Presidente da Porto Seguro defende venda consultiva, em evento do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo

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O Clube dos Corretores de Seguros (CCS-SP) recebeu o presidente Fabio Luchetti e diretoria da Porto Seguro para o último almoço-palestra de 2013, realizado no dia 05 de novembro. “Temos a satisfação de receber esse jovem e brilhante executivo à frente de uma das companhias que está sempre ao lado do corretor e contribuiu para o crescimento da classe. A última propaganda da Porto Seguro sobre cartão de crédito dá o tom da parceria e do comprometimento com o canal corretor”, declarou o mentor do CCS-SP, Alexandre Camillo.

Fábio Luchetti iniciou sua apresentação destacando a diversidade de canais de distribuição de seguros e de atendimento ao cliente. “O consumidor está cada vez mais multicanal. Na soma das nossas empresas do grupo, temos mais de 25 milhões de atendimentos por ano. Mesmo com outros canais, o telefone não para de crescer. Com os corretores não é diferente, quando ocorre o sinistro o cliente quer falar, ser ouvido. Por isso temos de tomar cuidado para não trocar o canal apenas pela tendência (exemplo, internet). O conceito de multiplicidade de canais é que o consumidor tem que escolher como ser atendido – pode ser telefone, e-mail, internet, chat. É importante reforçar que nada substituirá o relacionamento, pois é o meio pelo qual se estabelece confiança”.

Temos hoje a venda de seguro por corretor e os sites de comparação de preços. “Sabemos que o canal corretor representa 90% do mercado brasileiro e os sites de comparação de preços nem 0,10% do mercado. Mas incomodam”, disse Luchetti. Ele explicou que os mercados com foco em serviços “constituem um ambiente no qual distribuição via corretor tem maior condição de se desenvolver”. Isso porque mercados com foco em serviços valorizam o contato pessoal, que é importante para a venda de serviços completos.

Os sites de comparação na Inglaterra induziram o consumidor a tomar a decisão por preço e desencadeou uma guerra que destruiu o mercado. “Começou com os multicálculos, que foram criados com a retórica de facilitar a vida dos corretores. Mas acabou gerando ansiedade no canal de distribuição que começou a afetar o preço. ‘Primeiro consigo o cliente, depois vejo o que faço’, era o pensamento. Isso levou as seguradoras a também brigarem por preço, o que destruiu o mercado. E causou a diminuição da percepção de valor do corretor”, disse Luchetti.

“Essa forma acabou condicionando o consumidor a buscar preço na tela, respondendo 45 perguntas e em cinco minutos recebia o preço de 30 a 40 seguradoras. Então pensava: ‘Era isso que o corretor fazia para mim a vida inteira?’. Destruiu a percepção de valor do corretor. Depois os corretores foram fortemente impactados, os pequenos e médios foram dizimados. O mercado inglês é para os poucos grandes corretores e brokers que sobraram nesse caos todo que foram instalados lá”.

“Vimos que aumentou também as fraudes no mercado de seguros inglês de forma absurda. Um erro crasso, as seguradoras na ânsia de vender, acharam por bem trocar a comissão de corretor por despesas de publicidade. Mas foi ilusão das seguradoras, porque as fraudes aumentaram. Elas não consideraram que o corretor é filtro do mercado, faz underwriting. O corretor precisa ter rentabilidade e não tem interesse em mandar para a seguradora riscos ruins. O resultado é que as receitas das seguradoras estão com prejuízo desde 2010”.

“A internet pode ser uma solução brilhante para corretores e seguradores, mas também pode ser um problemão se não tiver controle de como as coisas serão introduzidas na indústria. Hoje, pesquisei no Google seguro de automóvel e tudo o que apareceu foram sites de comparação. Com isso estamos condicionando o consumidor, criando uma tendência. No nosso mercado, não é bom para seguradoras, corretores e clientes, porque lá no final da curva vai perder a qualidade. Depois que acabaram as agências de viagens é que o sistema está se mostrando leonino, prejudicial e se reorganizando, mas às custas da falência de muitas empresas”.

