Circuito Cultural Bradesco Seguros apresenta ‘A Noviça Rebelde’, com Larissa Manuela

Fonte: Bradesco

A partir de 19 de abril, o Ministério da Cultura e Bradesco Seguros apresentam uma versão inédita do musical ‘A Noviça Rebelde’, no Rio de Janeiro, no Teatro Riachuelo e, e em julho, a peça será apresentada em São Paulo, Teatro VIBRA SP.

O espetáculo terá a atriz Larissa Manoela no papel de Liesl e Malu Rodrigues e Pierre Baitelli vivendo o casal Maria e Capitão Von Trapp.

O musical ‘A Noviça Rebelde’ estreou na Broadway em 1959 com uma trajetória de sucesso que inclui oito prêmios Tony para a montagem original, um longa-metragem (1965) vencedor de cinco troféus no Oscar, incluindo o de Melhor Filme, e versões feitas em outros países ao longo das últimas décadas.

Serviço:
‘A NOVIÇA REBELDE’ (‘The Sound of Music’)

Música de Richard Rodgers e letra de Oscar Hammerstein II

Libreto de Howard Lindsay e Russel Crouse

Um espetáculo de Charles Möeller & Claudio Botelho

Versão Brasileira: Claudio Botelho

Direção: Charles Möeller

Realização: Aventura e Möeller&Botelho

Rio de Janeiro

De 19 de abril a 23 de junho

Teatro Riachuelo (R. do Passeio, 38/40 – Centro, Rio de Janeiro – RJ, 20021-290)

Sábados às 15h e às 19h, domingos às 15h e feriados

Sexta às 20h e domingo às 19h

Quinta às 19h

Ingressos na Sympla:

Datas de apresentação | Larissa Manoela: RIO DE JANEIRO
Maio: 02, 04 (19h), 10, 12 (19h), 16, 18 (19h), 23, 26 (19h) e 31;
Junho: 01 (19h), 06, 08 (15h), 16 (19h), 20, 23 (15h).

São Paulo

De 13 a 28 de julho

Dia 13, às 15h

Dia 14, 20h

Dias 18, 19, 25 e 28, às 20h

VIBRA SP (Av. das Nações Unidas, 17955 – Vila Almeida, São Paulo – SP, 04795-100)

Ingressos no site Uhuu

Datas de apresentação | Larissa Manoela: SÃO PAULO
Julho: 13 (15h), 14 (20h), 18, 19, 25, 28 (20h).

CEO do Grupo HDI destaca importância de atender novas gerações durante 3º Congrecor

Grupo HDI 3 Congrecor

Fonte: HDI

O Grupo HDI marcou presença no 3º Congresso Regional Centro-Oeste e Minas dos Corretores de Seguros, o Congrecor 2024, que reuniu mais de mil congressistas e 2 mil corretores. Com o tema “Corretor de Seguros: Operacional, Tático ou Estratégico?”, o evento aconteceu entre 24 e 26 de abril, no hotel Royal Tulip, em Brasília. Entre os destaques, houve a participação do CEO da empresa, Eduardo Dal Ri, do vice-presidente Comercial, Marcos Machini, e do vice-presidente de Produtos Auto, Rafael Ramalho.

A terceira edição do Congrecor foi o primeiro grande evento ao qual a companhia compareceu após a aquisição da Liberty Seguros e dos produtos de varejo da Sompo Consumer. Em sua fala no painel principal, ao lado de grandes nomes do mercado, Dal Ri anunciou um lançamento previsto para maio de 2024 e reforçou sobre a importância de se comunicar com públicos mais jovens. “Precisamos encontrar maneiras de tornar nossa indústria mais atraente e acessível para essa atual geração, adaptando nossos produtos e estratégias de marketing para atender às suas necessidades e expectativas”, disse o presidente do Grupo HDI.

Reforçando o posicionamento como grupo, Eduardo Dal Ri enfatizou a importância de uma colaboração sólida entre seguradoras, corretores e demais parceiros para impulsionar a inovação e garantir um serviço de qualidade aos clientes: “O Congrecor oferece uma plataforma valiosa para esse intercâmbio de ideias e insights que impulsionam a inovação e o crescimento em nosso setor. Junto aos nossos parceiros, estamos moldando o futuro do mercado de seguro”, afirma o CEO. 

Votação do projeto que recria Dpvat fica para 7 de maio

Fonte: Senado

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) adiou para o dia 7 de maio a votação do projeto de lei complementar (PLP) 233/2023, que cria um novo seguro obrigatório para veículos — semelhante ao antigo Danos Pessoais por Veículos Automotores Terrestres (DPVAT). O texto também aumenta em R$ 15,7 bilhões o limite para as despesas da União (leia mais abaixo).

O senador Jaques Wagner (PT-BA) leu relatório favorável à matéria nesta terça-feira (30). O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), concedeu vista coletiva ao texto. A previsão é de que o projeto seja votado pelo Plenário da Casa no dia 8 de maio.

Aprovado pela Câmara dos Deputados, o PLP 233/2023 cria o Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito (SPVAT). De acordo com o texto, o SPVAT deve ser cobrado dos proprietários de automóveis e usado para pagar as indenizações por acidentes.

Mudanças

A Câmara alterou o texto original proposto pelo Poder Executivo para ampliar a lista de despesas a serem cobertas pelo SPVAT. O rol passa a contemplar assistência médica e suplementar, como fisioterapia, medicamentos, equipamentos ortopédicos, órteses e próteses.

