BB Seguridade vai emitir ADRs

O conselho de administração da BB Seguridade aprovou a emissão de American Depositary Receipts (ADR, ações negociadas nos EUA) de ní­vel 1. A companhia aprovou a contratação do Deutsche Bank para ser o depositário dos papéis. “Em decorrência dessa autorização, a BB Seguridade dará prosseguimento aos procedimentos necessários à efetiva implementação do programa de ADR”, diz a companhia.

Planos de previdência se recuperam em agosto

logo_fenaprevi1O sistema de previdência complementar aberta registrou o ingresso de R$ 4,3 bilhões em novos recursos no mês de agosto, segundo levantamento da FenaPrevi, entidade que representa 22 seguradoras e 13 entidades abertas de previdência complementar no país. O volume é 14,52% maior que a arrecadação verificada no mês de julho.

A captação líquida (diferença entre a arrecadação e os resgates) dos planos de previdência privada aberta também fechou agosto com saldo positivo. O resultado no mês foi de R$ 795 milhões. Em julho, o sistema havia registrado captação líquida negativa de R$ 396 milhões, a primeira da série histórica da previdência complementar desde 1995.

“Passamos por um período de acomodação em todas as modalidades de investimentos. O mercado como um todo está ajustando as expectativas ao novo cenário da economia”, diz Osvaldo Nascimento, presidente da FenaPrevi. “Os benefícios fiscais da previdência privada continuam sendo um grande atrativo para a aplicação de recursos no longo prazo e o investidor percebeu a importância deste componente na montagem de seu portfólio”, afirma.

Na análise por produto, os planos individuais foram o destaque, com arrecadação de R$ 3,8 bilhões, alta de 19,43% em relação ao mês passado. Já os planos empresariais e para menores registraram leve retração em agosto, quando comparados a julho. Os planos para menores contabilizaram R$ 134,4 milhões em novos depósitos (- 4,44%) e os empresariais R$ 446,8 milhões (- 11,27%).

Segundo dados da FenaPrevi, o setor fechou o mês de agosto com 12.679.559 contratos ativos e 95.567 pessoas já usufruindo dos benefícios (aposentadoria, pecúlio, pensão, renda por invalidez e renda a menores).

No acumulado de janeiro a agosto, a previdência complementar aberta registrou ingressos de R$ 46,8 bilhões, volume 7,43% maior que os R$ 43,6 bilhões registrados em igual intervalo de 2012.

Em agosto, a carteira de investimento do sistema de previdência complementar aberta apresentou um saldo de R$ 355 bilhões, leve alta de 0,12% em relação aos R$ 354,6 bilhões computados no mês de julho. A carteira de investimento do VGBL passou de R$ 226,9 bilhões para R$ 227,3 bilhões (+ 0,18%). No mesmo período, o PGBL teve alta de 0,18%, saindo de R$ 76,6 bilhões para R$ 76,9 bilhões. Já a carteira dos planos tradicionais decresceu de R$ 50,4 bilhões para R$ 50,2 bilhões (- 0,52%).

A Bradesco Vida e Previdência liderou o ranking no período com 32,27% do total das reservas; Itaú Vida e Previdência (24,14%); BrasilPrev Seg. e Previdência (21,68%); Zurich Santander Seg. e Prev. (5,86%); Caixa Vida e Previdência (5,80%); HSBC Vida e Previdência (3,14%); Icatu Seguros (2,02%); Sul América Seg. e Previdência (1,24%); Safra Vida e Prev. (0,90%); Porto Seguro Vida e Prev. (0,68%). As demais entidades somam, no total, 2,28% da carteira de investimentos.

As provisões (recursos acumulados pelos titulares dos planos de caráter previdenciário) apresentaram saldo de R$ 346,7 bilhões (+ 0,22%) em agosto de 2013. As provisões do VGBL tiveram o crescimento de 0,18%, passando de R$ 226,9 bilhões para R$ 227,3 bilhões. Já as dos planos PGBL cresceram 0,36% no período, de R$ 76,6 bilhões para R$ 76,8 bilhões. As reservas de planos tradicionais, por sua vez, passaram de R$ 41,7 bilhões para R$ 41,8 bilhões, no período, alta de 0,21%.

