Artigo: Inovação e as novas habilidades exigidas pelo mercado

Por Guilherme Haraguchi, superintendente executivo de Inovação do Grupo Bradesco Seguros 

Hoje as habilidades de inovação são primordiais para um bom profissional, assim como o inglês já foi um dia. Isto é motivado pelos acelerados avanços tecnológicos vistos nas últimas décadas, que criaram um consenso entre as lideranças de todos os ramos econômicos de que a inovação é algo fundamental para a continuidade de qualquer modelo de negócios. E para que a inovação aconteça. é preciso que todos os funcionários desenvolvam continuamente diferentes habilidades neste sentido. 

De acordo com pesquisa da consultoria de inovação Ace Cortex, 85% das empresas priorizam a inovação na construção de suas estratégias. Nessa justificada pressa de criar coisas novas, novos produtos e soluções, por vezes deixamos de lado três reflexões cruciais que devem ser realizadas desde o início para potencializar a assertividade: inovar ‘para quê’, ‘para quem’ e ‘por quem’

Não existe uma resposta padrão ou única para essas três perguntas e, a fim de compreendê-las, temos que pensar nelas conjuntamente. Para que uma empresa deve inovar? Inovar por inovar não leva a lugar nenhum. Um chapéu com braços mecânicos, por exemplo, é uma novidade. Mas para que serve isso? Hoje em dia precisamos planejar inovações pensando na sua utilidade e benefícios de fato. Refletir para quem e o que aquele produto ou serviço ajuda a gerar percepção de valor e a melhorar e agilizar processos. 

E essa inovação não precisa necessariamente ser grandiosa – como a invenção da internet ou da ‘roda redonda’ – mas talvez algo que facilite a vida de um dos seus públicos estratégicos, sejam eles colaboradores, fornecedores, consumidores, ou até mesmo para toda a cadeia, com a unificação de processos, automatizações ou simplificações. A coleta de uma assinatura que era feita presencialmente poder ser feita digitalmente, por exemplo, é algo que é aparentemente simples, que facilita muito a vida, mas que, para funcionar bem, envolve uma série de tecnologias que precisam ser unificadas para se obter um resultado preciso, eficiente e seguro. 

Outro questionamento é ‘por quem serão feitas essas mudanças dentro da organização’. Pensando nos já mencionados ‘para que’ e ‘para quem’, acredito que quem deve ‘puxar’ a inovação deve ser a área que conhece mais as necessidades do público para qual ela será direcionada, uma vez que que são esses profissionais, presentes na operação e em contato direto com as facilidades e dores dos processos, que sabem o que é preciso ser feito. 

É claro que se a empresa possui uma equipe focada em inovação, contar com esse suporte pode ser um diferencial para otimizar essa construção. No entanto, é preciso que os profissionais tenham em mente que a inovação tende a ser cada vez mais horizontalizada e permear o negócio como um todo, fazendo com que todos devam ter esse olhar que busca a evolução no seu dia a dia. 

É inegável que estamos vivendo um momento de transição das empresas e do mercado de trabalho. Como mencionado anteriormente, os diferenciais já foram saber inglês ou dominar o Excel. Agora esses atributos já são considerados básicos e, em breve, acredito que as exigências serão outras, como saber um pouco de código, de dados e de user experience, além de competências fundamentais para a inovação como tolerância ao erro, colaboração e resiliência. Porque apesar de ainda ser necessária em muitas organizações, a área de inovação tende a atuar cada vez mais como uma facilitadora, oferecendo consultoria e as ferramentas necessárias para que a inovação aconteça nas respectivas áreas que possuem domínio do processo, produto ou público-alvo ao qual se destinam as novas soluções ou melhorias. 

Para evoluirmos e atendermos às expectativas do mercado acredito que a chave está na construção de equipes multidisciplinares, nas quais todos têm pelo menos um pouco dessas novas competências para que a inovação ocorra com propósito, focada sempre em resolver problemas, melhorar a experiência do cliente e atualizar a proposta de valor de qualquer modelo de negócio. 

AXA é a seguradora oficial do mais novo cartão postal de SP: a roda-gigante Rico

roda gigante Rico SP AXA

E quem é a seguradora do novo cartão postal de São Paulo, a roda-gigante Rico, maior da América Latina? A AXA, claro! “Este é o maior investimento de marca da AXA no Brasil e nosso objetivo é mostrar ao grande público nossas credenciais como um grupo segurador global, presente em mais de 50 países e que tem mais de 5 milhões de clientes no Brasil, com soluções que vão do pequeno ao grande risco. Podemos entregar proteção para um empreendimento robusto como o da roda-gigante e para o petshop de bairro. Desejamos reforçar essa mensagem!”, afirma Danielle Fagaraz, superintendente de Planejamento Comercial e Marketing da empresa.

