Alper Seguros expande para o Centro-Oeste com aquisição da Reolon

A Alper Seguros anuncia a aquisição da Reolon, corretora especializada em seguros para o agronegócio com sede em Lucas do Rio Verde (MT). Esta operação marca a primeira aquisição da companhia na região Centro-Oeste, a quinta na unidade de Agro e a terceira aquisição do ano, reforçando seu plano de expansão geográfica e consolidação de mercado anunciado para 2025.
 

Fundada em 1997, a Reolon construiu sólida reputação no mercado mato-grossense, destacando-se pelo atendimento especializado ao setor agropecuário. Com forte presença no maior estado produtor agropecuário do país, a corretora administra mais de R$ 76 milhões em prêmios e atende importantes clientes do agronegócio na região.
 

“Esta aquisição representa um passo estratégico em nossa expansão para o Centro-Oeste, região fundamental para o agronegócio brasileiro. A Reolon nos traz não apenas uma carteira de clientes consolidada, mas uma expertise reconhecida em um setor fundamental para a Alper”, afirma André Lins, vice-presidente de Agro da Alper Seguros.
 

Com a integração, Felipe Reolon, atual CEO da corretora e responsável pela área comercial e de operações desde 2015, assumirá a posição de diretor da nova filial da Alper em Lucas do Rio Verde, que se tornará o 28ª escritório da Alper no país.
 

“A chegada da Reolon fortalece nossa unidade de Agro e amplia nossa capacidade de oferecer soluções especializadas em um dos setores mais importantes da economia brasileira. Esta aquisição combina expertise local com a força de uma estrutura nacional, permitindo entregar um atendimento ainda mais completo aos nossos clientes”, complementa Lins.
 

A CFI (Corporate Finance International), que assessorou a Reolon na transação, comenta: “A aquisição da Reolon pela Alper demonstra a força da tese de consolidação da Alper no setor de seguros especializados, em especial no agro. Trata-se de uma combinação estratégica entre uma empresa regional sólida e um grupo em plena expansão. Para a CFI, é uma satisfação contribuir com nossa especialidade no setor para viabilizar movimentos como esse”.
 

A Alper Seguros mantém sua estratégia agressiva de crescimento, com planos de investir cerca de R$ 400 milhões em aquisições durante 2025, o que representa a consolidação de 5 a 8 empresas. A companhia possui um time focado em acompanhar a movimentação do mercado securitário visando oportunidades de novos M&A’s, seguindo o mesmo ritmo de expansão demonstrado em 2024. Essa já é a 3ª aquisição em 2025.
 

Desde o início do ano, a Alper realizou a consolidação de duas corretoras especializadas em Benefícios. A primeira foi a Ducais, com sede em Belo Horizonte (MG); e a segunda foi a Humani, corretora focada em pequenas e médias empresas (PME), sediada em Osasco, na Grande São Paulo.

NETA Auto faz parceria com Europ Assistance para atendimento dos carros híbridos e elétricos no Brasil

A NETA Auto, que chegou ao país com o objetivo de popularizar o EV (veículo elétrico) smart mundo afora, fechou parceria com a Europ Assistance para a execução de seu serviço de Atendimento ao Consumidor.

A NETA Auto passa a contar com a expertise de mercado e o atendimento de qualidade e excelência da Europ Assistance em seus canais de suporte de vendas e SAC para dúvidas e informações dos modelos AYA e X. Os clientes atuais ou potenciais da empresa poderão esclarecer questões, solucionar problemas, registrar solicitações e receber informações sobre produtos e serviços, incluindo usabilidade e eventuais problemas o veículo.

“O segmento de veículos elétricos e híbridos está em ascensão e prevê um aumento na busca por empresas especializadas pelos próximos anos. Hoje, prestadores de serviços devem estar preparados para fazer o atendimento dos modelos de carros elétricos e híbridos que estão no Brasil e os que ainda estão por vir. Pensando nisso, a Europ Assistance Brasil capacitou toda a sua Equipe para atender os carros que possuem esse tipo de tecnologia”, conta Rita Graziano, Gerente de Novos Negócios da Europ Assistance.

