Luciano Portal rebate críticas no portal Consultor Jurídico

Artigo de Luciano Portal Santanna, Superintende da Susep, Procurador Federal, Pós-Graduado em Direito do Estado e da Regulação e Mestre em Direito da Regulação Econômica, publicado na Consultor Jurídico

luciano3_450Em homenagem ao princípio da transparência na Administração Pública, cuja importância e aplicabilidade cresceram de maneira exponencial nos últimos anos, especialmente em razão de ações implementadas no âmbito do Governo Federal, vimos, democrática e respeitosamente, prestar os necessários esclarecimentos à comunidade jurídica acerca de recente entrevista publicada neste prestigiado site, via qual foram feitas críticas em relação ao intervencionismo regulatório e à capacidade técnica do corpo funcional da Superintendência de Seguros Privados – SUSEP.

Não obstante a superação do laissez-faire, expressão que simboliza o liberalismo econômico que tantos danos já causou à economia mundial, vez ou outra ressurge no espaço público o discurso, nem sempre desinteressado, avesso à intervenção estatal na economia, no caso específico à ação de natureza regulatória no mercado de seguros.

Chama a atenção, no entanto, que esse combalido discurso econômico-liberal, a pretexto do zelo com crescimento “natural” do mercado, ressurja justamente num segmento da economia que recentemente escapou ileso em meio à crise econômica internacional graças justamente à ação regulatória, preventiva e eficaz; que cresce como poucos setores da economia nacional e internacional, em completo descolamento com o crescimento do PIB brasileiro; e que, paradoxalmente, tem sido objeto de medidas regulatórias que nitidamente favorecem o seu desenvolvimento.

Em sintonia com a política de inclusão social e financeira do Governo Federal, que tem beneficiado a milhões de brasileiros, a Susep recentemente regulamentou o microsseguro no Brasil (com regras de estímulo ao seu desenvolvimento e que há anos eram aguardadas pelo mercado), disciplinou a comercialização de seguros na extensa rede varejo (importante canal para acesso ao consumidor de baixa renda e que amplia drasticamente o número de agentes responsáveis pela distribuição de seguros) e também por meios remotos (estimulando o uso da internet e do telefone como meios de contratação, instrumentos ainda praticamente inexplorados pelas seguradoras no País, ao contrário do que ocorre no exterior). Tudo com o escopo de proporcionar maior acesso, facilidade, agilidade, transparência e redução de preços ao consumidor, mas também favorecendo o crescimento sustentável do mercado.

Não se ignora, contudo, que o excesso de regulação pode trazer prejuízos injustificáveis à atividade econômica. A propósito, a moderna doutrina jurídica orienta no sentido de que a legitimidade regulatória não advém exclusivamente da competência formalmente conferida por lei aos reguladores, mas também da qualidade da fundamentação de suas decisões (precedida de análise de impacto regulatório) e do uso de procedimento que propicie a crítica prévia, o debate, a apresentação de sugestões e, assim, o aprimoramento das propostas de normativos ou mesmo o seu arquivamento, quando seus efeitos sejam considerados inadequados ou desproporcionais para atingir os objetivos almejados.

O processo normativo no âmbito Susep obedece plenamente a tais critérios. Temos comissões mistas permanentes; em algumas matérias mais complexas criamos grupos de trabalho, também com a participação do setor; normalmente as propostas são submetidas à consulta pública e sempre, em qualquer hipótese, a aprovação dos normativos é precedida de reuniões com representantes do mercado regulado. Recentemente passamos a justificar nos processos respectivos o acolhimento ou a rejeição de cada uma das sugestões apresentadas. Tudo de forma a permitir transparência e maior qualidade na ação normativa, totalmente desprovida de qualquer interferência político-partidária.

Verificamos que a crítica, nos seus aspectos mais específicos, também revela elevado grau de desconhecimento em relação à ação regulatória da autarquia. No seguro de responsabilidade civil de D&O, tema no qual o próprio autor reconhece ignorar as razões da vedação da cobertura por risco de multa administrativa para aqueles que exercem funções de gerência ou direção, a Susep apenas e simplesmente deu cumprimento à recomendação do órgão da Advocacia-Geral da União responsável por sua orientação jurídica e, após debate interno e com os agentes do mercado, elaborou minuta de normativo que disciplina a matéria no mesmo sentido pretendido pelo autor de tão severa critica e que irá à consulta pública nos próximos dias, razão pela qual deixo de debatê-la no seu mérito.

