Segundo noticiou hoje o jornal Brasil Econômico, a Petrobras fechou com a Mapfre o seguro de riscos de engenharia e de responsabilidade civil para a construção e montagem das estações de compressão de Prado (Bahia), Aracruz (ES) e Píuma (ES). O valor total dos riscos envolvidos nesse investimento é de US$ 1,2 bilhão, mas é comum que não se contrate o seguro para o valor total. Nesse caso, as apólices vão cobrir até US$ 270 milhões em casos de sinistros de engenharia e até U$S 50 milhões em caso de responsabilidade civil.
Mapfre vence licitação da Petrobras
Ações da Swiss Re disparam após balanço
A Swiss Re, segunda maior resseguradora do mundo e presente no Brasil desde 1996, divulgou ontem lucro líquido de US$ 334 milhões no terceiro trimestre deste ano, quase o mesmo valor do prejuízo registrado no mesmo período anterior. O resultado foi beneficiado por ganhos com investimentos (mais de 3 bilhões de francos suíços) e pela menor ocorrência de catástrofes. Como resultado, as ações do grupo tiveram alta de 6,4% na bolsa. O índice combinado ficou em 84.5%.
Diante da melhora dos números do grupo, que enfrentou perdas significativas com derivativos no ano passado, a perspectiva é de que a segunda maior resseguradora do mundo voltará com apetite em 2010. Segundo recentes declarações em Baden Baden, Alemanha, onde esteve presente no tradicional encontro anual de resseguradores, a Swiss Re afirmou que tem farta capacidade para assumir riscos de qualidade.
Scor vende 12,9% mais até setembro
A Scor Re divulgou hoje um balanço positivo, principalmente depois de uma crise financeira com as proporções desta que ainda afeta vários países. O volume de prêmios brutos registrou alta de 12,9%, para €4,8 bilhões, no acumulado do ano até setmbro. O lucro líquido permaneceu estável, em € 278 milhões.
O retorno anualizado chegou a 10,5%. Segundo informou Denis Kessler (foto), presidente e CEO, em nota que o resultado demostra a foraça do grupo, com crescimento tanto na área de vida como de ramos elementares. Na divisão de seguros de ramos elementares, o índice combinado ficou em 97,4%.
Para 2010, a Scor ainda espera impactos da crise no valor das empresas no mercado acionário, bem como redução nos volumes segurados em razão da recessão. Porém acredita que a demanda por capacidade continuará elevada, com oferta estável das resseguradoras.
Jayme Garfinkel, o cabeça dura
Realmente algumas matérias e personalidades valem a pena na vida. Fazem a total diferença. Jayme Garfinkel (foto), presidente da Porto Seguro, é uma delas. Ele faz a diferença para toda a indústria de seguros, servindo de exemplo. Pouco fala de negócios e por isso aparece menos do que deveria na mídia.
Hoje, a Vanessa Adachi, jornalista do Valor Econômico, publicou uma matéria muito interessante. De tirar o chapeú. Soube usar com muita elegância todas aquelas conversas que ficaram na memória, pois o momento do encontro das entrevistas era negócios e Jayme mais falava da vida.
Assim como Jayme, eu também sei o que não quero. Ir a um funeral por exemplo. Entre as coisas que quero continuar fazendo na vida é divulgar o setor de seguros para que ele cresça e proteja o mundo dos riscos inerentes da sociedade moderna.
Por isso ai vai a matéria da Vanessa. Acrescentaria apenas mais um detalhe: a Porto fez um concurso para escolher o nome da hoje seguradora Azul. No final, quem escolheu foi o determinado Jayme, que realmente pode ser chamado de cabeça dura. Minha filhota está ao meu lado dizendo que este título vai me trazer inimigos. Uma grande oportunidade de ensiná-la que, às vezes, ser cabeça dura traz alegrias na vida. Na nossa e na dos outros.
Apesar de ser um texto grande, principalmente para um blog, se cortasse uma linha sequer os leitores iriam perceber e se chatear. Por isso, vai na íntegra. Boa leitura.
Um homem que sabe o que não quer
Vanessa Adachi, de São Paulo
http://funenseg.empauta.com/funenseg/index.php?action=999&data=20091104&cod_noticia=953754165
Previdência puxa lucro da Itaú Unibanco Seguros
A Itaú Unibanco Seguros e Previdência registrou lucro líquido de R$ 374 milhões no terceiro trimestre deste ano. O lucro representou 16,5% do resultado total do banco, de R$ 6,8 bilhões, divulgados ontem. Antes da fusão com o Unibanco o lucro representava 10%.
O ganho veio da venda de títulos de capitalização, com alta de 47%, para R$ 76 milhões, e de previdência, de 5,6%, para R$ 210 milhões. Seguro registrou queda no ganho de 10%, para R$ 88 milhões, em razão da alta da sinistralidade, segundo dados divulgados na teleconferência. Os prêmios ganhos somaram R$ 1,6 bilhão no terceiro trimestre.
Até o final do ano, o nome Unibanco deverá desaparecer, restando apenas Itaú.
Finalista do Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo!!
Nada melhor do que ficar feliz. E hoje comemorei muito com minha família e amigos ao receber o email “Parabéns! Você é finalista do Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo”. No ano passado, ganhei o primeiro lugar na categoria economia e finanças, com o especial Seguros, publicado pela infelizmente falida Gazeta Mercantil.
