BB e Mapfre consolida lucro líquido de R$ 1,4 bi em 2013

mapfre 2014BB e Mapfre consolidaram prêmios emitidos superiores a R$ 14 bilhões em 2013, crescimento de 24,2% em relação a 2012, quando apurou R$ 11,3 bilhões. O mercado de seguros, nas áreas em que o grupo atua, cresceu 18,2% até novembro de 2013 (dados SUSEP). O lucro líquido atingiu R$ 1,4 bilhão, 58,5% a mais que no ano anterior.

O grupo também registrou redução nos índices de sinistralidade, que ficou em 46,9% (51,1% em 2012); de comissionamento, que foi de 23,0% (25,1% em 2012); e nas despesas administrativas, que representaram 9,3% sobre os prêmios ganhos no ano (9,8% em 2012). Juntos, esses indicadores, aliados a tributos, resseguros e outras receitas e despesas, formam o índice combinado, um dos principais medidores de eficiência operacional, que ficou em 89,7% em 2013, redução 2,7 pontos percentuais com relação ao de 2012. O índice foi beneficiado, segundo o Relatório de Administração do GRUPO, por uma política eficiente de subscrição de riscos e por um constante aprimoramento no processo de gestão de sinistros.

“Nosso crescimento é orgânico, consistente e vem em um ritmo acelerado desde a constituição do grupo BB e Mapfre, em 2011. Esses números refletem o acerto da estratégia multicanal e multiprodutos, a melhoria constante dos processos, o trabalho de uma equipe capacitada e comprometida e o nosso constante foco em melhor atender aos nossos consumidores”, explica o presidente das áreas de Auto, Seguros Gerais e Affinities, Marcos Ferreira.

“Durante o ano de 2013, ampliamos e fortalecemos nossa relação com todos os nossos canais: mantivemos o foco na distribuição por meio da Rede BB, com incrementos expressivos de produção; aumentamos a nossa base de Corretores de Seguros em todo o território nacional, também com ótimo desempenho de vendas, e fechamos importantes acordos comerciais no segmento Affinities”, complementa Ferreira.

“Crescemos em todas as linhas de negócios. Vale ressaltar o desempenho expressivo da carteira de Vida, que cresceu 22,2% impulsionada pelo seguro prestamista, que evoluiu 27,6%; a carteira de Danos, que evoluiu 33%, as carteiras de Rural e Habitacional, que cresceram 63,4% e 92,6% respectivamente, e o segmento Auto, que evoluiu 17,8%, em linha com o crescimento do mercado. O lucro líquido do ano atingiu R$ 1,4 bilhão, crescendo 58,5% em relação ao exercício de 2012, o melhor desempenho desde a formação do Grupo BB e Mapfre”, comenta Carlos Alberto Landim, diretor geral de Controladoria e Planejamento do grupo.

Em 2013, a seguradora também conquistou maior participação de mercado, atingindo 17,0% até novembro de 2013, contra 16,2% em 2012. O GRUPO mantém a liderança na área de Vida, com 20,1% de participação (0,6% a mais que em 2012). A segunda posição no segmento de seguros de Automóveis também foi mantida em 2013, com um crescimento de 17,8% nos prêmios emitidos. O incremento foi conquistado graças à capilaridade na distribuição, tanto no canal bancário como na rede de corretores.

Além disso, para aprimorar a gestão dos negócios o grupo adotou novas ferramentas que trouxeram mais eficiência ao atendimento de sinistros. No segmento de Danos, o grupo aumentou sua participação de mercado de 15,2% em 2012 para 17,2% em 2013. Dentro do segmento, os seguros rurais tiveram crescimento de 63,4% em 2013, devido a um trabalho de disseminação dessa modalidade no agronegócio brasileiro.

Já os seguros Massificados, que tiveram um desempenho 28,5% superior ao de 2012, foram beneficiados por um maior volume de vendas de seguros para smartphones e seguros residenciais, aperfeiçoados no ano passado com o lançamento de assistências orientadas pelo conceito de sustentabilidade. Na área de Grandes Riscos, a posição do grupo foi mantida a partir de um incremento de 40% nos negócios internacionais. Além disso, nas diversas carteiras foram desenvolvidos produtos específicos para democratizar o acesso a seguros, atingindo 3,5 milhões de pessoas no ano.

