Pelo décimo segundo ano consecutivo, a marca Bradesco Seguros foi apontada pelo Instituto DataFolha como Top of Mind na categoria “Seguros”. A premiação – concedida anualmente às marcas mais lembradas pelo consumidor, com base em levantamento realizado em todo o País pelo Datafolha – ocorreu nesta terça-feira, 29 de outubro, em São Paulo. O Instituto ouviu 5.145 pessoas, entre 7 e 9 de agosto último, informa o blog Sonho Seguro.
Essa importante conquista reforça a liderança do Grupo Bradesco Seguros e reflete a sua estratégia de atuar em todos os municípios do País com empresas especialistas, promovendo ações para oferecer aos seus clientes excelência no atendimento, assim como segurança e tranquilidade por meio de seus produtos e serviços.
Criado em 1991, o prêmio é resultado de um levantamento anual feito por amostragem com a população adulta, em âmbito nacional, e de diferentes níveis sociais e escolaridades. Em 2013, foram premiadas as marcas mais lembradas pelo consumidor brasileiro em 54 categorias de produtos e serviços, sendo três delas inéditas.
A FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida) promove no próximo dia 07 o VI Seminário Internacional de Marketing e Vendas – Vida e Previdência. O evento acontecerá em São Paulo e vai reunir os principais especialistas, corretores e profissionais do mercado de previdência e seguros.
Este ano, o destaque internacional é o palestrante Mr. Walter Katz, membro da Million Dollar Round Table, entidade global que reúne um seleto grupo de profissionais da área de seguros de vida e do mercado financeiro. Katz irá apresentar no painel de abertura a palestra “Viver para vender enquanto aprendo a viver”.
O 2º painel do dia (Protagonismo Feminino – A Mulher no Mercado Segurador) será apresentado pela diretora do ensino técnico da Funenseg (Fundação Escola Nacional de Seguros), Maria Helena Monteiro. Os participantes do seminário terão também uma palestra com o executivo de consultoria em seguros da IBM, Pedro Luiz Coelho, o qual irá detalhar os principais resultados da pesquisa Interações Seguradora, Corretor e Cliente da IBM.
No 4º e último painel (Painel Mesa Redonda), Rene França Gomes, da Gomes e Gomes Corretora de Seguros, e Leandro Lougon, da Lougon Corretora de Seguros, apresentarão “Cases de Sucesso de Corretores e Seguros”.
Mais informações sobre o Seminário pelo telefone (11) 3266-6391 ou pelo e-mail: eventos@onecomunicacao.com.br
VI Seminário Internacional de Marketing e Vendas – Vida e Previdência
Dia 07 de Novembro de 2013 (quinta-feira)
Local: Hotel Pullman, Ibirapuera, São Paulo
Agenda
08h30 – Credenciamento
09h30 – Abertura
09h30 – 1º Painel
Tema: “Viver para vender enquanto aprendo a viver”
Palestrante: Mr. Walter Katz MDRT/USA
11h20 – Parada para o Café
11h35 – 2º Painel
Tema: “Protagonismo Feminino – A Mulher no Mercado Segurador”
Palestrante: Maria Helena Monteiro, Diretora de Ensino Técnico da Funenseg
13h30 – Almoço
14h30 – 3º Painel
Tema: “Resultados da pesquisa global IBM sobre as interações Seguradora-Corretor-Cliente”
Palestrante: Pedro Luiz Coelho, Executivo de Consultoria em Seguros
Sem qualquer surpresa quanto ao que vinha sendo discutido com o mercado segurador, a Resolução 296 do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), foi publicada no Diário Oficial da União. “A resolução está em linha com o que vínhamos debatendo com o grupo de trabalho formado por servidores da Superintendência de Seguros Privados (Susep), e da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e do Ministério da Fazenda”, informou Neival Freitas, diretor da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg). A nova regra poderá balizar a venda de outros produtos de seguros pelo varejo.
Segundo Freitas, a norma traz mais transparência na relação de todos os envolvidos: corretor, varejista, seguradora e consumidor. Esse segmento, que explodiu em vendas nos últimos cinco anos, lidera as queixas do mercado segurador. Entre as principais reclamações registradas nos órgãos de defesa do consumidor podemos citar o desconhecimento da compra do produto, o que revela a venda casada, e a dificuldade em obter o dinheiro de volta quando se descobria a inclusão do seguro no total da compra de um eletrodoméstico ou bens da linha marrom.