“Temos muito orgulho da parceria com a NETA Auto, uma vez que está em sinergia com as nossas políticas de ESG e acreditamos muito no desenvolvimento de energias limpas. Os carros elétricos representam o futuro da mobilidade urbana, rumo a um planeta mais sustentável”, completa Rita.

O potencial deste mercado é enorme. Em 2022, a NETA Auto liderou as tabelas de vendas entre as startups de EV. Em 2023, os preços de veículos únicos aumentaram 35% e as exportações cresceram 360%. De janeiro a maio de 2024, o volume de vendas foi de aproximadamente 42 mil veículos, ocupando o sexto lugar em termos de volume de vendas. Desde seu lançamento em 2017, até o final de 2024, a empresa alcançou 420 mil vendas globais.

O atendimento será realizado através do telefone 0800 770 1454, com o intuito de manter um relacionamento positivo com os consumidores finais e direcionando as solicitações para o cliente interno NETA.

Porto Bank apresenta novos benefícios para corretores 

Marcos Loução Porto Bank

Fonte: Porto Bank

O Porto Bank anuncia o lançamento de um pacote de benefícios para corretores, reforçando seu compromisso em oferecer soluções financeiras diferenciadas e vantajosas para seus parceiros. A novidade traz melhorias em produtos que já possuíam benefícios e apresenta novas condições exclusivas no mercado. A iniciativa também visa conscientizar sobre a importância da educação financeira. 

Com esse novo pacote, o Porto Bank passa a oferecer condições diferenciadas em produtos como conta digital, cartões de crédito, capital de giro, financiamento de veículos, título de capitalização, fiança tradicional e consórcio. As vantagens incluem taxas reduzidas, cashback, descontos exclusivos, parcelamentos flexíveis e isenção de anuidade em determinadas modalidades. 

Segundo Marcos Loução, CEO do Porto Bank, essa iniciativa reforça a proximidade do banco com seus parceiros. “Agradecemos aos corretores pelo engajamento e confiança no Porto Bank. É essa parceria que nos tornou, de fato, o banco do corretor. Ficamos muito felizes em ver como nossa proposta de valor tem sido bem recebida e como, juntos, seguimos fortalecendo esse relacionamento. Nossa grande fortaleza é oferecer produtos financeiros que realmente fazem a diferença no dia a dia dos corretores e de seus clientes.” 

Benefícios exclusivos 

A partir de agora, os corretores têm acesso ao Cartão de Crédito Porto Bank com anuidade grátis para Gold e Platinum sem gasto mínimo e para Mastercard Black e Visa Infinite mediante gasto mínimo de R$ 2 mil por mês, somando os gastos em caso de mais de 1 cartão. Contam ainda com taxas diferenciadas para parcelamento e rotativo, tornando o uso do cartão ainda mais vantajoso. 

Já a Conta Digital Porto Bank oferece o Seguro Conta Protegida, com cobertura de até R$ 50 mil sem custo adicional, garantindo proteção para compras e saques em casos de roubo, coação ou perda do celular. Para quem busca crédito, o Capital de Giro conta com taxas reduzidas e condições flexíveis, incluindo a possibilidade de iniciar os pagamentos em até 90 dias, com parcelas debitadas diretamente da comissão do corretor. 

No caso do Empréstimo com Garantia de Veículo e do Financiamento de Veículo, os parceiros têm garantido 50% de cashback nas três primeiras parcelas no Cartão Porto Bank, limitado a R$ 500 por parcela, para quem contratar o Seguro Prestamista. Para aqueles que optam pelo Título de Capitalização, há um cashback de 5% para inquilinos na Conta ou Cartão de Crédito Porto Bank, enquanto a Fiança Locatícia Tradicional oferece 15% de desconto na taxa para inquilinos ou proprietários. 

