Crescimento moderado na América Latina em meio a crescentes ventos contrários 

Muito mudou no último ano. Alcançando uma desaceleração da COVID-19 e enfrentando os efeitos das mudanças climáticas e questões políticas globais, a economia mundial está sob pressão crescente. O novo relatório sigma “Inflationary recessions re-price risk: global economic and insurance outlook 2023/24” prevê um crescimento do PIB mundial de 1,7% em 2023, à medida que as recessões inflacionárias se desenrolam nas principais economias.

O relatório de mercado da América Latina do Swiss Re Institute prevê um crescimento moderado do PIB para 1,3% no próximo ano, abaixo dos 3,1% esperados para este ano. As condições financeiras mais apertadas, os preços de commodities mais baixos (mas ainda altos) e a desaceleração econômica global pesarão no crescimento regional.

“Do nosso ponto de vista, a economia global esfriará visivelmente sob o peso da inflação e dos choques das taxas de juros. A reavaliação do risco na economia real e nos mercados financeiros é, na verdade, saudável e positiva a longo prazo”, comenta Jérôme Haegeli, economista chefe do grupo Swiss Re. Taxas livres de risco mais elevadas devem significar maiores retornos para investimentos na economia real. Nestes tempos desafiadores – e para o período de recuperação econômica à frente – o setor de seguros pode mostrar seu valor, pois oferece resiliência financeira em todos os níveis da sociedade”. 

De acordo com o Swiss Re Institute, as principais economias, especialmente na Europa, provavelmente enfrentarão recessões inflacionárias nos próximos 12-18 meses, em meio a taxas de juros mais altas. Prevê-se que o crescimento global do PIB desacelere para 1.7% em 2023, ante 2.8% em 2022. 

O Swiss Re Institute prevê 5.4% de inflação média anual do IPC global em 2023 e 3.5% em 2024, abaixo dos 8.1% em 2022. Apesar da esperada moderação do ritmo, a inflação deverá permanecer volátil e persistentemente acima das médias históricas. Para as seguradoras, a inflação é um desafio pois corrói o crescimento dos prêmios nominais, tem impacto na demanda global e cria custos mais altos de sinistros em linhas de seguro não-vida. 

  • Qual o cenário para o Brasil?

  • Esperamos um crescimento econômico moderado de 0.4% no Brasil no próximo ano, abaixo dos 2.6% estimados para este ano. A atividade econômica foi mais intensa do que o esperado em 2022 devido às condições externas favoráveis, com o aumento das receitas de exportação devido aos preços mais altos das commodities e uma nova rodada de transferências de dinheiro do governo para as famílias impulsionou o consumo.
  • A agenda de reformas permanece incerta e os encargos da dívida persistem. Esperamos que a inflação desacelere em 2023 para uma média de 6.4%, de uma estimativa de 9.7% em 2022, mas ainda acima da meta do banco central de 3.25% (a quarta vez consecutiva). O Brasil tem lutado contra uma inflação alta há mais de um ano, mas acreditamos que os preços atingiram o pico no segundo trimestre de 2022 e as pressões inflacionárias começaram a diminuir.
  • Prevemos que os prêmios totais crescerão 3% em termos reais em 2023, abaixo dos 4.3% estimados em 2022. O crescimento foi impulsionado por não-vida e isso continuará, embora esperamos que o crescimento dos prêmios de vida se fortaleça também no próximo ano. O mercado de seguros tem se mostrado mais resiliente do que o esperado, refletindo a atividade econômica favorável, o endurecimento das tarifas devido à inflação e a maior conscientização do público sobre o seguro de vida pós-pandemia.
  • Inovação, transformação digital e condições regulatórias mais favoráveis como o Open Insurance (o compartilhamento padronizado de dados e serviços por meio da abertura e integração de sistemas) têm impulsionado importantes mudanças no mercado nos últimos anos. Estes impulsionadores continuarão a criar novas oportunidades de negócios para aumentar a penetração no mercado e o crescimento acima da tendência. Nossa pesquisa global com consumidores de 2022 constatou que mais de 50% dos entrevistados no Brasil planejam usar mais os canais digitais para suas necessidades relacionadas com o seguro.
  • Prevemos que os prêmios de L&H aumentarão 2.3% em 2023, acima dos 1.1% estimados em 2022. A alta inflação corroeu crescimento nominal dos prêmios de vida, com o crescimento negativo dos produtos de risco compensado pelos produtos de poupança no primeiro semestre. O alto desemprego limitará a demanda por seguro saúde (1 a 2%), que em grande parte vem de planos de benefícios do empregador.
  • Projetamos um crescimento acima da tendência nos prêmios não vida de 4.5% em 2023, após um forte crescimento em 2022 (estimado 12%). O crescimento deste ano foi impulsionado pelos prêmios de automóveis, devido aos preços mais altos dos veículos e uma recuperação nas vendas de veículos (cerca de 30% de novos registros em agosto passado). No entanto, os aumentos de preços dos veículos provavelmente diminuirão à medida que as cadeias de produção se normalizarem.

