Seguradores revêem estratégias, por Cláudio Contador

brasil economicoInteressante artigo publicado pelo Brasil Econômico economista e diretor de Ensino Superior e Pesquisa da Escola Nacional de Seguros, Cláudio Contador. Vale a leitura!

A situação macroeconômica do Brasil é preocupante e certamente induz a indústria de seguros a rever estratégias e projeções de crescimento previstas no início de 2013. Crescer acima de 15% como se previa, tanto em vendas como em lucratividade, num cenário econômico que tem se deteriorado, é realmente desafiador. Até mesmo para um setor que ainda tem um grande potencial para crescer, como mostra a relação de participação no Produto Interno Bruto (PIB), ainda abaixo da média mundial de 8 %.

Considerando-se os segmentos de seguros gerais, vida e previdência, bem como títulos de capitalização, a indústria de seguros tem hoje uma participação de 3,4% do PIB brasileiro. Se acrescentarmos saúde suplementar a essa conta, o percentual salta para 5,7%, como tem divulgado a CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras. Além de o setor estar aquém da participação que pode alcançar no PIB, temos ainda outro indicador que revela o potencial desta indústria. O Brasil é o décimo quinto maior mercado de seguros do mundo e a sétima economia do planeta, sinalizando que ainda há muito espaço para vender produtos e equilibrar essa gangorra.

Apesar dos bons ventos para o setor, não está sendo um ano fácil. Crise na Europa e desaceleração no crescimento da China praticamente anulam os sinais de recuperação dos Estados Unidos. O Brasil sofre impactos da economia internacional, como baixo volume de investimento estrangeiro e valorização do dólar frente ao real. O governo está numa sinuca de bico. Temos uma projeção modesta do atual ritmo de crescimento do PIB para pouco mais de 2% em 2013, quiçá menos. Apesar do fraco crescimento projetado, espera-se que a taxa de desemprego continue baixa, mantendo o mercado de trabalho aquecido e aumento dos salários reais. Duas variáveis positivas para a economia.

claudio contadorEsse panorama, certamente, afeta vários segmentos da economia e, consequentemente, o de seguros. Corretoras, seguradoras e resseguradoras planejaram vender várias apólices de seguro garantia para proteger aportes em projetos milionários de infraestrutura e de expansão industrial, expectativa frustrada com a retração dos investidores diante da volatilidade.

Temos também a crise do império de Eike Batista, as dores do crescimento em explorar petróleo em águas profundas e uma parada técnica para repensar a tecnologia da energia eólica. Todos esses setores fizeram o Brasil ser considerado a bola da vez aos olhos dos estrangeiros, que agora passam a analisar também o seguro massificado como forma de buscar compensar o adiamento dos resultados esperados com grandes riscos.

Por outro lado, a recuperação da atividade econômica a partir do segundo semestre restaura a tranquilidade para que as seguradoras de benefícios e de bens patrimoniais possam atingir suas metas com a venda de apólices individuais. Isso acontece mesmo com o soluço no mercado de trabalho em junho, quando a redução na atividade econômica começou a afetar a criação de novos postos de trabalho, elevando a taxa de desemprego a 6%, depois de atingir o menor índice em dezembro de 2012, de 4,6%. Tudo isso passou e as perspectivas são mais róseas a partir do segundo semestre de 2013.

As manifestações populares ainda não afetaram o setor em termos de pedidos de indenizações. Pelo contrário. O que se tem visto é um aumento de pedido de cobertura para fazer frente ao risco eminente de perdas causadas por comoções populares. Outra notícia boa é que temos alguns setores fora da crise e que geram demanda por seguro, como construção civil e bens duráveis.

As seguradoras estão preparadas para enfrentar esse cenário, mas o índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras (ICES), desenvolvido pelo economista Francisco Galiza, tem mostrado que a fase de desalento está atingindo o setor. Enfim, é um ano cheio de desafios e de novidades: taxas de juro mais baixas, compressão de margens e forte concorrência. Este final de 2013 é ainda uma fase de transição, o que faz com que todos olhem para dentro com o objetivo de descobrir o que ainda falta ser aperfeiçoado para ganhar produtividade e crescer em 2014. Afinal, é provável que a economia logo se restabeleça e sairá na frente quem estiver pronto para esse momento.

Uma certeza? Não dá para fazer mais do mesmo. É preciso inovar.