No segmento de Consórcios, podem aproveitar 30% de desconto na taxa de administração para consórcios de imóveis ou automóveis, benefício que chega a 50% para os corretores Elite Bank. E mais: a entrada pode ser diluída no plano, facilitando ainda mais o acesso a esse modelo de aquisição programada. 

Vale ressaltar que, além dos benefícios nos produtos do Porto Bank, o corretor conta com vantagens também nos seguros Auto e Residencial da Porto Seguro. O benefício no Seguro Auto é de 10% de desconto tanto no seguro do próprio corretor quanto nos de seus dependentes – esse percentual é embutido automaticamente no orçamento ao ser selecionado o campo Seguro Corretor no Sistema Auto Individual. Já no Seguro Residencial, o Plano Conforto é gratuito (residencial habitual, premium e veraneio) e os corretores têm comissão de corretagem de 1% sobre o próprio seguro. 

“Com o pacote de benefícios, queremos valorizar e reconhecer o papel essencial dos corretores, além de garantir que saibam que o Porto Bank é o banco do corretor.  Além disso, o corretor encontra não apenas um banco parceiro, mas também as melhores soluções financeiras, com condições diferenciadas e pensadas para apoiar seu crescimento e facilitar o dia a dia”, destaca Emerson Valentim, Diretor Executivo Comercial Brasil da Porto. 

Luciano Calheiros assume como vice-presidente comercial da AXA no Brasil

Duas noticias que todos perguntavam: quem vai substituir Karine Brandão na AXA com a saída dela para a Mafpre? Por onde anda Luciano Calheiros desde que deixou a Allianz em outubro passado?

Eis a resposta. A AXA no Brasil informou neste terça feira que contratou Luciano Calheiros como vice-presidente comercial. “Com mais de 25 anos de experiência no setor de seguros, Calheiros tem atuado em posições de liderança em grandes empresas globais, como Allianz, Zurich, Liberty, Berkley e Swiss Re. Ele dará continuidade a nossa estratégia comercial com a missão de reforçar nosso posicionamento em linhas comerciais e parcerias estratégicas”, diz a nota enviada a parceiros comerciais pela AXA.

“Ele vai liderar uma equipe muito competente e focada, que vem entregando um crescimento de dois dígitos ao ano. Temos um portfólio completo de soluções para empresas, além de um amplo leque de parcerias estratégicas para desenvolver, e um profissional versátil como Luciano, com conhecimento técnico e próximo aos corretores, é um grande reforço para o time”, afirma Erika Medici, CEO da AXA no Brasil.

“A AXA tem um histórico de inovação e crescimento acelerado, uma companhia aberta e com grande ambição, o que é estimulante e desafiador. Vou contribuir com minha experiência para continuarmos entregando as metas, dentro dos pilares estratégicos, e seguiremos muito próximos de corretores e clientes”,  afirma Luciano Calheiros.

Ainda neste primeiro semestre, ele inicia um cronograma de viagens pelo país para apresentar mais detalhes sobre nossa estratégia, novidades, além de encontrar com vocês.
A partir de agora, reportam para Luciano, as seguintes lideranças:

  • Carla Almeida, Diretora Comercial Megabrokers;
  • Gustavo Carvalho, Diretor Comercial Consultivo e Corporate;
  • Danilo Gomes, Diretor de Canais Especiais –
    Grupos de Corretores, Assessorias e Licitações;
  • José Eduardo Maiorano, Diretor Comercial de Parcerias;
  • Danielle Fagaraz, Diretora de Gestão Comercial, Marketing e Experiência do Cliente;
  • Felipe Granato, Superintendente de Canal Digital e Novos Corretores.

Sucesso Calheiros!

