Meu Doutor Novamed, do Grupo Bradesco Seguros, registra aumento em teleconsultas com médico de família

Fonte: Bradesco

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Atenção Primária à Saúde (APS) é capaz de resolver até 80% das demandas por cuidados de saúde, reduzindo em 17% as internações e em 29% a procura por serviços de emergência. A rede de clínicas Meu Doutor Novamed reforça a importância do foco em prevenção e Atenção Primária à Saúde (APS). O conceito da APS contempla um conjunto de ações de saúde, no âmbito individual e coletivo, que abrange a promoção e a proteção da saúde, a prevenção de agravamentos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação, a redução de danos e a manutenção da saúde com o objetivo de desenvolver um atendimento integral que impacte positivamente na situação de saúde das coletividades.

Pautada por essa missão, a rede Meu Doutor Novamed faz um balanço do seu programa Meu Cuidado, que visa o acompanhamento integral e longitudinal do paciente. Atualmente, o programa conta com mais de 160 mil pacientes ativos nos estados em que estão presentes as 31 unidades (SP, RJ, MG, RS, PR, BA e PE).  Entre os pacientes, 61% são do sexo feminino e 39%, do sexo masculino, e a faixa etária predominante é de 19 a 39 anos. Mesmo com o retorno das atividades presenciais, a busca pelo teleatendimento na modalidade médico de família teve um aumento de 46% no mês de janeiro e de 26% no mês de fevereiro, em relação aos mesmos períodos de 2023.

“Os números revelam uma nova consciência sobre a importância da prevenção. O médico de família desempenha um papel crucial na promoção da saúde, cuidando do paciente a longo prazo, valorizando o diagnóstico prévio de doenças e estimulando hábitos saudáveis”, diz Aline Thomasi, superintendente executiva da rede Meu Doutor Novamed.

O programa Meu Cuidado conta com telemonitoramento, acompanhamento do esquema vacinal, agilidade no agendamento de consultas, avaliação e rastreio periódico de risco para doenças ou alterações cardiovasculares, rastreio periódico de doenças crônicas, entre outros serviços.

Porto reúne seus principais executivos e corretores em evento em Campinas 

Na última sexta-feira (12/04), a Porto promoveu mais uma edição do “A Porto tá por Perto”, que visa fortalecer e cultivar ainda mais o relacionamento da companhia com seus corretores. Dessa vez, o encontro ocorreu na cidade de Campinas e contou com a participação de 280 corretores da região, além de reunir convidados de Bragança Paulista, Jundiaí e Sorocaba.

Os convidados puderam trocar experiências com os executivos da companhia, como Paulo Kakinoff (CEO da Porto), Rivaldo Leite (CEO da Porto Seguro), Patrícia Chacon (COO da Porto Seguro), Luiz Arruda (VP Comercial e Marketing da Porto), Marcos Loução (CEO da Porto Bank), Lene Araujo (CEO da Porto Serviço), Eva Miguel (diretora Executiva de Produção Brasil), Marino Anjos (diretor Comercial do Interior e Litoral Paulista) e mais 9 representantes de produtos e comerciais.

Na ocasião, os executivos apresentaram aos corretores uma série de ações, oportunidades e conquistas para a região do Interior Paulista, suas perspectivas sobre o futuro do mercado de seguros e novidades em relação às quatro verticais de negócio (Porto Seguro, Porto Saúde, Porto Bank e Porto Serviço). Temas relacionados ao ecossistema da seguradora, bem como as tendências do mercado segurador no Brasil foram amplamente debatidos durante o encontro.

“Estamos muito satisfeitos em proporcionar essa experiência única de troca e aprendizados com os corretores. Esse evento tem justamente o objetivo de nos aproximar ainda mais dos nossos parceiros, que são peças-chave no crescimento desse mercado. Foi um prazer passar o dia com esses grandes profissionais que fazem história com a gente e que são parte essencial para a estratégia de desenvolvimento regional que estamos buscando com mais intensidade em 2024.” comenta Arruda.