ABGR: sustentabilidade na gestão do risco

ABGR 2022 seguros

Por Carlos Alberto Pacheco – ABGR 

“Open Insurance e ESG: os desafios da inovação e sustentabilidade para o risk management”, foi o tema central do seminário da Associação Brasileira de Gerência de Riscos (ABGR) realizado nos dias 16 e 17 de novembro, no Pró-Magno Centro de Eventos, em São Paulo. O evento atraiu 4 mil participantes, entre grandes players e tomadores de decisão do setor de risk management, que assistiram a um ciclo de palestras simultâneas. Vinte e um eixos temáticos abordaram questões relevantes como gestão de riscos, open insurance e inovações, sandbox e insurtech, ESG & sustentabilidade, transportes – logística e gerenciamento de riscos, entre outros.

Já a feira de negócios da ABGR reuniu expositores ligados a algumas das maiores empresas do segmento. Na ocasião, além da oferta de soluções inovadoras, houve intenso networking e concretização de negócios. Neste ambiente, compradores de seguros dialogaram com a cadeira produtiva e conheceram o leque diversificado de produtos disponíveis no mercado. A expo e o seminário foram realizados simultaneamente a outro evento – o CMS Financial Innovation.

“Ficamos muito felizes com a presença de grandes empresas e os patrocinadores que acreditaram no evento. Nossa missão é trazer o risk manager para dentro da ABGR”, ressaltou o presidente da entidade, Luiz Otavio Artilheiro. O diretor financeiro Wilnner Eduardo Silva, acrescentou: “O evento fomentou a troca de experiências entre seguradoras, resseguradoras, brokers, clientes e risk managers”. Na visão do secretário-geral, Thiago Amorim, a ABGR posicionou o profissional como “protagonista do mercado”. E a assessora do Conselho e Diretoria, Márcia Ribeiro, lembrou que um dos méritos do evento foi atrair a participação de diversos compradores de seguros.

ESG e sustentabilidade – “Que mundo iremos deixar para as nossas crianças nos próximos 30 anos”, questionou o director Risk Management da DHL, Guilherme Brochman, na palestra de abertura do seminário “ESG: Desafios, Gestão de Risco e Sustentabilidade”. Aliás, o tripé Environmental, Social and Corporate Governance (ou Ambiental, Social e Governança Corporativa – ASG, no português) pontuou a maioria dos painéis. 

Segundo Brochman, a utilização de tecnologia nos combustíveis é uma preocupação das empresas para diminuir os lançamentos de dióxido de carbono na atmosfera. “A DHL estabeleceu a meta de reduzir emissões de gases de efeito estufa até 2030”, alinhada com o Acordo de Paris por meio da iniciativa Science-Based Targets (SBTi) e investindo 7 bilhões de euros adicionais globalmente para atingir o objetivo”, revelou.

O debate sobre a agenda ESG continuou na palestra seguinte. “Queremos ver toda a economia brasileira focada nesta agenda”, conclamou o diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep), José Nagano. O vice-presidente da Federação Nacional das Empresas de Resseguros (Fenaber), Fred Knapp, disse que as resseguradoras devem trazer novas tecnologias para aplicar no mercado local. Ele sugeriu que compradores de seguro, corretores e resseguradoras utilizem parte de seu orçamento, ou seja, um determinado percentual na compensação de carbono.

Na terceira palestra, Nathalia Abreu (Zurich Brasil Seguros) defendeu ações integradas das empresas com a sustentabilidade, trabalhando toda a cadeia de produtos nessa direção. Thomas Fabelo (Aon) reforçou o propósito fixado pela DHL: “Na agenda global, será neutralizado 100% do carbono até 2030”. Mas Daniela Cavalcante Pedroza (Ambipar VG) fez uma ressalva: “ESG é um assunto que nem todas as organizações entendem”. Fátima Lima (Mapfre Seguros) ressaltou o compromisso da companhia: “Trabalhamos na redução de carbono e energia limpa. Temos grandes compromissos globais assumidos na transição para a economia de baixo carbono, subscrevendo risco”, comentou

“Diversidade & Inclusão na Pauta de ESG” trouxe o depoimento de algumas das principais protagonistas femininas do setor, como a presidente e fundadora da Sou Segura, Simone Vizani. “Nossas ações impactam positivamente na sociedade. Damos voz, movimento e visibilidade para as mulheres”, declarou. “Queremos contratar e formar líderes que não sejam impositivos. Essas lideranças devem ter mindset”, apontou Stephanie Zaicman (Wiz Soluções). Na ótica de Edna Vasselo Goldoni, presidente e fundadora do Instituto Vasselo Goldoni, a entidade crê no poder transformador da mulher e na equidade de gênero. “Entendo que as melhores, hoje, sabem o querem e qual direção tomar”, observou a mediadora Márcia Ribeiro (ABGR).

