Harley-Davidson Financial Services lança seguro para motocicletas no Brasil

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A Harley-Davidson Financial Services traz ao Brasil mais um novo produto, o seguro para motocicletas Harley-Davidson. Com ele, o braço financeiro da marca amplia ainda mais seu portfólio no mercado nacional, contribuindo para melhorar a experiência Harley-Davidson® dos clientes. O novo produto estará disponível no início de dezembro em todo o território brasileiro.

“A aquisição de uma motocicleta Harley-Davidson é a realização de um grande sonho de nossos clientes. Por isso, a oferta do seguro é uma ótima opção para que protejam o bem. Do nosso lado, aprimoramos a experiência deles com a marca e a deixamos mais premium e exclusiva”, afirma Longino Morawski, diretor-superintendente Comercial da Harley-Davidson do Brasil.

Oferecido em diversos países, o seguro para motocicletas Harley-Davidson oferece a cobertura automática de acessórios, muito valorizada pelos clientes. No Brasil, o produto foi desenvolvido por meio de um contrato de parceria entre a Harley-Davidson Financial Services e o Grupo Bradesco Seguros.

O seguro para motocicleta Harley-Davidson será oferecido a todos os clientes da marca e permitirá a manutenção, por um ano, sem depreciação, do valor do bem nos casos em que o seguro for contratado desde a compra da motocicleta na concessionária. Também terá validade quando for decretada a indenização integral, garantindo ao proprietário o valor de uma moto zero-quilômetro, desde que tenha sido o primeiro sinistro da apólice. Além disso, a cobertura inclui, até o valor de R$ 10 mil, os acessórios originais adquiridos nas concessionárias Harley-Davidson. Oferece, ainda, coberturas para danos causados na motocicleta e a terceiros, bem como coberturas adicionais de serviços de Assistência Dia e Noite, com quilometragem livre.

Em caso de roubo ou sinistro, basta o cliente entrar em contato com a concessionária onde a moto e o seguro foram adquiridos. O corretor responsável coordenará todas as ações necessárias para a solução do problema.

“Na Harley-Davidson, valorizamos o relacionamento que temos com nossos clientes e sua experiência de possuir uma motocicleta da marca. O novo seguro de motocicleta Harley-Davidson vai oferecer ainda mais opções para proteger esse investimento feito por eles e aumentar o prazer de pilotar uma motocicleta Harley”, diz John Klein, diretor regional da Harley-Davidson Financial Services para a América Latina.

“É uma honra ser a seguradora oficial de uma marca cobiçada e desejada como a Harley-Davidson. O Grupo Bradesco Seguros tem orgulho de aliar seu nome a esse ícone, que desde 1903 simboliza estilo de vida, liberdade e segurança”, explica Tarcísio Godoy (foto), diretor-geral da Bradesco Auto/RE, empresa integrante do Grupo Bradesco Seguros.

Produtos Harley-Davidson Financial Services

Além do seguro para motocicletas, a Harley-Davidson Financial Services, presente no Brasil desde dezembro de 2011 por meio de parcerias, oferece outros produtos financeiros para que o cliente possa desfrutar de uma experiência completa e premium com sua motocicleta Harley-Davidson.

Financiamento de motocicletas – O Harley-Davidson Finance é um produto especialmente criado para a compra de motocicletas da marca nas concessionárias oficiais. Os prazos são de 24 a 60 meses e a taxa de juros é umas das mais competitivas do mercado. As revendas estão interligadas ao sistema do banco para o envio de propostas de financiamento de modelos novos e seminovos, garantindo mais agilidade ao processo, sem a necessidade de o cliente ir até a agência bancária. Ou seja, é possível ter uma resposta rápida enquanto ele ainda está na concessionária.

Cartão de crédito Harley-Davidson – um dos produtos mais tradicionais da carteira, é comercializado localmente com a bandeira Visa, uma das mais aceitas nos estabelecimentos do mundo todo. O cartão oferece benefícios especiais, como um programa de recompensas diferenciado, serviço de concierge pessoal (na modalidade Platinum), seguros de viagem, de aluguel de automóveis e de bagagem extraviada, seja para o proprietário de motocicleta da marca ou fã. O pacote de vantagens é complementado pelos serviços básicos de cartão de crédito, como saques de emergências e cartão adicional, por exemplo. O produto está à disposição para o público em geral, em duas categorias: Gold e Platinum.

