Austral oferta garantias de seguro para Invepar, vencedora do leilão de concessão do aeroporto de Guarulhos

Veja abaixo a estrutura de seguros de perfomance, que garante que a Invepar vai cumprir a proposta ofertada no leilão de ontem. Tal estrutura foi divulgada no site da Comissão de Valores Mobiliários, em janeiro. Como a Invepar levou apenas o aeroporto de Guarulhos, apenas a Austral foi contratada.

Contratação de Seguro-Garantia (Bid Bond): O Conselho de Administração aprovou a contratação, pela Companhia, de Seguros-Garantia para fins da participação da Companhia na Licitação, com as seguintes características principais: (i) Aeroporto de Brasília/DF: (i.a) Seguradora: Allianz; (i.b) Montante: até R$37.342.000,00 (trinta e sete milhões e trezentos e quarenta e dois mil reais); e (i.c) Prazo: até 375 dias (trezentos e setenta e cinco dias), contado a partir da data de entrega da proposta; (ii) Aeroporto de Viracopos/SP: (ii.a) Seguradora: Allianz; (ii.b) Montante: até R$90.887.000,00 (noventa milhões e oitocentos e oitenta e sete mil reais); (ii.c) Prazo: até 375 dias (trezentos e setenta e cinco dias), contado a partir da data de entrega da proposta; e (iii) Aeroporto de Guarulhos/SP: (iii.a) Seguradora: Austral; (iii.b) Montante: até R$123.879.000,00 (cento e vinte e três milhões e oitocentos e setenta e nove mil reais); e (iii.c) Prazo: até 375 dias (trezentos e setenta e cinco dias), contado a partir da data de entrega da proposta.

Seguro de carro: Brasil X EUA

O “Insurance Information Institute” divulgou recentemente estatísticas atualizadas sobre o mercado de seguro de automóvel nos Estados Unidos. O economista Francisco Galiza fez uma análise interessante sobre os números, comparando-os com o mercado brasileiro em sua seção “Comentários Econömicos”, que acumula uma série de estudos e análises vitais para quem quer entender um pouco mais desta complexa indústria de seguros.

O mercado de seguros automóvel dos EUA é infinitamente maior do que o brasileiro. Lá, as seguradoras venderem US$ 160 bilhões em 2010, enquanto aqui temos prêmios de US$ 13,1 bilhões. Enquanto os americanos se preocupam mais em comprar proteção para indenizar terceiros, os brasileiros pensam mais em repor a perda do veículo em si. Desses valores, US$ 62,6 bilhões nos EUA são para a cobertura de perdas com o veículo e US$ 97,7 bilhões em cobertura de responsabilidade civil, que serve para indenizar terceiros prejudicados pelo segurado de automóvel. No Brasil, essa relação é de US$ 10,6 bilhões para o casco e de US$ 2,5 bilhões para terceiros.

Há grande expectativa de que essa diferença seja reduzida com a entrada dos novos consumidores no mercado brasileiro. Afinal, as vendas de carros batem recorde e a Justiça começa a ganhar mais velocidade, o que geralmente estimula a consciência de risco das pessoas, levando-as a priorizar a compra do seguro de responsabilidade civil, bem como num patamar de cobertura mais elevado para fazer frente aos valores reais de reposição de perdas causadas a terceiros.

Em média, o Brasil representou 8% do mercado americano, mas o comportamento não foi uniforme, explica Galiza. “Aqui, a proporção de seguro de responsabilidade civil é ainda relativamente pequena, de apenas 3%, enquanto o seguro do casco representa 17%”. No Brasil, 7,2% dos veículos segurados sofreram colisão no ano em 2010. Nos EUA, essa proporção é um pouco menor (5,7%).

Outro número interessante da comparação das carteiras de carro dos dois países é que a indenização média paga aqui por este tipo de sinistro é de US$ 3.381, acima dos US$ 2.776 praticados no mercado americano. “Fatores cambiais, tributos elevados, uma frota mais nova e uma maior preocupação com as condições do veículo (em relação à responsabilidade civil) podem ser motivos para essa defasagem para o Brasil”, explica o consultor em sua análise.

A concentração de seguradoras também chama a atenção. Em 2010, as dez maiores seguradoras de automóveis dos EUA detinham 68% da receita de todo o mercado. No Brasil, nesse mesmo período, o valor das 10 primeiras nesse ramo foi de 93%. Todas elas são seguradoras independentes. No Brasil, apenas a Bradesco, ligada ao terceiro maior banco do país, está entre as cinco maiores em 2010. Temos um mix de seguradoras independentes até 2010, mas que começou a mudar. A Porto Seguro, a maior em seguro de carro, se associou ao Itaú, maior banco privado; a espanhola Mapfre é hoje a parceira do Banco do Brasil, maior banco do país. As independentes SulAmérica e Liberty estão entre as cinco maiores.