R$ 230 milhões para o seguro rural

agricultor familiarBoa notícia para o pessoal envolvido com o seguro rural. O Congresso Nacional aprovou, na madrugada desta quinta-feira, 12 projetos de lei que autorizam o governo federal a abrir créditos suplementares ou especiais que, somados, atingem R$ 4 bilhões. O maior valor, de R$ 230 milhões, é para subsidiar o pagamento de seguro rural por 31 mil produtores do país. Serão contemplados programas nos ministérios da Educação, Esportes, Ciência e Tecnologia, Micro e Pequenas Empresas, Cidades, Transportes, Portos, Desenvolvimento Agrário, Justiça e Defesa, além da Justiça Federal, Eleitoral e do Trabalho.

Funenseg divulga pesquisa “Mulheres no mercado de seguros no Brasil”

funenseg mulherO número de mulheres já supera o de homens no mercado de seguros, correspondendo a 57%. Essas e outras novidades serão apresentadas no próximo dia 26, em São Paulo, durante a palestra sobre o estudo Mulheres no mercado de seguros no Brasil”. As conclusões do estudo serão divulgadas por Maria Helena Monteiro e por Francisco Galiza, sócio da Rating de Seguros, e coordenador da pesquisa. No dia 28 o evento será realizado no Rio de Janeiro.

SulAmérica fica com mais de 50% das ações ordinárias

patrick larragoiti“Após concluídas todas as operações, a família passa a ter o controle da SulAmérica, com mais de 50% das ações ordinárias, que têm direito a voto. Isso faz parte do trabalho de negociação feito há algum tempo de procura de novos acionistas, que culminou na entrada do IFC em maio e agora da Swiss Re”, informou Patrick Larragoiti, presidente do conselho de administração da SulAmérica, ao Valor. Ele que deixou claro que a família não quer dividir o controle da companhia.

Ontem a Swiss Re adquiriu 14,9% do capital da SulAmérica, por US$ 334 milhões, em uma transação que envolve a compra de parte da participação do grupo holandês ING na companhia, além de uma pequena fatia da família Larragoiti, tornando-se o segundo maior acionista da companhia, atrás apenas dos Larragoiti, que detêm o controle da seguradora. Segundo informou ao Valor, neste valor está embutido um pequeno prêmio em relação ao preço médio de negociação da unit (papel representativo de uma ação ordinária e duas preferenciais) da companhia nos últimos 90 dias. A unit da companhia terminou cotada a R$ 15,95 ontem.

O International Finance Corporation (IFC), braço financeiro do Banco Mundial, comprou uma participação de 7,9% na SulAmérica do ING por R$ 400 milhões. Segundo Larragoiti, a participação dos seus mais novos acionistas em outra operação de seguros no país não se configura em concorrência para a SulAmérica, que tem uma operação mais voltada para o varejo.

Como a idade impacta na contratação de um seguro?

logo-tacertoRelease

Um dos maiores sonhos dos jovens é ter seu próprio carro. O que muitos não sabem, é que um seguro de carro para pessoas entre 18 e 29 anos acaba saindo mais caro que para outras idades. Isso ocorre porque é essa a faixa etária em que há mais chances de ocorrer um sinistro, como um acidente.

Para se ter uma ideia, dados da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo apontam que homens entre 22 e 29 anos correspondem a 22% das internações por acidentes de trânsito em hospitais públicos do Estado no ano de 2012. Já o DPVAT pagou 51% de suas indenizações para vítima entre 18 e 34 anos no primeiro semestre de 2013. A ONU aponta que 1/3 dos acidentes de trânsito envolvem jovens até 25 anos.

Mas, há alguma alternativa para não pagar um valor tão alto? João Cardoso, cofundador da TaCerto.com, dá algumas dicas que ajudam a diminuir o valor do seguro de carros. “Como o jovem apresenta mais riscos, algumas atitudes diminuem os custos, como a instalação de alarmes e rastreadores e estacionar em garagem fechada ou estacionamento pago. Comprar um carro que não é muito visado pelos ladrões também é importante”, destaca. Cardoso ainda salienta que a comparação de preços e serviços oferecidos pelas seguradoras também pode diminuir o valor do prêmio. “Há seguradoras que dão bonificações para jovens que apresentarem curso de direção defensiva, por exemplo. Por isso, é importante pesquisar em diversas seguradoras”, finaliza.

