Standard & Poor’s reafirma ratings ‘A-’ e ‘brAAA’ da AGCS, do grupo Allianz

allianzResumo

Após reavaliarmos a resseguradora brasileira Allianz Global Corporate & Specialty Resseguros Brasil S.A. com base no nosso novo critério de seguros, reafirmamos seus ratings ‘A-’ na escala global e ‘brAAA’na Escala Nacional Brasil.
Reafirmamos a importância estratégica da subsidiária brasileira para o seu controlador em última instância Allianz SE.

Os ratings refletem predominantemente nossa visão do perfil de risco de negócios regular da companhia e do seu perfil de risco financeiro moderadamente forte, com base na sua condição start-up (em início de operações) e na avaliação forte de seu capital e rentabilidade.

A perspectiva estável reflete nossa visão de que a companhia manterá forte capitalização à medida que expande seu negócio.

Ações de Rating
Em 23 de maio de 2013, a Standard & Poor’s Ratings Services reafirmou seus ratings de crédito de contraparte e de capacidade financeira ‘A-’ na escala global e o rating de crédito de contraparte ‘brAAA’na Escala Nacional Brasil atribuídos à Allianz Global Corporate & Specialty Resseguros Brasil S.A. (“AGCS Re Brasil). A perspectiva é estável.

Fundamentos
Os ratings refletem nossa visão do perfil de risco de negócios (BRP, na sigla em inglês para Business Risk Profile) “regular” da companhia e do seu perfil de risco financeiro (FRP, na sigla em inglês para Financial Risk Profile) “moderadamente forte” em função de uma posição competitiva “menos que adequada”, dadas a sua natureza start-up, e a avaliação “forte” de seu capital e rentabilidade. Em nossa visão, a forte gestão integrada de riscos (ERM, na sigla em inglês para Enterprise Risk Management) da companhia, a sua administração e práticas de governança corporativa satisfatórias são consistentes com seu perfil de crédito individual (stand-alone credit profile ou SACP) ‘bbb’ e adicionamos dois degraus de suporte com base na sua importância estratégica para o seu grupo. No entanto, os ratings da AGCS Re Brasil são limitados pelo rating de crédito soberano em moeda local do Brasil (A-/Estável/A-2). A AGCS Re Brasil é uma subsidiária da Allianz Risk Transfer AG, a qual é uma subsidiária da Allianz Global Corporate & Specialty AG. Juntamente com suas empresas-irmãs e outras subsidiárias relacionadas, a AGCS Re Brasil é uma subsidiária da Allianz SE e compreende coletivamente o negócio mundial da Allianz Global Corporate & Specialty.

A subsidiária brasileira é muito importante para a estratégia de crescimento global do grupo. A AGCS Re Brasil se tornará um centro regional para a América do Sul, região estimada para representar uma parcela significativa dos mercados de crescimento da AGCS.

Em nossa visão, a ACGS Re Brasil enfrenta risco-país da indústria seguradora “intermediário” em seu negócio de resseguros, de acordo com a nossa avaliação do risco da indústria seguradora de um país (IICRA, na sigla em inglês para Insurance Industry Country Risk Assessment). De um modo geral, a AGCS RE Brasil enfrenta risco-país “intermediário” e “baixo” risco da indústria”. Nossa classificação de risco-país se baseia nos riscos dos sistemas econômico, político e financeiro do Brasil, sendo que os dois primeiros sistemas se baseiam nos nossos critérios de ratings soberanos, e o último nos critérios do BICRA (ver BICRA do Brasil permanece no Grupo ‘4’; Perspectiva de seis bancos alterada para negativa pelo aumento no risco econômico e no risco da indústria e Rating ‘BBB’ de longo prazo em moeda estrangeira do Brasil reafirmado; perspectiva permanece estável). A nossa avaliação de risco “baixo” da indústria reflete os níveis bons e estáveis de rentabilidade do setor, os padrões adequados de subscrição e as exposições a riscos administráveis. Também consideramos que os potenciais riscos em geral provenientes de catástrofes são moderados, dadas a composição do portfólio da companhia e a baixa incidência de desastres naturais no país. Consideramos que a supervisão e o histórico regulatórios do mercado local são adequados, promovendo um desempenho satisfatório da indústria e crescente competição nos últimos anos. Adicionalmente, o regulador monitora frequente e adequadamente toda a indústria.

