Agora é oficial…Renato Rodrigues assume o comando da unidade brasileira do XL Group

O Grupo XL anunciou a nomeação de Renato Rodrigues como Country Manager de sua operação de seguros no Brasil, a partir de 1º de julho de 2013. Sua missão será ampliar a penetração no mercado brasileira. Ele ficará em São Paulo, sob o comando de Bruno Laval, Regional Manager para Iberia e América Latina de seguros diretos.

Rodrigues substituiu Juan Bragadin, que agora será o diretor técnico e continuará controlando o cumprimento das regras que regulam o mercado de resseguros e de aprovação de novos produtos.

Laval afirmou que Rodrigues “combina uma ampla gama de conhecimentos técnicos com um profundo entendimento do mercado brasileiro e das necessidades de melhoria na oferta de produtos locais, assim como possui experiência para contribuir no desenvolvimento de novos produtos”.

O executivo brasileiro tem 14 anos de experiência em seguros. Seu último cargo foi de vice-presidente da Liberty International Underwriters (LIU) no Brasil, onde controlava todas as operações de danos materiais e responsabilidade civil. O substituto de Renato na LIU será anunciado em breve. Renato também é presidente da comissão de seguro de responsabilidade civil da CNseg.

Seguro foi incluído do decreto presidencial que zera o IOF em operações de câmbio

Decreto nº 8.027 de 12 de junho de 2013

Altera o Decreto nº 6.306, de 14 de dezembro de 2007, que regulamenta o Imposto o sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários – IOF.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe conferem os arts. 84, caput, inciso IV, e 153, § 1º, da Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei nº 5.143, de 20 de outubro de 1966, no Decreto-Lei nº 1.783, de 18 de abril de 1980, e na Lei nº 8.894, de 21 de junho de 1994,

DECRETA:

Art. 1º O Decreto nº 6.306, de 14 de dezembro de 2007, passa a vigorar com as seguintes alterações:

“Art. 32-C. ……………………………………………………………………

…………………………………………………………………………………………….

§ 15. A partir de 13 de junho de 2013, a alíquota prevista no caput fica reduzida a zero.” (NR)

Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 12 de junho de 2013; 192º da Independência e 125º da República.

Luciano Portal vai conhecer o Centro de Desmontagem da Mapfre, em Ávila

mapfre avilaEis mais um grande passo para viabilizar o seguro de automóvel popular. Luciano Portal, titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep), viaja no período de 16 de junho de 2013 a 20 de junho de 2013, para Espanha. Ele irá visitar o Centro de Experimentação e Segurança Viária – CESVIMAP, o Centro de Desmontagem e Comercialização de Peças Usadas de Veículos – CESVI RECAMBIO em Ávila. Ele também irá a Madri, encontrar o presidente da Mapfre e sua equipe, para troca de experiências em relação ao seguro popular de auto, segundo informa decreto do Ministério da Fazenda publicado hoje no Diário Oficial.

O Centro de Desmontagem da Mapfre é algo impressionante. São centenas de peças recuperadas para venda legal as pessoas. Isso faz com que o preço do seguro de carro seja bem mais barato e também permite que as pessoas que não tem seguro possam consertar seus veículos por um custo muito mais acessível. Coisa de primeiro mundo. Legal. Sem desmanche ilegal. Com certeza Luciano Portal voltará impressionado e agilizará toda a regulamentação necessária para que o projeto de seguro popular ganhe força e velocidade.

Icatu fará seguro de vida para jovens carentes do Instituto Bola Pra Frente

bola bebeRelease

A Icatu Seguros fará um seguro de vida para proteger 408 educandos do Instituto Bola Pra Frente, que atende crianças e adolescentes carentes entre 6 e 17 anos, oferecendo oportunidade de promoção social por meio do esporte. O objetivo é que eles estejam cobertos para que, em caso de acidente, as famílias tenham recursos para realizarem o tratamento. O seguro terá as coberturas de Despesas Médico, Hospitalares e Odontológicas – DMH e de Serviço de Assistência Funeral.