Em relação ao suposto engessamento do mercado de seguros de responsabilidade civil, em razão da inibição da criatividade e dos padrões impostos pela Susep, com a devida vênia, não há como concordar. Por muito tempo, as normas relacionadas editadas pelo IRB, ad referendum, requeriam, em caráter obrigatório, além da cobertura principal, dezenas de outras coberturas adicionais, constituindo um conjunto apropriado apenas para grandes empresas. Quando da entrada em vigor da Lei Nº 10.406, em 2003, a SUSEP se prontificou a adaptar os normativos em vigor às disposições do novo Código Civil, e, com intensa colaboração da FenSeg, iniciou um trabalho de atualização do seguro de RC Geral, cuja norma básica remontava a 1981.

A tônica de tal atualização foi democratizar o seguro de RC Geral, permitindo a pequenos empresários obterem seguros adequados às suas atividades, de maneira que não os obrigassem a contratar coberturas que não lhes interessavam. Nesse contexto, a nova circular nunca estabeleceu a obrigatoriedade do uso das Condições Contratuais Padronizadas e as seguradoras sempre tiveram liberdade para desenhar produtos adequados a um segurado específico, desde que respeitada a legislação em vigor.

Obviamente, tratando-se de uma norma muito extensa, já eram esperados ajustes, os quais vêm ocorrendo na medida em que a própria Susep verifica essa necessidade e desde que surjam demandas das partes interessadas adequadamente justificadas.

Paralelamente, a disponibilização do seguro para pequenos e médios segurados tem proporcionado a entrada, no ramo, de outras seguradoras especializadas. Tal comportamento é constatado nos dados estatísticos do mercado, que demonstram que o número de players vem aumentado a partir de 2011. Aliás, ao contrário do que é observado nos demais segmentos, o Ramo de Responsabilidade Civil é um dos poucos em que a evolução temporal dos dados mostra que a concentração vem sendo reduzida, tendência registrada, inclusive, após a publicação da norma. Tampouco tem fundamento a crítica que advém em face da vedação dos denominados produtos singulares, que representavam buracos negros no sistema de supervisão.

Ao contrário de todos os demais produtos, que são previamente analisados pela autarquia consoante o disposto na legislação, especialmente com o propósito de verificar sua adequação ao consumidor, os singulares não passavam por qualquer crivo regulatório a pretexto da impossibilidade de, num mercado secular como o de seguros, desenvolver produtos que atendam a todas as necessidades advindas da evolução e do dinamismo das relações sociais e econômicas. Ora, da análise do mercado, verificamos que não há dinamismo ou criatividade que não possa ser traduzida num plano de seguro submetido à análise prévia da autarquia. Uma vez liberado pela área técnica esse plano, o respectivo produto poderá ser comercializado quantas vezes desejar a seguradora.

De fato, a partir da publicação da Circular Susep n° 458/2012, tais planos continuam a ser submetidos à Susep, contudo devem observar o disposto no normativo, por meio de coberturas adicionais e/ou condições particulares, de contratação facultativa, inseridas em planos não-padronizados, de forma a atender as necessidades específicas de seus segurados. Ou seja, o que foi extinto foi a forma de apresentação dos então chamados seguros singulares, que era muito simplificada e dificultava o controle satisfatório por parte da Susep.

Esta questão, que envolve diretamente os chamados “programas mundiais”, foi, recentemente, discutida com representantes do mercado, quando da realização de workshop organizado pela FenSeg, e que contou com a participação de um grande número de técnicos da Susep e de representantes de grandes multinacionais, com o objetivo de elucidar as principais dúvidas sobre a elaboração desse tipo de produtos.

Na ocasião restou claro que os produtos tradicionais poderiam atender a essas demandas, em muitos casos necessitando apenas da elaboração de condições particulares que atendessem solicitações específicas desses segurados.

Não somos, de qualquer forma, reativos a reflexão sobre qualquer tema e possibilidade de alteração normativa existe na medida em que os argumentos se apresentarem tecnicamente sustentáveis e razoáveis.

Os períodos de transição estabelecidos entre um normativo e outro podem gerar estresse, normalmente decorrentes da falta de atenção a alguma regra, inclusive no que tange ao prazo estabelecido para adaptação. A Susep se mantém atenta ao impacto de suas ações e não raro, como já ocorreu no caso, prorroga prazos quando verifica sua necessidade. Certo é que teremos, ao fim desse período de transição, produtos de seguro de responsabilidade civil com melhor qualidade ao consumidor, em relação a quem o Estado tem o dever constitucional de tutela.

Antes do desejado “compromisso com o negócio”, a Susep tem um compromisso com o respeito à ordem jurídica e com o consumidor brasileiro, que é o beneficiário final de sua ação regulatória, sempre pautada nos princípios da razoabilidade e da proporcionalidade.

É justamente nesta seara que, embora por motivação notadamente diversa, também defendemos para a Susep regras similares às conferidas às agências reguladoras, no que tange à investidura e à vedação à exoneração ad nutum dos seus dirigentes. A utilização de critérios técnicos e objetivos para escolha dos diretores deveria, sem dúvida, constar do texto legal, considerando não apenas a capacidade dos indicados como também o risco de um “demasiado compromisso com o negócio”, que seja capaz de gerar um desequilíbrio na atuação do regulador.