Eva destacou a importância da relação da Porto com o interior paulista e seu histórico com os corretores “Sempre valorizamos muito a nossa ligação com os corretores e por meio desse evento queremos reforçar ainda mais nosso compromisso, também, com os nossos parceiros da região do interior paulista, que desempenham um papel fundamental em nossa trajetória. Este evento evidencia esse compromisso em fortalecer conexões, além de alinhar nossas estratégias com as necessidades locais.”

Além das palestras, trocas de experiências e networking, os corretores puderam usufruir de um café da manhã de boas-vindas, almoço, happy hour e coquetel após o evento. Atualmente, a Porto conta com mais de 33 mil corretores.

Zurich está entre as melhores empresas do país em diversidade, equidade e inclusão pelo GPTW 

Fonte: Zurich

O compromisso da Zurich de manter um ambiente de trabalho cada vez mais acolhedor, inclusivo, com equidade, representatividade e oportunidades iguais, tem gerado sucessivos resultados e reconhecimentos por parte de organizações especializadas em tendências de gestão de pessoas. A seguradora acaba de ser anunciada como destaque em cinco pilares do Ranking do Great Place to Work (GPTW) com foco em diversidade e conquistou o primeiro lugar entre as seguradoras para pessoas negras, LGBTI+ e mães e pais trabalharem, com o primeiro lugar em Primeira Infância.

Há dois anos, a companhia já havia conquistado posições nos rankings de Diversidade & Inclusão, considerando a categoria Mulheres. Com o resultado de agora, é a primeira vez que a Zurich também configura no ranking étnico-racial, pessoas com deficiência, LGBTQIA+ e primeira infância. 

“Acreditamos em um ambiente de trabalho inclusivo, diverso e com equidade. Por isso, temos feito esforços concretos para construir um espaço seguro e uma cultura que reflita os diversos perfis de talentos da companhia. O reconhecimento do GPTW é um estímulo para continuarmos investindo no desenvolvimento de todas as nossas pessoas”, diz Carlos Toledo, diretor executivo de Pessoas & Cultura da Seguradora Zurich. 

Com a atuação dos grupos de afinidades, foi possível proporcionar mudanças positivas no comportamento e na visão da empresa. As ações em prol da diversidade e da inclusão são desenvolvidas com base em direcionadores que permitem valorizar e potencializar o desenvolvimento de talentos, priorizando a equidade entre as posições que ocupam dentro da empresa. 

A companhia tem políticas consolidadas no que diz respeito à equidade de gênero e ascensão das mulheres em posições de liderança. É parte da estratégia da organização atingir um índice de 28% (25% atualmente) de mulheres no nível de diretoria no Brasil até 2024 e de 50% na liderança geral (49% atualmente). O executivo ressalta que a Zurich prioriza também benefícios com foco em parentalidade. 

A companhia disponibiliza licença de 180 dias para o responsável pela criança, e 42 dias para o corresponsável – extensível a todas as pessoas, independentemente do estado civil, do gênero ou da orientação sexual. Crianças recém-nascidas ou adotadas recebem um plano de previdência com aporte único de R$ 1.000. A seguradora também conta com a Jornada Parental para auxiliar as pessoas cuidadoras a conciliarem a vida profissional e familiar. Já para quem está em fase de amamentação, existe um lactário, que garante privacidade para coleta e armazenamento seguro. 

Diversidade  

Atualmente, a Zurich conta com 28% do total das profissionais autodeclaradas negras ou pardas (+2% acima de 2022), sendo 16% delas em posições de liderança. Diante desse diagnóstico e com ambição de aumentar ainda mais a diversidade étnico-racial interna, a companhia criou um programa de estágio com o objetivo de ampliar as oportunidades para negros e pardos desde o início da carreira até a evolução para cargos de liderança na empresa. “Dessa forma, a companhia oferece oportunidade para alcançarem seus potenciais máximos de desenvolvimento profissional”, diz. 

