Receita da Willis tem alta de 5,7% no 3º trimestre de 2013

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A Willis Group, consultoria de riscos e corretora de seguros e resseguros global, anuncia seus resultados mundiais referentes ao terceiro trimestre deste ano. Entre os destaques do período, encerrado em 30 de setembro de 2013, estão a receita de US$ 791 milhões no terceiro trimestre comparado com US$ 749 milhões no mesmo período de 2012.; o crescimento orgânico em comissões e fees de 5,7% comparado com 2,2% no terceiro trimestre de 2012; e a margem operacional ajustada de 9,6% no trimestre e 21,2% no resultado acumulado dos primeiros nove meses de 2013.

A companhia global registrou crescimento orgânico em comissões e fees de 5,7%. As três unidades de negócio do Grupo contribuíram positivamente para o desempenho deste trimestre, sendo: alta de 7,8% da Willis Internacional – na qual o Brasil está inserido –, Willis Global com aumento de 6,4% e crescimento de 3,9% da Willis América do Norte.

“Mais uma vez entregamos resultados fortes, este foi nosso quarto trimestre consecutivo de crescimento orgânico com contribuições positivas de cada uma de nossas unidades de negócios”, afirma Dominic Casserley, CEO da Willis Group. “Acreditamos que este balanço está condizente com os objetivos estabelecidos em nossa Conferência de Investidores, que ocorreu em julho, de receitas crescentes com alavancagem operacional positiva para melhorar o fluxo de caixa e entregar sólidos retornos para os acionistas”, completa Casserley.

A divisão Internacional, na qual o Brasil inclui-se, alcançou 7,8 % de crescimento orgânico em comissões e taxas no terceiro trimestre de 2013 em comparação ao mesmo período em 2012. Operações na América Latina cresceram em torno de dois dígitos, provenientes das altas dos maiores países da região, assim com as da Ásia. A Australásia também teve elevações. Operações na Europa Ocidental permaneceram estáveis ​​no trimestre. Já a Europa Oriental não apresentou aumento, assim como as transações no Reino Unido – ambas com leves recuos.

OGX entra com pedido de recuperação judicial e deixa executivos do mercado segurador apreensivos

perdas 5Depois de roerem as unhas durante os últimos dois meses, aconteceu o que todos previam: o império X deverá ser responsável por um grande volume de acionamento de seguro garantia. A petroleira OGX, do empresário Eike Batista, entrou com pedido de recuperação judicial nesta quarta-feira, informou a assessoria de imprensa da 4a Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, à agência Reuters. O pedido de recuperação da empresa –o maior da história por uma empresa da América Latina– já era amplamente esperado, depois que fracassaram as negociações com detentores de US$ 3,6 bilhões em bônus da OGX no exterior para uma reestruturação da dívida.

O pedido de recuperação judicial da OGX pode ter implicações sobre o destino da empresa-irmã, a construtora naval OSX, que foi criada para fornecer plataformas de exploração à petroleira. A OSX, entretanto, disse nesta semana que não tem intenção de entrar com pedido de recuperação judicial. O valor atribuído à toda OGX, de acordo com o plano apresentado aos credores, é de 2,7 bilhões de dólares –principalmente composto pelo valor de Tubarão Martelo (1,4 bilhão de dólares) e do campo Atlanta (1,1 bilhão de dólares). Com o pedido de recuperação judicial, a negociação das ações da OGX na bolsa paulista ficará suspensa.

© Copyright 2012 CorbisCorporationEnquanto isso, o mercador segurador aguarda pedidos de indenizações das obras que não foram concluídas e contavam com seguro garantia. Em recente evento, uma das profissionais da corretora Aon comentava que a regulação de sinistros estava a todo vapor. Nada ainda tinha a ver com o pedido de recuperação judicial da OGX. Eram para pagamentos de indenizações por acidentes com máquinas, danos causados pelo clima e outras perdas de rotina em empresas do império X. A grande expectativa era com o pedido de recuperação judicial, uma vez que uma empresa nesta situação acaba por não concluir os contratos que assumiu e para muito dos quais tinha seguro garantia. “Agora, como o peddo de recuperação judicial, perdemos a esperança de alguma outra empresa assumir a companhia e tocar as obras. é só contabilizar”, disse um executivo do segmento de seguro garantia ao blog Sonho Seguro.