No mesmo sentido, a vedação à exoneração desmotivada dos dirigentes, antes de transcorrido determinado lapso temporal para os quais seriam nomeados, minimizaria o efeito de pressões por ocasião da tomada de importantes decisões, conferindo-lhes, em tese, maior autonomia.

Os entes públicos estão, todos eles, sujeitos à critica e é salutar e democrático que assim o seja, até mesmo para o aperfeiçoamento de sua estrutura e forma de atuação. Respeitamos, pois, a crítica pública, especialmente quando construtiva. O mesmo não pode ser dito, todavia, de uma manifestação que desqualifica, de forma injusta, o quadro de servidores da Susep.

Os profissionais recém-admitidos na Susep, por meio de difíceis e concorridos concursos públicos (para cargos que têm remuneração diferenciada, inclusive em relação àqueles que compõem a estrutura das agências reguladoras), têm formação em diversas áreas do conhecimento e são recepcionados por profissionais experientes e altamente qualificados, permitindo a transferência da chamada “cultura da casa”, construída ao longo de várias décadas.

Como a carreira da SUSEP é valorizada pelo mercado de trabalho, os concursos selecionam não apenas recém-formados, como afirma o entrevistado, mas também, e principalmente, pessoas que já atuavam no segmento há alguns anos, nos quais se incluem ex-servidores do IRB – Brasil Re e executivos de seguradoras. Vale observar que a média de ingresso no serviço público é superior a 30 anos de idade e, não raro, os servidores da Susep são contratados por empresas supervisionadas, exatamente pelo conhecimento técnico e domínio da legislação de seguros.

A afirmação de que “o investimento em qualificação é muito baixo”, por sua vez, contrasta com uma realidade na qual quase a totalidade do quadro de servidores analistas estáveis detêm cursos de pós-graduação, em seus diversos níveis, inclusive doutorado. A propósito, vale dizer que há pouco mais de um ano multiplicamos o total dos recursos destinados à capacitação por meio de um acordo com a Escola Nacional de Seguros – Funenseg, que atualmente patrocina cursos de extensão e de pós-graduação próprios ou em outras instituições de ensino, no País ou no exterior. Desta forma, com uma injeção de recursos muito superior e que complementa o orçamento público, podemos dizer que atualmente não faz curso de pós-graduação na Susep apenas quem não quer.

A Susep regula, de forma técnica e desprovida de qualquer conotação político-partidária, os mercados de seguros, capitalização, previdência complementar aberta, resseguros e corretagem de seguros, de maneira cada vez mais atenta aos interesses do consumidor e em prol do desenvolvimento e da solvência dos agentes econômicos, graças a uma atuação participativa, qualificada e eficiente dos seus servidores, os quais merecem mais respeito.

CNSP decide não reajustar DPVAT

dpvatO Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) decidiu não reajustar o DPVAT. Análise técnica realizada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), com base no pedido encaminhado pela Seguradora Líder dos Consórcios do Seguro DPVAT e nos trabalhos de supervisão da autarquia, demonstrou não haver necessidade de qualquer aumento nos prêmios tarifários para 2014. Dessa forma, os valores seguem os mesmo de 2013. Em nenhuma das categorias de veículos houve mudança, sendo mantidos os valores das indenizações.

Inovação e crescimento do setor dão o tom da festa de fim de ano do mercado segurador

cnseg premio 5858 projetos inscritos na terceira edição do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga. Entre os vencedores, o projeto “Acessibilidade Digital”, “Programa Auto Reciclagem” e Projeto Correio DPVAT, da equipe da CNSeg. Parabéns a todos os participantes!!!!

Na mensagem de fim de ano apresentada durante a divulgação dos vencedores do prêmio e também da festa de confraternização do mercado segurador, em almoço no Hotel Copacabana Palace, o presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi, afirmou aos mais de 400 presentes que o setor – que fechará o ano com expansão de 15%- “vive um momento muito especial de sua história”, ao exibir, ano a ano, taxas chinesas de crescimento e números inimagináveis há 10 ou 15 anos, como os mais de R$ 500 bilhões em valores administrados neste ano ou a participação de 6% do PIB. Apesar disso, ele está certo de que a taxa de “15% ainda é pouco e podemos fazer mais para a construção de um mercado melhor e mais forte”.

Apesar de o próximo ano ser considerado desafiador, os executivos da indústria de seguros estão otimistas com o desempenho de suas empresas. “Seguiremos na rota de levar proteção a sociedade brasileiras”, afirmou Marco Antonio Rossi, presidente da CNseg durante o evento. Segundo ele, “a CNseg tem como obrigação prover e direcionar a comunicação do que fazemos, o que é mercado e a função que exercemos na comunidade. Mais do que valores, é preciso demonstrar também o que mercado paga em impostos e o que devolve à sociedade em benefícios”.