Para Luchetti, o mercado não pode assistir isso de forma passiva. “Seguradores e corretores têm de discutir qual é de fato o interesse do site de cotações. Quem está por trás? O que as seguradoras querem? Quais corretores são os responsáveis? Não vamos nos iludir. Se hoje 90% do mercado passa pelo corretor, acho que vocês têm bastante força para discutir”.

Veja informa que Luciano Portal estaria deixando a Susep

luciano portal santannaSegundo a coluna de Lauro Jardim, da revista Veja, Luciano Portal, no cargo de superintendente da Susep desde 2011, por indicação do PTB, está deixando o posto. O PTB nomeará seu sucessor, informa o colunista de uma das revistas mais lida do País. Se é verdade ou não, só saberemos nesta semana que se inicia. Segundo fontes do mercado segurador, o sucessor mais bem contado é Dyogo Oliveira, secretário-executivo interino do Ministério da Fazenda.

O fato é que desde que Luciano Portal entrou não agradou o mercado de seguros. Publicamente, o que se observava, era uma grande briga entre ele e o antecessor, Armando Vergílio, hoje deputado e presidente da Fenacor, a federação dos corretores de seguros. Uma das mais polêmicas intervenções de Portal foi proibir a cobrança do custo de apólice, valor que era pago pelo consumidor, com aumento autorizado por Vergílio antes de deixar o cargo. O valor entrava direto no lucro das empresas e também dos corretores, que recebiam um percentual. No entanto, contam os agentes do setor, agora é possível colocar o custo de apólice em outra rúbrica do balanço, receita de serviços, o que permite que as seguradoras lancem nesta conta qualquer valor.

A parte essa medida, Luciano Portal se mostra avesso aos eventos promovidos pelo setor. Porém, recentemente participou da abertura da 6ª Conseguro, principal evento do mercado segurador, realizado nos dia 22 e 23 de outubro em Brasília. Tentou sair calado, mas os jornalistas o cercaram. Sairam da conversa com a notícia sobre a regulamentação da venda do seguro de garantia estendida pelo varejo. Uma boa ação da Susep em defesa do consumidor, tema sempre presente na gestão de Portal.

Neste mesmo evento, Dyogo, sentado próximo a Portal na cerimônia de abertura, fez um discurso que muito valorizou o setor:

cnseg conseguro“A mensagem mais importante que posso trazer a todos vocês está na confiança que temos na economia brasileira. Apesar de um excesso de pessimismo de alguns economistas com a economia, há números que mostram uma situação confortável do Brasil. O crescimento do PIB deve chegar a 2,5% em 2013, o que é mais do que o dobro de 2012. E a inflação está pouco abaixo do ano anterior. Com isso, pode ser descartada qualquer discussão sobre um cenário ruim para o Brasil. A economia segue um ciclo e nossa a avaliação é que estamos tendo um desempenho satisfatório. O nível de emprego se mostra benéfico. Estamos com 5,3% ao ano. Diante disso, temos um cenário que permite o crescimento do mercado de seguros, com perspectivas positivas para o futuro. O setor cresce a quase 20% neste ano. O setor continuará se desenvolvendo de maneira forte e plena, aproveitando as oportunidades que são geradas a cada dia. Essa história de sucesso dos últimos anos continuará. A visão de longo prazo desta Conferência, a meu ver, é tímida. Se olharmos o desempenho do setor na última década podemos ser mais otimista. O governo tem buscado contribuir com o setor, com normas estáveis e segurança jurídica. São mudanças relevantes que ajudarão o setor a ultrapassar suas projeções para 2025″.

Bem, vamos aguardar o que vem por ai. Realmente em ano eleitoral é muito dificil prever qualquer coisa. A indicação de um novo titular para o órgão que regula o mercado segurador, com vendas anuais de R$ 200 bilhões, pelo jeito, não deverá seguir as recomendações de estudos internacionais.