Ninguém quer falar do tema hoje no mercado segurador. Os executivos alegam confidencialidade, restando apenas as informações sobre seguros divulgadas nos balanços das empresas X, com poucos detalhes das apólices em geral, com foco apenas no seguro de responsabilidade civil dos executivos, conhecidos como Directors & Officers (D&O). Em matéria publicada no dia 04/09/2013, o Valor Econômico informou que o grupo EBX contrata apólices de D&O com grande importância segurada e que somente a OGX possuía uma apólice de R$ 200 milhões. “Em nossa experiência, em momentos como o vivido pela empresa é muito comum procurarem responsabilizar Diretores e Administradores, por essa lógica é de se esperar ocorrência de grandes reclamações que devem impactar as apólices contratadas pelo grupo e dependendo do valor desses sinistros podem acarretar em um aumento de preço para empresas de capital aberto e para empresas pré-operacionais no país”, disse um executivo do segmento de linhas financeiras.

Mas só para se ter uma idéia do peso que o empresário Eike Batista dava a seguros (comentava que seu primeiro ganha pão na vida foi como corretor de seguros), veja abaixo o comunicado enviado em 2010, aos acionistas. É apenas uma menção ilustrativa, pois as apólices citadas neste comunicado tinham vencimento em um ano. E nesse período que se passou até hoje, mais de três anos, podem não ter sido renovadas.

© Copyright 2010 CorbisCorporationRio de Janeiro, 12 de agosto de 2010 ‐ A OGX Petróleo e Gás Participações S.A. (“OGX”) (Bovespa: OGXP3, OTC: OGXPY), empresa brasileira de óleo e gás natural, responsável pela maior campanha exploratória privada no Brasil, comunica a seus acionistas e ao mercado em geral que, após a perfuração de 17 poços nas bacias de Campos e Santos, desde setembro de 2009, a Companhia em conjunto com a Aon, sua consultora de risco, renegociou os termos do seu atual programa de seguros “Offshore”, o que resultou em uma economia estimada de US$ 1,5 milhão para os próximos 12 meses.

Nesta renegociação foi considerado o substancial progresso obtido pela OGX até o presente momento. A OGX atraiu a atenção das seguradoras inicialmente em agosto de 2009, e desde então, o contínuo sucesso na campanha de perfuração se refletiu em uma performance excelente não havendo ocorrido nenhum sinistro. O momento desta renegociação foi desafiador em especial devido ao recente impacto que o evento no Golfo do México teve sobre o mercado de seguros. A OGX e a Aon trabalharam intensamente para diferenciar os riscos da companhia, inerentes à atividade de perfuração, e também demonstrar como as técnicas de gestão de risco desenvolvidas e implementadas durante a campanha exploratória resultaram em um alto padrão de segurança.

Após apresentações em Londres e no Rio de Janeiro realizadas em julho deste ano, algumas seguradoras comentaram como tais apresentações as ajudaram a entender o comprometimento da OGX com a busca pela excelência operacional:

(i) “Nós estamos muito satisfeitos em nos associar a um cliente que possui alto grau de comprometimento com o gerenciamento de risco. Nós apreciamos o tempo que o time de operações da OGX disponibilizou para nos apresentar como eles gerenciam diariamente suas operações de perfuração. Os controles de monitoramento incluindo o suporte em tempo real endossam nossa visão sobre a companhia e como ela gerencia suas operações”, comentou Iain Hawker, da Zurich Global Energy Underwriter.

(ii) “A apresentação foi bastante completa e esclarecedora”, disse Paul Dawson, Energy Underwriter da Beazley syndicate. “Ela com certeza contribuiu para aumentar a reputação da OGX junto ao mercado segurador londrino”. (iii) “O profissionalismo e o entusiasmo do time da OGX e de suas operações se destacam” mencionou Jason Poulastides, Energy Underwriter do Novae syndicate.

“A Aon está orgulhosa de ter se associado à OGX e de apoiá‐la como sua consultora em gerenciamento de risco”, disse José Felipe, CEO da Aon Risk Solutions no Brasil. “É gratificante trabalhar com uma companhia que ativamente constrói relacionamentos próximos com o mercado segurador. Isso não só ajuda no resultado final, como também demonstra que sua expertise no setor pode ajudar a aperfeiçoar a segurança do pessoal e a eficiência operacional”.

“Os favoráveis termos alcançados no nosso programa refletem o reconhecimento do mercado em função de uma campanha exploratória altamente bem sucedida com foco na excelência operacional e segurança”, comentou Paulo Mendonça, diretor geral da OGX. “A OGX considera a saúde e a segurança de seu pessoal com muita seriedade e a companhia tem como filosofia investir em profissionais altamente qualificados com significativa percepção de risco e entendimento de medidas de mitigação.”