O programa de estágio conta com diversas ações que contribuem para o desenvolvimento do jovem talento. Nessa primeira edição, foram contratados 15 jovens com idade entre 20 e 26 anos, sendo 53% mulheres. Cada jovem é acompanhado por um tutor para o desenvolvimento de um projeto para melhorar a produtividade da área de atuação. A meta da companhia é ter 30% de profissionais negros até 2025. 

Para apoiar o desenvolvimento desses talentos, a empresa oferece uma mentoria para não-líderes ou integrantes do primeiro nível de liderança para um próximo nível de carreira. A primeira turma, já finalizada, contou com 13% dos participantes sendo promovidos. 

De acordo com Toledo, esses projetos comprovam a importância do assunto diversidade dentro da companhia e vem, cada vez mais ganhando espaço. “Por isso, ainda no âmbito do desenvolvimento profissional promovemos, em 2022, um Estágio Afirmativo para pessoas negras e indígenas, sem restrição de gênero, idade, deficiência ou orientação sexual”, ressalta. 

LGBTQI+ 

Em 2023, a Zurich reforçou seu posicionamento a favor da diversidade ao ser, pelo segundo ano, a seguradora oficial da Parada do Orgulho LGBT+, em São Paulo. Foi uma oportunidade para a companhia se posicionar a favor da manifestação social oferecendo proteção aos participantes do evento a partir de um seguro. 

Internamente, todos os benefícios oferecidos pela seguradora são inclusivos. Carlos Toledo cita o exemplo do programa “Entre Laços” que disponibiliza uma equipe multidisciplinar para acompanhar pais e mães durante a gestação e o bebê durante os primeiros seis meses de vida da criança. O programa oferece o mesmo suporte para pais de crianças adotadas. “Cônjuges homoafetivos são beneficiados pois a adoção é muito comum em casais LGBTQIA+”, diz. 

Pessoas com Deficiência 

Para permitir a inclusão de Pessoas com Deficiência, a Zurich tem a preocupação de tornar os locais de trabalho cada vez mais acessíveis e, para isso, tem adotado medidas como pesquisas internas para entender a necessidade dos PCD’s no ambiente de trabalho como cadeiras adaptadas ou fones de ouvido adaptados. 

Por querer tornar o ambiente inclusivo foi elaborado um Guia Rápido de Diversidade, Equidade, Inclusão & Pertencimento com orientação para evitar expressões consideradas ofensivas a grupos minorizados. Além disso, todos podem fazer aulas de libras com o conteúdo on-line disponibilizado para todos. 

“O fato de a Zurich estar entre as melhores empresas no quesito diversidade é resultado do trabalho feito internamente para dimensionar o assunto com participação da alta liderança da companhia. Para isso, temos um orçamento permanente dedicado para programas de desenvolvimento afirmativo como a mentoria e o estágio afirmativo, além de aumento nos benefícios dedicado a jornada parental com foco no cuidado de mães e pais”, diz o Diretor Executivo de Pessoas & Cultura da Seguradora Zurich.

Algoritmos são usados para otimizar (ou não) os preços de seguros

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Eis o mais recente artigo para o Infomoney

Claro que ninguém quer perder dinheiro. Muito menos as seguradoras. Uma coisa que poucos sabem é que elas têm o direito de buscar reembolso pelos prejuízos que pagaram aos seus clientes devido a danos causados por terceiros. Por isso não se assuste se receber da seguradora uma mensagem de cobrança pelos danos causados a alguém que não foram indenizados por você ou pela sua seguradora.

Isso é conhecido como sub-rogação. Quando uma seguradora paga uma indenização a um segurado por danos causados por outra pessoa ou entidade, ela pode buscar reembolso desses valores junto ao responsável pelos danos. Isso é feito para proteger a seguradora contra perdas financeiras injustas e para responsabilizar os culpados pelos danos que causaram. Em muitos casos, quem paga por estes valores é a seguradora do réu. Se ele não tem seguro, terá de arcar com a conta.