Fim dos contratos “tailor made”????

Um detalhe importante passou longe de comentários da imprensa, ainda pouco ocupada com temas de seguros. Principalmente como esses, que envolve tantos interesses. Para sorte de todos, o advogado Walter Polido, que trabalhou quase duas décadas no IRB Brasil Re, deixando a resseguradora até então estatal por uma oferta recebida da Munich Re, maior resseguradora do mundo, está sempre em busca de melhorias para o setor.

Hoje, Walter Polido é consultor e árbitro em seguros e resseguros. Ao me mandar um artigo sobre a Circular Susep 458, de 21.12.2012, ele abriu um debate interessante sobre a extinção dos seguros singulares, aqueles feitos sob medida. “E por que as seguradoras, resseguradoras e clientes se calaram?” é a pergunta que circula nos bastidores do setor.

Um executivo acredita que as seguradoras se calaram porque ou gostaram ou porque não se importam nada com isso. Acho difícil que elas não se importem, portanto, penso como o executivo, que a Susep fez o que algumas seguradoras queriam, aquelas interessadas em complicar o pagamento das indenizações ou deixar para o ressegurador decidir, já que é ele que assume quase a totalidade do risco. Mas hoje quem responde legalmente pelos contratos são as seguradoras líderes. Ou seja, esse jogo de “culpa do outro” logo terá um fim. Assim como ter um bom cliente será algo para aquelas que praticam governança corporativa.

A segunda pergunta seria “E os grandes segurados, ou seja, as grandes empresas multinacionais ou brasileiras, por que se calaram?” Não se calaram. Apenas ninguém havia perguntado a elas o que pensavam disso. Abaixo, temos o artigo de Cristiane Alves, presidente da ABGR. “A coleção de atos emitidos pela SUSEP dificultam o nosso crescimento econômico e a distribuição saudável do risco. A autorização legal para que o mercado brasileiro passe a trabalhar como se dá a prática no resto do mundo, além de favorecer o nosso crescimento, garantiria a real proteção do risco para as nossas atividades e pessoas”, escreve Cristiane. “Como ABGR ficaremos muito felizes quando a SUSEP atingir a sua plena capacidade de atuar como ente regulatório supervisionando de forma eficiente o nosso mercado.”

Outra observação de executivos do setor é que as grandes apólices são pesadamente resseguradas. E é sempre complicado acomodar essas apólices singulares nos contratos automáticos. Antes da abertura, as grandes apólices praticamente não entravam nos contratos do IRB, geravam quase sempre os chamados Facultativos. A coisa funcionava por si só, mas a administração dos riscos Facultativos no dia a dia era cara, em toda a cadeia.

Depois, com a entrada dos resseguradores estrangeiros no Brasil, as capacidades automáticas cresceram muito e essas grandes apólices passaram a frequentar os contratos automáticos, mas muitas vezes via as desconfortáveis “aceitações especiais”. O que é ruim pra todo mundo: segurado, seguradora, broker e ressegurador. E quando acontecem sinistros nessas apólices tailor made há espaço para muitas controvérsias. O grande volume de sinistros indo parar na Justiça mostra bem que isso ainda acontece. Será que a extinção das singulares interessa às seguradoras e resseguradores locais?

Difícil afirmar. Mas parece, segundo executivos, que tudo voltou a ser como no passado, “onde fazia-se uma apólice brasileira meia-boca e o resto estava todo lá fora, por meio daqueles mecanismos de Difference in Conditions e outros citados por Polido em seu artigo”, comenta um executivo.