As seguradoras e as redes de varejo tem um prazo de 365 dias para adaptarem os contratos aos novos regulamentos. “Já vínhamos fazendo testes pilotos para testar sistemas e aperfeiçoar o atendimento ao consumidor em algumas lojas das redes varejistas. Com base nisso, acreditamos que as seguradoras estarão com os ajustes necessários mesmo antes do prazo determinado na Resolução”, afirmou o diretor da FenSeg ao blog Sonho Seguro. Casas Bahia, Magazine Luiza e Fast Shop estão entre as lojas com vendas dentro dos novos padrões em teste piloto em parceria com corretores e seguradoras Zurich e Garantech, parceiras da Casas Bahia, Assurant na Fast Shop e LuizaSeg, seguradora do Magazine Luiza em parceira com a Cardif.
O seguro de garantia estendida permite consertos e até trocas de produtos com defeito, num prazo maior do que o oferecido pelo fabricante. Entre as principais mudanças podemos citar a proibição das apólices coletivas, obrigando todos os contratos se transformarem em um seguro individual, e a proibição da venda casada, condicionando descontos ou mesmo a venda do produto da loja a compra do seguro.
Será preciso deixar claro o que o produto cobre. Há basicamente três tipos de seguros: com cobertura igual a dada pelo fabricante; cobertura com mais benefícios ao oferecido pelo fabricante; e cobertura com menor itens de proteção para tornar o preço mais acessível. Para tornar claro a compra do seguro, o valor tem de ser discriminado a parte. Um item importante, ressaltado por Freitas, é o segurado ter o direito de desistir do seguro no prazo de sete dias corridos, contados a partir da assinatura da proposta, no caso de contratação por apólice individual.
Outra novidade é a devolução do dinheiro. Se o consumidor desistir do seguro após o início do período de risco, a seguradora devolverá o valor proporcionalmente à razão entre o período de risco que falta e a cobertura que já foi feita. Em caso de sinistro, a seguradora tem até 30 dias para reparar, repor ou indenizar o segurado com o pagamento em dinheiro.
Mercado – O segmento de Garantia Estendida registrou vendas de R$ 1,9 bilhão entre janeiro e agosto de 2013, acima dos R$ 1,6 bilhão do mesmo período de 2012, crescimento nominal de 15,4%, segundo análise do consultor Luiz Roberto Castiglione. O estudo revela que a margem do produto passou a representar 22,7% dos prêmios ganhos contra 18,8% do ano passado. As reduções da sinistralidade retida e das despesas de comercialização justificam o aumento da margem. “Vale lembrar que essa modalidade está sendo alvo de questionamentos da SUSEP na parte que toca a distribuição. Nova Legislação poderá impactar no desempenho desse produto”, ressaltou. A líder de mercado é a Itaú Seguros com 48,7% das vendas totais (em 2012 era de 54,5%). Já São Paulo representou 72,7% das vendas totais (em 2012 era de 77,5%).
A Porto Seguro, eleita ontem pela Revista Carta Capital a seguradora mais admirada do país, divulgou nesta terça feira lucro líquido de R$ 174,8 milhões no terceiro trimestre, crescimento de 12% em relação a igual período do ano passado. O resultado consolida as operações de Porto, Azul e os segmentos de auto e residência do Itaú. O faturamento total da companhia cresceu 17,8%, para R$ 3,5 bilhões, sendo a operação de seguros responsável por R$ 3 bilhões, o que representou alta de 21% no volume de prêmios. O índice combinado, que mede a eficiência da operação de seguros, ficou em 95,8% no trimestre, queda de 2,4 pontos percentuais.
Veja abaixo a mensagem da administração e os principais destaques do balanço apresentado nesta terça-feira, segundo o blog Sonho Seguro:
No terceiro trimestre, e também nos nove primeiros meses do ano, os resultados operacionais apresentaram expressiva melhoria. O resultado operacional de seguros cresceu +R$ 54 milhões (127%) no 3o Tri (vs 3o Tri/2012) e +R$ 209 milhões (255%) no acumulado do ano. As receitas totais cresceram 18% no trimestre e continuamos a expandir tanto nos demais ramos de seguros, quanto em outros negócios, buscando estratégias sinérgicas e diferenciadas.
