Lean Institute Brasil cria hub para atender setor de seguros

Augusto Fonseca Instituo Lean

O Lean Institute Brasil (LIB), com mais de duas décadas de atuação no Brasil, tem se destacado ao oferecer soluções para transformar a gestão no setor de seguros. Sob a liderança de Augusto Fonseca, que acumula oito anos de experiência no Instituto e passagens por empresas como Zurich, MAG e SulAmérica, a metodologia Lean tem sido aplicada para solucionar problemas, agilizar processos e conectar as estratégias empresariais à experiência do cliente.

Fonseca enfatiza a necessidade de evolução na gestão tática das seguradoras, destacando três pilares principais do Lean: criar sistemas que conectem o cliente à estratégia da empresa, evitando soluções paliativas. “Atrasos no pagamento de comissões podem ser reflexo de uma goteira que precisa ser consertada, não de algo que se resolve apenas colocando baldes”, exemplifica.

Além disso, programas de treinamento estruturados em até nove meses capacitam equipes para entender problemas e implementar soluções alinhadas à estratégia da empresa. Por fim, ele destaca a importância de garantir que os colaboradores estejam preparados para atender às expectativas dos clientes, especialmente em cenários de crise.

Lucia zurich seguros

A Zurich Seguros, cliente do Lean, é um exemplo de sucesso na aplicação dessa metodologia. Segundo Lucía Sarraceno, diretora de Marketing e Clientes, o programa Zurich Lean Experience visa capacitar colaboradores para liderar melhorias nos processos com mais protagonismo. “Lean só se aprende fazendo. As competências são desenvolvidas por meio de aplicações piloto, combinando treinamento e ação, que geram resultados imediatos e criam referências para toda a empresa”, explica.

Desde 2021, o programa implementou mais de 450 melhorias, reduziu cerca de 4 mil horas de trabalho em diferentes diretorias e encurtou 872 dias nos prazos de demandas de clientes, parceiros e colaboradores. Além disso, as palestras realizadas em parceria com o instituto impactaram 85% dos colaboradores, com uma avaliação NPS de 95%.

Lucía também destacou o impacto da metodologia Lean na experiência de trabalho dos colaboradores. “O engajamento voluntário e massivo dos nossos agentes, trazendo ideias, energia e comprometimento, mostra que a cultura Lean é feita de pessoas para pessoas”, afirmou. Até agora, o programa certificou cerca de 140 colaboradores, reforçando a eficiência em diversas áreas da empresa.

MAG Seguros aposta em metodologia Lean para aprimorar eficiência e qualidade operacional

A MAG Seguros firmou uma parceria estratégica com o Lean Institute para implementar a filosofia Lean em seus processos internos, com o objetivo de melhorar continuamente a eficiência, a qualidade e a agilidade no atendimento a clientes e parceiros de distribuição. “A filosofia Lean nos permite identificar e eliminar desperdícios, otimizando recursos e agregando valor em todas as etapas de nossa operação. Além disso, essa iniciativa reflete nosso compromisso com a inovação e a excelência operacional”, informou Rafael Rosas, superintendente de produtos digitais da MAG Seguros.

Desde o início do trabalho com o método Lean, em julho de 2023, a MAG Seguros já percebe avanços significativos em seus processos internos. De acordo com a seguradora, as soluções digitais e os serviços de integração via API tornaram-se um diferencial competitivo, garantindo alta disponibilidade e qualidade no atendimento aos parceiros de distribuição.

“Foram realizadas ações importantes, como a introdução de reuniões de Gerenciamento Diário (GD), nas quais analisamos indicadores em desvio e buscamos solucionar os problemas de forma sistemática e na raiz. Isso resultou, por exemplo, na redução do tempo para pagamento de sinistros e na desobstrução das esteiras de análises”, informou Marco Antônio Giorgetti, diretor de operações da MAG Seguros.

