As diversas opiniões sobre as notícias de fusões e aquisições na indústria de seguros recebidas por este blog dizem a mesma coisa: “Faz sentido. O amor entre as duas é antigo.” Mas uma merece destaque.
O entrevistado, que pede anonimato, diz:
Pensando cá com os meus botões……
É de se supor que a Sul América, quando da parceria Itaú Porto, viu que seu preço poderia aumentar, sabendo que o Bradesco não deixaria de se mexer. Já deveria ter alguma conversa com o Bradesco e, a partir do negócio do Itaú com a Porto, deu uma “endurecida” na negociação para se valorizar.
Por sua vez, o Bradesco deve ter buscado alguma atitude para baixar a bola da SulAmérica. E aí a negociação com a Allianz pode ser bem isso, ou seja, a Bradesco pode estar dizendo para a SulAmérica que ela pode “micar”. Pode acontecer do Bradesco levar primeiro a Allianz, intimidando a SulAmérica, e depois comprar a SulAmérica também. Isto seria um troco com juros para o Itaú Unibanco, que conseguiu levar a melhor na negociação com a Porto Seguro.
Também pode ser que a negociação com a Allianz seja apenas “encenação” para ajudar na negociação com a SulAmérica. Isso até pode ser, mas acho que se puder, o Bradesco compra as duas, pois dinheiro (e vontade também) para isso não falta.
Duas notícias sobre a consolidação da indústria mundial de seguros são destaques nesta quarta-feira. No Brasil, Bradesco e a Allianz negociam uma fusão, segundo o jornal Brasil Econômico. Nos Estados Unidos, o Wall Street Journal afirma que a MetLife está nos estágios finais da negociação para comprar uma das maiores unidades de seguro de vida internacional da AIG por algo entre US$ 14 bilhões e US$ 15 bilhões.
No Brasil, a Bradesco ter um sócio é um dos quatro grandes negócios esperados na indústria de seguros neste primeiro semestre. Qual o próximo capítulo da centenária SulAmérica, quem será o parceiro do Itaú Unibanco em grandes riscos e como ficará a nova estrutura do IRB são as outras indagações que fazem parte das conversas de executivos.
É um caminho natural o Bradesco ter um sócio na área de seguros. Assim como também é um caminho natural uma seguradora independente e especializada buscar um canal de distribuição para produtos massificados. Segundo a repórter Aline Lima, responsável pela cobertura do mercado financeiro, as negociações teriam começado em dezembro e ganharam força com a venda, sexta-feira passada, à própria Allianz da participação de 14% que o Itaú Unibanco detinha na seguradora.
Na verdade, a venda foi anunciada pelo Itaú Unibanco no final de dezembro, em fato relevante enviado à CVM, e já vinha sendo desenhada há tempos. A participação da Allianz no Itaú vem desde a época em que a seguradora alemã precisou vender a carteira de vida e previdência e encontrou o Itaú como comprador. A negociação determinava também que a Allianz não poderia operar em vida por alguns anos. Este prazo acabou em 2007 e desde então a seguradora alemã ensaia a sua volta ao segmento.
Desde que adquiriu o Unibanco, o Itaú vem reestruturando a área de seguros. O processo já resultou na parceria com a Porto Seguro, na venda da seguradora de saúde e no fim da parceria com a XL. Falta apenas saber o que será feito da participação acionária no IRB Brasil Re. E também que rumo dará a grandes riscos. O comentário mais evidente em todo o setor é que nem Bradesco nem Itaú estão aceitando fazer seguro de grandes riscos. Dois pratos cheios para as mais de 70 resseguradoras presentes no Brasil.
Segundo a matéria do Brasil Econômico, a Bradesco Seguros ficaria com 51% do capital social da seguradora alemã, garantindo o controle da operação, por uma quantia que não seria inferior a R$ 5 bilhões. Como as operações de maior volume da Allianz estão no segmento de automóveis que representam 52,7% dos prêmios, com o negócio a Bradesco Seguros assumiria o segundo posto no ranking de veículos, ultrapassando a SulAmérica e encostando na líder Porto Seguro Itaú.
É esperar para ver. Ainda mais se tratando de uma negociação entre duas seguradoras que fazem questão de ter o controle acionário.