Os prêmios auferidos evoluíram 22% (3T13 x 3T12) e 20% (9M13 x 9M12), devido principalmente ao crescimento dos produtos de automóvel. Destacamos este crescimento nas três marcas: Azul, Itaú e Porto, com aumento de prêmios no trimestre de 31%, 27% e 21%, respectivamente. Tais crescimentos se deram em parte por um ambiente mais racional de precificação, revertendo o cenário de compressão de margens do ano passado; e em parte pela retomada no crescimento do número de itens segurados. No acumulado do ano, o crescimento da frota segurada já corresponde a duas vezes o número atingido em todo o ano de 2012 (320 mil x 149 mil respectivamente). O número de veículos segurados aumentou sobretudo fora da região sudeste, ratificando nossa estratégia de expansão geográfica.
O resultado operacional de seguros demonstrado pelo índice combinado atingiu 95,8% no 3T13 e 95,9% no 9M13. No trimestre, o índice combinado decresceu 2,4 p.p. em relação ao mesmo período do ano anterior. A sinistralidade total reduziu 3,1 p.p., direcionada pela queda na sinistralidade dos seguros de automóvel (-3,9 p.p.). O índice de despesas administrativas recuou aproximadamente 1 p.p., atingindo o patamar de 15,7%, dando continuidade a nossa busca de melhoria de eficiência operacional. Este é o melhor nível dos últimos 3 anos.
Nos negócios não seguros as receitas cresceram 24% no trimestre e 32% no acumulado do ano, principalmente impulsionadas pelas operações de crédito (cartão de crédito e financiamento). A participação dos outros negócios alcançou 19% do lucro total da empresa no 3T13 e 20% no 9M13.
Por outro lado, o resultado financeiro apresentou uma queda de 31% no trimestre (vs. 3T12), principalmente em função dos movimentos adversos relacionados às estratégias de juro real / inflação, e também em função da base de comparação com o expressivo resultado de 2012 (muito acima do CDI). Excluindo os recursos previdenciários, a rentabilidade no trimestre foi de 1,9%, correspondendo a 90% CDI.
Nesse contexto atingimos um ROAE de 16,0% (+0,5 p.p.) no trimestre e lucro líquido de R$ 177 milhões (aumento de 12% vs. 3T12). No acumulado do ano, o ROAE atingiu 14,6% (-0,3 p.p.) e o lucro líquido total da empresa alcançou R$ 478 milhões (+7%). Contudo, se isolarmos os efeitos da volatilidade do resultado financeiro (assumindo resultado neutro a 100% do CDI), o ROAE do 3T13 seria de 16,4% e o lucro líquido atingiria R$ 183 milhões.
Principais Destaques
Crescimento das receitas totais de 18% no 3T13 e de 15% no 9M13, em comparação ao mesmo período do ano anterior Aumento de 22% nos prêmios auferidos de seguros no 3° trimestre e 20% no 9M13 (2013 x 2012)
Lucro Líquido sem Business Combination no 3T13 de R$ 176,7 milhões (+12%) e de R$ 478,1 milhões (+7%) no 9M13 ROAE de 16,0% (+0,5 p.p.) no 3T13 e de 14,6% (-0,3 p.p.) no 9M13 (sem Business Combination)
Índice Combinado de seguros de 95,8% (-2,4 p.p.) no 3T13 e de 95,9% (-3,9 p.p.) no 9M13
Ajustando (pró-forma) os resultados para uma performance financeira neutra (100% do CDI), o lucro líquido do 3T13 alcançaria R$ 183,2 milhões (+34%), o ROAE seria de 16,4% (+2,8 p.p.) na mesma base de comparação
Índice DA (despesas administrativas) de seguros alcançou 15,7% (-0,8 p.p.) no 3T13 e 15,5% no 9M13 (-0,9 p.p.)
O Resultado Financeiro no 3T13, atingiu R$ 156,0 milhões, uma redução de 31% (vs. 3T12) – rentabilidade (ex. previdência) foi de 1,9% (90% do CDI) e a rentabilidade total atingiu 1,8% (85% do CDI)
Longe de seu concorrente Bradesco, o resultado de seguros, previdência e capitalização do Itaú representou 15,9% do ganho do banco no terceiro trimestre deste ano, dois pontos percentuais menor comparado a igual período no ano passado. No Bradesco o resultado do braço segurador chega a representar 30% do ganho do banco.