Também passam a ser pagos serviços funerários e despesas com a reabilitação profissional de vítimas que ficarem parcialmente inválidas. Os deputados incluíram ainda a possibilidade de pedidos de indenização e assinatura de documentos por meio eletrônico.

Emendas

O PLP 233/2023 recebeu 24 emendas na CCJ. O relator, senador Jaques Wagner, acatou apenas uma sugestão de redação proposta pelos senadores Marcos do Val (Podemos-ES) e Rogério Carvalho (PT-SE).

A alteração deixa claro que o cônjuge e os herdeiros da vítima devem receber indenização por morte e reembolso de despesas com serviços funerários. A vítima recebe as demais coberturas: invalidez permanente e reembolso por despesas com fisioterapia, medicamentos, equipamentos ortopédicos, órteses, próteses e reabilitação profissional.

O senador Jaques Wagner disse ser “simpático” a duas emendas de mesmo teor propostas pelos senadores Alan Rick (União-AC) e Vanderlan Cardoso (PSD-GO). Eles querem tirar do projeto o dispositivo que cria uma multa de trânsito por atraso no pagamento do SPVAT.

— Sou simpático ao texto dos dois senadores. Acho que é razoável a argumentação de que não se pode superpenalizar uma pessoa pelo atraso. Mas, se eu for acolher [as emendas], [o projeto] volta para a Câmara. Vou discutir com o governo para me comprometer com o veto da Presidência da República — afirmou Jaques Wagner, que é o líder do governo no Senado.

Debates

A oposição criticou a criação do SPVAT. O líder do bloco, senador Rogerio Marinho (PL-RN), classificou o PLP 233/2023 como um “projeto ruim e extremamente equivocado do ponto de vista fiscal”.

— É um projeto claramente regressivo porque penaliza a população mais pobre. É um projeto que não tem paralelo no mundo como modelo, porque transfere recursos compulsoriamente. Mais uma vez, o governo recorre a aumentar impostos para taxar a população de forma regressiva e perversa contra as pessoas mais pobres — disse.

Para o senador Plínio Valério (PSDB-AM), o Poder Executivo deveria cortar despesas em vez de criar novos tributos.

— Não tive oportunidade de analisar matérias do governo cortando gastos próprios. É sempre aumentando gastos. Gasta dinheiro, distribui dinheiro querendo sempre tirar do povo cada vez mais, beirando a extorsão. É só arrecadar, arrecadar, arrecadar. Não vejo cortar um milímetro de despesas — afirmou.

A senadora Zenaide Maia (PSD-RN) defendeu a aprovação da matéria. A parlamentar destacou a importância do seguro para vítimas de baixa renda.

— Quem fala aqui é a médica de serviços de urgência e emergência. Para a maioria das famílias, esse seguro era o que fazia com que elas levassem seu filho para casa ou, muitas vezes, para transportá-lo mesmo que fosse morto. Não venha dizer que isso onera os pobres. Pelo contrário: é um seguro que só beneficia quem não tem condições — argumentou Zenaide.

Arcabouço fiscal

Além de criar o SPVAT, o PLP 233/2023 altera o novo arcabouço fiscal (Lei Complementar 200, de 2023). O texto antecipa em dois meses a permissão para a abertura de crédito suplementar em caso de superávit fiscal.

Pela legislação em vigor, a abertura pode ocorrer a partir da divulgação do relatório de avaliação de receitas e despesas primárias do segundo bimestre. O texto em discussão na CCJ antecipa esse prazo para a data de divulgação do relatório do primeiro bimestre.

Segundo o senador Jaques Wagner, a mudança permitiria uma elevação de 0,8% nas despesas da União, o equivalente a R$ 15,7 bilhões. Ainda de acordo com o relator, a medida seria uma “mera antecipação”. O Poder Executivo continuaria obrigado a cumprir a meta de resultado primário e o teto de despesa estabelecido pelo marco fiscal.

O senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) criticou a alteração. Ele classificou o dispositivo incluído no PLP 233/2023 como “um jabuti” — termo usado para designar um tema estranho inserido na proposição original.

— Quanto tempo esse Congresso Nacional ficou discutindo as regras do novo arcabouço fiscal? Ele deveria dar credibilidade à gestão financeira do governo, fazer com que investidores tivessem segurança e acreditassem na economia para investir no Brasil. Como o investidor pode acreditar num país que muda a regra do arcabouço fiscal através de um “jabuti”? Qual a segurança jurídica que tem? — questionou.

O relator, Jaques Wagner, admitiu que o dispositivo, inserido no texto na Câmara, “é o clássico jabuti”. Mas argumentou que o novo arcabouço fiscal é “mais flexível e inteligente” do que o teto de gastos que vigorou até 2023.

— Ouço alguns colegas dizerem que, com um ano e três meses, o arcabouço já não está sendo respeitado. Considero que ele é uma sistemática muito mais flexível e, por isso, muito mais inteligente do que aquilo que tínhamos antes. Quantas vezes foi “furado” o teto de gastos? Não vou contar porque sequer sei quantas vezes — comparou.

HDI Global Seguros anuncia contratação de Ricardo Valencia

Fonte: HDI Global

Em outra importante iniciativa para apoiar sua expansão geográfica, a HDI Global Seguros tem o orgulho de anunciar a nomeação de Ricardo Valencia como Gerente Comercial para a nova filial de São Paulo.

Ricardo Valencia tem mais de três décadas de experiência no setor de seguros e, como Gerente Comercial para a nova filial de São Paulo, se reportará diretamente a Ronaldo Barreto, responsável pela área comercial da HDI Global no Brasil.