Em fevereiro deste ano, as repórteres Thais Fôlego e Luciana Bruno, do Valor Econômico, publicaram a matéria “Lenta e antiquada, Susep pode virar agência de seguros”. Nela contam que a autarquia foi criada em 1966, em pleno regime militar, e segue um modelo considerado ultrapassado pelo mercado e por entidades internacionais, por se tratar de uma autarquia sem as prerrogativas especiais dadas às agências reguladoras modernas. Isso impede o órgão de ter independência frente ao poder Executivo, que pode indicar e exonerar seus dirigentes quando quer, e de ter poder mais efetivo para punir irregularidades.

As jornalistas também destacam o relatório divulgado em dezembro de 2012 sobre o mercado de seguros brasileiro, pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). ” A estrutura legal que governa a Susep”, critica o estudo, afirmando que teria elementos que minam sua independência e capacidade de cumprir metas. “Não existe regra para a nomeação do superintendente e diretores, e não há requisitos mínimos de qualificação”, afirma relatório do FMI. “Os dirigentes são nomeados e podem, a qualquer momento, ser demitidos pelo presidente da República.” As indicações políticas para cargos na autarquia são criticadas também pelo mercado segurador.

A semana começa com muitas emoções para o mercado segurador.

Revista Apólice: Mundo terá novas revoluções industriais e tecnológicas em 5 anos

Jamille Niero / Revista Apólice

No médio prazo, os países emergentes e menos desenvolvidos terão que focar seus investimentos em inovação e conhecimento, porque as commodities não têm mais o mesmo valor que tinham antes. “Vivemos na economia do conhecimento. Se sairá melhor o país que conseguir exportar trabalho mental e não mais manual”, previu o jornalista Andrés Oppenheimer em palestra no 7º Insurance Service Meeting, realizado pela CNseg entre os dias 8 e 10 de novembro em Angra dos Reis, Rio de Janeiro.

As empresas precisarão encontrar maneiras de vender produtos mais sofisticados e que agreguem valor ao consumidor. Levar isso em conta será muito importante para os países da América Latina, incluindo o Brasil. Segundo ele, esta tendência se intensificará nos próximos 5 ou 10 anos, devido a cinco revoluções tecnológicas e industriais que o mundo viverá neste período.

A primeira nova revolução industrial se dará em termos da manufatura, com a intensificação do uso de impressoras 3D. Apesar de já existirem há três décadas, esses itens eram muito grandes, o que dificultava sua utilização de forma mais “massificada”. Agora, com impressoras menores, mais pessoas podem usar – é algo parecido com o que ocorreu com o computador pessoal que, ao ser transformado em um item menor por Bill Gates, conseguiu alcançar um número maior de usuários. “Elas vão impulsionar a evolução industrial, porque poderemos imprimir qualquer coisa. As marcas vão disponibilizar o design dos produtos na internet e poderemos comprar esse design, customizar de acordo com nosso gosto e imprimir em 3D”, apontou o jornalista.

A segunda revolução envolve transportes. Montadoras como Audi, Volkswagem e Mercedes-Benz já ofertam carros com sensores que estacionam sozinhos. O Google já apresentou um carro que pode circular sem motorista e alguns estados norte-americanos já autorizaram testes com veiculos sem condutores em suas ruas. Carros que dirigem sem motorista já são realidade, é uma tecnologia que já existe e pode reduzir, e muito, acidentes com automóveis – considerando que 95% destes ocorrem devido a falhas humanas. Com isso, o risco de acidentes seria menor e, consequentemente, o seguro de automóvel não haveria necessidade de cobrir este risco. Estudos indicam que os prêmios de seguro diminuirão 20% até 2017 e 80% de 2018 a 2022 com o uso desta tecnologia. “As seguradoras precisarão diversificar mais seu portfolio”, brincou Oppenheimer. Mas por que essa tecnologia ainda não é aplicada de verdade nas ruas? “Ainda não ficou decidido de quem seria a responsabilidade caso ocorresse algum acidente”, justificou.