Neste ano, como pontos relevantes da agenda, a companhia prevê expansão em todas as áreas de negócios e nos canais de distribuição. De forma geral, a empresa prevê lançar no mínimo 10 novos produtos em 2014, e os serviços a clientes serão aperfeiçoados com um novo processo e sistemas de atendimento das Centrais de Relacionamento (SIM 24h) que têm por objetivo melhorar a experiência do cliente, com atendimento muito mais ágil, simples e próximo. O projeto começa a ser implementado em abril. Para suportar o crescimento previsto, o grupo estrutura uma nova sede, na zona Sul de São Paulo, que abrigará, a partir do início de 2015, a quase totalidade das suas operações na capital.

“Nosso objetivo é crescer novamente a uma taxa de dois dígitos este ano, com melhor desempenho em todos os diversos canais de distribuição, aderente ao nosso modelo de negócios baseado em eficiência operacional. O mercado de seguros como um todo tem espaço para crescimento e, internamente, ainda temos sinergias a serem capturadas”, finaliza Marcos Ferreira.

Norton Glabes Labes deixa a FenaCap e a Bradesco Capitalização

fenacap nortonMatéria do Portal da FenaCap

Após mais de meio século de carreira no Bradesco, o vice-presidente da FenaCap, Norton Glabes Labes, se despede da diretoria da entidade e do banco. Em entrevista para o site da FenaCap ele relembra momentos marcantes, fala do avanço do segmento e revela os planos para o início de uma nova vida, sem pensar em parar.

Quando e como o Senhor iniciou as suas atividades profissionais? E no segmento de capitalização?

Ingressei na carreira bancária aos 13 anos de idade como aprendiz de contínuo. Fui transferido para a Bradesco Capitalização como Diretor Geral em 29 de novembro de 2004.

Como foi a experiência no segmento de capitalização?

Conhecer o mundo dos seguros foi uma das melhores experiências. Ao dirigir a Bradesco Capitalização tive a satisfação de sentir por inúmeras vezes a emoção de pagar os maiores prêmios de sorteios a centenas de clientes contemplados. Também me foi dada a oportunidade de conhecer todos os estados brasileiros, visitando diretores e gerentes regionais, que muito me apoiaram para o sucesso da Bradesco Capitalização.

O setor de capitalização vem apresentando taxas de crescimento expressivas. A que atribui esse desempenho?

O setor ficou estagnado por um determinado tempo na época da inflação alta. Com o tempo, o público passou a conhecer melhor o produto de capitalização e percebeu que era uma ótima forma de economizar e manter reservas, concorrendo a prêmios em dinheiro. A FenaCap contribuiu muito para que a mídia e seus jornalistas entendessem melhor o produto, que não é financeiro e muito menos um jogo, uma vez que o comprador do título resgata 100% do valor pago, com correção do período.

Há alguma experiência ou fato marcante que gostaria de registrar?

Todos os clientes premiados ficam extasiados com a notícia, alegando que o prêmio veio em boa hora. E, mais emocionado que o próprio contemplado, ficam os nossos funcionários, que vendem o título e ficam extremamente felizes quando percebem que foram eles quem trouxeram a sorte para o ganhador. Percebi que as pessoas se realizam com a felicidade de seu semelhante e isto é muito gratificante.

Quais são os seus planos futuros?

Após 52 anos e meio de carreira, pude reunir um grande rol de amigos, dentro e fora do meu ambiente profissional. Montarei um escritório, onde vou procurar canalizar parcerias que possam continuar a me motivar. Trabalhando em outros focos de negócios, estarei apoiando os meus filhos profissionalmente, procurando levar a eles toda a experiência adquirida em uma organização como o Bradesco. Vou procurar ter mais tempo para a família e amigos, que sempre me apoiaram em todo o tempo de muito trabalho em minha carreira. Hoje, me comove e percebo que, em minha carreira vitoriosa, estou sendo exemplo e estímulo para os colegas, tanto do banco como da seguradora, que, se focarem, trabalhando corretamente, poderão chegar ao topo dentro de uma organização como a nossa, de carreira fechada. Por último, quero me dedicar, também, ao terceiro setor, como voluntário de algumas ONGs, assim retribuindo tudo que Deus me deu.