Lucro da SulAmérica cresce 9,7% e receita total atinge R$ 4 bi no trimestre

gabriel portelaRelease

A Sul América finalizou o terceiro trimestre de 2013 com lucro líquido de R$ 117,1 milhões, alta de 9,7% em relação ao mesmo trimestre de 2012. A receita consolidada total da companhia no trimestre, resultante das operações de seguros, previdência, gestão de ativos e capitalização, chegou a R$ 4 bilhões. Deste total, R$ 3,2 bilhões foram em prêmios de seguros, que registraram crescimento de 14,8% em relação ao mesmo período de 2012. Um dos destaques do trimestre foi a marca de R$ 1 bilhão em receita de prêmios de seguros em um único mês, atingida pela primeira vez pela companhia.

O índice combinado, indicador que demonstra a eficiência operacional da companhia, melhorou e ficou abaixo de 99% no trimestre. O índice total de sinistralidade registrou melhora de 0,4 pontos percentuais no terceiro trimestre e de 0,7 p.p. no acumulado do ano. “Os resultados financeiros do período, acompanhados da marca inédita de R$ 1 bi em prêmios em um único mês, reforçam a crença em nossas decisões estratégicas. Estamos atentos aos desafios do mercado e trabalhando para atender às exigências com a estrutura e solidez de uma empresa prestes a comemorar 118 anos de existência”, afirma o presidente da SulAmérica, Gabriel Portella.

O segmento de automóveis superou o ritmo de crescimento dos outros períodos com aumento de 24,1% em prêmios emitidos na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Fruto de uma política de subscrição equilibrada, o índice de sinistralidade apresentou redução, registrando melhora de 4,3 p.p. passando de 65,4% para 61% no trimestre, e chegando a 60,1% no acumulado do ano.

Algumas linhas de negócios, como seguro saúde e odontológico, foram favorecidas pelos efeitos sazonais típicos do período. Nesse segmento, as carteiras que mais cresceram em prêmios no terceiro trimestre foram saúde PME, com evolução de 23,8%, seguida da de planos corporativos, incluindo planos coletivos por adesão, com alta de 16%. A carteira de planos odontológicos teve incremento de 17% na receita, e já totaliza cerca de 620 mil segurados.

Os resultados da operação de Previdência foram impactados pela volatilidade do mercado e apresentou queda de 5,5% no trimestre, mas registrou crescimento de 56,5% no acumulado dos últimos nove meses. As reservas alcançaram R$ 3,9 bilhões no terceiro trimestre, uma alta de 8,3% em comparação ao mesmo trimestre de 2012.

Em Ramos Elementares, a carteira de produtos massificados teve expansão de 31,5% no terceiro trimestre, contribuindo para o desempenho desse segmento. A receita de prêmios mostrou queda de 3,6% no trimestre e alta de 4,7% no acumulado do ano.
Desde maio, com a conclusão da aquisição da SulAmérica Capitalização pela SulAmérica, os resultados da operação de Capitalização passaram a ser consolidados aos resultados da companhia. No terceiro trimestre, a arrecadação de títulos de capitalização foi 23,6% maior que no mesmo período do ano passado e alcançou R$ 485,8 milhões.

Frente ao terceiro trimestre de 2012, o resultado da operação da área de Gestão de Ativos obteve crescimento de 25,5%, reflexo do aumento de 25% na receita com taxas de administração de fundos.

Mapfre lucra 638 milhões de euros em nove meses; Brasil é destaque

mapfreDa-lhe Brasil no balanço do maior grupo segurador da Espanha. A seguradora,que no Brasil atua de forma independente e também em parceria com o Banco do Brasil, divulgou hoje lucro liquido mundial de 683 milhões de euros nos nove primeiros meses deste ano, 4,3% acima do resultado obtido em mesmo período do ano anterior, impulsionado novamente pela operação internacional, responsável por 70% do resultado, na qual o Brasil tem grande peso. Também destacou o Brasil na reestruturação do grupo. O país ganhou corpo e agora é considerado como uma região e não mais contabilizado como internacional ou América Latina. É simplesmente Brasil, comandado por Wilson Toneto.

O faturamento mundial chegou a 19,4 bilhões de euros, informa o blog Sonho Seguro, praticamente estável ao resultado anterior, apesar da valorização do euro diante das moedas, especialmente ao Real no Brasil a ao dólar. O índice combinado manteve-se em 95,3%, graças a desaceleração da sinistralidade na America Latina. A região representa 47% dos prêmios arrecadados pelo grupo, com 6,6 bilhões de euros, avanço de apenas 0,3%. Sem considerar a desvalorização das moedas dos países como Brasil ou Venezuela, o crescimento das vendas no Período analisado teria sido de 18,5%. A venda no Brasil cresceu 6%, na Colômbia 22%, no Peru 12,8% e no México 2,3%.