Mulheres ocupam 72% dos cargos na área de sinistro da Junto Seguros

Fonte: Junto

A participação das mulheres na área de sinistros do mercado segurador brasileiro vem avançando gradualmente, embora ainda existam desafios a serem superados. De acordo com dados divulgados pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), cerca de 59% do quadro total de funcionários do setor no país é feminino. No entanto, apenas 31% dessas profissionais alcançam postos de liderança, evidenciando a discrepância entre representatividade e poder decisório (CNseg – “Perfil do Setor de Seguros no Brasil”, 2021).

Outro dado interessante é que as mulheres são apenas 16,1% nos conselhos de administração das seguradoras, segundo Estudo Mulheres no Mercado de Seguros no Brasil, da Escola de Negócios e Seguros.Em 2021, havia uma disparidade salarial, com os homens recebendo, em média, R$ 8,3 mil e as mulheres R$ 5,8 mil, segundo dados da Escola de Negócios e Seguros (ENS) e da CNseg.

Em contraste a esses indicadores, a área de Sinistros da Junto Seguros consolida-se como protagonista ao demonstrar resultados significativamente mais positivos. Na área, 66,7% dos cargos de coordenação ou chefia são preenchidos por mulheres e 72,2% do time total é composto por profissionais do gênero feminino. 

Para Ketlyn Stefanovic, diretora de Sinistros, esses números confirmam uma cultura interna já estabelecida. “A criação de oportunidades equitativas favorece tanto o desenvolvimento de carreira quanto a identificação de novos talentos. Apostar na pluralidade traz resultados visíveis para a qualidade de nossas entregas”.

Além do desempenho na área de Sinistros, outras áreas da Junto Seguros reforçam o movimento de inclusão. Em Finanças, 25% dos postos de liderança contam com a presença feminina, enquanto 44,4% do quadro total é formado por mulheres. Já no setor de tecnologia, as profissionais ocupam 20% das posições estratégicas e representam 29% do efetivo geral. 

A adesão da companhia a programas internos de apoio e treinamento tem contribuído para melhorar os índices e estimular a troca de conhecimentos. Para Ketlyn, ainda há espaço para evolução, mas os resultados atuais já sinalizam um impacto positivo na cultura de trabalho. “Encorajar a representação feminina fortalece o ambiente, pois garante diferentes perspectivas, estimula o diálogo e consolida uma base mais sólida de conhecimento coletivo”, afirma. Esse compromisso da Junto Seguros, ao investir na competência feminina, promove um impacto direto na excelência dos serviços e no fortalecimento de todo o ecossistema segurador.

Enquanto os dados gerais do mercado apontam disparidades, a experiência da Junto Seguros evidencia que políticas de diversidade são capazes de ampliar as oportunidades e melhorar a performance corporativa. “A transformação do setor depende de gestores conscientes, dispostos a impulsionar mulheres em espaços decisórios e a reconhecer o valor da pluralidade no ambiente de trabalho”, ressalta Ketlyn.

Segmento PME alavanca base de segurados da Bradesco Saúde em SC

Fonte: Bradesco

A Bradesco Saúde registrou crescimento de 8% em sua base de segurados em Santa Catarina em 2024, em comparação ao ano anterior. O desempenho foi puxado pelo segmento de pequenas e médias empresas (PMEs), que, no mesmo período, registrou um salto de 19,4% no total de beneficiários cobertos pela operadora no estado.

“O estado de Santa Catarina é reconhecido por seu perfil empreendedor e inovador, o que se reflete no dinamismo dos pequenos e médios negócios e na força que eles têm na economia local. Ao longo de 2024, trabalhamos com foco especial nesse segmento, em parceria com os corretores, entendendo a realidade de cada negócio, para levar ao empresário a opção mais adequada de plano para cuidar da saúde de seus funcionários”, destaca Maurício Rocha, superintendente sênior de Negócios da Bradesco Saúde para a região Sul. “Vale destacar que ter um plano de saúde é um dos principais desejos dos brasileiros, além de ser um dos benefícios mais valorizados pelos funcionários”, completa.