Dada a natureza start-up da companhia, em nossa visão, a AGCS Re Brasil tem uma posição competitiva “menos que adequada.” Como a companhia foi fundada recentemente, esperamos que seu desempenho seja inferior ao dos seus pares nos primeiros anos de operação, com menor rentabilidade e maiores índices combinados. No entanto, acreditamos que a AGCS Re Brasil poderá se tornar a 3ª ou 4ª maior resseguradora do país em 2013, com base no desempenho da AGCS no Brasil como uma resseguradora admitida desde 2009, no tamanho do negócio da Allianz Seguros, a qual cederá à AGCS Re Brasil e no recente sucesso com outros seguradores cedentes além da Allianz Seguros. No entanto, a participação de mercado da companhia será pequena, correspondendo a menos de 10% dos prêmios do mercado. Uma diversificação de linha de negócios adequada e introdução de novos produtos (por exemplo, soluções de resseguros para o setor de óleo & gás), somadas à associação com a força da marca da Allianz, deverão suportar o crescimento rápido nos próximos três anos.

A avaliação do capital e rentabilidade da companhia é “forte”, e esperamos que continuará em nosso caso-base. A capitalização inicial, apesar do desempenho operacional de certa forma mais fraco especialmente em 2013 e 2014, deverá ser suficiente para suportar as operações e o crescimento do negócio nos próximos três anos. Esperamos que a companhia mantenha seu capital acima de nosso benckmark para o rating ‘AA’, amparada por um programa de resseguro abrangente e investimentos de boa qualidade de crédito. No entanto, nossa avaliação é parcialmente afetada por uma base de capital relativamente pequena de cerca de R$ 145 milhões.

Assumimos um lucro líquido marginal para 2013 em torno de R$ 1 milhão a R$ 2 milhões e uma melhora consistente na rentabilidade à medida que a companhia cresce em escala com um lucro líquido médio de R$ 20 milhões em 2014-2015. Nossas projeções assumem que a AGCS Re Brasil gerará rentabilidade de certa forma mais fraca do que seus pares nos primeiros anos principalmente em função de sua escala relativamente pequena e de elevadas despesas operacionais associadas à sua natureza start-up. No entanto, também prevemos uma melhora rápida no desempenho de subscrição, especialmente por causa da expertise da AGCS. Em nosso caso-base, estimamos um índice combinado superior a 100% em 2013, mas conforme os custos operacionais são amortizados em uma base maior dos prêmios retidos, esperamos que os índices combinados se estabilizem em torno de 90%-95% no médio prazo.

Em nossa visão, a posição de risco da AGCS Re Brasil reflete riscos moderados, beneficiando-se das políticas de investimento muito conservadoras. A estratégia de investimento da subsidiária brasileira está alinhada à filosofia de investimento global da AGCS, a qual se foca em liquidez e alta qualidade de crédito. Entidades menores, como a AGCS Re Brasil, podem alocar somente investimentos em instrumentos simples de renda fixa. Em dezembro de 2012, o portfólio de investimentos da companhia consistia de títulos públicos locais denominados em Reais, com uma qualidade de crédito média do portfólio de ‘A-’. No entanto, o status start-up e a falta de histórico aumentam os riscos, como poderemos observar mais volatilidade de capital e rentabilidade do que assumimos em nosso cenário de caso-base.

Vemos a flexibilidade financeira da AGCS Re Brasil como “adequada”, em função de sua associação ao grupo Allianz e da nossa expectativa de que, se necessário, a companhia receberia suporte de capital por parte do controlador. A companhia atualmente não detém nenhuma dívida ou obrigação financeira, e não esperamos que essa situação mude.

Consideramos a gestão integrada de riscos (ERM), a administração e as práticas de governança corporativa da companhia como consistentes com os ratings. Nossa avaliação de ERM é forte visto que está totalmente inserida na ERM da AGCS e em última instância na da Allianz SE e reflete a nossa visão positiva sobre a cultura de gestão de riscos, os controles de risco, a gestão de riscos emergentes e a gestão estratégica de riscos da Allianz SE. Acreditamos que essas capacidades possibilitarão ao grupo continuar otimizando a alocação de capital e rentabilidade e a melhorar o perfil de risco/retorno.

A avaliação da administração e governança da AGCS Re Brasil é “satisfatória”, em nossa opinião. Grande parte dos executivos da administração da companhia já fez parte do grupo Allianz e tem uma ampla experiência no mercado de resseguros. A subsidiária brasileira operará mediante uma estrutura organizacional matriz e a maioria dos seus empregados reportará a mais de uma pessoa, visto que a companhia está inserida na estrutura global do grupo.