Levantamento mostra custos de seguro por faixa etária

A TaCerto.com realizou um levantamento para verificar o preço dos seguros analisando somente a faixa etária. O estudo analisou as apólices vendidas pela Corretora e mostrou que os jovens até 29 anos pagam, em média, até R$ 300 a mais que pessoas acima de 40 anos, por exemplo. Outro dado interessante é que as mulheres que pertencem à essa faixa etária acabam pagando menos do que os homens. Foi também analisado as idades de quem contrata um seguro de maneira online.
Confira os dados na tabela abaixo:

Quem compra online
18 a 24 anos – 6%
25 a 29 anos – 21%
30 a 39 anos – 36%
40 a 49 anos – 18%
50 a 64 anos – 15%
65+ – 4%

Valor do seguro x Idade
18 a 24 anos – R$ 1.663
25 a 29 anos – R$ 1.870
30 a 39 anos – R$ 1.624
40 a 49 anos – R$ 1.505
50 a 64 anos – R$ 1.559
65+ – R$ 1.458

Mercado de seguro de pessoas cresce 12,09% em setembro e movimenta R$ 2 bilhões em prêmios

logo_fenaprevi1Release

O mercado de seguros de pessoas, que engloba produtos como o seguro prestamista, seguro educacional e seguros de vida individual e em grupo, movimentou R$ 2 bilhões em setembro, valor 12,09% superior ao R$ 1,8 bilhão registrado no mesmo mês do ano anterior.

O seguro de vida segue como a modalidade de seguros de pessoas com maior arrecadação de prêmios. A carteira de vida movimentou R$ 850,8 milhões no mês, alta de 14,96% frente a igual período de 2012, segundo levantamento da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade representante de 74 empresas que comercializam seguros de pessoas e previdência complementar aberta). “O desempenho deste seguro está diretamente relacionado ao crescimento da renda do brasileiro e à importância do produto para manutenção do padrão de vida dos dependentes na ausência do responsável financeiro na família”, diz Osvaldo do Nascimento, presidente da federação.

O auxílio funeral, produto que prevê cobertura das despesas incorridas com o sepultamento, em caso de falecimento do segurado, registrou o maior crescimento relativo no mês de setembro. Movimentou R$ 21 milhões, expansão de 44,68% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

O seguro educacional, por sua vez, também registrou forte expansão, arrecadando R$ 2,2 milhões em prêmios, valor 28,41% maior que o verificado em setembro de 2012. “É um produto que tem despertado mais interesse dos pais de alunos, pois garante o pagamento de mensalidade da escola no caso de morte ou de invalidez e desemprego daquele que é financeiramente responsável pelo estudante”, explica o presidente da federação.

O aumento na renda dos brasileiros impulsionou também o segmento de seguro viagem. As vendas dessa modalidade de seguro registraram um aumento de 24,90% e, com isso, o volume de prêmios totalizou R$ 7,6 milhões. O benefício dessa modalidade de proteção que tem interessado mais às pessoas é a cobertura para acidentes em deslocamentos no Brasil ou no exterior, podendo, também, cobrir o extravio ou perda de bagagens e despesas hospitalares e médicas de viajantes.

O levantamento da FenaPrevi mostra também que o seguro de acidentes pessoais obteve um bom desempenho em setembro de 2013. Contabilizou R$ 401,8 milhões em prêmios, alta de 13,22% em relação aos R$ 354,9 milhões alcançados em setembro de 2012.

Resultado Acumulado – Jan/Set de 2013

Na avaliação do resultado de janeiro a setembro o mercado de seguro de pessoas acumulou R$ 19 bilhões em prêmios. O resultado no período foi 18,61% maior que o verificado no mesmo período do ano passado.

Ranking das seguradoras por prêmios em setembro de 2013 – R$ 2 bilhões

Grupo BB/Mapfre (18,98%)

Grupo Bradesco (18,51%)

Grupo Itaú (14,36%)

Zurich Santander Brasil Seg. e Prev. (7,75%)

Grupo Caixa (4,78%)

Cardif do Brasil Vida e Prev. (4,17%)

Grupo HSBC (3,62%)

Icatu Seguros (3,37%)

Metropolitan Life Seguros e Prev. (3,07%)

Prudential do Brasil Seguros de Vida (2,23%)

*As demais seguradoras representaram 19,14% da arrecadação de prêmios de seguros de pessoas. Foram consideradas, para este ranking, as respectivas holdings.