Apesar das perdas humanas e financeiras causadas pelo terremoto no Haiti, as seguradoras deverão registrar um valor mínimo de pagamento de indenizações, em razão da população de um dos países mais pobre do mundo não ter seguro. A constatação foi feita por Robert P. Hartwig, presidente do Insurance Information Institute (III), durante entrevista coletiva divulgada pelas agências internacionais.
Segundo o executivo, o mercado de seguro privado é quase inexistente no Haiti. O maior risco para as seguradoras privadas são as instalações de corporações multinacionais. O Haiti tem uma cobertura para catástrofe de US$ 8 milhões por meio de um fundo administrado pelo governo.
De acordo com o Wall Street Journal, a resseguradora Hannover Re afirmou que estima uma perda de 20 milhões de euros. Um porta-voz da Chubb Corp disse que a companhia não tem conhecimento de qualquer exposição no Haiti. A American International Group Inc. (AIG) não se manisfestou. A Aon Benfield informou em um relatório que ainda não havia recebido pedidos de ajuda de clientes na região.
O grupo espanhol Mapfre anunciou a compra de 50% do capital da Finibanco Vida, seguradora de vida do grupo financeiro Finibanco, 16° maior banco português, com ativos de 3 bilhões de euros e uma fatia de mercado de 1,6%. Pelo acordo, a Mapfre terá acesso a 172 novos canais de vendas e a exclusividade na venda de seguro de vida e de bens patrimoniais.
Segundo nota divulgada, a expectativa é de que a negociação irá incrementar em 26 milhões de euros o volume de prêmios da Mapfre em Portugal. Os investimentos iniciais previstos na operação chegam a 15 milhões de euros. A Mapfre detém 2,5% de market share do mercado português de ramos elementares, com prêmios de 144 milhões de euros em 2008.
A transação reflete a estratégia global da Mapfre, que vem dando passos importantes neste sentido. O maior deles foi a parceria com o Banco do Brasil, anunciado no ano passado e que ainda aguarda aprovação dos órgãos reguladores. A parceria com o maior banco do Brasil, que envolve os seguros de vida, carro, empresas e rural, visa a internacionalização do banco e o fortalecimento da seguradora espanhola no Brasil.
2010 começa com notícias da SulAmérica. A seguradora passou a integrar o Índice Brasil IBrX da BMF&Bovespa. Trata-se de um índice de preços que mede o retorno de uma carteira teórica composta por 100 ações selecionadas entre as mais negociadas da bolsa brasileira, em termos de número de negócios e volume financeiro. O IBrX serve como importante referência para fundos de ações e carteiras administradas. Com esta inclusão, as units da SulAmérica passam a fazer parte das carteiras dos seguintes índices: IGC (Índice de Ações com Governança Corporativa Diferenciada), ITAG (Índice de Ações com Tag Along Diferenciado), SMLL (Índice Small Cap), ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial), IFNC (Índice BM&FBovespa Financeiro) e IBrX (Índice Brasil).
Mais um ano termina. 2009 realmente foi diferente. Dinâmico. Arrojado. Movido mais pelas atitudes do que pela política. Como dizem os estrangeiros, que geraram tanta notícia quanto os brasileiros, a indústria de seguros brasileira:
– fez a diferença, como Lula
– está na moda, como o Brasil
– protegida de tsunamis financeiros pela Susep
– e de catástrofes, por mais de 70 resseguradores aqui presentes
– se reinventa, como o Banco do Brasil
– exercita a arte de torear para vencer, como a espanhola Mapfre
– respeita as diferenças, como diz Trabuco, do Bradesco
– revoluciona em nome dos stakeholders, como Bom Ângelo, da Lazam
– investe em atitudes coerentes para vencer o caos e aliviar o estresse, como a SulAmérica
– se renova para romper fronteiras, como o Itaú Unibanco
– encanta clientes, como a Porto Seguro
– e também é cabeça dura, como Jayme Garfinkel, quando precisa mostrar que o diferente pode ser inovador
– diversifica para mitigar riscos, como o grupo Liberty Mutual
– oferece coberturas de A a Z, como a Allianz
– aposta em ser única, no estilo puro sangue, como a Chubb
