Nesta segunda-feira (02/09) começa a operar mais um GENAC (Generali Atendimento ao Corretor) da Generali Brasil Seguros. A unidade é a sexta a ser aberta pela seguradora nos últimos cinco meses e atenderá todo o Estado de Santa Catarina, exceto a região de Blumenau. O escritório está sediado na capital Florianópolis sob a coordenação de Marcelo Preto.
O GENAC tem como principal objetivo oferecer ao corretor atendimento e consultoria em segmentos pouco explorados na região, buscando aproximação e parcerias com a intenção de criar uma identificação institucional com corretores e clientes.
O advogado Silas Rivelle terá como desafio implementar os indicadores de eficiência das ouvidorias e incentivar sua utilização como canal de aproximação do mercado segurador de órgãos reguladores e de proteção ao consumidor
A Comissão de Ouvidorias da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) acaba de eleger o novo presidente. O advogado Silas Rivelle, atual ouvidor do Grupo Seguros Unimed, assume o cargo com o desafio de implementar os indicadores de eficiência das ouvidorias e incentivar sua utilização como canal de aproximação do mercado segurador de órgãos reguladores e de proteção ao consumidor.
Segundo o novo presidente, uma das principais missões das ouvidorias hoje é ampliar a capacidade de resolução de conflitos no âmbito interno das empresas. “O cliente, muitas vezes, reclama por não ter recebido a informação necessária no momento da contratação do seguro ou durante a vigência e execução do contrato. Por isso, nosso esforço deve ser no sentido de tornar a ouvidoria como o canal prévio de procura do segurado antes de ingressar na justiça ou nos órgãos de defesa do consumidor. Ainda, difundir a cultura de que a reclamação não deve ser encarada como um problema e sim como um case, o que ajudará em muito no trabalho de apresentação de recomendações de melhorias”, explica.
O executivo destaca também a importância da atuação das ouvidorias nas redes sociais para a aproximação com o cliente. “Hoje, a maioria das empresas já recebe reclamação por meio das novas mídias. É um canal direto com o cliente e muito eficaz. É uma tendência, e o mercado já se adapta a essa nova realidade, mas ainda acreditamos no potencial dos outros canais”, ressalta Rivelle.
Nova regulação
Em abril, duas novas normas entraram em vigor no mercado segurador e de saúde suplementar. A Resolução Normativa 323, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), e a 279, do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), garantiram a obrigatoriedade da implantação de ouvidorias no setor em novos moldes. “Mesmo sem as resoluções, a maior parte das empresas de seguros já tinha implantado uma ouvidoria. Agora, o trabalho é de adaptação e de qualificação constante”, explica o novo presidente da Comissão.
Sobre a Comissão:
A Comissão de Ouvidorias da CNseg, criada em 2005, conta atualmente com a participação de mais de 40 empresas, que representam 95% da receita do mercado segurador.
Pelo segundo ano consecutivo, corretora e consultoria de seguros e benefícios Aon é patrocinadora da Feira Internacional de Arte do Rio de Janeiro, evento que nas duas últimas edições recebeu 120 mil visitantes de todo o mundo. O acordo, destinado por meio da Lei Rouanet, é de R$ 280 mil, e garante à empresa cotas exclusivas de convites para a abertura e visita guiada à Feira, além da oportunidade de fazer parte de um movimento que transformará a cidade no grande polo criativo das artes visuais do Brasil.
De acordo com Carla Abrunhosa, Diretora de Relacionamento e Marketing da Aon Brasil e Diretora de Sales & Marketing para as operações da Aon na América Latina, a participação da empresa no evento é fundamental para a exposição da marca e o relacionamento com os clientes. “Temos dedicado atenção especial a projetos de incentivo à cultura e decidimos apoiar novamente a ArtRio depois do enorme sucesso de público da edição 2012. A visibilidade de uma feira desse porte nos permite uma aproximação estratégica com atuais clientes e futuros parceiros”, diz.