“Com sua vasta experiência e conhecimento do setor de seguros, Ricardo contribuirá para a expansão do volume de negócios e resultados no estado de São Paulo, bem como no relacionamento com os corretores”, diz Ronaldo Barreto.

A nomeação de Ricardo Valencia como Gerente Comercial para a filial de São Paulo marca um passo importante na expansão geográfica da HDI Global e enfatiza o compromisso de levar a proposta de valor da empresa para seus parceiros no Brasil.

Nessa função, ele colaborará de perto com a equipe executiva e as Linhas de Negócio para desenvolver e implementar estratégias de seguros que estejam alinhadas com os objetivos de longo prazo da HDI e com as necessidades individuais de cada cliente.

Comentando sobre a nomeação, o CEO da HDI Global Seguros S.A., Guillermo León, disse: “Estamos muito felizes em receber Ricardo em nossa equipe. Como um parceiro próximo de nossos clientes em tempos de grandes transformações, acreditamos que sua experiência e compromisso nos ajudarão a aprimorar ainda mais nossos serviços”.

Valor traz especial sobre seguros nesta terça-feira

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Para quem se interessa por seguros, hoje o Valor traz um especial com 21 reportagens sobre este mercado que avança com otimismo, tecnologia, inovação e muitas mudanças regulatórias.

OTIMISMO COM CRESCIMENTO

“Para este ano, vemos a economia brasileira mais robusta, com o PIB em alta de 2,5%, a massa salarial crescendo 7% em termos reais, a taxa de inflação arrefecendo, os preços das commodities estáveis, e uma retomada das operações de crédito”, afirma Dyogo Oliveira, presidente da CNseg. A entidade projeta um crescimento do setor para este ano de 12%. Oliveira ressalta, no entanto, que as projeções não se baseiam somente nos aspectos conjunturais da economia, mas em um componente estrutural que vem se consolidando na sociedade após a eclosão da pandemia de covid-19, em 2020.

CATÁSTROFES

Dois projetos de lei tratam do tema na Câmara dos Deputados – o PL 988/19, sobre um seguro solidariedade para vítimas de catástrofes, e o PL 1410/22, que propõe um seguro obrigatório de danos pessoais e materiais causados por chuvas. Outra proposta em debate, formulada pela CNSeg, prevê a contratação do seguro emergencial mediante pagamento de R$ 3 mensais, a serem cobrados na conta de energia elétrica. A indenização estimada é de R$ 15 mil por unidade habitacional, para cobertura de despesas materiais, e R$ 5 mil de auxílio funeral, no caso de vítimas fatais. O valor seria depositado por Pix após as autoridades decretarem estado de calamidade pública.

CATÁSTROFES

As perdas financeiras associadas a esses eventos alcançaram US$ 380 bilhões, um aumento de 22% em relação à média do século XXI, de acordo com o relatório “da Aon Seguros. Das 66 catástrofes naturais que causaram prejuízos de US$ 1 bilhão ou mais, 63 foram causadas pelo clima. Entre as perdas cobertas por seguros, outro recorde: total de US$ 118 bilhões, marcadas por um recorde de 37 eventos bilionários, o maior número já registrado pelo setor de seguros.

GUERRAS

Em um cenário de tamanha volatilidade e incertezas, seguradoras estão aprimorando processos para enfrentar desafios que exigem mais aperfeiçoamento. Para Antônio Trindade, presidente da FenSeg, essa é a tônica do mercado ante o tamanho do desafio. “As seguradoras estão revisando estratégias de gestão de riscos e desenvolvendo soluções inovadoras para ajudar as empresas a mitigar os impactos de eventos geopolíticos”, afirma. “É crucial para as seguradoras colaborarem estreitamente com seus clientes para compreender e responder adequadamente a esses novos desafios.”

PL 29

Ernesto Tzirulnik, presidente do Instituto Brasileiro de Direito do Seguro (IBDS), cita, entre os avanços, um maior nível de transparência nos contratos, já que as seguradoras deverão informar tudo que não é coberto pelos seguros, ao contrário do sistema atual, no qual são listadas apenas as coberturas. Para Tzirulnik, o projeto ainda “joga luz” sobre práticas discriminatórias. “Se chega um pedido para fazer seguro do carro de um morador de Capão Redondo [bairro da zona sul de São Paulo, conhecido pelos índices de violência ] e a seguradora recusa, fica configurado que selecionou o perfil do segurado com base em critério socioeconômico. Isso é ilegal. Tira das pessoas o direito de fazer seguro.”

PREVIDÊNCIA

Olhando para trás, para o comportamento dos clientes da previdência privada, o setor mostrou resiliência na pandemia, com todas as consequências socioeconômicas, preservando um nível de captação líquida positiva, ainda que reduzida, e até algum crescimento em quantidade de participantes”, avalia o presidente da Fenaprevi, Edson Franco.

NOVAS REGRAS PREVIDÊNCIA

“As resoluções possibilitam ao empregador estabelecer a adesão automática nos planos coletivos – mas sempre com uma cláusula de saída, se o trabalhador assim preferir ”, frisa o presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), Edson Franco. Essa mudança, diz ele, terá reflexo nos planos de previdência fechada sobre os planos coletivos de previdência aberta, hoje, relativamente poucos.

SAÚDE

As seguradoras de saúde, que enfrentam custos crescentes no setor, estão adotando estratégias para incrementar seu resultado operacional, como oferta de produtos mais acessíveis e regionalizados, foco na atenção primária e parcerias com prestadores de saúde.