Brasil Insurance adquire I.S.M por R$ 18 milhões

A corretora Brasil Insurance, holding que reúne corretoras de seguros e única listada na bolsa, informou que adquiriu a I.S.M. Corretora de Seguros por R$ 18 milhões, segundo fato relevante disponível no portal da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A I.S.M. é especializada em planos e seguros de saúde para empresas e seguros de transportes. Na compra, a BR Insurance vai pagar R$ 4,1 milhões inicialmente, que serão somadas a quatro parcelas calculadas em função do resultado futuro da I.S.M. Corretora.

Grupo Allianz cresce em lucro e faturamento em 2013

allianzRelease

O Grupo Allianz continuou a crescer em 2013. Com base em dados preliminares, as receitas cresceram 4,1% em relação aos €106,4 bilhões do ano anterior, atingindo nova alta recorde de €110,8 bilhões. Excluindo-se os efeitos da taxa de câmbio e da consolidação, o crescimento das receitas totalizou 4,7%. O número total de clientes segurados pela Allianz cresceu em cinco milhões nesse mesmo período, ultrapassando a casa dos 83 milhões de segurados.

O lucro operacional alcançou €10,1 bilhões de euros. Comparado aos €9,3 bilhões de euros registrados em 2012, isso representa um aumento de 7,8%. O rendimento líquido atribuível aos acionistas aumentou 14,6 % em 2013, atingindo €6 bilhões contra os €5,2 bilhões do ano anterior, informa nota enviada ao blog Sonho Seguro. Nos seguros de Property&Casualty (P&C), no Brasil conhecido como seguros gerais, o lucro operacional aumentou, em comparação com o ano anterior, apesar das indenizações maiores pagas aos clientes pela ocorrência de catástrofes naturais. Em Vida e Saúde, os prêmios estatutários cresceram enquanto a volatilidade dos mercados de capital pressionou o lucro operacional. Com um lucro operacional mais elevado, a Gestão Patrimonial seguiu sua trajetória de sucesso, apesar da incerteza em relação à política do Federal Reserve dos EUA, que levou a oscilações nas taxas de juros.

O índice de solvência do conglomerado atingiu 182% no final de 2013, subindo um ponto percentual em relação aos 181% registrados em 1º de janeiro de 2013. O capital próprio dos acionistas que era de €50,084 bilhões no final do ano permaneceu num patamar elevado similar aos €50,388 no início do ano.

O Conselho de Administração irá propor ao Conselho Supervisor da Allianz SE um dividendo de €5,30 por ação, o que representa um acréscimo de 18% comparado ao dividendo de 4,50 por ação em 2012. “Em um ambiente complicado do ponto de vista político e econômico, a Allianz gerou resultados muito bons em 2013, e nós queremos manter esse nível durante este ano também. Portanto, nossa perspectiva de lucro operacional para 2014 é de €10 bilhões, com uma margem de mais ou menos €500 milhões,” declarou Michael Diekmann, CEO da Allianz SE. “O ambiente vai continuar sendo desafiante em 2014, mas o nosso desempenho mostra que estamos bem posicionados com a nossa estratégia focada em três segmentos.”

No segmento de Seguros Gerais (P&C), os prêmios subscritos brutos em 2013 de € 46,6 bilhões ficaram 0,7 % abaixo dos € 46,9 bilhões do ano anterior. O crescimento interno, excluindo a redução decorrente da restruturação da agricultura nos EUA, alcançou 2,5%.

As empresas Allianz na Austrália, França, Alemanha, América Latina e Turquia, assim como os parceiros mundiais da Allianz, registraram um acentuado crescimento nos prêmios em seus respectivos mercados. Houve uma forte demanda por novos produtos, incluindo a cobertura residencial modular “PrivatSchutz”, na Alemanha, e um produto de seguro automotivo na Itália, que tem o apoio da Telemática para levar em conta o comportamento do cliente ao volante.

O lucro operacional nos Seguros Gerais (P&C) subiu para €5,3 bilhões no ano – um acréscimo de 14,2% sobre os €4,6 bilhões em 2012. Esse crescimento deveu-se a um bom resultado na subscrição, apesar das indenizações maiores pagas aos clientes após catástrofes naturais e apesar de um resultado menor dos investimentos.

As catástrofes naturais, especialmente as tempestades na Europa, contribuíram para os 2,9 pontos percentuais do índice de sinistralidade em 2013, comparado à marca de 1,7 pontos no ano anterior. Ainda assim, o índice combinado em 2013 melhorou em 1,9 pontos percentuais, baixando para 94,3% comparado aos 96,2% obtidos em 2012.