Ainda em transportes, outra tecnologia que deverá revolucionar o mundo é o uso de drones – veículos aéreos não tripulados. Hoje eles são usados majoritariamente pela polícia e guarda costeira, mas em breve, nos Estados Unidos, será possível o uso comercial. “A Domino’s (famosa rede de pizzarias norte-americana) está trabalhando para ter drones entregando suas pizzas”, sinalizou Oppenheimer, brincando que “as seguradoras recuperarão os prêmios que perderam em seguro de automóvel garantindo a alta circulação de drones nos céus”.

A terceira revolução tecnológica que deverá ser consistente nos próximos 5 anos será a médica. Hoje, já temos relógios que medem nossos passos, batimentos cardíacos e até quantas horas dormimos à noite. Em breve, este mesmo relógio, ao perceber alterações no seu batimento cardíaco, já enviará os dados automaticamente para seu médico, que entrará em contato para verificar o que houve.

A quarta revolução será a da educação, com a educação individualizada e o auxílio da tecnologia. Os estudantes passarão a estudar em casa e fazer o dever de casa na escola, com a ajuda dos professores. A revolução espacial será a quinta. Empresas privadas, como a gigante Virgin Galactic, já se articulam para a pesquisa e o turismo espacial, que deverá acontecer muito em breve.

“Essas revoluções representam boas oportunidades para o mercado segurador”, complementou Oppenheimer, acrescentando que os países que se sairão melhor, crescerão mais rapidamente e reduzirão mais a pobreza serão aqueles que investirem mais no trabalho intelectual.

Bradesco Capitalização é Top de Marketing pela segunda vez consecutiva

norton top mktPela segunda vez consecutiva, a Bradesco Capitalização foi premiada no Top de Marketing 2013, da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil – Pernambuco (ADVB – PE). A cerimônia de premiação realizada em 06 de novembro, em Recife, reconheceu o case “Títulos de Capitalização Socioambientais conquistaram o mercado com aprovação da sociedade”.

“A Bradesco Capitalização tem orgulho em receber esse prêmio de Marketing, que comprova ser acertada a estratégia de lançar títulos com apelo socioambiental, focando áreas como Ecologia, Educação e Saúde. Desde 2004, essa iniciativa pioneira destina parte dos recursos arrecadados com a venda dos produtos aos programas desenvolvidos pelos parceiros: Fundação SOS Mata Atlântica, Instituto Ayrton Senna, Instituto Brasileiro do Controle do Câncer, Fundação Amazonas Sustentável e Projeto Tamar”, afirma Norton Glabes Labes, Presidente da Bradesco Capitalização.

Em sua 10ª edição, o Prêmio Top de Marketing da ADVB-PE premiou oito trabalhos dos 23 inscritos que melhor demonstraram ter utilizado, com competência e criatividade, a ferramenta de Marketing.

Síndrome de “mimimi” não têm cobertura de seguro de eventos

3O pop star Justin Bieber fez e aconteceu no curto período que passou no Brasil no início de novembro. Segundo a mídia, pichou muros, fez sinais obcenos para fotógrafos, deixou o hotel Copacabana por não poder entrar no recinto com garotas de programa entre outros comportamentos considerados “normais” para uma personalidade pública de 19 anos.

Não foram só as fãs e os seguranças que ficaram estressados com o jeitão do garoto. Executivos do mercado segurador também. Principalmente quando uma fã atirou uma garrafa em Justin durante o show em São Paulo. Machucou? Não. Pode continuar o show? Sim, comentavam os funcionários da produtora nos pontos de comunicação. Mas para a surpresa de todos, o astro ficou .. magoado? triste? De saco cheio? … e deixou o palco sem finalizar o show. Não se sabe o que aconteceu. A justificativa foi rotulada de “síndrome de mimimi” nos bastidores do evento.