SEGURO PARA AUTÔNOMOS

Segundo Bernardo Castello, diretor da Bradesco Vida e Previdência, essa amplitude de coberturas oferecidas está relacionada a uma mudança na percepção que a sociedade tem desse tipo de serviço. “Antes [o seguro] era visto como voltado apenas à proteção da família e beneficiários em caso de falecimento do provedor. Agora, já começa a ser percebido também como fator de prevenção, essencial ao cuidado e ao planejamento.

CIBERNÉTICO

Globalmente, o mercado de seguro cibernético deve chegar a US$ 22,5 bilhões em 2025 e a US$ 33,3 bilhões em 2033, de acordo com estimativas da Munich Re. O crescimento tem sido expressivo: em 2019, o segmento movimentava apenas US$ 5,8 bilhões.Alexandre Arias, diretor de TI da Bradesco Seguros, conta que o crescimento de 25% na demanda pelo segmento fez a companhia firmar, no ano passado, uma parceria com a Swiss Re para ampliar seu portfólio. Foram criadas ofertas conjuntas, como o seguro para riscos cibernéticos PME, pensado para pequenas e médias empresas com faturamento de até R$ 160 milhões.

STARTUPS

Relatório de 2024 da plataforma de inovação Distrito aponta que o país já concentra 57,2% de todas as startups de seguro na região. O aumento do uso da tecnologia por essas empresas, em especial por aquelas saídas do sandbox – o ambiente regulatório experimental da Superintendência de Seguros Privados (Susep) que incentiva a criação de projetos inovadores em produtos, serviços ou soluções -, agora chama a atenção de investidores brasileiros e estrangeiros.

AI

“Hoje em dia, ao fazer uma cotação de seguro de automóvel particular, não precisamos perguntar, por exemplo, se há garagem fechada no local: pelo endereço informado acessamos imagens e sabemos se é prédio ou casa, se há portão automático e outras informações”, diz Marcos Sirelli, chief information officer (CIO) da Porto – nome adotado em 2022, após reposicionamento de marca, pela companhia antes conhecida como Porto Seguro.

OPEN INSURANCE

“O open insurance trará uma mudança no comportamento do cliente ao mesmo tempo em que mostra que, apesar da regulação do setor, a Susep tem deixado espaço para que empresas criem novas experiências”, diz Rachel Ferreira Bonel, diretora de controles internos e dados da Icatu Seguros. “A Spoc é uma corretora dentro do open insurance que irá organizar os dados dos clientes, as demandas dos corretores e das seguradoras relativas a produtos, estruturando essas informações no mundo digital”, diz Airton Filho, diretor da Susep.

NOVO PAC

Segundo Andre Dabus, diretor de infraestrutura da Marsh, o novo cenário vai exigir mudanças operacionais, já que as seguradoras de infraestrutura ainda trabalham com produtos padronizados, diz. “Agora, deverão investir na formação e qualificação de profissionais de subscrição de riscos, além de formação jurídica para interpretação de contratos, matrizes de riscos e, principalmente, experiência em project finance”, afirma.

SEGURO GARANTIA

“É o fim da picaretagem, o fim de empresas que entram, ganham e depois não fazem”, afirmou o governador do Mato Grosso, Mauro Mendes, no anúncio da licitação. Segundo ele, todas as obras públicas do Estado com valor acima de R$ 50 milhões terão a exigência. “Temos performance ruim de algumas empresas”, disse, acrescentado que “obra parada é um desrespeito com o dinheiro público”.

RESSEGUROS

Eduardo Toledo, vice-presidente de resseguros da Alper, conta que a procura pelo produto ganhou tração em segmentos não tradicionais da indústria, como na proteção de atletas, clubes esportivos e grandes eventos. “Há novas demandas surgindo, como na área de riscos cibernéticos”, afirma. “É um tema cada vez mais preocupante para as empresas, que gera não só prejuízo financeiro, mas problemas de reputação.”

RURAL

O custo quase dobrou em 2023 devido ao volume de indenizações de 2022. O segmento terá que lidar também com uma queda na oferta de recursos. A dotação orçamentária do Programa de Seguro Rural (PSR), destinado à subvenção aos prêmios de seguro, bancado pelo governo federal, teve um corte de R$ 17 milhões neste ano, para R$ 947,5 milhões.

FUSÕES

Passados cinco anos de intensa movimentação, com cerca de cem transações de M&A (fusões e aquisições) de empresas relacionadas à indústria de seguros no Brasil, segundo dados da KPMG, a expectativa é de arrefecimento desse tipo de operação em curto prazo. “A perspectiva é de que o setor continue atrativo para M&A no país, mas esperamos que as empresas ainda precisem de algum tempo para consolidar as transações recentes. Por isso, novas transações de grande porte ainda devem demorar”, diz Marco André Almeida, sócio-líder de fusões e aquisições da KPMG para Brasil e América do Sul.

DPVAT

Para o advogado constitucionalista Adib Abdouni, a extinção do pagamento decorreu de uma pauta política sem base na tecnicidade. “Apesar de fundadas falhas na política de preços e lucros em patamar superior à margem – que exigiam investigação e aprimoramento do sistema -, encerrar a cobrança causou grave insegurança jurídica diante da iminência da interrupção da proteção social proporcionada pelo seguro, inclusive com a cessação, agora a ser retomada, dos repasses de verbas ao Sistema Único de Saúde”, afirmou.

