Liberty Seguros elege álbum de figurinhas da Copa Panini e plataformas digitais como principais ativos da campanha integrada de marketing de 2014

content_id-5Release

A Liberty Seguros, empresa do grupo Liberty Mutual, um dos maiores conglomerados globais de seguros, lança no próximo dia 1º de abril a nova fase de sua campanha de posicionamento como patrocinadora e Seguradora Oficial da Copa do Mundo da FIFA 2014™. Com investimento R$ 35 milhões, a iniciativa consolida a ofensiva publicitária da companhia em torno do mundial, iniciada em 2012.

Na campanha deste ano a Liberty Seguros quer inspirar, valorizar e reconhecer os bons exemplos que todos os brasileiros demonstram no dia a dia. Com o uso da assinatura esse é o #meuexemplo, a Liberty Seguros tangibiliza esse conceito, que estará presente em todas as peças publicitárias. O craque Cafu, um exemplo para milhares de brasileiros e que teve a honra e o privilégio de representar todo um país no pentacampeonato, aparece como a estrela da campanha, dando continuidade ao papel de embaixador da Liberty Seguros no país. “Queremos cultivar e estimular as ideias positivas e ações responsáveis que possam fazer com que essa Copa seja a melhor de todos os tempos”, diz Adriana Gomes, diretora de Marketing da Liberty Seguros no Brasil.
Para criar uma relação emocional com os consumidores, uma das plataformas de ativação será o patrocínio do álbum de figurinhas das seleções da editora Panini, que terá 8,5 milhões de exemplares distribuídos no país. Fazendo um paralelo entre o negócio de seguros – proteção e cuidado – a companhia criou uma capa protetora para os álbuns com a frase “Proteja os seus craques”. Serão mais de 1,8 milhão de capas distribuídas em bancas de todo o Brasil, lojas Centauro, parques e shoppings, além do evento oficial da Panini para o lançamento do álbum, no dia 31 de março. “Pensamos em uma capa protetora, pois os álbuns de Copa do Mundo são em geral guardados pelos torcedores por muitos anos e acabam virando itens de coleção. Como Seguradora Oficial da Copa do Mundo da FIFA 2014™ esse seria um ativo divertido para oferecer aos colecionadores, já que tem uma relação direta com o nosso negócio que é proteger bens”, afirma Adriana.
Além disso, a Liberty Seguros estará presente no álbum com uma peça publicitária que fará parte das figurinhas colecionáveis. A imagem compõe um mosaico de quatro figurinhas e traz o ídolo Cafu como protagonista e a assinatura esse é o #meuexemplo. “Para completar o álbum, os consumidores também precisarão encontrar nossas quatro figurinhas”, comenta Adriana. A tabela de controle da coleção de figurinhas também traz o patrocínio da seguradora.

O álbum Panini é sensação entre os torcedores. Para a Copa do Mundo da FIFA2014™ a Editora Panini estima comercializar 8,5 milhões de álbum e cerca de 400 milhões de pacotes de figurinhas com imagens dos jogadores das 32 seleções que estarão no Brasil para a competição. “As figurinhas alcançam todas as faixas etárias e são uma febre nas Copas, atraindo uma legião de apaixonados por futebol. É uma oportunidade de estar ao lado dos torcedores neste momento de celebração. Vamos aproveitar esta plataforma lúdica que encanta adultos e crianças para consolidar a marca como patrocinadora da Copa”, diz Manuela Vivo, gerente de Marketing Institucional da seguradora.
Plataformas digitais
Em outra frente, a Liberty Seguros aposta nas mídias sociais e internet para dialogar com os consumidores e corretores de seguros nesta reta final da Copa. “Vamos apostar na força da audiência da internet e no poder engajador das redes sociais para buscar proximidade com o público. As plataformas digitais serão nossa central da Copa”, comenta Etienne Gonçalves, gerente de Marketing Digital da Liberty Seguros.

A marca estará presente com anúncios em grandes portais e mídias especializadas em esportes, bem como vídeos que tangibilizam o tema esse é o #meuexemplo. A campanha também terá como foco canais de vídeo na web, redes sociais, aplicativos e também nos portais voltados a corretores de seguro, principal canal de vendas da seguradora. A estratégia inclui ainda a difusão das histórias dos ganhadores de ingressos da campanha Segura Meu Lugar, na qual a Liberty Seguros premiou corretores e clientes com ingressos para os jogos da Copa.

De acordo com Etienne Gonçalves, os investimentos nas plataformas digitais pretendem engajar e criar uma relação mais próxima com os consumidores e corretores. “No ano passado estruturamos uma campanha de engajamento e ativação da marca em mídias sociais que nos fez chegar à marca de mais

de 580 mil fãs no Facebook e mais de 6 milhões de visualizações no YouTube. As plataformas digitais são essenciais na nossa matriz de mídia”, avalia a executiva.

Ainda no campo digital, as mídias sociais da empresa ganharão novos layouts e conteúdos relacionados à campanha para gerar mais interatividade com o internauta. O site Liberty na Copa 2014 em português, inglês e espanhol, que publica notícias relacionadas à Copa, e a coluna Dois Toques com Cafu, assinada pelo craque brasileiro exclusivamente para Liberty Seguros, serão integrados ao portal institucional da seguradora.
Os investimentos de marketing da Liberty Seguros em 2014 também consideram anúncios em outdoors, busdoor, relógios de rua, pontos de ônibus, táxis, guinchos e mobiliário urbano nas cidades-sede, ações promocionais com funcionários, corretores, clientes e iniciativas de responsabilidade social com foco em mobilidade urbana.
“A campanha fecha um ciclo importante para a marca no país. Desde 2011, quando fechamos o contrato de patrocínio com FIFA, triplicamos o reconhecimento da marca no mercado brasileiro e hoje estamos entre as cinco seguradoras mais lembradas pelo consumidor, de acordo com estudo de força de marca que realizamos em conjunto com a TNS. Nesta fase final, vamos consolidar estas conquistas”, finaliza Adriana.