A empresa também destacou que conseguiu reduzir para um dia o tempo entre o recebimento, análise e implantação de propostas, além de aumentar a precisão no pagamento de comissões e ajustar controles de emissão de prêmios individuais e grupais. “Algo muito relevante foi estabelecer ainda mais o acompanhamento por indicadores, sempre buscando a solução completa dos problemas, ao invés de ações paliativas que geram custos adicionais no longo prazo”, explicou Giorgetti.

A metodologia Lean também trouxe impactos positivos no engajamento dos colaboradores da MAG Seguros. A seguradora apontou que as práticas adotadas fortaleceram o comprometimento das equipes com a gestão, uma vez que os profissionais passaram a participar ativamente na identificação de melhorias e resolução de problemas.

“Ao perceberem que suas contribuições têm impacto direto nos resultados, o engajamento aumenta, criando um ambiente colaborativo e orientado para a excelência”, concluiu Rosas.

Evento

O Lean Summit 2025, organizado pelo Instituto Lean, será realizado em agosto no Anhembi, com a expectativa de reunir mais de 1,5 mil pessoas. O evento promete fomentar a troca de experiências e apresentar cases de sucesso, consolidando o Lean como uma ferramenta essencial para a transformação da gestão no setor de seguros.

Porto negocia sócio para operação de saúde

porto seguros seguradora

Fonte: Valor

O grupo Porto está negociando a entrada de um sócio minoritário para sua operação de saúde, apurou o Pipeline. As conversas têm sido principalmente com fundos de private equity e fundos de pensão, diretamente com a holding e também com assessoria do banco Santander, de acordo com três fontes. A companhia quer ao menos R$ 1 bilhão por uma fatia da Porto Saúde, número que pode aumentar conforme o percentual final.

O BTG projeta lucro líquido de R$ 350 milhões a R$ 400 milhões para a vertical neste ano, com um aumento de receita de 30% em 2025, que levaria o resultado a R$ 450 milhões – cerca de 15% do lucro total da Porto. Procurados, a Porto e o Santander não comentaram.

Leia a matéria completa no Pipeline, do Valor Econômico

Seguro para médicos cobre danos à reputação em redes sociais e suporte para processos na justiça criminal 

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Fonte: Mapfre

O aumento da judicialização na relação médico-paciente e a exposição cada vez maior de profissionais da saúde nas redes sociais têm gerado desafios que vão além da prática clínica. De olho nesse cenário, a MAPFRE, companhia global do mercado segurador e financeiro, ampliou o seu seguro de responsabilidade civil profissional, trazendo novas coberturas que oferecem uma proteção mais completa e direcionada para as demandas atuais de quem trabalha no ramo da saúde.

Entre os destaques da nova versão do produto estão a cobertura para danos à imagem e reputação, que inclui o impacto da viralização de postagens negativas nas redes sociais, que podem afetar diretamente a carreira e a confiança dos pacientes no profissional. Nesses casos, a MAPFRE oferece amparo no pagamento de despesas jurídicas, de publicidade e de relações públicas para mitigar esse tipo de prejuízo, protegendo a imagem do segurado.
 

“O impacto de uma postagem negativa, mesmo que infundada, pode ser devastador para a carreira de um profissional. Nosso objetivo é proteger o patrimônio e tranquilidade do segurado, garantindo o pagamento das despesas que ele tiver para a recuperação de sua imagem”, afirma a superintendente de seguros massificados da MAPFRE, Andrea Nogueira. “O dia a dia dos profissionais de saúde envolve riscos que vão muito além do consultório ou da sala de cirurgia. Por isso, remodelamos o nosso seguro para elevar o grau de proteção tanto para questões técnicas quanto para impactos na reputação ou situações judiciais”, explica a executiva. 

Além disso, o seguro passa a oferecer suporte em ações criminais, e não apenas cíveis, administrativas e éticas, e a possibilidade de indenizar herdeiros do segurado, garantindo que custos e processos não recaiam sobre a família, em caso de falecimento do profissional. Há ainda a indenização por ‘perda de uma chance’, que abrange situações em que o paciente alega ter sido impossibilitado de realizar algo no futuro devido a um erro médico e cobertura para os ‘lucros cessantes do paciente’, quando este foi impedido de realizar algo que lhe traria ganho financeiro ou deixado de receber algum valor, por danos relacionados à reclamação. 