Recentemente, a Juíza Ana Paula da Veiga Carlota Miranda, da 3ª Vara Cível da Comarca de Cuiabá, condenou a Energisa Mato Grosso – Distribuidora de Energia a ressarcir a Porto Seguro em R$ 8,3 mil. A sentença foi resultado de uma ação de ressarcimento de danos movida pela seguradora contra a concessionária de energia elétrica. Segundo a magistrada, ficou comprovado que os danos ocorreram devido a um surto elétrico na rede de energia fornecida pela ré, a Energisa Mato Grosso. A responsabilidade da concessionária de energia elétrica foi baseada na legislação, que estabelece a responsabilidade objetiva das empresas prestadoras de serviços públicos. Além disso, foram citados dispositivos do Código Civil que tratam da reparação de danos causados a terceiros por ato ilícito.

O valor da sentença é irrisório diante dos números divulgados pela empresa no ano passado, como o lucro de R$ 2,26 bilhões e as vendas de R$ 31,7 bilhões. Mas, se estiver ocorrendo em outros estados, onde a penetração de seguros é maior, pode movimentar milhões de reais para a rubrica “recuperação” do balanço financeiro. E quanto mais dinheiro entra, mais é possível baixar o preço final do seguro, com intuito de aumentar as vendas e entregar mais resultados aos acionistas.

A Porto optou por não comentar o assunto, ao ser questionada se este tipo de ação estaria ocorrendo também em São Paulo, maior mercado consumidor de seguros do Brasil. A Enel, concessionária de energia de São Paulo, do Ceará e de 66 cidades no Rio de Janeiro, enfrenta uma grave crise de multas e até ameaça de fim do contrato de concessão diante de cobranças do governo paulista pelas perdas geradas aos consumidores devido à demora no restabelecimento de energia em dias de temporais.

Além da falta de luz que prejudicou hospitais, colégios, comércio e famílias, as árvores destruíram carros e fiações, resultando em oscilações com o liga e desliga de energia que queimaram equipamentos dos consumidores. A Enel informou, em novembro passado, quando São Paulo parou, que ‘a manutenção da arborização no espaço público, incluindo podas preventivas e periódicas para evitar o contato das árvores com a rede elétrica, é atribuição de responsabilidade das prefeituras’.

A pressão sobre os governos — federal, estaduais e municipais — para ressarcimento dos prejuízos que causam à população pela falta de gestão do dinheiro que recebem em tributos é grande. A sociedade tem valorizado o que paga e exige contrapartidas, como ter atendimento de saúde, educação, segurança. Três itens que pesam no orçamento da classe média obrigada a contratar serviços privados.

Penalizar o causador do prejuízo serve para educar as pessoas comuns e os gestores de recursos públicos. No mundo todo. Nos países desenvolvidos, boa parte da criminalidade é contida pela educação, parrudo e eficiente sistema de segurança e pelos avanços da tecnologia, com uso da IA.

Nos EUA, maior consumidor de seguros no mundo, com 44% dos US$ 7 trilhões em vendas anuais, as companhias de seguros já utilizam imagens aéreas de casas. O Geospatial Insurance Consortium, financiado pela indústria, tem um programa de imagens de aviões que diz cobrir 99% da população dos EUA. O levantamento leva em conta o investimento em segurança, se a região é propensa a inundações ou alagamentos, se está num possível trajeto de um tornado ou furação e se o governo local tem investido em gerenciamento de riscos, levando em conta um plano de contingenciamento para o agravamento dos eventos da natureza.

O escopo do trabalho do atuário leva em conta tanto o escoamento da água fluviais, a coleta de lixo, a limpeza de córregos entre outros. Se não estiver em conformidade, as seguradoras enviam uma carta para os clientes de propriedades consideradas de maior risco informando que o seguro não será renovado. Foi o que fez a State Farm, uma das maiores dos EUA, no mês passado. Avisou que planeja reduzir a cobertura em cerca de 30 mil propriedades residenciais e 42 mil propriedades comerciais.