O novo xerife da Susep, por Antônio Penteado Mendonça

antonio penteado mendoncaArtigo do autor publicado na coluna semanal no jornal O Estado de São Paulo

O setor de seguros tem um novo xerife. Depois de alguns anos andando de lado, pela falta de familiaridade do antigo superintendente da Susep (Superintendência de Seguros Privados) com o setor que ele deveria regular, Roberto Westenberger foi nomeado para ocupar o cargo. A posse foi em 28 de março, no Ministério da Fazenda, no Rio de Janeiro.

Se o ex-superintendente não era do ramo, o novo tem uma sólida e consistente carreira, tendo atuado ao longo de sua vida profissional em diversas empresas da área.

Um superintendente que conheça as regras do jogo é fundamental para um setor econômico que movimenta centenas de bilhões de reais e é o responsável direto pela proteção de boa parte do patrimônio nacional, incluídas as obras para Copa do Mundo, Olimpíadas, infraestrutura urbana, geração de energia, logística, petróleo, etc. Não há grande obra no País que não esteja protegida por uma ou mais apólices de seguro. Da mesma forma que não há grande empresa operando sem que tenha a proteção de um pacote mais ou menos sofisticado de coberturas de seguros.

Além disso, os seguros de vida atendem a imensa maioria dos trabalhadores com carteira assinada e os planos de saúde privados se encarregam de garantir atendimento médico-hospitalar de qualidade para algo ao redor de 40 milhões de pessoas. Como se não bastasse, a previdência complementar aberta faz tempo que é uma das aplicações mais procuradas pelos brasileiros e os planos de capitalização, além de importante ferramenta para o ensino da prática da poupança pessoal, distribuem centenas de milhões de reais em prêmios.

Como se vê, o setor não é para quem não conhece suas entranhas. Para quem não está familiarizado com as formas de operação de cada segmento, com as nuances das empresas e dos produtos que elas comercializam.

Para regular e fiscalizar um segmento tão complexo é necessário conhecer as diferenças entre as seguradoras; os corretores de seguros; as particularidades regionais; os riscos mais ou menos gravosos; as diferenças entre os três tipos de resseguradoras e a forma de atuar de cada um deles; as malandragens que mascaram eventuais problemas e como elas podem comprometer o desempenho de uma ou várias companhias, etc.

Em outras palavras, é trabalho para profissional. Faz muito tempo que o setor de seguros deixou de ser um clube, onde todos se conhecem, são amigos, e o IRB era o grande “paizão” que assumia as eventuais perdas das companhias de seguros.

Se não há espaço para amadores nas companhias de seguros e nas demais empresas que compõem o setor, imagine na Susep. Ela é responsável pelo funcionamento de uma área empresarial altamente sofisticada, complexa, com particularidades inerentes aos vários segmentos e completamente diferentes de qualquer outro setor econômico.

Neste universo não basta conhecer a teoria, é necessário administrar a prática, inclusive porque nele a prática é completamente diferente do que está nos livros. O simples saber teórico, o conhecimento jurídico das diferentes figuras que integram o setor e dos contratos que materializam sua operação são insuficientes para fazer frente aos problemas mais ou menos sérios que

interferem no dia a dia da população, podendo acarretar prejuízos irreparáveis para milhares de brasileiros.

É por isso que a nomeação de Roberto Westenberger para superintendente da Susep é uma notícia altamente positiva para todos, mas, antes de tudo, para o Brasil. Com sólida formação teórica e uma longa vivência prática, ele conhece os meandros e os segredos da atividade. Além disso, em função de seu nome, tem livre trânsito e é respeitado por todos.

Com ele à frente da Susep espera se uma gestão mais equilibrada, com soluções adequadas à realidade do mercado brasileiro, levando em conta os pontos fortes e a deficiências de cada segmento, com o fim de permitir um crescimento em patamares razoáveis e compatíveis com as necessidades de proteção da sociedade.

Allianz foca em crescimento na América Latina

allianzRelease

A Allianz registrou bons resultados na América Latina em 2013, embora o crescimento econômico na região tenha ficado abaixo das expectativas. O total das receitas na América Latina[1] em 2013 totalizaram €2,68 bilhões. No segmento de seguros gerais (P&C), a Allianz registrou €2,35 bilhões em prêmios subscritos brutos, contra os €2,39 bilhões no ano anterior, um aumento de 11,0%. Os prêmios em seguro de Vida cresceram 31%, atingindo €329 milhões em comparação aos €255 milhões obtidos em 2012. Esse crescimento foi impulsionado principalmente pelo México.

O lucro operacional foi de €141 milhões, registrando um aumento de 4,2% em relação aos €136 milhões, apurados em 2012, apesar dos efeitos adversos no câmbio. Excluindo-se os efeitos cambiais, o crescimento atingiu 15,2 %.

“Em 2013, registramos um sólido crescimento em nossas empresas latinoamericanas. Com a nossa plataforma de negócios IberoLatAm, as operações vão transcorrer de modo mais eficiente,” declarou Helga Jung, Membro do Conselho de Administração da Allianz SE, Fusões e Aquisições (M&A), Participações, Jurídico e de Compliance na Península Ibérica e America Latina. “Isso irá nos ajudar a fortalecer ainda mais a nossa posição de mercado nestas regiões.”

Allianz Argentina vence prêmio de corretores como melhor seguradora

A Allianz oferece seguros gerais (P&C) na Argentina, onde os prêmios subiram para €298 milhões, um aumento de 11%, em relação aos €270 milhões, registrados em 2012. O ótimo resultado neste mercado foi impulsionado, principalmente, pelo seguro automotivo. O lucro operacional em alta atingiu €16,5 milhões, em 2013, comparado aos €15 milhões apurados no ano anterior – um aumento anual de 10%. Excluídos os efeitos cambiais, o lucro operacional teve crescimento de 39,5%.