CARROS ELÉTRICOS

Os veículos elétricos estão ocupando espaço no mercado devido ao maior interesse por carros que poluem menos o ambiente. Hoje, estes carros representam cerca de 5% do total da indústria a combustão no país. Com o avanço dos elétricos, as vendas de seguros triplicaram, mesmo sem referências dos riscos para estes modelos. O vice-presidente de auto e frota da Alper Seguros, Antonio Azevedo, afirma que o número de seguros contratados para carro elétrico triplicou em um ano. Na seguradora Tokio Marine, em 2023, a procura cresceu 140%. “No primeiro trimestre de 2024, observamos aumento de 230% na demanda”, afirma o diretor de automóvel, riscos diversos massificados e precificação da Tokio, Arnaldo Bechara.

TRANSPORTES

O primeiro bimestre deste ano aponta para a confirmação deste cenário. No período, o setor de responsabilidade civil para desvio de cargas registrou arrecadação de R$ 198 milhões, aumento de 33% sobre janeiro e fevereiro de 2023. “O aumento pode ser atribuído a uma maior conscientização por parte das empresas em relação aos riscos envolvidos no transporte de cargas, levando a uma busca crescente por coberturas de seguro adequadas”, afirma Marcos Siqueira, presidente da Comissão de Transportes da Fenseg.

Pitzi atinge marca de 2,5 milhões de celulares protegidos 

Fonte: Pitzi

A Pitzi, startup do segmento de proteção e seguro para celulares no Brasil, anuncia a marca de 2,5 milhões de contratos. Há 12 anos em operação, a empresa se consolida por oferecer a cobertura mais completa do mercado para smartphones – contra defeitos, tela, quebras, líquidos, roubo, furto e perda. Para 2024, a meta é ultrapassar a marca de 500 mil dispositivos protegidos, informa a empresa em nota.

Indo na contramão do mercado de celulares, que teve uma queda em 2023 de 10% no número de celulares vendidos, entre 2020 e 2023, a companhia acumula crescimento médio de 50%. Atualmente, a insurtech conta com mais de 100 parceiros e 2,5 mil pontos de distribuição em 500 cidades do país. A média anual de contratos comercializados chega a 500 mil. Já a Leapfone, por sua vez, startup que comercializa celulares por assinatura e faz parte do grupo, inclui mais de 2 mil clientes em sua base de assinantes. 

Mais diferenciais de mercado  

Utilizando tecnologia especializada e construída pela própria equipe, a startup prioriza o que é mais importante para os consumidores de hoje: velocidade. Assim, segue revolucionando o setor e trazendo novos produtos e iniciativas tanto para clientes quanto para varejistas em meio a parcerias.  

“É fácil, rápido e intuitivo abrir uma solicitação usando o sistema digital desenvolvido pela Pitzi. Com recursos avançados de triagem, mais de 90% das solicitações são processadas no mesmo dia. E se um aparelho apresentar problemas, conseguimos enviar outro em até cinco dias úteis”, destaca João Miranda, CEO da Pitzi, no comunicado.  

A empresa ainda trabalha com recompra garantida, ou seja, se o segurado não utilizar a proteção, a insurtech adquire o celular por até 50% do valor de mercado. O crédito pode ser usado para comprar outro, na mesma loja parceira. Esse movimento privilegia ainda a sustentabilidade, já que reaproveita peças que seriam descartadas e minimiza o impacto do lixo eletrônico no planeta. 

Seguro paramétrico cresce como alternativa para lidar com riscos catastróficos

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Eis o mais recente artigo para o Infomoney

Afinal, o que é, para que serve e quem vende o tal do seguro paramétrico que virou um assunto recorrente em conversas sobre o mercado de seguros em todo o mundo? Para começar, este seguro surge como uma das alternativas para mitigar riscos ligados aos efeitos das mudanças climáticas, risco que está entre os dez principais aos negócios no mundo, incluindo o Brasil, segundo estudo da Allianz Risk Barometer 2024, realizada com 3.069 especialistas de 24 setores econômicos em 92 países.

O assunto é tão relevante, que é destaque entre as mais de 200 palestras do RiskWorld, a conferência anual da RIMS (Risk and Insurance Management Society), a associação dos gerentes de riscos dos Estados Unidos, que acontece entre 5 e 8 de maio em San Diego, na Califórnia. Neste ano, o Brasil conta com uma delegação de aproximadamente 50 executivos, entre gestores de riscos, corretores de seguros, seguradores e resseguradores.

As catástrofes naturais têm castigado o mundo todo. Os danos econômicos causados superaram US$ 291 bilhões em 2023. Deste valor, US$ 117 bilhões foram indenizados pelas seguradoras. Nos últimos 30 anos, o peso das perdas relativas em comparação com o PIB duplicou. As alterações climáticas não são o único fator neste aumento. A expansão urbana e os valores imobiliários mais elevados em países ricos e pobres desempenham um papel importante. Mas o fato de os chamados perigos secundários, como inundações, incêndios florestais e tempestades de granizo, serem agora responsáveis por 70% de todas as perdas de catástrofes seguradas – em vez de eventos de alto impacto, mas muito mais raros, como terramotos ou furacões – demonstra o impacto crescente das alterações climáticas no setor dos seguros.

Em países com o seguro já desenvolvido, a recuperação pela devastação causada por algum evento climático é rápida. Famílias são abrigadas decentemente e a mobilidade, com a reconstrução da infraestrutura, é retomada com o apoio das indenizações e dos serviços prestados pelas seguradoras. Já em países com baixa penetração de seguros, o que vemos é o crescimento da pobreza, uma vez que os governos enfrentam dificuldades com déficit fiscal negativo ou próximo a zero para arcar com as contas básicas como educação, saúde, moradia e saneamento, quiçá para despesas extras como as geradas pelos impactos da natureza.

