A Coface dispobibiliza na sua página no Facebook a aba “Guia Coface de Seguro de Crédito Consciente”, onde as empresas podem esclarecer suas dúvidas sobre a importância do seguro de crédito na estratégia de negócios e como ferramenta de proteção contra inadimplência e falência de um determinado cliente em sua carteira, entre outras informações sobre esta modalidade de seguro. “A atuação cada vez mais consistente da Coface nas mídias sociais é fundamental para um relacionamento mais próximo e transparente com nossos clientes, corretores e parceiros de negócio, levando até eles informações sobre a empresa e o mundo do crédito”, afirma Jeane So, Gerente de Marketing da seguradora.
Para acompanhar a Coface nas redes sociais, acesse:
Fiquei impressionada com isso. Por que a Susep, que vive dizendo que não tem funcionários suficientes para fiscalizar o setor e agilizar a aprovação de produtos, e não a assessoria do grupo para divulgar isso? O que será que significa? Ter o peso de ser a primeira a divulgar? Mas tantas já divulgaram….Até microsseguro de graça já foi noticiado. A conferir!!!
AVISO DE PAUTA – SUSEP/ ASSUNTO: MICROSSEGURO
A Superintendência de Seguros Privados (Susep) receberá, na próxima quinta-feira (27/9), às 15h, o pedido de autorização do Grupo Bradesco Seguros para a comercialização de dois produtos desenvolvidos para o segmento de microsseguro. A solenidade contará com a presença do superintendente Luciano Portal Santanna e do presidente da companhia, Marco Antônio Rossi, além de diretores da autarquia e da empresa.
Em seguida, haverá coletiva de imprensa. Eles estarão à disposição dos jornalistas para falar sobre o mercado de microsseguro e suas possibilidades.
PEDIMOS QUE OS JORNALISTAS INTERESSADOS CONFIRMEM A PARTICIPAÇÃO.
COLETIVA: MICROSSEGURO
LOCAL: SUSEP
ENDEREÇO: AV.PRESIDENTE VARGAS, 730, 13º ANDAR, CENTRO DO RIO DE JANEIRO
O Lloyd’s, líder no mercado de seguros especializados do mundo, anunciou hoje um lucro de £1,53 bilhão (US$2,4 bilhões) para o período semestral encerrado em 30 de junho de 2012. O resultado é decorrência de uma primeira metade de 2012 pobre em catástrofes naturais para o ramo de seguros, um ano que não vivenciou sinistros de grandes proporções e que marca um retorno ao lucro após o segundo ano mais caro da história para o ramo de seguros, em 2011.
O Lloyd’s incorreu em um total líquido de sinistros no valor de £4.584 milhões (US$7.243 milhões), uma queda de quase um terço nos sinistros que o mercado vivenciou na primeira metade de 2011. E, apesar das baixas taxas de juros registradas, o retorno sobre o investimento do Lloyd’s subiu 13%, para £619 milhões (US$978 milhões).
O Presidente mundial do Lloyd’s, Richard Ward, disse: “Este é um bem-vindo retorno ao lucro para o mercado, após um período de seis meses que não podia ser um contraste maior com a primeira metade de 2011”. “O resultado certamente foi ajudado pelo clima favorável nos sinistros. Mas dá testemunho de uma atividade de subscrição disciplinada no mercado, que, diante de baixos índices de prêmios continuados, associados a baixas taxas de juros e o mais desafiador clima econômico de toda uma geração, foi capaz de dar retorno com o mais forte resultado semestral dos últimos cinco anos”.
O Chairman do Lloyd’s, John Nelson, disse: “Esses resultados coroam um período semestral forte para o Lloyd’s. Vimos o lançamento de nossa estratégia de prazo mais longo, a Visão 2025, progredir com firmeza e ficar pronta para a Solvency II, e nossa perspectiva de classificação de crédito ser elevada de estável para positiva segundo a Standard & Poor’s”. “Visando o futuro, o mercado do Lloyd‘s – com seus níveis de capital recordes, classificações de crédito A e A+ e sólida reputação – está bem posicionado para se beneficiar de oportunidades que surjam tanto em nível nacional quanto no exterior”.
Destaques financeiros:
• Lucro de £1,53 bilhão/US$2,4 bilhões (um crescimento em relação ao prejuízo de £697 milhões/US$1.122 milhões na primeira metade de 2011).
• Sinistros líquidos incorridos de £4.584 milhões/US$7.243 milhões (decréscimo de 32% em relação a £6.697 milhões na primeira metade de 2011).
• Um índice combinado de 88,7% (redução em relação a 113,3% na primeira metade de 2011).
