Levantamento da SulAmérica alerta sobre aumento do número da população hipertensa

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A hipertensão causa anualmente a morte de 9,4 milhões de pessoas no mundo, segundo dados divulgados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Tendo em vista esse cenário e para alertar a população no Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão (26/04), a SulAmérica Seguros, Previdência e Investimentos apresenta levantamento sobre o perfil de riscos à saúde de empresas clientes de todo o Brasil, realizado por meio do Saúde Ativa, um conjunto de programas para ações de prevenção e promoção à saúde.

De acordo com os dados colhidos pela seguradora em 2012, 14.366 funcionários das diversas empresas atendidas pela SulAmérica, sendo 37,3% mulheres e 62,7% homens, responderam um questionário sobre avaliação do perfil de saúde e realizaram exames de colesterol total, glicemia e medição de pressão arterial, peso e altura. O resultado confirma a preocupação da OMS: 7,8% dos entrevistados são hipertensos, dos quais 59,3% têm 50 anos ou mais, faixa etária mais exposta a riscos cardiovasculares.

“Desde 2004, quando o programa se tornou mais abrangente, o número de hipertensos vem aumentando gradativamente na população pesquisada. Nesse cenário, o Saúde Ativa desempenha papel importante na conscientização das pessoas para a adoção de comportamentos saudáveis e através do programa de acompanhamento de pessoas com doenças crônicas, no qual a hipertensão arterial é abordada. A estratégia de prevenção que adotamos favorece a todos”, afirma a superintendente de Serviços Médicos da SulAmérica, Regina Mello.

Outro dado relevante é referente à consciência pessoal do estado de saúde. Do total das mulheres que responderam, na pesquisa prévia, que não sabiam se eram hipertensas, 22% apresentaram pressão arterial elevada no momento da medição. Já em relação ao universo masculino, 50,4% dos que marcaram a alternativa “não sei” apresentaram pressão arterial elevada. Nesse sentido, o levantamento revela que as mulheres são mais cuidadosas com a saúde e procuram mais os serviços médicos para exames de rotina ou preventivos.

Seguro popular da Mongeral Aegon, em parceria com a Finsol, registra R$ 1.6 milhão em faturamento

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Lançado há 1 ano, o seguro popular da Mongeral Aegon – o “Minha Família”, em parceria com a Finsol, completou 24 mil vidas seguradas e R$ 1.6 milhão em faturamento. A expectativa é alcançar 50 mil vidas até o fim desse ano. Com custo de R$ 10 mensais, o segurado tem um pacote de benefícios que inclui: seguro de vida (por morte natural ou acidental), cesta básica por um ano, auxílio funeral e sorteios de prêmios em dinheiro mensalmente. O produto está sendo ajustado para ser enquadrado como microsseguro.

Cemitério do Corinthians com vista panorâmica para o Itaquerão

O cemitério dos corinthianos está a caminho. Segundo fontes, o local já foi definido. Será em uma colina, próxima do Itaquerão, na zona leste de São Paulo, para que as almas que não conseguirem se desapegar da vida terrena possam assistir aos jogos de camarote. O grupo Memorial, especializado em funerais, fez parceria com a seguradora Mongeral Aegon para vender o seguro funeral aos torcedores que quiserem garantir um enterro digno. O produto será lançado em breve, garante um executivo que acompanha as negociações.

A torcida do Corinthians é relevante. São 52 mil sócios torcedores. Em outubro de 2012, outra seguradora, a Zurich Seguros, lançou o seguro ‘A Sorte é Fiel’, em uma parceria com o Sport Club Corinthians Paulista e a Corretora 4K Brasil Insurance. O seguro para Acidentes Pessoais da Zurich Seguros oferece cobertura por Morte Acidental e também por Invalidez Permanente Total por Acidente, ambas no valor de R$ 5 mil.

Argo traz produto focado em cargas perigosas

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A Argo Seguros Brasil lança o Seguro de Responsabilidade Civil Transporte de Cargas Perigosas voltado para transportadoras especializadas no transporte de cargas perigosas classificadas pela ONU ou cargas passíveis de serem poluentes ou contaminantes.