Este é um seguro fora da caixinha, que exigiu técnicos de ponta para fazer a subscrição do risco do empreendimento. Sem revelar números, Carla Almeida, diretora técnica de Property & Casualty (P&C) da AXA no Brasil, conta que a seguradora é a provedora dos seguros patrimoniais e responsabilidade civil do empreendimento. São 42 cabines, sendo uma personalizada para a AXA. A apólice de riscos patrimoniais pode ser acionada em caso de danos materiais à roda-gigante e comércios instalados no local que sejam garantidos pela companhia, em decorrência de incêndio, vendaval e alagamentos, dentre outros. 

Já a apólice de Responsabilidade Civil tem cobertura para danos causados a terceiros, ou seja, a todos os frequentadores do espaço, levando proteção em caso de acidentes cobertos. O evento de inauguração fechado para convidados, em 8 de dezembro, também conta com seguro de Responsabilidade Civil Eventos da AXA. “As equipes trabalharam em estreita colaboração para customizar as apólices considerando as peculiaridades que uma atração turística desse porte demanda. São muitos detalhes operacionais, com várias camadas de segurança e gestão de riscos.”, afirma Carla. 

Danielle conta que tudo começou com a sugestão da corretora de seguros Niners, de Santa Catarina, que já faz o seguro da roda-gigante de Camboriú, em Santa Catarina. “Ele trouxe a sugestão, que acabou gerando o maior investimento da AXA num empreendimento cultural fora do esporte. Esta é uma iniciativa para chamar de nossa, que nos permite um posicionamento local como um player global, e leva a marca da seguradora para toda a população. Nosso objetivo é chamar a atenção dos brasileiros sobre a importância do seguro, contar para que ele serve e que ele está disponível para todos os bolsos e para todas as pessoas. Não é só um patrocínio, e sim a tangibilização do que fazemos: seguros para todos os tipos de riscos de negócios de todos os tamanhos”, afirma a superintendente de marketing. 

Certamente o retorno para a marca será valioso. A previsão é que a Roda Rico, projetada para ser um dos principais pontos turísticos da capital paulista, receba 1 milhão de pessoas por ano. Vale pensar também na mídia espontânea, uma vez que as redes sociais serão inundadas por fotos de visitantes, com o que certamente será um dos principais cartão postal da cidade de São Paulo, como a London Eye se tornou em Londres, com 3 milhões de visitantes por ano. 

O nome Rico é uma marca do grupo XP Inc., que anunciou na semana passada o naming rights da roda-gigante paulista. O ingresso unitário de R$ 55 dá direito a 35 minutos de contemplação ao visitante, que chega aos 91 metros de altura, com um visual incrível da marginal Pinheiros. O empreendimento, que conta com 4,5 mil metros quadrados de área e opções de alimentos e bebidas está localizado no Parque Cândido Portinari, ao lado do Parque Villa-Lobos, na zona oeste paulistana.

A AXA é um dos maiores grupos seguradores do mundo, sediado em Paris (FRA), com operações em mais de 50 países. Com mais de 149 mil funcionários e distribuidores, a companhia atende cerca de 95 milhões de clientes em todo o mundo. No Brasil, iniciou suas operações em 2015 e, hoje, oferece uma linha completa de seguros do pequeno ao grande risco para empresas de todos os portes – Riscos Patrimoniais, Responsabilidades e Vida – além de produtos distribuídos através de parcerias com grandes varejistas e instituições financeiras para pessoas físicas. 

Para saber tudo sobre o patrocínio da AXA, visite o site do projeto.

Resseguro pagou 45% das perdas econômicas causadas por catástrofes naturais, estimadas em US$ 100 bilhões

O furacão Ian e outros eventos climáticos extremos, como as tempestades de inverno na Europa, inundações na Austrália e África do Sul, bem como tempestades de granizo na França e nos Estados Unidos, resultaram em uma estimativa de US$ 115 bilhões de perdas seguradas por catástrofes naturais neste ano até hoje, de acordo com o Swiss Re Institute. 2022 é o segundo ano consecutivo em que as perdas seguradas estimadas totalizam mais de USD 100 bilhões, continuando a tendência de um aumento médio anual de 5-7% durante a última década. A indústria de re/seguros cobriu aproximadamente 45% dos prejuízos econômicos deste ano, indicando uma grande lacuna de proteção em todo o mundo.

“2022 foi mais um ano de aumento da atividade de perdas por catástrofes naturais, e a demanda por seguros está crescendo, pois a lacuna de proteção permanece vasta. Para permitir que o setor de seguros acompanhe a volatilidade e a demanda crescentes, será fundamental modelar as tendências de frequência e gravidade em evolução. Os preços precisam refletir o risco efetivo. Nesse ambiente complexo, a Swiss Re está pronta para oferecer suporte aos clientes com nosso forte balanço, capacidade de risco e experiência”, comentou em nota Thierry Léger, diretor de subscrição do grupo.