Com relação a market share, os planos VGBL mantiveram a liderança no volume de provisões entre os planos de caráter previdenciário, com 65,59% do total, seguidos pelos PGBL, com 22,18% do volume total, enquanto os planos tradicionais contaram com 12,08%. Outros produtos – incluindo os FAPI – completam a equação, com 0,15%.

Vantagem Tributária

A previdência complementar aberta é uma aplicação de longo prazo, com vantagens fiscais diferenciadas para o poupador. Com o PGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda (IR) pelo formulário completo, o poupador pode deduzir, anualmente, da base de cálculo do tributo o valor total dos aportes efetuados no plano, durante o exercício social, até o limite de 12% da sua renda bruta. Nesse mesmo período, reduzindo o imposto a pagar ou, até mesmo, podendo ter direito à restituição. “É o chamado diferimento fiscal, ou seja, o pagamento do IR devido sobre esses recursos, acrescidos dos rendimentos auferidos, é realizado apenas no momento do resgate total ou parcial, ou do recebimento do benefício”, diz Nascimento.

Já no VGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda pelo formulário simplificado, para quem se encontra na faixa de isenção do IR, ou para quem já atingiu o limite de dedução previsto para a previdência privada (12% da renda bruta), não é possível deduzir da base de cálculo do IR os valores dos aportes realizados ao plano. “No entanto, no momento do resgate ou do recebimento do benefício, o IR incide apenas sobre o valor dos rendimentos auferidos, e não sobre o valor total do resgate ou do benefício recebido, como ocorre no PGBL”, afirma o presidente da entidade.

De acordo o presidente da FenaPrevi, para ambas as modalidades de planos (PGBL e VGBL), é importante destacar que não há cobrança do imposto de renda a cada seis meses, como ocorre em outras aplicações, à exceção da caderneta de poupança, sendo que a incidência do tributo somente ocorre no momento de resgates ou de recebimento de benefícios.

Outra vantagem fiscal do PGBL e do VGBL está na possiblidade do poupador poder optar pelo regime de alíquotas regressivas do imposto de renda, significando, deste modo, que, quanto mais tempo os recursos permanecerem aplicados nos planos de caráter previdenciário, menor será a alíquota do Imposto de Renda incidente, no momento do resgate ou do recebimento do benefício, sobre o total dos recursos acumulados ou exclusivamente sobre os rendimentos, respectivamente.

Liberty Seguros agiliza processos e indeniza cerca de 80% das ocorrências em apenas 10 dias devido aos vendavais em Santa Catarina e Paraná

chuvas sao sebastiaoRelease

A Liberty Seguros pagou R$ 1 milhão em indenizações aos seus clientes de Santa Catarina e Paraná que possuem seguro residência e seguro patrimonial de empresas. Com os vendavais que atingiram os estados em setembro deste ano, mais de 300 casas e estabelecimentos comerciais segurados pela Liberty Seguros sofreram danos. Com o pagamento das indenizações os clientes conseguiram recuperar com agilidade os seus bens danificados. Devido ao aumento do número de solicitações, a seguradora mobilizou um contingente maior de funcionários e reforçou a sua equipe de atendimento de acidentes (sinistros) para atender e solucionar os problemas dos clientes. “Agimos com a maior rapidez possível. Indenizamos aproximadamente 80% das ocorrências em 10 dias, oferecendo todo o atendimento necessário. Nosso objetivo é proporcionar segurança e tranquilidade aos nossos clientes”, afirma o diretor regional da Liberty Seguros, João Maranhão.

Cidades com maior cobertura de planos de saúde apresentam melhores índices de desenvolvimento

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A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) divulga este mês levantamento inédito sobre a relação entre a saúde privada e o Índice de Desenvolvimento Humano por Municípios (IDHM), anunciado recentemente pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). O Índice avalia a qualidade de vida da população por meio de características sociais em três dimensões básicas do desenvolvimento humano: renda, educação e saúde.