Em 2013, a Allianz Argentina recebeu um prêmio ao ser reconhecida pelos corretores como a melhor seguradora do país. A empresa conseguiu melhorar sua posição no fragmentado mercado de seguros e avançou do 13º lugar para o 11º. O índice combinado alcançou 97,9%. Houve ligeira deterioração em relação à marca anterior de 96,3% devido às condições meteorológicas adversas que afetaram o setor de agronegócios. Mesmo assim, esse índice está apenas 3 pontos percentuais abaixo do índice combinado do mercado em geral.

“A Allianz na Argentina obteve um crescimento sustentável e lucrativo na última década, especialmente devido às claras estratégias empresariais que levaram em conta todos os aspectos, desde os processos, a eficiência e os produtos, até as oportunidades. Em 2013, o crescimento interno dos nossos prêmios subscritos brutos foi de 53,4% e esperamos números similares para 2014,” afirmou Fabiana Castiñeira, CEO da Allianz Argentina.

Brasil deve focar nos ganhos de eficiência introduzindo nova plataforma de negócios

As receitas no segmento de seguro Bens e Responsabilidade e no de Saúde chegaram à marca de €1,45 bilhão, comparado a €1,46 bilhão em 2012. Excluídos os ajustes cambiais, essas receitas cresceram 12,7%. O lucro operacional cresceu 2% em relação aos €66 milhões registrados no ano anterior, e atingiu €67 milhões. Internamente, o lucro operacional cresceu 14,0%.

No início de 2014, a Allianz implementou a sua nova plataforma de negócios IberoLatAm, que dará maior suporte à orientação varejista através de processos simplificados e produtos padronizados. Após uma fase inicial de estabilização, os ganhos de eficiência obtidos através da plataforma deverão decolar na segunda metade do ano.

Miguel Pérez Jaime, executivo do Grupo Allianz indicado para presidir a unidade brasileira, comenta que a implementação da nova plataforma é hoje uma realidade e sua completa estabilização é o último passo para culminar com êxito o processo de transformação da atividade da empresa iniciado em 2011. “Nós somos gratos pelo permanente apoio demonstrado pelos nossos clientes, corretores e colaboradores durante essa jornada. Temos hoje a certeza de que a Allianz Brasil está pronta para se tornar líder de mercado tanto na eficiência, que representa competitividade, como na eficácia, que significa qualidade nos serviços”.

Colômbia continua e melhorar a rentabilidade

Os prêmios em seguros gerais (P&C) caiu 10%, baixando para €355 milhões de euros, em 2013, comparado aos €394 milhões registrados no período anterior. Excluídos os ajustes cambiais, os prêmios diminuíram 2,8%. O lucro operacional nesse segmento cresceu 14%, chegando a €28 milhões, em 2013, depois de registrar €25 milhões de euros em 2012. Com os ajustes cambiais, o lucro operacional teve aumento de quase 23%.

O índice combinado teve uma melhora anual de 1,4 ponto percentual, baixando dos 97,1% para chegar em 95,7%. A Allianz apresentou um novo produto automotivo em 2012, e fez avanços focando na atividade de varejo: o segmento automotivo no varejo, por exemplo, representa hoje 53% da carteira total de seguro de automóvel, tendo crescido a partir dos 42% registrados no ano anterior. A Allianz continua a seguir sua trajetória de crescimento rentável em seguros gerais.

Os prêmios obrigatórios no segmento de seguro Vida caíram 26% e ficaram em €76 milhões em 2013, visto que diversos contratos de grande porte não foram renovados. Em 2012, a receita dos prêmios totalizou €103 milhões. O lucro operacional teve queda de 85%, caindo de €6 milhões do ano anterior, para €1 milhão, devido ao reposicionamento da companhia nesta linha de negócios.

Ignacio Borja, CEO da Allianz Colômbia, disse: ”A Allianz está bem posicionada para seguir investindo na sua estratégia e lidar com o cliente varejista colombiano. A bem-sucedida introdução da plataforma de negócios IberoLatAm contribuiu enormemente para os nossos surpreendentes resultados no varejo.”

Novos lançamentos de produto no México impulsionam prêmios em seguro Vida

As receitas totais no México foram de €504 milhões em 2013. Isso assinala um aumento de 21% sobre os €418 milhões apurados no ano anterior. No mesmo período, o lucro operacional teve um incremento de 15%, passando de €25 milhões para €28 milhões.

O negócio no México foi fortemente impulsionado pelas atividades do seguro Vida. Em 2013, a Allianz México focou especialmente na implementação de uma nova estratégia para oferecer soluções abrangentes em termos de produtos para empresas de pequeno e médio porte. Os prêmios obrigatórios atingiram €253 milhões, um aumento de 67% em relação aos números do ano anterior, que registrou €152 milhões. O lucro operacional subiu de €5 milhões para 8 milhões, representando um crescimento acentuado de 57%.

“Nossa atividade varejista está crescendo mais rápido do que outros segmentos. Isso se alinha com o nosso modelo e estratégia regional. A Allianz México continuará a focar seus esforços no mercado de varejo, lançando e entregando produtos inovadores em Vida, Saúde e seguros gerais para os seus mais de 3000 agentes,” disse Sergio Ghibellini, CEO da Allianz México.

Os prêmios no negócio seguros gerais recuaram 6%, alcançando €251 milhões em 2013, comparados aos €266 milhões, em 2012. O lucro operacional nesse segmento teve alta de 4,4%, passando de €20 milhões para €21 milhões. O índice combinado de 90% foi um dos melhores dentro do Grupo Allianz, e representou um incremento de 0,5% ponto percentual em relação aos 90,5%, em 2012.

Perspectiva para a América Latina

“2013 foi o ano mais difícil para o crescimento econômico na América Latina desde o início da crise financeira. Ainda assim, a Allianz na América Latina demonstrou, mais uma vez, que está bem posicionada para fortalecer seu negócio,” disse Helga Jung. “Nós estamos buscando estender ainda mais o nosso alcance em relação ao cliente em toda a América Latina, e forneceremos uma gama de produtos que atendam às necessidades dos clientes.”