No entanto, quem vem ganhando cada dia mais market share é a Zurich. A seguradora suíça fez um acordo com o Santander, quarto maior banco do Brasil, que até o momento não envolve automóvel. Mas é certo que esse quesito deve mudar em breve. Também temos de considerar que o Brasil é o favorito para a terceira posição no ranking global de maiores mercados de veículos do mundo em 2016, com vendas entre 4 milhões a 6 milhões de veículos, após encerrar 2011 com vendas de 3,6 milhões de unidades. Isso o deixa atrás de China e Estados Unidos, segundo levantamento da consultoria KPMG, divulgado em janeiro último. De acordo com o estudo, o caminho para o Brasil está mais fácil em razão do momento recessivo vivido por países da América do Norte, Europa e Japão.

Esse potencial de vendas de carros atrai a entrada de novas seguradoras no mercado brasileiro, muitos deles interessados na venda online, já que os canais bancários e as redes de concessionárias já foram negociados. Claro que sempre há interesse em renogociar parceiros. De uma forma ou de outra, a tendência é de que no médio prazo a atual distribuição de market share no Brasil vai ser alterada. Por mais ameaças que os corretores tradicionais possam fazer, o cliente é quem vai determinar como comprará seu seguro. Acredito que será sempre com o corretor, mas de forma online. Afinal, quem tem tempo e dinheiro a perder?


O estudo completo pode ser visto no link http://www.iii.org/facts_statistics/auto-insurance.html.

JLT participa de evento sobre energia eólica

A JLT Re – uma das corretoras de resseguro líderes do mercado internacional na área de energia – marcará presença no Wind Forum Brazil 2012 – 4o Fórum Nacional para a Geração de Energia Eólica, que será realizado na próxima semana (de 07 a 09 de fevereiro) no Holiday inn Parque Anhembi (SP). No terceiro dia do encontro, o executivo da JLT, Carlos Romero, participará do painel que discutirá o tema “Gestão de Riscos na Implementação de Fazendas Eólicas”. Ele mostrará como a gestão de riscos pode auxiliar no diagnóstico de eventuais problemas de performance, além de consolidar melhores práticas, reduzir custos.

Nesse painel, serão abordadas as anomalias nos recursos e na energia, as maneiras de se otimizar a geração e a governança corporativa e alocação de recursos. Além desses temas, a conferência discutirá ainda as perspectivas de investimentos, expansão da geração de energia eólica no Brasil, participação em leilões, comercialização de energia e questões regulatórias.

O encontro é organizado pelo International Quality &Productivity Center (IQPC). As inscrições podem ser feitas pelo email atendimento@iqpc.com. Mais informações pelo tel.: 11-3463-5600.

Marcus Vinicius deixa Zurich; Antonio Cassio dos Santos acumulará funções

Fiquei supresa ao ler no CQCS essa notícia. E como sempre, Antonio Cassio dos Santos trabalhando demais.

Segue a íntegra

A Zurich Seguros, informa que, por uma decisão pessoal, o CEO de Auto e Seguros Gerais da Zurich no Brasil, Marcus Vinicius, deixou a empresa para se dedicar a outros projetos profissionais. Antonio Cássio, CEO de Seguros Gerais da Zurich para a América Latina acumulará, temporariamente, a posição de CEO de Seguros Gerais no Brasil de forma a dar continuidade à estratégia de crescimento sustentável e de conquista cada vez mais significativa do mercado com foco em seguros corporativos e de automóvel, além de microsseguros e seguros massificados, tendo como principal canal de distribuição a rede de Corretores, especialmente através das Filiais e ZACs, além das plataformas e parcerias.

A Zurich Seguros trabalha para ser, dentro dos próximos 10 anos, uma das 5 maiores seguradoras do Brasil nos seguros de patrimônio (automóvel, residência, garantia, acidentes pessoais, etc) e Responsabilidade Civil.

CNseg estimula sustentabilidade na agenda do mercado segurador

Agenda

Divulgação

O mercado brasileiro de seguros vai aderir aos Princípios para o Desenvolvimento Sustentável de Seguros, uma iniciativa do Programa das Nações Unidades para o Meio Ambiente. A adesão será celebrada na Rio+20, conferência que será realizada de 20 a 22 de junho no Rio de Janeiro, e representará um compromisso público de longo prazo do setor de seguros com o desenvolvimento sustentável. “A iniciativa das Nações Unidas de estabelecer princípios para o Desenvolvimento Sustentável de Seguros está alinhada com o que o mercado segurador brasileiro tem defendido ao longo dos anos e, por isso, fortalecerá a cultura e a disseminação deste conceito no mercado nacional”, diz Solange Beatriz Palheiro Mendes, diretora-executiva da CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras).