Imagine que você esteja numa rodovia e de repente, um caminhão a sua frente transportando óleo perca o controle, tombe e a carga escorra na pista, e por consequência, seu carro derrape e bata. O óleo que vazou, invada uma plantação à margem da estrada e a destrua. Quem arca com esse sinistro? Quem é responsável pelo dano causado pelo óleo que estava sendo transportado e destruiu a plantação? Quem vai arcar com o conserto do seu carro?

Na cena acima, conforme nos explica Lauren Viegas, gerente da área de RC na Argo: “se o caminhão acidentado estiver coberto pelo seguro de RC Transporte de Cargas Perigosas, a apólice indenizará até o limite máximo contratado os prejuízos sofridos pelo dono da plantação (reparação da área contaminada e lucros cessantes), pelo dono do veículo que sofreu avarias (danos materiais e corporais) e ainda reembolsará as despesas com a limpeza da pista até a destinação final do resíduo, passando pelo transporte deste e a contratação de empresa especializada na recuperação de danos ambientais”, diz Lauren. “Se houver necessidade, ressarcirá também as despesas com o atendimento a potencial ameaça de vazamento de produto perigoso classificado pela ONU, visando à prevenção da ocorrência de um dano real.”

Eduardo Pitombeira, diretor de Linhas Financeiras e Desenvolvimento de Negócios, salienta que “o lançamento do RC Transporte de Cargas Perigosas está alinhado com a estratégia da Argo, focada no desenvolvimento de produtos de seguro segmentados, para diferentes setores da economia, conforme a necessidade. Temos uma diversidade grande em nosso portfólio para oferecer soluções a qualquer setor da economia, e podemos considerar essa modalidade como uma inovação no mercado. ”

O objetivo deste Seguro é atender ao máximo as necessidades das empresas transportadoras. Para isso, o seguro possui cobertura no Brasil com extensão aos países do MERCOSUL, cobrindo também danos causados pelo transporte de produtos que, dependendo do local atingido pelo vazamento, venham a poluir o meio ambiente, – argumenta a gerente – “mesmo que a carga não seja perigosa, ou seja, poluente por sua essência, mas possa ser hostil em virtude do derramamento em local específico, haverá cobertura. Por exemplo – se ao transportar soja, ocorrer por algum motivo o tombamento da carga em um pesqueiro e isso acarretar a morte dos peixes, devido a absorção da água pela soja, a Argo reembolsará as despesas com a recuperação do lago e demais prejuízos ali causados, já que a apólice cobre danos causados ao meio ambiente.”

“Estudamos o mercado e desenvolvemos um produto mais amplo, onde o Segurado possui um limite único por evento, o qual ampara todas as coberturas previstas na apólice. A proposta adotada pela Argo é de fácil leitura e entendimento, deixando claro os benefícios com relação à contratação deste seguro. Como diferencial, trazemos ao mercado várias opções de limites com custos justos, bem como agilidade no processo de contratação e regulação de sinistro, onde há possibilidade de reembolso parcial das despesas pagas pelo Segurado.” – finaliza Lauren.

Aplicap é a nova associada da Fenacap

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A Aplicap Capitalização S.A. é a mais nova associada da FenaCap – Federeção Nacional de Capitalização. A empresa faz parte do Grupo Sinosserra, maior distribuidor de veículos do estado do Rio Grande do Sul, que atua, entre outros, no segmento de consórcio, seguros e serviços financeiros. Com a adesão, a Federação passa a representar 100% das empresas atuantes no setor e conta agora com 16 empresas associadas.

“A unidade de todas as sociedades de capitalização é uma grande conquista e um marco importante no sentido de fortalecer e desenvolver este mercado”, diz Marco Antonio Barros, presidente da entidade. E acrescenta: “A discussão conjunta facilita o atingimento dos objetivos que são comuns a todos os players, como as questões regulatórias de natureza legal e infra legal, a adoção de boas práticas de mercado, de formas de melhor atender ou superar os anseios dos consumidores. Em última análise, uma discussão organizada poderá trazer benefícios para todos os agentes envolvidos e, em especial, para a sociedade em geral”.