O levantamento do índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) é realizado a cada dez anos. No Brasil, o último resultado, divulgado neste semestre, teve como base o ano de 2010. O cruzamento de informações realizado pela FenaSaúde analisa as relações entre a taxa de cobertura dos planos de saúde nos municípios brasileiros, e os indicadores considerados pelo IDHM, como escolaridade, renda per capita da população, despesa pública com saúde, esperança de vida, indicadores de infraestrutura e idade ativa da população. O resultado obtido demonstrou tendência para índices de IDHM melhores nos municípios com taxas de cobertura de planos de saúde mais altas. Dos 5.556 municípios brasileiros existentes na data da pesquisa, apenas 44 apresentaram IDHM considerado muito alto. Destes municípios, 24 estão localizados em São Paulo e 11 em Santa Catarina. Os estados do Espírito Santo, Minas Gerais e Paraná têm duas cidades com índice muito alto, Distrito Federal, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, uma.

O cruzamento de dados revelou que 94% dos contratos de beneficiários de planos de assistência médica estão concentrados em 1.933 municípios brasileiros com IDHM alto ou muito alto. Outros 6% beneficiários da saúde suplementar estão localizados no conjunto de 2.233 municípios com IDHM médio e 0,6% em 1.367 municípios com baixo desenvolvimento.

De acordo com a pesquisa, a renda per capita da população residente nos municípios com IDHM muito alto varia de R$ 967,00 a R$ 2.044,00, mas esta renda cai para valores entre R$ 107,00 e R$ 508,00 nos municípios com índice baixo. A renda per capita média é ponderada de acordo com a população de cada município, por região.

A Federação analisa que as taxas de cobertura de planos de saúde estão diretamente relacionadas aos itens renda, educação e emprego. “Isso porque quanto maior o nível de educação, maior a possibilidade de emprego e de melhores vagas no mercado de trabalho, consequentemente, melhor renda. Além disso, mais de 63% dos contratos de planos de saúde são oferecidos por intermédio de empresas, que oferecem planos de saúde como forma não só de aumentar a qualidade de vida dos profissionais, mas também de retenção de colaboradores e diferencial competitivo”, afirma Marcio Coriolano, presidente da FenaSaúde.

Nos estados em que a taxa de analfabetismo ficou abaixo de 7,3%, em média, observou-se uma taxa de cobertura de planos de saúde acima de 15%. Já nos estados com taxa de analfabetismo média de 16,3%, a taxa de cobertura registrada foi inferior a 15%. A pesquisa demonstrou também que 9 dos 10 estados com maior taxa de cobertura de planos de saúde do país registraram a melhor esperança de vida na pesquisa do IDHM. Nesses estados, a população vive, em média, até os 75,6 anos, enquanto no grupo de estados restante, a média de vida da população gira em torno de 72,5 anos.

O Estado com a maior taxa de cobertura de planos do país é São Paulo, onde 43% da população possui assistência médica. Neste Estado, onde há uma forte participação da iniciativa privada no atendimento à saúde da população, o gasto público com saúde é de R$ 346,00 per capita – comparativamente baixo se relacionado ao investimento público com saúde no Acre, que supera os R$700,00. Por outro lado, o Estado do Acre tem uma das menores taxas de cobertura de planos de saúde do país: apenas 6% da população do Estado possui assistência privada. “Há, portanto, correlação duplamente positiva da presença do setor privado sob o ponto de vista social, tanto por reforçar o desenvolvimento humano, como também por desonerar o setor público”, afirma Coriolano.