Consideramos a liquidez da companhia como forte, em função da solidez das fontes disponíveis de liquidez, principalmente no portfólio de ativos que consiste de títulos de alta qualidade de crédito. Não há obrigações financeiras e acreditamos que o programa de resseguros abrangente limita o risco associado aos amplos sinistros inesperados. A esperada melhora no desempenho operacional da companhia por meio de receitas estáveis de prêmios também suportaria sua liquidez.

Perspectiva
A perspectiva estável da AGCS Re Brasil incorpora o desempenho esperado e a nossa expectativa de que a companhia permanecerá uma subsidiária estrategicamente importante para a Allianz SE. Esperamos que seu lucro líquido seja marginal em 2013 principalmente por causa de sua escala de negócios ainda pequena e custos de start-up grandes. No entanto, acreditamos que à medida que a escala da companhia aumenta, o desempenho operacional melhorará por meio da amortização de custos operacionais em uma base mais ampla de prêmios subscritos, atingindo resultados de subscrição positivos menores até 2014 e que os índices combinados se estabilizem em torno de 90%-95% no médio prazo. Esperamos que a companhia mantenha capital e rentabilidade e liquidez fortes. Nossa perspectiva assume que não haverá nenhum pagamento de dividendos até 2016 e que a companhia não incorrerá em nenhuma dívida ou obrigações financeiras.

Um rebaixamento é possível se mudarmos nossa visão sobre o suporte do controlador e não mais considerarmos a subsidiária como estrategicamente importante. Por outro lado, uma elevação da AGCS Re Brasil é possível se a Standard & Poor’s elevar o rating do Brasil, porque o rating em moeda local do governo soberano brasileiro atualmente limita o rating da companhia, e nossa metodologia de grupo ainda permitiria mais um degrau de elevação.

SulAmérica tem novo Ouvidor

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A SulAmérica Seguros, Previdência, Investimentos e Capitalização acaba de reformular a sua estrutura de Ouvidoria. O novo ouvidor da empresa, Gilberto Fonseca, passa a reportar-se diretamente ao presidente da companhia, Gabriel Portella. Com isso, a área que anteriormente estava ligada ao departamento jurídico, ganha mais relevância e passa a atender plenamente às normas da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

O novo ouvidor, Gilberto Fonseca, é farmacêutico, engenheiro químico e administrador. Na SulAmérica desde 1998, atuou nas áreas de atendimento, treinamento e qualidade, sendo um dos responsáveis pela estruturação da área de Ouvidoria. “Foram muitas conquistas ao longo dos anos, mas a mais valiosa, sem dúvida, foi a conquista da confiança do cliente e da própria empresa, que hoje enxerga a Ouvidoria como uma área que traz soluções para o consumidor e também para a organização”, afirma Fonseca.

Criada em 2005, a Ouvidoria da SulAmérica vem atuando em parceria com as áreas técnicas, jurídica e de produtos da companhia com objetivo de analisar e arbitrar casos de insatisfação dos clientes que já tenham sido tratados pelo Serviço de Atendimento ao Cliente.

Ainda para aprimorar o atendimento, facilitando a comunicação entre a seguradora e o cliente, a SulAmérica criou um 0800 exclusivo para a Ouvidoria. O telefone de contato é 0800 725 3374.

Willis Brasil anuncia novo diretor de Affinity

A Willis Brasil, uma das corretoras líderes nacionais pertencentes ao Willis Group, anuncia a contratação de Tiago Mateus das Neves, que assume a divisão Affinity no país. O executivo tem como missão ampliar as linhas de negócios da empresa neste segmento. Neves irá se reportar ao CCO Anthony Harvey. Antes de ingressar na Willis Brasil, atuou em companhias como o Grupo Sonade / MDS, Banco Financial Português – Caixa Geral de Depósitos S/A e no antigo Unibanco.

“A chegada do Tiago reforça a importância da divisão como parte fundamental e estratégica para a companhia, tendo em vista o crescimento do segmento no mercado de seguros massificados, além da introdução do microsseguro”, afirma Anthony Harvey – CCO da Willis Brasil.

Bradesco Capitalização é Top Socioambiental de RH 2013

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A Bradesco Capitalização foi destaque na 6ª edição do Prêmio Top Socioambiental e de RH 2013, em Pernambuco. Vencedora pela terceira vez consecutiva, a companhia recebeu o prêmio na categoria “Meio Ambiente” pelo case “Projeto Tamar – apoio ao Projeto TAMAR protege 3 milhões de tartarugas marinhas”, que em dois anos, monitorou, pesquisou e protegeu o ciclo de vida de 3 milhões de tartarugas.