Levantamento do Observatório de Negócios do Sebrae/SC, com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mostra que as micro e pequenas empresas foram as principais responsáveis pela criação de empregos formais em Santa Catarina em 2024. Elas geraram 66 mil novos postos de trabalho no ano, o que corresponde a 62% do total de vagas abertas no estado.

Eduardo Nóbrega assume como vice-presidente na Junto Seguros

eduardo nóbrega junto seguros

Eduardo Nóbrega assume o cargo de vice-presidente executivo da Junto. A decisão, anunciada nesta semana, reflete não apenas a confiança em sua capacidade estratégica, mas também o reconhecimento de uma carreira construída com dedicação e profissionalismo.

“Assumir a vice-presidência executiva na Junto é uma grande honra. Empresa em que trabalho há 17 anos e que se pauta pela seriedade, inovação e cuidado com a pessoas. Estou entusiasmado com os próximos passos e determinado a contribuir ainda mais para o crescimento sustentável da companhia”, afirma Eduardo Nóbrega.

O executivo ingressou na Junto em abril de 2008 como superintendente de Crédito, trazendo consigo um olhar analítico e a expertise necessária para fortalecer os pilares da empresa. Em 2010, assumiu a diretoria de Resseguros, posição na qual destacou-se por sua habilidade de equilibrar riscos e oportunidades, sempre pautado pelos valores de simplicidade, segurança e transformação, princípios que hoje são marcas registradas da seguradora.  

Nos últimos anos, seu papel ganhou ainda mais relevância. Em 2022, o executivo liderou a consolidação das áreas de “Resseguros, Atuarial, Crédito e Subscrição”, estruturando uma diretoria técnica coesa e alinhada aos desafios de um mercado em constante evolução. Sua capacidade de integrar equipes multidisciplinares e traduzir complexidade em soluções acessíveis tem sido um diferencial para a Junto, garantindo solidez operacional e resultados consistentes.  

Assumindo o cargo de vice-presidente executivo, Eduardo Nóbrega terá um papel fundamental na condução dos rumos estratégicos da companhia, em um momento marcado por mudanças tecnológicas e demandas crescentes por segurança e eficiência no setor. 

“Estou muito feliz com esse movimento e por poder contar com o Edu, agora na posição de vice-presidente executivo, auxiliando-nos a conduzir a Junto e liderar um time formado por profissionais, igualmente, excepcionais. Trata-se de um movimento natural na trajetória brilhante de um profissional que sempre demonstrou muito profissionalismo, resiliência e paixão pelo que faz”, completa Roque de Holanda Melo, CEO da Junto Seguros. “O processo regulatório está em curso e, tão logo ocorram as aprovações de costume por parte da SUSEP, Eduardo assumirá a nova posição”, pontua.

It’sSeg amplia área de parcerias e atrai novas corretoras

A It’sSeg, de propriedade da Acrisure, está ampliando sua área de parcerias para atrair novas corretoras. A divisão, lançada em agosto, já conta com 60 corretores e associados. O objetivo da companhia é encerrar o ano com 20 novas parcerias.

“Ao estruturarmos essa área, trazemos para a companhia uma cultura de parceiros. Queremos atrair corretoras de todo o Brasil com faturamento anual superior a R$ 500 mil, independente da concentração de produto, ou seja, buscamos parceiros nos segmentos de benefícios, varejo e ramos elementares”, explica Patrícia Martins, diretora de Canais da It’sSeg.

Segundo a executiva, a companhia está oferecendo às corretoras dois modelos de negócios. “Podemos firmar parceria por meio de migração (exclusividade), na qual a It’sSeg assume toda a operação da carteira e o parceiro fica focado em novas prospecções. No outro modelo, os corretores definem um segmento, por exemplo, benefícios, e a It’sSeg oferece o suporte operacional, comercial, tecnológico, além do relacionamento com as seguradoras, considerando que a It’sSeg é uma das corretoras líderes do mercado brasileiro. Queremos agregar valor ao negócio dos nossos parceiros, promovendo o crescimento da carteira por meio de uma parceria transparente e de longo prazo”, detalha Patrícia, da It’sSeg.