O furacão Ian é a catástrofe natural mais cara deste ano, com perdas seguradas preliminares estimadas de US$ 50 a US$ 65 bilhões. O furacão de categoria 4 atingiu o oeste da Flórida no final de setembro com ventos extremos, chuvas torrenciais e tempestades. O Swiss Re Institute estima que seja a segunda perda segurada mais cara nos registros sigma, depois do furacão Katrina em 2005. Isso destaca o potencial de ameaça de um único furacão atingir uma costa densamente povoada, em um ano de furacões benigno. Além disso, em fevereiro, uma série de tempestades de inverno atingiu a Europa e provocou perdas seguradas estimadas em mais de US$ 3,7 bilhões, trazendo esse perigo chave de volta à agenda do setor de seguros.

Este ano também confirma a importância dos perigos secundários: em fevereiro e março, chuvas torrenciais causaram inundações generalizadas na Austrália que, estimadas atualmente em US$ 4 bilhões, é a catástrofe natural mais cara do país. Ao lado de inúmeras tempestades de granizo e trovoadas de pequeno a médio porte nos EUA, a França experimentou a série mais severa de tempestades de granizo já observada, com perdas de mercado seguradas atingindo cerca de 5 bilhões de euros, de acordo com o Swiss Re Institute.

Martin Bertogg, Chefe de Riscos de Catástrofes da Swiss Re, disse: “Eventos climáticos extremos levaram a grandes perdas seguradas em 2022, sustentando um risco em ascensão e desdobramento em todos os continentes. Desenvolvimento urbano, acumulação de riqueza em áreas propensas a desastres, inflação e as mudanças climáticas são fatores-chave em jogo, transformando condições climáticas extremas em perdas cada vez maiores por catástrofes naturais. anos. Na Swiss Re, estamos continuamente adaptando nossos modelos de catástrofes naturais para antecipar explicitamente os riscos de tendência, permitindo-nos ficar à frente da curva e fornecer cobertura sustentável para nossos clientes – como com nosso novo modelo de furacão.”

O setor de seguros está gerenciando o risco de catástrofes naturais, com base na modelagem baseada em simulação de última geração para muitos perigos. No entanto, a experiência de perda de 2022, agravada pelos cinco anos anteriores, enfatiza a necessidade de adotar uma abordagem mais voltada para o futuro para todos os perigos. A disponibilidade de modelos e dados precisa ser aprimorada para perigos secundários, como inundações e granizo, principalmente porque estão aumentando, mas ainda recebem menos atenção do setor.

A Swiss Re atualiza continuamente seus modelos proprietários para incorporar novos insights da ciência, ao mesmo tempo em que acompanha tendências de risco macro, como urbanização, inflação e mudança climática. Por exemplo, inundações causadas por chuvas induzidas por furacões agora são explicitamente modeladas com base em uma visão prospectiva das características da chuva, em vez de médias históricas de chuva de longo prazo. Além disso, métodos preditivos aprimorados foram introduzidos para permitir que a Swiss Re e seus clientes quantifiquem melhor os riscos atuais.

SulAmérica lança Direto Mais no Rio de Janeiro

A SulAmérica lança hoje, 30 de novembro, o plano SulAmérica Direto Mais para a capital carioca. O novo produto de mid ticket da companhia conta com uma estratégia de negócios completamente inovadora para o mercado. O SulAmérica Direto Mais, recentemente lançado em São Paulo, amplia o portfólio de soluções em seguros de saúde para empresas com sede no Rio de Janeiro. 

O novo produto tem como objetivo ampliar a oferta de um plano com mais abrangência e rede nacional para seus colaboradores, além do excelente custo-benefício. O produto é mais acessível e mais conectado com as pessoas, auxiliando assim na busca à Saúde Integral.

“A chegada do SulAmérica Direto Mais no Rio de Janeiro vem para ampliar e diversificar ainda mais o nosso portfólio e reforçar o sucesso que a família SulAmérica Direto faz no Rio de Janeiro, onde já temos o produto e plano regional SulAmérica Direto Rio. Com o novo lançamento, queremos cada vez mais oferecer as melhores oportunidades de maneira mais acessível para nossos(as) clientes”, comenta Solange Zaquem, diretora comercial da SulAmérica no Rio de Janeiro. 

O lançamento chega para oferecer de forma inovadora diferentes modelos de atuação para o mercado.“Os grandes diferenciais do SulAmérica Direto Mais estão no modelo de conexão de médicos(as) e beneficiários(as) em casos de alta complexidade, atendimento multicanais digitais e modelos de  remuneração da rede credenciada parceira. Oferecemos um plano mais acessível, mas com cobertura nacional e sempre com a qualidade SulAmérica”, pontua Juliana Caligiuri, vice-presidente de Saúde, Odonto e Comercial da SulAmérica.