BB Seguridade começa na bolsa valendo R$ 34 bi, com ação a R$ 17; Marcelo Augusto Dutra Labuto é o CEO

Marcelo Augusto Dutra Labuto é o presidente da BB Seguridade e Marco Antonio Barros, que esteve a frente do processo do IPO, assume como presidente do Conselho de Administração, segundo convite de coletiva para a cerimônia de início da seguradora na BM&FBovespa. Também estarão presentes Nelson Machado, Secretário executivo do Ministério da Fazenda e presidente do CA do Banco do Brasil, o presidente do Banco do Brasil, acionista vendedor, Aldemir Bendine; e de demais membros da diretoria e acionistas da BB Seguridade.

A BB Seguridade Participações S.A. passa a ser a 129ª empresa listada do segmento Novo Mercado, o mais elevado padrão de governança corporativa da BM&FBOVESPA. A coletiva de imprensa será dia 29 de abril, a partir de 11h30, no Espaço Raymundo Magliano Filho. O evento ter á a participação.

Todos os jornais e portais contam hoje o sucesso da emissão de ações da BB Seguridade. Segundo comunicado enviado a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o BB conseguiu captar R$ 11,4 bilhões, o que faz deste o maior IPO de uma empresa do país desde os cerca de R$ 14 bilhões do Santander Brasil, em outubro de 2009.

A ação saiu cotada a R$ 17. Foram vendidos 675 milhões de ações, equivalentes à soma do lote inicial de 500 milhões de ações, montante que poderia ser acrescido de 175 milhões de papéis, incluindo os lotes extras.Isso significa que a empresa começa na bolsa, no Novo Mercado, juntando-se a Porto Seguro, SulAmérica e BB Insurance,na próxima segunda-feira valendo R$ 34 bilhões, praticamente a metade do valor do BB.

A operação envolveu apenas oferta secundária, ações que estão sendo vendidas pelo controlador e todo o dinheiro captado será usado para elevar o capital do Banco do Brasil.

BB Seguridade estreia na bolsa na segunda-feira

Grande expectativa com o IPO da BB Seguridade. Sai hoje o preço final das ações do grupo segurador que movimentou o mercado local e internacional com tantas informações sobre o mercado de seguros do Brasil. Segundo divulgou o Valor Econômico hoje, se confirmado o valor de R$ 17 a ação, a distribuição poderá alcançar até R$ 11,4 bilhões, considerando também a colocação dos lotes extras, ou seja, a venda de um total de 675 milhões de ações. Com isso, a BB Seguridade chegaria à BM&FBovespa na segunda-feira com valor de mercado de cerca de R$ 34 bilhões.

O Valor também conta que em um relatório, o Bank of America Merrill Lynch (BofA) reduziu a recomendação para a ação do banco de “neutra” para “abaixo da média do mercado”. Para os analistas, há uma perspectiva de menor expansão do lucro por causa da venda de uma fatia da BB Seguridade. O BofA também enxerga passivos ligados à Previ, o fundo de pensão dos funcionários do banco.

REVISTA APÓLICE: Amor declarado ao Brasil

Por Kelly Lubiato

Antes de assumir seu perfil de executivo, o presidente da Liberty Seguros, Pablo Barahona se dedicou aos esportes em seu país natal, o Chile. Durante 29 anos ele participou de competições internacionais e foi campeão nacional de vela em diferentes categorias. Com o velejador Alberto González, representou o Chile nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1984, na classe 470. Em 1999, ganhou o campeonato mundial da classe Lightining. O esporte é uma paixão familiar. Sua filha é esquiadora de alto rendimento, e atualmente é campeã nacional de esqui no Chile. Competiu nos dois últimos Jogos Olímpicos de Inverno, em Turim em 2006 e em Vancouver em 2010, entre outras importantes competições

APÓLICE:Você está no Brasil há quanto tempo?

Pablo Barahona: Há um ano.

APÓLICE:Quando você chegou ao Brasil, vindo do Chile, teve alguma experiência que o marcou pela diferença do mercado no qual você atuava?

