Com a proposta de reunir funcionários e corretores parceiros para dar início às comemorações dos 180 anos da Mongeral Aegon – primeira iniciativa de previdência do País –, a companhia promoverá durante o mês de fevereiro, em diversas cidades do Brasil, a 1ª Caminhada Mongeral Aegon. No último domingo (02), o evento aconteceu no Rio de Janeiro, no Aterro do Flamengo, e reuniu cerca de 600 pessoas, entre colaboradores, corretores parceiros e familiares. A ação arrecadou, ainda, mais de 730 doações entre alimentos não-perecíveis e água mineral.
“Resolvemos aproveitar o aniversário de 179 anos para dar início às comemorações dos 180 anos, um marco para a companhia. Entendemos que o que nos move são as pessoas e buscamos fazer a primeira ação voltada para os funcionários, corretores parceiros e seus familiares, como forma de integrá-los”, afirma Mônica Martins, gerente de Consultoria Interna da Mongeral Aegon.
É esperada a adesão de cerca de 2 mil pessoas nos eventos em todo o Brasil. A participação na caminhada/corrida é confirmada mediante a doação de um quilo de alimento não perecível ou dois litros de água mineral, que serão destinados às vítimas de desastres provocados pelas chuvas de verão.
A Generali Brasil Seguros entra em um novo ramo em 2014 e tem mais um produto em seu portfólio, o Seguro Viagem. A empresa aproveita o bom momento de crescimento do mercado de turismo no Brasil e oferece inicialmente, a inclusão dos seguros programas de proteção e serviços de assistência a viagem.
O produto oferece cobertura aos riscos durante o período de viagem para, despesas médicas de emergência por acidente, extravio de bagagem, cancelamento ou interrupção de viagens e morte e invalidez por acidente.
Segundo Valter Hime, Diretor de Pessoas e Benefícios da Generali, o que torna um produto como esse forte no mercado é atendimento. “Quando um segurado tem alguma ocorrência nesse seguro, ele procura um bom atendimento, alguém que fale a sua língua, passe as informações para ele e transmita segurança”, afirma Hime.
O diretor também afirma que esse é um mercado muito interessante: “Somente em 2013, tivemos cerca de 10 milhões de brasileiros viajando para outros países. Esse é um mercado muito promissor. Esperamos aproveitar as oportunidades desse setor já com a temporada do meio do ano”.
Em meados de janeiro deste ano, os herdeiros de Michael Jackson e o Lloyd’s of London, que representa mais de 80 sindicatos de subscritores de riscos, chegaram a um acordo sobre a apólice de seguro da turne “This Is It”, para a qual o cantor se preparava na época da sua morte. Segundo informaram as agências internacionais, eles fecharam um acordo judicial no valor de US$ 17,5 milhões, segundo um advogado familiarizado com o caso. O caso iria a julgamento em fevereiro, após três anos de litígio. “Os responsáveis pelo espólio e a Lloyd’s of London estão felizes que o assunto tenha sido resolvido”, disse em nota Howard Weitzman, advogado dos herdeiros. Os termos não foram revelados. A seguradora havia pedido anteriormente a um tribunal de Los Angeles que anulasse a apólice, alegando que a empresa não havia sido informada que Michael fazia uso de medicamentos fortes. O Rei do Pop morreu em 2009, em Los Angeles, vítima de uma overdose do anestésico propofol. Na ocasião, ele ensaiava para a temporada de shows que faria em Londres, e com a qual pretendia relançar a carreira.
Pouco a pouco o banco Itaú ajusta as operações de seguros, previdência e capitalização, dando a cada uma delas maior destaque no dia a dia e na divulgação do balanço. Desde a associação com a Porto Seguro nos ramos automóveis e residencial, o tema seguro passou a ganhar status no banco. Neste ano — se não pelo interesse em negociar a operação de seguros de grandes riscos com potenciais grupos estrangeiros ávidos por um canal bancário –, o banco caprichou ao mencionar as operações de seguros, previdência e capitalização.