Sandbox, insurtech e cyber risk – Temas da ordem do dia do mercado, sandbox, insurtech e cyber risk sugeriram debates interessantes sobre inovação. Para Nikolaus Maack (Mapfre Seguros), as insurtechs devem transformar a vida das pessoas e tornar ações e procedimentos mais simples. “O mercado de seguros é colaborativo e isto tem a ver com a natureza das startups. A Susep permitiu a entrada de novos players e flexibilizou o mercado”, reforçou Luiz Gustavo Ferreira Galrão (Latú Seguros). Barbara Possignoto (Pier Seguradora) lembrou que existe espaço para o gestor de risco num ambiente de inovação, pois ele garante a eficiência das medidas adotadas pelas empresas.

Sobre cyber risk e LGPD, Marta Schuh (Marsh), Marco Mendes (Aon) e Eduardo Bezerra (Wiz) relataram suas experiências, com ênfase nas melhores práticas no dia a dia das empresas. Na opinião de Marta, a contratação de seguro cyber deve estar acompanhada de medidas de compliance. E citou um dado: “Oitenta por cento das empresas pagam resgate de sequestros a hackers. Pagar resgates não é a melhor opção. Isso precisa ser mais bem discutido”.  

Agro e ambiental – O agronegócio e o meio ambiente foram debatidos em painel específico com alguns dos especialistas do setor. “Há alguns desafios para o seguro agrícola. Na safra 2021/2022, o café e a cana na região centro-sul foram castigados por catástrofes climáticas, como as geadas. A expectativa no futuro é o seguro garantir a reposição das perdas e das modalidades de negócios envolvidas”, opinou Glaucio Toyama (Swiss Re).

Na visão de Talita Ferrari (Wiz), o agronegócio é um segmento muito importante para o País, exposto ao principal risco: “o clima não gerenciável”. Citou os históricos gargalos na infraestrutura (transporte de alimentos) e a necessidade das empresas se adequarem à agricultura de baixo carbono, cumprindo metas de ESG. Paulo Vitor Rodrigues (Aon) destacou o fenômeno do crescimento de startups (agrotechs) que atuam no seguro agrícola, mas advertiu que 32% da produção de alimentos é desperdiçada na cadeia de transporte.

Daniel Asseituno (AXA Seguros), por sua vez, lamentou: “O produtor ainda enxerga o seguro agrícola como um custo. Eu defendo que seja mais competitivo – uma garantia adicional à operação de financiamento”. Pouco difundido no Brasil, o seguro paramétrico foi lembrado pelos painelistas. O seguro protege as culturas contra distúrbios climáticos, sem estar atrelado à produção propriamente dita. Paulo Vitor sugeriu que essa modalidade de proteção seja construída em torno de um índice passível de ser monitorado remotamente.

Transportes e GR – Diego Gomes (Chubb Seguros), Sérgio Caron (Marsh), Rodolfo Albuquerque Alves (Liberty Seguros) e Denis Teixeira (Alper) compuseram o painel “Transportes, Logística e Gerenciamento de Riscos”. Segundo dados da Confederação Nacional do Transporte (CNT), mais de 60% das cargas em circulação no País são conduzidas pelas rodovias. O Brasil possui uma frota de 2 milhões de caminhões, sendo 60% transportados por motoristas autônomos. 

Os painelistas foram unânimes em considerar que o gerenciamento de risco é uma ação fundamental no processo de gestão de risco de uma apólice de Transportes. As companhias precisam sempre investir em desenvolvimento tecnológico e capacitação dos profissionais para o bom cumprimento das operações. Os clientes devem dispor de análises técnicas e detalhadas com recomendações preparadas por especialistas.

SulAmérica premia corretores e corretoras com carros 0Km no PRA Super Campeões

A SulAmérica sorteou na última quarta-feira, dia 16/11, as premiações das rodadas intermediárias do PRA Super Campeões. Durante o evento do PRA – Programa de Reconhecimento ao Corretor, foram sorteados nove carros 0Km entre as Corretoras elegíveis de acordo com o regulamento da campanha.

Os ganhadores foram anunciados durante evento híbrido realizado pela companhia. Ao todo, quase 2 mil profissionais acompanharam os sorteios, que foram transmitidos de maneira online para todo o Brasil, mas com evento presencial no Rio de Janeiro e em São Paulo, conduzidos pelos diretores comerciais de Saúde e Odonto da SulAmérica, Solange Zaquem e Luciano Lima, e Marcelo Mascaretti, diretor de Vida, Previdência e Investimentos da SulAmérica. 

O sorteio dos nove carros 0km para os corretores e corretoras elegíveis de cada região, é uma das premiações mais aguardadas do PRA Super Campeões. Entre os ganhadores, estão representantes das regionais: 

●      Regional Norte e Nordeste – 2 ganhadores de Recife (PE)

●      Regional Sul – 2 ganhadores: Curitiba (PR) e Joinville (SC)

●      Regional SP Interior – 2 ganhadores: Jundiaí (SP) e São José dos Campos (SP)

●      Regional Minas Gerais e Centro-Oeste – 1 ganhador de Itajubá (MG)

●      Regional SP Capital – 1 ganhador de Santos (SP)

●      Regional Rio de Janeiro e Espírito Santo – 1 ganhador de Rio de Janeiro (RJ)

Para ser elegível ao sorteio, o corretor ou corretora precisava cumprir as premissas de crescimento e CT, de acordo com o grupo, e ter o mínimo de R$ 300.000,00 (trezentos mil reais) em produção conforme o regulamento da campanha. 