A tensão dos executivos de seguros, até então bem tranquilos de não ter registro de tumultos pelo atraso de mais de uma hora para o artista entrar no palco, foi com a questão: será que os fãs vão pedir reembolso do ingresso? Afinal, pagaram por um show completo.

Bruno Amorim“Quando 60% do show é realizado, a praxe mundial no setor de entretenimento é que não se considera a hipótese de devolução de ingressos”, explicou Bruno Amorim (foto), diretor de comercial da corretora e consultora de riscos Aon, responsável por desenhar o programa de seguros para a promotora do evento de Justin. No caso do show de Justin, mais de 90% do show já tinha sido realizado, faltando apenas a última música e a mais esperada: Baby. As seguradoras que emitiram as apólices para os shows do Justin Bieber foram a Berkley (Responsabilidade Civil) e a Chubb (Acidentes Pessoais).

Porém, as mídias sociais logo trouxeram tranquilidade para a promotora do evento. Facebook, twitter e instagram foram invadidos por frases de amor, de repúdio e de pedido de desculpas a Justin pelo acontecido. I.C, uma adolescente de 12 anos, publicou em sua página no facebook: “Quem foi a fdp que tacou um objeto no meu baby !?????? Eu vou matar !!!!! Essa mina acabou com o show dele !!!! A musica mais esperada nao foi cantada !!!! Eu mato quem fez isso !!!”.

Assim sendo, ficou claro que não haveria pedidos de indenizações, que caso acontecesse, seriam arcados pela promotora do evento, uma vez que “mimimi” não estaria coberto pelo seguro conhecido como “no show”. Esse tipo de cobertura visa indenizar a promotora do evento em caso do artista não poder realizar o show por doença comprovada por médicos, acidente ou algo que o impeça de chegar ao local, como eventos da natureza, como uma forte chuva que deixa as vias interditadas, ou fechamento de aeroportos.

No caso da turnê de Michael Jackson, não realizada pela morte do pop star, as seguradoras teriam um grande desembolso para indenizar os fãs que já haviam comprado ingresso. Bilheteria esgotada, por sinal. No entanto, virou um objeto de desejo dos fãs manter o ingresso. Ou seja, uma expectativa de prejuízo transformada em lucro em função do amor do público pelo astro.

O atraso de 1h20 para entrar no palco também poderia ter causado tumulto. Se isso tivesse ocorrido, a seguradora tinha o compromisso de indenizar prejuízos causados. Tanto materiais como pessoais. “Neste caso o contrato é bem claro: paga-se. Mesmo que a culpa do tumulto tenha sido por um “gosto”do artista.

Ou seja, “mimimi” não está coberto na apólice de no show. Só “piriri”. Mas na apólice de responsabilidade civil, “mimimi” está coberto. Por isso, artistas que costumam ter ataques de “estrelismo”, pagam um preço mais alto pelo seguro. Como Elton John e Madonna, por exemplo. Já os que tem em seu estilo o respeito ao público, como Paul McCartney, U2, Bon Jovi, com entrada no palco no horário marcado, costumam ser disputados pelas seguradoras e, consequentemente, tem um custo menor para o contrato de seguro.

Grupo Bradesco Seguros é patrocinador máster de ‘Elis, a Musical’

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O Circuito Cultural Bradesco Seguros apresenta Elis, A Musical, espetáculo que recria a trajetória de uma das maiores cantoras da história da música brasileira. Com patrocínio máster do Grupo Bradesco Seguros, a superprodução estreia nesta sexta-feira (8/11) no Teatro Oi Casa Grande, no Rio de Janeiro, com direção de Dennis Carvalho e texto de Nelson Motta e Patricia Andrade. O elenco conta com Laila Garin (Elis Regina), Felipe Camargo (Ronaldo Bôscoli), Claudio Lins (Cesar Camargo Mariano), entre outros, que interpretam personagens emblemáticos da cultura do país, como Miele, Jair Rodrigues, Vinícius de Morais e Tom Jobim.