Gigi, o sonho seguro da minha vida

PicCollage-2Deus, cá estou eu para lhe agradecer e dizer que estamos cuidando bem do presente que nos deu há 12 anos. Ela cresce linda, saudável e danada. Desde que chegou deixou claro que ninguém manda nela e que ela manda em todos. Estamos aqui insistindo que o caminho do meio é a melhor opção. Ta difícil, mas estamos otimistas. Temos muito tempo pela frente. Afinal, só tivemos 4.380 dias para ensinar.

Uma novidade. Ela e o Nick se entenderam neste ano. Dividiram o território. Ela não manda nele e nem ele nela. Mas ela manda no pai e o Nick em mim.

Tinha a esperança de que ela escolhesse as melhores coisas de cada um. Mas ela desafia até a genética. Na beleza física, modéstia à parte, pegou o melhor dos dois. Já no temperamento… Foi criativa. Escolheu a língua afiada, a determinação e a coragem da mãe. Tenho certeza de que elevou ao cubo a primeira escolha. Também herdou ser pirracenta e obstinada com tudo o que faz. Do pai escolheu o bom humor, o amor pela família, a bondade, a paixão pelos números e pelas piadinhas (para mim totalmente sem graça, mas eles morrem de rir). Também incorporou o hábito de “amanhã eu faço”, inclusive para o esporte. O gosto pela televisão também.
foto-14

Mesmo sem vontade de se mexer (adora dormir), se esforça, pois é inteligente e sabe que para ter boa saúde precisa investir na alimentação, no esporte e na prática do bem. Aprendeu a nadar, a andar de bike, a correr. Agora está arrasando na dança e no boxe. Tenho insistido na ioga, mas por enquanto nem pensar. Está na fase de coletivos. Adora estar com crianças da idade dela. Quer fazer ela obedecer? É só privá-la dos primos ou amigos. Foi difícil achar um castigo para ela. Temos também o celular como nosso aliado. Obedece até o Nick para não perder o Iphone.

Parques? Só os da Disney. Vai sozinha na Manta, uma montanha russa bem radical. De presente de aniversário no ano passado escolheu nadar com os golfinhos. Ficar na natureza a aborrece um pouco, pois as abelhas lhe deram uma dura e ela ficou magoada. Quem sabe em 2014 tenha novidades neste assunto. Afinal, apesar de ter uma memória de elefante, ela não guarda mágoas. IMG_6783

Sua saúde é excelente. Come menos frutas e legumes do que gostaríamos. E mais macarrão da nona do que o recomendado. Mas ninguém é de ferro. Ainda mais com tantas delícias italianas. Herdou também os dons culinários dos pais. Faz um bolo de cenoura maravilhoso. E agora também um tiramissu (sem café) de deixar qualquer italiano apaixonado.

Já se acha uma garota globalizada. Teve a oportunidade de conhecer alguns países e adora descobrir as palavras. Se vira sozinha no inglês e no alemão. Arranha um italiano e ano que vem começa no espanhol. Precisa melhorar na interpretação de texto (como tudo tem de ser do modo dela precisa praticar mais seu olhar para a realidade nua e crua), mas na redação já detona. Já escreveu até livros, acredita?IMG_4335

Por isso Deus, fique tranquilo. Seus anjos estão nos iluminando para sermos criativos na educação dela. Perdemos a paciência algumas vezes, pois ela adora tirar qualquer um do sério com a insistência. Segundo o pediatra, esse mecanismo foi desenvolvido com os desenhos do Tom & Jerry. Ela também tem muita paciência com a nossa ansiedade gerada pelo corre corre do dia a dia e com as nossas dificuldades para acompanhar a rapidez com que o mundo muda, inclusive no que diz respeito a tecnologia.

discovey coveJuntos, seguimos firme e forte na missão de manter a família unida. Nos amamos muito e nossa meta de construir um mundo melhor está sendo alcançada dia a dia. Obrigado por nos dar essa oportunidade de cuidarmos dela. E lhe asseguro: tá tudo dando certo. Mas não descuida de nós não. O mundo está desafiador e ela está apenas entrando na adolescência. Então, olho vivo. Precisamos de Ti sempre para cumprir a nossa missão com êxito!!! E, mais uma vez, somos imensamente gratos de sermos os pais da Gigi. O Senhor deve gostar muito de nós para nos ter dado esse anjinho! Cuida dela e de nós. E nos abençoe sempre com saúde física, mental e amor no coração. Do resto corremos atrás. Amém.