Daí começam manifestações públicas, pois ninguém quer ficar sem seguro e correr o risco de perder ou ter seu patrimônio desvalorizado. Flórida e Califórnia impuseram tantas leis de proteção ao consumidor, que as seguradoras abandonaram as vendas em diversas cidades e os moradores ficaram sem seguros e viram os preços de seus imóveis declinarem em razão disso.

Vários estados nos EUA restringem os motivos pelos quais as seguradoras podem citar para não renovarem as apólices. O não pagamento do seguro é o principal. Entre os seguros residenciais, um dos poucos motivos permitidos é o não cumprimento da manutenção do telhado. Algo como acontece aqui com carros. Quanto mais velho o telhado, maior o risco de sucumbir a uma chuva de granizo. Então as seguradoras americanas alegam que este cliente tem de pagar mais pelo seguro.

O comissário estadual de seguros da Califórnia, Ricardo Lara, se empenha em mudar a legislação do estado para atrair as seguradoras. “O momento em que vivemos é como um casamento forçado com o setor de seguros, onde eles não vão gostar de todas as reformas que queremos fazer, e nós também não vamos aceitar tudo o que eles pedem. Vamos ficar juntos pelas crianças agora’”, disse em uma entrevista no Insurance Diversity Summit, evento realizado em Los Angeles em abril, da qual a CNseg, confederação das seguradoras, teve relevante participação. O objetivo do encontro foi debater soluções para que a população, dos EUA e mundial, que lida com preços elevados de seguros ou com a falta de oferta, consiga ter acesso a proteção financeira em tempos de eventos climáticos mais intensos.

Vemos um problema semelhante no Brasil com planos de saúde, regulados pela Agência Nacional de Saúde (ANS), fundada juntamente com a aprovação de uma lei dura para o setor de saúde em 2000. Praticamente não há mais oferta de planos individuais.

Os planos coletivos praticam aumentos abusivos. Uma parte dos que tinham planos privados migraram para o Sistema Único de Saúde, do governo federal, que não tem recursos suficientes para reduzir a fila com mais de 1 milhão de cirurgias eletivas paradas no país, segundos dados divulgados pelo Ministério da Saúde no ano passado.

O governo ainda tem de lidar com a judicialização da saúde e com as queixas do consumidor de saúde, líder no ranking de reclamações de órgãos reguladores. Foram identificados, em 2022, cerca de 460 mil novos processos judiciais sobre saúde no Brasil, sendo 164 mil sobre saúde suplementar, segundo o Painel de Estatísticas Processuais de Direito da Saúde, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Dados da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) revelam que entre os assuntos mais judicializados estão o fornecimento de medicamentos, o tratamento médico-hospitalar, o reajuste contratual e os leitos hospitalares. Ou seja, ninguém feliz nesta rede de conexão e a discussão parece ser infinita, sem solução do problema para a sociedade.

Uma das saídas das seguradoras tem sido usar a IA para equilibrar as expectativas e os resultados futuros. O Brasil ainda trabalha para tornar o banco de dados que tem de fato inteligente. A pretensão é ter um mercado de seguros mais maduro com o convencimento dos usuários a autorizarem o compartilhamento de dados. Clientes relutam em aceitar descontos em troca do consentimento às seguradoras de automóveis que querem rastrear como seus clientes dirigem.

Depois disso, o esforço está na organização e análise dos dados para aprimorar a avaliação dos sinistros, a personalização de apólices, incremento do atendimento ao clientes, na detecção de fraudes e nas previsões de tendências usando dados históricos e algoritmos generativos para que possam prever tendências futuras no mercado de seguros e se prepararem para alterações no produto diante do comportamento do cliente, do ambiente regulatório, da macroeconomia e das mudanças climáticas.

Enquanto o banco de dados cresce e a inteligência artificial aprende a analisá-lo, a sociedade é treinada para colocar em prática a máxima do ditado popular: “o custo do cuidado é sempre menor do que o custo do reparo”.