Veja abaixo os principais destaques do balanço divulgado nesta manhã:
O Itaú encerrou o quarto trimestre de 2013 com lucro líquido recorrente de R$ 4,680 bilhões. Em 2013 como um todo, a instituição apurou lucro líquido de R$ 15,695 bilhões, crescimento de 15,4% sobre o ganho de 2012. O lucro líquido recorrente das operações de seguros atingiu R$ 596 milhões no quarto trimestre de 2013, uma redução de 3,4% em relação ao trimestre anterior devida ao aumento das despesas não decorrentes de juros e das despesas de comercialização de seguros, compensado parcialmente pelo crescimento do resultado de seguros, previdência e capitalização antes das despesas com sinistros e comercialização.
O retorno recorrente das operações de seguros, previdência e capitalização atingiu 34,5% no quarto trimestre de 2013, considerando-se o lucro líquido em relação ao capital alocado calculado dessa operação. No quarto trimestre de 2013, o resultado de operações com seguros, previdência e capitalização atingiu R$ 1.4 bilhão, apresentando uma diminuição de R$ 19 milhões em relação ao terceiro trimestre de 2013, enquanto o índice de sinistralidade melhorou 2,5 pontos percentuais nesse mesmo período.
O crescimento de 19,4% das receitas de seguros, previdêmcia e capitalização em 2013 superaram as estimativas (entre 15% e 18%). Para 2014, as expectativas apontam para crescimento de receitas entre 12% e 14%. O índice de seguridade, que demonstra a participação do lucro líquido recorrente de Seguros, Previdência e Capitalização em relação ao lucro líquido recorrente do Itaú Unibanco, desconsiderando-se o resultado do excesso de capital, atingiu 13,1%, redução de 2,8 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior. A relação entre o produto bancário das operações de seguros e o produto bancário total alcançou 14,3%, redução de 0,7 ponto percentual em relação ao trimestre anterior.
A rentabilidade da operação de bancassurance e a geração de resultado sem implicação de risco de crédito tornam esse serviço estratégico e cada vez mais relevante na diversificação de receitas. Atuamos em mercados selecionados, com foco na rentabilidade. Em 2013, expandimos a oferta de produtos para canais alternativos ao gerente, como canais digitais, ampliando o acesso às opções de contratação, e terminais de caixa e ATM, maximizando o retorno sobre o fluxo de clientes nas agências. Além da rede de agências e dos canais digitais, mantivemos parcerias com varejistas importantes, ampliando nosso mercado de atuação e nossa capilaridade por meio de acordos comerciais como a associação com a Porto Seguro e a recente aprovação pelos órgãos reguladores da aquisição de 99,996% das ações emitidas pela BMG Seguradora S.A.
Seguros – No quarto trimestre de 2013, o lucro líquido recorrente de Seguros atingiu R$ 354 milhões, redução de 1,1% em relação ao trimestre anterior devido principalmente a um aumento das despesas não decorrentes de juros, compensado parcialmente pelo crescimento na margem de underwriting. No quarto trimestre de 2013, os prêmios ganhos atingiram R$ 1.448 milhões, desconsiderando-se nossa participação de 30% na Porto Seguro, e se mantiveram praticamente estáveis em relação ao trimestre anterior. Considerando nossa participação de 30% na Porto Seguro, os prêmios ganhos totalizaram R$ 2.255 milhões, aumento de 0,8% em relação ao terceiro trimestre de 2013. O combined ratio ampliado, que indica a eficiência das despesas decorrentes da operação em relação à receita de prêmios ganhos e às receitas da margem financeira gerencial e de serviços atingiu 65,3% no quarto trimestre de 2013, apresentando melhora de 0,9 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, devido ao aumento das receitas de prestação de serviços e aos mesmos fatores que influenciaram o combined ratio.
