Reserva de ações da Brasil Insurance será dia 28

brasil-insuranceA rede de 27 corretores formados pela Brasil Insurance, empresa controlada pela Brazil Brokers, do fundo de private equity Gulf Capital Partners, divulgou o prospecto da oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) de ações. Segundo dados divulgados, a companhia disponibiliza 191 mil papéis em oferta primária e 191 mil ações em oferta secundária – montante que ainda pode ser acrescido de lote adicional e suplementar. O preço por ação ficará entre R$ 1,25 mi e R$ 1,45 mil. O período de reserva para os investidores interessados na operação começa em 26 de outubro e se encerra no dia seguinte. A fixação do preço ocorre em 28 de outubro e os papéis começam a ser negociados na BM&FBovespa em 1º de novembro.

Os bancos coordenadores são Morgan Stanley, BTG Pactual, JPMorgan e HSBC. Segundo o prospecto, o faturamento bruto das 27 corretoras que formarão a companhia foi de R$ 125,6 milhões em 2009, com aumento de 32% ante o volume de 2008. Em 2009, elas contabilizaram aproximadamente 1,2 milhão de clientes pessoa física, 14 mil empresas, além de cerca de 1 milhão de vidas e 111 mil veículos segurados. Em 2009, elas intermediaram prêmios de R$ 960 milhões, com comissão média de 13%.

O prospecto preliminar pode ser acessado no site www.brasilinsurance.com.br.

CNSeg recebe Lord Mayor da City de Londres

*matéria extraída do site da CNSeg www.viverseguro.org.br

lord-mayorO Lord Mayor da City de Londres, Alderman Nick Anstee, visitou a CNSeg nesta segunda-feira, liderando uma comitiva composta por 17 empresários britânicos. Eles foram recebidos pelo presidente da CNSeg, Jorge Hilário Gouvêa Vieira, acompanhado de assessores. Na oportunidade, eles avaliaram temas de interesse comum dos dois mercados.

Os britânicos solicitaram informações sobre os ramos que mais crescem no mercado brasileiro e a respeito da qualificação de seus profissionais. Já o presidente da CNSeg, aproveitando-se do fato de que Londres vai sediar as Olimpiadas de 2012, pediu aos membros do mercado britânicos que enviem relatórios, após o evento esportivo, sobre os seguros mais demandados e a sinistralidade apresentada pelas carteiras. Tal material vai servir de parâmetros para o mercado nacional definir sua política de subscrição para as Olimpíadas de 2016, que será realizada no Rio de Janeiro.

Ainda no encontro, Jorge Hilário destacou que o mercado brasileiro tem forte potencial de crescimento, tendo em vista que o País é a décima economia mundial, mas ocupa o 15º posto do ranking global de seguros. Nesse sentido, Jorge Hilário disse que a CNSeg examina os principais obstáculos para que o mercado de seguros torne-se mais proporcional ao tamanho da economia nacional.

Swiss Re avalia impacto da inflação no setor

42-17678855Os picos atingidos recentemente pelos preços das commodities e o afrouxamento atual da política monetária intensificaram os temores de inflação. Muitas seguradoras identificaram estas circunstâncias como um de seus principais riscos. O mais recente estudo sigma da Swiss Re “O impacto da inflação sobre as seguradoras” sugere que as seguradoras podem limitar o impacto da inflação sobre os retornos dos investimentos, avaliações de ativos e compromissos futuros de seguros aplicando hedging de inflação, incluindo cláusulas de indexação aos contratos e adquirindo resseguro.

Segundo release distribuído pela resseguradora, a inflação é o fenômeno econômico de aumento dos preços de bens e serviços. Ela influencia as despesas com reclamações de sinistro e despesas em geral, o valor dos passivos e, menos diretamente, o valor dos ativos. Em termos históricos, o aumento dos custos das reclamações de sinistro ultrapassou a inflação devido a fatores adicionais conhecidos como “escaladas dos custos sociais” que, somadas aos custos da inflação, incluem os efeitos do aumento do número de litígios, mudanças nas normas sociais e crescentes despesas com tratamento médico.