Bradesco Seguros patrocina Copa Rio de Janeiro de Ciclismo

alexandre nogueiraRelease

Neste domingo, 30 de março, às 8h da manhã, o Parque de Madureira – tradicional bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro e famoso por ser o berço do samba – será palco, pela primeira vez, da Copa Rio de Ciclismo que, ao mesmo tempo, inaugura o circuito na Cidade Maravilhosa – antes realizada apenas no interior do Estado. O evento, que conta o patrocínio máster da Bradesco Seguros, faz parte do calendário da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) e é uma das disputas mais importantes dessa modalidade esportiva.

A competição terá as seguintes categorias: Elite Masculina (aberta – sem limite de idade), Elite Feminina (aberta – sem limite de idade), Júnior (17 e 18 anos), Sub 30 (19 até 29 anos), Máster A1 (30 até 34 anos), Máster A2 (35 até 39 anos), Máster B1 (40 até 44 anos), Máster B2 (45 até 49 anos), Máster C1 (50 até 54 anos), Máster C2 (55 até 59 anos), Veteranos (A partir dos 60 anos), Open Masculino (Sem limite de idade), Open Feminino (Sem limite de idade), Juvenil (15 a 16 anos), Infanto Juvenil (Até 14 anos) e Paradesportivo.

O circuito pontua para o ranking nacional do 1º ao 15º lugares de cada categoria e é considerado um dos principais caminhos para a classificação de equipes para o Tour do Rio, maior evento de ciclismo da América Latina, que ocorrerá em agosto e contará com a presença de alguns dos melhores times do Brasil e do mundo. Nesta etapa, serão distribuídos R$ 10 mil em premiação.

“A Bradesco Seguros, patrocinadora oficial dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, promove e apoia uma série de ações que visam a estimular a prática esportiva, um dos pilares para a conquista da longevidade com qualidade de vida e bem-estar”, explica Alexandre Nogueira, Diretor da Bradesco Seguros. “A cada dia, a bicicleta ganha mais espaço nas cidades, seja como atividade esportiva, meio de transporte ou como lazer. No Rio de Janeiro, onde a paisagem, o clima e a geografia estimulam as atividades físicas ao ar livre, pedalar se tornou um hábito para milhares de pessoas”, completa o executivo.

O evento – que tem o apoio da Prefeitura do Rio de Janeiro, Tour do Rio e a realização do Instituto FAÇA –, conta com a supervisão técnica da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) e Federação de Ciclismo do Estado do Rio de Janeiro.

Conquistar 40 mil seguros de vida na base de clientes

Christiano Garcia da Silva_apresentação VanguardaRelease

Para uma plateia de cerca de 400 pessoas, entre corretores acionistas, colaboradores e representantes de seguradoras parceiras, que lotaram o auditório do Paraná Clube, durante a sua 3ª Convenção Nacional, nos dias 14 e 15 de março, a Lojacorr S.A. deu o start à contagem regressiva para alcançar uma meta ambiciosa. Em quatro anos, a maior rede de corretoras do país quer somar à sua carteira de vida cerca de 40% dos clientes de automóvel. Significa que dos atuais 100 mil clientes de automóvel, 40 mil também terão o seguro de vida como produto de proteção.

Para conquistar esse enorme contingente, a Lojacorr desenvolveu o anguarda, aplicativo que une a inteligência de dados com estratégias operacional e comercial. Integrado ao novo sistema Broker One – outra novidade lançada pela Lojacorr em sua convenção -, o aplicativo faz uso de algoritmos para detectar na base de clientes o perfil dos potenciais compradores de seguro de vida.

De acordo com o diretor de TI da Lojacorr, Sandro Ribeiro dos Santos, basta digitar o CPF do cliente para que o corretor visualize na tela de seu computador, tablet ou celular, todos os dados capturados que somam o score ideal do potencial cliente de vida. Entre os dados analisados pelo Vanguarda estão idade, poder aquisitivo, tipo de automóvel segurado, valor do prêmio, opção de pagamento de prêmio escolhida pelo cliente etc.

Produtos customizados

Mais do que identificar entre os segurados de automóvel quais seriam os mais propensos a adquirirem seguro de vida, o Vanguarda também se encarrega de ajudar o corretor a formatar, ou customizar, o produto mais adequado ao perfil do seu segurado. Todo o processo pode ser concluído em dois ou três passos apenas e em poucos minutos, segundo o diretor de TI.

“O corretor digita o CPF do cliente e o Vanguarda o localiza na base de dados e faz o enquadramento de acordo com a faixa etária e demais quesitos. Em seguida, o corretor seleciona as coberturas e o Vanguarda calcula o prêmio e prepara a cotação. Basta um clique para que o cliente receba uma proposta atraente e simplificada”, explica Sandro Santos.

Todos as funcionalidades do Vanguarda, dos mecanismos de busca à parametrização de dados e mais a customização de produtos e a oferta simplifica ao cliente, foram idealizados por Christiano Garcia da Silva, diretor da área de Benefícios e Afinidades da Lojacorr. Ele conta que começou a trabalhar o conceito do aplicativo há um ano, a partir do resultado dos workshops com corretores na convenção de 2013.

De acordo com Christiano Silva, o corretor que atua somente com automóvel tem dificuldade em oferecer seguro de vida para seu cliente. E os motivos são vários: porque não tem certeza se o produto se encaixa nas necessidades de seu cliente, ou porque não domina as regras e coberturas do seguro, ou porque é difícil sair do ambiente operacional de um ramo e entrar em outro, ou, ainda, porque a proposta de seguro é extensa e, às vezes, até invasiva.

“Com o Vanguarda, o corretor opera o seguro vida no seu ambiente de trabalho, o Broker One, identifica o perfil do cliente que pode comprar o seguro, customiza o produto de acordo com a necessidade do cliente, gera proposta e a oferece de uma forma mais amigável”, diz. A ideia, segundo ele, é que o corretor aproveite o momento da renovação da apólice de automóvel para oferecer a proposta de seguro de vida.