Previdência – O lucro líquido recorrente do subsegmento de Previdência atingiu R$ 200 milhões, uma redução de 1,9% em relação ao trimestre anterior, influenciada principalmente pelo aumento das despesas não decorrentes de juros, e pela redução das receitas de prestação de serviços. A captação total dos planos de previdência no trimestre atingiu R$ 4.082 milhões, aumento de 39,6% quando comparado ao terceiro trimestre de 2013. A captação líquida do quarto trimestre atingiu R$ 1.596 milhões, retornando ao normal gradativamente, após um período de retração, impactado pelo movimento de alta nas taxas de juros futuras, com efeito sobre os fundos de renda fixa do mercado de previdência. O índice de resgates, que representa a relação entre resgates e o saldo das provisões técnicas para previdência atingiu 3,1%, apresentando redução de 0,9 ponto percentual em relação ao terceiro trimestre de 2013. Essa variação deve-se à alta nas taxas de juros futuras ocorrida no terceiro trimestre, o quê causou maior volatilidade dos fundos de renda fixa do mercado de previdência. No quarto trimestre, verificou-se redução na volatilidade desses fundos.
Capitalização – O lucro líquido recorrente do subsegmento de Capitalização atingiu R$ 42 milhões, redução de 24,5% em relação ao trimestre anterior, influenciado principalmente pela redução do resultado de capitalização e pelo aumento das despesas não decorrentes de juros. Em 31 de dezembro de 2013, as provisões técnicas para capitalização alcançaram R$ 3.036 milhões, um aumento de 1,4% em relação ao terceiro trimestre de 2013, e, quando comparadas ao mesmo período do ano anterior, observa -se um crescimento de 5,0%. O negócio de capitalização atende um grande público, e encerrou o quarto trimestre com 14,5 milhões de títulos vigentes.. No período de janeiro a dezembro de 2013, distribuímos o montante de R$ 47,4 milhões em prêmios para 4.756 clientes sorteados.
A SulAmérica recebe nova diretora técnica Médica e Relacionamento com Prestadores de Saúde e Odonto. Tereza Villas Boas Veloso chega à companhia como diretora e se reportará ao vice-presidente de Produtos de Saúde e Odonto, Maurício Lopes. A executiva terá sob sua gestão as superintendências de Medicina Preventiva; Desenvolvimento de Produtos; Controle de Preços de Sinistros e Relacionamento com Prestadores.
Tereza é formada em Medicina pela Universidade Federal da Bahia e possui MBA em Gestão Empresarial e Gestão em Saúde pela Fundação Getúlio Vargas. Com mais de 20 anos de carreira, possui experiência em gestão de empresas do setor e já liderou diversos projetos assistenciais.
A Fitch Ratings afirmou a Força Financeira de Seguradora (FFS) ratings do BTG Pactual Seguradora SA (BTG Seguradora) e BTG Pactual Resseguradora SA (BTG Resseguradora) e revisou as perspectivas sobre os ratings de estável para positiva. A ação de rating segue a recente revisão da perspectiva dos ratings do Banco BTG Pactual SA (BTG Pactual; moeda local de longo prazo IDR ‘BBB-‘ / Outlook Positivo).
A coluna de Felipe Patury, na revista semanal Época, afirma que a Confederação Nacional das Empresas de Seguros indicou o engenheiro Roberto Westenberger para comandar a Superintendência de Seguros Privados (Susep). Sócio da PwC, Westenberger atua no setor há anos, conduzindo estudos diferenciados. Segundo apurou o blog Sonho Seguro, a confirmação de Westenberger no Diário Oficial é aguardada para o início desta semana, segundo fontes do setor. Até então, boatos davam conta de que Luciano Portal Santanna, atual superintendente do órgão regulador de seguros, iria para a vice-presidência do Banco do Brasil e seria substituido pelo secretário-executivo adjunto do Ministério da Fazenda, Dyogo de Oliveira. Vamos aguardar. Em política tudo é possível, ainda mais em ano eleitoral.
A Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) assinaram termo de cooperação técnica, com o intuito de instituir e disciplinar o intercâmbio de informações entre ambas autarquias, bem como a transferência mútua de tecnologia aplicada à supervisão das duas alçadas. O acordo, que tem como foco principal a proteção dos direitos dos consumidores, também prevê eventual coordenação nas ações de monitoramento de operadoras de saúde ligadas a grupos seguradores.
O intercâmbio de informações tem por objetivo prover as partes de dados, esclarecimentos e técnicas que permitam um melhor acompanhamento do desempenho operacional, econômico e financeiro das instituições sujeitas à fiscalização das duas autarquias.