”Nós demos apoio imediato a dezenas de milhares de pessoas atingidas por catástrofes naturais, tais como as inundações na Alemanha. Também introduzimos vários novos produtos e aplicativos digitais para ajudar os clientes no mundo atual,” aponta Dieter Wemmer, CFO da Allianz SE. “O resultado confirma o nosso trabalho em anos mais recentes – boa rentabilidade e crescimento em mercados-chave.“

Os prêmios em Vida e Saúde tiveram um crescimento anual de 8,5% em 2013, passando de €52,3 bilhões para €56,8 bilhões. Com os ajustes referentes à taxa cambial e aos efeitos da consolidação, o crescimento interno atingiu 9,1%.

A Itália registrou um forte crescimento, sobretudo devido ao novo produto “Progetto Reddito”, que está vinculado à essa unidade de negócios, e gerou prêmios de €1,3 bilhão. Na Alemanha, os prêmios cresceram, em grande parte devido aos produtos de prêmio único; uma iniciativa nos EUA de venda de anuidades indexadas fixas empurrou para cima as receitas anuais; parcerias de distribuição na França ajudaram a estimular as vendas; na Espanha os prêmios também cresceram em 14%, apesar da retração geral do mercado.

Em 2013, a volatilidade do câmbio e dos juros levou a uma margem de investimento menor. Isso e a restruturação na Coreia do Sul foram as principais razões para o declínio de 8% no lucro operacional que caiu para €2,7 bilhões, em relação aos €2,9 bilhões em 2012. A margem dos novos negócios subiu de 1,8% em 2012 para 2,1%. O valor dos novos negócios aumentou no mesmo período, passando de €790 milhões para €952 milhões.

“As baixas taxas de juros continuarão a nos acompanhar durante algum tempo. Contudo, com os nossos novos produtos e o aumento no valor dos nossos negócios, eu estou otimista em relação às nossas perspectivas,” afirmou Dieter Wemmer. “A Allianz estabelece uma referência com a sua gestão global dos investimentos. Ela nos permite gerar retornos atraentes, através de uma ampla gama de produtos com um mínimo de risco para nossos clientes de seguro de vida no mundo inteiro.”

A volatilidade no mercado de capitais e as flutuações nas taxas de juros durante o segundo semestre de 2013 afetaram o negócio de Gestão Patrimonial. Porém, devido ao bom desempenho do primeiro semestre, as receitas deste segmento tiveram um crescimento total de 5,9%, registrando € 7,1 bilhões em 2013 contra € 6,7 bilhões no ano precedente. Com as devidas correções pelos efeitos da taxa cambial, o crescimento interno bateu em 8,8%. Essa melhora se deveu às taxas de administração e de carregamento majoradas, o que foi mais do que suficiente para compensar os índices de desempenho mais baixos.

O lucro operacional subiu 7% e alcançou €3,2 bilhões no ano, contra €3 bilhões em 2012. A relação custo/rendimento melhorou e chegou a 55,9% em 2013, comparada aos 56,5% do ano anterior. O total de ativos sob gestão atingiu €1,770 trilhão em 31 de dezembro de 2013, ficando 4,4% abaixo do €1,852 trilhão registrado no final de 2012. Os ativos de terceiros sob gestão recuaram nesse mesmo período para €1,361 trilhão de euros contra 1,438 trilhão de euros. A redução de €64 bilhões resultou principalmente dos efeitos cambiais negativos decorrentes do fraco desempenho do dólar americano. Com os ajustes referentes a esses efeitos, a redução totalizou 1 por cento. A Gestão Patrimonial teve a saída líquida de fundos de terceiros da ordem de €12 bilhões em 2013, contra €113,6 bilhões em entradas líquidas no ano anterior.

“Nossa Gestão Patrimonial diversificou ainda mais os seus produtos e a sua base geográfica. Desse modo, ainda que o crescimento dos ativos sob gestão tenha tido uma trégua em 2013, eu estou confiante em relação à robustez contínua desse segmento”, declarou Dieter Wemmer.