No ramo vida, a seguradora que apóia o start do Vanguarda é a Centauro, que se integrou ao sistema da rede de corretores, aumentando a agilidade dos processos de documentação, contratação e pagamento de comissões. Christiano Silva informou que a ambição estratégica Lojacorr é ampliar o uso do Vanguarda para os demais ramos, como o residencial, seguro viagem, odontológico, previdência, consórcio e, possivelmente o saúde num futuro próximo.

Disponível para os corretores acionistas já no dia seguinte à convenção, o Vanguarda já havia contabilizado na primeira semana de funcionamento mais de 500 cotações de seguro de vida individual. “É surpreendente a resposta dos nossos corretores acionistas. O grupo está comprometido com a meta, a estratégia e a proposta de valor que sustenta o aplicativo. Os primeiros números são espetaculares”, comemora.

As 10 cidades mais arriscadas para viver, segundo a Swiss Re

Muito legal essa reportagem publicada pelo portal português Sabado, com base em um estudo da Swiss Re sobre as 10 cidades mais arriscadas para se viver. Calma, o Brasil não consta neste estudo. Ainda. Vale a leitura.

Segue a íntegra….

Desde terramotos a ciclones, são muitas as razões para querer evitar nestas regiões

Por Pedro José Oliveira

Se deseja manter a distância das cidades que sofrem o maior número de desastres naturais, então Portugal é um óptimo país para viver. 

Para a indústria de seguros, esta questão parece ser cada vez mais urgente de conhecer, e é por isso que a Swiss Re, a maior companhia de seguros do mundo, decidiu fazer um estudo em 616 cidades em todo o mundo para perceber o risco de terramotos, ciclones, tempestades, cheias e tsunamis, entre outras calamidades.

A SÁBADO mostra-lhe então as dez cidades mais perigosas para se viver. 



toquio1. Tóquio e Yokohama, Japão – 

Os 37 milhões de pessoas nestas duas cidades correm diariamente um grande risco de vida. Terramotos, cheias e tsunamis colocam estas regiões do Japão no primeiro lugar desta lista de lugares arriscados para viver, onde mais de 80% da população está exposta a catástrofes.

O último grande terramoto no Japão devastou as duas cidades, e matou mais de 142 mil pessoas. Apesar das medidas de segurança anti-terramoto que foram implementadas no país, ainda são muitas as casas e habitantes que vivem no limite e que esperam não ser atingidos por um desastre natural.

2 manila2. Manila, Filipinas – 

Construída junto à Fossa das Filipinas, a cidade de Manila é uma das piores para viver, de acordo com este estudo. O risco de terramotos e os ventos fortes são uma constante ameaça. 

O tufão Haiyan, que varreu o país em 2013, foi um dos mais agressivos de sempre, destruiu milhares de habitações e arrasou a cidade de Tacloban, causando milhares de vítimas mortais.

3 rio das perolas3. Rio das Pérolas, China

 – Toda a região banhada por este rio chinês (Hong Kong, Shenzhen, Dongguan, Macau e Ghangzhou) é casa para mais de 42 milhões de pessoas. Esta zona é uma das mais rentáveis do país asiático, mas também uma das mais afectadas por desastres naturais. 

Estas cidades situam-se na bacia do rio, zona que é a mais susceptível do mundo a sofrer tempestades que podem afectar 5,3 milhões de habitantes, de acordo com a seguradora Swiss Re.

A zona do Rio das Pérolas é a terceira área do mundo que mais sofre com os ventos ciclónicos que afectam outras 17,2 milhões de pessoas, e a quinta mais afectada por cheias.

4 osaka4. Osaka e Kobe, Japão

 – As duas cidades têm 14,6 milhões de habitantes a viver sob o risco de terramotos, como aquele que matou milhares de pessoas em 1995. Além disso, costumam ser afectadas por tempestades brutais e há um risco grande de cheias. É também a terceira cidade mundial com mais risco de ser atingida por um tsunami.

5 jacarta5. Jacarta, Indonésia

 – Cerca de 40% da cidade está abaixo do nível do mar e encontra-se uma bacia plana com solo macio perto de uma falha sísmica. Isto significa que os terramotos são particularmente perigosos para os quase 18 milhões de habitantes. 

Os terramotos, juntamente com o solo macio e sem drenagem adequada, podem levar a que todo o território reaja como areias movediças, engolindo a cidade. Se adicionarmos isto ao risco de cheias, Jacarta parece ser assim uma das cidades mais expostas do mundo.

6 nagoya6. Nagoya, Japão

 – O risco de tsunami é geral em todo o Pacífico, e o Japão é um dos países mais afectados. As cidades de Tóquio, Yokohama e Nagoya têm dois milhões de pessoas em risco elevado, e 12 milhões também poderão ser afectadas. 

O número de mortos causadas por este tipo de catástrofes consegue ser monstruoso, como já se verificou no passado em diversas cidades japonesas.

7 calcuta7. Calcutá, Índia

 – Com mais de dez milhões de pessoas em risco, as cheias são também fonte de constante preocupação para todos os habitantes da cidade que está no quinto lugar mundial relativamente ao risco de tsunami. Para além disso, a hipótese de ocorrer furacões também é bastante elevada.

8 xangai8. Xangai, China – 

O risco de cheias na maior cidade do país asiático é bastante elevado, e o principal rio (Huangpu), está constantemente a transbordar, afectando milhões de pessoas. 

Com tantas casas construídas perto do rio e até por cima deste, o perigo é cada vez maior. Esta situação verifica-se não só em Xangai, mas também em cidades como Banguecoque, Cidade do México, Paris e Doha, em que existem construções perto da água.

9 los angeles9. Los Angeles, Estados Unidos

 – O facto de a cidade se encontrar na falha de Santo André torna-a um lugar perigoso para viver, devido ao risco de terramotos. No entanto os tsunamis não são razão para preocupação, uma vez que esta falha é sobretudo continental e não oceânica.

10 teerao10. Teerão, Irão

 – O pensamento geral é que a falha de Santo André, na Califórnia, ou que o anel de fogo do Pacífico são as zonas mais arriscadas quando se fala de terramotos, mas nem todos sabem que a falha da Anatólia é uma das mais perigosas do mundo. 