Além do sorteio dos nove carros 0km, também serão premiadas Corretoras com uma viagem para Israel ou uma viagem nacional, junto com seus acompanhantes. Os corretores e corretoras concorrem de acordo com o seu grupo e região. O cálculo da pontuação para classificar a Corretora como elegível à premiação final acontecerá em 2023, considerando toda a produção no período da campanha. O PRA Super Campeões 2022 mantém a premiação para reconhecimento das assessorias de seguros, assim como em 2021.

Soluções criativas são necessárias em riscos corporativos, avalia diretor da seguradora Zurich

Jose Bailone

Com a realização da XIV Seminário de Gestão de Riscos e Seguros e da XIV Seminário de Gestão de Riscos e Seguros, pela ABGR, nos dias 16 e 17 de novembro, em São Paulo, o Sonho Seguro conversou com Jose Bailone, diretor executivo de Seguros Corporativos e de Subscrição de Ramos Elementares da Zurich, sobre as preocupações que tiram o sono dos gestores de riscos e como a seguradora tem se preparado para estar presente para facilitar o dia a dia dos guardiões do patrimônio dos acionistas. Leia abaixo:

Mundialmente, a mudança climática encabeça a lista de preocupações dos gestores de riscos em todas as regiões do mundo. No ano passado, o risco cibernético ocupava a liderança nas pesquisas realizadas. E no Brasil, quais são as três primeiras preocupações dos gestores de riscos?  

Quando analisamos os riscos que são ameaças para empresas e governos no mundo e no Brasil, os riscos climáticos, sociais, cibernéticos e de uma recuperação global desigual em consequência da pandemia estão entre as principais preocupações, conforme revelado pelo Relatório de Riscos Globais (17ª edição GRR 2022) produzido pela Zurich, Marsh McLennan e o Fórum Econômico Mundial divulgado em janeiro deste ano.  

Nesse mesmo relatório, foram divulgados os resultados detalhados da Executive Opinion Survey 2021 (também produzida pelo Fórum Econômico Mundial, em parceria com a Marsh McLennan e a Zurich), onde são detalhados os maiores riscos identificados pelos executivos em cada país. Nessa pesquisa, os três principais riscos mapeados para o Brasil foram uma prolongada estagnação econômica, crises de subsistência e emprego e a inadequação digital, sendo que os danos ambientais provocados pelo homem, por exemplo, aparecem em 4º lugar. Ou seja, no curto prazo, aquela pesquisa já previa que questões econômicas liderariam as preocupações dos gestores. 

Já o relatório da Executive Opinion Survey 2022, que acaba de ser divulgado mundialmente na semana passada, traz como três principais riscos para os negócios no país a rápida e sustentada inflação, a proliferação de atividades econômicas ilícitas e o confronto geoeconômico, sendo seguidas pelas crises de subsistência e emprego e por choque severos ou volatilidade nos preços das commodities. Vemos, portanto, que as questões econômicas tomaram ainda mais espaço das preocupações dos gestores, o que acende um alerta a que os gestores de riscos precisam estar atentos. 

Isso porque vemos que os riscos ambientais e cibernéticos, que apareceram no último GRR como riscos importantíssimos a curto, médio e longo prazos a que as empresas (e a sociedade como um todo) devem estar atentas, estão sendo ofuscados por preocupações de curto prazo.  Essas preocupações são extremamente pertinentes e relevantes, porém, é crescente a ameaça de ataques cibernéticos à infraestrutura e a severidade dos eventos naturais decorrentes das mudanças climáticas, o que quer dizer que as empresas não podem tirar seus olhos desses riscos caso queiram contar com uma operação segura e eficiente. Ignorar esses riscos pode criar pontos cegos, deixando as empresas expostas à graves ameaças que podem afetar o seu sucesso e resiliência ao longo do tempo. 

Na Zurich, estamos muito atentos a essas questões junto aos gestores de risco das empresas e oferecemos serviços relacionados tanto à prevenção de riscos cibernéticos quanto relacionados às mudanças climáticas.  Serviços relacionados às mudanças climáticas, por exemplo, vão desde uma análise do risco de alagamento de uma determinada planta até um panorama amplo de todas as unidades de negócios de uma empresa. Há também análises para avaliar o impacto do aquecimento global no médio e longo prazo nos eventos da natureza a que um determinado local ou unidades de negócios estão expostos. Além de cobertura de seguros, a Zurich coloca à disposição toda a sua expertise para orientar os clientes quanto aos riscos que podem impactar os seus negócios e as formas de mitigá-los, seja olhando para os riscos atuais como para os riscos futuros.     

Já no que diz respeito aos riscos cibernéticos, temos à disposição ferramentas e expertise para apontar o que as companhias precisam fazer para transferir riscos para o mercado segurador, por meio da avaliação de seus riscos operacionais, dependências sistêmicas e maturidade quanto à segurança da informação, de forma a fornecer orientação acerca de adequações que forem necessárias. 