– investe na capilaridade, na especialização e nas mulheres, como a Aon (elas representam 60% do quadro de funcionários)
– apoia a infraestrutura, como a ACE
– incentiva a responsabilidade civil, como a Zurich
– está dinâmica, como a Mongeral
– arrojada, como a “dama do aço” que comanda a Icatu
– consciente da importância de ser sustentável para evoluir, como João Gilberto Possiede, da JMalucelli e também o grande mestre do seguro garantia, um dos produtos com mais destaque neste e nos próximos anos
– não mede esforços para se popularizar, como a Caixa
– aponta falhas para transformá-las em virtude, como Leôncio de Arruda, do Sincor-SP
– trabalha em equipe, como Marcos Lima da Odebrecht
– difunde a cultura, como a Funenseg
– constrói sua política, como a CNSeg
– faz parcerias para se fortalecer, como a Marítima
– cultiva a perseverança, como a japonesa Tokio Marine
– ambiciona ser a melhor do mundo, como o Santander
– aposta na longevidade, como o HSBC
– dribla as catástrofes jurídicas e técnicas, como os advogados
– faz malabarismos, como o IRB, para se livrar das amarras e manter a forma
– insiste nas mudanças de processos, como as consultorias
– une o útil ao agradável como os “headhunters”
– luta pela informação e pela ética para escrever a história, como os jornalistas
– e permanece saudável, como todos nós.
A todos que tornam este setor cada dia mais sustentável, Feliz Natal e um 2010 repleto de good news!!!!
JMalucelli e Chartis (ex-AIG) foram as principais empresas envolvidas na renovação do seguro da CCR, o maior grupo privado de concessões de infraestrutura do País. O programa de seguros de garantia (Facility) tem valor total de R$ 2,2 bilhões e renova as garantias dadas pela concessionária ao governo de que cumprirá os contratos em vigor. A apólice tem vigência de um ano.
A oferta de capacidade chegou a R$ 3,1 bilhões, o que mostra o apetite das resseguradoras, confirmando a tendência observada nos encontros anuais realizados, sendo o principal em Baden Baden (Alemanha). Durante os quatro dias que se reuniram com clientes, as resseguradoras deixaram claro que disponibilizarão farta capacidade para empresas com bom histórico de riscos.
O contrato contou com a intermediação da corretora CSCR, das seguradoras J. Malucelli, líder no mercado brasileiro, além da Chartis. Entre as resseguradoras, apoiaram o programa a JMalucelli Re, a Munich Re, o IRB – Brasil Re e um pool de resseguradoras mundiais.
“A CCR é uma das maiores compradoras de seguro de arantia do mundo, com uma exposição aproximada de R$ 1,4 bilhão. A conclusão deste negócio nos permite participar das novas oportunidades nos setores de concessão de rodovias, transporte de passageiros e inspeção veicular ambiental que devem surgir em 2010”, afirma o diretor-financeiro e de relações com investidores da empresa, Arthur Piotto, em nota.
A JMalucelli tem investido pesado na especialização. É a seguradora líder do garantia no Brasil há anos e a partir de 2008 também da América Latina. Em 2008, com US$ 115,2 milhões e mais de 42 mil apólices de garantia emitidas, liderou o ranking da região, à frente das três mexicanas que até então reinavam neste setor: Monterrey, Insurgentes e Sofimex. A tendência é de consolidar sua liderança com a resseguradora. A JMalucelli Re obteve recentemente autorização para atuar no Paraguai, Equador, Costa Rica e República Dominicana.
A Chartis volta com tudo depois da imensa crise que abateu o grupo em 2008 e fez o governo americano injetar mais de US$ 180 bilhões para evitar a quebra da maior seguradora do mundo, que levaria junto consigo outras importantes instituições financeiras. A Chartis também viabilizou as garantias do grupo Odebrecht nesta semana para garantir os desembolsos da agência de fomento CAF. Segundo divulgou a Bloomberg, analistas de seguros acreditam que a idéia é reconstruir a AIG por meio da Chartis, uma vez que esta estratégia se mostra mais bem sucedida do que o IPO previsto inicialmente pela direção do grupo.