Harley-Davidson, Inc. é a empresa controladora da Harley-Davidson Motor Company e da Harley-Davidson Financial Services. A Harley-Davidson Motor Company produz motocicletas Custom, Power Cruiser e Touring de alta cilindrada e oferece uma linha Harley-Davidson completa de peças de motocicleta, acessórios, vestuário, equipamentos funcionais e mercadorias em geral. Harley-Davidson Financial Services oferece financiamento no atacado e varejo, seguros, garantia estendida e outros planos de proteção e cartão de crédito para concessionárias Harley-Davidson e motociclistas nos EUA e em outros mercados internacionais. Para mais informações, visite o site da Harley-Davidson na Web, em www.harley-davidson.com.

BRICS querem criar resseguradora

bricsInteressante matéria publicada no último dia 11 pelo The Economic Times, com base na Índia. Agora o Blog Sonho Seguro espera uma entrevista do IRB Brasil Re para saber mais detalhes. Enquanto aguardo, segue uma tradução livre (google melhorada kkk) do texto do portal indiano.

Depois de propor a criação de um banco de desenvolvimento, os países do bloco conhecido como Brics (Brasil, Rússia, Índia, China) se preparam para solucionar outro problema para tocar as obras de infra-estrutura: o resseguro. A reportagem conta que a Índia sugeriu aos demais membros, incluindo a África do Sul, que é preciso ter um ressegurador para cobrir grandes projetos de infraestrutura demandados pelas economias emergentes, uma vez que os países ocidentais impuseram sanções a alguns dos parceiros, como o Irã, fornecedor de petróleo para a Índia e outros países.

A proposta foi discutida em reunião realizada na África do Sul na semana passada, de acordo com um alto funcionário do governo . “Esse tema foi uma parte das discussões . A proposta está em um estágio muito inicial e nenhuma decisão final foi tomada” , disse o funcionário ao The Economic Times, acrescentando que era cedo demais para ter informações como capital da resseguradora e ramos que vai atuar.

O movimento vem de encontro com a criação do Banco de Desenvolvimento dos Brics. Em setembro, os países decidiram capitalizar a instituição de fomento com US$ 50 bilhões. Esta é parte da piscina exterior de US $ 100 bilhões de troca de reserva, para os quais a Rússia , Brasil e Índia contribuirá US$ 18 bilhões cada , África do Sul US$ 5 bilhões e China , o maior montante de US $ 41 bilhões. Economistas renomados têm afirmado que desde que o governo dos Estados Unidos declarou a redução do programa de flexibilização quantitativa, as divisas nacionais dos países em desenvolvimento começaram a cair e os investidores começaram a retirar os seus fundos desses países.

“Não há nenhum cronograma para a resseguradora, pois a idéia é dedicar atenção a ela somente quando o banco estiver num estágio mais avançado, o que todos esperam que aconteça em breve. acrescentou o funcionário. A proposta da empresa de resseguros é diversificar o risco e cobrir grandes projetos de infraestrutura e de desenvolvimento sustentável da economia dos países. De acordo com um relatório da consutoria PwC , o valor dos projetos industriais seguráveis e infraestrutura na China , Índia e Brasil aumentou desde 2005, para mais de US$ 20 trilhões de investimentos

“Além disso, essa empresa pode fornecer cobertura de resseguro em casos semelhantes a sanções de importação de petróleo do Irã “, disse o funcionário. Em razão das sanções impostas pelos Estados Unidos e pela União Europeia, as seguradoras e resseguradoras restringiram o contrato de seguro de importação de petróleo do Irã, reduzindo a cobertura de indenização em caso de uma reclamação de um bem segurado. A Índia também está esperançosa de que essa resseguradora pode ajudar o país com maior a elevar a participação de seguros no PIB do país, que hoje está em 0,7%.

O artigo completo em inglês pode ser lido no link:

http://economictimes.indiatimes.com/news/economy/policy/BRICS-nations-keen-to-set-up-reinsurance-company/articleshow/25569769.cms

Tecnologia vai impulsionar ferramentas de telemática na saúde e nos automóveis nos próximos anos

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A adoção da telemática no setor automotivo promete impactar o setor de seguros nos próximos anos. Hoje, apenas 1% dos carros do mundo possui o equipamento, mais comum na Itália, mas, nos próximos quinze anos, a ferramenta pode chegar a mais de 20 milhões de veículos. A estimativa foi apresentada durante a 7ª edição do Insurance Service Meeting, organizado pela CNseg entre os dias 8 e 10 de novembro, no Club Med Rio das Pedras, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.