O Itaú Unibanco apresentou lucro líquido ajustado de R$ 4 bilhões no terceiro trimestre de 2013, crescimento de 11% ante R$ 3,6 bilhões registrados no segundo trimestre deste ano e 17,9% comparado aos R$ 3,4 bilhões alcançados no mesmo período de 2012. O lucro líquido das operações de seguros, previdência e capitalização totalizou R$ 1,4 bilhão no terceiro trimestre deste ano, queda de 1,2% em relação ao trimestre anterior. No acumulado do ano, essas receitas evoluíram 13,5% em comparação com o mesmo período do ano anterior. No terceiro trimestre de 2013, o lucro líquido recorrente de Seguros, Previdência e Capitalização somou R$ 618 milhões, crescimento de 4,5% em relação ao trimestre anterior, informa o blog Sonho Seguro. O retorno sobre o capital alocado atingiu 36,5% no período, aumento de 1,2 ponto percentual em relação ao trimestre anterior.
No terceiro trimestre de 2013, o lucro líquido recorrente de Seguros atingiu R$ 358 milhões, um crescimento de 12,5% em relação ao trimestre anterior, influenciado pelo crescimento dos prêmios ganhos e da margem financeira gerencial e pela redução das despesas não decorrentes de juros. No terceiro trimestre de 2013, os prêmios ganhos atingiram R$ 1,4 bilhão, desconsiderando a participação de 30% na Porto Seguro, crescimento de 2,2% em relação ao trimestre anterior. Considerando a participação, os prêmios ganhos totalizaram R$ 2,2 bilhões, aumento de 1,8% em relação ao segundo trimestre de 2013.
“Comparado ao trimestre anterior, temos como principais componentes que influenciaram no resultado o crescimento dos prêmios ganhos e da margem financeira gerencial, além da redução das despesas não decorrentes de juros. O aumento das receitas de prestação de serviços também contribuiu para a melhora do resultado”, informa o book de resultados publicado no portal do banco. No terceiro trimestre, na composição do lucro líquido recorrente, o subsegmento de Seguros apresentou crescimento de 4,1 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior, representando 57,9% do resultado.
O lucro líquido recorrente do subsegmento de Previdência atingiu R$ 204 milhões, uma redução de R$ 14 milhões em relação ao trimestre anterior. No terceiro trimestre de 2013, a captação total dos planos de previdência de pessoas físicas apresentou redução de 38,5% em relação ao trimestre anterior. A captação total dos planos de pessoas jurídicas atingiu R$ 360 milhões no período, diminuição de 14,3% no período.
Em capitalização, as provisões técnicas de previdência totalizaram em 30 de setembro de 2013 o montante de R$ 86 milhões, apresentando um acréscimo de 0,9% em relação ao saldo de 30 de junho de 2013 e de 13,4% quando comparado com o mesmo período do ano anterior. As receitas com taxa de administração somaram R$ 283 milhões no terceiro trimestre de 2013, um crescimento de 1,3% em relação ao segundo trimestre. O índice de resgates, que representa a relação entre resgates e o saldo das provisões técnicas de previdência atingiu 4%, apresentando aumentos de 0,1 e 1,3 ponto percentual em relação ao segundo trimestre de 2013 e ao mesmo período do ano anterior.
Segundo o relatório, o resultado está acima das expectativas do banco, que previa aumento entre 15% e 18% com receitas e serviços. De janeiro a setembro o resultado chegou a 21,7%. No terceiro trimestre de 2013, as provisões técnicas de seguros, previdência e capitalização totalizaram R$ 98,8 bilhões, evolução de 1,3% em relação ao período anterior.
Segundo o relatório, o banco realizou pesquisas quantitativas e qualitativas, visando entender melhor os clientes e aprimorar o processo de vendas. Também foi intensificada a oferta de produtos para os canais, como terminal de caixa e junto aos gerentes. Os produtos de Vida Individual e Acidentes Pessoais foram destaques no trimestre com recorde de vendas no mês de campanha na rede de agências. O seguro cartão protegido também teve crescimento representativo tanto na abertura de contas quanto nos terminais de caixa.
Deixar o carro na oficina aguardando a visita do perito da seguradora é coisa do passado. A partir de agora, os clientes do Grupo BB E MAPFRE contam com a comodidade de comunicar o seu sinistro pela internet, em caso de colisões entre veículos.
“O serviço é inédito e já está facilitando a rotina de muitos segurados. Se antes o processo poderia demorar três dias, hoje é resolvido sem burocracia, em cerca de três horas. O objetivo é trazer conforto e agilidade para o motorista em um momento tenso, como são os casos de batidas, e evitar transtornos pela falta do seu carro”, afirma Rogério Esteves, diretor de Sinistro de Automóvel.