A iniciativa de reformulação do produto surge em um momento de transformação no cenário da saúde no Brasil. Atualmente, o país possui quase 576 mil profissionais médicos ativos, segundo o Conselho Federal de Medicina (CFM), e uma média de 35 mil novos formados por ano. 

Outro diferencial da nova versão do produto é a extensão das coberturas para o CNPJ que o profissional possua para a emissão de notas ou como parte na sociedade de um consultório ou clínica, o que é uma prática recorrente no mercado médico, permitindo que ele se proteja também no caso de ação contra a sua pessoa jurídica.

Na MAPFRE, os médicos podem contratar o seguro sem a necessidade do Registro de Qualificação de Especialista (RQE), exigido para o reconhecimento das especialidades pelo conselho de classe. Em caso de sinistro, são obrigatórios, além dos documentos habituais, apenas, o título de especialista e a carteira do conselho regional de medicina, dispensando a apresentação do RQE. Chefes de equipe, Preceptores, diretores técnicos e clínicos também contam com opções específicas de cobertura mediante inclusão no contrato. 

Além das novidades, o seguro mantém coberturas já consolidadas, como danos corporais, materiais, estéticos e morais, além de falhas causadas por receitas médicas ilegíveis, remoção de pacientes, telemedicina, atendimento domiciliar e o “Ato do Bom Samaritano”, que resguarda o profissional em procedimentos de emergência realizados para salvar vidas, mesmo que estejam fora de sua especialidade.

“A judicialização da medicina é um reflexo do maior acesso à informação por parte dos pacientes, mas também evidencia os riscos inerentes à profissão e é altamente recomendado para as pessoas deste ramo”, conclui a executiva da MAPFRE.

FenaCap responde: conheça cinco questões frequentes em relação aos títulos, como sorteios e resgates

Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 2025 – A Capitalização é uma ferramenta de disciplina financeira com o aspecto lúdico dos sorteios que está em operação no país há 95 anos, presente em todas as regiões. Apesar de os títulos serem muito populares, com soluções diferenciadas para pessoas físicas e empresas, eventualmente surge alguma dúvida em relação aos produtos e suas modalidades. 

Para esclarecer a população e demonstrar como é fácil e seguro adquirir um título, a Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), entidade do setor que reúne 15 empresas de Capitalização associadas, respondeu a cinco perguntas mais frequentes. Importante propulsor para a economia do país, de janeiro a outubro de 2024, o segmento destinou à sociedade quase R$ 22 bilhões em sorteios e resgates, recursos que movimentam a economia brasileira e podem ser usados como complemento à renda por famílias e empresas. 

Confira as respostas para cinco dúvidas mais comuns sobre o mercado de Capitalização

1) Quais são as opções de Títulos de Capitalização disponíveis?

Os Títulos de Capitalização estão organizados em seis modalidades, ofertadas no mercado a pessoas físicas e jurídicas. São elas: Tradicional (permite acumular reservas por meio de pagamentos mensais ou únicos); Instrumento de Garantia (usada na garantia para contratos de qualquer natureza, incluindo empréstimos e aluguel de imóveis); Filantropia Premiável (neste caso, o consumidor concorre a prêmios, mas cede o direito de resgate da sua reserva para uma instituição filantrópica previamente credenciada pelas empresas de Capitalização); Popular (propicia a participação do titular em sorteios, com devolução de parte dos valores pagos); Incentivo (solução sob medida para empresas de diversos segmentos, que permite atrair, conquistar ou fidelizar clientes em ações promocionais) e Compra Programada (acumulação mensal vinculada à aquisição de bens duráveis com sorteio de prêmios). 

2) Os Títulos de Capitalização podem ser considerados um investimento?