Bem, segue o artigo de Polido e em seguida o de Cristiane Alves, presidente da ABGR, para que os leitores possam refletir e tirar suas próprias conclusões. Afinal, como tudo no Brasil, a conta será paga por todos. Enganam-se quem os que pensam que só o consumidor paga a conta. Ele pode pagar, mas o peso disso volta para todos no Custo Brasil, na falta de segurança que afugenta os investidores e na mazela que se torna a infraestrutura da sexta maior economia do mundo, simplesmente porque o interesse pessoal ainda se sobrepõe ao coletivo.

valter polidoPor Walter Polido

Com poder estagnante igual ou até pior do que a Circular Susep-437/2012 (planos padronizados de seguros RCG), nos parece agora a determinação normativa da Circular 458/2012. Ela simplesmente extinguiu os denominados “seguros singulares”, ou seja, os clausulados caso a caso, confeccionados segundo as necessidades específicas de cada conta ou risco, o chamado modelo “tailor made”. Todo segmento apresenta exceções e especificidades e não há modelo padrão que possa atender a toda e qualquer situ ação de risco existente no mundo pós-moderno, de complexo dinamismo.

A parametrização única, inclusive, costuma se apresentar inadequada, improdutiva, com alto grau de obsolescência, ineficaz, incerta, além de desprestigiar o desenvolvimento, a criatividade humana, a inventividade, a superação e, enfim, a inteligência humana. Não há padrão que se sustente para sempre e de forma a fornecer enquadramento eficaz às situações ímpares, em face do dinamismo do mundo e dos riscos criados pelo homem. Só o Estado usualmente insiste em achar que o padrão pode resolver todas as situações encontradas na sociedade. E, por isso mesmo, ele erra sempre, pois que o homem é díspare em todos os sentidos e também nos seus interesses individualizados.

Também por esta razão o Estado constitui o maior litigante passivo do país, contribuindo para emperrar a celeridade exigida da Justiça. Por que a Susep determinou este conteúdo da Circular 458/2012 e, aparentemente, nu m clima de cumplicidade silenciosa das seguradoras? Imaginamos alguns cenários. O principal motivo repousou no desconhecimento da Autarquia sobre o mercado de seguros/resseguro contemporâneo, cujo segmento brasileiro ela tem a função de regular, mas não de legislar.

Segundo, porque lhe falta além da especialização moderna em seguros, número suficiente de profissionais preparados e em quantidade para atender à demanda do Brasil atual, segundo as funções anacrônicas que ela ainda possui nos termos da legislação vigente (Decreto-lei 73/66, artigo 36, “c”, p. exemplo). Então, sem preparo e sem gente suficiente, a Autarquia preferiu “engessar” o mercado segurador brasileiro, criando modelos estandardizados de clausulados de coberturas de seguros, em todos os ramos, como se os riscos não fossem dinâmicos no Brasil, diferentemente do resto do mundo.

A irrealidade e a miopia estatal refletirão e muito no descompasso que o mercado sentirÍ tão logo a malfadada Circular entre em vigor, produzindo os seus efeitos equivocados. Mas e as Seguradoras, por que se calaram? Inconcebível a postura, diante do momento de transição pelo qual passa o país e o próprio mercado segurador, rumo ao desenvolvimento. Contraditório mesmo. Mas, afinal, como ficarão os programas mundiais de seguros também existentes no Brasil, considerando-se o vasto parque industrial do nosso país? Ainda que as Seguradoras disponham de produtos “não-padronizados”, cujo objetivo é inexequível diante da “Lista de Verificação” da Susep, a qual conduz obrigatoriamente também esta categoria ao “padronizado”, por isso mesmo, não serão condizentes com os programas mundiais existentes e também com outras situações especiais de riscos que surgem no dia a dia.

Uma simples “cláusula particular” ou meia dúzia delas a serem insertas nas condições não-padronizadas não conseguirão resolver todas as situações que podem surgir . Os clausulados, desta forma manipulados, tornam-se verdadeiros “franksteins” de difícil inteligência e praticidade, cujo resultado certamente não contribui positivamente para a proteção exigível do consumidor de seguros do país. Ao contrário disso, continuam motivando o grande afluxo de ações nas cortes de justiça do Brasil, na busca de solução para os conflitos criados.

