudar a reduzir litígios gerar economia para todos os envolvidos.

“Quando a gente fala de lucros cessantes, a jornada é muito complexa. Não se trata apenas de calcular perdas financeiras, mas de compreender todas as decisões que a operação está tomando para reduzir o prejuízo. É nesse ponto que o papel do time de gestão de riscos se torna essencial: traduzir os impactos reais do negócio, dialogar com a seguradora e alinhar expectativas”, disse.

O diretor de seguros corporativos da Oneglobal, Marcello Addeo, concordou. No caso de lucros cessantes, a jornada é complexa e depende de diálogo aberto entre todos os envolvidos. “Se todos estiverem na mesma mesa com diálogo aberto, vai salvar dinheiro no fim do dia”, completou.

AXA Safe Spaces conscientiza empresas sobre a importância do apoio a pessoas são vítimas de violência

O ambiente de trabalho pode ser, para muitas mulheres, o único local onde elas se sentem fisicamente seguras e capazes de pedir ajuda. Com base nessa premissa e diante de estatísticas globais da ONU que apontam que uma em cada três mulheres sofrerá violência ao longo da vida, a AXA no Brasil reforça seu compromisso social ao disponibilizar gratuitamente o treinamento AXA Safe Spaces. A iniciativa visa instrumentalizar organizações de todos os portes a criarem uma rede de apoio efetiva, transformando o escritório em um espaço de acolhimento para vítimas de violência doméstica e sexual.

O programa, desenvolvido globalmente em parceria com a NO MORE Foundation e especialistas no tema, é totalmente digital e acessível a qualquer pessoa. A trilha de conhecimento foi desenhada para orientar gestores e colegas de trabalho de forma prática, permitindo que, mesmo sem formação especializada no trato de casos de violência, consigam aplicar três passos essenciais: reconhecer os sinais de abuso, responder com empatia e encaminhar a pessoa afetada para apoio especializado. O treinamento conecta os usuários ao Diretório Global NO MORE, uma central que reúne serviços de assistência em mais de 200 países, incluindo Brasil, garantindo que a ajuda indicada seja profissional e adequada à localidade da vítima.

Alexandre Campos, Vice-Presidente de RH, Jurídico, Compliance e ASG da AXA no Brasil, destaca que contribuir para um mundo onde a mulher possa viver sem riscos à sua existência é um pilar essencial da estratégia ASG da companhia. Para o executivo, iniciativas de conscientização são importantes para dar visibilidade ao tema e fortalecer a rede de apoio, permitindo que o setor privado desempenhe um papel ativo que vai muito além das obrigações corporativas tradicionais. O objetivo é que as empresas entendam que oferecer um ambiente seguro e solidário ajuda a quebrar o silêncio de quem sofre.

A disponibilização do treinamento para o público externo reflete a própria cultura da seguradora. A AXA adota globalmente a política “We Care”, que inclui diretrizes específicas para casos de violência doméstica e sexual, oferecendo aos colaboradores afetados suporte emergencial, assistência psicológica e médica. Essa coerência entre o discurso e a prática se estende também aos produtos da companhia, como a “Assistência Maria”, serviço que integra alguns seguros da companhia e oferece suporte jurídico e emocional, além de um app para seguradas em situação de risco.

Ao abrir o AXA Safe Spaces para o mercado, a seguradora convida outras empresas a se juntarem a esse movimento de proteção. O treinamento, que utiliza histórias reais e fictícias para ilustrar situações de controle coercitivo e abuso, pode ser realizado de forma anônima e no ritmo do usuário. O conteúdo completo e os recursos para implementação nas empresas estão disponíveis em português no site da iniciativa.