O Título de Capitalização não é um investimento. É uma ferramenta de disciplina financeira, pois permite que uma pessoa guarde dinheiro, de forma planejada, para a realização de algum plano. Pode ser a organização de uma festa, uma viagem ou uma obra em casa. E o grande atrativo é que, ao mesmo tempo em que acumula recursos, o cliente ainda concorre a sorteio de prêmios pagos em dinheiro.

3) Como funcionam os resgates da Capitalização?

Os Títulos de Capitalização permitem o resgate antecipado ou ao final do prazo de vigência. Nos títulos da modalidade Tradicional, o consumidor recebe 100% do dinheiro guardado, com atualização pela TR, ao fim da vigência, desde que tenha cumprido todos os prazos estabelecidos em contrato. Nos títulos da modalidade Popular, o consumidor resgata no mínimo 50% da reserva acumulada também ao fim da vigência. No caso de Filantropia Premiável, o cliente cede o direito de resgate para uma entidade beneficente. Por fim, no Instrumento de Garantia, o resgate no fim do período pode ser de até 100% do valor pago inicialmente. 

 4) O que ocorre se o cliente resgatar o título antecipadamente, antes do fim da vigência?

O resgate antecipado caracteriza-se por um rompimento de contrato. Portanto, o cliente resgatará valor menor do que o acumulado e deixará de concorrer a prêmios. O montante a ser recebido dependerá das Condições Gerais do produto adquirido. É importante analisar os prazos de vigência (período durante o qual o consumidor efetuará pagamentos) para verificar se ele é o mais indicado à necessidade do cliente.

5)  O que as modalidades de Títulos de Capitalização têm em comum?

Os sorteios. Todos os participantes de uma mesma série de títulos têm as mesmas chances de ganhar. Valores e periodicidade das premiações variam de acordo com o Título de Capitalização adquirido.  Por exemplo, se a série tem 100 mil títulos, a chance de ganhar é uma em 100 mil. Mas, como os títulos de capitalização, em geral, têm sorteios programados ao longo de toda a vigência, essas chances se multiplicam. Há produtos com sorteios semanais, mensais, semestrais e até anuais.

Gustavo Zobaran é o novo Conselheiro da Habilitar.me

Por Karem Soares

A Habilitar.me anuncia Gustavo Zobaran como novo Conselheiro, sendo responsável por ampliar os serviços da empresa no mercado segurador. Com uma carreira consolidada com mais de 20 anos de experiência, o executivo possui passagens por grandes empresas do setor de seguros, como Youse, Caixa Seguradora, Porto e Ciclic. 

O executivo, junto com Varley Silva e Paulo Moraes e Kairon Velozo, fundadores da Zapay, recentemente adquirida pela Sem Parar, se uniram para desenvolver um produto voltado para transformar a forma como os condutores gerenciam suas CNHs. A proposta é criar uma solução inédita, com distribuição apoiada por parcerias estratégicas com empresas de seguro, transporte e outros segmentos relacionados. 

“Estou empolgado em apoiar a startup Habilitar.me, trabalhando numa solução que tem tudo a ver com o mercado segurador e fazer a conexão com as empresas do setor. Vamos impulsionar o crescimento e entregar um serviço personalizado para as empresas que atuam no segmento “, explicou Zobaran. 

Zobaran é autor do livro Hackeando o Modus Operandi, executivo e consultor, destacando-se na inovação e estratégia digital, como especialista em impulsionar o crescimento e a transformação em diversas empresas. Liderou projetos transformadores e construiu marcas de destaque, como a Youse. Na Porto, impulsionou a área de growth e transformação digital. Atualmente, possui e ZN Negócios, é CMO as a Service do Grupo Kakau. Suas competências abrangem e-commerce, design organizacional, relações públicas, comercial, gestão executiva, branding, marketing e comunicação.

CNseg, Fenseg e SEPPI iniciam os trabalhos para parcerias em projetos de infraestrutura

Fonte: CNseg

A CNseg e a Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg) em conjunto com a Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos da Casa Civil da Presidência (SEPPI) deram início, nesta sexta-feira (24), às ações que vão nortear os trabalhos de equipes que atuarão no acordo assinado, no ano passado, que deve aprimorar o arranjo de estruturas de seguros junto a projetos do governo federal. 