Quem diria… Swiss Re adquire fatia da SulAmérica

fusaoRelease da SulAmérica

A SulAmérica S.A. (BM&FBovespa: SULA11) comunicou hoje ao mercado que a Swiss Re assinou nesta data acordos para aquisição de parte das ações do ING e da Família Larragoiti na Companhia. Após a conclusão dessas aquisições a Swiss Re passará a deter, no total, 14,9% da SulAmérica, enquanto o ING reduzirá sua participação direta e indireta para 17,1%, com a Família Larragoiti passando a deter 20,9%.

Além disso, encontra-se em fase de fechamento o acordo que o ING assinou em fevereiro desse ano para a venda de 100% de sua participação na Sulasapar Participações S.A., controladora da SulAmérica, para a Família Larragoiti, fundadora do grupo, cuja conclusão é esperada ainda para esse ano. Uma vez concluída a transação, a Família Larragoiti aumentará sua participação para cerca de 28%, consolidando assim o controle da Companhia.

No contexto das transações anunciadas hoje, a Swiss Re terá o direito de indicar um membro para o Conselho de Administração da SulAmérica. A operação entre a Swiss Re e o ING está sujeita à aprovação prévia do CADE, de acordo com procedimentos normais para esse tipo de transação.

“Estamos muito entusiasmados com o resultado dessas operações”, afirma Patrick de Larragoiti Lucas, presidente do Conselho de Administração da SulAmérica. “Iniciaremos um novo ciclo de transformações na SulAmérica, após 11 anos de nossa bem sucedida associação ao ING. A Swiss Re é um nome de referência, mundialmente reconhecido por sua presença marcante no mercado de resseguros e seguros, com negócios desenvolvidos em diversas regiões e em várias linhas de negócios. É meu entendimento que compartilhamos a mesma visão de geração de valor no longo prazo e que a Swiss Re acredita no grande potencial de desenvolvimento da indústria de seguros no Brasil, e no ótimo posicionamento da SulAmérica nesse contexto.”

Fato Relevante

O ING Insurance International B.V. (“ING”) celebrou nessa data um contrato de compra e venda de ações (Share Purchase Agreement) (“Contrato de Compra e Venda”) com a Swiss Re Direct Investments Company Ltd (“Swiss Re”) segundo o qual o ING obrigou-se a vender à Swiss Re 37.693.075 (trinta e sete milhões, seiscentos e noventa e três mil e setenta e cinco) Units (“Units”), representativas de 37.693.075 (trinta e sete milhões, seiscentos e noventa e três mil e setenta e cinco) ações ordinárias e 75.386.150 (setenta e cinco milhões, trezentos e oitenta e seis mil, cento e cinquenta) ações preferenciais de emissão da Companhia.

Adicionalmente, a Swiss Re celebrou com os membros da Família Larragoiti, controladores indiretos da Companhia (“Família Larragoiti”), nessa mesma data, contrato para a aquisição de 13.106.928 (treze milhões, cento e seis mil, novecentos e vinte e oito) de Units, representativas de 13.106.928 (treze milhões, cento e seis mil, novecentos e vinte e oito) ações ordinárias e 26.213.856 (vinte e seis milhões, duzentas e treze mil, oitocentos e cinquenta e seis) ações preferenciais, representando cerca de 3,8% do total de ações da Companhia.

Quando ambas as operações forem concluídas, a Swiss Re deterá uma participação de 14,9% do capital total da SulAmérica. Ao mesmo tempo, a participação direta e indireta do ING na SulAmérica, representativa nesta data de 28,1% do capital social total da Companhia, será reduzida para 17,1% e a participação direta e indireta da Família Larragoiti passará a ser de 20,9%.

O objetivo da alienação de parte da participação direta da Família Larragoiti é a geração de recursos destinados à liquidação da operação celebrada entre a Sulasapar Participações S.A. (“Sulasapar”), controladora direta da Companhia, e o ING, anunciada em Fato Relevante datado de 27 de fevereiro de 2013, após a qual a Família Larragoiti deterá uma participação total direta e indireta de cerca de 28% do capital total da SulAmérica.