A inflação afeta as seguradoras de vida e não-vida de diferentes maneiras Para as seguradoras do ramo não-vida, uma inflação súbita leva a maiores custos de reclamações de sinistro, minando sua rentabilidade. Thomas Holzheu, um dos autores do novo estudo sigma, comenta: “Períodos prolongados de inflação galopante são problemáticos sobretudo para os segmentos de negócios long-tail. Ainda segundo Holzheu: “As seguradoras podem atenuar o impacto ajustando as taxas de prêmio; porém, às vezes isto não é possível se as regulamentações ou o ambiente competitivo não permitirem tais ajustes.”

Para as seguradoras de vida, tanto a inflação quanto a deflação constituem riscos. Geralmente a inflação vem acompanhada de um aumento das taxas de juros, o que reduz o valor das garantias de retorno. Uma inflação em alta pode ter efeito negativo sobre a O novo estudo sigma da Swiss Re analisa o impacto da inflação sobre as
seguradoras e as maneiras de enfrentar este desafio página 2/4 demanda, podendo levar a cancelamentos de apólices pelos tomadores de seguro bem como acarretar crescentes custos para as seguradoras.

Em caso de deflação, ou se uma inflação muito baixa persiste, as taxas de juros tendem a cair. Kurt Karl, economista chefe da Swiss Re nos EUA e um dos autores do estudo, comenta: “Isto dificulta às seguradoras de vida, com grandes carteiras de produtos de poupança com garantia de taxa de juros mínimo, obterem o retorno esperado dos ativos.”

As seguradoras têm diversas opções para atenuar o risco de inflação. As seguradoras preocupadas com o risco de inflação podem atenuar este risco de diversas maneiras. David Laster, um dos autores do estudo, comenta: Quanto aos ativos, as seguradoras podem investir em commodities, imóveis e títulos indexados à inflação, que consideramos os hedges de inflação mais viáveis. Tais investimentos têm obtido bom desempenho durante períodos de inflação alta.”

As seguradoras também podem modificar os contratos de seguro para encurtar o prazo e, consequentemente, reduzir o risco de desenvolvimento. Holzheu afirma: “As seguradoras podem introduzir apólices ‘claims made’ ou cláusulas ‘sunset’ para solucionar a questão de sinistros latentes, além de poderem incluir cláusulas de indexação vinculando prêmios, limites e dedutíveis/retenção a um índice atrelado à inflação.”

O resseguro também pode oferecer às seguradoras proteção contra surpresas inflacionárias, o que se revela particularmente útil em mercados emergentes, onde o risco de inflação alta é mais elevado. A inflação é uma possível ameaça no médio prazo Karl afirma: “Embora as políticas monetárias agressivas e os gastos públicos em nível recorde tenham causado inquietações com a possibilidade de um drástico crescimento inflacionário, é improvável que isso ocorra nos próximos um a três anos, uma vez que as taxas de desemprego estão elevadas e há poucas restrições de capacidade.” “Mas a inflação poderá aumentar se o afrouxamento da política monetária for mantido por muito tempo e se houver forte aceleração no crescimento”, acrescenta Karl.

Barclays recomenda Porto Seguros e Sulamérica

42-17773660O crescimento do mercado de seguros tem estimulado que analistas de bancos passem a cobrir o setor, mesmo tendo apenas duas seguradoras com ações negociadas na bolsa brasileira, além da Odontoprev, a maior em planos odontológicos, controlada pela Bradesco Saúde. O mais novo banco a emitir relatório sobre o setor foi o britânico Barclays Capital. Em março foi a vez do americano Goldman Sachs dar início a cobertura da indústria de seguros, recomendando a compra das ações da SulAmérica e mantendo posição neutra para a Porto Seguro.

Tanto para a Porto Seguro como para a SulAmérica os analistas do Barclays fazem recomendação de compra, com classificação overweight, ou seja, exposição acima da média do mercado. Os analistas projetam evolução do lucro de 60% para SulAmérica e de 21% para a Porto Seguro no segundo semestre deste ano comparado ao primeiro semestre. Segundo o relatório, os papéis da Porto Seguro são negociados sob um múltiplo Preço por Lucro estimado de 11,5 vezes, enquanto os da SulAmérica são negociados a 11,8 vezes para 2011. O lucro viria da aposta dos analistas, que projetam multiplos de 14 para a Porto e de 13,4 vezes para a SulAmérica.