O termo será administrado por uma comissão integrada por quatro servidores da Susep e outros quatro da ANS. Os servidores deverão se reunir, ordinariamente, pelo menos uma vez a cada semestre, a fim de avaliar o desempenho do termo.
Caberá tanto a Susep quanto à ANS fornecer informações válidas e atualizadas, quando solicitadas pela comissão, além de processar e fornecer, em tempo hábil, dados necessários à execução do termo.
A Aon divulgou há pouco faturamento de US$ 11,8 bilhões em 2013, com crescimento orgânico de 3% em comissões e taxas e um aumento de 1 % em comissões e taxas resultantes de aquisições. A divisão Risk Solutions gerou receita total de US$ 7,8 bilhões, com alta de 2%, e a divisão de benefícios foi responsável por US$ 4,1 bilhões, avanço de 3%.
O lucro líquido atribuível aos acionistas da Aon em 2013 aumentou 12%, para US $ 1,1 bilhão. No ano passado, o grupo recomprou aproximadamente 16,8 milhões de ações ordinárias classe A por US $ 1,1 bilhão no preço médio de US$ 65,65 por ação.
“Nossos resultados refletem um forte final de ano com a melhoria em cada métrica financeira chave tanto para o trimestre como para o ano todo”, disse Greg Case, presidente e diretor executivo da Aon. “Em 2013 fizemos investimentos estratégicos significativos em toda a empresa, resultando em fluxo de caixa recorde nas operações de US $ 1,6 bilhão, o que criou valor significativo para os acionistas por meio da recompra de mais de US $ 1,1 bilhão em ações ordinárias. Quando olhamos para 2014, nossa plataforma como líder de mercado está posicionada para dar continuidade no crescimento a longo prazo, com melhor desempenho operacional, forte geração de fluxo de caixa livre e aumento significativo da flexibilidade financeira”.
A Report Sustentabilidade lançou no dia 29 a publicação Materialidade no Brasil: um ensaio qualitativo, uma análise detalhada dos processos de materialidade de quatro empresas brasileiras: Banco do Brasil, Cosan, EDP – Energias do Brasil e SulAmérica. No texto, são apresentados os desafios que essas empresas enfrentaram para implantar seus processos de materialidade, assim como iniciativas adotadas e os resultados que elas trouxeram. Também se destaca a visão da materialidade como um processo de melhoria contínua.
Segue o texto referente a SulAmérica. O relatório na íntegra pode ser visto no link http://reportsustentabilidade.com.br/rpt_estudomaterialidade_20140127_final.pdf
Mais que atualizar sua matriz de materialidade para direcionar o relatório de sustentabilidade 2012, a SulAmérica, companhia de capital aberto que atua nos ramos de seguros e gestão de ativos, atrelou esse processo ao de desenvolvimento da política e da estratégia de sustentabilidade da empresa. Abrangendo todas as operações, o processo contou com análise documental, entrevistas com 11 membros da alta gestão (presidente, vice-presidente e diretores), pesquisa para o mapeamento de temas ambientais, sociais e de governança vinculados ao setor de seguros e a própria companhia e outras seis entrevistas com representantes do governo, agências reguladoras, sociedade civil, clientes, corretores e prestadores de serviço.
Em busca de uma percepção mais qualitativa e por se tratar de uma atualização, a empresa optou por reduzir o número de consultas em 2012. Como resultado, foram identificados cinco temas prioritários: qualidade do serviço e atendimento; inovação em produtos e serviços; desenvolvimento do capital humano; responsabilidade na cadeia de valor; e educação financeira e uso consciente do seguro.
O destaque foi o alinhamento com o processo trianual de revisão do planejamento estratégico da companhia, que também teve início em 2012. A medida que a atualização da estratégia da SulAmérica progredia, os direcionamentos obtidos nessa revisão eram considerados na elaboração da política de sustentabilidade e, consequentemente, também impactava o processo de materialidade. Assim, os cinco temas prioritários apontados são reflexos dos quatro pilares estratégicos que nortearão a atuação da SulAmérica nos próximos cinco anos. Esses pilares se relacionam às áreas-foco: clientes, operação escultura organizacional e segmentos. Também ficou estabelecido que a sustentabilidade estará integrada em toda iniciativa derivada do novo planejamento estratégico.