Entre os futuros projetos no setor de concessão de rodovias estão a licitação dos trechos sul e leste do Rodoanel, a terceira rodada de concessões de rodovias no Estado de São Paulo, cerca de 6 mil quilômetros de estradas em Minas Gerais e a retomada do programa federal. Nas outras áreas de interesse, há a expectativa da expansão do metrô em Curitiba, Brasília e Porto Alegre, além dos projetos do Expresso Aeroporto e do Trem de Alta Velocidade, ligando as cidades de Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro.
A Marsh, uma das maiores corretoras de seguros do mundo, confirmou a compra da corretora de seguros do HSBC, sediada em Londres, por 135 milhões de libras esterlinas. Segundo nota divulgada, além de absorver a corretora, a Marsh assinou um acordo de preferência, permitindo a ela ter acesso preferencial para fornecer serviços de corretagem de seguros e gestão de riscos para os clientes empresariais e particulares do HSBC.
A HSBC Insurance Brokers tem cerca de 1.400 funcionários localizados em 30 escritórios no Reino Unido, Oriente Médio e Ásia. Ela detém posições de destaque em outros países onde a Marsh pretende crescer de forma acentuada, incluindo a Europa, Arábia Saudita, Catar, China, Hong Kong, Índia, Cingapura, Coréia do Sul e Taiwan. No Brasil, a HSBC atua como corretora de resseguros. Nada foi dito em relação ao país na nota divulgada.
“Adquirir a corretora do HSBC é uma grande oportunidade para a Marsh, nossos clientes, colegas e para a equipe. Estamos particularmente animado com as oportunidades disponíveis para nós através do acordo de preferência com o HSBC. Ele nos permitirá aproveitar a rede global do HSBC, e as relações bancárias para gerar novos negócios “, disse o presidente da Marsh e executivo-chefe Dan Glaser. A Marsh manterá a corretora adquirida em uma unidade chamada Gibbs Hartley Cooper.
Para o HSBC, a venda também traz benefícios. Clive Bannister, diretor de seguro do HSBC Holdings, disse em nota que o acordo ajudará a melhorar a abrangência e a sofisticação dos serviços ofertados pelo banco aos clientes, ao mesmo tempo em que afina o foco estratégico sobre o modelo de bancassurance, permitindo ao banco manter ênfase nos produtos de vida, previdência e investimentos.
A JMalucelli e a Allianz foram as seguradoras que mais emitiram apólices de seguro para o leilão de energia eólica do governo federal que começou as 10 horas e ainda não terminou (17 horas). Foram habilitados para a disputa de hoje 339 projetos com capacidade de gerar 10 mil MW. A JMalucelli, seguradora líder de garantia no Brasil e na América Latina, emitiu mais de 120 contratos de seguro garantia e a Allianz outras 62 apólices de Garantia de Concorrência, conhecida como BID. Este tipo de seguro é responsável por garantir a participação e a manutenção das propostas das empresas interessadas no leilão junto à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
O leilão está sendo promovido pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), sob delegação da Agência Nacional de Energia Elétrica. A disputa é pela internet e não tem horário previsto para término. Segundo nota da Allianz, a expertise da subsidiária brasileira, que conta com engenheiros que participaram de treinamentos na Alemanha para entender e identificar bons projetos deste setor, foram fundamentais para analisar a demanda. Por trazer na bagagem esse amplo conhecimento, o diferencial da Allianz está justamente em não analisar apenas a saúde financeira das empresas candidatas, mas todos os projetos de usinas propostos por elas, verificando a viabilidade.
As vezes nos deparamos com aquela pergunta que não quer calar. Quem será o presidente da CNSeg? João Elisio Ferraz de Campos deixará a presidência da Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg, ex-Fenaseg), depois de quase 17 anos a frente da principal instituição da indústria de seguros. Jorge Hilário, membro do conselho da SulAmérica, foi nomeado para assumir o comando da principal entidade do setor, responsável por centralizar as políticas e estratégias de uma indústria que movimenta R$ 100 bilhões em vendas e que prevê crescer a um ritmo de 20% nos próximos anos.
É certo que o advogado Hilário, afastado do dia a dia do mercado há anos, apenas guarda o lugar de quem assumir a presidência da SulAmérica. E quem será ele? Isto leva a uma outra pergunta: O que acontecerá com a SulAmérica? Seu sócio ING já anunciou que venderá todas as operações de seguros no mundo.