Tacylla Mussana assume como coordenadora de produtos da Seguradora ALM

Fonte: ALM

A Seguradora ALM anuncia a contratação de Tacylla Mussana. A executiva chega para assumir novos desafios na carreira, depois de passagens por empresas como Itaú e Banco Bmg. “É uma excelente oportunidade de colocar em prática todo conhecimento adquirido no decorrer da minha vivência, no ambiente corporativo. Acompanhar todas as fases do desenvolvimento de um produto é essencial para agregar valor ao cliente e podermos atingir as expectativas de vendas que temos como meta”, afirma a executiva. 

Tacylla Mussana é formada em Administração de Empresas. Trabalhou na Caixa Econômica Federal, no Banco Itaú e no Banco Bmg, onde se especializou na área de Produtos.  Possui certificado internacional Scrum Product Owner CSPO, pela Scrum Alliance, além de atuar com Google Cloud e GCP.

Fundador e sócio da Thinkseg, Andre Gregori inicia parceria com Aruana Seguradora 

Andre Gregori seguros

Aruana Seguradora anuncia parceria com o sócio e fundador da Thinkseg, Andre Gregori, para a implementação de soluções de inovação e desenvolvimento de novos produtos na companhia que tem 20 anos de mercado. “A primeira grande ação da reestruturação é a vinda do fundador da Thinkseg, Andre Gregori, como presidente do Conselho de Inovação e Desenvolvimento da Aruana”, diz o diretor executivo da Aruana Seguradora, Paulo Augusto Freitas de Souza, em nota.

O diretor executivo da Aruana explica que a companhia está sendo reestruturada para aproveitar o crescimento do setor de seguros no Brasil. “A expansão da arrecadação no mercado de seguros subiu dois dígitos em 2023 e será mantida em 2024. Diante de tantas oportunidades, a perspectiva é de que a Aruana Seguradora alcance 1 bilhão, em prêmios, em até 5 anos”, afirma Fretas de Souza. 

”Estou feliz em aceitar esse desafio, pois vejo o mercado com muitas oportunidades não exploradas. Minha larga experiência no setor reúne inúmeros componentes para gerar valor à nova estratégia, como, por exemplo, habilidades de inovação, não só tecnológica, mas de precificação, fluxos e, principalmente, atendimento ao cliente. Sabemos bem o que nossos parceiros precisam e o que o cliente final deseja”, diz o sócio fundador da Thinkseg, Andre Gregori, também ex-sócio do BTG Pactual. 

Atualmente, a Aruana atua nos ramos de vida, responsabilidade civil facultativa (RCF), responsabilidade civil profissional (RCP) e seguro residencial. No passado, a Aruana Seguradora teve como carro-chefe dos seus negócios o seguro do trânsito DPVAT (Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre). 

O fundador da Thinkseg explica que o Conselho de Inovação vai transformar os negócios da Aruana Seguradora. O objetivo é estar presente em grandes riscos, novos produtos atrelados aos riscos do mercado de crédito de carbono, presença em plataformas digitais e em programas internacionais. “O modelo que divulgaremos, em breve, será totalmente novo”, comenta Gregori em comunicado. 

Paulo Augusto Freitas de Souza e Andre Gregori contam que o Conselho será composto por três integrantes na fase inicial. Mas, o objetivo é chegar a 7 participantes até o final de 2024. Por enquanto, a fase é de prospecção dos participantes do Conselho em diferentes setores: varejo, bancário, infraestrutura, energia, agronegócio e automobilístico. 

Susep publica regulamentação complementar sobre os produtos PGBL e VGBL

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicou hoje, com vigência imediata, as Circulares Susep nº 698/2024 e nº 699/2024, que dispõem sobre as regras e critérios complementares de funcionamento e de operação da cobertura por sobrevivência oferecida em planos de previdência complementar aberta e em planos de seguro de pessoas, respectivamente.  

De acordo com a diretora da Susep, Julia Normande Lins, “a atualização e consolidação da regulamentação específica proposta por essas circulares contribuirá para o crescimento do mercado de anuidades e modernização dos seus produtos, bem como para o aumento e o estímulo da consciência e da poupança previdenciária”.