Não é assim que funciona a dinâmica e complexa arte da subscrição de riscos para fins de seguros no mundo todo. Também no Brasil não poderia ser diferente. A partir da Circular 458/2012, entretanto, as Seguradoras estarão indiretamente proibidas de aceitar participação local em programas mundiais complexos e de outras situações afins, uma vez que não conseguirão atender ao critério determinado pela Autarquia, o qual se mostra desconectado com a realidade global. De qualquer maneira, o mundo não para e os negócios acontecerão, independentemente da miopia e do despreparo do Estado.

A tendência, então, será a da emissão de apólices simples (com modelos padronizados Susep) ou menores ainda em relação aos valores envolvidos em face daqueles que hoje são praticados domesticamente e apenas com o intuito de atenderem à legislação vigente (DL-73/66, vetusto e ultrapassado em muitos sentidos), valorizando acentuadamente os mecanismos DIC/DIL/FINC (procedimentos que determinam que as apólices mundiais, contratadas em países sede das empresas seguradas, assumirão os eventuais excessos de coberturas e de limites domésticos ou ainda converterão em aumento/aporte de capital, em sobrevindo sinistros nas respectivas unidades no Brasil).

Todos esses mecanismos internacionais representam, sem dúvida alguma, retrocesso e perdas de divisas para todo o mercado brasileiro e ao país. Perdas em sentido amplo: da comissão dos corretores primários de seguros; dos prêmios de seguros e de resseguro; das comissões de brokerage de resseguro; dos serviços em ajustes de sinistros; na aquisição de experiência e conhecimento técnico com grandes contas; etc. Quanto maior for o fluxo de negócios para o Exterior e de modo a “fugir” das limitações internas impostas pelo Estado e em razão do desconhecimento real da causa, ainda que da maneira mais lícita possível o referido fluxo, maior será o prejuízo para o Brasil e até mesmo em termos de conhecimentos tecnológicos em matéria de seguros.

Devemos todos lamentar muito a miopia do Estado. Apesar de se pretender, aparentente, “proteger” o consumidor de seguros no Brasil, ao desconhecer completamente todas as regras do jogo, o Poder Público acaba desprotegendo-o e prejudicando o fluxo de arrecadação de negócios de seguros e de resseguro no país. Este procedimento equivocado e ineficaz não deveria mais prosperar e, ao contrário disso, precisaria sim ser abolido urgentemente e para o bem de todos os cidadãos brasileiros, segurados ou não. As funções da Susep precisam ser revistas desde o DL-73/1966, urgentemente. Cabe ao mercado segurador, por sua vez, assumir suas funções originais, começando pela elab oração efetiva dos produtos de seguros que ele comercializa.

cristianePor Cristiane Alves

Todos sabemos do enorme potencial de nosso país para atrair negócios. Mesmo com o desempenho econômico se mostrando muito aquém do esperado, esperado no sentido literal da palavra justamente pelo tamanho do nosso Brasil, e do projetado, já que infelizmente não tivemos muito sucesso nas medidas tomadas para atingir as projeções que deveriam atender nossas esperanças.

Desta forma, o México já vem despontando como o novo país da “moda”, posto ocupado por nós desde 2007 / 2008 – disputamos e ganhamos a honra de sediar os Jogos Olímpicos e a Copa do Mundo! Estamos mal? Não, mais uma vez, somos um “monstro” . Nosso tamanho, nossos números domésticos nos fazem forte e os investimentos continuam. Continuam tranquilamente? Abstenho-me de responder esta questão.

Peru e Colômbia também tem atraído muitos investimentos. E o que se ouve? São países com uma “imagem muito séria”. Lá sim os investidores se sentem tranquilos com relação à segurança jurídica. As leis são claras e estáveis, coerentes! O Estado cumpre com suas obrigações contratuais.