As 13,6 milhões de pessoas a viver na capital do Irão estão expostas a este perigo, assim como os habitantes de Bucareste na Roménia, Tashkent no Uzbequistão e grande parte da Turquia. 

O último terramoto no Teerã foi em 1830, e os edifícios não estão preparados para uma catástrofe, que poderá acontecer em qualquer altura.


Consumidores mais conscientes de sua responsabilidade

Fonte: Revista Apólice

Realizado em Porto Alegre, a segunda edição deste evento tem o objetivo de fazer interagir órgãos reguladores, consumidores e seguradores visando a transparência do setor. O diretor executivo da Fenasaúde, José Cechin, falou sobre os Direitos e Deveres do Consumidor à Luz da Tendência de Crescimento do Custo na Saúde. Após fazer um balanço sobre a representantividade da entidade, que reúne 38 milhões de beneficiários, ele abordou a visão da Saúde Suplementar como um grande problema.

Há 15 anos, parlamentares diziam, em uma audiência pública, que “quem comprou um plano de saúde, comprou um problema”. Cechin afirmou que viver sem ele é um problema. Cechin falou de um cenário em que as operadoras atuam com grande eficiência, com baixo índice de negativa de procedimentos. Ele disse que pesquisa do IBGE afirma que índice de satisfação dos consumidores está acima dos 80%.

“Há uma esquizofrenia coletiva entre o que o consumidor responde nas pesquisas e o que se lê na imprensa, porque o consumidor parece estar satisfeito e a mídia mostra um cenário diferente”. A oferta de planos individuais também é uma questão polêmica, porque segundo Cechin, aumentou a oferta desta linha. “O mercado de trabalho aquecido levou as empresas a investirem em benefícios, como o plano de saúde, como forma de manter os talentos”, disse Cechin.

O risco na saúde corresponde ao custo médio per capita da prevenção, promoção, diagnóstico e tratamento do grupo segurado. Os elementos essenciais do seguro são a imprevisilidade individual (eventos futuros e incertos); previsibilidade coletiva (quantificação); mutualismo e solidariedade (dividir igualmente os riscos que se materializam individualmente); e boa-fé.

Cechin declarou que é importante que as pessoas entendam como funciona o mutualismo para valorizá-lo. É um grupo solidário em que todos contribuem em um fundo comum. A contribuição individual custeia as despesas do próprio indivíduo e as de todas as pessoas do gruo que necessitarem. Não há, portanto, acumulação. A cobertura é durante o período em que se paga. Por isso, aquela reclamação “eu paguei durante tanto tempo e não tenho cobertura, não procede”. Mas, cada faixa etária é solidária entre si, gerando o pacto intergeracional para que os idosos possam continuar tendo acesso aos planos de saúde.

Para Cechin, o consumidor responsável tem algumas aspirações, como ter vida longa, saudável, sem dor, com diagnóstico rápido e preciso e tratamento na medida certa para recuperação segura, com as melhores técnicas. Nem sempre as práticas mais caras são as mais indicadas para o tratamento. “Há uma tendência do consumerismo, que é o consumo responsável, que avalia as consequências do consumo”.

Seguro de Automóvel: Aspectos que Influenciam a Definição do Prêmio
Julio Cesar Rosa, diretor regional da HDI Seguros e presidente do Sindseg/RS, falou sobre a precificação do seguro de automóvel, que representa 35% do mercado segurador. As coberturas envolvidas são alguns danos materiais e corporais (colisão , incêndio, furto e roubo, alagamamentos, impactos , danos corporais). Apenas 15% dos veículos são sinistrados. No pacote de serviços 24 horas, com carro reserva, auto socorro, guincho, translado etc, a frequência de uso médio é de 55%.
A aceitação do seguro de automóvel não leva em consideração as condições do indivíduo que o dirige. A composição tarifária leva em conta características do veículo e o local onde ele pernoita e circula. A justiça tarifária leva em conta o perfil do motorista e forma de utilização do veículo. Na verdade, ele é indiretamente proporcional ao seguro saúde. Aqui, os mais jovens pagam mais.

Adhemar Fuji, consultor técnico da CNseg, disse que a frequência de utilização dos serviços de assistência, há 5 anos, era de 20%. Hoje beira os 55%. “A quantidade de servicos que existem na assistência é imensa e, por isso, as pessoas devem ler as apólices”.

Um dos maiores impactos no preço do seguro é o roubo e o furto de veículos, sobre o qual as companhias não possuem nenhum controle. Na base do Denatran há 78 milhões de veículos, na base do DPVAT há 55 milhões de veículos em circulação.

O advogado Cristiano Schmitt deu voz aos consumidores. Ele afirmou que devido ao preço dos veículos, o carro assumiu o status de um bem. Isso justifica a necessidade da proteção deste bem. Temos o fator da vulneralibilidade, pelo principio de que todos somos mortais. A cobertura securitária é necessária para o bem estar do ser humano e sua tranquilidade.

“Quando levamos o seguro veicular a juízo, temos dois pontos: seguro como um serviço está sujeito ao Código de Defesa do Consumidor. Vamos proteger o sujeito vulnerável, conforme o código, durante a após o término do contrato. Há também a vigência do Código Civil que traz dispositivos específicos para o mercado de seguros.

“O olhar em separado pode mostrar um exagero do legislador na proteção, entretanto é preciso criar uma harmonia para a negociação. É direito básico do consumidor a informação sobre o contrato de seguro. Às vezes, falhamos sem nos darmos conta”, disse o advogado.

“A mensagem que fica é o perfil tem que ser respondido com muita responsabilidade e que a boa-fé é soberana no trato de causas envolvendo os contratos de seguro”, disse Ricardo Pansera, presidente do Sincor/RS e mediador da mesa.