A executiva explica que o Rio de Janeiro, sede da ArtRio2013, já é um mercado bastante representativo para a marca, mas que a expectativa é crescer ainda mais. “O Rio já é muito forte em segmentos como Petróleo e Gás, Infraestrutura e Saúde, mas mesmo assim pretendemos expandir. Atualmente, o Estado representa 16% da receita total da Aon no Brasil. A intenção é que a filial carioca cresça em torno de 15% até o final deste ano”, afirma.
A ArtRio 2013 acontece de 5 a 8 de setembro, no Píer Mauá, e contará com a exposição de mais de 100 galerias de todo o mundo.
A Tempo USS, Unidade de Assistências Especializadas do Grupo Tempo Assit, uma das principais companhias do país na prestação de serviços de seguros saúde, planos odontológicos, home care e soluções em saúde, concluiu com sucesso a realização de encontro para integração de prestadores de serviços e parceiros com os profissionais da empresa.
Ocorrido nos dias 29 e 30 de agosto na sede da companhia em Barueri (SP), o evento contou com a participação de gestores e de toda a diretoria de Operações da Tempo USS. O principal objetivo, além de aproximar a equipe, foi apresentar as novas metas e diretrizes da companhia, além de cases de sucesso e métodos para promover sinergias: tudo para ampliar a qualidade do atendimento ao cliente.
“O alinhamento de nossa equipe com os prestadores de serviços e parceiros é fundamental para manter constantemente o foco na qualidade e na melhoria do atendimento. Entendemos que o trabalho realizado em conjunto é um componente importante para a conquista de nossas metas, e a crença e dedicação de nossos profissionais são fatores decisivos para o sucesso da empresa. Queremos trazer uma nova cultura de relacionamento com nossos prestadores – muito próxima, com muito respeito e muita reciprocidade”, afirma Daniel Meneghin, Diretor da Tempo USS.
Ao final do encontro, os participantes tiveram ainda a oportunidade de participar de uma festa de confraternização em restaurante localizado próximo à companhia. “A aproximação dos nossos profissionais, agora mais engajados e focados em nossas metas, irá aprimorar ainda mais o atendimento e os serviços prestados, o que é fundamental para obtermos resultados de curto prazo”, afirma Gibran Marona, Vice-Presidente da Tempo USS.
Depois de um processo que durou 13 anos, a privatização do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB-Brasil) será concluída nos próximos 30 dias. Segundo o Ministério da Fazenda, pasta à qual o IRB-Brasil ainda está vinculado, o órgão passará para a iniciativa privada até 1º de outubro, quando devem ser finalizados os últimos trâmites burocráticos.
No último dia 20, uma assembleia do conselho do IRB-Brasil confirmou o aumento de capital da empresa, que atualmente responde por 40% do mercado de resseguros no Brasil. A companhia será gerida por quatro instituições financeiras – o Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e o Fundo de Investimentos da Caixa Econômica Federal. Esses bancos estão comprando ações detidas pela União para assumir o controle do IRB-Brasil, cujo capital será 51% privado.
Para a privatização do IRB-Brasil ser concluída, a Superintendência de Seguros Privados (Susep), autarquia do Ministério da Fazenda que regula o setor, também precisa homologar o aumento de capital da empresa. Além disso, a operação precisa ser registrada em cartório para que a empresa passe a funcionar da nova maneira.
O resseguro funciona como o seguro das seguradoras. Nessa modalidade, a empresa seguradora transfere à empresa de resseguro, parcialmente ou totalmente, os riscos assumidos nas apólices de alto valor ou em apólices de pequeno valor com riscos distribuídos em massa. Em 2001, após a destruição das torres gêmeas em Nova York, as maiores resseguradoras do mundo ajudaram as seguradoras a absorver o prejuízo de US$ 40 bilhões provocados pelas indenizações pagas às vítimas do atentado.
No Brasil, o IRB, criado em 1939 pelo presidente Getúlio Vargas, detinha o monopólio do mercado de resseguros. Em 1998, a empresa foi transformada em sociedade anônima e passou a chamar-se IRB-Brasil Resseguros. Em 2000, o governo iniciou o processo de privatização, que foi paralisado por causa de uma ação direta de inconstitucionalidade. Em 2002, o Supremo Tribunal Federal julgou o processo e considerou a privatização ilegal.