Uma das mais novas parcerias que a companhia acaba de firmar é com a corretora Nova Rota, de Salvador (BA). A empresa, fundada em 2002, possui expertise no ramo de benefícios. “A chegada da Nova Rota vai fortalecer ainda mais nossa presença na região Nordeste”, diz a diretora da It’sSeg.

As corretoras que se associarem à It’sSeg terão uma estrutura dedicada, contando com atendimento exclusivo, concierge comercial, especialistas em Ramos Elementares, Benefícios e Varejo, material de apoio e espaço dedicado. “Além disso, oferecemos uma série de incentivos com base no desempenho da corretora durante a parceria”, finaliza.

Setor segurador tem papel fundamental para enfrentamento das mudanças climáticas

Screenshot

Fonte: CNseg

Ao participar do painel “Finanças Climáticas”, do seminário “Rumos 2025 (O Brasil que teremos e o Brasil que queremos)”, organizado pelo jornal Valor nesta segunda-feira, o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, apresentou um diagnóstico sobre saídas possíveis para conter a crise ambiental e como financiá-la a partir das soluções do mercado segurador.

Dyogo Oliveira assinalou que os impactos e severidade dos eventos climáticos são cada vez maiores, ao passo que o gap de proteção permanece elevado, mundialmente. Lembrando que o mercado segurador brasileiro acompanha a evolução das mudanças climáticas desde a década de 70 – “não por altruísmo, mas sim por preocupação com seus impactos financeiros” em sua cadeia de valor – o presidente da CNseg destacou que, no prazo dos últimos 10 anos, as perdas geradas por eventos climáticos (enchentes, secas, geadas, vendavais etc.) superaram, em nove anos, a casa dos US$ 300 bilhões anuais em perdas econômicas no mundo, cabendo ao mercado segurador global responder por 40% desse total.

Só no ano passado, os prejuízos alcançaram US$ 368 bilhões no mundo. Nos últimos 10 anos, as perdas econômicas permanecem 14% acima da média histórica, o que confirma que os eventos climáticos estão não só mais frequentes quanto também mais severos em seus impactos.

Só as enchentes do Rio Grande do Sul de 2024 geraram perdas econômicas de mais de R$ 100 bilhões, das quais R$ 6 bilhões indenizados pelas seguradoras. “Gostaríamos de ser mais acionados porque a sociedade estaria mais protegida”, afirmou ele, chamando a atenção para o enorme gap de proteção. Nos últimos 10 anos, perdas causadas por incidentes climáticos no país somam R$ 320 bilhões, 90% afetando atividades agrícolas. São eventos que, ao contrário das enchentes nas cidades, passam meio despercebidos pela mídia, como secas, geadas prolongadas, mas causam perdas onerosas. “A falta de aderência aos seguros ainda é nosso problema mais sério e não a falta de produtos, porque nosso nível de riscos é ainda bem abaixo de outras regiões do planeta, como a Califórnia, por exemplo.  

“O setor de seguros do País tem capacidade de absorver esses riscos, mas precisa haver muito cuidado na regulação para evitar erros, como ocorridos nos Estados Unidos – na Califórnia, o governo substitui as seguradoras privadas por públicas e tabelou os prêmios, provocando fuga das companhias do seguro residencial”, disse Dyogo Oliveira.