Os quadros abaixo refletem a composição societária da Companhia nesta data e uma vez que tenham sido efetivadas tanto as aquisições pela Swiss Re aqui referidas quanto a citada operação entre Sulasapar e ING:

No contexto dessas operações, a Swiss Re acordou os termos e condições de um acordo de acionistas com a Sulasapar, que lhe assegurará, como titular das Units, o direito de indicar 1 (um) membro para o Conselho de Administração da Companhia, sem quaisquer outros direitos políticos ou compartilhamento de poder decisório. O referido acordo somente entrará em vigor após o cumprimento de determinadas condições acordadas entre as partes.

Conforme foi informado à Companhia, o fechamento do Contrato de Compra e Venda celebrado entre o ING e a Swiss Re, e a consequente alienação das Units à Swiss Re, estão sujeitos ao cumprimento de determinadas condições suspensivas nele previstas, usuais em transações similares, incluindo a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE e a conclusão da referida operação entre o ING e a Sulasapar, reportada em Fato Relevante divulgado em 27 de fevereiro de 2013.

Sobre a Swiss Re: O grupo Swiss Re é uma das maiores empresas de resseguros, seguros e outras formas de transferência de riscos baseada em seguros. Atuando diretamente e através de corretores, sua base de clientes globais é formada por seguradoras, corporações de médio e grande porte e empresas do setor público. Oferecendo desde produtos padronizados até coberturas personalizadas em todas as linhas de negócios, a Swiss Re utiliza sua capacidade financeira, seu expertise e capacidade de inovar para permitir a tomada de risco que é a base das atividades e do progresso social. Fundada em 1863, em Zurique, na Suíça, a Swiss Re serve seus clientes em uma rede de mais de 60 escritórios em todo o mundo e é classificada como “AA-” pela Standard & Poor’s, “A1” pela Moody’s e “A+” pela A.M. Best. As ações da holding do grupo Swiss Re, Swiss Re Ltd, são listadas na bolsa de valores da Suíça (SIX Swiss Exchange), com o ticker SREN.

Max Thiermann assume a presidência do Instituto Sprinkler Brasil

Max Thiermann, presidente do Conselho de Administracao da Allianz SegurosMax Thiermann, atual presidente do Conselho de Administração e ex-CEO da Allianz Seguros, entre 2003 e 2012, agora é diretor presidente do Instituto Sprinkler Brasil (ISB), cargo que ocupará pelos próximos dois anos. Além dessas funções, Thiermann também é conselheiro de outras companhias que atuam no Brasil e diretor da FenaSaúde.

O Instituto Sprinkler Brasil é uma entidade sem fins lucrativos, destinada a promover e incentivar a divulgação de informações relativas ao combate a incêndios, por meio de sistemas hidráulicos automáticos contra fogo (sprinklers), em instalações comerciais e industriais, com o objetivo de conscientizar gestores púbicos e privados e a sociedade, de maneira geral, sobre a eficácia de tais sistemas. A entidade também realiza o monitoramento de processos decisórios do Poder Público, relacionados à segurança contra incêndio no Brasil, além de organizar estatísticas de incêndios ocorridos no País por meio de notícias veiculadas na mídia.

Fundado em 2011 a partir da união de esforços de duas empresas globais do segmento de seguros, a FM Global e a Allianz, o Instituto defende que o uso de chuveiros automáticos é a medida mais eficaz de evitar as consequências de incêndios e salvar vidas. O ISB é apoiado por representantes de várias entidades, especialistas em prevenção e proteção contra fogo, ligados a importantes instituições, como a Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), entre outros.

O que é um sprinkler?

O sprinkler automático ou chuveiro automático é um equipamento capaz de controlar ou suprimir um incêndio antes que ele se espalhe, por meio da distribuição de um jato de água que atua sobre o foco inicial do fogo. É um equipamento ativado a uma temperatura de 68˚C a 74˚C, que descarrega água espalhando-a em formato de guarda-chuva sobre o fogo.