GP coloca Tempo Assist à venda

42-17773524Assim como o Brasil, a indústria de seguros atrai o interesse dos investidores, cada dia mais familiarizados com o custo benefício dos projetos nos quais pretendem apostar. A notícia de hoje vem da Tempo Participações. Depois de matéria publicada pelo Valor Econômico nesta sexta-feira, a empresa disparou um comunicado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para afirmar que as negociações ainda estão em andamento. “A Companhia informa que não há no presente momento qualquer definição com relação às oportunidades ora avaliadas”, diz a nota.

O banco de capital suíço UBS foi contratado para negociar a venda de até 100% do capital da empresa, avaliada em mais de R$ 900 milhões. Segundo o Valor, o grupo GP Investimentos já tem vários compradores para a Tempo Assist, uma empresa de prestação de serviços de saúde e de assistência 24 horas que abriu capital no final de 2007, ano do boom da bolsa brasileira.

Desde a oferta inicial até ontem, as ações da Tempo caíram 21,4%. Nesse mesmo período, o Ibovespa foi positivo em 17,3%. Segundo analista entrevistado pelo Valor, o fraco desempenho é fruto “do mercado brasileiro ainda não tem maturidade para entender esse tipo de empresa, mais comum lá fora”. Quem acompanha de fato o mercado de seguros sabe que as seguradoras internalizaram a assistência 24 horas por acharem este um momento único de ter contato com os clientes e assim diferenciarem o serviço prestado num mercado altamente competitivo.

Isso fez com que a Tempo não tivesse muitos clientes na área de assistência. Já na área de saúde, com a aquisição da carteira da Unibanco Seguros, há grande interessse, segundo fontes do setor. A Mapfre, por exemplo, tem interesse em entrar em saúde, único ramo em que não atua no Brasil. Já Bradesco e SulAmérica, as maiores em seguro saúde, buscam escala, assim como Amil. Apesar de rentável, o setor de saúde no Brasil é amarrado por uma regulamentação rígida, onde o preço dos produtos individuais é controlado pelo governo, o que conta pontos negativos para a entrada de novos investimentos.

Mas uma coisa atrai. A parceria com a Caixa Econômica Federal, com 2 mil agências espalhadas pelo Brasil. A parceria é para a criação de uma seguradora de planos de saúde e odontológicos que começa a operar em janeiro. Mas há um risco com a mudança de governo e este contrato sofrer mudanças, segundo analistas do setor.

Chegaram a analisar a empresa a operadora de planos de saúde Amil; as seguradoras Bradesco Saúde, Mapfre e SulAmérica; a corretora de saúde Qualicorp, adquirida em julho pelo fundo americano Carlyle; além da gigante United Healthcare, empresa de saúde dos Estados Unidos que há algum tempo tenta entrar no mercado brasileiro.

Veja abaixo a íntegra do comunicado divulgado na CVM.

FATO RELEVANTE

TEMPO PARTICIPAÇÕES S.A.
CNPJ/MF: 06.977.739/0001-34
Cia. Aberta (Registro CVM 1991-7)
(Bovespa: TEMP3)

A TEMPO PARTICIPAÇÕES S.A. (“Companhia”), em cumprimento ao disposto no artigo 157 da Lei nº 6.404/76 e na Instrução CVM nº 358/2002 e com base nas notícias veiculadas na imprensa sobre uma possível transação envolvendo a Companhia, vem a público informar que esta sendo assessorada pelo Banco BTG Pactual S.A. e UBS Securities LLC na avaliação e prospecção de oportunidades de combinação de negócios, investimentos e desinvestimentos para seus diversos segmentos de negócios.

A Companhia informa que não há no presente momento qualquer definição com relação às oportunidades ora avaliadas.

A Companhia manterá o mercado informado do assunto.

Barueri, 15 de outubro de 2010.

CNSeg lança a idéia de um Ministério de Seguros

jorge-hilarioMinistério de Seguros. Está foi a idéia lançada por Jorge Hilário, presidente da CNSeg, em seu discurso de abertura do XIV Conec, que acontece nesta manhã no Centro de Convenções do Anhembi, em São Paulo. A idéia foi aplaudida pelos corretores que lotam o auditório principal do evento.

Segundo Hilário, a idéia vem de 25 anos, quando comandou o IRB e o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP). Quando o ministro da Fazenda, na época o grande Dornelles, me empossou nos dois cargos me disse que queria um ministro de seguros para comandar o crescimento da indústria”, relembrou.