Esse painel contou também com a participação da secretária Nacional de Planejamento do Ministério do Planejamento e Orçamento, Virgínia de Ângelis. Ela relatou o andamento de estudos no seu ministério para avaliar os efeitos da crise climática no PIB, na geração de empregos e em setores estratégicos como agricultura, energia, entre outros, além de recursos da ordem de R$ 32 bilhões para ações direcionadas ao clima. Outros participantes foram Denise Hills, especialista em sustentabilidade, Gustavo Pinheiro, associado sênior do Thing tank de diplomacia climática E3G, e Edvaldo Santana, especialista em energia 

Brasil ainda pode ter seguros para riscos climáticos, diz presidente da CNseg

Fonte: Valor, por Michael Esquer e Naiara Bertão

No ano passado o Brasil registrou três eventos climáticos extremos sem precedentes: as chuvas no Rio Grande do Sul entre abril e maio; a seca na Amazônia, com ápice em julho, e a onda de calor que atingiu o Mato Grosso em agosto, como mostrou o relatório State of the Global Climate 2024, divulgado na última terça-feira (18) pela Organização Meteorológica Mundial (OMM). Para Dyogo Oliveira, presidente da Confederação Nacional das Seguradoras, a CNseg, o grande problema é que a frequência desse tipo de situação só tende a aumentar, o que coloca como pauta ainda mais urgente a asseguração dos riscos climáticos por empresas e governos. “Isso tem acontecido com maior frequência e precisamos nos preparar para isso.”

No evento Rumos 2025, organizado pelo Valor nesta segunda-feira (24), em São Paulo, o executivo destacou que “o maior problema [do Brasil] ainda é a falta de seguro” e cita, como exemplo, a situação no Rio Grande do Sul.

“Só com o evento do Rio Grande do Sul, no ano passado, estimamos uma perda econômica de R$ 100 bilhões. O setor de seguros cobriu 6 bilhões disso, apenas”, comenta. Da área agrícola gaúcha, só 6% estava coberta com seguros específicos.

“Nos últimos nove, dez anos, o Brasil teve acima de R$ 300 bilhões em perdas causadas por incidentes climáticos, 90% disso impactam a agricultura brasileira”, afirmou Oliveira.

Ele reitera que há aprendizados a serem absorvidos de lugares como a Califórnia, nos Estados Unidos, que sofreu perdas impensáveis com incêndios florestais há alguns meses.

“O setor de seguros tem a capacidade de absorver esses riscos, mas é preciso tomar cuidado com a regulação”, disse, se referindo a mudanças na regulação do Estado americano que induziram quem tinha propriedade na região a contratar seguro do governo e não de seguradoras particulares”.

Ele reforça que, para o Brasil, ainda há espaço para ampliar a cobertura de seguros para riscos climáticos. “No Brasil, em particular, isso é muito viável, porque o nosso nível de risco está muito longe desses riscos da Flórida e da Califórnia.”

Oliveira acrescenta que é importante, contudo, se atentar a três elementos: gestão de risco/mitigação de risco, regulação adequada, e incentivo para que as pessoas realmente contratem seguro. Ele volta no exemplo do Rio Grande do Sul ao dizer que pouco mais de 600 propriedades rurais estavam asseguradas quando a tragédia aconteceu.

Dyogo Oliveira, que foi ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão do governo Temer, e presidente do BNDES (2018-2019), acrescenta que a infraestrutura do país também não está coberta de riscos climáticos, deixando os gastos públicos ainda mais expostos em momentos de eventos extremos, que têm se tornado mais frequentes.

“A infraestrutura do Brasil está quase sem seguro nenhum de risco climático. O governo do Brasil, em todos os níveis, não contrata nada de seguro”, afirma. Isso significa, para ele, assumir um grande risco fiscal para si, ao considerar que os eventos climáticos já estão acontecendo e certamente vão acontecer”.

“No Brasil ainda estamos em um momento de tratar disso de maneira adequada e cobrir o ‘gap’ [buraco] de proteção que temos, desenvolver seguros para cobrir esses gaps, como o rural”, comenta Oliveira.

Assista ao vídeo publicado na matéria.