Abrangência da análise

A análise realizada pela Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) traçou um paralelo entre o percentual de beneficiários de planos de saúde por Estado no ano de 2010 com o índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), que é levantado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) a cada dez anos. No Brasil, o último resultado foi divulgado no fim do mês de julho pelo PNUD, considerando o período de 2000 a 2010. A análise também considerou dados do Ministério da Saúde, Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Tokio Marine indeniza vítimas do desabamento de São Matheus, informa Apólice

sao matheusPor Jamile Niero – Revista Apólice

A Tokio Marine é a responsável pelo seguro de vida em grupo dos operários que trabalhavam em uma obra que terminou em tragédia em São Mateus, na zona leste de São Paulo, em 27 de agosto. Na ocasião, parte da obra desabou, deixando 10 pessoas mortas e outras 26 feridas.

A seguradora informou que as 10 mortes acidentais serão indenizadas. Houve um caso de invalidez por acidente que também será indenizado. A companhia, no entanto, não divulgou o valor total das indenizações. “Preferimos não divulgar essa informação em respeito às famílias”, diz João Luiz de Lima, diretor comercial Varejo SP Capital e Interior da Tokio Marine.

O diretor acrescentou que os sinistros são liquidados em até 3 dias úteis após a entrega da documentação. Até o momento, já foram indenizados 7 sinistros do acidente em São Mateus. “Estamos aguardando a documentação dos demais para providenciar o pagamento”, comenta Lima.

A obra estava embargada – o que teoricamente anularia a indenização, uma vez que a contratante do seguro agravou o risco ao manter os trabalhadores no local quando a construção deveria estar paralisada.

“Sem dúvida, casos como este, que tiveram grande repercussão, são os momentos ideais para o seguro mostrar o seu lado social. A indústria do Seguro possibilita a manutenção da atividade econômica. É evidente que em uma tragédia não temos como reparar o dano emocional que as pessoas sofrem, mas é muito importante permitir a reconstrução financeira, apoiar as famílias e também as empresas, que recebem todo o suporte da seguradora”, analisa o diretor.

“Agimos com integridade em benefício de nossos clientes, parceiros de negócios e da sociedade e estamos empenhados em cumprir com dignidade o principal papel de uma companhia de seguros: dar apoio a quem sofreu uma perda”, complementa o executivo.

Histórico

Em 27 de agosto um prédio do tipo comercial, que estava em construção, desabou por completo na avenida Mateo Bei, altura do número 2600, na Zona Leste de São Paulo.

A obra estava sendo realizada pela empresa Salvatta Engenharia e, após sua conclusão, o prédio seria ocupado por uma unidade da varejista Torra Torra, locatária do terreno. Ainda há incerteza sobre os culpados pelo desabamento. A principal linha de investigação da polícia aponta para uma responsabilização compartilhada entre os donos do terreno, a construtora da obra e a empresa que funcionaria no prédio.

Brasil é o preferido quando o assunto é seguro, diz AMbest

bandeiraA crescente pressão por resultados operacionais positivos e mais vistosos torna a internacionalização um caminho natural para baixar o clamor por ganhos dos acionistas de seguradoras europeias. Mas há desafios à espreita dos grupos da Europa que convivem em um ambiente operacional difícil em seus mercados domésticos. Isso porque a maturidade dos mercados, ao lado da instabilidade da Zona do Euro, gera estagnação de crescimento, baixos retornos de investimentos, sobretudo depois da exigência de capitais mais elevados em decorrentes da adoção da Solvência II. Em resposta às queixas, a concentração em interesses de longo prazo fora dos centros de seguros tradicionais. Leia-se os mercados emergentes da Ásia, Europa Oriental e América Latina, os mais listados em termos de potencial de crescimento. As conclusões constam do estudo “European Insurers Seek Growth and Efficiency Gains in Emerging Markets”, de autoria da AM Best, a principal classificadora de riscos do mundo na área de seguros.

As seguradoras europeias estão cientes do crescimento econômico acelerado dessas regiões e, em consequência, das oportunidades à vista, sobretudo com a explosão da nova classe média entre as populações dos países do Bric- Brasil, Rússia, Índia, China (e agora África do Sul). No entanto, há uma tendência por investimentos mais expressivos no Brasil e, depois na China. Nem todas as companhias europeias seguem este movimento, porque, em particular aquelas que receberam assistência financeira do governo ou são controladas por bancos- neste momento vendem ativos no exterior para em busca no equilíbrio.