Então, o que acontece com o nosso enorme Brasil? Impossível um investidor ficar fora dele – investe, mas com a tremenda insegurança ou sendo ainda mais clara: com uma imensa “pulga atrás da orelha”. De uma forma geral, conseguimos ter ideia de quanto uma empresa gasta com escritório externo que se dedica a monitorar as alterações das disposições legais (por exemplo, tributaria, trabalhista…) e em seguida indicar como a empresa deve passar a trabalhar para atender as disposições alteradas? Horas / homem das empresas para implementar as alterações necessárias? E o repasse para seus produtos finais? Tudo isso é custo Brasil!

No nosso setor de seguro os exemplos não faltam. Fazemos coleção, alias! Desde a longa série de acontecimentos para a abertura do mercado de resseguros, iniciada ainda nos anos 90 até a sua concretização em 2007 / 08, seguida do retorno ao mercado “parcialmente’ fechado com regras para retenção de 40% do risco no mercado local de resseguro, até chegarmos na Circular Susep 437/2012 e a mencionada 458 de 21.12.2012 pelo nosso colega W. Polido em seu artigo que veiculamos no clipping de 06/06.

A verdade é que estamos sempre caminhando na contra mão do que o mundo pratica. A prática que funciona no mundo todo não tem chance de sucesso em nosso país. É louvável a preocupação do Estado em proteger os consumidores menores de seguro. É louvável também proteger os grandes consumidores de seguro e que se utilizam amplamente do resseguro. Mais que louvável, é dever!

No entanto, pretendendo proteger, cria regras que ao final geram o trabalho que mencionei acima, mas neste caso em específico da circular 458/2012, algo ainda mais importante. O segurado que antes era coberto por um clausulado “tailor made” passa a considerar que nem sempre terá toda a sua perda coberta localmente, e isto certamente também será considerado no custo final de seu produto. As seguradoras que passarão a disponibilizar seus técnicos para mais horas de acertos, ou melhor dizendo, adequação de clausulado para cada segurado antes coberto pelo seguro singular. Elas também certamente vão repassar seu custo no premio final da apólice. Mais custo Brasil. Menos proteção real para o risco.

A coleção de atos emitidos pela SUSEP dificultam o nosso crescimento econômico e a distribuição saudável do risco. A autorização legal para que o mercado brasileiro passe a trabalhar como se dá a prática no resto do mundo, além de favorecer o nosso crescimento, garantiria a real proteção do risco para as nossas atividades e pessoas.

Como ABGR ficaremos muito felizes quando a SUSEP atingir a sua plena capacidade de atuar como ente regulatório supervisionando de forma eficiente o nosso mercado.

Zurich lança campanha publicitária em horário nobre da Globo

zurichRelease

A Zurich Seguros, multinacional suíça presente no Brasil há mais de 40 anos, lança nesta quarta-feira (12/6), no intervalo da novela Amor à Vida, da Rede Globo, a etapa 2013 de sua campanha publicitária de marca. Voltada ao consumidor final, a ação conta com filmes para TV, spots para o rádio, além de anúncios em revistas e internet. O foco principal da campanha é mostrar, com muito bom humor, o quanto a Zurich está próxima e entende as necessidades de seus segurados.

Desenvolvida pela Grey141, com produção da Paranoid, a linha criativa da campanha segue com o conceito utilizado em 2011 quando, pela primeira vez, a Zurich Seguros promoveu forte exposição de marca nos principais veículos de massa do Brasil. “Nos dois últimos anos tivemos grandes avanços por aqui: agora somos uma seguradora mais conhecida e competitiva, desenvolvemos novos produtos e estamos presentes nos quatro cantos do país. De lá para cá lançamos a campanha publicitária, usamos algumas nuances de humor e nos envolvemos com uma grande paixão nacional, o futebol. Os resultados foram incríveis e decidimos que valia seguir pelo mesmo caminho”, destaca Ivan Ferrando, Chief Marketing Officer da Zurich na América Latina.