Rossi deixou claro que a expansão contínua do mercado deve-se a uma combinação de fatores e inclui o acerto do trabalho realizado pelas seguradoras para ampliar a demanda, a parceria com os órgãos de supervisão do setor- Susep e ANS- em prol de uma regulamentação mais moderna e favorável aos negócios, além da aliança estratégica com os corretores de seguros para que os produtos e serviços ofertados pelas empresas cheguem ao consumidor final.

A melhoria da qualificação do mercado é também relevante na marcha de expansão do setor. Daí porque ele considera fundamental também a parceria firmada com a Escola Nacional de Seguros. “O treinamento, via Escola Nacional de Seguros, é essencial para garantir maior qualidade técnica do mercado”, lembrou ele. Em relação aos consumidores, Rossi assinalou a importância de ampliar a educação financeira a fim de despertar sua consciência em termos dos mecanismos de proteção, como o seguro e a previdência.

Na Categoria Produtos e Serviços, o primeiro lugar ficou com o projeto correios: DPVAT, de Antonio Filho, Noé Vaz, Vera Cataldo e Cassiano Guimarães. Em segundo lugar ganhou o “Título de capitalização socioamboental, de Renato Luiz Arena dos Santos.

Na Categoria Processo o primeiro lugar foi para “Programa auto reciclagem, de Simoni de Aguiar Cavalcanti, Elaine Mello Goulart e Alessandra Franco Ferreira. Em segundo, José Carlos Silva, com “Cuidar do cliente: atendimento emergencial de sinistros”.

Na Categoria Comunicação o primeiro lugar ficou com o projeto “Acessibilidade digital, de Luci Flavio Gomes Santana e Mauricio Barbieri. Em segundo lugar a Terra Report ganhou com a inovação de criar o mapa de enchentes no Brasil, com Rodrigo Botti e Keity Pacheco e Rodolfo Clark.

A solenidade da CNseg reuniu diversas lideranças e executivos de seguradoras, empresas de capitalização, de previdência privada e das operadoras de saúde, além do superintendente da Susep, Luciano Portal, que fez um balanço positivo das atividades da autarquia no plano regulatório, e Bruno Sobral, diretor de Fiscalização da ANS. Cerca de 400 pessoas participaram do encontro, incluindo os quatro presidentes das federações associadas- Paulo Marraccini (FenSeg); Osvaldo do Nascimento (FenaPrevi); Marcio Coriolano (FenaSaúde); e Marco Barros (FenaCap). Dois ex-presidentes da CNseg- João Elisio Ferraz de Campos e Jorge Hilário Gouvêa Vieira- estiveram presentes à solenidade de confraternização.

Porto Seguro ganha causa tributária do Cofins

porto seguraFATO RELEVANTE

Conforme divulgado em aviso de fato relevante de 22.11.2013, as controladas da Companhia Porto Seguro Companhia de Seguros Gerais e Porto Seguro Vida e Previdência S.A. obtiveram decisão favorável em agravo de instrumento que tramita no Supremo Tribunal Federal (AI 708899), no qual se discute a legalidade de cobrança da COFINS sobre receitas das referidas controladas.

A Companhia vem nesta oportunidade informar que a referida decisão judicial transitou em julgado em 12 de dezembro de 2013, conforme certidão emitida em 16 de dezembro de 2013 nos autos do processo.

Está pendente de julgamento reclamação (n.o 5099) perante o Supremo Tribunal Federal, mas os advogados da Companhia entendem que se tornaram remotas as possibilidades de perda que, até então, justificavam a provisão contábil dos valores em disputa, conforme refletidas nas demonstrações financeiras e respectivas notas explicativas.

Em cumprimento às normas contábeis, a Companhia reverterá a mencionada provisão contábil, cujo valor, na data base de 30.11.13, era de R$ 1.485 bilhão (valor líquido de efeitos tributários R$ 890 milhões). Essa reversão será refletida nas demonstrações financeiras anuais na data-base de 31.12.2013.

São Paulo, 19 de dezembro de 2013.
PORTO SEGURO S.A.
Marcelo Barroso Picanço
Diretor Financeiro e de Relações com Investidores

Vila Velha e Renove anunciam associação para operação e venda de seguros de automóvel do Grupo Itavema

vila velhaRelease

A Vila Velha Seguros, uma das mais tradicionais corretoras do Brasil, anuncia que estabeleceu com a Renove uma associação na operação de venda e administração de seguro Casco/Automóvel produzido pelo Grupo Itavema.