No estudo, A.M.Best abordou os 12 maiores das seguradoras europeus para o desenvolvimento de operações globais em mercados emergentes para examinar os motores para a expansão internacional e os territórios–chave. [3]

A.M. Best identificou alguns desafios notáveis na construção de uma presença nesses mercados, que incluem apetite suprimido por ofertas de seguros, controle limitado de joint-venture acordos, dificuldades de integração, competitividade, e diferentes padrões de governança a partir dos centros das seguradoras maduros. Leia a íntegra do estudo em inglês.

http://www.bestweek.com/europe/promo/EuropeInsurersEmergeMkts.pdf.

Cresce a procura por seguro para jatos e helicópteros no BB e Mapfre

aviaoRelease

A aviação executiva tem sido um dos principais responsáveis pelo aumento da procura por seguros aeronáutico no BB e Mapfre. No ano passado, a companhia, que é líder no segmento aeronáutico, faturou R$ 135 milhões dos R$ 270 milhões arrecadados por todo o mercado, encerrando o ano com 62% de market share.

“A aviação executiva corresponde a 18% da nossa carteira e é a que mais cresce, atrás do segmento de helicópteros que operam para plataformas marítimas. O Brasil é a vedete em venda de aeronaves executivas e somos a 2ª maior frota mundial de jatinhos, atrás dos EUA. Recentemente, São Paulo se firmou como o 1º mercado no mundo em concentração de helicópteros”, afirma Carlos Polízio, superintendente de seguros aeronáuticos do grupo.

Este ano, o crescimento da carteira de aeronaves executivas do GRUPO, até julho, foi 8% superior ao mesmo período do ano anterior. “O BB e MAPFRE deve encerrar o ano com um incremento de 10% nas vendas de seguros para a aviação executiva, motivado, principalmente, por oportunidades advindas dos segmentos empresarial e agronegócio”, afirma o executivo.

SulAmérica lança aplicativos para corretores no 18º Congresso Brasileiro de Corretores de Seguro

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A SulAmérica Seguros, Previdência, Investimentos e Capitalização, dando continuidade a seus investimentos em tecnologia, preparou duas grandes novidades para os corretores. O aplicativo Folheteria Digital disponibilizará todo o conteúdo sobre produtos da companhia nos tablets e conectará ainda mais os profissionais do seguro com seus clientes.

Com o conteúdo digital e interativo, o corretor terá sempre as informações atualizadas, com galeria de imagens, tabelas e vídeos, que poderão ser compartilhados com os clientes, contribuindo para tornar o processo de vendas ainda mais efetivo. A novidade também terá impacto na diminuição no uso de papéis, uma meta constantemente praticada por todas as áreas da companhia.

Já o Corretor Web 2.0 será o aplicativo oficial da SulAmérica para que os corretores se relacionem com seus clientes e potenciais clientes nos meios digitais. Por meio dessa ferramenta, ele poderá montar uma página personalizada com visual profissional e informativo tanto na web quanto no Facebook, o que potencializará o relacionamento e a geração de novos negócios.

“A SulAmérica trabalha sempre com o objetivo de facilitar a rotina de trabalho do corretor. Com esses novos aplicativos, oferecemos ferramentas que reúnem conectividade e material de apoio, dois pontos fundamentais para o dia-a-dia dos corretores.”, afirma Zeca Vieira, diretor de Marketing Corporativo da SulAmérica. “É uma grande satisfação apresentar essas novidades no Congresso, onde haverá a possibilidade de conhecer o material, em tablets disponíveis em nosso estande”, finaliza.