As novas circulares regulamentam e tem por objetivo complementar dispositivos das Resoluções CNSP nº 463/2024 e nº 464/2024, recentemente aprovadas pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), e que fixaram o novo marco regulatório sobre a matéria. Dentre as principais novidades, destacam-se:

  1. Inclusão da definição do conceito de “ciclo de renda”;
  2. Previsão da opção de o segurado contratar renda vitalícia nos planos indicados nas Resoluções;
  3. Inclusão da faculdade do participante fazer aportes, no período inicial de adesão a plano com cláusula de Opt Out; e
  4. Tratamento da nova pertinência temática trazida pelo “Fundo ou Plano Exclusivo Familiar” relativamente à Resolução do VGBL.

Com a publicação das Circulares Susep nº 698/2024 e nº 699/2024, a autarquia finaliza a consolidação de seus normativos que tratavam da cobertura por sobrevivência oferecida em planos de previdência complementar aberta e em planos de seguro de pessoas, com a consequente revogação de outras seis circulares, cujos conteúdos foram ajustados e incorporados às novas circulares, trazendo maior simplificação regulatória para o mercado.  

Sem Parar nomeia José Luiz Machado a Diretor de Seguros 

Sem Parar nomeia José Luiz Machado a Diretor de Seguros

O Sem Parar, ecossistema de mobilidade com foco em veículos, anuncia a promoção de José Luiz Machado ao cargo de Diretor de Seguros. Com o sucesso da implementação do core de seguros e a importância que ele vem ganhando na estratégia macro da companhia, a área ganha um diretor e, em breve, abrirá novas oportunidades para profissionais do ramo.   

Com uma experiência de mais de 15 anos no setor, José Luiz, que está há dois anos e meio na companhia e ajudou a construir a frente de seguros na empresa, continuará a desempenhar um papel fundamental na condução da inovação e na expansão das ofertas de seguros do Sem Parar, alinhadas às necessidades dos clientes. 

Para o executivo é uma honra liderar uma equipe com mais de 30 pessoas dedicadas e comprometidas em oferecer soluções de seguros que ajudam o Sem Parar a ampliar seu portfólio em mobilidade e a ser o melhor amigo do motorista. “Nessa nova cadeira, meu principal desafio será manter o crescimento acelerado do time de seguros, explorar novas oportunidades dentro do ecossistema do Sem Parar e nas operações de seguro do B2B e, para isso, eu conto com um time muito sênior”, comenta em nota.

José Luiz Machado é formado em Administração com ênfase em Seguros pela Escola de Negócios e Seguros, e pós-graduado (MBA) em Marketing Digital Estratégico e Gestão de Dados Estratégicos pela Universidade Veiga de Almeida, e MBA em Marketing digital e Inovação pela Fundação Getúlio Vargas. 

Risco político é ameaça à economia global, afirma Coface

Coface Seguros Riscos Políticos

Fonte: Coface

O risco político está em alta este ano e é uma das maiores fontes de apreensão em relação ao desempenho econômico global. A avaliação é da Coface, líder global em seguro de crédito e pioneira no fornecimento de informações comerciais, em seu mais recente estudo global Coface Country Risk, que abrange 160 países.

Para a Coface, não há dúvida de que 2024 será um ano tumultuado, com eleições em mais de 70 países, incluindo sete dos mais populosos do mundo, e abrangendo metade da população mundial, ou 55% do PIB global. A onda de eleições, recorda o levantamento, começou em janeiro em Taiwan e vai se estender até novembro, nos Estados Unidos.

O estudo lembra que da Índia ao México, passando pela Áustria, Tunísia, Indonésia e El Salvador, “as eleições fornecerão uma oportunidade para que ventos populistas varram todos os cinco continentes. Isso dará impulso extra a uma tendência que se enraizou nos últimos dez anos e mais: o aumento da agitação social e da instabilidade (geo)política”.