Ao patrocinar o espetáculo Elis, A Musical, o Grupo segurador reforça o compromisso de promover a cultura nacional e o entretenimento ao público brasileiro. “É com muita satisfação que o Circuito Cultural Bradesco Seguros apresenta ‘Elis, A musical’ para que o público seja novamente envolvido pelo trabalho dessa excepcional cantora imortalizada como uma das maiores vozes da música brasileira de todos os tempos”, afirma Alexandre Nogueira, diretor do Grupo Bradesco Seguros.

Sobre o Circuito Cultural Bradesco Seguros
O Circuito Cultural Bradesco Seguros apresenta ao público calendário diversificado de eventos artísticos nacionais e internacionais de grande sucesso, em diferentes áreas culturais como literatura, dança, música erudita, artes plásticas, teatro, concertos de música, exposições e grandes musicais, que contribuem para difundir cultura e entretenimento ao público brasileiro.

Recentemente, o Grupo Bradesco Seguros patrocinou diversos projetos culturais consagrados pelo público e crítica, entre eles: a “Série Dell’Arte Concertos Internacionais 2013”; a turnê nacional do espetáculo “Slava’s SnowShow”; a exposição “Adriana Varejão – Histórias às Margens”, realizada no MAM (Museu de Arte Moderna); e os musicais “Bibi – Histórias e Canções”, “O Mágico de Oz”, “A Família Addams”, “O Rei Leão” e “Tudo por um PopStar”.

AIG e Travel Guard alertam sobre proteções para residência durante férias

celular rouboO período de férias é um dos mais desejados do ano. É hora de planejar viagens e momentos de diversão, comprar passagens e reservar hospedagens. No entanto, além de organizar todos esses detalhes, algumas medidas devem ser levadas em conta para que o retorno das férias não se torne um pesadelo.

Durante as viagens, é comum que as residências fiquem vazias. De acordo com a Secretária de Segurança Pública de São Paulo, os roubos aumentam 30% durante as férias. Devido a esses fatores, o seguro viagem da AIG, o Travel Guard, oferece proteção para o patrimônio de seus clientes, garantindo a cobertura residencial para roubo ou furto durante o período.

Com logotipo recém reformulado, o Travel Guard também possui coberturas tradicionais para os viajantes, como seguro bagagem e assistência médica em caso de acidente e doença súbita e carteira protegida, que garante despesas para reposição de documentos, além do valor da carteira.

Além de centrais de atendimento próprias com atendentes que falam português, o seguro possui atuação global, com redes credenciadas nos cinco continentes. A apólice atende às especificações do Acordo de Schengen, convenção que obriga viajantes que não são cidadãos da Comunidade Econômica Europeia a contar com determinadas coberturas para visitarem esses países.

Mercado segurador e de TI debatem impacto das mudanças tecnológicas no setor

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Atentos às mudanças tecnológicas e sociais que impactam o mercado de seguros, representantes de seguradoras e líderes do segmento de TI se reúnem durante o Insurance Service Meeting 2013 para debater o “Mercado de Seguros: a tecnologia pavimentando a estrada para o futuro”. O evento, realizado pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), acontece entre os dias 8 e 10 de novembro, no Club Med Rio das Pedras, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.

As palestras abordarão temas como a captura de dados à distância (telemática) e seu impacto para as indústrias automotivas e de saúde; a posição do Brasil na geopolítica; a importância da análise preditiva para a subscrição automática de riscos corporativos e pessoais; as utilidades do iCloud e como ele pode auxiliar o mercado de seguros; os aspectos relevantes do Big Data – termo popular usado para descrever o crescimento, a disponibilidade e o uso exponencial de informações; a transição de linhas de negócio para a segmentação de clientes; e a posição no Brasil no desenvolvimento mundial.

Segundo o superintendente de Regulação da CNseg, Alexandre Leal, o objetivo do evento é estimular ainda mais o mercado de seguros brasileiro a investir em soluções de tecnologia. “Esta edição está muito focada na questão de captura, armazenagem e acesso a um grande volume de dados, e em como as empresas podem utilizar essa gama de informações para refinar seus modelos de precificação e identificar cada vez melhor as preferências, necessidades e características dos clientes”, explicou.