• Retorno sobre investimento de £619 milhões/US$978 milhões, 1,2%, (elevação em relação a £548 milhões/US$883 milhões), 1,1%, na primeira metade de 2011).
• Ativos centrais montando a £2.459 milhões/US$3.861 milhões (2011: £2.472 milhões/US$3.980 milhões).
A grande notícia do dia hoje é a divulgação das duas resoluções que estavam pendentes para encerrar a regulamentação do microsseguros. Com elas, as empresas vão poder definir se é vantajoso abrir ou não uma empresa a parte para operar com microsseguros ou se vão manter a venda de apólices para a menor renda concentradas dentro de um departamento na seguradora de ramos elementares ou vida. Vamos aguardar entrevistas com executivos de empresas para saber a estratégia de cada uma para podermos ter uma noção se o microsseguros no Brasil será um dos maiores programas mundiais!
Resolução SUSEP nº 262, de 25 de setembro de 2012
Estabelece regras e procedimentos para a constituição das provisões técnicas e para a definição da necessidade, por ativos garantidores, de cobertura da Provisão de Prêmios Não Ganhos das sociedades seguradoras e entidades abertas de previdência complementar autorizadas a operar exclusivamente com microsseguros.
A SUPERINDENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS – SUSEP, no uso da atribuição que lhe confere o art. 34, inciso XI, do Decreto no 60.459, de 13 de março de 1967, considerando o que consta do Processo CNSP no 1/2012 e Processo SUSEP no 15414.002558/2012-87, torna público que o Superintendente da SUSEP, ad referendum do CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS – CNSP, com fundamento no art. 4o, § 1o e art. 5o, § 1o do Regimento Interno aprovado pela Resolução CNSP no 111, de 11 de maio de 2004, resolveu:
Art. 1o Instituir regras e procedimentos para a constituição das provisões técnicas e para a definição da necessidade de cobertura, por ativos garantidores, da Provisão de Prêmios Não Ganhos das sociedades seguradoras e entidades abertas de previdência complementar autorizadas a operar exclusivamente com microsseguros.
Art. 2o As sociedades seguradoras e entidades abertas de previdência complementar autorizadas a operar exclusivamente com microsseguros poderão deduzir, da necessidade de cobertura da Provisão de Prêmios Não Ganhos por ativos garantidores, os valores do carregamento do prêmio comercial, referente às despesas de comercialização.
Art. 3o Aplicam-se às sociedades seguradoras e entidades abertas de previdência complementar autorizadas a operar exclusivamente com microsseguros todas as demais disposições da Resolução CNSP no 162, de 29 de dezembro de 2006, ou de norma que vier a sucedê-la.
Art. 4o Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Luciano Portal Santanna
Resolução SUSEP nº 263, de 25 de setembro de 2012
Dispõe sobre o capital mínimo requerido para autorização e funcionamento das sociedades seguradoras e entidades abertas de previdência complementar,autorizadas a operar exclusivamente com microsseguros.
A SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS – SUSEP, no uso da atribuição que lhe confere o art. 34, inciso XI, do Decreto no 60.459, de 13 de março de 1967, considerando o que consta do Processo CNSP no 2/2012 e Processo SUSEP no 15414.002555/2012-43, torna público que o Superintendente da SUSEP, ad referendum do CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS – CNSP, com fundamento no art. 4o, § 1o e art. 5o, § 1o do Regimento Interno aprovado pela Resolução CNSP no 111, de 11 de maio de 2004, resolveu:
Art. 1o Dispor sobre as regras de definição do capital mínimo requerido para autorização e funcionamento das sociedades seguradoras e entidades abertas de previdência complementar, autorizadas a operar exclusivamente com microsseguros.
Art. 2o Considera-se, para efeitos desta Resolução:
I – capital base: montante fixo de capital que a sociedade supervisionada deverá manter, a qualquer tempo, conforme definido na legislação vigente de microsseguros;
II – capital adicional: montante variável de capital que a sociedade supervisionada deverá manter, a qualquer tempo, para garantir os riscos inerentes à operação, conforme definido na legislação vigente;
III – capital mínimo requerido: capital total que a sociedade supervisionada deverá manter, a qualquer tempo, para operar, sendo equivalente ao maior valor entre o capital base e o capital adicional, observada a condição prevista no artigo 3º desta Resolução;
IV – sociedades supervisionadas: sociedades seguradoras e entidades abertas de previdência complementar, autorizadas a operar exclusivamente com microsseguros.
Art. 3o Até que o CNSP regule as regras de requerimento de capital adicional pertinentes aos demais riscos, para todos os efeitos, o capital mínimo requerido para as sociedades seguradoras autorizadas a operar exclusivamente com microsseguros deverá ser o maior valor entre o capital base, o capital adicional e a margem de solvência.