O que se busca é uma solução que envolva conscientização, mitigação e transferência de riscos. Afinal, a empresa que não tem um plano de contingência ou seguro corre o risco de perder pontos dos analistas em suas recomendações de compra de ações. Boa parte das mais de 200 palestras do RiskWorld busca conscientizar os gestores dos riscos e mostrar os caminhos para mitigar e financiar a proteção de perdas, que vão do uso de empresas cativas ao mercado de títulos de catástrofes (ou bonds, que envolvem uma complexa operação financeira para atrair investidores em busca de uma maior rentabilidade) até o seguro paramétrico.

Executivos defendem que o seguro paramétrico tem técnicas modernas de seguros e podem ser uma solução para a transferência de riscos catastróficos. Explicam que os clientes podem adquirir a chamada cobertura “paramétrica”, que desembolsa uma determinada quantia assim que um fator pré-acordado, como a altura de um rio ou a magnitude de um terremoto, for atingido.

Algumas empresas com elevados valores em risco tem usado o seguro paramétrico para complementar apólices de instalações individuais. Alternativamente, ao combinar imagens de satélites ou drones com todas as informações sobre a instalação afetada já na sua base de dados, a seguradora pode hoje avaliar a gravidade do evento em tempo real e, no caso de um sinistro válido, pagar quase imediatamente – sem a necessidade de esperar que um avaliador de sinistros realize uma visita física, como acontecia no passado.

Os clientes mais sofisticados, por sua vez, constroem parceria de gestão de risco com a seguradora em plataformas digitais. As informações das propriedades e dos processos operacionais são inseridas na plataforma de dados de catástrofes naturais da seguradora, enriquecidas com análises, dados de muitos anos de sinistros anteriores e até mesmo conjuntos de dados de terceiros.

Os resultados são então partilhados com o cliente, geralmente sob a forma de cenários – por exemplo, testes de resistência a uma cadeia de abastecimento relativamente a uma inundação ou a uma pandemia, como também modelar o que acontece se as temperaturas foram altas ou baixas demais para uma produção de maçã ou para os animais. Quais as perdas dos produtores? Qual o risco de mercado ao não fazer a entrega para o varejo? Qual o impacto na imagem da marca e no avanço da concorrência?

Os benefícios para o cliente, na forma de uma melhor compreensão do seu perfil de risco, são evidentes. Os organismos públicos, como os governos municipais, também estão cada vez mais interessados em modelar riscos ambientais, a fim de definir políticas sensatas. Os benefícios vão além da própria aquisição do seguro, explicam os executivos das Swiss Re Corporate Solutions (SRCS), que farão palestra sobre o tema no evento RiskWorld em San Diego, Todd Cheema, vice presidente, e Andrea Baer, head de inovação da América Latina. Leia abaixo algumas os principais trechos da entrevista concedida a coluna:

Há alguma estatística global que possa compartilhar sobre a adesão ao Seguro Paramétrico?

Todd Cheema: Atualmente, existem poucos números e estatísticas específicas sobre o mercado global de seguros paramétricos que possam ser rastreados. No entanto, a nossa própria experiência no setor sugere que o mercado de seguros paramétricos vem crescendo ano após ano. Em 2017, a Swiss Re Corporate Solutions registrou 32 negócios; em 2023, aumentou para 330.

Na sua opinião, o seguro paramétrico é uma alternativa à transferência de risco tradicional no contexto do risco climático?

Todd Cheema: O cenário de risco está aumentando, desde os impactos nas cadeias de abastecimento até as alterações climáticas. Globalmente, existe uma maior conscientização sobre os impactos das catástrofes naturais e as oscilações financeiras, físicas e operacionais que podem causar, para além daqueles cobertos pelos seguros tradicionais. Com isso, os gestores de risco buscam melhores formas de avaliar e mitigar o risco representado por eventos extremos, buscando também outras formas de seguros e transferência de riscos. Para evitar perdas acentuadas não seguradas ou insuficientemente seguradas, cresceu a procura de produtos de seguros alternativos e flexíveis que possam fechar lacunas de proteção. Por esta razão, prevê-se que, globalmente, o mercado de seguros paramétricos continue a crescer significativamente.

Quais são alguns exemplos de riscos que podem ser cobertos por uma apólice de Seguro Paramétrico?

Todd Cheema: O seguro paramétrico não é exclusivo de nenhum setor específico – diversas empresas de todos os tamanhos já estão se beneficiando da compra de seguros paramétricos. O seguro paramétrico é um tipo de seguro que oferece pagamentos pré-especificados com base na intensidade do evento principal que causou a perda (como um furacão ou terremoto). A cobertura do seguro é acionada se parâmetros de evento predefinidos, como velocidades de vento relacionadas a furacões ou tremores de terra relacionados a terremotos, forem atingidos ou excedidos. Como o seguro paramétrico é agnóstico em relação ao tipo de ocupação, à qualidade da construção ou outras características específicas de ativos, outros tipos de exposição relacionados a riscos de catástrofe naturais pod em ser inseridos em uma apólice. Como resultado, indústrias e empresas de todos os tipos utilizam com sucesso os seguros paramétricos, incluindo Viagens, Varejo, Agricultura, Energias Renováveis e Construção.

Os gestores de risco ainda parecem ter muitas dúvidas sobre soluções paramétricas. Você poderia compartilhar algumas das preocupações que mais ouve?