O cenário exposto para 2023 é de um significativo reajuste do resseguro. De um lado, os resseguradores reajustando tarifas para equilibrar perdas com eventos climáticos mais intensos e frequentes. De outro, gestores preocupados com perdas, o que aumenta a demanda pelo seguro, porém num momento em que o orçamento para compra de seguros sofre redução diante do cenário econômico. O que a seguradora tem feito para equilibrar esta situação para seu cliente? 

Reconhecemos que para muitas atividades, os desafios sociais e econômicos gerados pela pandemia e instabilidade geopolítica, aliado ao surgimento de novos riscos e ao ajuste de condições e taxas do mercado segurador, exigem soluções mais criativas.  Após um período de endurecimento do mercado começamos observar estabilidade ou até alguma flexibilização nas linhas que sofreram maiores ajustes, como D&O. Na Zurich, buscamos apoiar empresas com soluções que englobam a assunção dos riscos transferidos pelos clientes com serviços extremamente especializados de prevenção de perdas.  

É importante ressaltar que os produtos de seguros devem ser parte da gestão de riscos das empresas, e que mesmo em momentos econômicos desafiadores, as empresas não podem deixar de investir nessa frente. Isso porque quanto mais robusta for essa gestão, com soluções de segurança e prevenção que diminuam a exposição de riscos para as empresas, menores as chances de uma interrupção de negócios causada por quaisquer eventos – e melhor tende a ser a precificação dos seguros também. Os clientes que possuem programa de gestão de riscos, uma visão de custo total do risco, que conhecem suas exposições e executam ações de mitigação, já trazem um bom posicionamento do seu risco para o mercado segurador. 

Portanto, as seguradoras devem ser parceiras dessa gestão para seus clientes, indo além dos produtos de seguros e ajudando-as de fato a fazer a gestão adequada de seus riscos. Não apenas por uma questão de orçamento, mas porque essa é a melhor forma de contribuir para que as empresas não sofram perdas ou prejuízos decorrentes de uma política de gestão de riscos deficiente. E, consequentemente, isso permite também mais aceitação, qualidade e flexibilidade das coberturas quando falamos em produtos de seguros. 

A Zurich é uma seguradora que tem como diferencial no mercado justamente uma equipe de engenheiros de riscos que compõe network global com mais de 800 especialistas que ajudam as empresas a melhorarem a gestão dos seus riscos para a continuidade dos negócios. Para dar um exemplo de nossa atuação prática, no que toca aos riscos cibernéticos, temos à disposição ferramentas e expertise para apontar o que as companhias precisam fazer para transferir riscos para o mercado segurador, por meio da avaliação de seus riscos operacionais, dependências sistêmicas e maturidade quanto à segurança da informação, de forma a fornecer orientação acerca de adequações que forem necessárias. 

Os riscos geopolíticos ocupam o segundo lugar, à frente dos riscos cibernéticos e pandêmicos. Que tipo de plano de contingenciamento uma grande empresa precisa ter pronto para gerenciar o aumento das tensões sociais que possam impactar a quebra da cadeia de suprimentos? 

A identificação do potencial impacto é diferente para cada atividade e empresa e, frequentemente, os riscos vem junto com oportunidades. A profunda interrupção no fluxo de mercadorias em todo o mundo ensina as empresas a entenderem suas vulnerabilidades primeiro para criar maior resiliência a choques futuros. A elaboração de um bom plano de continuidade passa por entender com profundidade os riscos a que um negócio está exposto.  Além de manter um balanço resiliente para enfrentar volatilidade, é fundamental ter os planos de mitigação desenhados e testados. Com a pandemia e a ruptura da cadeia de suprimentos, aprendemos que esse era um risco subestimado por muitas indústrias, algumas das quais sequer tinham um inventário de todos seus fornecedores e o grau de dependência existente. Portanto, como ressaltado na questão anterior, o trabalho de gestão de riscos é de extrema relevância em todos seus aspectos, desde a identificação até a mitigação dos riscos. 

Os riscos econômicos também assustam os gestores. Como mitigar o risco de uma empresa diante da instabilidade financeira, deterioração macroeconômica e estresse monetário e fiscal.  

Com uma análise de riscos estruturada, é possível contribuir para a empresa lidar melhor com um momento de instabilidade. Nos momentos de escassez, nem sempre as empresas conseguem estar bem capitalizadas e com baixo endividamento.  Neste cenário em que empresas do mundo todo veem que cortes de custos se fazem necessários, é importante enxugar gastos com sabedoria, evitando assim aumentar a exposição ou contratar produtos com coberturas inadequadas para mitigar riscos existentes. Como seguradora, a Zurich está preparada para dar suporte para que nossos clientes façam as escolhas mais adequadas aos seus riscos e compreendam o seguro como um apoio para a resiliência de seus negócios neste momento de instabilidade. 

A inflação está se tornando uma grande preocupação tanto para especialistas quanto para o público em geral. Quais as recomendações aos gestores sobre os impactos da inflação no programa de seguros? 