Pablo Barahona: Antes dos cinco anos de Chile trabalhei dois anos na Venezuela Todos são mercados similares. Minha experiência é de seguros em países sulamericanos. Há diferenças regulatórias mas, em termos gerais, o comportamento do consumidor não é muito diferente. Talvez o Chile esteja um pouco mais desenvolvido em linhas comerciais, mas nos seguros de pessoas o Brasil tem sofisticação maior. A maior diferença é o tamanho do Brasil, com tantos contrastes regionais.

APÓLICE: O Brasil é mais desenvolvido em termos de seguros pessoais do que o Chile?

Pablo Barahona: Eu diria que são similares. O que acontece é que pela questão do Brasil ser um país tão grande, você precisa de mais sofisticação para precificar corretamente um risco em Santa Catarina, que é diferente do de Manaus, de São Paulo capital. Tem bastantes diferenças regionais que fazem com que o problema seja mais complexo. Nesse sentido, o Chile é um país mais homogêneo e não há tantas diferenças regionais assim.

APÓLICE: Qual foi a sua primeira impressão quando chegou aqui na Liberty há um ano?

Pablo Barahona: Uma companhia com excelentes profissionais, muito bem posicionada no mercado. O nosso cliente fica confortável com a companhia, que tem procurado prover bom atendimento e bom serviço. Acho que temos coisas para melhorar e desafios. Mas, em termos gerais, é uma companhia que tem tamanho relevante. Ano passado fechamos com R$ 2,2 bilhões de prêmios.

APÓLICE: Qual é a posição geral de vocês no ranking?

Pablo Barahona: Em Seguros Gerais estamos em sétimo lugar.

APÓLICE: Você recebeu alguma missão dos acionistas quando assumiu a empresa?

Pablo Barahona: Não, não houve muita mudança. Eu diria que até a minha chegada, o foco da companhia era o crescimento. E a companhia teve muito sucesso nisso, conseguiu subir no ranking e crescer. Hoje, temos um tamanho razoável para o mercado brasileiro, que permite enfrentar o desafio com fortaleza, com capacidade. O foco agora é melhorar a rentabilidade também.

APÓLICE: Falando em rentabilidade, qual foi o impacto para vocês do final de custo de apólices?

Pablo Barahona: Teve um impacto grande, de cerca de R$ 18 milhões.

APÓLICE: Mas como vocês se preparam para trabalhar sem essa receita?

Pablo Barahona: Tivemos que revisar nosso modelo de precificação e fazer alguns ajustes para recuperar a rentabilidade.

APÓLICE:E para esse ano vocês já estão com os preços ajustados?

Pablo Barahona: Sim. A segunda queda de preços foi mais anunciada. Nós arrumamos nosso modelo de precificação na metade de novembro, a fim de não comprometer a rentabilidade em médio prazo.

APÓLICE: A concorrência no mercado brasileiro é muito acirrada?

Pablo Barahona: Sim, é forte, porque tem companhias de todos os patamares. Eu acredito que não só o preço mantém companhias cujo objetivo é crescer, acho que o serviço é um bem mais relevante em longo prazo. Você pode capturar um cliente por preço hoje, mas provavelmente ele vai embora no próximo ano, porque conseguiu um preço mais baixo na concorrência. Tem cliente que não se incomoda em pagar um pouco mais se ele vai ter um bom serviço quando precisar. O seguro é uma promessa. Promete, quase como um sonho, que vai cumprir quando você precisar. A verdade é que se você tem um bom procedimento, uma boa equipe, se atender as primeiras necessidades do cliente, e resolver o problema, ele não se importa somente com o preço.

APÓLICE: O consumidor brasileiro está deixando de olhar mais para o preço e focar no serviço?

Pablo Barahona: Isso sempre vai existir. Em qualquer mercado isso acontece e independe da condição socioeconômica do cliente. Tem pessoas que estão mais focadas em ter um bom atendimento no momento do sinistro e esperam que a companhia resolva o problema da forma que foi prometido. E tem outras pessoas que só se interessam pelo preço.

APÓLICE: O cliente que só quer bom preço é interessante ou ele é muito volúvel?

Pablo Barahona: É volúvel, mas não é que ele vai ser assim toda vida. Às vezes, ele tem uma má experiência e começa a valorizar mais o serviço que o preço. Ele vai envelhecendo e não depende mais tanto do preço.