Segundo o Estrategista Sênior da Zurich Global, James Moffatt, os custos do equipamento já estão caindo, o que pode impulsionar os estudos para adoção em massa da telemática em veículos brasileiros. “Com a telemática, podemos ver a distância, o período e a forma de direção do motorista – se freia muito, a velocidade, entre outros aspectos. O risco assumido pela seguradora será medido principalmente pela forma como o segurado dirige”, explica.

Na área de saúde, a telemática também promete modificar a forma de atendimento e o relacionamento do paciente com o médico. “Já existem equipamentos que monitoram batimentos cardíacos, pressão, etc. Esses dispositivos ficarão por toda a parte. Uma consulta básica, no médico, por exemplo, poderá ser feita remotamente. Grupos como a CNseg podem desenvolver padrões comuns para ajudar pessoas a entenderem a sua saúde”, diz Moffatt, da Zurich.

Tecnologia em alta

7ª economia do mundo, o Brasil hoje é ocupa o 4º lugar do ranking onde mais se investe em tecnologia, com US$ 180 bilhões investidos anualmente, a frente do México e da Argentina. Segundo o IDC, entre 2013 e 2020, 90% do crescimento de TI será relacionado à terceira plataforma – icloud, big data, mobilidade e social business, que hoje representa 22% dos gastos com TI no mundo. Segundo a empresa, só o iCloud, em janeiro de 2013, 46,6% dos executivos consideravam usar a “nuvem” como uma solução de negócios, contra 3,5% em janeiro de 2010. Segundo Alexandre Campos Silva, diretor do IDC, “o iCloud ajuda áreas de negócios a serem mais ágeis, mas a segurança e a rede ainda são barreiras a serem enfrentadas”.

Liberty Seguros lança campanha promocional e oferece mais de 1 mil ingressos para a Copa do Mundo

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A Liberty Seguros, patrocinadora oficial da Copa do Mundo, lançou no dia 8 de novembro campanha publicitária que tem como mote a distribuição de ingressos para o mundial de 2014, com o diferencial do cliente poder escolher as cidades em que quer assistir aos jogos. No mesmo dia a ação estreou o filme da campanha na TV fechada e, a partir do dia 17, começa a ser veiculado em TV Aberta. A Liberty visa premiar com mais de 1.000 ingressos os clientes da empresa. Intitulada Segura Meu Lugar, a campanha terá inserções no programa Esporte Espetacular e nos intervalos das novelas Além do Horizonte e Amor à Vida. O filme, com versões de 15 e 30 segundos, mostra o tetracampeão Cafu, embaixador da marca, na arquibancada de um estádio segurando o lugar dos torcedores que ganharam ingressos da Liberty Seguros. Do total do investimento de mídia da seguradora para ativação da marca no patrocínio 2013, 40% será dedicado a esta ação.

Os ingressos serão sorteados entre os clientes por meio de números da sorte, disponibilizados na compra ou renovação de produtos da seguradora. O cliente Liberty que realizar o cadastro ou validar os dados no Meu Espaço (ambiente on-line da Liberty Seguros criado para o cliente acompanhar abertura de sinistros, status de pagamentos, entre outros) garante um número para o sorteio. Na compra ou renovação dos seguros de acidentes pessoais, residência, auto ou seguros para pequenas e médias empresas, o cliente conquista três números. Já na contratação ou renovação de uma apólice de seguro de vida, a operação garante seis pontos para concorrer aos ingressos do mundial.

No total serão mais de 1.000 entradas, divididas em três sorteios que acontecerão em dezembro, fevereiro e abril, com ingressos da 1ª fase da Copa do Mundo da FIFA 2014™. O diferencial da campanha é que no momento do cadastro no Meu Espaço o segurado já escolhe em qual cidade sede quer concorrer ao ingresso.