Possui sistema de alarme para alertar sobre a presença de chamas aos ocupantes de um determinado local e assegura que o controle e a supressão do fogo estão em curso, minimizando perdas e facilitando o trabalho dos bombeiros. Ao contrário de equipamentos como extintores, mangueiras ou hidrantes, o sprinkler inicia o combate ao incêndio sem a necessidade da ação humana. Para mais informações, acesse: http://www.sprinklerbrasil.org.br/

MetLife lança pesquisa inédita sobre benefícios para empregados na América Latina

metlifeRelease

A MetLife, seguradora global com soluções em vida, previdência privada e planos odontológicos, acaba de lançar a terceira edição da pesquisa ‘Tendências Internacionais de Benefícios para Funcionários’.

Este estudo busca revelar tendências nacionais e internacionais na área de benefícios que auxiliem as companhias a atingir metas estratégicas de negócios e de retenção de talentos e ainda traçar as principais aspirações de funcionários para com seus empregadores. Grandes empresas no Brasil e em toda a América Latina já começaram a sentir a pressão dos custos inerentes a essa oferta no seu resultado financeiro.

Desenvolvido a partir da análise de mercado de três países – Brasil, Chile e México – o estudo revela que grande parte das empresas, tanto multinacionais atuantes na América Latina, as chamadas “multilatinas”, como as que operam em apenas um país, utilizam os benefícios como uma alavanca para alcançar metas de negócios, como aumentar a produtividade, a satisfação profissional do trabalhador e os índices de retenção.

De acordo com a pesquisa, cerca de 80% das empresas multilatinas oferecem benefícios a seus funcionários, enquanto pouco mais da metade, 52%, das nacionais dizem oferece-los. Outro destaque é que quatro em cada 10 empresas que atuam em mais de um país oferecem benefícios diferenciados para altos executivos. Esse índice entre as companhias nacionais cai para apenas 27%.

Para realizar este estudo, a MetLife entrevistou 700 empregadores e mais de 1100 funcionários nos três países participantes.

Os resultados indicam ainda um aumento no interesse das empresas em oferecer benefícios voluntários – aqueles em que os funcionários arcam com o pagamento de parte ou total do custo. Cerca de metade das empresas multilatinas oferece assistência odontológica para colaboradores que desejam pagar por esse serviço, em comparação com apenas um quarto das empresas que atuam em um único país.

Quando o tema é previdência privada, há um maior interesse entre os brasileiros quando comparado aos chilenos e mexicanos. Mais da metade dos trabalhadores do Brasil está interessado em aumentar a aposentadoria com um plano de pensão suplementar. Funcionários dos três países expressaram preocupação com suas finanças pessoais, incluindo uma falta de preparação para a aposentadoria. Cerca de 70% dos brasileiros teme não conseguir sobreviver com o valor calculado, mesmo percentual entre os chilenos e um pouco superior ao dos mexicanos (63%).

No Brasil, a estabilização do índice de desemprego aliado à crescente demanda por mão-de-obra qualificada fez com que as empresas inovassem nas propostas para atrair esses profissionais. A oferta de benefícios diferenciados tem se mostrado eficiente nessa demanda, auxiliando, inclusive, na retenção de funcionários.

A lealdade dos brasileiros para com empresas que investem em bons benefícios é de 72%. Este índice cai uma média de 20% entre trabalhadores que não os recebem. Em sua maioria, os colaboradores valorizam pacotes de benefícios oferecidos pelos empregadores, especialmente aqueles que vão além do que é exigido por lei e com foco na saúde e bem estar.

Nas edições anteriores da pesquisa, divulgadas em 2007 e 2011, o cenário mundial teve grande influência nos resultados da pesquisa. Enquanto na primeira a economia global estava em uma forte tendência crescente em todos os mercados, quatro anos depois a maioria dos países lutava contra as consequências da grande crise financeira.

Atualmente, a América Latina tem crescido e se expandido economicamente, particularmente no setor privado. O investimento de empresas nacionais e multinacionais em indústrias resultou em um crescimento na demanda de empregos na região e, consequentemente, criou a necessidade de se investir em novas formas para captação de colaboradores.

Sobre a MetLife

A MetLife é a maior seguradora independente do Brasil no segmento de vida e atua com seguro de vida, planos odontológicos e previdência privada. Líder nos EUA e México e com mais de 140 anos de experiência no mercado, possui 90 milhões de clientes em 50 países na América Latina, Ásia e Europa. No Brasil desde 1999, a MetLife vem expandindo suas operações e investindo em microsseguros, venda direta e consultoria financeira especializada. Mais informações no site www.metlife.com.br.