O aviso pela Internet é simples e pode ser realizado pelos clientes da companhia, corretores e terceiros envolvidos no acidente. Para facilitar o envio dos documentos e fotos, o serviço conta com um tutorial disponível no site da BB Seguros e da Mapfre Seguros. Após o envio das informações, uma equipe exclusiva de técnicos avalia o sinistro e as fotos do veículo e envia para o e-mail do motorista o orçamento e a autorização de reparo do automóvel em uma das oficinas credenciadas da seguradora.
“Caso o segurado prefira também existe a possibilidade de deixar o veículo em um dos nossos P.A.R.E.s (Posto de Atendimento Rápido Especializado) e retirar imediatamente um carro reserva, caso tenha incluso esse benefício na apólice contratada, e nós encaminharemos o carro para a oficina realizar o reparo”, complementa Esteves. O Grupo BB E MAPFRE conta com 14,4% de participação de mercado do segmento de seguros para veículos. Cerca de 2,5 milhões de veículos são segurados pela companhia.
Aura Rebelo, diretora de Produtos e Marketing da Icatu Seguros, fará palestra no dia 31/10 no 2° Congresso Internacional de Seguros Massificados, que ocorre até sexta-feira em Miami (EUA). A executiva falará sobre novas abordagens para o desenvolvimento da educação financeira e aumento da demanda por produtos de proteção e planejamento financeiro. Aura abordará os seguintes tópicos: como explorar as necessidades de planejamento financeiro de cada segmento; como desenvolver programas de educação financeira por meio de conteúdo on-line, jogos e ações em redes sociais.
Empresas do mercado segurador brilharam no evento “As Empresas Mais Admiradas no Brasil”, promovido pela revista CartaCapital. Na categoria Seguradora, a Porto Seguro foi a vencedora. Em Previdência privada, quem levou o troféu foi a Bradesco Vida e Previdência. Outra empresa do grupo Bradesco levou também a estatueta de melhor empresa do ramo saúde, a Bradesco Saúde.
Essa foi a a 16ª edição da entrega de prêmios da pesquisa “As Empresas Mais Admiradas no Brasil”. O objetivo é homenagear as empresas e empresários que mais se destacam e contribuem para o desenvolvimento nacional.
O evento, realizado ontem, contou com a presença da presidente Dilma Rousseff, além de autoridades como Marina Silva, os senadores Eduardo Suplicy e Aécio Neves, os governadores Jaques Wagner (Bahia), Cid Gomes (Ceará) e Eduardo Campos (Pernambuco).
A presidente Dilma mostrou grande otimismo com o Brasil em seu discurso no evento da Carta Capital. “Sem sombra de dúvida, é um fato inegável: apesar de todos os problemas, 2013 tem se mostrado um ano melhor. Os dados reforçam a análise positiva. O desemprego tem mostrados os seus menores índices, a renda está retomando uma trajetória de alta e os índices de inadimplência tem demonstrado redução”, disse a presidente.
Segundo a Agência Estado, o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, disse durante o evento que o Brasil vive os efeitos revitalizadores do emprego, da renda e dos programas de beneficio social. “Há mudanças profundas no Brasil, na estrutura de consumo e no padrão de vida dos brasileiros”, afirmou. Segundo ele, enquanto a Europa convive com problemas de desemprego, “no Brasil a situação é diferente”. “A raiz das mudanças está na queda de alguns clichês, criados no passado”, ressaltou. Para o executivo, o Brasil está criando uma “nova classe média, com potencial de geração e crescimento de novos empregos, associada à capacidade de consumo das pessoas”. Trabuco destacou ainda o resultado do leilão de Libra, que vai influenciar no “desenvolvimento das próximas décadas”. “É crucial o Brasil colocar o pé no acelerador da infraestrutura”, disse.
A pesquisa, realizada pelo instituto Officina Sophia Conhecimento Aplicado, com mais de 1.200 executivos de todos os setores da economia, avalia as empresas a partir de 13 critérios: mais responsável com o meio ambiente e com a comunidade; produtos e serviços de qualidade; qualidade de gestão; maior solidez financeira; mais inovadora; marca mais forte e desejada no mercado; mais comprometida com o desenvolvimento do País; melhor ambiente de trabalho/mais preocupada com o desenvolvimento do profissional; ética; respeito com os consumidores; maior capacidade de competir globalmente; mais comprometida com o desenvolvimento sustentável e mais ativa/presente nas redes sociais.
O anuário “As Empresas Mais Admiradas no Brasil”, edição especial com o resultado completo da pesquisa, está nas bancas. Além do resultado, a edição traz uma análise do momento empresarial e os fatores que contribuem para as empresas premiadas serem admiradas.