Os quatro princípios são o resultado de um processo consultivo realizado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente em parceria com o setor mundial de seguros nos últimos dois anos e serão apresentados às seguradoras brasileiras pela CNseg ao longo de 2012. A primeira apresentação será no dia 7 de fevereiro, em São Paulo, durante o I Workshop Inovação e Oportunidades em Sustentabilidade.

“A tendência mundial de valorização das empresas socialmente responsáveis e sustentáveis já está consolidada. No Brasil, muitas empresas do setor de seguros já abriram área específica para o estudo de ações para uma economia sustentável”, observa Solange Beatriz. O desafio da CNseg é tornar essas práticas de excelência conhecidas, para que possam permear de uma forma pragmática toda a cadeia do mercado segurador, influenciando no comportamento dos clientes – pessoas físicas ou jurídicas -, de investidores, da sociedade, de reguladores e do governo

No workshop, a CNseg também apresentará os resultados de uma pesquisa realizada com 28 seguradoras sobre práticas sustentáveis e lançará um questionário com indicadores de ações sociais, meio ambiente, governança corporativa e transparência. “A proposta é identificar o nível de adesão das seguradoras a esses indicadores”, explica a diretora-executiva da CNseg. O evento contará com a participação de diversos executivos do setor de seguros que atuam na área de sustentabilidade e o objetivo é discutir como aplicar critérios socioambientais na gestão de riscos e o papel do mercado.

Princípios para o Desenvolvimento Sustentável de Seguros

1. Considerar sistematicamente as questões ambientais, sociais e de governança no negócio, princípios, estratégias e operações.
2. Aumentar a consciência da indústria de seguros sobre questões ambientais, sociais e de governança, reduzir o risco e encontrar soluções.
3. Trabalhar em conjunto com a sociedade para reforçar nossa eficiência na implementação dos Princípios.
4. Ser transparente ao comunicar as nossas atividades e progressos na implementação dos Princípios.

SERVIÇO:
I Workshop Inovação e Oportunidades em Sustentabilidade
Dia: 07 de fevereiro de 2012
Hora: 8h30 às 14h30
Local: Sindicato das Seguradoras de São Paulo (Av. São João, 313 – 6º andar – SP)

Grupo Informe
Tayná Xavier – 2173-0057 tayna.xavier@grupoinforme.com.br
Eduardo Nunes – 2173-0056 eduardo.nunes@grupoinforme.com.br
Gloria Santos – 2173-0053 gloria.santos@grupoinforme.com.br

BB Mapfre intensifica atendimento no seguro rural

A BB Mapfre já contabilizou, nos últimos 30 dias, 2.200 sinistros na carteira de seguro rural atendidos pela Central de Atendimento, com o agravamento da seca. A maioria vem de cidades dos Estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, regiões de grande concentração de contratações.Segundo comunicado do grupo, mais de 150 peritos, auditores e analistas estão em campo, distribuídos nas regiões sinistradas ou de alta concentração de riscos.

Na Central de Atendimento, a equipe encarregada de receber ligações exclusivamente dos produtores rurais foi ampliada para proporcionar um melhor atendimento. As perícias técnicas preliminares também foram priorizadas: estão sendo realizadas em até 7 dias após o aviso à Central de Atendimento. Uma equipe de 50 pessoas atua no BackOffice, na matriz do grupo, em São Paulo, para agilizar a análise dos processos. Como as lavouras estão em diferentes estágios de desenvolvimento e a seca afetou com intensidade distinta cada região, ainda não é possível precisar o montante total das indenizações.

“Fizemos o levantamento histórico de ocorrência de sinistros da Safra de Verão 2008/2009, uma das piores já registradas, para balizar nossas ações”, explica Luis Carlos Guedes Pinto, diretor-geral de Operações Rurais do Grupo BBMAPFRE. Naquela ocasião mais de 4 mil avisos de sinistros foram registrados pela Central de Atendimento do Grupo Segurador. Apesar de menos intenso, o cenário atual tem como coincidência as influências do La Niña. As culturas de milho e soja são as mais afetadas e representam mais de 90% da produção da Região Sul.

Para facilitar a vida do segurado, o grupo divulgou as seguintes orientações:

· Após a comunicação de perdas à seguradora, é agendada a vistoria por um engenheiro agrônomo credenciado. Normalmente são realizadas duas vistorias: uma logo após a comunicação de perdas e outra no período da colheita.

· O Segurado ou seu representante legal assina os Laudos de Inspeção de Danos (Preliminar e Final). Caso discorde das conclusões do documento, deverá declarar no próprio laudo suas razões para a discordância.

· O produtor deverá apresentar as Notas Fiscais dos insumos utilizados na área segurada. Essas notas deverão estar em nome do segurado e da propriedade.