A partir de 02/01/2014 a administração da carteira da Renove passará a ser realizada pela Vila Velha. Esta negociação, faz parte do “agressivo” plano de expansão da Vila Velha. É a terceira incorporação realizada nos últimos dois anos. Para os aportes do próximo semestre, a companhia mapeou mais duas corretoras potenciais e já iniciou as negociações. Os valores não foram divulgados.

Há mais de 22 anos no ramo segurador, a Renove administra uma carteira de apólices tanto de empresas do Grupo Itavema como, e principalmente, de seguros dos veículos vendidos pelas concessionárias, vendendo em média 44.000 seguros/veículo/ano.

A partir desta negociação a Vila Velha estabelece escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro, São José dos Campos e Taubaté. A equipe de mais de 172 profissionais permanecem na empresa.
“Estamos dando continuidade à nossa estratégia de crescimento através da associação e aquisição de empresas especializadas do setor”, afirma João Alzani Filho, Presidente da Vila Velha. “A Renove possui sólida expertise no segmento de seguro automotivo e a partir de agora, nossos esforços serão somados com o intuito de oferecer soluções altamente competitivas para os clientes”.

Esta associação coloca a Vila Velha em uma posição de destaque nacional no ranking do setor de seguros de veículos. Juntas as duas carteiras ultrapassarão 110.000 mil apólices de seguro de automóvel.

Sobre a Vila Velha:

Fundada em 1975, a Vila Velha Seguros é hoje uma das mais tradicionais corretoras de capital nacional do Brasil. Oferece seguros e serviços em diferentes segmentos do setor, entre eles: Vida, Saúde, Condomínio, Automóvel, Residencial, Fiança Locatícia, Empresarial, Previdência, Seguro, Riscos de Engenharia, entre outros. Conta com mais de 470 colaboradores em seu escritório em São Paulo e mantém parceria com as principais seguradoras e prestadoras de serviço do Brasil. Tem como missão atender com excelência e conhecer as necessidades dos clientes, inovando e oferecendo as melhores soluções em seguros, produtos e serviços. Para mais informações, visite o site da Vila Velha: http://www.vilavelha.com.br

Teve o celular roubado? Seguradora explica como recuperar o aparelho

celular rouboRelease

Os telefones celulares são um dos presentes mais desejados para o Natal. No entanto, o roubo e furto de aparelhos têm se tornado uma ocorrência recorrente e traz uma série de incômodos para seus donos, além do prejuízo financeiro. Um levantamento da F-Secure mostra que cerca de 25% dos brasileiros já passaram por esse tipo de situação.

Caso isso tenha acontecido com você, a orientação é manter a calma e entrar em contato rapidamente com a operadora. “Assim que possível, solicite o bloqueio da linha e do aparelho. Dessa forma, ninguém poderá realizar ligações do chip do seu celular”, explica Nikolaos Tetradis, superintendente do Grupo BB E MAPFRE. Outra sugestão também é instalar no aparelho um software de segurança que permite o bloqueio, limpeza dos dados pessoais (agenda, SMS, histórico de chamadas etc.) e até o rastreamento remoto do dispositivo.

O segundo passo é procurar uma delegacia de polícia para a realização do B.O. (Boletim de Ocorrência) sobre o crime.

Após as primeiras providências, a terceira etapa é entrar em contato com a seguradora para acionar a apólice de Roubo e Furto Qualificado de celular. Com custo em torno de 15% do dispositivo, esse tipo de seguro repõe o aparelho em casos de roubo e furto qualificado (quando ocorre o rompimento ou arrombamento de barreiras para acesso ao bem) e indeniza até 75% do valor do bem.

Um ponto importante e que pode confundir os consumidores é justamente a cobertura contratada do seguro: as seguradoras só indenizam o cliente nos casos em que houver abordagem ameaçadora de bandidos (coação), o que caracteriza roubo; e arrombamento de carros ou edificações (residências, empresas), o que caracteriza furto qualificado. Nos casos em que o aparelho é furtado em local público por descuido do proprietário (caracterizado como furto simples) não há cobertura do seguro. “O consumidor deve ter com o celular ou smartphone o mesmo cuidado que tem com qualquer coisa de valor, ou seja, deve evitar distrações e não deixar o objeto exposto de forma que facilite a ação dos bandidos”, orienta Tetradis.

Para acionar a apólice você precisa enviar para a seguradora:

1. cópia do RG, CPF e Comprovante de Residência do dono do celular;

2. cópia autenticada da Nota Fiscal do aparelho e do B.O.;

3. declaração do segurado descrevendo como ocorreu o roubo/furto.

Após o recebimento e análise das documentações necessárias, a seguradora entrará em contato com o cliente para orientar sobre o pagamento da franquia (quando necessário) e o pagamento da indenização para a reposição do aparelho.