Para que o IRB-Brasil pudesse passar à iniciativa privada, era necessário primeiramente acabar com o monopólio da empresa no mercado de resseguros. Em 2007, o Congresso aprovou uma lei complementar que reabriu o setor a outras empresas. Atualmente, existem 110 empresas de resseguro no País, embora o IRB-Brasil ainda detenha a maior fatia do mercado. No ano passado, o IRB-Brasil recebeu R$ 2,8 bilhões em prêmios emitidos e teve lucro de R$ 293,4 milhões.
O Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras (ICES) atingiu 96,2 e voltou a cair no mês agosto. A variação é de 1,8% em relação ao mês de julho, quando chegou a 98. “O ICES interrompeu a pequena tendência de alta registrada em julho, e voltou a cair, indo para 96,2, com queda mensal de 1,8%. Como o valor ficou abaixo de 100, as empresas ainda estão com uma perspectiva pessimista pelo terceiro mês seguido”, justifica o economista Francisco Galiza, diretor da Rating de Seguros e responsável pela aferição do indicador realizado em parceria com a Revista Cobertura.
Para 49% dos executivos das seguradoras, o crescimento da economia brasileira será igual nos próximos seis meses; 46%, pior, e para 5%, melhor. “A pior avaliação continua a ser o comportamento futuro da economia brasileira”.
Já no quesito rentabilidade, para 63% será igual, 19% pior e 18% melhor. No mês anterior foi 64%, 20% e 16%. “Já o otimismo com relação ao comportamento da receita é favorável, mas em grau menor do que no início do ano. Por exemplo, em fevereiro de 2013, 76% das seguradoras brasileiras diziam que o seu faturamento seria melhor nos próximos seis meses; em agosto de 2013, essa mesma variável passou para 31%”.
No quesito faturamento das seguradoras, 62% acreditam que será igual nos próximos seis meses, enquanto no mês anterior foram 54%; 31% melhor, ante 39% do mês anterior, e 7% mantiveram a tendência de piora.
Auto mantém estabilidade
“Analisando somente o ramo automóvel, o crescimento esperado das vendas para 2013 continua positivo, embora a estabilidade dos números já esteja prevalecendo”, diz Galiza.
Para 52% dos executivos o faturamento do seguro automóvel nos próximos seis meses será igual, no mês anterior a proporção era de 38%; 37% creem na melhora – no período anterior eram 45%, e 11% acreditam que irá piorar, em julho foram 17%.
Entenda como é calculado o ICES
O ICES é um trabalho desenvolvido pela Rating de Seguros em parceria com a Revista Cobertura que foi anunciado no final de novembro de 2012. A criação de um Índice exclusivo das seguradoras tem como objetivo equiparar o mercado de seguros a outros setores da economia brasileira e mundial.
O Índice é elaborado mensalmente e, para tanto, os seguradores respondem a cerca de quatro perguntas de múltipla escolha e de ordem qualitativa sobre o crescimento da economia, a rentabilidade e o faturamento das seguradoras para os próximos seis meses.
As respostas são sigilosas e os indicadores são transformados em números, que variam entre zero e 200, justamente para o 100 ser a média.
A RSA Seguros, um dos maiores grupos seguradores do mundo, pioneira em seguros para energia renovável, participa pelo quarto ano consecutivo como patrocinadora do Brazil Windpower, o maior evento de energia eólica da América Latina.
A Companhia é líder mundial no segmento de energia renovável e acompanha sua evolução em todo o mundo há mais de 30 anos, com vasta experiência no desenvolvimento de soluções em seguros para geração de energia a partir de fontes renováveis.
“O Brasil continua sendo um mercado bastante promissor, com especial destaque para as novas oportunidades geradas pelo investimento crescente em energia eólica, e a RSA Seguros oferece ao mercado brasileiro soluções completas para todas as etapas dos projetos: desde o transporte dos primeiros equipamentos até o início da operação, passando pelas fases de construção e montagem dos empreendimentos”, afirma Ariel Couto, diretor comercial da RSA Seguros.