Nos outros países, como Estados Unidos, Filipinas Malta, Porto Rico e Turquia, que compõem as operações internacionais, registraram prêmios de 1,9 bilhão de euros, alta de 17,6%. Em resseguros, o grupo registrou prêmios de 2,6 bilhões de euros, alta de 17% de janeiro a setembro deste ano.

Veja o release

Brasil segue como o principal mercado da Mapfre na América Latina e cresce mais de 19,7% até setembro

wilsontonetomapfreO Grupo Mapfre Brasil registrou nos primeiros nove meses deste ano, receitas em prêmios e contribuições de R$ 10,6 bilhões, cifra que representa um crescimento de 19,7%, o que confirma a forte tendência de expansão do conglomerado. Nos segmentos de Vida, Habitacional e Agrícola, o volume de negócios cresceu 34,4%, com destaque para o desempenho do canal bancário. Já nos Seguros de Autos, Danos e Afinidades, a expansão de prêmios em 16,5% foi liderada pelo canal de corretores. Destaca-se o crescimento de 40% nos negócios de Capitalização, estabilidade no volume de contribuições de Previdência Privada (cresceu uma posição no ranking) administrando reservas de R$ 2,2 bilhões e o início das operações de Consórcios.

O resultado técnico evoluiu de forma importante, apresentando um índice combinado total de 92,8% em 2013 frente a 96,4% em 2012, desempenho que compensou o menor resultado financeiro afetado principalmente pela marcação a mercado da carteira de investimentos do Grupo no Brasil. O lucro líquido atingiu a expressiva cifra de R$ 209,7 milhões, um incremento de 10,4% se comparado com idêntico período do ano passado. O resultado da operação brasileira representa cerca de 10% do lucro líquido global do Grupo.

De acordo com o presidente do Grupo Mapfre no Brasil, Wilson Toneto, “atuamos de forma a potencializar nossa estratégia multicanal, fortalecemos nossa marca, e garantimos a transferência de todo o know how técnico para a melhora dos resultados operacionais. Tudo isso, somado à nossa forte atuação junto a mais de 16 mil corretores de seguros e o sucesso da aliança com o Banco do Brasil, nos assegura a projeção de resultados crescentes no País”.

Em todo o mundo, o Grupo MAPFRE, um dos maiores conglomerados de seguros, superou, nos primeiros nove meses de 2013, o resultado alcançado durante todo o ano anterior. A companhia obteve um lucro líquido de € 683,9 milhões de euros (R$ 2,0 bi), uma expansão de 4,3% quando comparado com o mesmo período de 2012. O resultado foi impulsionado, novamente, pelo crescimento dos negócios internacionais, que já são responsáveis por 70% dos negócios do grupo.

As receitas totais atingiram € 19,4 bilhões (R$ 58,2 bilhões) e os prêmios de seguros se mantiveram estáveis, superando a cifra de € 16,5 bi (R$ 49,5 bi), mesmo com a apreciação do Euro frente ao Real e ao Dólar. Vale destacar a estabilidade do Índice Combinado do grupo, que se manteve em 95,3% graças a uma melhora do índice de gastos e a diminuição da sinistralidade na América Latina e nos negócios globais do grupo.

Reestruturação do Grupo

Juntamente com a apresentação dos resultados a companhia divulgou o formato de sua nova estrutura corporativa aprovada pelo Conselho de Administração do grupo. O objetivo é maximizar a eficiência técnica e administrativa visando o aumento da competitividade nos mercados onde a Mapfre atua, baseado em um posicionamento focado no cliente de forma segmentada. As mudanças fortalecem a posição da operação brasileira, que pela sua importância, passa a ter o status de Região, integrando também o Comitê Global de Negócios, criado para impulsionar as atividades, sinergias e projetos internacionais.

Miguel Pérez Jaime é o novo CEO da Allianz no Brasil; Edward Lange assume a One Allianz

Miguel Perez Jaime, novo CEO da Allianz SegurosRelease

A Allianz anunciou hoje que o espanhol Miguel Pérez Jaime, atualmente CEO da Allianz Popular e diretor de Vida & Saúde da Allianz Seguros na Espanha, assumirá novas responsabilidades como CEO da Allianz Seguros no Brasil, continuando no caminho do crescimento deste mercado importante. Edward Lange assumirá a responsabilidade pela One Allianz na America Latina. One Allianz é uma iniciativa global da Allianz que tem como objetivo melhorar a colaboração e eficácia entre as diferentes empresas regionais da Allianz para melhor atender as necessidades dos clientes locais. Edward traz para a sua nova função o conhecimento comprovado na América Latina que adquiriu na Argentina, Brasil e Chile nestes últimos anos. Ele continuará a reportar-se diretamente para Vicente Tardio, presidente das operações na Península Ibérica e América Latina. Christina Del Ama assumirá o posto de Miguel Pérez Jaime como diretor de Vida & Saúde na Allianz Seguros na Espanha e será responsável pela Allianz Popular.