O acordo firmado entre CNseg e SEPPI no ano passado tem como objetivo a cooperação interinstitucional para produção de um diagnóstico dos produtos de seguros para Concessões e Parcerias Públicos Privadas (PPPs), já existentes no Brasil, e aplicar melhores práticas já implementadas. Além disso, o protocolo assinado prevê propostas de promoção de novos produtos de seguros, mais aderentes às particularidades de concessões e PPPs, além de estratégias de capacitação para melhor uso do contrato de seguro em licitações e políticas governamentais.

Durante apresentação do cronograma de trabalho, cuja execução vai envolver diversas áreas temáticas do setor segurador e do setor público, o diretor executivo da Fenseg, Danilo Silveira, destacou a possibilidade de participação de vários atores para a otimização de vários produtos a serem propostos e que poderão aprimorar e viabilizar políticas públicas aplicando o produto mais adequado de seguro. 

“Nós teremos aqui, durante os trabalhos, várias modalidades de seguros envolvidas. Então, queria, em especial, agradecer o interesse das comissões que estão presentes, pois o tema do seguro que é muito amplo, vai poder colaborar em vários projetos”, afirmou

O Secretário Adjunto de Infraestrutura Social e Urbana da SEPPI, Manoel Renato Filho, reafirmou a importância e compromisso do setor com o desenvolvimento da infraestrutura do país. Para ele, a parceria que se inicia deve aprimorar e garantir efetividade, nos mais diversos empreendimentos, pelo setor público. 

Para a superintendente de relacionamento com o Executivo da CNseg, Laíne Meira, a parceria com o governo federal neste protocolo destaca os esforços institucionais do setor segurador para integrar e promover ações de colaboração mútua, desenvolvendo interesses em comum entre setor produtivo e União.

“Esse termo de cooperação que se inicia deve auxiliar na utilização dos seguros em diversas ações públicas, com os vários representantes temáticos do setor e vai possibilitar, o desenvolvimento de produtos novos para atender as demandas do governo. Estamos muito felizes que esse acordo avançou e iniciamos o projeto”, destacou

Participaram ainda do encontro, representantes de seguradoras, integrantes das comissões temáticas da Fenseg, e consultores da área de soluções e projetos para a indústria do seguro.

Parceria

A formalização do projeto é um pontapé da parceria para projetos de infraestrutura, que foi realizada em setembro de 2024. O protocolo de intenções entre a CNseg e a SEPPI se deu no âmbito do aprimoramento das estruturas de seguros para viabilização de projetos de infraestrutura para todo o país. 

A SEPPI identificou a necessidade de uma avaliação abrangente sobre a aplicação de seguros em Contratos de Concessões e PPPs, à luz das recentes mudanças legislativas trazidas pela Lei nº 14.133/2021, que alterou, dentre outros, os percentuais de aplicação do seguro-garantia. As ações e eventos relacionados à parceria institucional têm previsão de duração de até cinco anos.

Zurich Seguros apoia projeto de tênis a crianças e adolescentes de BH

O uso do tênis como ferramenta de inclusão social pelo Instituto Próxima Geração (IPG) sobe mais um degrau neste começo de 2025. No dia 23 de janeiro, a entidade sem fins lucrativos inaugura oficialmente sua quinta unidade, agora na região metropolitana de Belo Horizonte, com o apoio da Zurich Seguros. Nesta primeira etapa, o programa, nomeado “Próximos Campeões”, atenderá a cerca de 100 crianças e adolescentes estudantes da rede pública da capital mineira. 

As aulas de tênis serão ministradas no bairro Riacho das Pedras, sob a coordenação de Gilberto Cardoso da Silva. “Todos os participantes das aulas terão equipamento, uniforme e reforço alimentar gratuitos e serão acompanhados por assistente social, nutricionista e preparador físico, somados a serviços odontológico e psicológico, além de participar de cursos profissionalizantes, como o de encordoar raquetes ou de arbitragem”, explica o coordenador nacional do IPG, Douglas Santana.   

