Agenda: JLT promove 3° Seminário de Óleo e Gás

A JLT Re – maior corretora de resseguro do Setor de Óleo e Gás – promoverá, no próximo dia 24 de maio (quinta-feira), no auditório da Bolsa de Valores do Estado do Rio de Janeiro, a partir das 14 horas, o 3° Seminário de Óleo e Gás. O evento terá como palestrantes os maiores especialistas desse segmento, entre os quais Carlos Vinícius (Responsável pela Divisão de Óleo e Gás do IRB Brasil Re); Rodolfo Landin (CEO da YXC Óleo e Gás); James Flude (Subscritor de Riscos de Energia do Sindicato Watkins do Lloyds de Londres); e Carlos Tessarollo (Gerente de Riscos da Petrobras).

Na mesa de debates também estarão presentes Vanderlei Ravazzi (Itaú Seguradora); Carl Day (Sindicato Hiscox do Lloyds de Londres); Nick Coffey (Indecs Londres) e Chris Sandberg (Partner JLT Ltd Londres), além de Adriano Oka (Diretor de Óleo e Gás da JLT Specialty Brasil). “Nessa terceira edição do evento, nós iremos discutir assuntos tais como as dificuldades e oportunidades para os mercados segurador e ressegurador brasileiro e internacional; e as expectativas das novas companhias do Setor de Óleo e Gás em relação às oportunidades do mercado brasileiro”, revela Adriano Oka.

Ele acrescenta que o encontro reunirá executivos das maiores seguradoras do mercado brasileiro, de importantes resseguradores do setor de Óleo e Gás e das principais companhias da indústria.

Serviço:

3° Seminário de Óleo e Gás promovido pela JLT

Local: Bolsa de Valores do Estado do Rio de Janeiro – Rua do Mercado 11 –

Data: 24 de Maio de 2012

Horário: 14h

Lucro da Porto recua 4% no trimestre; analistas ressaltam necessidade de melhorar ganho operacional

A Porto Seguro divulgou ontem queda de 4% no lucro líquido do primeiro trimestre, para R$ 137,8 milhões, considerando-se também as operações da Azul e da Itaú Auto e Residência. A receita total da companhia cresceu 12,4%, para R$ 2,7 bilhões. Interessante ler a abordagem da jornalista Flávia Furlan sobre o tema. Ela vai além da notícia isolada do resultado da Porto, trazendo análise de dois bancos sobre seguradoras negociadas em bolsa e também da Bradesco, cujo o banco controlador tem papéis em bolsas. A conclusão está no título da matéria: Aplicações financeiras, e não apólices, dão lucro a seguradoras”.

No acumulado do ano até ontem, as ações da Porto Seguro perderam 10,45% na BM&FBovespa, enquanto os papéis da Sulamérica tiveram valorização de 3,47% no período. “Seguradoras de automóveis como a Porto Seguro, com o pagamento da apólice em uma só vez, estão mais expostas ao ciclo de juro do que seguradoras de saúde, como a SulAmérica”, avaliam os analistas do Goldman Sachs, em relatório. Já o analista da Lopes & Filho, João Augusto Salles, aponta que um motivo para a Porto Seguro sofrer mais é a informação de desaceleração de venda de veículos.

“Preocupa o ritmo lento de recuperação das margens operacionais, que não estão suscetíveis a compensar os ventos contrários do ambiente de baixa taxa de juro”, afirma a equipe de analistas do Barclays, em relatório sobre a SulAmérica. Já o analista da Lopes & Filho Consultoria, João Augusto Salles, acredita que enquanto a Selic cair e prejudicar o desempenho das reservas técnicas, ela também permitirá crescimento econômico e contratação de mais seguros por parte da população. “A seguradora ganha através do volume de negócios gerado”, avalia.

Mas como o dia foi de resultado da Porto, vamos lá. A rentabilidade sobre o patrimônio (ROAE), consolidada dos outros negócios, atingiu 15,1% , um decréscimo de 6,9 pontos porcentuais explicado principalmente pelos investimentos nas novas empresas (start up) como Telefonia Celular – Porto Telecomunicações, e na empresa de saúde Portomed. As margens deverão melhorar conforme o amadurecimento desses negócios, informa a agência Estado com base nos dados divulgados pela seguradora.