Edward Lange, presidente da Allianz Seguros, durante o 8 Forum Internacional de Seguros para Jornalistas“A Allianz Brasil é a nossa maior companhia na America Latina. Devido ao potencial de crescimento e desenvolvimento continuará a desempenhar um papel fundamental no crescimento da região”, disse Vicente Tardio. ” Miguel tem sólido conhecimento de seguros aliado a um conhecimento aprofundado da plataforma regional e do modelo de negócios, o que faz dele uma ótima opção para assumir este cargo.”

Todas as nomeações estão sujeitas às aprovações pelas autoridades competentes.

Bradesco Seguros recebe pela 12ª vez consecutiva o Prêmio Top of Mind

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Pelo décimo segundo ano consecutivo, a marca Bradesco Seguros foi apontada pelo Instituto DataFolha como Top of Mind na categoria “Seguros”. A premiação – concedida anualmente às marcas mais lembradas pelo consumidor, com base em levantamento realizado em todo o País pelo Datafolha – ocorreu nesta terça-feira, 29 de outubro, em São Paulo. O Instituto ouviu 5.145 pessoas, entre 7 e 9 de agosto último, informa o blog Sonho Seguro.

Essa importante conquista reforça a liderança do Grupo Bradesco Seguros e reflete a sua estratégia de atuar em todos os municípios do País com empresas especialistas, promovendo ações para oferecer aos seus clientes excelência no atendimento, assim como segurança e tranquilidade por meio de seus produtos e serviços.

Criado em 1991, o prêmio é resultado de um levantamento anual feito por amostragem com a população adulta, em âmbito nacional, e de diferentes níveis sociais e escolaridades. Em 2013, foram premiadas as marcas mais lembradas pelo consumidor brasileiro em 54 categorias de produtos e serviços, sendo três delas inéditas.

FenaPrevi promove VI Seminário Internacional de Marketing e Vendas – Vida e Previdência

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A FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida) promove no próximo dia 07 o VI Seminário Internacional de Marketing e Vendas – Vida e Previdência. O evento acontecerá em São Paulo e vai reunir os principais especialistas, corretores e profissionais do mercado de previdência e seguros.

Este ano, o destaque internacional é o palestrante Mr. Walter Katz, membro da Million Dollar Round Table, entidade global que reúne um seleto grupo de profissionais da área de seguros de vida e do mercado financeiro. Katz irá apresentar no painel de abertura a palestra “Viver para vender enquanto aprendo a viver”.

O 2º painel do dia (Protagonismo Feminino – A Mulher no Mercado Segurador) será apresentado pela diretora do ensino técnico da Funenseg (Fundação Escola Nacional de Seguros), Maria Helena Monteiro. Os participantes do seminário terão também uma palestra com o executivo de consultoria em seguros da IBM, Pedro Luiz Coelho, o qual irá detalhar os principais resultados da pesquisa Interações Seguradora, Corretor e Cliente da IBM.

No 4º e último painel (Painel Mesa Redonda), Rene França Gomes, da Gomes e Gomes Corretora de Seguros, e Leandro Lougon, da Lougon Corretora de Seguros, apresentarão “Cases de Sucesso de Corretores e Seguros”.

Mais informações sobre o Seminário pelo telefone (11) 3266-6391 ou pelo e-mail: eventos@onecomunicacao.com.br

VI Seminário Internacional de Marketing e Vendas – Vida e Previdência

Dia 07 de Novembro de 2013 (quinta-feira)

Local: Hotel Pullman, Ibirapuera, São Paulo

Agenda

08h30 – Credenciamento

09h30 – Abertura

09h30 – 1º Painel

Tema: “Viver para vender enquanto aprendo a viver”

Palestrante: Mr. Walter Katz MDRT/USA

11h20 – Parada para o Café

11h35 – 2º Painel

Tema: “Protagonismo Feminino – A Mulher no Mercado Segurador”

Palestrante: Maria Helena Monteiro, Diretora de Ensino Técnico da Funenseg

13h30 – Almoço

14h30 – 3º Painel

Tema: “Resultados da pesquisa global IBM sobre as interações Seguradora-Corretor-Cliente”

Palestrante: Pedro Luiz Coelho, Executivo de Consultoria em Seguros

15h40 – Parada para o Café

16h00 – 4º Painel Mesa Redonda

Tema: “Cases de Sucesso de Corretores e Seguros”

Palestrante: Rene França Gomes

Gomes e Gomes Corretora de Seguros

Palestrante: Leandro Lougon

Lougon Corretora de Seguros

17h30 – Encerramento

Fast Shop, Casas Bahia e Magazine Luiza já testam novas regras de garantia estendida

neival freitasSem qualquer surpresa quanto ao que vinha sendo discutido com o mercado segurador, a Resolução 296 do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), foi publicada no Diário Oficial da União. “A resolução está em linha com o que vínhamos debatendo com o grupo de trabalho formado por servidores da Superintendência de Seguros Privados (Susep), e da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e do Ministério da Fazenda”, informou Neival Freitas, diretor da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg). A nova regra poderá balizar a venda de outros produtos de seguros pelo varejo.