A medida, na época, gerou a mudança da presidência do CNSP, passado a ser presidida por um membro do mercado, ou seja, o presidente do IRB, e não mais pelo Ministro da Fazenda. “Agora lanço o nome de Armando Vergílio, para ser o novo ministro”.

Segundo Paulo Santos, titular da Susep, caso a idéia de criação de um ministério não consiga emplacar no próximo governo, “desejo que pelo menos consigamos trabalhar juntos no planejamento do crescimento sustentável da indústria de seguros”.

Independentemente de Ministério, o fato é que a indústria de seguros cresce de forma acelerada, podendo dobrar de tamanho num curto espaço de tempo. “Temos um potencial muito grande e para crescermos como pretendemos será necessário criarmos uma aliança para mapear e vencer todos os desafios que temos pela frente”, ressalta Jorge Hilário.

Veja a seguir a íntegra do discurso do presidente da CNSeg.

São muitos os marcos na trajetória do seguro no Brasil em que a sensibilidade dos principais agentes do mercado para identificar as necessidades do consumidor foi decisiva e contribuiu para vislumbrar espaços de crescimento e a criação de produtos que agregaram valor ao seguro e melhoraram a performance do mercado. Um exemplo disso foi o que ocorreu com o seguro de automóveis, em que foi fundamental o papel do corretor de seguros para perceber as oportunidades de aperfeiçoamento do produto. Juntos, precisamos fazer o mesmo com o segmento Vida e com outras modalidades de grande relevância para o mercado.

Digo ‘juntos’ porque identificar as necessidades e levar segurança ao consumidor é função de todos nós, seguradores e corretores. Faz parte da missão da CNSeg promover o desenvolvimento do mercado visando ao atendimento das necessidades de coberturas securitárias das instituições, das empresas e dos cidadãos. Queremos ser um indutor do mercado, agregando valor para a economia, a sociedade e a opinião pública. É por isso que convoco as lideranças e proponho uma grande aliança, para elaborarmos juntos um planejamento estratégico para o setor.

Estamos diante de uma sociedade e de um consumidor cada vez mais exigentes. Para atendê-los, precisamos conhecer os interesses comuns entre os vários atores do mercado e trabalhar nossa estratégia de crescimento em cima das nossas convergências. Assim, nos tornaremos mais fortes para reconhecer e combater os inimigos comuns.

Essa aliança pode e deve se estender também aos órgãos reguladores. Devemos prestar bons serviços e ser vistos pelos reguladores como aliados, para que eles entrem atuando apenas para corrigir os eventuais desvios.
É por isso que convoco uma força-tarefa entre todos nós, agentes de seguro, no sentido de estarmos permanentemente focados nas necessidades do mercado e na proteção do consumidor.

Aqui e agora, estamos todos do mesmo lado e queremos o choque do desenvolvimento do mercado de seguros no Brasil.

Muito obrigado.

XIV Conec promove 12 debates nesta sexta-feira

conec-2Tudo pronto para a abertura do XIV Conec, que será realizado entre os dias 7 e 9 de outubro, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. O evento começa com um debate entre os porta-vozes da Susep, Fenacor e CNSeg, debate sobre automóveis e também marketing simples e objetivo. Os três acontecem simultaneamente entre as 9h e 10h30.

Às 7 horas da manhã o único movimento era da enorme equipe de funcionários responsáveis pela montagem do megaevento. Eu, que vim cedo para não ficar estressada no trânsito e assim ter um dia bem gentil, e Ricardo Saad, presidente da Bradesco RE, erámos os únicos por aqui.

O dia terá doze palestras simultâneas. Além dos debates, acontece a Exposeg, com estande das diversas seguradoras, que buscam levar aos corretores um pouco mais de informações sobre a estratégica de vendas adotada para este final de ano. Além, é claro, da tradicional distribuição de brindes, sorteios e relacionamento.

A Porto Seguro aproveitará o evento para ressaltar as três marcas oferecidas pela companhia: Porto Seguro, Azul Seguros e Itaú Seguros de Auto e Residência. O diretor do Porto Seguro Auto, Marcelo Sebastião, apresenta a palestra “Automóvel – Tendências e Expectativas”, as 9 horas de hoje. A seguradora patrocinará o sorteio de 13 automóveis ‘Novo Uno’ e de um ‘Smart Conversível, durante os intervalos do Congresso.