Depois de muitos comentários, que até hoje circulam nos bastidores de seguros, a IstoÉ deu uma notinha sobre as especulações sobre a venda da carteira de grandes riscos do Itaú, que no passado esteve com o grupo XL. Interessados há. O que falta é fechar o negócio. Entre outros candidatos que são citados pelos executivos o mais forte era a Zurich. Mas nada foi concretizado. Quem sabe a presença de executivos de peso da matriz da Allianz no Brasil nesta semana seja para esse fim. Aguardemos, pois as empresas afirmam não comentar rumores!
O principal presente para comemorar os 40 anos do microcrédito no Brasil foi aliar o microsseguros ao projeto de inclusão financeira. Essa é uma das revelações do lançamento da publicação “Microfinaças: Microcrédito e Microsseguros no Brasil”, pela Câmara Temática de Finanças Sustentáveis do Conselho Empresarial Brasileiro para Desenvolvimento Sustentável (CEBDS).
Cerca de US$ 25 bilhões são operados pelo setor de microfinanças no mundo, capazes de atender a 100 milhões de clientes, que representam apenas 10% da demanda total, por meio da ação de cerca de 10 mil instituições, com natu- reza e qualidade heterogêneas. Microcrédito é o crédito de pequeno valor fornecido por instituições financeiras ou organizações a pessoas físicas e jurídicas. Microfinanças são uma das soluções para o problema da falta de acesso das camadas mais pobres aos produtos e serviços financeiros. O termo é uma evolução do conceito de microcrédito, englobando também os demais serviços financeiros que podem ser fornecidos pelas instituições, incluindo não só o crédito, como também poupanças, microinvestimentos e o microsseguro.
No Brasil, apesar do primeiro registro de microcrédito ter quatro décadas, as operações financeiras voltadas para a população mais carente só começaram a ganhar corpo nos últimos dois anos com incentivo recente do governo. O Banco Central prevê, desde 2011, o direcionamento de no mínimo 2% dos saldos dos depósitos à vista captados pelas instituições financeiras para operações de crédito destinadas à população de menor renda.
“O nosso objetivo foi fazer um diagnóstico, mostrar o potencial de crescimento e apontar alguns gargalos que precisam ser solucionados para ampliar a viabilidade financeira desse modelo de negócios, garantindo que os benefícios sejam expandidos a todos os envolvidos no processo”, disse Marina Grossi, presidente do CEBDS. Está claro para toda a equipe que as instituições financeiras precisam de um segundo momento para focar as discussões nos gargalos detectados neste estudo e assim traçar novas estratégias. Ficou claro também que o seguro é uma forma efetiva de manter as pessoas que ascenderam para as classes C e D no patamar social conquistado nos últimos anos.
A CNseg comecou a estudar microsseguros em 2006 e a primeira constatação foi que a vulnerabilidade das pessoas das classes C e D faz o seguro um instrumento importante, pois traz proteção, conta Maria Elena Bidino, diretora da CNseg. “Nós do mercado segurador temos um olhar muito otimista para o microsseguros e esta publicação mostra que os setores estão progredindo. Há muito a fazer, mas estarmos no caminho certo. Precisamos nos aproximar para que esta troca possa ajudar o setor e à população”, comentou durante o talk show realizado nesta terça-feira para o lançamento do estudo, na nova sede da Allianz. Segundo projeções da CNSeg, o setor tem potencial para fechar o ano com R$16,49 milhões em prêmios e quintuplicar esse montante em 2016.
Ueliton Rolim, do Santander Microcrédito, que há 14 anos atua com microcrédito, afirma que o grande desafio de todos é ter uma maior interação para poder atender a uma imensa parcela da população. “Estamos falando de pessoas que sempre trabalharam atendendo famílias e empresas. Agora elas, que sabem o que é satisfazer o clientes, querem ser bem atendidas”, afirmou o agente de crédito do Santander, banco atingiu o ponto de equilíbrio da operação há apenas dois anos, após doze anos de tentativas entre acertos e erros em projetos de inclusão financeira.
Hoje o Santander conta com 300 mil clientes, com tíquete médio de crédito de R$ 2 mil, e já atingiu a marca de R$ 2 bilhões em microcrédito concedidos nos 14 anos de operação, informou Rolim. Segundo o Satnander, a adimplência é da ordem de 95% e o indicador de inadimplência para mais de 90 dias está na casa dos 2%. O Banco Central informa que a taxa média de mercado é algo em torno de 5%, o que confirma o bom direcionamento e a relação de confiança com os clientes.