Relatório da Marsh aponta para a necessidade de rever provisões de riscos e seguro para reduzir sinistros futuros

Interessante ease release da Marsh.

Comunicado Oficial

Após as catástrofes excepcionalmente graves e prolíficas vivenciadas globalmente em 2011, as organizações agora têm a oportunidade de tirar proveito desses acontecimentos e reduzir o impacto negativo de futuros sinistros em seus balanços. De acordo com o novo relatório publicado pela Marsh, a escala das catástrofes vivenciadas em 2011 ultrapassou previsões anteriores de perdas e desafiou o pensamento estabelecido sobre a natureza do risco. O relatório diz que, após 2011, as empresas precisam rever suas estratégias de gerenciamento de risco e introduzir novas metodologias para fortalecer sua capacidade de resistência financeira e operacional.

Intitulado Lessons Learned from the Catastrophes of 2011, o estudo identifica cinco grandes temas relacionados a riscos e seguros decorrentes dos sinistros ocorridos em 2011, dentre eles: proibição de acesso, greve, motim, comoção civil ou terrorismo; diferenças entre danos por inundação ou tempestade; planos de continuidade de negócios e cláusulas de notificação de seguros de 72 horas.

De acordo com a Marsh, as catástrofes ocorridas em 2011 levantaram preocupações em torno da adequação normativa para a cobertura habitual de proibição de acesso, normalmente aplicada para incidentes a curto prazo. Também destaca a importância crescente para as empresas do Plano de Continuidade de Negócios (Contingent Business Interuption), especialmente em decorrência das falhas na cadeia de abastecimento que sucedeu o terremoto/tsunami no Japão e as inundações na Tailândia.

“Os riscos associados às catástrofes de 2011 são amplamente conhecidos, mas, sua imensa dimensão e complexidade, em conjunto com a devastação que causaram, foram sem precedentes. Esses acontecimentos não só expuseram deficiências nas estratégias de risco de muitas organizações em todo o mundo, como também desafiaram a indústria de seguros a desenvolver cláusulas de apólice mais receptivas a esta rápida evolução do cenário de risco”, diz David Pigot, presidente global de sinistros da Marsh.

“As organizações precisam explorar todas as medidas necessárias para proteger seus funcionários, ativos físicos e balanços. Ao aprender as lições dos acontecimentos passados, as empresas poderão reduzir a probabilidade e o impacto de futuras perdas e minimizar seus sinistros de seguros”, complementa.

Segundo o executivo, embora nem todos os danos e perdas econômicas sejam segurados, tivemos uma resposta significativa por parte dos gerentes de risco com relação aos acontecimentos de 2011. Em geral a indústria de seguros tem demonstrado seu valor e desempenhou seu papel no processo de regeneração de clientes e comunidades afetados.

Sérgio Rosa deixa comando da Brasilprev

Justamente quando se fala na substituição de Ricardo Flores na presidência da Previ, Sergio Rosa, que deixou o comando do maior fundo de pensão do Brasil para presidir a Brasilprev Seguros e Previdência comunica a sua saída da empresa a partir do dia 31 de maio de 2012. O executivo solicitou seu desligamento por razões estritamente pessoais, relacionadas à sua organização familiar. Rosa será substituído interinamente pelo atual diretor Miguel Cícero Terra Lima, que acumulará a Diretoria Comercial e de Marketing. Será que Flores vai para a BrasilPrev? Será que Sérgio Rosa volta para a Previ? Política, eta uma coisa prá lá de complexa no Brasil, ainda mais com tantas CPI e julgamento de Mensalão. Melhor só observar.

Brasil novamente é destaque no balanço da Mapfre

Novamente o Brasil tem um grande destaque no balanço trimestral da Mapfre, maior grupo segurador da Espanha e quinto maior da Europa. De acordo com nota divulgada hoje, o faturamento no trimestre alcançou 6,8 bilhões de euros, 11% acima do resultado do mesmo período do ano anterior, devido ao crescimento das operações internacionais. O lucro líquido ficou em 271 milhões de euros, queda de 12,5%, e o lucro antes dos impostos em 498 milhões de euros, recuou de 1,7%.