Liberty Seguros lança seguro para quem corre

corrida_de_ruaDivulgação

Aproveitando o crescente número de pessoas que corre ou faz caminhadas, a Liberty Seguros de Portugal lançou um seguro de acidentes pessoais para quem se dedica a esta prática, seja na rua ou mesmo no ginásio. O Liberty Running é um seguro que cobre os riscos inerentes de quem corre e inclui um check up completo com consulta médica, anunciou a seguradora em comunicado. O novo seguro destina-se a quem tenha entre 14 e 74 anos, e faça “ginástica de manutenção”, estando excluídos os atletas federados e as respetivas provas.

Além de um seguro de acidentes pessoais, o Liberty Running inclui garantias de assistência e permite o acesso à rede RNA Medical (médicos, clínicas e hospitais) com mais de 15 mil prestadores, transporte em caso de acidente ocorridos no estrangeiro, entre outras coberturas de assitência. O Liberty Running permite também o acesso à Rede de Saúde e bem-estar (SPA, ginásios, centros de estética, medicinas alternativas) e dá descontos em várias lojas de material de desporto.

Relatório Mundial sobre Seguros aponta que lucro das seguradoras depende de melhorar a experiência de transformação digital dos clientes

midias sociais 2release

Apesar do aumento substancial dos lucros das seguradoras devido à queda do número de sinistros[2], apenas 32% dos clientes do setor de seguros tiveram experiências positivas com suas seguradoras em 2013, em todo o mundo. Isso é o que revela o World Insurance Report 2014 (Relatório Mundial sobre Seguros), divulgado pela Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, e a Efma[1], organização mundial sem fins lucrativos, que reúne cerca de 3,3,mil empresas varejistas de serviços financeiros em mais de 130 países.

Como resultado, aproximadamente 70% dos clientes do setor ameaça trocar de seguradora, indicando, pelo segundo ano, que a perda de clientes permanece alta e que as empresas devem priorizar a oferta de uma experiência melhor, para reduzir a evasão e garantir lucro. O relatório conclui que os canais digitais, com destaque para os canais móveis, são os que mais prometem gerar lucros relacionados ao comportamento dos clientes. Também de acordo com os clientes e seguradoras analisados para o relatório, é necessário haver um aperfeiçoamento dos canais digitais nas áreas de pagamento de sinistros e aquisição de apólices.

A demanda por canais digitais cresceu em ritmo acelerado. As seguradoras acreditam que, em cinco anos, quase um terço de seus negócios ocorrerão por meio digital – cerca de 20% em canais online e aproximadamente 11% em canais móveis. No Brasil, os canais digitais têm alcançado quase a mesma importância dos tradicionais no País, com um número maior de clientes de todas as faixas etárias passando a utilizar estes novos meios para as suas necessidades de seguros.

“Nosso estudo conclui que as seguradoras podem aumentar seus lucros oferecendo uma experiência positiva aos clientes, observando sua preferência pelo uso da internet e de canais digitais. As empresas que tiverem capacidade de entregar produtos e serviços digitais durante os diferentes estágios do ciclo de vida do seguro, principalmente no pagamento de sinistros e na aquisição de apólice, obterão mais vantagens em relação à concorrência,” afirma o diretor de vendas e marketing da divisão global de serviços financeiros da Capgemini, Jean Lassignardie.

O estudo aponta que o mercado brasileiro de seguros “não-vida”, como de automóveis e patrimoniais, se tornará mais forte com os investimentos em infraestrutura para sediar a Copa do Mundo em 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. Outro ponto importante é que as seguradoras brasileiras continuam adquirindo sistemas de gestão de sinistros automatizados para aumentar a eficiência dos processos internos e redução de custos.

Experiência positiva dos clientes atrelada a comportamentos que geram lucros

O Índice de Experiência do Cliente, que analisa respostas de mais de 15,5 mil consumidores do setor de seguros por meio da pesquisa “Voz do Cliente”[3], encontrou uma conexão clara entre uma experiência positiva do cliente e os comportamentos que geram mais lucro, tais como compras adicionais e indicações de possíveis clientes.

O índice conclui que os consumidores com experiências positivas são quase duas vezes mais suscetíveis a fazer indicações e 50% mais propensos a fazer compras adicionais. Isto vale, principalmente, para os mercados em desenvolvimento, onde as experiências dos clientes com as companhias de seguros são relativamente novas. Por outro lado, as experiências negativas podem ser prejudiciais. O percentual de clientes que expressaram a intenção de deixar suas seguradoras é o dobro para aqueles com experiências negativas ou neutras.

“As seguradoras precisam oferecer uma experiência positiva a seus clientes todas as vezes que interagirem com a companhia”, analisa o secretário geral da Efma, Patrick Desmarès. “Essa experiência positiva e consistente ajudará a criar uma base de clientes leais e, definitivamente, lucrativos”.

O relatório revela que os corretores ainda são o principal canal de geração de uma experiência positiva para o cliente (39% para seguros de vida; 47% para outros tipos de seguros)[4], seguidos pela internet (32% vida, 41% outros) e canais móveis (26% vida, 31% outros). A Holanda registrou o maior aumento nas experiências positivas do cliente, com 18,2%, graças, principalmente, aos canais digitais e corretores. Nos mercados em desenvolvimento da Ásia-Pacífico e América Latina, a importância dos canais digitais é bastante alta entre os clientes mais jovens (entre 18 e 34 anos), que preferem os canais digitais aos tradicionais.

Experiências positivas em canais móveis causam mais impacto

Os canais móveis são os que apresentam menor probabilidade de propiciar uma experiência boa aos clientes mas, quando oferecem, são os que mais influenciam seu comportamento. Os consumidores são mais propensos a recomendar a empresa a amigos (48% para seguros de vida e 47% para outros seguros) e a comprar produtos adicionais (40% tanto para vida como outros).

“De todos os canais digitais, os móveis são os mais eficazes em oferecer acesso imediato à seguradora em simplificar as tarefas, reduzindo os passos necessários. Nossas análises indicam que têm o maior potencial de levar os clientes a adotar hábitos que gerem retorno financeiro. As seguradoras que se dedicam a aprimorar a experiência dos clientes, por meio de canais móveis, estarão bem posicionadas para otimizar o desempenho de seus negócios”, explica Lassignardie.