Art. 4o Fica a SUSEP autorizada a adotar as medidas necessárias à execução do disposto nesta Resolução.
Art. 5o Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Uma pesquisa da própria Porto Seguro, feita com 350 jovens de 18 a 24 anos de cinco regiões metropolitanas (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife), mostra que 10% já sofreram algum tipo de acidente em decorrência de distrações provocadas pelo uso do celular ao volante. Dentre os jovens que afirmaram já ter sofrido algum tipo de acidente devido ao uso do celular à direção, 72% disseram que, após o acidente, mudaram o modo de dirigir, preocupando-se ainda com outros condutores conhecidos, como familiares e amigos.
A pesquisa revelou que 59% afirmaram dirigir e teclar ao mesmo tempo “muitas” (20% das respostas) ou “algumas” vezes (39% do total). Entre estes, predomina a consciência de que é preciso mudar tal prática, apesar de muitos ainda não “transformarem” esse conhecimento em atitude: 80% dos respondentes disseram preocupar-se quanto ao problema em questão.Destes, 48% tentam evitar o uso de aparelhos à direção, enquanto 32% não fazem nada para mudar o hábito. O levantamento da Companhia foi encomendado ao IBOPE, com base na premissa de que o uso de celulares, smartphones e aparelhos similares é predominante entre os jovens.
A pesquisa foi realizada para a Porto Seguro ter conteúdo para promover na Semana do Trânsito, de 24 ao dia 30, uma série de ações com o objetivo de reforçar as orientações sobre os riscos do uso do celular à direção, sobretudo para redigir e ler mensagens de texto (SMS). As ações dão continuidade à recente campanha também lançada pelo Porto Seguro Auto com essa mesma temática e que está integrada ao movimento Trânsito+gentil”.
As seguradoras comprometidas com as inúmeras demandas da sociedade, com eficácia. Essa é a principal prioridade do Sindicato das Seguradoras de São Paulo (Sindseg-SP), que completa hoje 70 anos de existência. “Para isso, o investimento tem de ser constante. Nesses 70 anos, acumulamos experiência. O que será importante para enfrentarmos os desafios do futuro. Um futuro em que cada dia mais o seguro passa a ser prioritário para os brasileiros.”, diz Mauro Batista, presidente da entidade, que é a mais importante em termos econômicos, pelo peso superior a 50% nas vendas de seguros do Brasil.
Uma das bandeiras do Sindicato é a educação. Dois projetos de destaque são o Educar para Proteger e Seguro em Todo o Estado. A novidade é a parceria com o CIIE, na qual serão realizadas palestras por profissionais do setor nas universidades. Segundo Mauro Batista, o projeto visa humanizar o seguro. “Nosso objetivo é que a sociedade veja o seguro, não como um mal necessário, mas sim como um bem necessário e ao alcance de todos”.
“O Brasil tem avançado economicamente e por isso, mais do nunca, o seguro e as atividades correlatas necessitam ser reconhecidos como essenciais para o desenvolvimento do nosso país. Nossa participação no PIB ainda é modesta, quadro que temos o dever de mudar”, diz Batista em seu discurso para um salão lotado de altos executivos do setor, entre eles Marco Antonio Rossi, presidente da Bradesco, Patrick Larragoiti e Thomaz Menezes, CEO e presidente do Conselho da SulAmérica, Pablo Barahona, CEO da Liberty, Pedro Purm, CEO da Argos, João Francisco, CEO da HDI, Paulo Marraccini, do conselho da Allianz, Jorge Hilário, presidente da CNseg, Solange Beatriz, diretora da CNseg, Marcio Coriolano, presidente da Bradesco Saúde e da FenaSaúde, Marco Barros, presidente da Fenacap e diretor do BB, Eduardo Ferreira, CEO da BB Mapfre, João Gilberto Possiede, presidente da JMalucelli, Marcelo Blay, CEO da Minuto Seguros, Jayme Garfinkel, presidente do Conselho da Porto Seguro e da FenSeg, Acácio Queiroz, CEO da Chubb, Francisco Caiuby Vidigal Filho, vice-presidente da Marítima Seguros, Helio Kinoshita, vice-presidente da Mitsui Sumitomo, Ricardo Xavier, da Líder Seguradora, Mário Sergio, presidente do Sincor SP. Do Itaú estavam presentes o diretor de soluções corporativas de seguros, Antonio Trindade, e Osvaldo do Nascimento, um forte candidato para a presidência da Fenaprevi, com eleições previstas para novembro deste ano. Os deputados Jose Carlos Stangarlini e Armando Vergílio também estavam presentes. Da Superintendência de Seguros Privados (Susep) não vi ninguém.