Como especialistas, observamos que a inflação influencia de maneira diferente o mercado por atividade, indústria, segmento de atuação e distribuição geográfica dos negócios. Recomendamos aos clientes atenção na avaliação de seu patrimônio e histórico contábil para manter o valor de seus ativos e bens adequados tanto à inflação quanto a realidade que a empesa atravessa. No que diz respeito ao seguro, isso deve ajudá-los na subscrição correta dos riscos e a garantir que as coberturas contratadas realmente sejam efetivas diante dos riscos a que a empresa está exposta. Com atenção a estes pontos, o cliente pode ter tranquilidade de que irá conseguir repor danos sofridos e recompor seu patrimônio em eventual sinistro. 

Bradesco Seguros lança formato ‘Pixel Learning’ para capacitação de corretores

Fonte: Bradesco

Buscando otimizar as metodologias de aprendizagem e capacitação de seus parceiros de negócios, o grupo Bradesco Seguros sai na frente com uma novidade em sua plataforma de cursos online Universeg: o ‘Pixel Learning’ – um formato rápido e ágil de aprendizagem. O nome desenvolvido pelo grupo foi escolhido justamente pela relação de um pixel com o formato de conteúdos curtos, diretos e assertivos. As características desse novo formato são similares à uma tendência recente do mercado, a técnica ‘nanolearning’, que consiste em treinamentos de até dois minutos. Os conteúdos do Grupo são ainda mais sucintos e complementares. Assim como vários pixels que juntos constroem uma imagem, a ideia da seguradora é proporcionar a partir de pixels do conhecimento uma aprendizagem completa. 

O grupo inova no formato, aumentando a gama de opções educacionais na plataforma e oferecendo conteúdos pertinentes que se encaixam na rotina dos usuários, que é exatamente o objetivo da plataforma exclusiva do Grupo: levar o conhecimento para o dia a dia do corretor, facilitando o processo de aprendizagem. 

Para Valdirene Soares Soares Secato, Diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade no Grupo Bradesco Seguros, a novidade deve gerar ainda mais interesse no público. “O ‘Pixel Learning’ está alinhado à uma técnica que é tendência no mercado educacional: pílulas de conteúdo que atendem à dinâmica do dia a dia e desejo da população. A nossa metodologia vai além, ela tem o potencial complementar no desenvolvimento pessoal e profissional dos nossos parceiros, exatamente como um pixel”, afirma a executiva. 

De acordo com pesquisa da Microsoft Corp, o tempo médio de concentração hoje é de apenas oito segundos, quatro a menos do que a média nos anos 2000. “Essa novidade reforça o nosso compromisso em trazer capacitação para os corretores alinhada às tendências que vão além do mercado segurador”, complementa. 

Abordando uma temática por mês, os conteúdos semanais ‘Pixel Learning’ estarão em constante destaque na plataforma. “O Grupo Bradesco Seguros valoriza o desenvolvimento de seus parceiros. Queremos sempre oferecer conteúdos relevantes e dinâmicos, para aperfeiçoar a performance destes profissionais e, consequentemente, aprimorar o mercado segurador”, finaliza Valdirene. 

Além do novo formato, a Universeg reúne conteúdos em diversos outros modelos que propiciam o desenvolvimento personalizado e contínuo. Apenas em seu primeiro ano no ar, a plataforma gratuita – por meio do site e no aplicativo – atingiu mais de 145 mil acessos e conta com materiais voltados para desenvolvimento de carreira e autoconhecimento.

FF>>Seguros e Doutores da Alegria anunciam parceria

Fonte: FF Seguros

FF>>Seguros (Fairfax) firmou parceria com Doutores da Alegria, entidade sem fins lucrativos que trabalha com a arte milenar do palhaço, intervindo junto a crianças, adolescentes e outros públicos em situação de vulnerabilidade e risco social em hospitais públicos.

A superintendente de Marketing da FF>>Seguros, Juliana Menezes, afirma que o patrocínio dos Doutores da Alegria faz parte dos pilares do grupo global Fairfax, que apoia e incentiva projetos que contribuem para o desenvolvimento cultural da sociedade. Segundo ela, o programa tem o propósito de contribuir para a formação de uma consciência do público com base no conceito do marketing voltado para causas de impacto social.

O acordo entre a seguradora e a instituição social com foco em saúde envolve uma iniciativa voltada para o portfólio de soluções que integram a FF ORBI, plataforma digital que oferece uma variada oferta produtos de varejo, proporcionando benefícios para os corretores e seus clientes, além de abrir espaço no futuro para a participação de novos canais de distribuição.

Parte das contratações de seguros negociados por meio da plataforma ORBI serão revertidos para a associação Doutores da Alegria, que terão como contrapartida o compromisso de realizar ações artísticas em hospitais públicos voltadas especialmente para as crianças e adolescentes. O programa de Palhaços em Hospitais é gratuito e já realizou mais de 2,3 milhões de intervenções junto às crianças hospitalizadas, seus acompanhantes e profissionais de saúde.