De acordo com o agente de crédito, a parte mais sensível e trabalhosa é o atendimento pós crédito. “Se esse trabalho não for feito é como dar um tiro no pé. O crédito é dado a um cliente com base apenas na apresentação de CPF, RG e comprovante de endereço. Se não houver o contato com o cliente, ele pode sequer receber o boleto para pagar a dívida”, informou.
Além de ressaltar a importância do investimento na educação financeira dos agentes, Rolim destacou a contenção de custos como prioritário para ter uma operação de microcrédito no azul. “Tem de ter escala e agentes de credito preparados para ter eficiência por se tratar de uma operação marcada pelo baixo custo. “É preciso investir no agente de crédito para levar o produto ao cliente”, frisa o agente de crédito do Santander.
Cláudio Boechat, professor da Fundação Dom Cabral, que conduziu o talk show, afirmou que a não interatividade entre as principais instituições e agentes envolvidos no microcrédito e microsseguros pode levar o pais ao fracasso. “Uma estrutura mais eficiente de microcrédito e microsseguro evita o vôo de galinha, ou seja, o sobe e desce da economia, um ciclo nefasto para a consolidação dos empreendedores. O grande sonho de uma instituição de ensino como a Dom Cabral é que o mercado financeiro seja o grande palco do avanço desses microempreendedores”.
Questionada sobre qual a função do microsseguro nesse cenário, Maria Elena destacou a importância das instituições financeiras se tornarem parceiras. “O seguro ajuda na mitigação de risco e também no pagamento da indenização para ajudar o cliente a repor um bem perdido com um acidente ou dar apoio à família em caso de perda de um dos membros mantenedor. Sem o seguro, a situação desse microempreendedor será ainda pior do que no início, pois ele estará devendo ao banco”, analisou.
Após se confirmar a importância da parceria entre as instituições, o estudo revela que há muitos desafios. “Sabemos que precisamos ter uma estratégia diferenciada com esse público com pouco ou nenhum conhecimento de seguro. Precisamos aperfeiçoar alguns mecanismo regulatórios e pensar em estratégias diferentes, desde a criação do produto, passando pela linguagem mais adequada para nos comunicarmos com essas classes sociais, até o treinamento de profissionais qualificados para a abordagem do cliente”, enfatiza Maria Elena.
Conforme a Caixa, para o cidadão que é excluído financeiramente, as dificuldades para lidar com dinheiro são maiores, quer seja para receber, guardar, transportar, investir ou simplesmente repassá-lo a terceiros, e os integrantes das classes econômicas D e E têm ainda maior dificuldade para sair da pobreza. O Itaú Unibanco concorda com essas dificuldades, e acredita em “uma concessão de crédito consciente e sustentável para empreendedores de baixa renda, formais ou infor- mais, bancarizados ou não”. O Bradesco reforça ainda que mudanças sociais como a elevação do poder aquisitivo da população brasileira aumentam a necessidade de acesso ao sistema financeiro. Conforme pesquisa do Ibope, são 52,8 milhões de brasileiros acima de 16 anos sem qualquer vínculo bancário em 2013, conta o estudo.
Microsseguro: potencial de US$ 40 bi no mundo – A Allianz, uma das maiores empresas de seguros do mundo, define microsseguros como a proteção contra riscos da vida especificamente para pessoas de baixa renda em países em desenvolvimento e mercados emergentes, com produtos e processos customizados para esse público. A Susep vai além dessa definição, diferenciando seguros populares, que são de pequenos valores mas podem ser adquiridos por qualquer pessoa, de microsseguros, direcionado para necessidades específicas de famílias de baixa renda, informa a publicação.
Esse grupo de pessoas de baixa renda seria representado por aqueles que vivem com mais de US$ 1,25 e menos de US$ 4,00 por dia, totalizando no mundo aproximadamente 2,6 bilhões de pessoas. Aqueles com menos de US$ 1,25 por dia seriam os extremamente pobres, e devem ser auxiliados por programas sociais, e aqueles com mais de US$ 4,00 poderiam usar os produtos tradicionais de seguro. O microsseguro tem um potencial de US$ 40 bilhões em prêmios por ano.