Iniciativa para corretores

A campanha voltada aos corretores terá uma mecânica diferente. Os produtos incluídos na promoção também são outros, já que a venda de seguro auto não contará pontos. No total serão premiados 505 corretores, conforme desempenho de vendas, em quatro etapas. Os 160 melhores corretores de toda a campanha terão a oportunidade de participar do “Day Experience”, uma ação especial para levar o ganhador para assistir a um jogo das oitavas de final. Além disso, os 45 corretores que mais se destacarem nas vendas de cada produto participante ao longo da campanha (vida, acidentes pessoais, residência e seguros para pequenas e médias empresas) ganham um par de ingressos para a 1ª fase da Copa do Mundo da FIFA 2014™.

Na primeira etapa, que acontece em dezembro, os 100 melhores ganham um kit exclusivo com mochila, bola e camisa oficial da seleção brasileira. Em fevereiro, quando acontece a segunda etapa, mais 100 corretores serão premiados com uma mini geladeira. Já em abril, no encerramento da campanha, serão mais 100 premiados com uma TV. Também em abril será realizada a grande premiação final. Todas as informações sobre a campanha podem ser acessadas em www.libertyseguros.com.br/segurameulugar.

Saída de Luciano Portal da Susep, segundo nota da Veja, é desmentida pela autarquia

A saída de Luciano Portal do comando da Superintendência de Seguros Privados (Susep), segundo noticiou a coluna Radas, da Revista Veja, é desmentida pela assessoria de imprensa da autarquia. “Salientamos que não há qualquer indício de substituição do atual comando da Susep. Pelo contrário: há uma total satisfação do governo com a atuação da autarquia. O superintendente, ao contrário do que afirma a nota, não foi indicado pelo PTB, mas pelo próprio ministro, que o garante até o final do governo. A Susep, desde que o Luciano Portal Santanna assimiu a autarquia, tem disciplinado e atualizado normas em diversos segmentos do setor, com foco no consumidor e no desenvolvimento do mercado. Os exemplos são vastos, como as regras dos microsseguros, a venda por meios remotos, a obrigatoriedade do estabelecimento de ouvidorias pelas operadoras, regras mais rígidas para comercialização do seguro garantia estendida no varejo, o combate efetivo ao mercado marginal entre outras ações que visam proteger o consumidor. Todo esse trabalho é reconhecido dentro do governo federal e tem sido bastante elogiado no Ministério da Fazenda”, informou o email enviado pela comunicação da Susep.

Para entender o assunto, leia post abaixo sobre o assunto divulgado no dia 10 de novembro.

Icatu Seguros será representante da Insurope Network no Brasil

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A Icatu Seguros será representante da Insurope Network no Brasil. A Insurope é uma associação de seguradoras independentes que oferecem benefícios de seguros de vida e previdência no Programa Mundial de Beneficios (“Multinational Pooling”) para empresas multinacionais em todo o mundo. A empresa atua há 40 anos e está presente em mais de 80 países.

A parceria visa ampliar a competitividade da Icatu Seguros em negócios e serviços com filiais de empresas multinacionais no Brasil, gerando importantes benefícios e vantagens globais, como possibilidade de redução de custos e obtenção de dividendos. Inclusive, a Icatu Seguro está ampliando o seu time dedicado exclusivamente a multinacionais.

“Para a Icatu Seguros, a associação é mais uma força, unida a parceria já consolidada que possui com a Swiss Life, para oferecer seguros de vida em grupo e previdência corporativa, ampliando nossa atuação. Juntas, as duas empresas estão entre as cinco maiores do mundo para soluções do programa mundial de benefícios, referendando a solidez da nossa marca e a qualidade em serviços.” – afirma Luciano Snel, Vice-Presidente de Planejamento e Vendas da Icatu Seguros.

BB Seguridade lucra R$ 1,6 bilhão em nove meses

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A BB Seguridade apresentou lucro líquido de R$ 1,6 bilhão no acumulado de janeiro a setembro, o que re- presenta um retorno sobre o patrimônio líquido médio anualizado de 36%. As Companhias coligadas à BB Seguridade registraram recorde de emissão de prêmios e arrecadação. Nos noves primeiros meses do ano, foram emitidos R$ 10,3 bilhões em prêmios de seguros, além de R$ 15,6 bilhões em contribuições de previdência e R$ 4,4 bilhões arrecadados com planos de capitalização.

A BB Seguridade tornou-se uma Companhia de capital aberto em abril deste ano. Suas ações estrearam na BM&FBovespa em 29 de abril sob o ticker BBSE3. Des- de então, e até o encerramento do terceiro trimestre deste ano, a BBSE3 apresentou valorização de 31%, enquanto o Índice Bovespa registrou recuo de 4%. Até a emissão deste comunicado, o IPO da BB Seguridade se mantinha como o maior do mundo em 2013.