Roubos a residências aumentam 20% nas férias. Veja dicas para proteger seu patrimônio

© Copyright 2010 CorbisCorporationO período entre dezembro e janeiro, para maioria dos brasileiros, é sinônimo de pé na estrada, viagem para descansar ou até mesmo para visitar familiares e amigos em outras localidades. Mas antes de se preparar para relaxar é preciso tomar alguns cuidados para deixar a casa ou apartamento em segurança.

Segundo dados da Zurich Seguros, multinacional de origem suíça e presente no Brasil há mais de 30 anos, ocorrências como roubo e danos elétricos têm aumento considerável durante as férias de verão. “Nos últimos cinco anos, os sinistros relacionados a roubo e danos elétricos aumentaram 20% e 10% (respectivamente) neste período”, revela Michelle Brito, superintendente de Negócios Multiriscos e Equipamentos da Zurich Seguros.

Por isso, para evitar essas ocorrências, Michelle Brito destaca algumas medidas básicas que deixam sua casa mais protegida enquanto você curte suas férias:

1- Faça um seguro residencial que tenha cobertura para suas necessidades. É sempre importante conferir na apólice o que está coberto e quais sãos os serviços adicionais oferecidos pela seguradora, como assistência 24 horas, por exemplo;

2 – Desligue a campainha para evitar roubos, principalmente em casas térreas. Assim, você deixa em dúvida quem tocá-la apenas para verificar se há alguém em casa;

3 – Se for realizar viagens longas, peça a um parente ou vizinho de confiança para abrir janelas, regar o jardim, limpar a calçada, recolher a correspondência e entrar com o carro na garagem. Grama alta, calçada abandonada e correspondências acumuladas são indícios que colaboram com os ladrões;

4 – Suspender a entrega de jornais e revistas é extremamente importante;

5 – Jamais deixe luzes externas e internas acesas, isso indica que a casa está vazia e, portanto, vulnerável;

6 – Não comente sobre sua viagem em ambientes com pessoas estranhas, mesmo que seja uma conversa com alguém conhecido;

7 – Nesta época do ano, a incidência de raios aumenta e, por conta disso, é importante desplugar todos os aparelhos eletrônicos da tomada para evitar danos elétricos e até mesmo incêndios;

8 – Caso resida em apartamento, deixe avisado por escrito na portaria quem têm permissão para entrar em seu apartamento e não esqueça de deixar anotado seus contatos com o porteiro, em casos de emergência;

9 – Retire o lixo e esvazie a geladeira para evitar o acúmulo de sujeira, insetos e surpresas desagradáveis no seu retorno;

10 – Para evitar alagamentos, feche o registro geral e, principalmente a torneira da máquina de lavar roupa;

11 – Antes de viajar, feche o registro de gás e, caso tenha botijão o desligue sempre;

12 – Instalar dispositivos de segurança como câmeras e alarmes é importante. E saiba que há seguradoras que dão desconto no valor do seguro para quem tem estes tipos de dispositivos;

13 – Jamais deixe cópia de chaves na portaria, com diaristas ou prestadores de serviço. Em último caso, deixe uma cópia com familiares de extrema confiança;

14 – Vai viajar e não tem com quem deixar seu animal de estimação? Há seguradoras que têm serviço específico para pets, como hospedagem;

15 – Ao retornar de viagem, pare o veículo do outro lado da rua verifique e certifique-se de que nada foi arrombado e tudo está na mais perfeita ordem, para então adentrar em casa.

Saúde suplementar mira marca 50 milhões de beneficiários ainda este ano

saudeComunicado

Se mantiver o ritmo de crescimento, o Brasil poderá alcançar, ainda este ano, a marca de 50 milhões de beneficiários de planos de saúde. No terceiro trimestre do ano, foram 49 milhões de beneficiários, registrando um crescimento de 0,9% no período e de 3,2% no acumulado em 12 meses, até setembro, segundo o boletim “Saúde Suplementar em Números”, produzido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), a partir de dados atualizados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

“De março a setembro de 2013, o mercado cresceu em 1,1 milhão de beneficiários. No período de 12 meses, de outubro de 2012 a setembro de 2013, o crescimento acumulado foi de 1,5 milhão de beneficiários”, informa Luiz Augusto Carneiro, superintendente-executivo do IESS. “É um crescimento significativo. Se esse ritmo for mantido, a marca de 50 milhões de beneficiários poderá ser atingida em 2014”, analisa.

O mercado foi impulsionado, principalmente, pelos planos coletivos empresariais, que registram um crescimento de 1,3% no trimestre e de 5,5% em 12 meses. Na visão de Carneiro, uma das hipóteses a justificar esse comportamento é que as pequenas e médias empresas (PMEs) têm aumentado a contratação de planos empresariais. “Esse é um nicho que tem registrado crescimento nos últimos anos e as operadoras passaram a oferecer produtos direcionados às PMEs”, observa. “Além disso, apesar do baixo crescimento da economia brasileira, o mercado de trabalho tem se mantido estável e isso influencia a contratação de planos”, acrescenta.