Com operações em 130 países, a RSA Seguros disponibiliza seus serviços a empresas do mundo inteiro, garantindo os empreendimentos eólicos onshore (em terra) e offshore (no mar).
A SulAmérica anunciou a unificação das áreas de Projetos Estratégicos, Inteligência de Mercado, CRM e Marketing em uma nova vice-presidência sob o comando do executivo Renato Terzi, que até recentemente ocupava a vice-presidência de Vida e Previdência. Em razão disso, Carlos Alberto Trindade Filho, vice-presidente de Automóveis e Ramos Elementares, passa a liderar também as áreas de Vida e Previdência.
Trindade tem especialização em Seguros de Pessoas pela American College, da Filadélfia, Estados Unidos, e MBA pela Universidade de São Paulo (USP). Há mais de 30 anos no mercado, já presidiu uma companhia especializada em previdência e na SulAmérica foi executivo de diversas áreas entre elas Vendas, Marketing, Vida e Previdência, além de Auto e RE.
À frente da nova vice-presidência de Planejamento e Marketing, Renato Terzi terá como desafio buscar uma maior sinergia entre os diversos produtos da SulAmérica. Com mais de 18 anos de experiência no setor financeiro, o executivo, que está na SulAmérica há um ano, tem grande expertise em Marketing, Vendas, Tecnologia, Projetos e Planejamento. “Esta nova estrutura trará um nova fase para o modelo multilinha da companhia”, avalia o presidente da SulAmérica, Gabriel Portella. “Estou certo de que as experiências, o dinamismo e a competência destes dois brilhantes executivos farão toda a diferença para alcançarmos nossos objetivos”, finalizou.
Quantas pessoas não sonham com o imóvel próprio? Sair do aluguel e comprar a casa é o desejo de 57,6% dos integrantes da classe média, segundo pesquisa deste ano do Instituto Data Popular. Com a facilidade dos financiamentos, diversos cidadãos conseguem concretizar suas metas. Mas, um “balde de água fria” é jogado quando infiltrações começam a aparecer, rachaduras, entre outros problemas estruturais. Quem mais sofre são as pessoas de baixa renda, visto que o conserto será um gasto a mais, comprometendo o orçamento mensal.
Porém, o que diversos cidadãos não sabem é que têm o direito ao Seguro Habitacional. Segundo Guilherme de Carvalho, do escritório G Carvalho Sociedade de Advogados, ao financiar um imóvel, o consumidor é obrigado a escolher uma seguradora para fazer a apólice. “O Seguro Habitacional pago durante o período que o imóvel for financiado, é justamente para ressarcir o cidadão de futuros problemas e para garantir a integridade do mesmo para o banco caso for para leilão”.
Embora exista a apólice, os moradores não acionam por falta de divulgação e acabam “remendando” as trincas, os telhados, não solucionando quase nada. “Quando se adquiri um imóvel, a seguradora – que não é necessariamente a empresa que o cliente financiou a casa própria – tem que averiguar o estado do bem e fichar qual material foi usado. “Pois se for usado material de qualidade duvidosa, na primeira chuva, os bens serão atingidos e o cliente precisará estar ciente do tipo de construção”, explica Guilherme de Carvalho.
O advogado do G Carvalho Sociedade de Advogados comenta que outro fato comum nesses casos, é o consumidor acionar a seguradora e o problema não ser resolvido. “O morador pode entrar com uma ação para receber os valores que lhe é de direito”. Por fim ressalta que o consumidor não recebe o dinheiro e sim, o material, pois é para literalmente “arrumar a casa” e não para pagar as dívidas.
A Caixa Capitalização foi autorizada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) nesta sexta-feira a elevar o capital social em R$ 30 milhões, sem a emissão de novas ações. O capital da companhia passa de R$ 150 milhões para R$ 180 milhões, mediante a capitalização da Reserva Legal, sendo dividido em 8.000 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal. A decisão está em portaria publicada nesta sexta-feira, 30, no Diário Oficial da União (DOU) e no portal da Susep.
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