De acordo com Ruben Nizard, economista da América do Norte e Diretor de Risco Político da Coface, com este calendário eleitoral supercarregado no horizonte, nosso mais recente índice de risco social e político destaca que a vulnerabilidade social e política está acelerando ao redor do mundo, criando incerteza e instabilidade em igual medida para nosso ambiente. A pontuação média global subiu para 38,6%, não muito longe do pico de 2021 (39,4%) após a crise da Covid-19, e acima dos níveis pré-Covid (média de 2016-2020: 36,9%). Nossos indicadores têm anunciado que estamos entrando em uma nova fase para esses riscos desde o início da década.”

Essa perspectiva foi um dos fatores que fizeram a Coface prever redução no crescimento do PIB mundial para 2,4% em 2024, depois de ter crescido 2,7% no ano anterior. Será o menor índice de aceleração desde 2011, com exceção da queda de 3,0% registrada em 2020, no pico da pandemia.

De acordo com Patricia Krause, economista-chefe da Coface América Latina, o ritmo menor da atividade econômica deve acontecer também no Brasil, com um crescimento de 2,0% em 2024, em comparação a 2,9% em 2023 e 3,0% em 2022. No continente, o quadro mais preocupante é, segundo ela, na Argentina, que deverá ter novo ano de recessão em 2024, em que pesem alguns resultados alcançados nos primeiros meses do governo Milei. Para Patricia Krause, esses números positivos registrados até aqui não são sustentáveis e não autorizam previsões otimistas em relação ao país.

No caso do Brasil, um dos principais pontos de atenção é a situação fiscal, principalmente pela provável elevação dos gastos públicos (incluindo programas sociais como o Bolsa Família e aumento real do salário mínimo), além da redução dos preços médios de commodities e despesas elevadas com juros. 

Piloto Gabriel Bortoleto visita Instituto Porto  

Piloto Gabriel Bortoleto visita Instituto Porto  

Fonte: Porto

No último dia 9, Gabriel Bortoleto, piloto recém-chegado à F2, visitou o Instituto Porto, organização sem fins lucrativos que tem como objetivo apoiar o desenvolvimento de projetos socioambientais e culturais da região de Campos Elíseos, no centro de São Paulo. 

Além de conhecer o projeto, as atividades e instalações do Instituto, Bortoleto reservou um tempo para falar com as crianças e jovens do programa Jovem Aprendiz sobre vida, sonhos e carreira, e respondeu as perguntas de ouvintes atentos, que foram desde “Se não fosse piloto, o que você seria?” e “Você gosta de Velozes e Furiosos?”, até as mais complexas, como suas motivações para se manter distante da família e perto do sonho, morando na Itália desde os 12 anos, e do que sente mais falta quando está longe do Brasil. 

“A visita do Bortoleto ao Instituto foi muito especial. As crianças e jovens se prepararam para a conversa, estudaram sobre ele, e estavam ansiosos para conhecê-lo. Esses encontros são sementes plantadas em cada um deles. Falar sobre lutar pelos sonhos e ter grandes responsabilidades é sempre de grande valor”, comenta Mirian Mesquita, gerente do Instituto Porto. 

O Instituto oferece cursos profissionalizantes gratuitos para jovens e adultos com o objetivo de proporcionar uma melhor condição socioeconômica por meio do acesso ao emprego, e também o atendimento a crianças e adolescentes por meio do Ação Educa, uma iniciativa que visa complementar as atividades do ensino escolar com atividades socioeducativas, reforço nas disciplinas de português e matemática, aulas de inglês, artes, esportes, atendimento psicológico, entre outras. 

Em 2022 e 2023, as crianças do Instituto Porto tiveram a oportunidade de participar do GP São Paulo de Fórmula 1, interagiram com os pilotos e até ganharam bonés autografados. 

Em 2024, a Porto é mais uma vez patrocinadora do GP São Paulo de Fórmula 1, e Gabriel Bortoleto faz parte da squad de pilotos apoiados pela empresa, que conta também com Rubinho Barrichello, Dudu Barrichello, Fefo Barrichello e Aurélia Nobels.