A Liberty Seguros enfatizará a necessidade de mostrar as pequenas e medias empresas a importância do seguro e que a companhia tem produtos segmentados para atender necessidades específicas de cada setor. A seguradora também apresentará as novidades de sua campanha de incentivo aos corretores, intitulada Embarque Nessa. O estande segue o tom da campanha e é inspirado na arquitetura e cultura orientais, uma menção à viagem para o país da incrível Hagia Sophia, um marco do Império Bizantino. No estande, os corretores poderão se inteirar sobre a dinâmica do novo programa e também sobre prêmios, além de poderem aproveitar a oportunidade para compartilhar experiências e análises sobre o setor.

No estande da Allianz, o clima é do automobilismo, com dois simuladores de carros da Fórmula 1 que contam com pedais, volante e marcador de velocidade. Os participantes da simulação da corrida ganharão brindes com o tema da Fórmula 1. Já o campeão de cada dia do evento leva para casa uma miniatura do carro da Williams. Os corretores também poderão tirar fotos no interior de um carro virtual da equipe, dos pilotos Rubens Barrichello e Nico Hülkenberg.

A SulAmérica, que traz ao evento seu novo vice-presidente comercial, Matias de Ávila, aproveita para fazer relacioamento e aprofundar o relacioamento com o corretor sobre o que ele espera da centenária companhia. Para atrair os corretores para um bate papo, a SulAmerica oferecerá um bar, a Pizzaria SulAmérica, estações para recarga de celulares, serviço de concierge, computadores para acesso à internet e lounge para descanso. Os visitantes também receberão brindes, como adesivos e car freshs, e poderão concorrer a um Kia Soul zero quilômetro.

Os executivos da SulAmérica participarão como palestrantes de diversas temas. No dia 8 de outubro, o diretor de Operações da SulAmérica Saúde, Marco Antunes, estará presente no debate “Saúde e Odonto: Valem a pena?”. Já no dia seguinte, o presidente da companhia, Thomaz Cabral de Menezes, será um dos convidados do painel “Seguradoras: Tendências”, que abordará as perspectivas para o futuro do mercado segurador no país e no mundo.

A HDI Seguros participará do painel “Tecnologia: Facilite seus Negócios!”, enfatizando que as novas ferramentas e tecnologias oferecidas pela internet, são aliados aliados para fomentar novos negócios e agregar mais qualidade no relacionamento entre os corretores, seus clientes e as companhias de seguros.

A ACE aproveita o Conec para mostrar aos corretores o imenso mercado de pequenas e medias empresas que há no Brasil para ser conquistado. Para isso, a seguradora coloca no ar o seu novo portal de internet, que, segundo ela, permite a venda online de seus produtos de forma rápida e desburocratizada, a qualquer momento e de qualquer lugar do mundo. Um dos principais atrativos da nova ferramenta da ACE é a sua capacidade de incluir os profissionais de pequeno e médio porte em nichos de mercado antes inacessíveis a eles em razão de custos e operacionalização. O Portal ACE Seguros disponibilizará inicialmente mais de 20 tipos de produtos, com inúmeras combinações de planos, modalidades e coberturas. O portal é totalmente online e não requer instalação de programas, atalhos ou chaves eletrônicas.

A Generali optou por trazer a feira todos os produtos oferecidos para os riscos envolvidos na proteção da vida, do patrimônio e da responsabilidade civil, com seus riscos inerentes ao desenvolvimento econômico.

Show de Bon Jovi sem acidentes

bon-joviMais de 60 mil pessoas no estadio do Morumbi ontem para assistir o show de Bon Jovi. Nada de acidentes. Lucro para todos, inclusive para a seguradora do evento. Adorei o show. Valeu Cassio, Lourdes e Eduardo por me ajudarem a dar um tempo do trabalho e relaxar neste maravilhoso show. Amanha tem Conec.

Governo, Swiss Re e IFC inovam para fazer o Brasil crescer com sustentatilidade

42-21523044Mais uma etapa vencida rumo ao crescimento da indústria de seguros brasileira, que a cada dia encontra formas de ajudar a baratear os financiamentos para as obras de infraestrutura que o Brasil precisa para dar sequência ao crescimento da economia. Ontem o ministro da Fazenda Guido Mantega informou que a criação da Agencia Brasileira de Garantias será instituída por medida provisória.