Principais destaques de 2013

 Receitas ampliadas em 4,1% e atingem €110,8 bilhões

 Lucro operacional cresce 7,8 % e alcança €10,1 bilhões

 Rendimento líquido atribuível aos acionistas aumenta em 14,6 % e chega aos €6 bilhões  O índice de solvência ficou em 182 %

 O dividendo proposto de 5,30 euros por ação corresponde a um aumento de 18%

 Perspectiva de lucro operacional para 2014: €10 bilhões de euros, com uma margem de mais/menos €500 milhões

SulAmérica atinge lucro líquido de R$ 480,4 milhões em 2013

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A Sul América S.A. (BM&FBovespa: SULA11) registrou em 2013 lucro líquido recorrente de R$ 480,4 milhões. A receita consolidada total, de R$ 14,7 bilhões, foi recorde para a empresa, que se beneficiou da versatilidade do modelo multilinha. Esta versatilidade foi especialmente importante em um ano marcado por um ambiente econômico instável e desafiador.

Entre os destaques operacionais está a performance do segmento de seguro de automóveis, que registrou forte crescimento em receitas de prêmios, de R$ 2,8 bilhões em 2013, com aumento de 22,6% na comparação anual, e da frota segurada, que cresceu 9,2%. As carteiras de PME e grupais do segmento de seguro saúde e odontológico também apresentaram evolução expressiva no volume de prêmios e no número de segurados.

No 4º trimestre, o lucro da SulAmérica foi de R$ 289,2 milhões e a receita consolidada alcançou R$ 4 bilhões. A receita de prêmios de seguros cresceu 16,7% no trimestre e 15,1% no acumulado do ano. Já o índice combinado – parâmetro utilizado pelas seguradoras que indica o percentual das despesas em relação aos prêmios e mede, portanto, o desempenho operacional – ficou em 93,6% no trimestre e em 98,8% no ano. A SulAmérica encerrou 2013 com patrimônio líquido de R$ 3,6 bilhões e ativos totais de aproximadamente R$ 17 bilhões.

O que as mulheres querem é o tema da palestra que será realizada em 19 cidades

mariahelenaCNseg – A diretora de Ensino Técnico da Escola Nacional de Seguros, Maria Helena Cardoso Monteiro, ministrará, no dia 10 de março, às 18 horas, no Rio de Janeiro, a palestra “O que as mulheres querem”, voltada às mulheres do mercado segurador. O evento, que será realizado na Rua Senador Dantas, 4º andar, no Centro, busca refletir sobre como o sucesso profissional, as habilidades específicas e os múltiplos papéis das mulheres afetam o diálogo com os homens, além de debater a avaliação das mulheres sobre suas próprias escolhas. Ao longo do mês de março, a palestra será apresentadas en 19 cidades brasileiras. Mais informações, na Escola Nacional de Seguros.

XL Re Brasil registra perdas de R$ 11,6 milhões em 2013

A XL Resseguros Brasil, com capital de R$ 225 milhões para atuar como resseguradora local, registrou resultado financeiro de R$ 28,9 milhões e prejuízo de R$ 11,6 milhões em 2013, comparado a um lucro de R$ 12,9 milhões em 2012. Os prêmios emitidos recuaram para R$ 85 milhões (R$ 89,9 milhões em 2012), segundo balanço publicado no jornal Valor Econômico do dia 25 de fevereiro. A sinistralidade, com alta de 77%, foi citada como principal fator para a piora do resultado do grupo. Os sinistros ocorridos em 2013 somaram R$ 121 milhões. “Tais sinistros ocorreram em casos pontuais e a resseguradora não espera que isso venha a se repetir neste ano de 2014″, afirma o grupo no relatório de administração. “O grupo XL considera o Brasil como ponto estratégico para a região da América Latina e procura focar seus esforços para desenvolver novos clientes no mercado brasileiro”, ressalta.

Previdência complementar aberta arrecada R$ 73,7 bilhões em 2013

logo_fenaprevi1O mercado de previdência complementar aberta fechou 2013 com R$ 73,7 bilhões em novos depósitos, alta de 4,56% na comparação com os R$ 70,5 bilhões acumulados em 2012. Com o desempenho do setor no acumulado de 2013, a carteira de investimentos somou R$ 374,2 bilhões com um crescimento de 10,54%, frente aos R$ 338,6 bilhões registrados no ano anterior. Já a captação líquida (aportes menos saques) somou R$ 33,5 bilhões em 2013, uma queda de 20,8% em relação a 2012. A carteira de investimentos do VGBL obteve alta de 15,77%, passando de R$ 209,4 bilhões para R$ 242,4 bilhões. Já a carteira do PGBL cresceu 7,38%, no período e registrou R$ 80,7 bilhões. A carteira dos planos tradicionais, por sua vez, registrou R$ 50,6 bilhões.