APÓLICE: Como está a tecnologia de produtos?

Pablo Barahona: O nosso objetivo é diversificar o mix. A companhia tem um marketing muito importante em automóveis. Nós estamos desenvolvendo diferentes estratégias para conseguir incrementar o nosso portfólio de outros produtos. Continuamos com a estratégia de fornecer produtos para pequenas empresas. Nós temos produtos de nichos bem interessantes, específicos para comércio, cabeleireiros, drogarias, pet shop, bares e restaurantes, hotéis. Ano passado, incrementamos nossa carteira com nove produtos de nicho para indústrias. São seguros feitos sob medida para pequenas indústrias que produzem alimentos, bebidas e sapatos.

APÓLICE: Esse é um caminho para focar?

Pablo Barahona: A Liberty tem um cardápio bem completo. Desde riscos pequenos focados em pessoas, passando por produtos específicos para pequenas empresas e middle market. Em grandes riscos, estamos mais focados em riscos especiais.

APÓLICE: Para esse ano, continua a mesma linha ou vocês têm alguma novidade?

Pablo Barahona: Este ano iremos continuar nessa linha, trabalhando com produtos para pequenas empresas. No ano passado, colocamos no mercado um produto de responsabilidade ambiental, com foco em grandes empresas e este ano estamos lançando um produto, também para grande empresa, de recall. Estamos atentos ao que a Susep fará com o seguro popular.

APÓLICE:Vocês trabalham com a meta de baixar a participação de 80% de auto no seu mix de carteira?

Pablo Barahona: Não gosto muito de colocar metas nesse sentido. Acho que a companhia tem que ficar pronta para outros produtos. Seguros de vida, prestamista, pequenas empresas, previdência, middle market e grandes riscos especiais. A companhia tem que ter o processo, a capacidade de fornecer o produto com agilidade e eficiência. Se o preço permitir você cresce, se o preço está ruim não. Não gosto muito de fazer metas, acho que temos que aproveitar as oportunidades.

APÓLICE: Tem algum nicho que vocês vão focar mais, ter mais atenção?

Pablo Barahona: Em linhas pessoais nós estamos bem focados em todos os produtos que o cliente precisa. Trabalhamos com recursos adequados com os três canais, o corretor, affinity e dealers (concessionárias). Temos os canais, temos os produtos e nossa estratégia consiste na parceria com nossos corretores e em melhorar o mix.

APÓLICE: Como está a relação da Liberty com o corretor de seguros nessa campanha de patrocínio da Copa?

Pablo Barahona: Eles são nossos únicos parceiros. A companhia tem um foco grande em corretores, em satisfazer seus problemas, resolver a situação. Uma parceria que seja clara para ambos. O patrocínio da Copa está ajudando muito a companhia. Primeiro, porque melhora o reconhecimento. O cliente final procura mais produtos da Liberty do que no passado, porque já a reconhece como uma empresa importante. A respeito do corretor, temos campanhas anuais em que premiamos os parceiros que são mais próximos e que se desenvolvem melhor durante o ano. Nas campanhas dos próximos dois anos, vamos focar na Copa das Confederações e na Copa do Mundo. Os corretores ficam entusiasmados com a possibilidade de assistir aos jogos. O Brasil é o país do futebol. Além disso, temos o Cafu como representante da marca e isso tem ajudado, pois é uma pessoa querida, que reflete a qualidade do futebol brasileiro. O engajamento dos funcionários também é muito importante. Na última pesquisa que fizemos, 90% dos nossos funcionários disseram que se sentem orgulhosos da nossa companhia patrocinar a Copa do Mundo. Temos muitas atividades internas, possibilitando que eles também possam assistir aos jogos.

APÓLICE: Foi importante o engajamento dos funcionários para mudar a filosofia dentro da empresa?

Pablo Barahona: O engajamento do funcionário é fundamental, em qualquer estratégia da companhia. Se o funcionário não está alinhado, não se sente orgulhoso de pertencer à companhia, existe um grande problema. Os funcionários da Liberty têm muito compromisso com a companhia. Isso ajuda muito

APÓLICE: Quando tem um evento de grande porte, logo em seguida aumenta a venda de seguros?