Mauro Batista disse a eles que o potencial de desenvolvimento é grande. “Mas todos precisam fazer sua parte. As entidades de classe precisam atuar fortemente junto aos governantes e a sociedade de uma forma geral, mostrando os benefícios do seguro e fazendo com que ele cumpra o seu papel. As nossas operadoras precisam estar cada vez mais comprometidas com as inúmeras demandas da nossa atividade, buscando sempre a eficácia. E para isso, o compartilhamento de informações entre todos tem de ser constante”.
Mauro Batista é presidente do Sindseg-SP desde 2007. Em novembro, haverá uma nova eleição para a presidência da entidade e as apostas são de que Mauro permaneça.São os sindicatos estaduais que elegem os presidentes das Federações (Fenseg, Fenasaude, Fenaprevi e Fenacap), que por sua vez elegem o presidente da CNseg. As apostas sobre quem serão os futuros presidentes mudam dia a dia. Hoje, os nomes mais citados para as presidências eram: Marco Antonio Rossi (Bradesco Seguros) para a CNseg, Osvaldo do Nascimento (Itaú) para a Fenaprevi, Marcio Coriolano (Bradesco Saúde) permaneceria na Fenasaúde, Marco Barros (BB Mapfre) permaneceria na Fenacap e na Fenseg, uma impasse entre Patrick Larragoiti (SulAmérica) e Paulo Marraccini (Allianz).
“70 anos é ser muito jovem. Estamos apenas começando a desenvolver o mercado. Desejo parabéns a todos que ajudaram a construir os 70 anos deste sindicato e muitas novidades para os próximos anos”, diz Jorge Hilário, presidente da CNseg.
Os convidados ganharam um belo livro que conta a história dos 70 anos do SindSeg-SP. Traz histórias interessantes e fotos belíssimas.
Íntegra da carta enviada aos corretores….Realmente, é preciso atenção….O mais engraçado é a Susep fazer as seguradoras serem as cobradoras de receitas dos Sincors…..
Prezado (a),
O Diário Oficial da União publicou a Circular SUSEP Nº 447, de 9 de Agosto de 2012 (anexo), Art. 2º “As Empresas que atuam nos mercados de seguros, capitalização, previdência complementar aberta e resseguros deverão exigir dos respectivos corretores a comprovação do recolhimento da contribuição ou imposto sindical, nos termos do art. 5º, alínea b, La Lei nº 4.594, de 29 de Dezembro de 1964”.
Em razão do disposto acima, solicitamos nos enviar uma cópia do comprovante do recolhimento da contribuição ou imposto sindical exercício 2012 de pessoa jurídica e física.
Informamos que os Corretores de seguros, que pagam a contribuição sindical anual como pessoa jurídica precisam pagar também como pessoa física.
Prazo para envio até dia 06/09, caso contrário as comissões serão bloqueadas.
A MONGERAL AEGON fechou o primeiro semestre com faturamento R$ 285 milhões, crescimento de 19% em relação ao mesmo período do ano passado. Nas vendas, o aumento foi de 14%. A seguradora segue investindo no desenvolvimento de novos produtos como estratégia para expansão de sua atuação para novos mercados. Este ano, lançou o Previdência Sustentável, primeiros PGBL e VGBL do mercado brasileiro com conceito de investimento atrelado à sustentabilidade. E devido ao resultado positivo do projeto piloto do seguro popular Minha Família, no nordeste do país, desenvolveu um produto de microsseguro que está pronto para ser aprovado, tão logo esteja concluído o processo em curso de autorização na Susep para atuar nesse mercado.
A Icatu Seguros venceu a licitação da Corretora Seguros BRB (Banco de Brasília) para comercializar novos produtos de capitalização, tradicional no balcão de vendas do banco. Disputada entre seis empresas, a Icatu Seguros saiu vitoriosa numa concorrência com premissas específicas para o desenvolvimento dos produtos, em um curto prazo. Os seis novos produtos, com o nome de BRB CAP Sonho, começam a ser comercializados essa semana.
A Icatu Seguros possui expertise no desenvolvimento de soluções em capitalização para comercialização via parceiros e distribuidores. A empresa possui a capacidade de adaptar os produtos de capitalização às necessidades dos parceiros, adicionando um enorme valor agregado aos produtos oferecidos por eles. Além disso, os títulos de capitalização da seguradora são os que mais premiam no mercado. Apenas no primeiro semestre de 2012, o montante distribuído na forma de sorteios foi de R$ 26 milhões.
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