“A meta é influir na melhoria da qualidade de vida dos alunos participantes e estimular autoestima, integração social e saúde”, enfatiza o fundador do IPG, Mauro Menezes. “Temos também o compromisso de supervisionar o desempenho escolar de cada criança, já que não abrimos mão do papel da educação. A meta é o desenvolvimento integral do aluno”. 

As inscrições para o programa “Próximos Campeões” ainda estão abertas para estudantes regularmente matriculados em escolas públicas, entre 6 e 18 anos. As aulas acontecerão de segunda a quinta, em turnos que vão das 8 às 15h30. Os interessados devem entrar em contato a partir do telefone ou WhatsApp: (31) 99496-3084. 

Trajetória e chegada a Belo Horizonte 

O Instituto Próxima Geração nasceu do sonho do ex-profissional e agora treinador e empresário Mauro Menezes, que teve grande passagem pelo tênis profissional e depois seguiu carreira como treinador e gerente de programas para clubes e academias. Segundo Menezes, o IPG é fruto do desejo de devolver à sociedade todas as oportunidades que teve em sua grande carreira como tenista.  

Em 2018, o Instituto abriu a unidade de São Paulo, que ao longo dos anos atingiu mais de mil crianças. “São Paulo nos deu experiência e gabarito para iniciar o processo de expansão”, conta Menezes. “Nos últimos três anos, o IPG já inaugurou sedes em Recife, Salvador, Monte Mor e agora Belo Horizonte”. 

A chegada do projeto à sede mineira foi possível graças ao apoio da Zurich Seguros, empresa que também está patrocinando a edição de 2025 do Rio Open, maior torneio de tênis da América do Sul. O projeto “Próximos Campeões” vai ao encontro da estratégia da companhia de apoiar jovens atletas e ter o esporte como uma ferramenta para construir um futuro melhor, que é o propósito da seguradora. 

“Apoiar o programa e ajudar o IPG a expandir suas atividades para a capital mineira é uma forma de deixarmos um legado para a cidade que é o berço das nossas raízes no país e que segue sendo muito relevante em nossos negócios”, afirma Nathalia Abreu, gerente de Sustentabilidade da seguradora. “Além disso, o projeto está totalmente em linha com nosso objetivo de apoiar a transformação social através do esporte e com nossa estratégia de sustentabilidade, que visa ampliar o impacto positivo nas comunidades em que atuamos, especialmente a partir do desenvolvimento integral de crianças e jovens”, finaliza. 

Clube de Vantagens Bradesco Seguros oferece descontos exclusivos para corretores e clientes

O Grupo Bradesco Seguros disponibiliza plataforma exclusiva de descontos, ofertas e cashbacks, com opções em mais de 600 lojas físicas e on-line. No Clube de Vantagens Bradesco Seguros é possível economizar e aproveitar momentos de lazer com benefícios que incluem cinema, teatro, viagens, restaurantes entre outros serviços.

Para acessar as ofertas, basta ser cliente ou corretor do Grupo Bradesco Seguros e possuir algum dos produtos da empresa, como Previdência, Vida, Auto, Residencial, Saúde, Dental e Capitalização. O diferencial está na facilidade: não é necessário acumular pontos ou pagar taxas adicionais. O acesso é simples e rápido basta realizar o cadastro no site.

“Nosso objetivo é ir além da segurança e proteção, proporcionando vantagens que agreguem valor ao dia a dia de nossos clientes e corretores”, destaca Alexandre Nogueira, Diretor de Marketing do Grupo Segurador.

Vila Velha lança solução estratégica para corretoras de seguros

A Vila Velha Corretora de Seguros, uma das mais tradicionais empresas do segmento no Brasil, apresentou uma nova solução estratégica voltada para corretoras de seguros que enfrentam desafios relacionados à sucessão empresarial ou cujo gestor busca reduzir o ritmo de trabalho. O serviço oferece a gestão completa da carteira de seguros da corretora, abrangendo tanto renovações quanto novos contratos, e mantém a identidade da corretora contratante em sinergia com a marca Vila Velha, garantindo a continuidade do relacionamento com os clientes.