A decisão vem contra o que os executivos de seguros aguardavam. Era previsto que a agência seria criada por Projeto de Lei, que levaria algum tempo para entrar em vigor, e não como Medida Provisória, com chances de entrar em vigor em até 30 dias. Segundo o ministro, a MP será escrita e, após assinada pelo presidente da República, o Brasil terá uma agência de fomento que ajudará a baratear o custo financeiro dos empréstimos para as obras de infraestrutura do Brasil, estimada em algo próximo de R$ 1 trilhão, segundo levantamento do PAC-2.

O interesse em fazer o Brasil dar certo gerou outra grande notícia ontem. Interessada em dar garantias ao crescimento do país, a Swiss Re e o IFC, braço financeiro do Banco Mundial, aportaram R$ 40 milhões na UBF Seguros. Especializada em seguro garantia e agrícola, a seguradora estava fora do mercado a espera de capital. Capitalizada, o presidente Roberto Foz, auxiliado pelo jovem Felipe Bonetti, que o ajudará neste período de transição, colocará a equipe da UBF para arquitetar programas de seguros para projetos, tendo como garantia a credibilidade da Swiss Re, com 80% do capital, e o IFC, com 20%.

A parceria entre Swiss Re e IFC foi iniciada no alto escalão. “O assunto começou a ser discutido pelo president do IFC e pelo presidente da Swiss Re”, contou Rudi Flunger, diretor da divisão de seguros e linhas especiais da Swiss Re. O investimento do megainvestidor Warren Buffett, que tem boa parte da sua fortuna vinda do controle do grupo segurador Berkshire Hathway, em resseguradoras concorrentes em 2009 e 2010, especialmente na Swiss Re e na Munich Re, foi um estimulo e tanto para o IFC olhar com mais atenção a indústria de seguros, acredita Pedro Mader Meloni, advisor do IFC para a America Latina e Caribe.

Durante coquetel realizado ontem, a resseguradora Swiss Re informou que vai atuar como seguradora e também resseguradora nesses dois nichos. Mundialmente, apenas 10% do faturamento do grupo suíço vem de seguro, sendo resseguro a atividade principal. “Isso mostra o interesse do grupo no Brasil, que tem ainda duas resseguradoras admitidas”, diz Foz.

Para a Swiss Re, o mercado de seguros brasileiro é de extrema importância. Segundo Fluger além do aporte de capital, o grupo empenha-se em compartilhar conhecimentos e capacidades técnicas e assim auxiliar a expansão da UBF Seguros para outras linhas de negócios. “A transação reflete o compromisso da Swiss Re com o mercado brasileiro, que tem importância estratégica destacada e onde estamos fazendo negócios há mais de 80 anos. Além disso, estamos satisfeitos por este investimento criar a oportunidade de fortalecer nossa parceria com a IFC ao redor do mundo.”

O IFC ressaltou a força do mercado de seguros no Brasil. “Decidimos fazer este investimento porque acreditamos no crescimento da indústria de seguros como um fator chave para dar sustentabilidade ao desenvolvimento do Brasil”, disse Meloni. O foco do IFC é investir em setores que, embora tenham boas perspectivas de crescimento e rentabilidade precisam ganhar mais eficiência em termos de competição.

Este é o primeiro investimento da agência de fomento em seguros no Brasil. O IFC opera em mais de 100 países e no Brasil contava com investimentos apenas em bancos. O próximo passo no mercado de seguros poderá ser em microsseguro. “Estamos com projetos em microfinanças e quando este estiver viabilizado pode ser um passo natural apoiar o microsseguro, que complementa a microfinança”, disse.

Allianz patrocina debate sobre mudança climática

42-19909726A Allianz é a patrocinadora do 2º seminário CC+I (Climate Change and Insurance), promovido pela Geneva Association, realizado nos dias 27 e 28, em São Paulo. O encontro é destinado ao debate das mudanças climáticas na América Latina e Caribe e suas relações com o mercado de seguros. Uma grande preocupação da indústria é com o aumento de ocorrências de catástrofes naturais no Brasil, que até poucos anos atrás eram praticamente inexistentes. Neste ano, por exemplo, já podemos citar o excesso de chuvas em São Paulo, no Rio de Janeiro e nos estados do Nordeste, com prejuízos econômicos significativos para os governos, famílias e seguradoras.