Segundo Freitas, a norma traz mais transparência na relação de todos os envolvidos: corretor, varejista, seguradora e consumidor. Esse segmento, que explodiu em vendas nos últimos cinco anos, lidera as queixas do mercado segurador. Entre as principais reclamações registradas nos órgãos de defesa do consumidor podemos citar o desconhecimento da compra do produto, o que revela a venda casada, e a dificuldade em obter o dinheiro de volta quando se descobria a inclusão do seguro no total da compra de um eletrodoméstico ou bens da linha marrom.

As seguradoras e as redes de varejo tem um prazo de 365 dias para adaptarem os contratos aos novos regulamentos. “Já vínhamos fazendo testes pilotos para testar sistemas e aperfeiçoar o atendimento ao consumidor em algumas lojas das redes varejistas. Com base nisso, acreditamos que as seguradoras estarão com os ajustes necessários mesmo antes do prazo determinado na Resolução”, afirmou o diretor da FenSeg ao blog Sonho Seguro. Casas Bahia, Magazine Luiza e Fast Shop estão entre as lojas com vendas dentro dos novos padrões em teste piloto em parceria com corretores e seguradoras Zurich e Garantech, parceiras da Casas Bahia, Assurant na Fast Shop e LuizaSeg, seguradora do Magazine Luiza em parceira com a Cardif.

O seguro de garantia estendida permite consertos e até trocas de produtos com defeito, num prazo maior do que o oferecido pelo fabricante. Entre as principais mudanças podemos citar a proibição das apólices coletivas, obrigando todos os contratos se transformarem em um seguro individual, e a proibição da venda casada, condicionando descontos ou mesmo a venda do produto da loja a compra do seguro.

varejoSerá preciso deixar claro o que o produto cobre. Há basicamente três tipos de seguros: com cobertura igual a dada pelo fabricante; cobertura com mais benefícios ao oferecido pelo fabricante; e cobertura com menor itens de proteção para tornar o preço mais acessível. Para tornar claro a compra do seguro, o valor tem de ser discriminado a parte. Um item importante, ressaltado por Freitas, é o segurado ter o direito de desistir do seguro no prazo de sete dias corridos, contados a partir da assinatura da proposta, no caso de contratação por apólice individual.

Outra novidade é a devolução do dinheiro. Se o consumidor desistir do seguro após o início do período de risco, a seguradora devolverá o valor proporcionalmente à razão entre o período de risco que falta e a cobertura que já foi feita. Em caso de sinistro, a seguradora tem até 30 dias para reparar, repor ou indenizar o segurado com o pagamento em dinheiro.

Mercado – O segmento de Garantia Estendida registrou vendas de R$ 1,9 bilhão entre janeiro e agosto de 2013, acima dos R$ 1,6 bilhão do mesmo período de 2012, crescimento nominal de 15,4%, segundo análise do consultor Luiz Roberto Castiglione. O estudo revela que a margem do produto passou a representar 22,7% dos prêmios ganhos contra 18,8% do ano passado. As reduções da sinistralidade retida e das despesas de comercialização justificam o aumento da margem. “Vale lembrar que essa modalidade está sendo alvo de questionamentos da SUSEP na parte que toca a distribuição. Nova Legislação poderá impactar no desempenho desse produto”, ressaltou. A líder de mercado é a Itaú Seguros com 48,7% das vendas totais (em 2012 era de 54,5%). Já São Paulo representou 72,7% das vendas totais (em 2012 era de 77,5%).

Porto Seguro lucra R$ 174,8 milhões no terceiro trimestre e faturamento cresce acima da média do mercado

portoA Porto Seguro, eleita ontem pela Revista Carta Capital a seguradora mais admirada do país, divulgou nesta terça feira lucro líquido de R$ 174,8 milhões no terceiro trimestre, crescimento de 12% em relação a igual período do ano passado. O resultado consolida as operações de Porto, Azul e os segmentos de auto e residência do Itaú. O faturamento total da companhia cresceu 17,8%, para R$ 3,5 bilhões, sendo a operação de seguros responsável por R$ 3 bilhões, o que representou alta de 21% no volume de prêmios. O índice combinado, que mede a eficiência da operação de seguros, ficou em 95,8% no trimestre, queda de 2,4 pontos percentuais.

Veja abaixo a mensagem da administração e os principais destaques do balanço apresentado nesta terça-feira, segundo o blog Sonho Seguro:

No terceiro trimestre, e também nos nove primeiros meses do ano, os resultados operacionais apresentaram expressiva melhoria. O resultado operacional de seguros cresceu +R$ 54 milhões (127%) no 3o Tri (vs 3o Tri/2012) e +R$ 209 milhões (255%) no acumulado do ano. As receitas totais cresceram 18% no trimestre e continuamos a expandir tanto nos demais ramos de seguros, quanto em outros negócios, buscando estratégias sinérgicas e diferenciadas.

Os prêmios auferidos evoluíram 22% (3T13 x 3T12) e 20% (9M13 x 9M12), devido principalmente ao crescimento dos produtos de automóvel. Destacamos este crescimento nas três marcas: Azul, Itaú e Porto, com aumento de prêmios no trimestre de 31%, 27% e 21%, respectivamente. Tais crescimentos se deram em parte por um ambiente mais racional de precificação, revertendo o cenário de compressão de margens do ano passado; e em parte pela retomada no crescimento do número de itens segurados. No acumulado do ano, o crescimento da frota segurada já corresponde a duas vezes o número atingido em todo o ano de 2012 (320 mil x 149 mil respectivamente). O número de veículos segurados aumentou sobretudo fora da região sudeste, ratificando nossa estratégia de expansão geográfica.

O resultado operacional de seguros demonstrado pelo índice combinado atingiu 95,8% no 3T13 e 95,9% no 9M13. No trimestre, o índice combinado decresceu 2,4 p.p. em relação ao mesmo período do ano anterior. A sinistralidade total reduziu 3,1 p.p., direcionada pela queda na sinistralidade dos seguros de automóvel (-3,9 p.p.). O índice de despesas administrativas recuou aproximadamente 1 p.p., atingindo o patamar de 15,7%, dando continuidade a nossa busca de melhoria de eficiência operacional. Este é o melhor nível dos últimos 3 anos.

Nos negócios não seguros as receitas cresceram 24% no trimestre e 32% no acumulado do ano, principalmente impulsionadas pelas operações de crédito (cartão de crédito e financiamento). A participação dos outros negócios alcançou 19% do lucro total da empresa no 3T13 e 20% no 9M13.

Por outro lado, o resultado financeiro apresentou uma queda de 31% no trimestre (vs. 3T12), principalmente em função dos movimentos adversos relacionados às estratégias de juro real / inflação, e também em função da base de comparação com o expressivo resultado de 2012 (muito acima do CDI). Excluindo os recursos previdenciários, a rentabilidade no trimestre foi de 1,9%, correspondendo a 90% CDI.

Nesse contexto atingimos um ROAE de 16,0% (+0,5 p.p.) no trimestre e lucro líquido de R$ 177 milhões (aumento de 12% vs. 3T12). No acumulado do ano, o ROAE atingiu 14,6% (-0,3 p.p.) e o lucro líquido total da empresa alcançou R$ 478 milhões (+7%). Contudo, se isolarmos os efeitos da volatilidade do resultado financeiro (assumindo resultado neutro a 100% do CDI), o ROAE do 3T13 seria de 16,4% e o lucro líquido atingiria R$ 183 milhões.

Principais Destaques

Crescimento das receitas totais de 18% no 3T13 e de 15% no 9M13, em comparação ao mesmo período do ano anterior Aumento de 22% nos prêmios auferidos de seguros no 3° trimestre e 20% no 9M13 (2013 x 2012)

Lucro Líquido sem Business Combination no 3T13 de R$ 176,7 milhões (+12%) e de R$ 478,1 milhões (+7%) no 9M13 ROAE de 16,0% (+0,5 p.p.) no 3T13 e de 14,6% (-0,3 p.p.) no 9M13 (sem Business Combination)

Índice Combinado de seguros de 95,8% (-2,4 p.p.) no 3T13 e de 95,9% (-3,9 p.p.) no 9M13

Ajustando (pró-forma) os resultados para uma performance financeira neutra (100% do CDI), o lucro líquido do 3T13 alcançaria R$ 183,2 milhões (+34%), o ROAE seria de 16,4% (+2,8 p.p.) na mesma base de comparação

Índice DA (despesas administrativas) de seguros alcançou 15,7% (-0,8 p.p.) no 3T13 e 15,5% no 9M13 (-0,9 p.p.)

O Resultado Financeiro no 3T13, atingiu R$ 156,0 milhões, uma redução de 31% (vs. 3T12) – rentabilidade (ex. previdência) foi de 1,9% (90% do CDI) e a rentabilidade total atingiu 1,8% (85% do CDI)

Participação do braço segurador é de 15% no ganho do Itaú

itauLonge de seu concorrente Bradesco, o resultado de seguros, previdência e capitalização do Itaú representou 15,9% do ganho do banco no terceiro trimestre deste ano, dois pontos percentuais menor comparado a igual período no ano passado. No Bradesco o resultado do braço segurador chega a representar 30% do ganho do banco.

O Itaú Unibanco apresentou lucro líquido ajustado de R$ 4 bilhões no terceiro trimestre de 2013, crescimento de 11% ante R$ 3,6 bilhões registrados no segundo trimestre deste ano e 17,9% comparado aos R$ 3,4 bilhões alcançados no mesmo período de 2012. O lucro líquido das operações de seguros, previdência e capitalização totalizou R$ 1,4 bilhão no terceiro trimestre deste ano, queda de 1,2% em relação ao trimestre anterior. No acumulado do ano, essas receitas evoluíram 13,5% em comparação com o mesmo período do ano anterior. No terceiro trimestre de 2013, o lucro líquido recorrente de Seguros, Previdência e Capitalização somou R$ 618 milhões, crescimento de 4,5% em relação ao trimestre anterior, informa o blog Sonho Seguro. O retorno sobre o capital alocado atingiu 36,5% no período, aumento de 1,2 ponto percentual em relação ao trimestre anterior.

No terceiro trimestre de 2013, o lucro líquido recorrente de Seguros atingiu R$ 358 milhões, um crescimento de 12,5% em relação ao trimestre anterior, influenciado pelo crescimento dos prêmios ganhos e da margem financeira gerencial e pela redução das despesas não decorrentes de juros. No terceiro trimestre de 2013, os prêmios ganhos atingiram R$ 1,4 bilhão, desconsiderando a participação de 30% na Porto Seguro, crescimento de 2,2% em relação ao trimestre anterior. Considerando a participação, os prêmios ganhos totalizaram R$ 2,2 bilhões, aumento de 1,8% em relação ao segundo trimestre de 2013.

“Comparado ao trimestre anterior, temos como principais componentes que influenciaram no resultado o crescimento dos prêmios ganhos e da margem financeira gerencial, além da redução das despesas não decorrentes de juros. O aumento das receitas de prestação de serviços também contribuiu para a melhora do resultado”, informa o book de resultados publicado no portal do banco. No terceiro trimestre, na composição do lucro líquido recorrente, o subsegmento de Seguros apresentou crescimento de 4,1 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior, representando 57,9% do resultado.

O lucro líquido recorrente do subsegmento de Previdência atingiu R$ 204 milhões, uma redução de R$ 14 milhões em relação ao trimestre anterior. No terceiro trimestre de 2013, a captação total dos planos de previdência de pessoas físicas apresentou redução de 38,5% em relação ao trimestre anterior. A captação total dos planos de pessoas jurídicas atingiu R$ 360 milhões no período, diminuição de 14,3% no período.

Em capitalização, as provisões técnicas de previdência totalizaram em 30 de setembro de 2013 o montante de R$ 86 milhões, apresentando um acréscimo de 0,9% em relação ao saldo de 30 de junho de 2013 e de 13,4% quando comparado com o mesmo período do ano anterior. As receitas com taxa de administração somaram R$ 283 milhões no terceiro trimestre de 2013, um crescimento de 1,3% em relação ao segundo trimestre. O índice de resgates, que representa a relação entre resgates e o saldo das provisões técnicas de previdência atingiu 4%, apresentando aumentos de 0,1 e 1,3 ponto percentual em relação ao segundo trimestre de 2013 e ao mesmo período do ano anterior.

Segundo o relatório, o resultado está acima das expectativas do banco, que previa aumento entre 15% e 18% com receitas e serviços. De janeiro a setembro o resultado chegou a 21,7%. No terceiro trimestre de 2013, as provisões técnicas de seguros, previdência e capitalização totalizaram R$ 98,8 bilhões, evolução de 1,3% em relação ao período anterior.

Segundo o relatório, o banco realizou pesquisas quantitativas e qualitativas, visando entender melhor os clientes e aprimorar o processo de vendas. Também foi intensificada a oferta de produtos para os canais, como terminal de caixa e junto aos gerentes. Os produtos de Vida Individual e Acidentes Pessoais foram destaques no trimestre com recorde de vendas no mês de campanha na rede de agências. O seguro cartão protegido também teve crescimento representativo tanto na abertura de contas quanto nos terminais de caixa.