“O desempenho do setor no acumulado do ano revela a importância da indústria e também a preocupação do brasileiro com a formação de poupança para o futuro. Nossa perspectiva para este ano é positiva. Os planos de previdência são uma alternativa muito competitiva para investimentos de longo prazo”, diz Osvaldo Nascimento, presidente da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), que representa 61 seguradoras e 14 entidades abertas de previdência complementar no país. Em 2013, foram contabilizados 13.487.031 contratos ativos e 94.666 pessoas usufruíram benefícios (aposentadorias complementares, pecúlios, por morte e por invalidez, e pensões, por morte e por invalidez).

Na análise por modalidade de plano de previdência complementar aberta, os individuais foram o destaque no acumulado, com arrecadação de R$ 64,8 bilhões, 5,31% superior ao ano anterior. Os planos empresariais registraram aportes de R$ 7 bilhões, leve alta de 1,22%. Os planos para menores, por sua vez, arrecadaram R$ 1,7 bilhões, recuo 11,91%.

Segundo a FenaPrevi, na avaliação por tipo de produto, a carteira do VGBL, modalidade indicada para quem declara o IR pelo modelo simplificado, foi a que obteve melhor desempenho. A modalidade registrou R$ 62,1 bilhões em novos depósitos (crescimento de 4,34%, frente a 2012). Já o PGBL, recomendado para os participantes que declaram o IR pelo formulário completo, registrou depósitos de R$ 7,8 bilhões (alta de 5,10%). Por fim, a arrecadação dos planos tradicionais apresentou um incremento de 7,18%, passando de R$ 3,4 bilhões para os atuais 3,7 bilhões.

As provisões – recursos acumulados pelos titulares dos planos do sistema de previdência complementar aberta – apresentaram saldo de R$ 363,6 bilhões e alta de 11,60% em dezembro de 2013. No mesmo período do ano anterior, as provisões totalizaram R$ 325,8 bilhões. As provisões do VGBL tiveram o crescimento mais expressivo no período (alta de 15,26%), passando de R$ 209,4 bilhões para R$ 241,4 bilhões. Já as dos planos PGBL cresceram 6,81%, no período, passando de R$ 75,1 bilhões para R$ 80,2 bilhões. As reservas de planos tradicionais, por sua vez, passaram de R$ 40,7 bilhões para R$ 41,4 bilhões, no período, alta de 1,74%.

Com relação ao market share, os planos VGBL mantiveram a liderança nas provisões entre os planos de caráter previdenciário, com 66,38% do total, seguidos pelos PGBL, com 22,07% do total de provisões, enquanto os planos tradicionais contaram com 11,40% do total de provisões. Outros produtos – incluindo os FAPI – completam a equação, com 0,13%.

Itaú lança campanha e prepara loja virtual para março; 25% dos clientes têm seguro e meta é elevar percentual

itau almoco telesProteja o que realmente importa para você. Esse é o mote da campanha lançada hoje pelo Itaú, durante coletiva de imprensa realizada em São Paulo, informa o twitter da revista Apólice. Segundo os executivos do Itaú responsáveis por seguro, Fernando Teles e Alexandre Aires, presentes no encontro com jornalistas, a seguradora pretende ampliar a participação de seguros entre os clientes “Hoje 25% dos clientes possuem algum tipo de seguro”, escreve Kelly Lubiato, diretora da revista Apólice. Em alguns segmentos esse percentual chega a 10% e em outros a 50%, resultando em um potencial médio de crescimento de 40%.

A nova campanha, explicam, em nada altera a joint ventre com a Porto Seguro. Os novos produtos serão vendidos tanto no banco como pelos corretores. Além da campanha, os executivos contaram que em março a Itaú Seguros lança uma loja virtual aberta para correntistas e não correntistas adquirem seguros online. O primeiro produto a ser comercializado na loja é de vida com acidentes pessoais.