Andrea Baer: A principal preocupação que ouvimos dos gestores de risco é se a estrutura paramétrica pagará conforme previsto para cobrir riscos não segurados ou subsegurados. Ao contrário do seguro baseado em indenização, em que o cliente recebe um pagamento com base no valor reclamado e ajustado pela perda, o seguro paramétrico cobre o pagamento após o cumprimento de parâmetros predefinidos. Para determinar os parâmetros, testamos e simulamos cenários de perdas antecipadas com base em eventos históricos e procuramos uma elevada correlação entre a exposição subjacente e as perdas reais sofridas. As coberturas de seguro paramétricos personalizadas são frequentemente utilizadas para complementar o seguro tradicional e não para substituí-lo totalmente. O benefício de pagamentos rápidos, basicamente n enhum processo de ajustamento de perdas, e a ampla cobertura fornecida são meios preferenciais de acesso ao capital quando mais urgentemente necessário, após a ocorrência de uma grande catástrofe natural.

O que a SRCS fez no Brasil para aumentar a conscientização e a compreensão do seguro paramétrico?

Andrea Baer: A Swiss Re Corporate Solutions tem um compromisso de longa data em desenvolver soluções de seguros paramétricos personalizados no Brasil e ajudar as empresas privadas e o setor público em suas abordagens de gestão de risco. Estamos em diálogo contínuo com as partes interessadas relevantes e parceiros de corretagem para divulgar o seguro paramétrico, partilhar casos de utilização e desenvolver soluções personalizadas. As inundações mais recentes desencadearam consultas por parte de clientes, que estamos analisando atualmente.

No Brasil, o seguro paramétrico é frequentemente citado no segmento do Agronegócio. Em quais outras frentes a Swiss Re está interessada em investir em paramétrica na América Latina?

Andrea Baer: Além dos seguros paramétricos adaptados ao segmento do agronegócio, a Swiss Re Corporate Solutions está muito ativa desde 2018 na América Latina e no Caribe para aumentar a conscientização sobre seguros paramétricos em relação a furacões e terremotos. Estruturamos negócios ajudando os gestores de risco a encontrarem uma solução para cobrir, por exemplo, mercadorias ao ar livre, bens naturais, locais históricos etc., para os quais não havia cobertura tradicional. A equipe de transferência de risco alternativa na América Latina é atualmente liderada por Andrea Baer, a pesquisa e o desenvolvimento contínuos e o aprimoramento do conhecimento técnico apoiado pela tecnologia e pelo conhecimento do mercado local são a base sólida para o nosso apoio contínuo na região.

Setor de seguros paga US$ 17 bi em indenizações por catástrofes no 1o. trimestre de 2024

Fonte: Business Insurance

As perdas seguradas causadas por catástrofes naturais atingiram pelo menos US$ 17 bilhões no primeiro trimestre de 2024 e ficaram ligeiramente acima da média de US$ 16 bilhões, de acordo com um relatório da Aon PLC divulgado nesta segunda-feira.

No entanto, as perdas do primeiro trimestre deste ano diminuíram 43,3% em relação aos US$ 30 bilhões em perdas seguradas sofridas no primeiro trimestre de 2023, mostraram os dados do relatório.

Tempestades severas responderam por US$ 8,7 bilhões, ou um pouco mais da metade, das perdas totais do primeiro trimestre, segundo dados do relatório. O clima de inverno ficou em segundo lugar, com US$ 3,5 bilhões, e as inundações em terceiro, com US$ 1,5 bilhão.

A maioria dos eventos de tempestades severas e clima de inverno ocorreu nos Estados Unidos e gerou a maior parte das perdas seguradas globais no primeiro trimestre, afirmou a Aon. Os eventos de tempestades severas em janeiro e março ultrapassaram a marca de US$ 1 bilhão, com US$ 2,2 bilhões e US$ 3,5 bilhões, respectivamente.

A Aon observou em seus relatórios que as estimativas de perdas podem aumentar à medida que perdas adicionais se desenvolvem a partir de eventos de catástrofes naturais, conhecidos como “loss creep”.

“Vale ressaltar que esses números estão sujeitos a alterações à medida que as estimativas de perdas de eventos individuais tendem a evoluir mesmo meses após a data de ocorrência”, afirmou o relatório. A perda total do evento Noto no Japão (foto) ainda é preliminar e espera-se que evolua, mas pode exceder a marca de US$ 1 bilhão, por exemplo.

Lucro da Chubb avança no primeiro trimestre de 2024

A Chubb Ltd. anunciou na terça-feira um aumento no lucro do primeiro trimestre, impulsionado por maiores retornos de seus investimentos e uma subscrição mais forte. Os prêmios líquidos emitidos subiram 14,1% para US$ 12,22 bilhões no primeiro trimestre, contra US$ 10,71 bilhões no mesmo período do ano anterior.

A receita líquida de investimentos pré-impostos subiu para US$ 1,39 bilhão, contra US$ 1,11 bilhão no primeiro trimestre do ano passado. O lucro operacional principal do primeiro trimestre da seguradora subiu para US$ 2,22 bilhões, ou US$ 5,41 por ação, contra US$ 1,84 bilhão, ou US$ 4,41 por ação, no mesmo período do ano anterior.

O índice combinado do ano ficou estável, excluindo perdas catastróficas, de 83,7%, em comparação com 83,4% no ano anterior. Um índice abaixo de 100% significa que a seguradora arrecadou mais em prêmios do que pagou em sinistros e despesas.