Para o atendimento de alta complexidade, o SulAmérica Direto Mais vai disponibilizar para os(as) beneficiários(as) o Núcleo de Saúde SulAmérica composto por médicos(as), enfermeiros(as), cientistas de dados e especialistas em saúde. O objetivo é promover a melhor experiência na jornada dos(as) clientes, conectando de forma inteligente as equipes médicas e os prestadores de referência no tratamento da alta complexidade. 

O novo modelo de plano da linha SulAmérica Direto tem abrangência e rede nacional e chega às empresas com CNPJ nas cidades de Rio de Janeiro e São Paulo. Nos dois locais, as equipes médicas já foram designadas para os atendimentos de alta complexidade.

Para saber mais sobre o novo produto SulAmérica Direto Mais, basta acessar o site sulamerica.com.br/direto-mais.

Linha SulAmérica Direto

Os produtos da SulAmérica Direto completaram dois anos no mercado, com produtos regionais que já contam com uma carteira com mais de 93 mil  vidas em diversas regiões do Brasil: Rio de Janeiro, Curitiba, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Ribeirão Preto, João Pessoa, Recife, Campinas, Salvador e Joinville.

A linha de produtos já é conhecida do mercado por ampliar o acesso, principalmente de pequenas e médias empresas (PME), aos exclusivos serviços oferecidos pela SulAmérica ao mercado contratante. Por meio de uma rede inteligente, altamente qualificada e parceria com equipes médicas e prestadores(as) de referência nas principais regiões do país, mais empresas poderão agora contratar esse produto, que oferece acomodações do tipo apartamento ou enfermaria. 

O SulAmérica Direto Mais também está disponível com contratação com ou sem coparticipação para empresas PME (até 29 vidas). Oferece ainda reembolso para terapias não-médicas, como fisioterapia, psicologia, fonoaudiologia, nutricionista, acupuntura e terapia ocupacional, além de atendimento ambulatorial com obstetrícia.

O plano SulAmérica Direto Mais também disponibiliza acesso aos programas de promoção à saúde, com uma equipe especializada para acompanhar a jornada de saúde dos(as) beneficiários(as), e também os serviços disponíveis pelo App SulAmérica Saúde, a plataforma digital presente ao alcance das mãos, 24 horas por dia. O aplicativo oferece benefícios exclusivos, como:

●     Espaço “Meu Direto”, com conteúdos que apoiam e ajudam a acompanhar a jornada de saúde do(a) beneficiário(a), direcionando-o(a) aos cuidados e diagnósticos necessários;

●     Telemedicina da SulAmérica, o “Saúde na Tela”, que oferece pronto atendimento e consultas online com médicos(as) e especialistas 24 horas por dia, 7 dias por semana;

●     Além de orientação especializada com o “Psicólogo(a) na Tela”, que apoia o cuidado com a saúde emocional por meio de consultas online com um profissional de Psicologia.

Betterfly e Icatu levam água potável para 1,2 mil moradores de comunidades ribeirinhas na Amazônia

Fonte: Icatu

A Betterfly, plataforma de benefícios corporativos que integra bem-estar, proteção financeira e impacto social, e a Icatu, seguradora brasileira líder entre as independentes em Seguros de Vida, Previdência, Capitalização e Investimentos, anunciam a entrega de 300 filtros de água feita para famílias ribeirinhas que vivem à margem dos rios Amazonas e Tapajós. A doação beneficia mais de 1.200 pessoas na região amazônica e contou com a parceria das ONGs WATERisLIFE e Saúde & Alegria. A iniciativa é parte de uma doação de mil filtros de balde, realizada no início das operações da Betterfly no Brasil. No primeiro semestre deste ano, foram distribuídos 700 filtros de balde para comunidades no interior de Recife.

O filtro de balde é uma tecnologia social que permite que as famílias tenham, muitas delas pela primeira vez, acesso à água potável. Cada filtro proporciona água limpa para núcleos familiares com, em média, 4 pessoas. O sistema de filtragem  é simples: um balde de 20 litros precisa estar posicionado em uma elevação, por conta da gravidade; a água passa por uma mangueira de silicone acoplada ao balde; percorre um caminho até o filtro e sai, pura (livre de vírus e bactérias), para consumo imediato. O kit acompanha uma seringa para limpeza no modo backflush –  quando os equipamentos possibilitam a limpeza automática dos elementos filtrantes internos, sem interromper a continuidade do processo de filtragem – que deve ser feito diariamente. Isso permite que o equipamento possa ter uma vida útil de longa duração. 

“Convidamos colaboradores e clientes da Betterfly para participarem desta entrega de filtros de balde, para que vivenciassem, na prática, experiências reais de voluntariado. É uma forma de conectar com o propósito gerador da Betterfly, a oportunidade de ser um agente de mudança e tangibilizar o impacto que geramos por meio das doações em nosso aplicativo. Temos certeza que foi um momento valioso e transformador para todos os envolvidos na iniciativa”, afirma Gabriela Bardavid, NGO’s Leader da Betterfly.