Pablo Barahona: O Brasil não é um país catastrófico. Eu venho de um país que sofreu um grande terremoto em 2010. Quase 40% das perdas sofridas com o terremoto no Chile foram pagas por companhias de seguro. US$ 8 bilhões de perdas seguráveis, de mais ou menos US$ 20 bilhões, que foi o custo total. É engraçado, tem gente que fala que esse tipo de terremoto acontece a cada 20 anos, então, como já aconteceu, vai demorar para vir o próximo. E tem gente que fala que é melhor fazer um seguro, porque o problema é grave, é sério, que não tinha sido percebido antes. Em termos gerais o mercado cresceu.

Circuito Cultural Bradesco Seguros apresenta a 20ª edição da Série Dell’Arte Concertos Internacionais

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O Circuito Cultural Bradesco Seguros mais uma vez apresenta ao público carioca a tradicional Série Dell’Arte Concertos Internacionais. Apostando na mistura entre o ousado e o tradicional, serão nove atrações se apresentando no palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro entre abril e outubro, reunindo desde nomes já consagrados no cenário da música clássica até novas apostas do gênero. No dia 25 de abril, a Orchestre Symphonique de Montréal, uma das mais conceituadas da América do Norte, abre a programação do ano, tendo à frente o maestro superstar Kent Nagano e o pianista ucraniano Serhiy Salov.

Entre as atrações da Série em 2013, destacam-se o violoncelista norte-americano Yo-Yo Ma, em uma apresentação ao lado da pianista britânica Kathryn Stott; o jovem violinista norte-americano Joshua Bell, considerado uma das grandes estrelas da música clássica atual; e a pianista venezuelana Gabriela Montero, mundialmente conhecida por seu talento para o improviso. Também fazem parte da programação os grupos The King´s Singers, um dos conjuntos vocais mais aplaudidos do mundo; e o Quarteto Borodin, aclamado conjunto europeu de música de câmara. Para completar, outras três orquestras: a Orquestra de Câmara Franz Liszt, a Orquestra do Concertgebouw de Amsterdã e a Orquestra Sinfônica Finlandesa de Lahti.

Criada em 1994, a Série Dell’Arte logo se firmou como o principal evento de música clássica do Rio de Janeiro e um dos principais do país. A Série Dell’Arte Concertos Internacionais 2013, faz parte do Circuito Cultural Bradesco Seguros, que apresenta para o público brasileiro um calendário diversificado de eventos artísticos com espetáculos nacionais e internacionais de grande sucesso, em diferentes áreas culturais como dança, música erudita, artes plásticas, teatro, concertos de música, exposições e grandes musicais.

SERVIÇO:

Orchestre Symphonique de Montréal

Programa:
Wagner – Tannhäuser (Abertura e Venusberg)
Liszt – Concerto para piano nº 2— Serhiy Salov Piano
Brahms – Sinfonia nº 4

Data: 25 de abril
Horário: 20H30
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro

Censura: 10 anos

Vendas Theatro Municipal: www.ingresso.com – Tel: 4002-0019
Ingressos:

Plateia R$ 450,00 (esgotado)
Balcão nobre R$ 450,00 (esgotado)
Balcão superior R$ 230,00
Galeria (A-H) R$ 110,00
Galeria lateral R$ 80,00
Galeria (I-K) R$ 30,00
30% desconto:
Assinantes O Globo
Clientes e funcionários Bradesco Seguro

Valor Econômico: jornal traz na edição de hoje especial de Seguros e Resseguros

O Valor de hoje traz um suplemento de seguros e de resseguros. Com dez matérias, o especial conta ao leitor que o Brasil, apesar do fraco crescimento do PIB em 2012, continua sendo o principal mercado de seguros para os investidores de seguros e de resseguros. Conta um pouco da estratégias dos grandes grupos, como a regulamentação vem ajudando a trazer mais transparência ao setor, o avanços de produtos como para PME e a grande expectativa com a comercialização do microsseguros prevista para o segundo semestre.