Entre mais de 300 textos inscritos neste ano, a minha matéria “Sob a proteção de lei mais rigorosa” foi uma das cinco selecionadas do tema Seguros, categoria Linguagem Escrita e subcategoria Mídia Impressa e On-line Especializada em Economia e Finanças. Esta matéria foi publicada no Valor 1000, revista do jornal Valor Econômico, que por sinal ficou com três das cinco selecionadas.
Estou concorrendo com pesos pesados. “A guerra dos seguros”, de Marcio Kroehn e Milton Gamez, da IstoÉ Dinheiro; “Crise faz mercado mundial de seguros recuar 2%; Brasil sobe 8%”, de Altamiro Silva Júnior, repórter do Valor Econômico; “Especial: área coberta por seguro rural cresce com subvenção”, de Fabíola Gomes, da Agência Estado – AE Agronegócios; e “Temporada de duras negociações na saúde”, de Beth Koike, do Valor Econômico.
A Revista Apólice, da qual sou colunista, também é finalista com três das cinco indicações na categoria Mídia Impressa e On line Especializada em Seguros. “Reciclagem de veículos beneficia mercado e sociedade”, da Kelly Lubiato, “Show business descobre o Brasil e o seguro”, da Aline Bromatti, e “Retrato de uma empresa em nota”, de Luciano Máximo.
Os vencedores receberão o prêmio de R$ 15 mil. Na verdade, quase R$ 12 mil, considerando o desconto do leão. Serão conhecidos no dia 11 de novembro, no Apollinari, em São Paulo. Espero que cruzem dos dedos por mim novamente. Toda a minha família e amigos agradecem desde já a torcida. Namastê!
Área internacional puxa resultados da Mapfre
O grupo espanhol Mapfre registrou resultado líquido de 743,4 milhões de euros, melhora de 4% no acumulado do ano até setembro. O faturamento do grupo evolui 10%, para 14,3 bilhões de euros. Os prêmios tiveram elevação de 11,6%, para 11,9 bilhões de euros. As operações internacionais continuam puxando a boa performance do grupo espanhol, com alta de 26%, para 6,2 bilhões.
A área internacional já representa 50% dos prêmios totais e 32% do lucro. Este percentual deverá aumentar substanciamente no que diz respeito ao Brasil, onde o grupo negociou uma parceria com o Banco do Brasil para a venda de seguros de ramos elementares e vida. Esta operação está prevista para ter início em 2010.
Na Espanha, que enfrenta recessão e um alto índice de desemprego, a Mapfre informou que registrou incremento na venda de seguro de vida e um abrandamento da queda dos prêmios no terceiro trimestre comparado ao trimestre anterior.
ACE eleva ganho para US$ 494 milhões
O grupo ACE Limited lucrou US$ 494 milhões no terceiro trimestre deste ano, ou US$ 1,46 por ação, comparado com US$ 0,16 por ação em mesmo período do ano anterior. Um incremento de 813%, informa a companhia em seu balanço. No acumulado do ano até setembro, o lucro evoluiu 36%, para US$ 1,6 bilhão. Os prêmios líquido registraram queda de 4% no terceiro trimestre e de 2% no acumulado do ano, para US$ 14,6 bilhões.
Assim como seus concorrentes, o presidente e CEO Evan G. Greenberg destacou em nota o incremento de 13 % no valor de mercado da companhia em seu balanço do terceiro trimestre do ano, para US$ 4,3 bilhões em setembro. O retorno sobre o patrimônio chegou a 15,9% e o índice combinado ficou em 88%.
Liberty lucra US$ 265 milhões no terceiro trimestre
O Grupo Liberty Mutual obteve lucro líquido de US$ 265 milhões no terceiro trimestre do ano, acima dos US$ 259 milhões divulgados no mesmo período do ano anterior. No acumulado do ano, o ganho foi de US$ 567 milhões.
Segundo Edmund F. Kelly, presidente e CEO, os resultados de terceiro trimestre foram beneficiados pela melhora dos mercados acionários e também pelas condições climáticas, numa safra de furacões menos violenta e com menos perdas do que a registrada no ano passado.
O faturamento da Liberty ficou em US$ 7,9 bilhões no trimestre, alta de 15% comparado ao mesmo período do ano anterior, e em US$ 23,1 bilhões no acumulado do ano, avanço de 11,8% até setembro. Os prêmios líquidos somaram US$ 7,2 bilhões no trimestre e US$ 21,1 bilhões no ano.
Everest Re volta a ter lucro
A resseguradora Everest Re registrou alta no volume de prêmios ganhos no terceiro trimestre deste ano e saiu do prejuízo US$ 233 milhões para lucrar US$ 228,6 milhões. Os prêmios subiram de US$ 931 milhões para US$ 975,5milhões, segundo nota divulgada pelo grupo sobre o balanço financeiro do terceiro trimestre.
O índice combinado em setembro estava em 88%, bem melhor do que os 111% do terceiro trimestre de 2008. O incremento no valor de Mercado também foi o item mais destacado pelo CEO Joseph Taranto em nota. “Nosso valor de mercado teve incremento de 25% desde o início do ano. Só neste terceiro trimestre o patrimônio evoluiu mais de US$ 6 bilhões, refletindo a disciplina da companhia em suas negociações”.