Ao apoiar uma causa como Doutores da Alegria, a FF>>Seguros colabora para que os projetos da associação possam continuar atuantes na sociedade e aliam credibilidade e reputação da organização e aos seus negócios, avalia a instituição. E a associação pode ter uma interlocução com um público fidelizado do parceiro com uma mensagem qualificada, potencializando seu alcance.

O portfólio de Seguro de Responsabilidade Civil Profissional (E&O) da FF ORBI engloba Médicos, Dentistas e Corretores. Também faz parte da plataforma digital o Seguro de Responsabilidade Civil para Administradores e Diretores (D&O), que tem por objetivo garantir a proteção do patrimônio pessoal dos executivos com poder de gestão. Outra modalidade é o Seguro de Bike, solução completa de seguro que engloba todos os modelos – desde as bicicletas tradicionais, mountain bike, até as modernas bikes elétricas – danos a terceiros, acessórios, roubo ou furto, entre outras coberturas.

Reflexos do Open Insurance nas áreas de controle são um dos temas de seminário na CNseg

karin cnseg

Fonte: CNseg

A próxima edição do Seminário Controles Internos & Compliance, Auditoria e Gestão de Riscos, evento da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), traz para o debate os principais assuntos da agenda dos profissionais ligados a essas atividades. Será a primeira edição presencial após a pandemia, mas também poderá ser acompanhada remotamente.

A superintendente de Acompanhamento Técnico, Karini Madeira, explica que o evento, que tem caráter técnico, é planejado pela Comissão de Governança e Compliance da CNseg. “O objetivo é explorar as agendas que mais impactam as atividades de controles, risco e auditoria interna do setor de seguros, contribuindo para reflexões sobre requisitos mínimos e as melhores práticas, além dos principais desafios enfrentados atualmente e aqueles que estão por vir. Para isso, teremos a participação de especialistas, executivos e autoridades do setor”, afirma.

Os temas deste ano são:

• Os reflexos do Open Insurance (OPIN) no Sistema de Controles Internos, Estruturas de Gestão de Riscos e Atividades de Auditoria Internas;

• Os principais desafios dos executivos e as expectativas do regulador a partir da publicação da Resolução CNSP 416 de 2021;

• Como os requisitos de segurança cibernética estão auxiliando na mitigação dos ataques cibernéticos;

• Como as Estruturas de Gestão de Riscos poderão contribuir positivamente nas visões quantitativas e qualitativas do risco de sustentabilidade e na sua utilização para tomada de decisão;

• Prevenção à Lavagem de Dinheiro e Financiamento ao Terrorismo: cenário atual e desafios à frente;

•A visão da Susep sobre como funciona o Sistema de Avaliação de Riscos e Controles (SARC) da Susep.

Serviço

Data: 30/11/2022

Horário: 8h40 às 17h30

Local: Auditório da CNseg com transmissão pela internet

Link para as inscrições

MAPFRE e Genial anunciam parceria em Seguro de Vida resgatável

Hilca Vaz, diretora Mapfre

Fonte: Mapfre

A MAPFRE, uma das maiores empresas do mercado segurador e financeiro do mundo, e a Genial, plataforma de investimentos e serviços financeiros, anunciaram nesta quinta-feira, dia 17 de novembro, uma parceria no segmento de Seguro de Vida. Juntas, as companhias irão oferecer o Bién Vivir, produto inovador da MAPFRE e que se diferencia por possibilitar o resgate em vida.

O Bién Vivir foi desenvolvido por conta da demanda crescente dos clientes por opções simples e flexíveis em termos de seguro de vida. “Temos atuado continuamente para oferecer produtos mais adequados aos novos hábitos dos consumidores, simplificando processos e tornando nosso portfólio ainda mais acessível e diferenciado.”, conta Hilca Vaz, diretora de Vida, Previdência e Capitalização da MAPFRE. “Ao longo da vigência do produto, parte do valor pago pela apólice é aplicado em fundo de investimentos e – como a proteção é contínua – o cliente tem a possibilidade do resgate total do valor pago.”, explica a executiva.

Na parceria entre MAPFRE e Genial, o produto Bien Vivir será disponibilizado no site da seguradora e comercializado pelos 300 escritórios dedicados da plataforma de investimentos e seus assessores comerciais. ‘Passamos a oferecer uma solução diferente das concorrentes e que se enquadra no planejamento de risco da carteira de nossos clientes”, afirma Sérgio Schwartz, sócio e diretor de Seguros & Previdência na Genial Investimentos. “A parceria com uma seguradora forte e de tradição, como a MAPFRE, vai trazer visibilidade à Genial em um mercado em crescimento”, avalia.

Para Alex Frederico Dias, diretor comercial de Canais Estratégicos da MAPFRE, a parceria entre as duas companhias é também uma oportunidade significativa para atingir novos públicos com o produto. “A Genial possui expertise e capilaridade junto a um público especializado em investimentos, com potencial para aderir a tipos de seguros como o Bién Vivir. Por esse motivo, a parceria vai ao encontro da estratégia da MAPFRE de se tornar uma seguradora com atuação multicanal, sempre buscando empresas que tenham sinergia com esse nosso objetivo.”, afirma. “A ideia, no futuro, é estendermos essa aliança para a comercialização e distribuição de outros tipos de seguros.”, revela o executivo.