Bola da vez

O Brasil é hoje um mercado no qual seguradoras do mundo todo querem estar. Embora a afirmação soe otimista demais para um país que registrou em 2012 um crescimento mais fraco do que as demais economias dos Brics, o interesse pelo setor impressiona. De acordo com a pesquisa “16th Annual Global CEO Survey”, realizada pela PriceWaterhouseCoopers, a América Latina permanece sendo a bola da vez. De 92 seguradores entrevistados, em 39 países, 88% afirmaram que o foco da expansão está nos emergentes, com a América Latina no topo da lista.

Maior economia da região, o Brasil recebe boa parte dos investimentos. Em resseguros, já são mais de cem empresas disputando mercado, número relevante considerando-se que até 2007 apenas o IRB Brasil Re era autorizado a operar. No seguro garantia, por exemplo, há cinco anos, três companhias reinavam absolutas. Hoje há perto de 20 concorrentes num nicho no qual até mesmo o governo entrou para ofertar garantias e, com isso, agilizar financiamento para projetos de infraestrutura visando a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos.

O potencial é grande em outros ramos. Apenas 30% da frota nacional de veículos têm seguro, menos de 10% das residências e menos de 5% das pequenas e médias empresas. O seguro rural responde por menos de 10% da área plantada de grãos. “Tenho um sentimento de que em breve teremos uma participação mais significativa do governo no subsídio rural como acontece no México, o que trará um grande desenvolvimento para o agronegócio e para o seguro no Brasil”, afirma o ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues.

Segundo executivos do setor, as empresas estrangeiras também valorizam indicadores como o fato de o país ter, para cada cem brasileiros em idade ativa, apenas dez aposentados com mais de 65 anos; metade da população pertencer à classe C; o desemprego abaixo de 6%; a renda per capita superior às da Índia e da China, e a participação do setor de seguros no PIB ser metade dos 8% da média mundial.

Para conhecer melhor esse mercado, o Lloyd’s of London, o mais antigo e importante mercado de seguros do mundo, contratou o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. Meirelles é o segundo estrangeiro a compor o conselho do Lloyd’s.

São dados que despertam o interesse pelo mercado de seguros e colaboram para as projeções de sucesso do IPO da BB Seguridade, que promete ser um dos maiores dos últimos anos, estimado em R$ 12,5 bilhões. Segundo relatórios divulgados por analistas de bancos, a compra de seguros deve crescer muito nos próximos anos com a ascensão das classes C e D. Seguradoras ligadas a bancos, como a BB Seguridade, podem captar clientes sem muito esforço.

Ao contrário do que se poderia imaginar, o IPO da BB Seguros deixou os concorrentes eufóricos. “Por conta do interesse despertado pelo road show realizado pelos bancos emissores do BB, fomos procurados para fazer cerca de 15 apresentações neste início de ano”, comenta Samy Hazan, relações com investidores da Porto Seguro, a primeira seguradora a fazer parte do Novo Mercado da bolsa brasileira, em novembro de 2004.

“O BB já vem atuando fortemente no mercado há dois anos e por isso a concorrência já foi sentida. A entrada de mais uma seguradora na bolsa só enaltece o setor de seguros, despertando os analistas para o potencial desse mercado que avançou muito na última década e ainda tem muito para conquistar”, afirma Marco Antonio Rossi, presidente da Bradesco Seguros. Em 2012, o grupo lucrou R$ 3,5 bilhões, o que representou 30% do lucro de R$ 11 bilhões do banco. O foco, segundo Rossi, é continuar crescendo de forma orgânica.

Antonio Trindade, diretor do Itaú Unibanco responsável pelos negócios de seguridade do banco, concorda com Rossi. “A concorrência está acirrada há tempos e a meta agora é aumentar a participação na base de clientes do conglomerado, sejam correntistas, portadores de cartões, e nos clientes de nossos parceiros de negócios. Preparamos produtos para todos, do microcrédito ao investidor de grandes projetos, por atuarmos como seguradora multilinha e multicanal”, revela.