Promovido pela Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB-PE), o prêmio destaca os projetos de responsabilidade social corporativa, ações de respeito ao meio ambiente e sustentabilidade e projetos na área de recursos humanos. No total, concorreram ao prêmio 38 trabalhos, sendo sete na categoria “Sociocultural”, vinte e dois em “Meio Ambiente” e nove de “Recursos Humanos”.

Sobre a Bradesco Capitalização

A Bradesco Capitalização registrou faturamento de R$ 983 milhões no primeiro trimestre de 2013, crescimento de 23,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. No primeiro trimestre de 2013, a Bradesco Capitalização disponibilizou R$ 866,9 milhões aos seus clientes, através de prêmios de sorteios e resgates de títulos. Desse total, destinou R$ 16 milhões em prêmios brutos, distribuídos para 575 títulos sorteados nesse período. A empresa encerrou o primeiro trimestre de 2013 com uma carteira de 8,2 milhões de títulos tradicionais. Com carteira de 3,5 milhões de clientes e marketshare de 24,2% (Provisões Técnicas – até mar/2013), a Bradesco Capitalização faz parte do Grupo Bradesco Seguros, que integra a Organização Bradesco e lidera o mercado de seguros no Brasil com atuação multilinha, em âmbito nacional.

ABGR prevê pequena tendência de queda para seguros do setor elétrico

abgrProteção para riscos de parada não programada, Garantia Judicial e Cativa, Lucros Cessantes, Property e Riscos Operacionais, bem como Directors & Officers (D&O) foram os principais temas do XII Encontro do Comitê do Setor Elétrico da Associação Brasileira de Gerenciamento de Risco (ABGR), realizado nos dias 15 e 16 de maio de 2013, na Cidade de Manaus, com a Eletrobrás Amazonas Distribuição, como anfitriã.

Segundo Eduardo Gedrait Pires, diretor da ABGR para o Setor Elétrico, e Coordenador do Comitê, o grupo já soma R$ 190 bihões em ativos segurados, com prêmios na ordem de R$ 100 milhões. Trata-se de um segmento que desperta muito interesse da indústria de seguros, principalmente pelo potencial de negócios que o setor tem no médio e longo prazo. “Pudemos observar que as empresas estão com as taxas niveladas, com pequena tendência de queda, entre 2012 e 2013. Um ou outro caso discrepante (para cima ou para baixo) foi tratado no grupo e, normalmente, se deve à ocorrências de sinistros ou pelo investimento em gerenciamento de risco, o que consequentemente gera uma boa gestão de ativos”, contou Pires.

No 1º dia, onde foram divulgados e discutidos as condições de contratação dos diversos ramos de seguro, de todas empresas participantes. Já o 2º dia foi dedicado ás palestras técnicas já citadas. “A renovação das concessões, com forte redução na receita das empresas, também foi alvo de discussões e trará a necessidade de ajustes nos custos de seguro”, contou Pires.

As patrocinadoras do evento, nesta edição foram a resseguradora Swiss Re, as seguradoras Mapfre e BTG Pactual e as corretoras JLT e MDS. Além disso, houve palestras dos especialistas Clemens Freitag da AON, e Eduardo Pitombeira, da Argo, abordando o tema D&O.

Foram exibidos 4 filmes institucionais da Amazonas Energia, que demonstraram as dificuldades enfrentadas e as soluções exigidas, para que a energia elétrica seja entregue para a sociedade. Quem tiver interesse, pode acessar os videos nos seguintes endereços:
http://youtu.be/_WjDPrbHOt0
http://youtu.be/_VNrlfPmB3w
http://youtu.be/6NYt6hr-Cd4
http://youtu.be/EeEf9aQsvDQ

Maioria dos clientes da Smartia faz cobertura total

roubo e furto carroRelease

Quando o assunto é seguro de carro, muitas pessoas ficam em dúvida sem saber se vão conseguir pagar para ter o bem segurado. A Smartia, especializada na venda de seguro de automóvel pela internet, oferece pacotes para todos os clientes. O diferencial da companhia é dar total transparência, comodidade, rapidez e os melhores preços para o consumidor. Oito seguradoras são parceiras da empresa: Allianz, BNP Paribas – Cardif, Bradesco Seguros, HDI Seguros, Liberty Seguros, Marítima Seguros, Tokio Marine Seguradora e Zurich Seguros.