· O Segurado deverá comunicar a data do início da colheita com antecedência de 15 (quinze) dias para permitir o agendamento da vistorias pelos peritos.

· O produtor não deve iniciar a colheita sem a autorização do perito (engenheiro agrônomo indicado pela seguradora).

· Os contatos com o Grupo Banco do Brasil e Mapfre devem ser feitos pelos telefones: 0800 729 7000 (Banco do Brasil) e 0800 775 1000 (Mapfre).

Anac flexibiliza regra e aumenta concorrência entre seguradoras e resseguradoras

Finalmente o governo soube recuar de uma medida que inibia a concorrência entre as seguradoras e resseguradoras que atuam no seguro garantia. Principalmente porque prejudicava, também, o IRB Brasil Re, controlado pelo Tesouro Nacional, ao permitir apenas seguradoras que tenham rating de participar do leilão de concessão dos aeroportos de Guarulhos, Campinas e Brasília, previsto para 6 de fevereiro, na sede da BM&F Bovespa, em São Paulo.

Depois de um pedido das seguradoras, por intermédio da CNseg, a confederação das seguradoras, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) decidiu flexibilizar as exigências relativas à contratação de seguro garantia. Por meio do comunicado relevante nº 7, a agência retificou o texto “a contratação do seguro garantia deverá ser feita com seguradora e resseguradora de primeira linha, assim entendidas aquelas cuja classificação de risco esteja compreendida na categoria ‘grau de investimento’ em, pelo menos, uma das seguintes agências: Fitch, Standard & Poor’s ou Moody’s” para “com seguradora e resseguradora autorizada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), entidade vinculada ao Ministério da Fazenda”. Agora todas podem participar. Antes, apenas JMalucelli Re e Munich Re, entre as resseguradoras, e ACE, Chubb, Itaú e J.Malucelli como seguradoras.

Agora só falta voltar atrás na regra do resseguro!

Talanx assumirá o grupo segurador polonês Warta

O grupo alemão Talanx, presente no Brasil através da HDI Seguros, está comprando por 770 milhões de euros a totalidade das ações da companhia de seguros polonesa Tuir Warta SA, pertencente ao grupo belga KBC. A transação, ainda sujeita à aprovação das autoridades regulamentadoras, deverá estar concluída no segundo semestre deste ano. Após a conclusão do negócio, a Talanx International AG terá direito a 70% das ações da Warta Talanx International AG – empresa resultante da aquisição. Os outros 30% caberão à Meiji Yasuda, parceira japonesa da Talanx.

Segundo nota do grupo, em 2010 o Grupo Warta registrou prêmio bruto de aproximadamente 1 bilhão de euros, dos quais 560 milhões de euros provêm de seguros de vida e outros 433 milhões vêm dos ramos elementares (não vida). Além da forte atuação em seguros de vida, a empresa é uma das principais seguradoras polonesas no ramo industrial — em que se destacam os segmentos naval e de aviação. O grupo Warta possui em carteira 1,5 milhão de segurados.

Atualmente, o grupo Talanx está presente na Polônia por meio de duas empresas nos ramos de automóvel, responsabilidade civil geral, property e vida: a HDI Asekuracja TU SA e a HDI-Gerling Zycie TU SA. A aquisição da Warta fará da Talanx, a partir do segundo semestre de 2012, o segundo maior grupo segurador do mercado polonês e reforçará ainda mais sua estratégia de ampliar sua carteira internacional. A Europa e a América Latina são hoje os principais mercados alvos da Talanx.

“Com a aquisição da Warta, estamos dando um passo decisivo rumo à nossa meta de crescimento estratégico”, afirmou Torsten Leue, membro do Conselho da Talanx AG e diretor Executivo do Conselho de Administração da Talanx International AG.

JMalucelli se prepara para atuar em ramos elementares

A J.Malucelli está perto de iniciar suas operações em ramos elementares. Até então, a seguradora opera apenas em seguro garantia e de crédito. A expectativa para ampliar a atuação em ramos elementares é grande. Segundo João Gilberto Possiede (foto), presidente da seguradora, a festa de inauguração está prevista para o dia 27 de fevereiro. Até lá, acredita-se que todas as autorizações da Superintendência de Seguros Privados (Susep) tenham sido homologadas. Nesta semana, a Susep homologou a alteração do controle acionário indireto e da ingerência efetiva nos negócios da J. Malucelli Seguradora S.A, da J. Malucelli Resseguradora S.A., e da J. Malucelli Seguradora de Crédito, todas com sede na cidade de Curitiba, no Paraná, que agora passam a ser exercidos de forma compartilhada pelo Paraná Banco S.A., e pelo The Travelers Companies, INC., dos Estados Unidos, por meio da também americana Travelers Brazil Acquisition LLC. A portaria está publicada no Diário Oficial da União.