Antonio Cássio dos Santos, CEO regional da Zurich , participa de talk show no 18º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros

Antonio Cassio dos Santos, Chairman e CEO de Seguros Gerais da Zurich Seguros para a America Latina_credito divulgacao zurich segurosRelease

Antonio Cássio dos Santos, Chairman da América Latina e CEO Regional da Zurich Seguros para Automóvel e Ramos Elementares, participa do Talk Show temático sobre o Mercado de Seguros, dentro da programação do 18º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, que acontece entre os dias 16 e 18 de outubro, no Rio de Janeiro. Organizado pela Federação Nacional dos Corretores, o Congresso marca a maior reunião de corretores de seguros da América Latina e representa os profissionais em operação no território nacional. Para a Zurich Seguros, é uma das oportunidades para ratificar seus compromissos e laços com os corretores.

Antonio Cássio, que também é Diretor da CNseg, dividirá, no dia 17, (das 17h às 18h30), a mesa com Amando Vergílio dos Santos Júnior, presidente da Federação Nacional dos Corretores (Fenacor), presidentes de outras seguradoras, sob a mediação do jornalista Antonio Penteado Mendonça. A atual situação do mercado, os desafios e as estratégias que se deve lançar mão para crescer organicamente no mercado estarão em pauta durante o Talk Show.

Além da participação como um dos palestrantes na programação oficial do Congresso, a Zurich Seguros é expositora da 17ª Exposeg, em que trará atividades em seu estande – o de número 21 –, para reforçar sua presença e contato com corretores de seguros de todo o país para apresentar suas soluções e produtos, além do espaço interativo com jogos, distribuição de brindes e sorteio de prêmios.

“Como ponto alto, além da colaboração para discutir com grandes players sobre o mercado durante o Talk Show, também será no Congresso que marcaremos o encerramento da campanha ‘Voe com a Zurich Seguros’, com um sorteio da última passagem aérea da nossa campanha de incentivo, que levará mais de 300 corretores para a Itália no final desse mês”, comenta Antonio Cássio dos Santos, sobre a campanha de incentivo da seguradora, que contou com mais de 3 mil inscritos durante os 10 meses de inscrições a acúmulo de pontos.

A viagem está marcada para o dia 27 de outubro, quando o grupo embarcará para Roma, destino escolhido por 63% dos corretores que participaram da edição 2012/2013 da campanha.

ENCONTRO ESTRATÉGICO – Em seu estande, a multinacional suíça e que já atua no mercado brasileiro há mais de 30 anos, apresentará novas soluções ao mercado e estratégias comerciais, como as que são direcionadas para indústrias de médio porte, e ainda os produtos de D&O, RC Profissional (E&O) e de Multiriscos & Equipamentos, como os produtos residenciais, condominiais e patrimoniais.

Resseguradoras locais amargam prejuízo de R$ 81,8 milhões no primeiro semestre

Mais um relatório da resseguradora local Terra Brasis sobre o mercado de resseguros do Brasil. No primeiro semestre de 2013, as Resseguradoras Locais apresentaram prejuízo de R$ 81,8 milhões, ante um lucro de R$ 108,8 milhões registrado em igual período de 2012.

Segundo o estudo divulgado nesta terça-feira, nos doze meses findos em junho de 2013, o volume de resseguro cedido do mercado brasileiro (bruto de comissão) foi de R$ 6,83 bilhões, um crescimento de 11,1% sobre os 12 meses anteriores. Devido à desvalorização do Real ao longo dos últimos anos, quando medido em moeda estrangeira, o volume de resseguro (bruto de comissão) encontra-se estável ou em ligeira queda desde fim de 2011.

No primeiro semestre de 2013, o volume de resseguro (bruto de comissão) aceito por resseguradoras locais foi de R$ 2,38 bilhões comparados aos R$ 1,77 bilhão registrados em igual período de 2012, um crescimento de 34%.

Em relação ao resseguro cedido no primeiro semestre de 2013, O IRB deteve uma participação de mercado de 37%, as outras resseguradoras locais 31% e as resseguradoras estrangeiras 32%. No acumulado de doze meses findo em junho de 2013, a sinistralidade do mercado ressegurador local interrompeu a trajetória de alta, registrando no período 90% frente ao pico de 97% dos doze meses findos em março de 2013. O Combined Ratio permaneceu estável, compensado pelo aumento do custo da Retrocessão.