Segundo Rodrigo Caixeta, CEO da Smartia, “o valor médio do seguro total de um carro popular gira em torno de 1.500,00(*)“. A maior parte dos clientes da empresa faz cobertura total (compreensiva). Ao todo, 95% dos clientes opta por essa modalidade de seguro.

Para consultar e contratar o seguro é muito simples: basta acessar o site www.smartia.com.br e preencher o formulário com os dados do veículo, condutor e do proprietário. Ao final da consulta, o portal mostrará o valor do seguro nas seguradoras parceiras. Assim, o cliente ainda pode comparar os serviços oferecidos pelas seguradoras e customizar o produto escolhendo a cobertura que deseja para o seu automóvel.

A Smartia oferece 3 tipos de cobertura:

· Total – também chamada de compreensiva, que inclui os seguintes riscos: colisão, incêndio e roubo ou furto.

· Danos a terceiros – essa cobertura é a Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos (RCF-V), que garante o reembolso de indenizações que você seja obrigado a pagar devido a danos causados a outras pessoas ou a proprietários de bens materiais. Prevê também o pagamento de advogado e custas judiciais.

· Somente roubos e furtos – cobre roubo ou furto do automóvel.

(*) Fonte Smartia, com base em 20.000 cálculos realizados em 2013

Destino sustentável a mais de sete toneladas de móveis e eletrodomésticos descartados

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Em seis meses, a Allianz Seguros, em parceria com a Ecoassist Serviços Sustentáveis, recolheu cerca de 7 toneladas de móveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos descartados por segurados de condomínios, residências e empresas de pequeno e médio portes. O serviço, recém-ofertado aos clientes, contempla a retirada de móveis e eletroeletrônicos, dando o destino correto a estes.

O maior volume de itens recolhidos vem do seguro para condomínios da Allianz, já que mais de um milhão de pessoas têm acesso ao produto – além de a companhia ser líder nesse segmento, uma apólice envolve uma média 60 condôminos, que podem desfrutar do serviço. Os bens coletados seguem para entidades assistenciais cadastradas, se estiverem em condições de uso. Caso contrário, são descaracterizados e as peças enviadas para indústrias de reciclagem. Todo processo é homologado com base nas melhores práticas da sustentabilidade e o segurado Allianz recebe um certificado que garante que o resíduo foi corretamente descartado e reciclado.

Marco Rossi destaca desafios de sua gestão em encontro no CVG-SP

252204_10200451471064258_54274113_nMatéria extraída do portal da CNseg (www.cnseg.org.br)

Um dos principais desafios da nova diretoria da CNseg é ocupar espaço mais significativo dentro da sociedade brasileira, o que inclui o aprimoramento da comunicação do setor com os Três Poderes. Assim, Marco Antonio Rossi, presidente da CNseg e da Bradesco Seguros, maior grupo segurador do Brasil e da América Latina, iniciou sua palestra no Clube de Vida em Grupo de São Paulo (CVG-SP), realizado em São Paulo, nesta quarta-feira. Esse trabalho, iniciado na gestão anterior, precisa ser aperfeiçoado. “Isso não é fácil”, enfatizou.

Segundo ele, é um trabalho contínuo para mostrar a todos a grandeza do setor. “Como comunicar melhor o nosso setor?”, pergunta ele, para a plateia com mais de 100 executivos do segmento de vida e previdência.

Na sequência, Rossi fez questão de mostrar aos presentes um vídeo com vários dados do setor, que muitas vezes passam despercebidos até mesmo de quem trabalha no setor. Em 2012, por exemplo, o mercado segurador brasileiro registrou produção global de R$ 252 bilho~es. Tal resultado fez a participação do setor na formação da riqueza nacional, que ate´ a década de 90 representava pouco mais de 1% do PIB, alcançar cerca de 6%.

“Mas a verdadeira importância de nosso mercado para a vida econômica e social do País vai muito além desse registro de produção e de índices de crescimento”, disse, acrescentando que, do total arrecadado em 2012, R$ 119 bilhões foram devolvidos a` população e aos agentes econômicos sob a forma de pagamento de indenizações de sinistros, despesas médico-hospitalares, benefícios de natureza previdenciária e resgates de títulos de capitalização.