A WATERisLIFE é uma organização humanitária internacional, parceira da Betterfly desde sua fundação, em 2018, e atua na distribuição de água potável para comunidades vulneráveis em mais de 50 países do mundo. Ao todo, Betterfly já doou, por meio da WisL, mais de 250 mil litros de água potável. 

“O impacto dos filtros na vida dessas famílias é imensurável, principalmente, em aspectos como a saúde, higiene pessoal e no trato de alimentos para consumo, sendo um grande benefício, principalmente, para as crianças. Água potável é um direito de todo cidadão e queremos proporcionar isso”, afirma Baruc Venditto, diretor da WATERisLIFE na América do Sul.

Experiência imersiva 

A proposta de proporcionar oportunidade a mais pessoas de viverem o efeito betterfly na prática foi, de fato, impactante para os dois lados, para quem recebeu e para quem doou:

“Participar da entrega dos filtros concretiza a experiência da Betterfly, transforma em realidade o ‘game’ de acumular e doar as moedas do aplicativo. Vivenciar uma realidade tão diferente da nossa, que vmos a água limpa sair da torneira sem restrições, nos estimula a querer ajudar cada vez mais. A Imersão Amazônia foi mesmo uma experiência incrível”, afirma Telma Silva, gerente de Comunicação Interna da Icatu Seguros.

Para despertar mais ainda o senso de pertencimento e o impacto de nossas pequenas ações no dia a dia, um grupo de diversas áreas da Betterfly participou da imersão. 

“Foi indescritível poder proporcionar essa experiência única ao nosso time de colaboradores. Pudemos ver na prática a mudança na vida dessas famílias, por meio das nossas doações, e perceber que exercitar nossa humanidade causa um impacto social tão grande. A ideia é que outros participem de futuras ações e vejam como é uma via de dois lados, todos felizes ao fim da missão”, finaliza Virgínia Vairo, head de Pessoas e Cultura da Betterfly.

Rede D’Or tem 10 dias para se pronunciar sobre os recursos do Cade na fusão com a SulAmérica

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) acolheu nove recursos apresentados por concorrentes contra a decisão da superintendência-geral da autarquia que aprovou a fusão entre Rede D’Or e Sulamérica.

Em despacho assinado pelo conselheiro-relator Luiz Augusto Azevedo de Almeida Hoffmann, o Cade acolheu os recursos de Hospital Oswaldo Cruz, Supermed, Benevix, Hcor, HSL, AC Camargo, Hospital Albert Einstein, Beneficência Portuguesa e Mater Dei contra a operação.

Entre as alegações dos concorrentes estão uma possível concentração elevada no setor de saúde em algumas cidades, aumento das barreiras à entrada nos mercados afetados pela operação, conflitos de interesses e troca de informações concorrencialmente sensíveis.

A Rede D’Or tem 10 dias para se pronunciar sobre os recursos antes de seguir com o processo. O prazo para a decisão final do Cade é de 240 dias, contados a partir do início do processo em junho de 2022. O ato de concentração ainda está pendente de aprovação, com prazo ainda nebuloso, pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e pelo Banco Central (BC).

Famílias perderão um décimo de sua riqueza, revela estudo da Allianz

A Allianz divulgou a 13ª edição do seu Relatório de Riqueza Global (“Global Wealth Report”), que examina em detalhe a situação dos ativos e das dívidas das famílias em quase 60 países.

Em retrospectiva, 2021 pode ter sido o último ano do velho “novo normal”, com mercados de ações em franca ascensão, impulsionados pela política monetária. As famílias foram amplamente beneficiadas: pelo terceiro ano consecutivo, os ativos financeiros1 globais cresceram dois dígitos em 2021, atingindo 233 trilhões de euros (+10,4%). Nos últimos três anos, a riqueza privada deu um aumento impressionante de 60 trilhões de euros – o que equivale a adicionar duas zonas do euro ao montante das finanças globais.

Três regiões se sobressaíram no crescimento de ativos: Ásia, excluindo Japão (+11,3%), Europa Oriental (12,2%) e América do Norte (+12,5%) – tal como nos dois anos anteriores, a região mais rica do mundo – com ativos financeiros brutos per capita no valor de 294.240 euros contra uma média global de 41.980 euros – atingiu taxas de crescimento semelhantes às dos mercados emergentes. Por outro lado, a Europa Ocidental (109.340 euros) comportou-se mais como uma região madura e rica, com um crescimento de 6,7%.