Segundo a nota, os prêmios totalizaram 5,8 bilhões de euros, 15% acima do resultado obtido no primeiro trimestre de 2011. Boa parte, 4,3 bilhões de euros, resulta da venda de seguros gerais. Vida responde por 1,5 bilhão de euros. Na Espanha, apesar da difícil situação econômica, a seguradora conseguiu avançar nas vendas de seguro residencial e aumentar a participação em automóvel. O país sede representa 38,2% das vendas do grupo, com 2,3 bilhões de euros, redução de 3,7%, um percentual menor do que a média de 11% registrada pelos concorrentes no país. Os seguros gerais totalizaram 1,6 bilhão de euros e vida 763 milhões de euros.

A divisão de seguros internacionais apresentou vendas de 2,6 bilhões de euros, avanço de 41%. Na América Latina, os prêmios totalizaram 2 bilhões de euros, um expressivo crescimento de 51% nos trimestre comparados. No Brasil, avanço de 95,4%, informa a nota. Para prêmios de 1,1 bilhão de euros, o que faz o país representar 55% dos prêmios da região. Por isso, a primeira viagem internacional de Antonio Huertas, que assumiu o comando mundial do grupo neste ano, será para o Brasil. No próximo dia 16, Huertas se reúne com jornalistas para divulgar investimentos e resultados.

Mas não é só o Brasil que tem apresentado bons resultados para a Mapfre. No Chile, o grupo registrou crescimento de 32% no primeiro trimestre de 2012, comparado ao mesmo período do ano anterior. Na Argentina, avanço de 28%, na Colômbia de 25%, no Equador e na Venezuela de 18%, na América Central e no México o crescimento foi de 16%. O grupo também tem operações em outros países, como Estados Unidos, Filipinas, Malta, Portugal e Turquía, com prêmios de 559 milhões de euros, avanço de 14% no trimestre.

Além de seguros, o grupo também destacou na nota o bom desempenho das divisões de gerenciamento de riscos, resseguro e assistência, que juntas apresentaram avanço de 12,6%, para 1,2 bilhão de euros. Em resseguros, os prêmios totalizaram 738 milhões de euros, avanço de 12,5%. Em riscos globais, a alta foi de 11,3%, para 293 milhões. Em assistência, incremento de 15%, para 214 milhões, impulsionado pela venda de seguro de assistência em viagem para o Reino Unido e França.

Reservas da Capitalização superam R$ 20 bi

Comunicado Oficial

O setor de títulos de capitalização acumulou reservas de R$ 20,1 bilhões no primeiro trimestre do ano. “O número evidencia a maturidade do mercado, além de representar um importante incremento na poupança interna do País”, comemora o presidente da Federação Nacional de Capitalização, Marco Barros. O faturamento avançou 22% em comparação ao primeiro trimestre de 2011, atingindo R$ 3,76 bilhões.

Segundo o executivo, que também ocupa o cargo de diretor de Seguros, Previdência e capitalização do Banco do Brasil, as reservas cresceram 13,6% em relação a igual período do ano passado, sinalizando a consolidação dos títulos de capitalização como uma alternativa efetiva para formação de patrimônio.

As facilidades de acesso – preço médio de R$ 26 -, a ausência de burocracia na aquisição e o sorteio de atraentes prêmios em dinheiro vem motivando cada vez mais consumidores a optar pelos títulos de capitalização frente às ofertas de aplicações tradicionais. É o que atesta recente pesquisa do Instituto Fractal, de São Paulo, que aponta os títulos de capitalização como o número 2 na preferência dos brasileiros, atrás apenas da Caderneta de Poupança.

Liberty entra em campo para consolidar imagem de seguradora oficial da Copa

A Liberty Seguros, controlada pelo grupo Liberty Mutual, inicia campanha de comunicação para consolidar a imagem de “Seguradora Oficial da Copa do Mundo da FIFA de 2014”. A companhia é a única empresa do setor de seguros com patrocínio do evento no Brasil, em programa que abrange os 64 jogos da Copa do Mundo FIFA 2014 e os 16 jogos da Copa das Confederações da FIFA de 2013.

A campanha, que foi lançada na última segunda-feira, em evento no Estádio do Pacaembu, será integrada. O investimento de R$ 17 milhões terá anúncios em TV aberta, TV fechada, revistas, mídia e ações de engajamento online, campanhas de incentivo para funcionários e corretores, e eventos.