Raphael de Carvalho deixa IRB Brasil Re

Raphael de Carvalho renunciou ao cargo de diretor-presidente do IRB Brasil RE, após 14 meses a frente o maior ressegurador brasileiro, que enfrenta uma crise intensa desde 2019, que levou a ação na bolsa cair de R$ 44 para R$ 1 atualmente. O Conselho de Administração Marcos Pessoa de Queiroz Falcão como novo presidente em reunião extraordinária realizada ontem e, interinamente, o cargo de diretor vice-presidente de subscrição do IRB Brasil RE.

Falcão é formado em Ciências Econômicas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e possui mestrado pela Stanford Graduate School of Business. Tem experiência em gestão de talentos e em ativos financeiros, sem embargo relacionamento com o mercado financeiro e de capitais, qualidades imprescindíveis nessa nova fase da companhia.

Falcao tendo atuado mais recentemente, desde maio de 2020, como integrante do Conselho de Administração e do Comitê de Investimentos da companhia, tendo participado desde o início do processo de turnaround. O executivo, dentre várias experiências profissionais, foi sócio e administrador de instituições financeiras, sociedades seguradoras e entidades atuantes no mercado de capitais nacional e internacional, em especial no grupo Icatu, entre outras funções como Diretor-Presidente da Icatu Seguros e sócio e diretor-executivo do Banco Icatu.

MAG Seguros discute inovação do mercado segurador e novos negócios

MAG Seguros CORONAVIRUS

Fonte: MAG

O futuro do corretor de seguros, as novas ferramentas de trabalho e novidades para os negócios foram os temas abordados por Carolina Vieira, diretora de Parcerias Estratégicas da MAG Seguros, durante o webinar “Qualificação, Diversificação e Novos Negócios”, evento da terceira etapa do Conexão Futuro Seguro 2022.

Na apresentação, Carolina esteve acompanhada por outros executivos, que deram dicas, orientações sobre qualificação, aperfeiçoamento profissional e oportunidades de negócios para corretores e no mercado de seguros. São graças a iniciativas como essas que a MAG Seguros, uma das empresas com maior tempo de atividade no país, ainda assim está entre as mais inovadoras.

“Investimos em tecnologia e inovação sem deixar o humano de lado, visto que são complementares”, disse Carolina, durante a live. “O corretor é essencial e nunca vai perder espaço. É ele quem estimula o contato com o cliente; é ele quem vai retê-lo, e levar a credibilidade da empresa junto dos seus serviços”, contou. Como exemplo, a executiva falou acerca dos desafios que o período de pandemia trouxe – e continua trazendo – para os negócios, ainda que tenha acelerado e promovido o avanço em alguns processos.

“Com a pandemia a gente aprendeu a otimizar o nosso tempo de qualidade para com o cliente”, explicou. “A pandemia mostrou, entre outras questões, que o digital está aí para ajudar a capacitar os corretores e todos os profissionais do setor, que precisam estar cada vez mais preparados. Para nós da MAG, esse foi um processo natural, visto que já tínhamos ferramentas que permitiram a rápida transição dos modelos de trabalho – mas acabou sendo um teste de impacto muito alto, onde pudemos ver que a conscientização sobre seguros veio de uma forma muito pujante, junto com a nossa necessidade de se adequar a uma nova realidade da noite para o dia”, pontuou a executiva.

Carolina também informou que a MAG Seguros realiza, por meio dos próprios corretores, um trabalho constante em informar o propósito social do seguro e o propósito da própria empresa de prover soluções de proteção individual nos diversos momentos de vida de todos os brasileiros. “Gostamos de pensar que realizamos um trabalho fazendo um bem maior para a sociedade”, disse Vieira. “Oferecemos soluções de proteção individual nos diversos momentos de vida de todos os brasileiros e buscamos democratizar o acesso à saúde da população brasileira.

A executiva reforçou ainda que o seguro pode e deve ser utilizado pelo segurado ainda em vida. “Buscamos mudar a ideia de que o seguro serve apenas em casos de morte – ao contrário, ele está aí para ser utilizado ainda em vida, para gerar algum conforto financeiro no entorno operacional de alguma ocorrência, por exemplo, de doença grave e das suas consequências. Por isso que damos aos nossos corretores produtos que gerem uma maior autonomia e liberdade de escolha para os segurados, com benefícios pagos em vida, onde o beneficiário é o próprio segurado, além de serviços de assistências. Esse é um dos caminhos para o futuro”, finalizou Carolina.

O Conexão Futuro Seguro terá até quatro etapas nacionais e virtuais, cada uma com temática específica, e um evento de encerramento, no formato híbrido, quando será apresentada a Infraestrutura Brasileira de Distribuição de Seguros, principal novidade desta terceira edição. O foco será direcionado para a utilização do digital pelo Corretor de Seguros, mas sem renunciar ao fator humano, indispensável e desejado pelo consumidor.