O principal propulsor do crescimento foi o boom do mercado de ações, contribuindo com cerca de dois terços para o crescimento da riqueza em 2021 e impulsionando os títulos como classe de ativos (+15,2%). As novas poupanças, no entanto, também permaneceram elevadas. Apesar da redução de cerca de 19% em 2021, com 4,8 trilhões de euros, elas ainda permaneceram 40% acima do nível observado em 2019. A composição da poupança também mudou, embora apenas ligeiramente: a participação dos depósitos bancários caiu para 63,2%, mas ainda assim continuou sendo de longe a classe de ativos preferida dos poupadores; por outro lado, os títulos, assim como os seguros e previdências privadas, ganharam uma posição mais favorecida entre os poupadores, mas suas participações nas novas poupanças foram muito menores, com 15,1% e 17,4%, respectivamente. Refletindo essa dinâmica, os depósitos bancários mundiais cresceram “apenas” 8,6% em 2021, ainda assim o segundo maior aumento já registrado (após o salto de 12,5% em 2020). Já os ativos de seguros e fundos de pensão apresentaram uma evolução bem mais fraca, subindo 5,7%.

Ponto crítico

O ano de 2022 marca um momento de virada. A guerra na Ucrânia sufocou a recuperação pós-covid-19 e virou o mundo de cabeça para baixo: inflação galopante, escassez de energia e alimentos e o aperto monetário pressionando economias e mercados. A riqueza das famílias sentirá essa retração. Os ativos financeiros globais deverão recuar mais de 2% em 2022, sendo essa a primeira destruição significativa da riqueza financeira desde a grande crise financeira em 2008. Em termos reais, as famílias perderão um décimo de sua riqueza. Mas, em contraste com o a grande crise de 2008, que foi seguida por uma retomada relativamente rápida, desta vez as perspectivas no médio prazo também são bastante sombrias: o crescimento nominal médio dos ativos financeiros deve ficar na casa dos 4,6% até 2025, em comparação com os 10,4% dos três anos anteriores.

“2021 encerra uma era”, declarou Ludovic Subran, economista-chefe do Grupo Allianz. “Os últimos três anos não foram nada menos que extraordinários. Foi um período de calmaria para a maioria dos poupadores. Não apenas 2022, mas os próximos anos serão diferentes. A crise do custo de vida põe à prova o contrato social. Os formuladores de políticas enfrentam o imenso desafio de superar a crise energética, garantir a transformação verde e estimular o crescimento, ao mesmo tempo em que a política monetária pisa com força no freio. Não há mais espaço para erros na política. A chave para o sucesso são medidas inovadoras e direcionadas a nível nacional, e a unidade da Europa em nível supranacional.”

A volta da dívida

No final de 2021, a dívida global das famílias era de 52 trilhões de euros. O aumento anual, de +7,6%, superou amplamente a média de longo prazo, de +4,6%, e o crescimento de 2020 de +5,5%. A última vez que se registrou um crescimento acima disso foi em 2006, bem antes da grande crise financeira global. No entanto, devido ao aumento acentuado da produção nominal, o rácio da dívida global (a proporção dos passivos expressos como percentagem do PIB) chegou a recuar para 68,9% (2020: 70,5%). A alocação geográfica da dívida mudou desde a última crise. Enquanto a participação dos mercados avançados segue em declínio – a participação dos EUA, por exemplo, caiu dez pontos percentuais, indo para 31% desde a grande crise –, as economias emergentes respondem por uma parcela cada vez maior da dívida global, principalmente a Ásia (excluindo o Japão), cuja participação mais do que dobrou na última década, elevando-se a 27,6%. “O aumento acentuado da dívida logo no início de uma recessão global é preocupante”, disse Patricia Pelayo Romero, coautora do relatório. “Nos mercados emergentes, a dívida das famílias na última década aumentou com taxas de crescimento de dois dígitos, o que é mais de cinco vezes a velocidade observada nas economias avançadas. Ainda assim, os níveis gerais de endividamento parecem administráveis, porém, devido aos fortes ventos contrários que esses mercados estão enfrentando em termos estruturais, há uma ameaça real de uma crise da dívida.”


A mordida da inflação

Os ativos financeiros brutos das famílias brasileiras aumentaram 9,4% em 2021, atingindo 2,6 trilhões de euros, o aumento mais modesto desde a crise financeira e bem abaixo da média de 15,6% dos últimos dez anos. A razão para esse desempenho abaixo do esperado se deve à inflação: a renda disponível das famílias brasileiras deu sinais de enfraquecimento alguns meses antes de começar a morder os bolsos dos mercados avançados. Como consequência, o Banco Central brasileiro começou a aumentar agressivamente as taxas de juros desde 2021. Como resultado, vimos os depósitos crescerem meros 2,4% no ano passado (comparado com o CAGR ou taxa de crescimento anual composto de 10,5% em dez anos). Os ativos de seguros e previdências privadas também sofreram, com um magro crescimento de 3,3% (contra uma média de longo prazo de 10,6%). Por outro lado, o crescimento dos títulos registrou robustos 12,6%. No entanto, o passivo registrou aumento de 21% no Brasil, colocando sobre as costas das famílias um ônus de 650 bilhões de euros – com uma taxa Selic de 13,8%, o serviço da dívida será um desafio no atual clima econômico. Mesmo assim, a riqueza líquida das famílias brasileiras cresceu 6%, atingindo 1,9 trilhão de euros. Com ativos financeiros líquidos per capita de 8.940 euros, o Brasil caiu um degrau, passando à 40ª posição no nosso ranking dos 20 países mais ricos (ativos financeiros per capita, ver tabela).