“Iniciamos o ano com um trimestre simplesmente excelente. O lucro operacional cresceu a uma taxa de dois dígitos, impulsionado pelo lucro de P&C, que aumentou mais de 15% com um índice combinado de 86%, pelo lucro de investimentos, que cresceu mais de 23%, e o lucro de seguros de vida, que avançou quase 10%. Alcançamos um crescimento da receita de prêmios de dois dígitos em todo o mundo com fortes resultados em nossos negócios de P&C, comerciais e de consumo e de seguros de vida na Ásia”, comentou Evan G. Greenberg, Presidente e CEO da Chubb Limited, em nota.

O lucro operacional e o lucro por ação aumentaram, respectivamente, mais de 20%, para US$ 2,2 bilhões, e quase 23%, para US$ 5,41. Os ganhos se beneficiaram modestamente de dois eventos não-recorrentes que se compensam parcialmente. Ajustados para estes eventos, o lucro operacional cresceu mais de 18,5%, com o lucro por ação aumentado perto de 21%, para US$ 5,33. Nossas fontes de receita foram bem equilibradas e de qualidade duradoura: lucro de P&C de US$ 1,4 bilhão, impulsionado por um forte crescimento de prêmios ganhos e ótimas margens de subscrição; lucro líquido de investimento ajustado próximo de US$ 1,5 bilhão e lucro no segmento de vida de US$ 268 milhões.

O total de prêmios retidos da companhia aumentou mais de 14% no trimestre, com P&C crescendo 12,5% e Seguros de Vida mais de 26%. Os prêmios globais de P&C, excluindo Agricultura, cresceram 13,3%, com linhas comerciais subindo mais de 11% e as linhas ao consumidor avançando 19,3%. Os prêmios na América do Norte aumentaram mais de 10%, enquanto em nossas operações internacionais em P&C, os prêmios na Ásia, América Latina e Europa cresceram 34,7%, 17,5% e 12,3%, respectivamente. Os prêmios e contribuições de Seguros de Vida avançaram mais de 39%, impulsionados, novamente, por nossos negócios na Ásia.

O crescimento na América do Norte foi consequência de um avanço de 12,3% em seguros pessoais, um resultado notável para a nossa operação de Personal Risk Services, e de cerca de 9,5% nos seguros comerciais, com as linhas de P&C crescendo 13% e linhas financeiras cerca de 7,5%. Um volume recorde de novos negócios, de US$ 1,2 bilhão, e uma expressiva taxa de renovação de apólices, de 84,7%, somam-se ao excelente resultado de nossa divisão da América do Norte e refletem o tom favorável do mercado e nossa capacidade operacional.

O ambiente de subscrição de P&C na América do Norte como um todo é bastante favorável, exceto pelas linhas financeiras, com os preços superando os custos de sinistros, que permaneceram estáveis. Desde nossos maiores clientes, operações de médio mercado até produtos para pequenas empresas e seguros pessoais, e impulsionado tanto pelos seguros de propriedade quanto os de responsabilidade civil, vimos as melhores taxas e preços, de forma geral, dos últimos quatro a cinco trimestres. Também foi um dos melhores trimestres para as taxas e preços de RC em grandes contas.

“Em nossas operações internacionais, tanto nossos negócios de consumo quanto as linhas comerciais tiveram um bom desempenho no trimestre. A Ásia foi o destaque, com os prêmios de seguros de consumo crescendo 46% e os prêmios das linhas comerciais avançando 23%, apoiados pelo impacto da integração da Huatai na China. Os preços de linhas comerciais de P&C em nossos negócios internacionais foram favoráveis e nossa carteira está bem precificada”, ressaltou.

“Em suma, tivemos um início de ano muito forte. Olhando para frente, estamos confiantes em nossa capacidade de continuar aumentando os lucros operacionais em ritmo acelerado por meio do crescimento de receitas de P&C e margens de subscrição, resultados de investimentos e de seguros de vida.”

Mapfre é a nova patrocinadora oficial da CONMEBOL Libertadores 

mapfre

Fonte: Mapfre

A Mapfre e CONMEBOL (Confederação Sul-Americana de Futebol) anunciam hoje (29/04) o acordo de patrocínio em que a maior seguradora multinacional da América Latina estará presente na maior competição de clubes do continente.

O acordo, que começa em maio de 2024 e se estende até dezembro de 2026, inclui o patrocínio da CONMEBOL Libertadores, e consiste em ativações e promoções da marca em todas as partidas da competição em todos os países em que o torneio é realizado.

“Trabalhamos para cuidar do que é importante para nossos milhões de clientes, e na América Latina poucas coisas importam mais do que o futebol, um esporte que promove valores como esforço, trabalho em equipe, igualdade, inclusão, autoestima e respeito. É por isso que decidimos dar este passo de patrocinar a competição de clubes da CONMEBOL para ajudar a promover o esporte em um continente unido por uma paixão”, disse Antonio Huertas, presidente da Mapfre. “Queremos estar ao lado dos fãs e oferecer experiências valiosas e únicas, construindo uma conexão emocional com o público a longo prazo”, acrescentou.

“Estamos muito orgulhosos de assinar este acordo com a Mapfre patrocinadora da CONMEBOL Libertadores, o torneio de maior prestígio da América do Sul. Na CONMEBOL queremos que cada competição se conecte com o torcedor, aumentando sua paixão e criando momentos e experiências únicas”, comentou Alejandro Domínguez, Presidente da CONMEBOL.

Com este acordo, a seguradora terá visibilidade nos estádios onde serão disputadas as partidas. No campo de jogo, conferência de imprensa, zona mista e entrevistas. Também haverá ativações nos estádios, nas Fan Zones e nos espaços de hospitalidade. O patrocínio também permite atividades com jogadores que marcaram época na competição e embaixadores da CONMEBOL.