RECEITAS TOTAIS CRESCEM ACIMA DO MERCADO
O faturamento total das companhias coligadas à BB Seguridade, que inclui as receitas com seguros, previ- dência aberta e capitalização, alcançou R$ 30,5 bilhões até o final de setembro, apresentando crescimento de 29% sobre igual período de 2012. Este desempenho é duas vezes superior ao crescimento apresentado pelo mercado como um todo, de 14% na mesma base de comparação. A participação de mercado em arrecadação de seguros, previdência aberta e capitalização atingiu 24% no perí- odo de janeiro a setembro de 2013, com evolução de 2,7 pontos percentuais em relação a igual período de 2012.

PREVIDÊNCIA ABERTA: BRASILPREV RESPONDE POR 58% DA CAPTAÇÃO LÍQUIDA DO MERCADO
A Brasilprev ampliou sua liderança em captação líquida no terceiro trimestre graças a índices de resgate inferiores aos da indústria. Enquanto o mercado registrou resgate maior que a arrecadação em R$ 668,8 milhões, a Brasilprev manteve a captação líquida positiva, com R$ 1,1 bilhão, segundo dados da consultoria Quantum Axis. Em nove meses, a participação de mercado neste quesito chegou a 58%.As receitas com previdência aberta cresceram 26% em relação aos primeiros nove meses de 2012, o que levou a Brasilprev à liderança de mercado também em ter- mos de arrecadação.

CAPITALIZAÇÃO: BRASILCAP AMPLIA A LIDERANÇA COM ARRECADAÇÃO RECORDE
A arrecadação de títulos de capitalização atingiu R$ 4,4 bilhões no acumulado de janeiro a setembro, crescimento de 61% na comparação com o mesmo período de 2012, ante uma expansão de 27% observada no mercado como um todo. A participação de mercado em receitas cresceu de 23% para 29% no mesmo período, consolidando a Brasilcap como líder do segmento de capitalização.

SEGUROS: EMISSÃO DE PRÊMIOS CRESCE ACIMA DA INDÚSTRIA
Os prêmios de seguros emitidos pelas companhias coligadas à BB Seguridade (todos os segmentos, exceto VGBL e saúde) apresentaram crescimento de 24% so- bre o período de janeiro a setembro de 2012, contra expansão de 19% do mercado. A participação em prê- mios alcançou 17%, ampliando a liderança em relação aos principais concorrentes.

Os prêmios de seguros habitacionais mais que dobraram nos nove primeiros meses do ano, com 101% de crescimento em relação ao mesmo período do ano an- terior, enquanto o mercado atingiu 24%. Já os prêmios de seguros de automóveis apresentaram 22% de crescimento no mesmo período.

A BB Seguridade manteve, entre os meses de janeiro a setembro deste ano, a liderança de mercado em prêmios emitidos no segmento de pessoas, com 19% do mercado. Em seguros rurais, a Companhia cresceu 68% em arrecadação na comparação com o mesmo período de 2012, o que garantiu que a Companhia seguisse na liderança, com expressivos 75% das receitas do merca-
do, consolidando-se como a maior do mercado neste segmento.

NOVOS NEGÓCIOS: IRB PROPORCIONA R$ 12 MILHÕES EM RECEITAS DE EQUIVALÊNCIA NO TRIMESTRE

No 3T13 a BB Seguridade realizou o pagamento de R$ 547,4 milhões referentes à aquisição de participação de 20,5% no capital do IRB. A partir de setembro a BB Seguridade passou a reconhecer o resultado do IRB em suas demonstrações contábeis, na proporção de sua participação no capital daquela empresa. No 3T13 a Companhia contabilizou receitas de equivalência patrimonial no montante de R$11,8 milhões relacionados ao resultado da companhia de resseguros.

Presidente da Porto Seguro defende venda consultiva, em evento do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo

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O Clube dos Corretores de Seguros (CCS-SP) recebeu o presidente Fabio Luchetti e diretoria da Porto Seguro para o último almoço-palestra de 2013, realizado no dia 05 de novembro. “Temos a satisfação de receber esse jovem e brilhante executivo à frente de uma das companhias que está sempre ao lado do corretor e contribuiu para o crescimento da classe. A última propaganda da Porto Seguro sobre cartão de crédito dá o tom da parceria e do comprometimento com o canal corretor”, declarou o mentor do CCS-SP, Alexandre Camillo.