Valor Econômico divulga Guia de Previdência elaborado em parceria com a FGV

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O Valor traz especial de Previdencia Privada, com 19 matérias que trazem informações diversificas para o leitor. O ano de 2022 foi positivo para a renda fixa, beneficiando os participantes de VGBLs e PGBLs, que, em sua maioria, investem nesse tipo de ativo. Os juros básicos da economia subiram de 9,25% em janeiro para os atuais 13,75% ao ano, elevando a rentabilidade dos fundos que compram títulos públicos e privados. Os rendimentos mais altos desincentivaram os investidores a correr riscos, revertendo o processo de diversificação das aplicações.

Leia no portal do Valor as matérias na íntegra. Aberto para assinantes.

Queda na renda – Queda na renda continua a afetar captação dos planos, traz o especial do Valor. Neste ano, até setembro, a captação líquida dos fundos VGBL e PGBL está positiva em R$ 24,5 bilhões, mas estagnada em relação ao ano passado.

Open Finance – Com o início do open finance, conquistar a atenção do cliente é um dos maiores desafios das seguradoras, principalmente as que se dedicam à gestão dos planos de aposentadoria. Dyogo Oliveira, presidente da CNseg, ressalta as oportunidades, que incluem a facilitação de comparação dos produtos, incentivo para construção do relacionamento digital e maior competição entre as empresas. Porém, destaca que os desafios para essa implantação incluem um escopo excessivamente abrangente de produtos de seguros, fundos de previdência e capitalização.

Seguro de vida – Mesmo com a covid-19 voltando a assombrar o mundo desde outubro, as tendências para 2023 na indústria de seguros de vida são otimistas. À medida que a recuperação econômica avança, os analistas do setor preveem um aumento nas vendas de apólices e uma redução nos pagamentos de indenizações por conta da vacinação. Além disso, as vendas on-line devem as vendas on-line devem ter um papel significativo nos próximos anos.

Diversificação – Pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra que a participação dos fundos de renda fixa nas carteiras de previdência caiu de 91%, em 2018, para 72,6%, em 2021. Em 2022, porém, subiu para 74% e, no período de três meses até outubro, voltou a se movimentar, só que desta vez rumo aos multimercados. Hoje eles são responsáveis por 41% das novas captações. 

Competição. Maior concorrência incentiva parcerias e uso de tecnologia. Juntas, XP, BTG e Icatu levaram mais de R$ 20 bi dos clientes das maiores de janeiro a setembro.

Especialistas – Os pesquisadores do Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getulio Vargas (FGVcef) a criar uma nova categoria na edição de 2022 do “Guia de Previdência Valor/FGV”: as gestoras especialistas. Essas empresas têm cinco ou mais fundos considerados estrelados pelo ranking. Foram analisados cerca de 900 fundos que pertencem a planos individuais, com PL acima de R$ 1 bilhão. 

Bancos. Fundos multimercados de grandes bancos privados dominam Top 10. As gestoras dos três principais bancos privados lideram o ranking dos mais rentáveis no curto e longo prazo.

Integridade, rentabilidade e crescimento são as prioridades da Liberty Brasil

Liberty Seguros Daniela

O cenário econômico incerto, com uma polaridade política, mudanças climáticas que aumentam inundações, inflação que exige um esforço extra para as seguradoras de automóveis, como a Liberty Seguros, não são mais as únicas variáveis para a gestão de uma empresa. “Integridade, rentabilidade e crescimento são as prioridades do grupo”, diz Daniela Bouissou, diretora de transformação da subsidiária brasileira de um dos maiores grupos seguradores dos Estados Unidos. 

Para Daniela, de 49 anos, sendo 18 meses deles na seguradora, a flexibilização, a colaboração, o maior fortalecimento da diversidade, a criatividade e a inovação são fatores essenciais para que as empresas se mantenham integras, rentáveis, competitivas e em crescimento contínuo. Com esta filosofia em prática, agarrada a responsabilidades sociais, ambientais e de governança além da própria cerca, a Liberty Seguros se destaca quando o assunto é o S, da sigla ESG. 

Segundo a ginecologista obstetra, que chegou a fazer 500 partos antes de trocar a medicina por cargos estratégicos em transformação de empresas, o mundo passou por transformações nos últimos três anos, com a pandemia e o confinamento social. “O setor de seguros é um dos beneficiados pela aceleração da digitalização, com produtos, serviços e jornadas redesenhados para atender uma geração de consumidores mais exigentes e conscientes. Temos muito trabalho pela frente e precisamos de talentos para que esta jornada seja plena”, comenta.