Jeane Costa, head de Marketing da companhia no Brasil, ressalta que a ideia é mostrar que a Zurich Seguros está ao lado de seus clientes nos momentos em que eles mais precisam. “Continuaremos com peças na linha do humor, onde buscamos identificação com nossos públicos, aumentando assim a lembrança de marca. Além disso, especialmente nas peças impressas, seguiremos destacando nossos principais diferenciais.” Ela também conta que os filmes devem ser exibidos nas principais emissoras de TV aberta do Brasil durante o 2º semestre de 2013. As peças publicitárias serão veiculadas nas revistas de grande circulação e em publicações específicas do trade de seguros no mesmo período. Haverá ainda divulgação na internet, meio que cada vez mais cresce no Brasil. A novidade deste ano é que haverá investimento também em mídia externa com outdoors e painéis em outras regiões do país, além da sequência da estratégia de divulgação de marca nos metrôs de São Paulo.

Confira o novo comercial no site www.zurichseguros.com.br ao final da novela Amor à Vida.

Liberty Seguros na Copa das Confederações

PrintA Liberty Seguros, Seguradora Oficial da Copa das Confederações da FIFA 2013, estará presente em todas as cidades-sedes da competição, com ações de mobilidade urbana, iniciativas de relacionamento com clientes e corretores e ativações da marca dentro e fora dos estádios que receberão os jogos. Confira informações do evento e as novidades da Liberty Seguros na página Confederations Cup by Liberty

Banco do Brasil estreia em seguro dental com a Odontoprev

bb dentalO Banco do Brasil, a BB Seguros Participações, a BB Corretora de Seguros e Administradora de Bens, a Odontoprev e a Odontoprev Serviços criaram a Brasildental Operadora de Planos Odontológicos para desenvolver e divulgar a marca BB Dental, que será distribuída por meio da BB Corretora com exclusividade em todos os canais BB no território nacional.

A Brasildental terá seu capital social inicial de R$ 5 milhões, distribuído em 100 mil ações ordinárias (“ON”) e 100 mil ações preferenciais (“PN”). A BB Seguros será detentora de 49,99% das ações ON e de 100% das ações PN, representando 74,99% de participação do capital social total, e a Odontoprev deterá 50,01% das ações ON, representando 25,01% do capital social total. A BB Seguros e a Odontoprev responderão pela constituição do capital social inicial da Brasildental na respectiva proporção de suas participações

O Acordo estará sujeito à análise e à aprovação dos respectivos órgãos reguladores, supervisores e fiscalizadores, nos termos da legislação aplicável e vigorará por 20 anos, podendo ser prorrogado por iguais períodos, segundo comunicado divulgado pelo banco do Brasil.

Cresce demanda do setor de autopeças para seguro de transportes

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O setor de autopeças está entre os principais responsáveis pela contratação de seguros de transportes, conforme dados da Porto Seguro (www.portoseguro.com.br). Atualmente, cerca de 5% dos embarcadores segurados pela empresa faz parte deste segmento específico (autopeças).

Segundo Rose Matos, gerente de Transportes da Porto Seguro, a representatividade do mercado de autopeças na economia do País justifica a demanda por instrumentos de proteção para suas operações de transportes. “Trata-se de um segmento com amplo potencial produtivo e um importante gerador de oportunidades profissionais”, comenta. “Para atendê-lo, contamos com opções de seguros, serviços e assistências que se adéquam aos diferentes portes e necessidades das empresas do setor”.

De acordo com números do Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores) e da Abipeças (Associação Brasileira da Indústria de Autopeças), em 2012 o setor arrecadou mais de R$ 81 milhões. Desse total, 69,3% foi gerado a partir de operações com montadoras e 14,7% de negócios com o segmento de reposição de peças.

O setor de autopeças é responsável pela geração de mais de 218 mil empregos. No último ano, movimentou mais de US$ 10 milhões em exportações e US$ 16,2 milhões em importações.

Seguros para diferentes necessidades
A Porto Seguro Transportes desenvolve produtos e serviços completos para o proprietário da carga e para quem a transporta.