A campanha tem como motes a responsabilidade compartilhada, o patrocínio da Copa do Mundo da FIFA de 2014 e a paixão dos brasileiros pelo futebol. “Nós acreditamos que a Copa do Mundo da FIFA é uma oportunidade do Brasil mostrar ao mundo que é protagonista. Nós temos certeza disso, e acreditamos que se cada um fizer a sua parte com responsabilidade, essa Copa do Mundo da FIFA será um grande sucesso” garante Adriana Gomes, diretora de marketing da Liberty Seguros, em nota distribuída à imprensa.

As peças institucionais serão estreladas pelo capitão do pentacampeonato da seleção brasileira, o ex-jogador Cafu. “Queremos mostrar a identificação da Liberty com o Brasil e o Cafu é um jogador que personifica os valores que estão associados à marca. O Cafu é responsável, otimista, carismático, especialista no que faz e isso nos enche de inspiração. É o jogador que representa a Liberty e a paixão do brasileiro que é o futebol”, comenta Adriana Gomes na nota.

O público poderá interagir com a campanha nas redes sociais. As ações de comunicação estarão também do Facebook, do Twitter e do YouTube da companhia. Os canais digitais ganharão novos layouts e conteúdos relacionados à Copa para gerar interatividade com os internautas. Toda a comunicação vai direcionar o usuário para a fan page e o objetivo é ampliar a presença da marca no ambiente digital.

Fitch eleva ratings da SulAmérica ao nível de grau de investimento

Comunicado ao Mercado

A Sul América S.A. (BM&FBovespa: SULA11) (“Companhia”) comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral que, nesta data, a Fitch Ratings elevou os ratings nacionais e internacionais da Companhia ao nível de grau de investimento.

A classificação de risco corporativo em moeda estrangeira e nacional de longo prazo foi elevada de “BB+” para “BBB-“; e a de curto prazo atualizada de “B” para “F3”.

O rating nacional de longo prazo foi elevado de “AA” para “AA+” com perspectiva estável e o rating nacional de curto prazo afirmado em “F1+”.

O rating referente à emissão de debêntures da Companhia realizada em fevereiro de 2012 também foi elevado de “AA-” para “AA”.

O relatório completo da Fitch Ratings encontra-se disponível para consulta no site de relações com investidores da Companhia (www.sulamerica.com.br/ri).

 

Rio de Janeiro, 08 de maio de 2012.

Arthur Farme d’Amoed Neto
Diretor de Relações com Investidores

José Ribeiro é confirmado como CEO da Generali

Conforme antecipei pelo twitter em 14 de março, o executivo português José Ribeiro foi anunciado hoje como o novo CEO da Generali Brasil Seguros. Segundo nota no portal da Cnseg, o nome foi confirmado pelo Conselho de Administração da seguradora italiana. Com grande experiência internacional no mercado de seguros, o executivo, de 51 anos, nasceu em Portugal e é formado em Estatística e Ciências Atuariais pela Universidade de Lisboa. Anteriormente, o executivo atuou como diretor responsável por Mercados Internacionais do Lloyd’s (Europa, Ásia, América Latina, África e Austrália / Nova Zelândia).

A nomeação de José Ribeiro está alinhada ao objetivo do Grupo Generali de reforçar seu posicionamento estratégico no Brasil, um dos mercados com maior potencial de crescimento no mundo. A expansão da empresa no País tem como focos principais o lançamento de produtos inovadores, a melhoria contínua dos processos internos e do aprimoramento da atividade comercial, que terá a importante contribuição do novo CEO, com sua longa experiência no setor.

BTG Pactual criará seguradora para atuar em riscos de infraestrutura

Nota extraída do portal da CNseg (www.viverseguro.org.br)

Mais uma concorrente para disputar os grandes contratos de infraesturutura no Brasil. Depois de o governo anunciar a agëncia de seguros no mês passado, agora foi a vez do BTG Pactual, que enviou ontem comunicado à Bolsa de Valores sobre a criação uma seguradora para atuar em todos os ramos de seguros, começando por seguro garantia e grandes riscos em geral. A nova seguradora deve iniciar as operações em junho. A notícia já era esperada, uma vez que boa parte da equipe de executivos da Fator Seguradora, liderada por André Gregori, deixou o posto meses atrás para se juntar à equipe de Andre Esteves. Caixa para atuar em seguros o grupo tem. Em abril, o BTG captou R$ 3,6 bilhões na maior oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) realizada no Brasil desde 2009.