Entre as grandes regiões do Brasil, o Nordeste registrou a maior taxa de crescimento no período de 12 meses encerrados em setembro de 2013: 6%. No acumulado trimestral, a alta na região foi de 1,5%, totalizando um mercado de 6,64 milhões de beneficiários. No Norte, região com menor taxa de crescimento, o crescimento trimestral foi de 0,7% e o anual de 5,8%, chegando a 1,80 milhão de beneficiários.

Maior mercado do País, o Sudeste obteve crescimento de 0,9% no trimestre e de 2,6% no acumulado de 12 meses encerrados em setembro, ao atingir 31,1 milhões de beneficiários.

Planos odontológicos. Os planos exclusivamente odontológicos registraram crescimento de 2,5% no acumulado do terceiro trimestre de 2013 e alta de 4,2% no ano encerrado em setembro. Chegou, assim, 19,5 milhões de beneficiários. “Esse é um mercado de grande potencial e que tem mantido o ritmo de crescimento. Nossa expectativa é que continue em expansão”, avalia Carneiro.

Perfil. O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) é uma entidade sem fins lucrativos com o objetivo de promover e realizar estudos sobre saúde suplementar baseados em aspectos conceituais e técnicos que colaboram para a implementação de políticas e para a introdução de melhores práticas. O Instituto busca preparar o Brasil para enfrentar os desafios do financiamento à saúde, como também para aproveitar as imensas oportunidades e avanços no setor em benefício de todos que colaboram com a promoção da saúde e de todos os cidadãos. O IESS é uma referência nacional em estudos de saúde suplementar pela excelência técnica e independência, pela produção de estatísticas, propostas de políticas e a promoção de debates que levem à sustentabilidade da saúde suplementar.

Veja a íntegra do estudo em www.iess.org.br .

Minuto Seguros comemora três anos com equipe de quase 200 pessoas

marcelo blay festaEssa Minuto Seguros vai longe. Quando o líder é sustentável, a equipe constrói uma empresa longeva. Parabéns Marcelo Blay e equipe!!! Orgulho de ver seus resultados nesses três anos de vida. “Juntos se vai mais longe”, diz Blay a sua equipe que se aproxima de 200 pessoas, na festa de final de ano, realizada no início de dezembro.

Veja abaixo trechos da entrevista do sócio da corretora online Minuto Seguros:

Sonho Seguro: Em 2012, a empresa recebeu um aporte de capital da Redpoint e.ventures, um dos maiores fundos brasileiros de Capital Empreendedor e o primeiro fundo afiliado ao Vale do Silício dedicado à região. O que isso ajudou em 2013?

Marcelo Blay: O investimento está sendo utilizado para a capacitação da equipe de atendimento, além da ampliação de sua infraestrutura tecnológica para atender à demanda crescente. 2013 foi um ano muito especial. A Minuto cresceu. Hoje somos 194 pessoas! Não somos mais uma pequena empresa torcendo para dar certo. Somos um empresa média acreditando que podemos ser ainda maiores. Muita gente nova entrou na Minuto e alguns há poucos dias. Já temos veteranos, pessoas que estão conosco desde o começo, há três anos.

SS: Em termos de negócios, como a Minuto se posiciona?
Blay: Já estamos entre as maiores corretoras em diversas Seguradoras, só que eles não nos contam para a gente não pedir mais comissão… Temos uma base de clientes crescente e estamos provando que nosso modelo de atendimento é um sucesso.

SS: Como você mede o sucesso da corretora?
Blay: Pelo fato de termos garantido renovações.

SS: Quais os seguros mais vendidos?
Blay: Automóvel, Residencial, Viagem, Saúde Empresarial, Patrimoniais Empresariais.

SS: Quantas apólices negociava no início do ano e quantas agora em dezembro?
Blay: Sobre a quantidade de apólices, não podemos divulgar por força de acordo de acionistas com nossos sócios do Vale do Silício, a Red Point eVentures, mas posso te passar o volume de visitas ao nosso site. Tivemos 567.544 visitas em 2012 contra 1.722.762 em 2013, ambos os anos considerando visitas até 30 de novembro.

SS: Como manter a equipe motivada em tempos de economia estagnada, violência, caos nos transportes urbano?
Blay: Falando de nosso modelo de negócio, muita gente têm pedido para eu contar como conseguimos ter uma equipe tão grande e manter um padrão de atendimento superior. É fácil, eu digo: basta a gente ter valores éticos e morais. Basta ser atencioso, ter genuíno interesse em ajudar pessoas, ser educado, gentil, prestativo, pró-ativo, não deixar ninguém sem resposta, dar respostas rápidas, mesmo quando se trata de uma negativa, sempre buscar o que é o melhor para o cliente. Na Minuto não cabe arrogância, ganância, desrespeito. O segredo é tratar gente como gente, ter respeito ao ser humano acima de tudo.