Fábio Luchetti iniciou sua apresentação destacando a diversidade de canais de distribuição de seguros e de atendimento ao cliente. “O consumidor está cada vez mais multicanal. Na soma das nossas empresas do grupo, temos mais de 25 milhões de atendimentos por ano. Mesmo com outros canais, o telefone não para de crescer. Com os corretores não é diferente, quando ocorre o sinistro o cliente quer falar, ser ouvido. Por isso temos de tomar cuidado para não trocar o canal apenas pela tendência (exemplo, internet). O conceito de multiplicidade de canais é que o consumidor tem que escolher como ser atendido – pode ser telefone, e-mail, internet, chat. É importante reforçar que nada substituirá o relacionamento, pois é o meio pelo qual se estabelece confiança”.

Temos hoje a venda de seguro por corretor e os sites de comparação de preços. “Sabemos que o canal corretor representa 90% do mercado brasileiro e os sites de comparação de preços nem 0,10% do mercado. Mas incomodam”, disse Luchetti. Ele explicou que os mercados com foco em serviços “constituem um ambiente no qual distribuição via corretor tem maior condição de se desenvolver”. Isso porque mercados com foco em serviços valorizam o contato pessoal, que é importante para a venda de serviços completos.

Os sites de comparação na Inglaterra induziram o consumidor a tomar a decisão por preço e desencadeou uma guerra que destruiu o mercado. “Começou com os multicálculos, que foram criados com a retórica de facilitar a vida dos corretores. Mas acabou gerando ansiedade no canal de distribuição que começou a afetar o preço. ‘Primeiro consigo o cliente, depois vejo o que faço’, era o pensamento. Isso levou as seguradoras a também brigarem por preço, o que destruiu o mercado. E causou a diminuição da percepção de valor do corretor”, disse Luchetti.

“Essa forma acabou condicionando o consumidor a buscar preço na tela, respondendo 45 perguntas e em cinco minutos recebia o preço de 30 a 40 seguradoras. Então pensava: ‘Era isso que o corretor fazia para mim a vida inteira?’. Destruiu a percepção de valor do corretor. Depois os corretores foram fortemente impactados, os pequenos e médios foram dizimados. O mercado inglês é para os poucos grandes corretores e brokers que sobraram nesse caos todo que foram instalados lá”.

“Vimos que aumentou também as fraudes no mercado de seguros inglês de forma absurda. Um erro crasso, as seguradoras na ânsia de vender, acharam por bem trocar a comissão de corretor por despesas de publicidade. Mas foi ilusão das seguradoras, porque as fraudes aumentaram. Elas não consideraram que o corretor é filtro do mercado, faz underwriting. O corretor precisa ter rentabilidade e não tem interesse em mandar para a seguradora riscos ruins. O resultado é que as receitas das seguradoras estão com prejuízo desde 2010”.

“A internet pode ser uma solução brilhante para corretores e seguradores, mas também pode ser um problemão se não tiver controle de como as coisas serão introduzidas na indústria. Hoje, pesquisei no Google seguro de automóvel e tudo o que apareceu foram sites de comparação. Com isso estamos condicionando o consumidor, criando uma tendência. No nosso mercado, não é bom para seguradoras, corretores e clientes, porque lá no final da curva vai perder a qualidade. Depois que acabaram as agências de viagens é que o sistema está se mostrando leonino, prejudicial e se reorganizando, mas às custas da falência de muitas empresas”.

Para Luchetti, o mercado não pode assistir isso de forma passiva. “Seguradores e corretores têm de discutir qual é de fato o interesse do site de cotações. Quem está por trás? O que as seguradoras querem? Quais corretores são os responsáveis? Não vamos nos iludir. Se hoje 90% do mercado passa pelo corretor, acho que vocês têm bastante força para discutir”.

Veja informa que Luciano Portal estaria deixando a Susep

luciano portal santannaSegundo a coluna de Lauro Jardim, da revista Veja, Luciano Portal, no cargo de superintendente da Susep desde 2011, por indicação do PTB, está deixando o posto. O PTB nomeará seu sucessor, informa o colunista de uma das revistas mais lida do País. Se é verdade ou não, só saberemos nesta semana que se inicia. Segundo fontes do mercado segurador, o sucessor mais bem contado é Dyogo Oliveira, secretário-executivo interino do Ministério da Fazenda.