O estudo ressalta que microsseguros devem garantir premissas: benefícios sociais e benefícios empresariais. Nos primeiros, estão a possibilidade de proteger pessoas vulneráveis por sua condição econômica, possibilidade de expandir a inclusão financeira e proteger lucros e rendas ganhas com grande esforço. O microsseguro permite que o progresso social ocorra com menos riscos. Por outro lado, para os negócios, é o direcionador de inovações, sendo sempre eficiente economicamente, melhora a marca da organização e gera lucros razoáveis, ainda que não sempre significativos. Mais importante, as pessoas beneficiadas com microsseguros que melhorarem economicamente passarão a consumir produtos tradicionais que geram importantes lucros para as organizações.
No Brasil… – Ainda que no Brasil já existissem seguros populares, ou de baixo valor, oficialmente o microsseguro passou a existir em 2012 com a publicação das circulares Susep 439 a 444. Essas normas estabeleceram regras para os produtos de microsseguros, que seriam definidos em função de seu público alvo, que deve ser mensurável e preciso. Conforme o Grupo Bradesco Seguros, os produtos antes das normas eram produtos de seguros com prêmios baixos, mas eram produtos de prateleira, ou seja, nada impedia que fossem adquiridos por pessoas não enquadráveis na categoria de baixa renda
Em 2012, a Susep iniciou a regulação de microsseguros no Brasil e apenas em 2013 os primeiros produtos foram aprovados. A legislação de microsseguro veio modificar os conceitos aplicados na medida em que as empresas passam a ofertar produtos para um público-alvo específico e de acordo com regras feitas tão somente para esse tipo de seguro. Segundo a Bradesco Seguros, “a atuação no mercado de seguros para a baixa renda é uma resposta natural ao espectro de renda que compõe a base de clientes da Organização Bradesco, como pode ser verificado a partir dos relatórios anuais da administração. Adicionalmente, é filoso- fia da Organização Bradesco priorizar o crescimento orgânico e incorporar parcelas da população ainda não formalmente inseridas dentro do mercado financeiro e securitário”.
Antes mesmo da regularização do mercado de microsseguros, alguns bancos e grupos já possuíam produtos voltados para as classes menos favorecidas, como o Primeira Proteção Bradesco, ou o PASI, do Grupo BB e Mapfre. O Primeira Proteção Bradesco, criado em 2010, foi lançado como piloto nas comunidades da Rocinha (Rio de Janeiro) e Heliópolis (São Paulo). A partir daí e até o final de 2012, o volume acumulado de vendas foi superior a 2,15 milhões de coberturas.
O Grupo BB E Mapfre foi um dos precursores com o lançamento do PASI. Desde então, foram lançados outros produtos com essas características, como o CrediAmigo, Agro Amigo, Proteção Financeira, Vida Protegida e Premiada e Conta Protegida Telefônica, entre outros. Mas somente em 2012 o Grupo recebeu autorização da Susep para operar no ramo de microsseguros no território nacional. Nesse momento, foi lançado o Mapfre Decessos Você Tranquilo, destinado inicialmente aos moradores da comunidade do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, que, segundo o Censo IBGE de 2000, ocupa o último lugar no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da capital carioca. O BB Microsseguro Proteção Pessoal. Comercializado pelo Banco do Brasil desde maio de 2013, o produto é voltado para clientes com renda até R$ 3 mil.
Segundo o estudo, o Banco do Brasil foi a primeira instituição bancária do mercado a comercializar o produto nos moldes aprovados pela Susep. O Bradesco Seguros foi igualmente pioneiro, a primeira seguradora a ter um produto de microsseguro aprovado pela Susep, o Microsseguro Bradesco Proteção em Dobro, seguro residencial e de acidentes pessoais, acrescido de assistência funeral como adicional. O produto está na fase final de seu piloto em comunidades no Rio de Janeiro e em São Paulo: Cidade de Deus, Rocinha, Rio das Pedras, Santo Cristo e Heliópolis – sendo que o primeiro bilhete foi comercializado na Rocinha em maio de 2013. A comercialização será expandida a agências do Bradesco situadas em áreas de baixa renda em todo o território nacional.
O Itaú Unibanco oferece um seguro para proteger o crédito e a família do empreendedor, semelhante ao oferecido pela Allianz. Caso algum imprevisto como morte ou invalidez permanente total por acidente impeça o microempreendedor de trabalhar, o seguro cobre o pagamento das parcelas restantes, oferece uma assistência funeral e auxílio-alimentação.
Entre os patrocinadores do estudo temos Bradesco, Bradesco Seguros, Santander, Allianz, Banco do Brasil, Mapfre, Caixa, Itaú e governo federal. O estudo completo pode ser acessado no link http://www.cebds.org.br/media/uploads/microfinaças.pdf
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