Já a jornalista Aline Bronzati, da Agência Estado, destacou a participação da venda de seguros do Itaú Unibanco via cartão de crédito, que atualmente está em mais de 20%, tem espaço para dobrar de tamanho, segundo Teles. “Já vendemos seguros por meio do cartão de crédito, mas ainda não fazemos isso de maneira maciça. Um dos benefícios é o fato de o cartão já ser um instrumento de pagamento do seguro”, disse ele, segundo nota da Agência Estado. Segundo o executivo, o Itaú já comercializa por este canal produtos como seguros de vida, proteção de crédito, residência. “Todos os produtos com contratação mais simplificada e sem dificuldade podem ser comercializados via cartão de crédito”, explicou ele, citando o seguro viagem.

Já as agências respondem por dois terços da venda de seguros do Itaú Unibanco. Sobre a participação dos caixas eletrônicos (ATMs, na sigla em inglês) na comercialização de seguros, Teles disse que tem crescido nos últimos anos. Outro canal que o Itaú está apostando para vender seguros é o ambiente online. “Acreditamos que os canais digitais podem ter uma fatia relevante na venda de seguros. Queremos, mais do que vender, aprender como este cliente (do mundo digital) se relaciona”, afirmou Teles, acrescentando que uma fatia de 15% a 25% para canais digitais é algo “factível”.

Com todas as novidades, Teles projeta que os prêmios de seguros comercializados em agências, cartões de crédito e varejista, canal conhecido como bancassurance, cresça entre 15% e 17% em 2014. “Nosso crescimento deve ser em linha com o do mercado”, afirmou ele para a repórter da Agência Estado. Um motivador para o banco alcançar suas expectativas, conforme o executivo, é o novo posicionamento do Itaú no segmento de seguros. Após dez meses de estudo, o banco anunciou hoje que o foco será no segmento de bancassurance, assim como Roberto Setubal, presidente do Itaú, vinha ressaltando. Na quarta-feira, 26, a instituição lança uma campanha para coroar o posicionamento do banco com a mensagem “o que realmente importa para você”.

O Itaú conta hoje com uma carteira de 40 milhões de apólices e venda mensal de 2,5 milhões de itens. O market share da operação de seguros no resultado da instituição está em 13% e, de acordo com Teles, há espaço para crescer. Ele não precisou, contudo, um porcentual, informou a Agência Estado. Já a participação dos produtos de seguros na base de clientes do banco vai de 20% a 25%. Teles diz que o grande desafio do banco hoje é aumentar essa participação, sem precisar um número. Em alguns segmentos, conforme o executivo, há potencial de elevar a participação em cerca de 40%. Os seguros de vida, segundo ele, são um exemplo, que hoje têm participação em torno de 10%. Em outras carteiras, essa participação é maior, chegando a 50%, segundo Teles.

Sem revelar os investimentos feitos na nova campanha, os executivos do Itaú informaram apenas que os desembolsos foram maiores do que os feitos em 2013. A nova campanha circula até o dia 19 de março e foi criada pela DM9DDB.

Crédito da foto: Kelly Lubiato, Revista Apólice

SulAmérica registra crescimento de 49% na contratação de cobertura adicional para estepe

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O roubo e furto de estepe têm se tornado cada vez mais frequentes no Brasil. Segundo estimativas de mercado, o roubo ou furto do pneu reserva do carro representa 40% dos crimes envolvendo automóveis, sendo considerado o item mais visado, seguido por aparelhos de som e bolsas deixadas à mostra no interior dos veículos. Como efeito dessa realidade, no 2º semestre de 2013 a SulAmérica registrou crescimento de 49% na contratação da cobertura adicional para estepe em relação ao mesmo período de 2012.

“O alto índice de delitos está atrelado, sobretudo, à localização do estepe nos veículos, principalmente às categorias crossover, cujos modelos normalmente possuem o compartimento do item mais exposto. Mesmo sendo lembrado apenas em situações de emergência, o motorista precisa se certificar, com mais frequência, de que o acessório continua em seu carro, caso seja necessária uma troca de pneu imediata”, explica o diretor de Automóveis e Massificados, Eduardo Dal Ri.

Com o lançamento desta cobertura em março de 2012, a SulAmérica foi pioneira em agregar esse tipo de cobertura ao seu portfólio de produtos, assegurando o reembolso do valor do estepe mesmo em episódios que envolvam apenas o acessório. A opção é válida para seguros novos e renovações, com vigência anual, nas categorias Passeio; Pick-ups; Portadores de Limitação Física, Táxis; e Transporte Escolar, com até três anos de fabricação. Vale destacar ainda que, na regulação desse tipo de sinistro, é exigido boletim de ocorrência.