O fato é que desde que Luciano Portal entrou não agradou o mercado de seguros. Publicamente, o que se observava, era uma grande briga entre ele e o antecessor, Armando Vergílio, hoje deputado e presidente da Fenacor, a federação dos corretores de seguros. Uma das mais polêmicas intervenções de Portal foi proibir a cobrança do custo de apólice, valor que era pago pelo consumidor, com aumento autorizado por Vergílio antes de deixar o cargo. O valor entrava direto no lucro das empresas e também dos corretores, que recebiam um percentual. No entanto, contam os agentes do setor, agora é possível colocar o custo de apólice em outra rúbrica do balanço, receita de serviços, o que permite que as seguradoras lancem nesta conta qualquer valor.

A parte essa medida, Luciano Portal se mostra avesso aos eventos promovidos pelo setor. Porém, recentemente participou da abertura da 6ª Conseguro, principal evento do mercado segurador, realizado nos dia 22 e 23 de outubro em Brasília. Tentou sair calado, mas os jornalistas o cercaram. Sairam da conversa com a notícia sobre a regulamentação da venda do seguro de garantia estendida pelo varejo. Uma boa ação da Susep em defesa do consumidor, tema sempre presente na gestão de Portal.

Neste mesmo evento, Dyogo, sentado próximo a Portal na cerimônia de abertura, fez um discurso que muito valorizou o setor:

cnseg conseguro“A mensagem mais importante que posso trazer a todos vocês está na confiança que temos na economia brasileira. Apesar de um excesso de pessimismo de alguns economistas com a economia, há números que mostram uma situação confortável do Brasil. O crescimento do PIB deve chegar a 2,5% em 2013, o que é mais do que o dobro de 2012. E a inflação está pouco abaixo do ano anterior. Com isso, pode ser descartada qualquer discussão sobre um cenário ruim para o Brasil. A economia segue um ciclo e nossa a avaliação é que estamos tendo um desempenho satisfatório. O nível de emprego se mostra benéfico. Estamos com 5,3% ao ano. Diante disso, temos um cenário que permite o crescimento do mercado de seguros, com perspectivas positivas para o futuro. O setor cresce a quase 20% neste ano. O setor continuará se desenvolvendo de maneira forte e plena, aproveitando as oportunidades que são geradas a cada dia. Essa história de sucesso dos últimos anos continuará. A visão de longo prazo desta Conferência, a meu ver, é tímida. Se olharmos o desempenho do setor na última década podemos ser mais otimista. O governo tem buscado contribuir com o setor, com normas estáveis e segurança jurídica. São mudanças relevantes que ajudarão o setor a ultrapassar suas projeções para 2025″.

Bem, vamos aguardar o que vem por ai. Realmente em ano eleitoral é muito dificil prever qualquer coisa. A indicação de um novo titular para o órgão que regula o mercado segurador, com vendas anuais de R$ 200 bilhões, pelo jeito, não deverá seguir as recomendações de estudos internacionais.

Em fevereiro deste ano, as repórteres Thais Fôlego e Luciana Bruno, do Valor Econômico, publicaram a matéria “Lenta e antiquada, Susep pode virar agência de seguros”. Nela contam que a autarquia foi criada em 1966, em pleno regime militar, e segue um modelo considerado ultrapassado pelo mercado e por entidades internacionais, por se tratar de uma autarquia sem as prerrogativas especiais dadas às agências reguladoras modernas. Isso impede o órgão de ter independência frente ao poder Executivo, que pode indicar e exonerar seus dirigentes quando quer, e de ter poder mais efetivo para punir irregularidades.

As jornalistas também destacam o relatório divulgado em dezembro de 2012 sobre o mercado de seguros brasileiro, pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). ” A estrutura legal que governa a Susep”, critica o estudo, afirmando que teria elementos que minam sua independência e capacidade de cumprir metas. “Não existe regra para a nomeação do superintendente e diretores, e não há requisitos mínimos de qualificação”, afirma relatório do FMI. “Os dirigentes são nomeados e podem, a qualquer momento, ser demitidos pelo presidente da República.” As indicações políticas para cargos na autarquia são criticadas também pelo mercado segurador.