Outra evidência da relevância do mercado é sua participação estratégica no processo de formac¸a~o de poupanc¸a interna e sua atuac¸a~o como investidor institucional, por apresentar massas crescentes de reservas disponi´veis para financiamento de projetos essenciais ao desenvolvimento do Pais.

Em 2012, o mercado segurador brasileiro acumulou proviso~es te´cnicas superiores a R$ 520 bilho~es. Ale´m disso, a atividade seguradora contabiliza, em seu balanc¸o social, o fato de ser um grande propiciador de oportunidades de trabalho: mais de 100 mil pessoas integram empresas de seguros e corretoras. “Ou seja, sugiro a todos adocicar a limonada, com todos mostrando aos clientes dados positivos do setor”.

Depois de mostrar um pouco mais do que o setor faz, Rossi abordou um pouco dos desafios da nova gestão da CNseg, citando todos os segmentos, como saúde, previdência e vida, seguros gerais e capitalização. “A FenaSaúde tem feito um trabalho abrangente para mostrar o lado da saúde, equilibrando as notícias dos atendimentos feitos com as queixas citadas pela mídia. “Em previdência e vida, temos de criar produtos que atendam a nova realidade trazida pela longevidade e taxas de juros menores. Em automóvel, é preciso viabilizar o seguro popular de automóvel. Em capitalização, também precisamos mostrar como o sorteio pode mudar a vida de alguém”, citou.

“O mundo mudou”, disse. E muito: temos um cenário de taxas de juros diferente, o que instiga as seguradoras a buscarem soluções que garantam a rentabilidade exigida pelo acionista. Ele citou tanto a criatividade dos gestores em reduzir custos, aplicar recursos, bem como aprimorar o diálogo com a Susep, no sentido de flexibilização de regras e modernização de normas, para que o setor continue crescendo a índices chineses.

Outro desafio, cita o presidente da CNseg, é investir e capacitar ainda mais a Escola Nacional de Seguros (Funenseg) para desenvolver novos profissionais para o mercado segurador, bem como aprofundar o conhecimento dos profissionais que já estão consolidados no setor. “Temos de ajudar os corretores para que conheçam mais os produtos, dentro desta linha de transformação que o mercado tem tido”.

Para ele, é um grande desafio estar à frente da CNseg neste momento de transformação. “Tenho a certeza absoluta que temos todas as condições de continuar crescendo no mesmo ritmo dos últimos cinco anos, em todos os ramos de atividades”, disse. Para ele, o mercado está apenas chegando na adolescência e “será preciso ajudar que esse adolescente possa chegar à maturidade com valores que garantam a longevidade. Temos de ter no nosso DNA o compromisso de buscarmos sempre nos aprimorar”, finalizou.

CNseg debate Política Nacional de Resíduos Sólidos

cnseg
A Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Complementar e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) realiza o I Seminário sobre os Impactos Jurídicos e Operacionais da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) no Mercado Segurador na próxima segunda-feira, 27 de maio, de 8h30 às 17h30, no Hotel Windsor Atlântica, em Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro.

O evento vai reunir a secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Mariana Meirelles, que acaba de assumir o cargo, o secretário de Estado do Meio Ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Minc, o diretor do Centro de Experimentacion e Seguridad Vial do CESVI da Argentina, Fabián Pons, entre outros.

Um dos destaques será a recomendação de criação de um seguro específico para empresas que transportem e removam resíduos. Além disso, os painéis terão como principais temas os aspectos gerais da Política Nacional de Resíduos Sólidos, as implicações jurídicas dessa política para as empresas de seguros, a sua integração nas operações de seguros, a reciclagem de peças automotivas, com informações sobre o cenário brasileiro de desmontagem de veículos e a criação do seguro popular, além do panorama geral sobre o seguro de responsabilidade civil ambiental sob a ótica da PNRS.

E o escolhido foi…..Allianz Parque

Edward-Lange_presidente-da-Allianz-Seguros_redHoje fiquei sabendo que o nome escolhido para a Nova Arena do Palmeiras foi Allianz Parque, com a maioria dos votos dos internautas na página da Allianz no facebook . Em segundo lugar ficou Allianz Center e por último Allianz 360o. A assessoria de imprensa não confirmou, mas nos bastidores do setor muitos já foram informados. Segundo divulgou a Allianz na semana passada, a votação, que começou, em 29 de abril, já tinha registrado mais de 520 mil votos, dias antes de ser encerrada a campanha. O nome deverá ser anunciado em um evento no início de junho. Espero ser convidada, mesmo estragando a surpresa.