Mesmo com o envolvimento da liderança da empresa desde o primeiro processo de materialidade, em 2012 a SulAmérica aprofundou essa participação, incluindo os membros do Comitê de Sustentabilidade (presidente, diretor financeiro e quatro vice-presidentes das principais unidades de negócio), que foram os responsáveis pela aprovação final da política e da estratégia de sustentabilidade.
Além do relatório corporativo, que busca refletir a percepção dos stakeholders a partir do resultado da materialidade, a companhia se vale de outros meios para responder às expectativas de seus públicos de relacionamento, caso dos eventos e encontros específicos com stakeholders que acontecem ao longo do ano e do acesso da equipe da área de sustentabilidade a outros meios de diálogo, como o canal de denúncias e a ouvidoria.
Como tudo começou
Desde 2008, a SulAmérica publica relatórios de sustentabilidade se- guindo as diretrizes da GRI. Como um dos dez princípios norteadores do relato corporativo, estabelecidos pela GRI, a primeira materialidade da SulAmérica foi realizada dois anos depois, em 2010. Vista como consequência de um processo contínuo de maturidade, a consulta aos principais stakeholders ocorreu apos a definição da sustentabilidade como valor corporativo e objetivo estratégico da companhia e a estruturação da Superintendência de Sustentabilidade Empresarial, em 2009.
Nesse primeiro processo, 85 pessoas foram consultadas. Para a construção do eixo interno da materialidade, foram realizadas oficinas com representantes de todas as unidades da companhia, incluindo membros do Conselho de Administração. No eixo externo, a empresa utilizou questionários (entrevistas presenciais e via e-mail) para colher as percepções de representantes de órgãos reguladores, acionistas, clientes, corretores, prestadores de serviço, fornecedores e integrantes de ONGs e de outras instituições parceiras. Ao final, foram elencados quatro temas prioritários – desempenho dos negócios, satisfação dos clientes, desenvolvimento de pessoas e governança e combate a fraudes –, que, além de servirem de base para a estruturação do relatório de desempenho, pretendiam ser incorporados no planejamento da gestão da sustentabilidade da companhia.
No ano seguinte, houve um novo processo de materialidade, desta vez com uma mudança na metodologia adotada. A partir de 43 temas levantados como relevantes em um estudo que incluiu dados sobre a SulAmérica, seu setor de atuação e os indicadores GRI, foram organizados dois painéis para a análise e priorização desses tópicos, com um total de 52 participantes. Entre os públicos de relacionamento consultados estavam gestores, executivos e membros do Conselho de Administração, e prestadores de serviços, investidores, acionistas e representantes de entidades de classe e da sociedade civil. O processo também considerou questões apontadas em outras instâncias por outros stakeholders, caso do Conselho de Clientes e dos Encontros com Corretores. Dos 43 tópicos iniciais, oito foram apontados como de alta relevância e, por isso, mais bem detalhados ao longo do relatório de 2011. São eles: atendimento e satisfação de clientes, gestão de riscos e corrupção, crescimento e mudanças no setor de seguros, perfil setorial, produtos e serviços, produtos e serviços com viés socioambiental e educação financeira.
Em evolução contínua
A construção da materialidade da SulAmérica vem evoluindo no decorrer dos anos. A diversidade de públicos consultados ao longo dos processos trouxe elementos relevantes para a análise, favorecendo a condução da estratégia de sustentabilidade de maneira consistente.
No processo mais recente, houve um forte envolvimento da alta gestão na aprovação final da política e da estratégia de sustentabilidade. Dessa forma, os temas definidos como prioritários caminham para estar intrinsecamente ligados à estratégia do negócio.
Outro elemento de destaque é a permanência do processo de materialidade na organização. No último ano, as consultas não foram extensivas como nos anteriores, entretanto, públicos-chave continuaram a ser ouvidos para atestar a validade dos temas críticos. Além de demonstrar o compromisso da organização com a sustentabilidade, esse fato fortalece o entendimento de que os aspectos são dinâmicos e que as percepções dos públicos de relacionamento devem ser sempre atualizadas.
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