A transformação digital é fundamental para melhoria da experiência dos clientes, mas as seguradoras estão ficando para trás

Empresas com forte presença digital e foco nos clientes são, em média, 26% mais lucrativas do que outras empresas[5]. Para atender à demanda pelo digital e aprimorar a experiência dos clientes, as seguradoras precisam adotar uma abordagem de cima para baixo para a transformação digital. Ao mesmo tempo, devem promover excelência operacional na retaguarda para garantir a lucratividade. Assim, as principais áreas de foco das seguradoras neste ano deveriam ser a integração multicanal, a maximização das mídias sociais e análise preventiva.

De acordo com a pesquisa “Voz do Cliente”, da Capgemini, os clientes mencionaram a obtenção de informações, cotações de seguros e os serviços de sinistros como as áreas mais importantes. Por um lado, os consumidores classificaram as seguradoras como competentes no fornecimento de informações e cotações; por outro, não foram tão positivos em relação à administração de sinistros, principalmente na área de pagamento de ocorrências, onde, de acordo com os clientes, as seguradoras são deficientes. A aquisição de apólices também foi citada na pesquisa como uma área que precisa de mais aprimoramentos digitais.

Para mais informações, acesse www.worldinsurancereport.com.

VALOR: Seguradoras enfrentam alta sinistralidade

foto-20Em quarenta minutos, o fogo alastrou-se no complexo logístico da Copersucar, no Porto de Santos, com capacidade estática de 300 mil toneladas e um dos maiores do mundo. Lá estavam estocadas 180 mil toneladas de açúcar. Entre os armazéns afetados estava uma estrutura nova, inaugurada meses antes, com investimentos de R$ 125 milhões.

Por ser a maior trading de açúcar e etanol do mundo, o mercado internacional da commodity ficou tenso. No dia do acidente, 18 de outubro de 2013, o demerara registrou alta na Bolsa de Nova York, chegando a subir 5% durante o pregão. A tensão foi aliviada rapidamente com a divulgação do plano de contingência e do programa de seguros contratado pela responsável por 17% do escoamento da safra brasileira.

O incêndio não causou perdas ao Porto de Santos, segundo informou a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp). Durante o incidente, foi mantido o embarque e desembarque de mercadorias do porto. Cerca de 40 dias depois, o CEO do grupo informou aos acionistas que boa parte dos problemas estavam resolvidos e o plano de exportar 7 milhões de toneladas do produto em 2013/14 mantido.

É um bom exemplo para muitos embarcadores, transportadores e operadores portuários, que demandam um complexo programa de seguros para garantir os riscos e responsabilidades que envolvem interesses de vários segurados do operador e também de terceiros que convivem diariamente nos portos. Em 2013, a venda de seguros do segmento operador portuário registrou prêmios ganhos próximos de R$ 120 milhões, sendo a Itaú Unibanco responsável por mais de 65% do segmento.

Foi praticamente o dobro, considerando-se que em 2012 as seguradoras venderam R$ 65 milhões em apólices.

As empresas privadas (os portos públicos ainda não fazem seguro), que operam em portos molhados, são as principais clientes do mercado segurador. Segundo Maria Helena Carbone, diretora de marine da Aon, a concorrência levou os preços e franquias a patamares que tiraram o interesse das seguradoras e resseguradores pelo segmento.

Os resseguradores do exterior até pouco tempo viam o mercado brasileiro com reservas por esta razão, já que as seguradoras locais retinham pouco risco e a conta era paga pelos resseguradores. “Hoje começamos a ver alterações e o interesse do exterior pelo mercado brasileiro está voltando, o que pode ser uma promessa de tempos melhores”, comenta a especialista da Aon.

Segundo Rodrigo Vieira, gerente de transporte da AIG, a abertura do mercado de resseguros levou a uma redução de franquias e do preço dos programas de operadores portuários. No entanto, acidentes geraram perdas significativas e várias empresas deixaram de operar no segmento, gerando aumento do preço do seguro, das franquias e restrição de coberturas. “Temos o registro de poucos acidentes, mas quando eles acontecem os valores envolvidos são gigantescos”, comenta Felipe Smith, vice-presidente comercial da Tokio Marine, uma das maiores seguradoras deste segmento no mundo.

Segundo dados oficiais organizados por Victor Garibaldi, diretor da corretora MDS, de janeiro a novembro de 2013 as vendas de seguro de operadores totalizaram R$ 109 milhões e as indenizações no período R$ 140 milhões, o que significa um índice de sinistralidade de 129%. Mas isso não significa prejuízo para as seguradoras, pois elas repassam boa parte do risco para as resseguradoras.

A principal apólice comercializada é a de responsabilidade civil, que garante os danos a terceiros, entre eles prejuízos a mercadorias, a navios, a pessoas e bens. Também há cobertura de danos físicos a bens do operador e perda de receita. “Há várias possibilidades de coberturas adicionais. As mais usuais são da responsabilidade civil do empregador, danos morais, danos elétricos e quebra de máquinas”, cita.

“A carteira é rentável, mas é preciso ser especialista para gerenciar um risco tão complexo”, afirma Gilberto Espindola, líder da área marine da Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS). “O risco de incêndio é bem administrado, mas a operação portuária tem muitos riscos que podem acontecer e não são gerenciados, como rachaduras num telhado de armazém”, exemplifica.

Segundo Espindola, é preciso que clientes, corretores, seguradores e resseguradores invistam mais no desenvolvimento da cultura de gerenciamento de risco portuário, como foi feito com a área de transporte de cargas.

Segundo Eduardo Takahashi, diretor executivo da corretora Marsh Brasil, a tendência é de aumento das vendas do seguro portuário, uma vez que os poderes concedentes, como Codesp, que administra o Porto de Santos, bem como a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) também estão ampliando as exigências com relação às coberturas securitárias para que sejam mais abrangentes. “Por exemplo, inclusão do pier, assim como solicitam outras modalidades de coberturas, como a de responsabilidade civil ambiental para novas licitações”, conclui.