“Nossa missão é oferecer oportunidades que favoreçam a continuidade dos negócios e a segurança financeira de nossos parceiros”, afirma William M. Alzani, diretor da Vila Velha, em nota. Segundo Alzani, o modelo proposto permite que as corretoras interessadas recebam 1/3 das comissões geradas pelas vendas intermediadas pela Vila Velha de forma vitalícia. A empresa também assume integralmente os custos administrativos da operação, proporcionando ao titular da corretora mais liberdade para focar em projetos pessoais ou familiares.

Outra vantagem destacada é a possibilidade de compra da carteira em caso de falecimento do titular. Nesse caso, os beneficiários legais têm a opção de vender a carteira para a Vila Velha por um valor equivalente aos últimos 12 faturamentos pagos à corretora. “Esse modelo assegura tranquilidade para os beneficiários em momentos delicados, com uma negociação simples e justa”, explica Alzani.

Atualmente, a Vila Velha possui nove corretoras operando sob este modelo de parceria e, para este ano, a expectativa é dobrar esse número. “Esperamos pelo menos dobrar a carteira, visto que podemos atender em qualquer lugar do Brasil”, comenta o executivo.

Alzani revela que não houve um mapeamento específico sobre o potencial do mercado e admite não ter uma estimativa exata do número de corretores que podem ser atraídos para o modelo. Ele também destaca que a proposta abrange todos os ramos de seguros, com exceção de saúde e vida.

O executivo reforça que o serviço pode ser interrompido a qualquer momento caso o titular da corretora decida encerrar a parceria. Nesse caso, a carteira é integralmente devolvida ao corretor. “Nosso objetivo é oferecer soluções que simplifiquem a gestão, garantam segurança financeira e mantenham a transparência com os parceiros”, conclui Alzani.

Com essa nova solução, a Vila Velha Corretora de Seguros reafirma seu compromisso com a inovação e o apoio ao mercado de seguros, oferecendo alternativas robustas para corretoras de todo o Brasil.

MAG Finanças é autorizada a operar como participante direto do Pix

A MAG Finanças, fintech do Grupo MAG, conquistou a autorização do Banco Central para operar como participante direto do Pix, sistema instantâneo de pagamentos operado pela autoridade monetária. Com a decisão, somada à implementação da integração com o Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), a empresa consolida seu compromisso com a inovação e eficiência no mercado financeiro, eliminando a necessidade de intermediários e avançando significativamente em sua infraestrutura tecnológica e operacional.

“A autorização para atuar como participante direto do Pix é um marco estratégico para a MAG Finanças. Estamos cada vez mais preparados para oferecer soluções robustas, seguras e acessíveis aos nossos clientes e parceiros, consolidando a posição de destaque do Grupo MAG no setor financeiro”, destaca Marcos Diniz, diretor da MAG Finanças.

Entre os benefícios com a operação direta no Pix e no SPB, estão a redução de custos, maior segurança e a escalabilidade. Ao evitar taxas de instituições intermediárias, a fintech ganha maior competitividade e eficiência e reduz pontos de vulnerabilidade nas transações, fortalecendo a proteção contra fraudes e garantindo maior confiabilidade. Com a mudança na operação, a MAG Finanças pode processar um maior volume de transações com eficiência e rapidez, acompanhando o crescimento da base de clientes e a demanda do mercado.

Próximos passos

Seguindo seu plano de expansão e modernização, a MAG Finanças já trabalha no desenvolvimento do Pix Automático, nova funcionalidade que será lançada pelo Banco Central em junho de 2025. Com o Pix Automático, a fintech espera aprimorar ainda mais a experiência de seus clientes e parceiros, otimizando a gestão de pagamentos recorrentes, como pagamentos de prêmio de seguros, assinaturas, faturas e outros compromissos financeiros. A funcionalidade promete contribuir significativamente para o fortalecimento das operações do Grupo MAG e para a expansão de seus serviços no mercado.