Esta é a primeira vez que o evento acontece no país e discute especificamente os impactos do aquecimento global na região. “É um grande orgulho para nós realizar este evento em São Paulo e assim promover o debate de novas alternativas e gestão de negócios que colaborem para todos terem um futuro melhor”, diz Max Thiermann, presidente da Allianz, na abertura do encontro patrocinado pela subsidiária brasileira do grupo alemão.

Entre os temas prioritários temos a saúde das populações locais, assim como os novos seguros que podem ser desenvolvidos para reduzir as perdas da sociedade e das empresas com as mudanças globais. A grande discussão entre os quase 50 participantes está em como a indústria de seguros pode ajudar o planeta a sofrer menos com o consumo desenfreado, que retira da natureza mais do que esta pode lhe dar. Além disso, como viabilizar produtos que ajudem as pessoas a refazer a vida após a ocorrência de uma catástrofe.

Os debates sobre mudanças climáticas dão uma noção clara do poder das seguradoras em estimular a mudança de relação da sociedade, dos indivíduos, das empresas e dos governos com a qualidade de vida de todos. Além do interesse em criar produtos para mitigar os riscos, o objetivo do encontro é também reunir ideias que possam colaborar para a mudança de atitude das pessoas num apelo que vai além dos benefícios econômicos.

Se nada for feito, a vida na terra ficará comprometida, afirma o professor Germán Poveda, da Universidad Nacional de Colombia, um dos palestrantes do evento. E isso não é apenas conversa de cientista ou ativista. Aliás, o que se constatou até agora é que os estragos na terra já superam as mais catastróficas previsões feitas anos atrás. “O número de furacões e o aumento da intensidade tem sido significativa nos últimos 30 anos”, informou.

Reduzir a emissão de CO2 é uma missão que pode ser perseguida por todos a partir de um consumo mais consciente. “A educação financeira pode ter uma forte contribuição para minimizar os efeitos climáticos e isso pode ajudar a causar menos mortes e direcionar recursos governamentais para investimentos e não para consertar o que está sendo aniquilado”, diz Adriana Boscov, superitendente de sustentabilidade da SulAmérica.

Ela citou como exemplo a iniciativa de ONGs para o recolhimento de óleo nas residências. Somente a ONG Ecoleo.org.br, conseguiu no bairro de Cerqueira Cesar, em São Paulo, fazer com que mais de 1 milhão de litros por mês deixem de ir para esgoto com uma simples atitude de estimular a população a reciclar. “Foi entregue um folheto junto com a conta de água e a adesão foi impressioante”, conta. Com isso, a economia gerada com a manutenção do custo de drenagem da rede de esgoto chegou a 25%, verba que pode ser usada para investimentos na ampliação do sistema de água.

Isso mostra que muito pode ser feito para educar a sociedade e fazer com que o país continue sendo o destino de milhões de turistas. O Brasil do futuro sequer lembrará este país maravilhoso, livre de catástrofes naturais de grandes efeitos e frequência, como outros continentes se a agressão ao planeta continuar. “O norte virará um deserto e o sul um alagado, com pessoas doentes e sem infraestrutura, devastado pelos efeitos das mudanças climáticas. São Paulo corre o risco de sofrer com grandes enchentes, trazendo perdas para todos”, ressalta Juan England, diretor da corretora Willis.

Globalmente, 2010 tem sido o ano mais quente desde que os registros começaram, há mais de 130 anos, sendo que os dez mais quentes caem todos no período dos últimos 12 anos, informa Peter Hoeppe, especialista do departamento de mudanças climáticas da Munich Re. Segundo ele, 725 desastres naturais ligados ao clima no mundo nos primeiros nove meses desde ano trouxeram impactos significativos para o mundo. Este é o segundo maior número em 30 anos. As perdas econômicas ligadas ao clima chegam a um total superior a US$ 65 bilhões nos primeiros nove meses. O valor está abaixo da média dos últimos dez anos, mas as indenizações cobradas das empresas de seguro chegaram a US$ 18 bilhões.

O seminário CC+I é parte integrante do Programa de Gerenciamento de Riscos, criado pela Geneva Association, com o objetivo de dialogar com diversos setores econômicos para enfatizar o papel do seguro na sociedade.