Outro destaque do uso da tecnologia no mercado de seguros é o aprimoramento das operações e do diálogo das empresas de seguro com os consumidores e corretores. “Com os instrumentos de coleta, armazenagem e acesso aos dados, a relação das empresas com seus clientes e também com corretores de seguros ganhará cada vez mais agilidade e dinâmica, ambos fundamentais para a criação de produtos e serviços cada vez mais adequados às necessidades de diferentes públicos”, ressalta Leal.

Em sua 7ª edição, o evento contará com palestras do estrategista sênior da Zurich Global, James Moffatt, o gerente do IDC, Alexandre Campos Silva, o diretor de Pesquisas da Gartner Lisboa, João Tapadinhas, o executivo da R18 Tecnologia e Comunicação, Rodrigo Arrigoni, o sócio-diretor do Data Popular, Renato Meirelles, o diretor do RC Consultores, Paulo Rabello de Castro e o jornalista e apresentador da CNN Internacional, Andrés Oppenheimer.

Serviço:

Insurance Service Meeting 2013

Data: 8 a 10 de novembro de 2013

Local: Club Med Rio das Pedras – Angra dos Reis, Rio de Janeiro

Horário: 12h30 às 18h (sexta-feira) e 9h30 às 18h (sábado)

Mais informações: www.insurancemeeting.org.br

Galiza: Sorry America, your insurance has been canceled

time galiza Em comemoração aos seus 150 anos de fundação, a resseguradora Swiss Re acaba de divulgar o estudo “A History of US Insurance”, analisando a evolução histórica do seguro nos Estados Unidos, alerta o consultor Francisco Galiza. Ele destaca a foto da capa da revista Time, de março de 1986, comentando sobre o aumento das ações judiciais de responsabilidade civil (sobretudo pelas indenizações na área de saúde), e o conseqüente desinteresse das seguradoras em comercializar produtos relacionados a esse tipo de risco. “É difícil não fazer certa analogia histórica desse fato com o ocorrido no mercado de seguro saúde individual no Brasil nos últimos anos”, comenta. Para quem se interessar, segue o link: http://media.150.swissre.com/documents/150Y_Markt_Broschuere_USA_EN_Inhalt.pdf

SulAmérica Auto lança serviço de reparo de arranhões

A partir do mês de novembro, a SulAmérica Seguros, Previdência, Investimentos e Capitalização, em parceria com a Autoglass, vai oferecer aos clientes SulAmérica Auto um novo benefício: o Serviço de Reparo de Arranhões. A novidade estará disponível em oito centros de atendimento C.A.S.A. espalhados em todo o Brasil, e também em lojas próprias da Autoglass.

O serviço consiste em um sistema de polimento com uma tinta especial, aplicável nos arranhões da lataria dos veículos. Este beneficio é exclusivo da Autoglass Brasil e ainda colabora com a sustentabilidade pois aplica o produto diretamente no arranhão, reduzindo o uso de tintas que poluem o meio ambiente. Os clientes SulAmérica Auto contarão com desconto, arcando com apenas parte do valor.

“A SulAmérica está constantemente buscando parcerias com grandes prestadoras de serviço para compor a oferta de benefícios aos segurados. Esses ´mimos´ nos permitem oferecer uma experiência ao segurado além do acionamento do seguro” diz o diretor de Automóvel, Eduardo Dal Ri.

Para testar a aceitação do serviço, entre os meses de maio e junho, o benefício foi oferecido na capital carioca em projeto piloto. Recebida positivamente pelos clientes, a companhia lança a novidade já com aprovação de muitos atendimentos realizados nos processos de testes.

O segurado que quiser aproveitar essa vantagem deve agendar o atendimento pelo telefone 0800 721 7055. A lista completa dos locais do benefício pode ser acessada em www.sulamerica.com.br