A semana começa com muitas emoções para o mercado segurador.

Revista Apólice: Mundo terá novas revoluções industriais e tecnológicas em 5 anos

Jamille Niero / Revista Apólice

No médio prazo, os países emergentes e menos desenvolvidos terão que focar seus investimentos em inovação e conhecimento, porque as commodities não têm mais o mesmo valor que tinham antes. “Vivemos na economia do conhecimento. Se sairá melhor o país que conseguir exportar trabalho mental e não mais manual”, previu o jornalista Andrés Oppenheimer em palestra no 7º Insurance Service Meeting, realizado pela CNseg entre os dias 8 e 10 de novembro em Angra dos Reis, Rio de Janeiro.

As empresas precisarão encontrar maneiras de vender produtos mais sofisticados e que agreguem valor ao consumidor. Levar isso em conta será muito importante para os países da América Latina, incluindo o Brasil. Segundo ele, esta tendência se intensificará nos próximos 5 ou 10 anos, devido a cinco revoluções tecnológicas e industriais que o mundo viverá neste período.

A primeira nova revolução industrial se dará em termos da manufatura, com a intensificação do uso de impressoras 3D. Apesar de já existirem há três décadas, esses itens eram muito grandes, o que dificultava sua utilização de forma mais “massificada”. Agora, com impressoras menores, mais pessoas podem usar – é algo parecido com o que ocorreu com o computador pessoal que, ao ser transformado em um item menor por Bill Gates, conseguiu alcançar um número maior de usuários. “Elas vão impulsionar a evolução industrial, porque poderemos imprimir qualquer coisa. As marcas vão disponibilizar o design dos produtos na internet e poderemos comprar esse design, customizar de acordo com nosso gosto e imprimir em 3D”, apontou o jornalista.

A segunda revolução envolve transportes. Montadoras como Audi, Volkswagem e Mercedes-Benz já ofertam carros com sensores que estacionam sozinhos. O Google já apresentou um carro que pode circular sem motorista e alguns estados norte-americanos já autorizaram testes com veiculos sem condutores em suas ruas. Carros que dirigem sem motorista já são realidade, é uma tecnologia que já existe e pode reduzir, e muito, acidentes com automóveis – considerando que 95% destes ocorrem devido a falhas humanas. Com isso, o risco de acidentes seria menor e, consequentemente, o seguro de automóvel não haveria necessidade de cobrir este risco. Estudos indicam que os prêmios de seguro diminuirão 20% até 2017 e 80% de 2018 a 2022 com o uso desta tecnologia. “As seguradoras precisarão diversificar mais seu portfolio”, brincou Oppenheimer. Mas por que essa tecnologia ainda não é aplicada de verdade nas ruas? “Ainda não ficou decidido de quem seria a responsabilidade caso ocorresse algum acidente”, justificou.

Ainda em transportes, outra tecnologia que deverá revolucionar o mundo é o uso de drones – veículos aéreos não tripulados. Hoje eles são usados majoritariamente pela polícia e guarda costeira, mas em breve, nos Estados Unidos, será possível o uso comercial. “A Domino’s (famosa rede de pizzarias norte-americana) está trabalhando para ter drones entregando suas pizzas”, sinalizou Oppenheimer, brincando que “as seguradoras recuperarão os prêmios que perderam em seguro de automóvel garantindo a alta circulação de drones nos céus”.

A terceira revolução tecnológica que deverá ser consistente nos próximos 5 anos será a médica. Hoje, já temos relógios que medem nossos passos, batimentos cardíacos e até quantas horas dormimos à noite. Em breve, este mesmo relógio, ao perceber alterações no seu batimento cardíaco, já enviará os dados automaticamente para seu médico, que entrará em contato para verificar o que houve.

A quarta revolução será a da educação, com a educação individualizada e o auxílio da tecnologia. Os estudantes passarão a estudar em casa e fazer o dever de casa na escola, com a ajuda dos professores. A revolução espacial será a quinta. Empresas privadas, como a gigante Virgin Galactic, já se articulam para a pesquisa e o turismo espacial, que deverá acontecer muito em breve.

“Essas revoluções representam boas oportunidades para o mercado segurador”, complementou Oppenheimer, acrescentando que os países que se sairão melhor, crescerão mais rapidamente e reduzirão mais a pobreza serão aqueles que investirem mais no trabalho intelectual.