SS: O que pode melhorar?
Blay: Nem sempre dá para ser rápido, pois muitas coisas independem de nossa vontade, mas podem ter certeza que fazemos tudo que está a nosso alcance. De qualquer forma, temos evoluído a cada dia. Temos batido recordes que pareciam impossíveis. Gosto de um ditado que diz: “como ele não sabia que era impossível, foi lá e fez…” provamos que o impossível é algo que nós nos impomos como limite. Quando a gente se livra deste dogma, mostramos para nós mesmos que somos capazes de ir além.

SS: Você acredita que as pessoas são o maior capital de uma empresa?
Blay: Sim. Fico hiper feliz cada vez que conseguimos bater um record. Mas me sinto realizado de verdade quando fico sabendo das vitórias de cada um da equipe: têm gente que conseguiu realizar o desejo de casar; gente que ficou noivo e celebrou o fato num restaurante dos sonhos; gente que conseguiu mudar de apartamento ou de casa; gente que foi para a Disney; que comprou carro; que equipou a casa; que colocou filho em escola particular e assim por diante. Isso é mais importante para mim do que qualquer coisa. Não tem coisa mais maravilhosa na vida do que ver as pessoas que a gente gosta crescendo, se realizando e atingindo seus sonhos.

SS: O que é a regra dos 3 Ps?
Blay: Juntos podemos ir muito longe e só numa empresa que cresce aparecem as oportunidades de promoção. E nós temos visto inúmeros casos de promoções na Minuto, baseadas no mérito e não em favorecimentos pessoais. Quando todos vestem a camisa e lutam pelo mesmo ideal, acabamos gerando oportunidades de crescimento para nós mesmos. Mas precisamos sempre ter em mente a regra dos 3Ps: perspectiva, persistência e paciência.

SS: O que espera para 2014?
Blay: Que o carinho da equipe demonstrado no dia-a-dia se repita. Esse é o combustível que me faz continuar acreditando.

Número de indenizações do Seguro DPVAT sobe 25% de janeiro a setembro

dpvatRelease

O número de indenizações pagas pelo Seguro DPVAT às vítimas de acidentes de trânsito continua a subir. As estatísticas da Seguradora Líder DPVAT apontam acréscimo de 25% na quantidade de benefícios pagos de janeiro a setembro de 2013 ante mesmo período de 2012, chegando a 445.833 indenizações. Os pagamentos por invalidez permanente, mais uma vez, foram os principais responsáveis pelos acidentes, registrando alta de 36% em relação ao ano passado.

O aspecto positivo a destacar, cabe às indenizações por morte. De acordo com o estudo, o pagamento dessas indenizações caiu 9% em relação ao período de janeiro a setembro de 2012. Neste período, foram pagos 41.761 benefícios por morte.

As vítimas mais frequentes continuam sendo as com idade entre 18 e 34 anos, totalizando 50,8%, sendo predominantemente composta por homens. O sexo masculino, entre todas as idades, somou 76% de todas as indenizações pagas até setembro de 2013.

Quando analisadas as indenizações por tipo de veículo, as estatísticas mostram que 72% dos benefícios foram pagos em consequência de acidentes de trânsito envolvendo motocicletas, sendo o anoitecer, entre 17h e 19h59min, o período de maior incidência de acidentes indenizados (24%).

A predominância de indenizações por morte, resultante de acidentes causados por automóveis, foi observada em quase todo o Sudeste, tendo em vista a maior concentração deste tipo de veículo na composição da frota desta região (67%). A exceção fica por conta do Espírito Santo, onde motocicleta é o veículo que mais se envolve em acidentes fatais. No Sul, onde também predomina a frota de automóveis (64,7% do total da região), os acidentes fatais envolvendo estes veículos lideram as estatísticas: 57% no Paraná, 56% no Rio Grande do Sul e 55% em Santa Catarina.

Já na Região Centro Oeste, apesar da maioria de acidentes fatais ter envolvido automóveis, o estado do Mato Grosso apresentou um número maior de indenizações por mortes em acidentes com motocicletas, correspondendo a 48% dos benefícios concedidos pelo Seguro DPVAT no período.

Nas Regiões Norte e Nordeste, o veículo de duas rodas é o principal causador de acidentes fatais indenizados pelo Seguro DPVAT. Segundo o Departamento Nacional de Trânsito, a frota de motocicletas da Região Norte é de 48,4% e da Região Nordeste 43,8%.