Um dos projetos que mais a convenceram a trocar a vida em Portugal, de onde administrava uma startup na área de saúde, foi a oportunidade de trabalhar em uma empresa que já estava à frente no que diz respeito ao social. “A proposta da Liberty se encaixava na narrativa do que eu queria para mim e para minha família. Inclusive a exigência de trabalho remoto. Quando disse para a nossa CEO, Patricia Chacon, sobre esta necessidade, ela me contou que isso já era uma realidade da companhia mesmo antes da pandemia. Ela mesmo passou alguns meses trabalhando remotamente de outro país, onde nasceu sua filha.”

Depois de 18 meses no cargo, onde lidera a equipe que pensa na transformação do negócio, Daniela afirma que ninguém tem todas as respostas. ”Não há uma forma definitiva de modelo de transformação. Ela acontece todos os dias”, diz. Em sua visão, por meio das análises de dados disponíveis sobre os consumidores, ficou mais fácil mapear os novos critérios de decisão de compra de diferentes perfis de clientes – desde as preferências de produtos, formatos de atendimento e possíveis dores que podem ser sanadas, a fim de oferecer uma jornada positiva de consumo. 

Com tal objetivo sendo cumprido com sucesso, as equipes se dedicam a trazer o “ágil” para a companhia. “Isso significa antecipar problemas. O que posso fazer hoje colocando o “ágil” de forma mais deliberada. Este processo tem empoderado os times, o que agiliza corrigir as entregas com a grande base de dados que temos, e seguirmos na co-criação de novas demandas que surgem diariamente de clientes e corretores por soluções personalizadas para as suas necessidades e momentos de vida”, comenta. 

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Digitalizar processos simples, deixa a equipe mais livre para ser o que a empresa espera delas: humanos, com ideias criativas que melhoram o dia a dia da venda de seguros, tendo sempre uma jornada mais fluída para corretores e para clientes. “Isso requer ouvir, processar a demanda e colocar em prática”, acrescenta. 

Uma tendência, segundo ela, é disponibilizar aplicativos e outros serviços digitais para os negócios dos corretores, que poderão ofertar uma ampla gama de soluções mobile para atender às necessidades específicas de cada cliente – desde aplicativos com informações sobre as apólices, opções de acionar a assistência e reportar sinistros. “Atualmente, 62% dos cidadãos brasileiros que fazem compras digitais utilizam apenas o aparelho celular, de acordo com levantamento da MindMiners em parceria com o Google. Diante disso, temos de apoiar os corretores nesta oferta digital”, comenta. 

Um dos projetos nesta seara é o Cresça com o Digital, programa criado pela seguradora para desenvolver os corretores e contribuir para o crescimento de suas carreiras. Desde a sua criação, em 2018, o programa já desenvolveu muitos corretores e, em 2022, mais de 28 mil cursos foram conduzidos e contaram com mais de 10 mil participações nos webinars promovidos para os parceiros. 

“A Liberty Seguros acredita muito no potencial do digital para alavancar os negócios dos corretores, além de aproximá-los da companhia e desenvolver seus conhecimentos”, afirma. “Por isso, a companhia trabalha fortemente para implementar cada vez mais ferramentas, plataformas e treinamentos que ajudem os parceiros a atuarem nesse universo, agora de forma personalizada, de acordo com o perfil de cada profissional e da sua relação com a tecnologia”, completa.

Na carteira de seguro de carro, que representa 80% do faturamento da seguradora, a transformação está bem avançada, o que levou a Liberty para a quinta maior do ranking no Brasil. “Nos dedicamos em replicar toda a transformação de auto em outros produtos, como vida, residência e seguros para pequenas e médias empresas, o que deverá estar praticamente concluído em 2023. As empresas focadas em oferecer produtos e serviços customizados chamarão cada vez mais a atenção dos clientes. E essa é uma tendência presente não só no mercado de seguros, mas em diversos outros”, sentencia Daniela Bouissou. 

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Motorista embriagado em acidente de trânsito pode ser excluído da cobertura do seguro?

Eis uma boa pergunta com uma resposta clara para os consumidores que se interessam por isso. Nesta entrevista do programa SeguroCast, da CNseg, a diretora Jurídica da CNseg, Glauce Carvalhal, aborda o tema que afeta diretamente o mercado de seguros e está inserido em todos os setores da sociedade: a condução de veículos automotores sob o efeito de álcool.

O motorista embriagado que se envolver em um acidente de trânsito pode ser excluído da cobertura da apólice de seguro? Veja a resposta de Glauce Carvalhal sobre o tema, que também estará em debate no 5º Seminário Jurídico de Seguros, que acontece no próximo dia 1º de dezembro, no auditório externo do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília (DF), promovido pela Revista Justiça & Cidadania e a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), com apoios da CNseg e do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Assista: