Disputa por indenização de Jirau fica em Londres

acidente usina eletricaConforme divulgou o portal do Jornal da Energia no dia 2 de outubro, seguradoras e construtoras da Usina de Jirau desistiram do processo no Brasil na última quinta-feira (26/09). O processo iniciado em janeiro de 2012 tramitava na 6ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo com a previsão de prescrever em novembro deste ano. Isso não interrompe a ação no Tribunal de Arbitragem de Arias, em Londres, a qual ainda será julgada. Todavia, a expectativa é de que o caso caminhe para o mesmo desfecho na Inglaterra e as perdas totais, incluindo atraso na entrega da obra, podem ultrapassar R$ 1 bilhão.

Hoje o Valor informa que seguradoras e resseguradoras concordaram em pagar R$ 100 milhões ao consórcio construtor. A diferença para os R$ 400 milhões pedidos pelos atos de vandalismo causado à usina em 2011 vão ser decididos em Arias. Não está claro, porém, se a lei usada no processo será a brasileira ou a inglesa, informa o Valor. Do contrato de resseguro da apólice participam 20 companhias internacionais, lideradas por Swiss Re, em que também participam as resseguradoras da Allianz e da Zurich. Procurado, o consórcio disse que não comentaria o assunto, assim como a SulAmérica. A Swiss Re disse que não comenta processos em andamento.

A minha curiosidade é: o que aconteceu para o advogado do consórcio Ernesto Tzulrinik deixar essa causa assim? Perdeu ou desistiu?

Segundo fontes, Ernesto ganhou, pois conseguiu ter os R$ 100 milhões para seu cliente, que não receberiam nada até a arbitragem de Londres ser resolvido. “Ele sempre sai vencedor”, comentou um concorrente.

Presidente da Liberty aponta relevância dos corretores

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O presidente da Liberty Seguros, Pablo Barahona, e sua diretoria participaram do encontro do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) no mês de outubro, realizado na terça-feira (01/10). O mentor do CCS-SP, Alexandre Camillo, agradeceu a visita e o trabalho da diretoria de uma das maiores seguradoras do país. “A Liberty está crescendo em todos os ramos, principalmente em automóvel, e tem investido muito na exposição e reconhecimento de sua marca, o que é um facilitador para nós corretores na hora de apresentar os produtos para o consumidor”.

Pablo Barahona expôs que a Liberty Seguros faturou R$2,2 bilhões em 2012, apresentando crescimento anual de 15,5% durante os últimos quatro anos. Tem 1,3 milhão de segurados, 16 mil corretores cadastrados, mais de 1.500 funcionários e 71 filiais (Liberty Seguros e Indiana). É a 5ª seguradora na carteira de automóveis e a 8ª em ramos elementares. Atuando nos segmentos de seguros para pessoas, empresas, grandes riscos e riscos especiais é a seguradora oficial da Copa do Mundo da FIFA 2014™.

Ele apresentou o otimista cenário da indústria de seguros no Brasil, onde cresce população economicamente ativa “Adultos representarão cerca de 70% da população brasileira em 2030” e cresce a riqueza das pessoas “Com o enriquecimento da população, mais oportunidades para o mercado de seguros irão surgir”. Apresentou pesquisas que garantem que 54% das pessoas da classe média guardam dinheiro para comprar carro e casa, em 2010 existiam 19 milhões de famílias seguráveis, e até 2018 serão 25 milhões.

Como desafios para o setor, Barahona indicou o baixo investimento dos brasileiros em relação à proteção da família e bens, a dificuldade em criar a cultura do seguro e proteção de bens educando e conscientizando a sociedade sobre a importância de se segurar produtos além dos automóveis, a dificuldade em entender as demandas e a forma de se comunicar com a nova classe média do Brasil.

liberty ccvO ponto alto da apresentação foi o cenário da atuação dos corretores de seguros. Falou da preocupação desses profissionais com o surgimento das corretoras online, que poderiam enxugar a categoria. “Nos Estados Unidos, que estão aculturados com a venda online, o corretor de seguros mantém sua posição no mercado. Do total de clientes que cotam online, 80% admitem fechar a compra em outro canal. Mais da metade deles com ajuda de um corretor de seguro”, disse. Mostrou pesquisa que afirma que 80% dos entrevistados já comprou um seguro de auto off-line depois de receber uma cotação online. Destes, 57% foram via corretor no escritório, 32% via corretor no telefone e 25% pelo canal direto.

E mostrou que embora em algumas indústrias a figura do intermediário perde força, no segmento de seguros o corretor mantém a sua importância, tendo como exemplo a comparação com a categoria dos agentes de viagens. Mostrou um gráfico que mostra que os agentes de viagens estão sendo reduzidos, após as compras online, o que não acontece com os corretores de seguros. No Brasil, em 1995 eram 98 mil corretores de seguros e 47 mil agentes de viagens, em 2000 foram contabilizados 94 mil corretores e 38.800 agentes, em 2011 o número ficou em 90 mil corretores e 14.052 agentes. “Ou seja, a importância de vocês corretores é muito mais valorizada. Para vocês a internet não tem que ser inimiga, mas sim uma ferramenta muito útil”.

Após a palestra, o mentor Alexandre Camillo declarou muita satisfação com as afirmações de Pablo Barahona. “Se continuarmos fiéis à prestação de serviços, manteremos nossa profissão sempre. Os agentes perderam espaço, pois alguns não prestam seu serviço adequadamente, apenas emitem bilhetes, o que a máquina faz. Os corretores de seguros se preocupam mais em apresentar uma venda consultiva e explicativa de assuntos tão sérios como seguros e previdências”, disse Camillo.

Acompanhando o presidente, e entre outros representantes da empresa, participaram o vice-presidente Comercial Marcos Machini, o vice-presidente de Seguros Pessoais Paulo Umeki, o diretor Comercial São Paulo Capital Francisco Alvarez Filho e a diretora de Marketing Adriana Gomes, que puderam esclarecer dúvidas dos corretores de seguros sobre diversas áreas da companhia.

Argo atinge R$ 1,4 milhão em equipamentos segurados na carteira de bikes de competição

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A Argo Brasil e a corretora Better, corretora de seguros localizada em Americana, estão lançando o Bike Security, um seguro total para bikes esportivas e de competição. O produto é uma inovação no mercado, possibilitando que atletas e bikers invistam em sua magrela com segurança. O Bike Security cobre roubo e furto qualificado; acidentes, e danos materiais, morais e corporais contra terceiros. “O Bike Security faz parte da proposta de focar e compreender as necessidades dos clientes com produtos inovadores, abrindo novas formas de atuação da Argo. Essa nova modalidade faz parte de nossa estratégia de viabilizar soluções e criar parceiros de negócios. Foi o que fizemos com a corretora Better”, explica Ana Carolina Melo, Diretora da divisão Patrimoniais, Engenharia e Linhas Financeiras da Seguradora.

O Diretor da Better, Henrique Sacilotto, acrescenta que o “produto é o maior aliado para os atletas e bikers, atende prioridades e teve uma excelente aceitação até agora, com quase R$ 1,4 mi em equipamentos segurados. Estamos atendendo em 17 cidades de São Paulo, além da capital e em processo de expansão da rede credenciada. O Seguro protege o equipamento, terceiros e é um incentivo para o uso das bikes. A única restrição é que por enquanto só bikes avaliada a partir de R$ 3 mil podem se precaver.”

Vem aí o imperdível VIII Fórum da Longevidade Bradesco Seguros

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Especialistas dos Estados Unidos, Canadá, França, Espanha, Suíça, Argentina e Brasil, entre outros países, encontram-se, em outubro, no VIII Fórum da Longevidade Bradesco Seguros e no Fórum Internacional da World Demographic Association (WDA), que acontece pela primeira vez no país, com apoio do Grupo Bradesco Seguros, do Centro de Estudo e Pesquisa do Envelhecimento (CEPE) e do Centro Internacional de Longevidade (International Longevity Centre – ILC-BR). Os eventos serão realizados nos dias 15/10, em São Paulo, e 16 e 17/10, no Rio de Janeiro, respectivamente, tendo como foco central os desafios e a mudança de paradigma no que diz respeito aos cuidados exigidos por uma população cada vez mais longeva.

Em sua oitava edição, o VIII Fórum da Longevidade Bradesco Seguros, que terá lugar no Hotel Sheraton WTC, abordará os temas Consequências e Desafios do Envelhecimento, Impactos do Ambiente na Vida Longeva e Cuidando de uma População Longeva, entre outros.

Dentre os especialistas que participam do evento, destacam-se a epidemiologista e geriatra Linda P. Fried, reitora da Escola de Saúde Pública da Universidade de Columbia (EUA) e vice-presidente do Centro Médico da Universidade, que falará sobre os desafios de cuidar da quarta idade; a gerontóloga Jane Barrat, secretária geral da International Federation of Ageing (IFA), cuja palestra tratará dos efeitos dos ambientes sociais, culturais e físicos na vida dos idosos; e a geriatra Claudia Burlá, ex-secretária geral da Associação Internacional de Geriatria e Gerontologia, que abordará as questões éticas e filosóficas relacionadas ao processo do fim da vida. Durante o Fórum, serão anunciados os vencedores dos Prêmios Longevidade Bradesco Seguros nas categorias “Jornalismo” e “Histórias de Vida”.

Realizado desde 2006, o Fórum da Longevidade faz parte de um conjunto de ações desenvolvidas pelo Grupo Bradesco Seguros com o intuito de difundir a importância de aliar proteção e planejamento financeiro a um futuro com qualidade de vida e bem-estar.

As iniciativas incluem o Circuito da Longevidade, que já reuniu, desde 2007, mais de 250 mil participantes, em corridas e caminhadas nas principais cidades brasileiras; o Programa Amigo do Idoso, que visa a capacitar porteiros a oferecer melhores serviços aos idosos e já treinou mais de 600 profissionais; e o movimento Conviva, voltado a incentivar a convivência harmoniosa entre ciclistas, motoristas e pedestres, englobando, entre outras ações, a CicloFaixa de Lazer São Paulo.

Já o Fórum da World Demographic Association (WDA), até então realizado somente na cidade de St. Gallen, na Suíça, reúne anualmente acadêmicos, pesquisadores, representantes de entidades governamentais e não governamentais de diferentes países e continentes, para tratar de questões relacionadas ao envelhecimento populacional. No Brasil, o evento terá como tema “Muito Além da Prevenção e Tratamento: Desenvolvendo uma Cultura do Cuidado” (“Beyond Prevention and Treatment – Developing a Culture of Care”).

Ao longo dos dois dias do encontro no Rio de Janeiro – que acontecerá no auditório e no Centro de Capacitação UniverSeg do Grupo Bradesco Seguros -, os especialistas discutirão aspectos do cuidado ao idoso, incluindo a necessidade de reforma geral da Seguridade Social, a capacitação de cuidadores, os modelos de gestão em diferentes países e a necessidade de adoção de políticas públicas baseadas nos direitos da pessoa idosa. Serão debatidos, ainda, o desenvolvimento de infraestrutura de mobilidade para essa população, além das dimensões éticas do cuidado com foco no fim de vida. Ao final do evento, será divulgado documento intitulado “Declaração do Rio de Janeiro sobre o cuidado como resposta à revolução da longevidade”.

Atualmente, o Brasil é um dos países que mais rapidamente envelhecem no mundo. Se, de um lado, a longevidade representa uma das mais importantes conquistas do século passado, de outro, impõe grande desafio para as autoridades públicas brasileiras e mundiais, além de entidades da sociedade civil. “As mudanças demográficas provocam impacto em todas as políticas governamentais, incluindo, além da saúde, as áreas da educação, da família, do trabalho, da previdência e da assistência”, ressalta Lúcio Flávio de Oliveira, presidente da Bradesco Vida e Previdência.

Na mesma direção, o médico e gerontólogo Alexandre Kalache, ex-diretor do Departamento de Envelhecimento e Saúde da Organização Mundial de Saúde (OMS), consultor do Grupo Bradesco Seguros e membro do Conselho da World Demographic Association, aponta que a taxa de fecundidade brasileira reduziu-se de forma acentuada, bem abaixo da necessidade para sustentar a reposição da população. “Estamos no meio de uma revolução demográfica. Pela primeira vez na história, o contingente de pessoas com 65 anos ou mais vai superar o das crianças de menos de cinco anos de idade no Brasil,” destaca Kalache, que também preside o Centro Internacional da Longevidade – Brasil e coordenará os dois fóruns.

Dados do IBGE revelam que a taxa de fecundidade no Brasil caiu de 5,8 filhos por casal, na década de 1970, para cerca de 1,8 atualmente. De acordo com o último Censo realizado pelo Instituto, em 2010, a expectativa de vida média atingiu 73,7 anos, ante 70,4 anos em 2000. A população de 60 anos ou mais no país era de 23 milhões de indivíduos, equivalente a cerca de 11,8% do total. Entre 2000 e 2010, esse contingente cresceu 38,6%, três vezes acima da taxa de expansão da população total, que foi de 12,8%. O maior crescimento ocorreu na faixa etária de 80 anos ou mais: 67%.

“Para enfrentar esse processo generalizado e duradouro, é preciso repensar o modelo de atenção à pessoa idosa, incorporando novas estratégias e perspectivas de cuidados”, propõe Kalache. O centro da atenção não deve mais ser a doença, e sim o idoso, com envolvimento da família, do cuidador e da comunidade, completa.

SulAmérica tem nova diretora de Capital Humano

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A economista Patrícia Coimbra assumiu a Diretoria de Capital Humano da Sul América S.A. Com longa experiência em Recursos Humanos e em Planejamento Estratégico e Financeiro, em companhias multinacionais dos setores de Óleo e Gás e Bens de Consumo e em companhia nacional em Telecomunicações; Patrícia é responsável pela política de gestão de pessoas dos 4.500 funcionários da empresa, distribuídos em 85 filiais pelo Brasil.

A executiva tem pós-graduação em Marketing pela PUC/RJ e é graduada em Economia e Tecnologia da Informação. Na SulAmérica, Patrícia responde diretamente ao presidente da seguradora, Gabriel Portella.

CEO da Marsh Brasil está entre os melhores líderes empresariais do Brasil

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Eugenio Paschoal, Presidente e CEO da Marsh Brasil, está entre os 100 líderes empresariais brasileiros mais influentes e importantes para o desenvolvimento dos negócios no país e de suas respectivas empresas, segundo pesquisa da Empreenda Consultoria, especializada em liderança e estratégia, para a HSM Management. De acordo com Eugenio, pensar grande, cercar-se de pessoas excelentes, ter senso de urgência, saber se comunicar, priorizar e dar o exemplo são fundamentais para o sucesso de um grande líder. Para selecionar os 100 líderes brasileiros, o estudo da consultoria analisou a trajetória profissional de diversos executivos, suas estratégias de negócios e o estilo peculiar de gestão de pessoas.

Uso do seguro fica mais fácil com aplicativos para celular

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Quem tem um seguro nunca sabe quando vai usá-lo. Imprevistos não têm hora para acontecer e, no meio da confusão de uma batida de carro ou de um curto-circuito em casa, o contato com a seguradora não pode ser mais uma dor de cabeça.

Pensando nisso, o portal Prestum Seguros decidiu fazer uma lista de aplicativos de seguradoras que você pode baixar no seu smartphone para ter sempre à disposição os telefones, serviços e benefícios do seu seguro.

Confira:

SulAmérica Auto (Android | iPhone)

Traz os contatos dos pontos de atendimento e da rede de benefícios do seguro SulAmérica Auto. Resume os dados e condições da apólice, por exemplo as coberturas e o valor da franquia, e notifica o cliente sobre o vencimento das parcelas.

SulAmérica Saúde (Android | iPhone)

Reúne contatos da rede referenciada e lista descontos de até 50% em medicamentos vendidos por farmácias parceiras. Permite consultas a reembolsos pedidos, checar dados cadastrais do seguro e ver os telefones da SulAmérica.

Bradesco Seguros (iPhone)

Oferece informações úteis para clientes dos seguros de automóvel, residencial, saúde, vida e acidentes pessoais, além de planos de previdência privada e títulos de capitalização. Conta com uma lista de telefones para contato com a empresa em caso de sinistro.

Seguro Bradesco Auto (Android)

Permite encontrar oficinas da rede referenciada, postos de combustível, localizar um corretor na região do segurado e conferir benefícios como descontos e vantagens.

Seguro Brasdesco Saúde (iPhone)

Focado no seguro saúde do Bradesco, traz telefones para casos de emergência, uma lista de serviços incluídos na apólice e uma seção de controle de vacinas. Também deixa consultar as farmácias mais próximas de onde o usuário estiver.

Porto Seguro (Android | iPhone)

Utiliza o GPS para acionar o socorro e os serviços de assistência 24 horas mais próximos, como guincho ou mecânico. Um de seus diferenciais são as informações de trânsito. Também emite lembretes sobre o licenciamento, o IPVA e a inspeção veicular.

Allianz Cliente (Android | iPhone)

Traz telefones e endereços da rede credenciada. Permite chamar o guincho, pedir um carro reserva e entrar em contato com os serviços de ajuda 24 horas da empresa: Assistência Auto, Assistência Residência e Assistência Empresa. Também oferece informações de trânsito.

Liberty Seguros DirectAssist (BlackBerry | iPhone)

Aplicativo voltado para clientes do seguro Liberty Auto que facilita o uso dos serviços de assistência 24 horas da seguradora. Reúne endereços das oficinas credenciadas mais próximas e permite acompanhar, em tempo real e por meio de um mapa, a chegada do veículo de ajuda da empresa.

Generali Smart Seguros (Android | iPhone)

Aplicativo que facilita o aviso de sinistros à seguradora e usa o GPS para ajudar o usuário a encontrar as oficinas e os corretores mais próximos. Também possui uma lista de telefones de emergência e de postos de vistoria da região.

HDI Seguros Mobile (Android | iPhone)

Aplicativo com as condições gerais do seguro contratado e dados das oficinas conveniadas. Permite fazer ligações diretas às centrais de atendimento da HDI Seguros e avisa quando o prazo de vencimento da apólice está prestes a vencer.

RSA Seguros (Android | iPhone)

Ferramenta grátis oferecida aos clientes da RSA Seguros com os contatos do serviço de assistência da companhia, agendamento de lembretes para a próxima revisão do veículo, endereço de oficinas referenciadas e uma lista de telefones de emergência.

Chubb Mobile (Android | iPhone)

Focado nos clientes do seguro auto, oferece acesso 24 horas por dia aos serviços de assistência da seguradora. Permite fazer chamadas de emergência com apenas um clique e recorre ao GPS para indicar locais próximos, por exemplo farmácias, restaurantes e postos de gasolina.

Yasuda Direct Assist (Android | iPhone)

Forma fácil de acionar a assistência 24 horas da empresa, por exemplo reboque ou mecânico para o automóvel. Também inclui a possibilidade de solicitar serviços residenciais como chaveiro, eletricista e encanador sem necessidade de ligar para a empresa.

Grupo BB e Mapfre lança seguro específico para florestas financiadas pelo Programa de Agricultura de Baixo Carbono (ABC)

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Os contratos da linha de crédito do Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC) firmados desde o Plano Agrícola e Pecuário 2010/2011 impulsionaram o grupo seguradora Banco do Brasil e Mapfre a lançar um seguro específico para o segmento florestal, um dos mais importantes na cadeia do agronegócio para a redução de carbono da atmosfera.

Já está disponível nas agências do Banco do Brasil o Seguro Personalizado – Floresta ABC., um produto que garante proteção às florestas financiadas pelo programa.

O Programa ABC instituído pelo governo federal visa a estimular investimentos necessários à incorporação de tecnologias de baixa emissão de carbono, além de promover ações que permitam ao produtor realizar a regularização ambiental de sua propriedade. Dentre os itens financiáveis pelo ABC estão os projetos de investimentos destinados a implantação, manutenção e melhoramento do manejo de florestas comerciais. O Banco do Brasil financia esses projetos e, a partir de agora, oferece o seguro com condições diferenciadas.

Destinado a produtores rurais (pessoas física e jurídica), e indústrias de papel e celulose, o Seguro Personalizado – Floresta ABC protege plantações de eucalipto, pínus e outras espécies florestais contra incêndios, raio e fenômenos meteorológicos, como chuvas excessivas, geada, granizo, seca e ventos fortes, e até queda de aeronaves.

Em caso de ocorrência de sinistro, a indenização é determinada sobre os custos da plantação e manutenção da floresta ou pelo valor comercial dependendo da idade da floresta.

“O seguro tem como principal objetivo mitigar os possíveis riscos, sendo o principal parceiro do empresário na sustentabilidade do seu negócio”, comenta Luis Carlos Guedes Pinto, diretor geral de Rural e Habitacional do Grupo BB e Mapfre.

De acordo com o executivo, um grande esforço vem sendo realizado para divulgação e incentivo à adoção de uma agricultura mais sustentável e a bem-sucedida experiência com o programa é um indicativo de que as tecnologias utilizadas para redução da emissão de gases do efeito estufa estão sendo cada vez mais empregadas no campo.

“O Banco do Brasil, como uma das instituições credenciadas que fornece crédito aos produtores rurais que pretendem se beneficiar desse programa, dá um passo à frente ao disponibilizar o seguro para essa linha de crédito, fortalecendo ainda mais o agronegócio brasileiro”, afirma Marcelo Labuto – Presidente da BB Seguridade.

Cenário pouco otimista para o Brasil nos próximos dois anos

foto-5“Enquanto o governo tem uma visão positiva e otimista da economia do Brasil, os agentes de mercados e economistas vêem um cenário bem mais pessimista”, afirmou Monica Baumgarten de Bolle em sua palestra “A economia brasileira e seus reflexos no mercado” no “3º Encontro Nacional de Atuários – Novos Desafios Atuariais – Em busca de Serviços e Soluções”, que começou ontem e termina nesta quarta-feira, em São Paulo. Para Monica, entretanto, “não vivemos em um mar de rosas, nem no fim do mundo”, como disse aos mais de 400 atuários. “Prefiro o meio de caminho, com perspectivas não muito animadoras”, acrescentou.

O fato é que o Brasil não está sozinho neste imbroglio. Os Estados Unidos declararam nesta semana o “shutdown”, ou seja, a paralisação de serviços públicos até que o impasse político em torno do orçamento seja resolvido e votado pelo congresso americano. Isso pode ter repercussão da elevação do teto da dívida, o que trará consequências em todos os mercados com volatilidade dos investidores.

Um alento para o Brasil foi ter uma surpresa positiva no segundo trimestre, com o PIB crescendo um pouco acima do previsto, ainda impulsionado pela construção civil. “Cito esse período pois ele dá uma lição de que há um equilíbrio nas versões pessimistas e otimistas, ao sinalizar que o Brasil pode registrar uma alta de 2% no PIB no fechamento de 2013”, comentou.

Apesar da boa surpresa, há coisas no Brasil que assustam, ressaltou. Uma delas é o nível de produtividade brasileira, em queda acentuada. “Algo que torna difícil enxergar como isso será revertido. A aposta do governo era de otimizar a produtividade com os investimentos em infraestrutura. No entanto, nas últimas semanas tivemos notícias ruins, com uma incerteza regulatória muito grande, afastando os investidores dos leilões de concessões”, citou.

Outro ponto negativo é que o arcabouço institucional do Brasil está muito desgastado, com as agências reguladoras de serviços públicos funcionando com diretores interinos. “Isso é um dos sinais dados aos investidores estrangeiros de que falta seriedade na condução dos projetos por parte do governo e por isso os investimentos privados em contratos de longo prazo não vão ser a apoteose que o setor estava esperando”.

O quadro de desaceleração do consumo também pesa negativamente nas perspectivas para os próximos anos. O consumo continua crescendo, mas cresce numa taxa bem mais baixa do que se verificou nos últimos anos. Em 2012, avançou 3,5%. Em 2013, a aposta é de que não chegue a 2%, segundo a economista.

A inflação é um dos piores vilões da queda do consumo, por corroer a renda da população. Ela já vinha alta, mas passou a ser mais percebida quando apertou a conta no item alimentos. “Quando a inflação vira comida e transporte, bate no bolso do consumidor, gerando boa parte da insatisfação que levou a população para as manifestações”, explicou.

Além de ter uma parte da renda mensal consumida pela inflação, as famílias comprometeram o orçamento com a compra da casa própria. Comparado com países latinos, o Brasil ainda está longe de ter um crédito habitacional adequado. No Chile, por exemplo, ultrapassa 50% do PIB. No Brasil, não chega a 10%. O problema aqui é que o endividamento com a compra da casa própria reduziu o consumo de outros bens, como automóvel. Um dos pontos positivos é a taxa de desemprego, que deverá permanecer em níveis historicamente baixos. No entanto, co a fragilidade de alguns setores da economia que estão demitindo, o trabalhador fica inseguro e segura ainda mais o consumo.

Mais um problema. A credibilidade com a condução da política econômica do Brasil. Ela afirma que há questionamentos da política monetária como da política fiscal. “A credibilidade do Banco Central está afetada, como mostra o Boletim Focus, divulgado toda segunda-feira. “Quando o BC perguntava aos agentes financeiros quais as perspectivas da inflação doze meses a frente, mais de 90% acreditavam que ficaria dentro da meta. Hoje a resposta é praticamente zero. Ou seja, ninguém acredita que a inflação ficará dentro da meta. “Isso é muito sério. Quando se destrói credibilidade dessa forma vai ter muito trabalho para reconstruir”, observa Monica.

A segunda área questionada é a política fiscal. O Brasil passou anos fazendo grande esforço grande no sentido de ir além, com política fiscal austera. “O que se vê agora é que não há mais esforço fiscal. O governo diz que a política fiscal esta sob controle, mas ela está expansionista, o que mantém o patamar inflacionário. Temos também um desgaste institucional com o governo contabilizando certas despesas e receitas de forma diferente”, analisou.

Diante de tudo isso, o cenário para 2014 não é pessimista, pois será um ano eleitoral, com mais gastos do governo e incentivo do crédito público. “Já 2015 vai depender da bagunça que o governo fizer em 2014”, ponderou. Resumindo, no curto prazo há algum arrefecimento no consumo das famílias, mas a perspectiva de crescimento do país é moderada. E terá efeitos sobre os seguros de automóvel, segundo a economista.

Otimização do resseguro requer ciência e arte, diz Paulo Botti

botti_pqMatéria extraída do portal da CNseg (www.cnseg.org.br)

Na visão de Paulo Botti, presidente da Terra Brasis Resseguros, o mercado de seguros e resseguros vem se aprimorando, inclusive, no aspecto atuarial. Caso da taxação de seguro de automóvel com base no perfil do motorista, fórmula que começou a ser usada há apenas 20 anos. Na manhã desta quarta-feira, 2 de outubro, ele participou do segundo e último dia do “3º Encontro Nacional de Atuários – Novos Desafios Atuariais – Em busca de Serviços e Soluções”, realizado pela CNseg, em parceria com a Escola Nacional de Seguros, em São Paulo.

Para falar sobre o tema “Otimização de Resseguro e Limite de Retenção”, Botti disse que recorreu à sua experiência, não de atuário, mas de profissional do mercado. Como tal, ele fez questão de ressaltar que a otimização do resseguro tem muito de ciência e de arte. “Muita gente acha que só é ciência, que o resseguro é algo sofisticado, cheio de cálculos. Mas é arte e, também, é simples. Basta usar um pouco bom senso, as condições de mercado e contar com a ajuda de um atuário para o trabalho técnico”, definiu.

Antes de apresentar outros detalhes sobre o tema, ele fez questão de esclarecer “o que não é otimização de resseguro”. Na avaliação de Botti, o resseguro não serve para melhorar a sinistralidade da seguradora; não é uma operação que visa o lucro ou tampouco livrar a seguradora dos riscos ruins. “Uma operação de resseguro tem o objetivo de gerar maior competitividade comercial para a seguradora, por meio da oferta de capacidade. Outro objetivo é evitar a volatilidade, conferindo mais previsibilidade de resultados”.

Na prática, segundo Botti, o primeiro passo para a otimização do seguro é o cumprimento da lei. No caso do resseguro, as regras brasileiras de solvência definem qual deve ser a relação de patrimônio liquido sobre premio retido, que, atualmente, não podem ultrapassar 20%. Significa que o prêmio deve ser equivalente a cinco vezes o patrimônio líquido. “É uma relação muito mais alta que a media mundial”, disse.

Também contam na otimização do resseguro a retenção anual de prêmio. Neste ponto, Botti comentou que a proposta original de regulamentação do resseguro estabelecia que as resseguradoras, apenas, deveriam reter no mínimo 50% dos prêmios. Entretanto, pouco antes da publicação das regras foi incluído um novo parágrafo, que também determinava às seguradoras a mesma obrigação.