A centenária seguradora da família Larragoiti saiu da parceria que tinha com o Banco do Brasil, sendo substituída pela espanhola Mapfre Seguros. Aliás, este é o único entre os seis maiores grupos seguradores do Brasil que ficou de fora do centro do poder, que tem como sustentáculo as quatro federações.
Na terça-feira, as federações nomearam seus presidentes. Em uma eleição com chapa única, o presidente da Bradesco Seguros e Previdência, Marco Antonio Rossi, assumirá a presidência da Federação Nacional de Vida e Previdência (Fenaprevi), até então ocupada por Antonio Cássio dos Santos, presidente da Mapfre Seguros. Esta é a entidade mais abonada de todas, consolidando o segmento de vida e previdência privada, que representa mais de 40% de todo o setor.
Uma boa notícia para os jornalistas e também para o vice-presidente da Fenaprevi e da SulAmérica, Renato Russo, é que Osvaldo do Nascimento, do Itaú, volta a compor a diretoria da Fenaprevi. Osvaldo presidiu a Anapp (atual Fenaprevi) e tem sempre disponibilidade e notícias frescas para atender a imprensa. Em 2009, com o presidente da Mapfre envolvido em tantas negociações, toda a demanda da imprensa foi atendida por Russo, que merece um grande troféu da Fenaprevi.
Na Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg), Jayme Brasil Garfinkel, principal controlador da Psiupar, a maior do setor em ramos elementares e controlada pela Porto Seguro e pelo Itaú, foi reeleito para o seu segundo mandato. Aqui temos outro segmento importante, com quase 40% de participação. A Fenseg também responde pelo resseguro e por assuntos que envolvem o tema mudanças climáticas.
A principal carteira é automóvel. Mas a expectativa com seguros financeiros é grande em razão dos seguros demandados pela realização dos dois mundiais esportivos, Copa e Olimpíadas, obras de infraestrutura e aquecimento do mercado acionário, com IPOs e emissões de papéis de empresas. Para se ter uma idéia, só com os leilões de energia a Allianz emitiu quase 70 apólices de seguro garantia e a JMalucelli outras 120.
Ricardo Flores, vice-presidente de crédito do Banco do Brasil e também da Brasilcap, permaneceu na presidência da Federação Nacional de Capitalização (Fenacap). Flores tem ocupações mais relevantes neste momento, uma vez que o crédito é a menina dos olhos do presidente Lula. Obviamente está na Fenacap apenas por uma questão estratégica, enquanto o BB finaliza a reengenharia financeira do grupo na área de seguridade.
O banco oficial já tem parceria com a Mapfre para ramos elementares e vida e aguarda o sinal verde do governo para aumentar a sua fatia no IRB Brasil Re. Também negocia a sociedade em de saúde na Brasilsaúde com a SulAmérica. Em previdência, já renovou por mais 23 anos com a americana Principal. Em capitalização, o BB detém a liderança do setor e também revê suas parcerias, devendo ficar na Fenacap a nova sócia.
Heráclito de Brito Gomes Junior, presidente da Bradesco Saúde, assume a presidência da Federação Nacional de Saúde Suplementar (Fenasaúde), cargo que vinha sendo exercido por Geraldo Rocha Mello, da Medial Saúde. Em razão da Medial ter sido adquirida recentemente pela empresa de medicina de grupo Amil, Heráclito é o único que já assume o comando neste ano. Os outros, a partir de fevereiro. Este é um segmento que promete muitas notícias de fusões e aquisições para o próximo ano.
Ou seja, muitas notícias vão rolar até lá, esquentando este período de fim e início de ano, que para o jornalista é sempre morno, o que o faz estar sempre ávido por boas pautas até o início da publicação do balanço financeiro de 2009.
Este site utiliza cookies para aprimorar a sua experiência enquanto navega. Desses cookies, os que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador visto que são essenciais para o funcionamento básico do site. Nós também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa o site — esses só são armazenados no seu navegador mediante a sua autorização. Você também tem a opção de cancelar esses cookies, mas isso pode impactar a sua experiência de navegação.
Cookies necessários são absolutamente essenciais para este site funcionar de forma apropriada. Esta categoria só inclui cookies os quais garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site. Esses cookies não armazenam nenhuma informação pessoal.