Para proprietários, a Companhia oferece o Transportes Mais Simples, dirigido a micro e pequenas empresas; o Transportes Embarcador Nacional, que cobre danos causados à mercadoria durante o transporte em todo o território nacional; e o Transportes Internacional, que protege as operações de importação e exportação, por via aérea, aquaviária e terrestre.

Já as transportadoras contam com os produtos: RCTR-C, que garante os prejuízos causados às mercadorias de terceiros em acidentes cobertos; RCF-DC, que assegura indenização ao proprietário em casos de roubo ou desaparecimento da carga; e Transportes Unificado, que reúne na mesma apólice as coberturas de RCTR-C e RCF-DC.

As apólices abrangem riscos diversos, desde colisão e tombamento até roubo de carga do veículo transportador. Também possuem benefícios exclusivos, como pontos de apoio a cada 100 quilômetros, nas principais rodovias do país; preservação e assistência à carga, em casos de acidente, e assistência gratuita de guincho para remoção do veículo transportador impossibilitado de locomoção, em um raio de até 200 km do local da ocorrência.

Profissionais e veículos bem cuidados
Outro diferencial exclusivo da Porto Seguro Transportes é o Programa “Transportador Consciente”, conjunto de serviços com foco preventivo, que abrangem cuidados com a saúde e qualidade de vida dos caminhoneiros; manutenção de veículos; e orientações sobre como evitar ou proceder em eventuais situações de perigo nas estradas.

ACE Seguradora incrementa seguro para caminhoneiro com sorteio de R$ 400 mil

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Dois lançamentos da ACE incrementaram o seguro da companhia que garante ao caminhoneiro indenização para si e renda para suas respectivas famílias em caso de acidentes e crimes nas estradas. Uma das inovações é o sorteio semestral de R$ 400 mil, o maior valor do mercado de seguros, a fim de auxiliar o profissional com o seu principal tipo de gasto, que é referente à aquisição de um caminhão novo. A outra novidade é o sorteio semanal de R$ 2,5 mil, para contribuir com a manutenção do auto. “Além disso, este segurado ganha pontos no programa ‘Km de Vantagens Ipiranga’, a cada mês que pagar a apólice em dia”, destaca Cristiane Hartmann, responsável na ACE pelo setor de Canais Especiais de Afinidades. Atualmente, as novas apólices estão sendo distribuídas pela ACE em parceria com a empresa de Gerenciamento de Riscos Buonny.

O seguro da ACE voltado para caminhoneiros oferece um abrangente seguro de Acidentes Pessoais, com coberturas por morte acidental, morte acidental vítima de crime, invalidez total por acidente vítima de crime e invalidez total por acidente. Oferece ainda serviços de assistência para as vítimas de crime (em decorrência de atos violentos) tais como: despachante para reemissão de documentos, transmissão de mensagens urgentes, adiantamento de fundos, envio de chaveiro, entre outras coberturas.

“As chances de premiação são reais. Para se ter uma ideia, a antiga apólice que vinha sendo comercializada pela ACE junto aos caminhoneiros premiou um segurado no último mês de dezembro, no valor de R$ 30 mil”, acrescenta Cristiane. Segundo ela, o ganhador se chama Benedito Teixeira Filho e o seguro foi comercializado em parceria com a Buonny.

Hoje, o número de caminhoneiros no Brasil chega a quase 700 mil, segundo dados do Registro Nacional do Transportador Rodoviário de Cargas (RNTC). Atualmente, este profissional é o que mais morre em serviço, entre todos os trabalhadores, segundo dados do Ministério da Previdência Social (MPS). Geralmente, ele é o chefe da família e sua falta gera um alto impacto na renda familiar.

ACE está comercializando seguros para caminhoneiros a custos muito vantajosos pelo canal de Afinidades, em parceria com empresas de Gerenciamento de Riscos. Para adquirir a proteção, o profissional deve entrar em contato com uma destas empresas ou com o seu corretor de seguros ou ainda com o serviço de atendimento gratuito da ACE: 0800 7706595.