Enquanto as seguradoras ligadas a bancos se preocupam em conquistar os clientes da casa, as independentes investem em tecnologia e inovação para conquistar corretores e clientes oferecendo agilidade no atendimento, produtos e serviços diferenciados a preços acessíveis. “O IPO do BB é excelente, ao trazer mais liquidez para o setor na bolsa e chamar a atenção dos analistas”, afirma Gabriel Portella, que acaba de assumir o comando da SulAmérica Seguros e Previdência, com papéis negociados em bolsa desde outubro de 2007.

As estrangeiras também precisam investir para ser mais conhecidas. A Allianz, maior seguradora da Europa, negocia com a WTorre o “naming rights” da Arena Palestra Itália, estádio do Palmeiras, pelos próximos 20 anos. A ação, se concluída, reforça a estratégia de crescimento e se revela o principal investimento em marca pela Allianz realizado até o momento. Além de reforçar a imagem do grupo, Edward Lange, CEO da Allianz, afirma que “a chave para manter a lucratividade é focar em serviços e valor agregado, com mais apoio aos corretores”.

Pablo Barahona, presidente da Liberty no Brasil, conta que o investimento no patrocínio visa gerar reconhecimento para a marca como a Seguradora Oficial da Copa do Mundo da Fifa 2014. Além disso, o objetivo é despertar em seus colaboradores, corretores e segurados o orgulho de fazer parte do importante evento esportivo do mundo. “Não tenho dúvidas de que esta será a maior de todas as Copas do Mundo e que a seguradora será reconhecida por participar dela.”

Para Hyung Mo Sung, o IPO do BB aumenta a concorrência e quem sai ganhando é o consumidor brasileiro. “Veja a quantidade de produtos e serviços inovadores que temos lançado”, comenta o CEO da Zurich Seguros Gerais, responsável por acompanhar de perto o andamento de quatro obras importantes por ser a seguradora de riscos de engenharia da reforma do Estádio do Maracanã (Rio de Janeiro), da Arena Fonte Nova (Salvador), do Estádio Mané Garrincha (Brasília) e do Itaquerão, em São Paulo. “O diferencial da Zurich no mundo inteiro é ter uma qualificada equipe de engenheiros que ajudam os corretores e clientes a gerenciar riscos”, diz.

Já a britânica RSA optou por atuar em nichos, como transportes, frotas, afinidades, risco de engenharia e energia renovável, tema em que é referencia mundial para os fabricantes de equipamentos. “Excelência em gerenciamento de riscos, ferramentas de tecnologia da informação e suporte técnico aos corretores são os elementos que têm nos feito crescer com sustentabilidade no Brasil”, afirma Thomas Batt, CEO da RSA Seguros no Brasil.

Outro nicho que desponta com bom potencial é o de microsseguros. O impacto dessas apólices de baixo valor no mercado ainda é incerto, mas calcula-se que o potencial de penetração é de até cem milhões de pessoas dentro de dez anos – 40 milhões até 2016. O cálculo é da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Com essa inclusão, o setor de seguros teria a capacidade de dobrar sua participação no PIB para algo mais próximo da média global.

A expectativa da indústria, com a popularização desses produtos de baixo valor é formar um público consumidor que até hoje não tinha condições financeiras de adquirir seguros – e que, futuramente, pelas projeções, crie o hábito de contratar proteção para a casa, o automóvel, ou um plano de previdência para os filhos. “O microsseguro atenderá às necessidades de proteção prementes das classes mais baixas, especialmente por meio dos produtos do ramo de vida, com inclusão de cobertura de assistência funeral, além de produtos residenciais, de acidentes pessoais e de perda de renda. É uma oportunidade para levar proteção a cem milhões de brasileiros”, diz Solange Beatriz Palheiro Mendes, diretora-executiva da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).

Para Eugênio Velasques, da Bradesco Seguros, os microsseguros representam, depois da bancarização, do acesso ao crédito, da aquisição de automóveis e de itens da linha branca, a derrubada da última fronteira de inclusão para um grande contingente de pessoas. “Nossos testes de venda porta a porta, pelo celular do corretor, foram interessantes. A inadimplência é baixa nessas classes sociais, cerca de 32% inferior na comparação com o mercado tradicional. Tudo o que essa população conquista ela não quer perder”, afirma.

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