No dia 10 de abril acontecerá o 3º encontro do Lloyd’s no Brasil, ocasião em que o sindicato recriará novamente no Rio de Janeiro a famosa sala de subscrição – “Underwriting Room” existente no Lloyd’s em Londres, com a presença de diversos sindicatos do Lloyd’s que estarão à disposição para receber convidados, clientes, fornecedores em seus respectivos “boxes” para discussões e apresentações de seus negócios.
A palestra de abertura do evento será feita por Henrique Meireles, ex-presidente do Banco Central e atual membro do Conselho do Lloyd’s of London. Segundo afirma Marco Castro, presidente do Lloyd’s no Brasil, já está confirmada a presença dos seguintes sindicatos: ACE, Aegis, Alterra, ANV, Argo, Aspen, Allied World, Beazley, Catlin, Hiscox, Kiln, Liberty, Markel, Navigators, Starr, Talbot
“Este evento será novamente uma excelente oportunidade para os representantes do mercado Brasileiro de seguros e resseguros conhecerem um pouco mais sobre o mercado do Lloyd’s e estreitarem suas parcerias de negócios com os sindicatos e seus subscritores”, afirma Castro.
A sala será montada no hotel Sofitel, em Copacabana, Rio de Janeiro. Nos dois dias anteriores, 8 e 9 de Abril, no mesmo local, será realizado o 3o Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro, evento promovido pela CNseg, em parceria com a Abecor-Re, Fenaber e Escola Nacional de Seguros.
Recebido pelo presidente do CVG-SP, Dilmo B. Moreira, e pela diretoria, em almoço realizado na última quinta-feira, 27 de março, no Terraço Itália, o presidente da Federação Nacional de Previdência e Vida (FenaPrevi), Osvaldo Nascimento, apresentou uma completa análise do Mercado de Seguro de Pessoas e a Previdência para 2014, na visão FenaPrevi. Ele expôs um panorama do cenário econômico internacional e nacional, inclusive sobre a perspectiva futura, situando o Brasil e o seguro em posição privilegiada nesse contexto.
Cenário econômico
No cenário internacional, a perspectiva é de estabilização das economias. Em matéria de investimentos estrangeiros, o Brasil teve um bom fluxo de capitais de 2010 a 2012, quando saltou no ranking de investimentos da oitava posição para a quarta. Mas, Nascimento lembrou que essa condição pode sofrer o impacto do recente rebaixamento do país na avaliação da Standard & Poors. Entretanto, informou que o Brasil continua sendo uma boa opção para atração de capital estrangeiro e ainda permanece como um país classificado com o nível investment graded.
A deflação global é uma tendência, contrariada apenas pelos países emergentes, que apresentam inflação crescente na casa dos 6%. No caso do Brasil, ele entende que a redução da inflação não depende apenas da elevação da taxa de juros e tampouco do controle de preços de combustíveis, energia e transporte. A previsão é de que neste ano o PIB brasileiro se situe na faixa de 2%, aumentando um ponto percentual até 2016. Mesmo assim, continuará abaixo da média mundial de 4%, o que é preocupante. Enquanto o país não conseguir sustentar níveis acima de 4%, a riqueza por habitante diminuirá, levando ao empobrecimento, disse.
Fala-se muito do bônus demográfico brasileiro período em que a população economicamente ativa (PEA) é maior do que a de inativos -, mas Nascimento alertou que essa condição positiva tem prazo de validade. Atualmente, a PEA (incluindo ocupados e desocupados) é superior a 60 milhões. Mas este número é resultado de projeção do IBGE a partir de pesquisa em seis regiões metropolitanas. A questão, segundo ele, é que a quantidade de pessoas disponíveis para o trabalho atingiu seu nível máximo e, a partir de 2020, a tendência é de declínio.
Seguro de pessoas
O presidente da FenaPrevi apresentou uma lista de propostas para desenvolver o segmento de seguro de pessoas, que fazem parte da agenda de discussões previstas entre as federações da CNseg e a Susep. No topo da lista está a distribuição, que tem como ações previstas a simplificação e o uso de meios remotos. O caminho para aumentar a eficácia da distribuição são os meios eletrônicos, que facilitarão a entrega de produtos aos consumidores, disse. Já o VGBL Saúde, segundo item, aguarda a aprovação do Projeto de Lei 7052/14 para entrar em operação, embora Nascimento considere desnecessário um projeto para iniciar a comercialização, necessitando apenas de regulamentação do CNSP e Susep.
Ainda pouco desenvolvido no país, o seguro de pessoas em regime de capitalização foi alvo de um projeto da FenaPrevi que deverá ser apreciado pela Susep. Com a aprovação, Nascimento acredita que produtos como o Universal Life, prioritário na agenda, não demore a entrar em operação. Outra proposta, mas direcionada ao governo em forma de projeto de lei, se refere ao patrimônio de afetação. O propósito será isolar o risco da seguradora do patrimônio da pessoa.
Segundo Nascimento, está em discussão na Susep a comercialização de produtos que levam em conta a situação financeira do cliente, chamados de Suitability. Em sua visão, a venda desses produtos depende do mapeamento das necessidades dos clientes e da preparação dos canais de distribuição, em especial o corretor. Em alguns casos, o cidadão compra um produto de vida sem saber o que comprou e quem vende não sabe muito bem o que vendeu, disse. Para evitar essa situação, ele aponta que o caminho está na combinação da educação financeira do consumidor acompanhada de programas de melhoria dos agentes de distribuição, investindo-se mais no pleno conhecimento das necessidades dos clientes suitability.
Outro plano é viabilizar a utilização de recursos de provisões como garantia acessória para empréstimos. A proposta integra o Projeto Lei de 6.723/13, que está em tramitação na Câmara dos Deputados. Temos que adotar no Brasil os instrumentos que já existem em países desenvolvidos em previdência, em especial os empréstimos tendo as reservas de previdência como garantia, disse.
Por fim, na lista de prioridades da FenaPrevi para o ramo de pessoas está a educação financeira. Esta é a grande bandeira da CNseg. Se investirmos mais em educação do consumidor, o mercado crescerá como consequência. Propaganda de produto não faz o mercado crescer, mas a educação do consumidor, sim, disse.
Desafios para o ramo de pessoas
Em 2013, a previdência enfrentou sua maior crise em 20 anos, com os resgates superando as contribuições, em determinado período. O motivo, segundo Nascimento, foi a volatilidade dos investimentos. O alongamento na aplicação de recursos torna os investimentos voláteis, porque o Brasil não tem estabilidade na curva de juros de longo prazo, explicou. Depois que a situação foi contornada no curto prazo, a proposta agora é aprovar junto ao governo regras de alongamento e desindexação para aplicação de recursos em fundos de investimento e em modalidade de renda fixa.
Além do crescimento expressivo do seguro prestamista, acima de 100%, e de outros, como auxilio funeral, o seguro de vida representa quase 50% dos prêmios. Mas, a penetração deste seguro ainda é baixa, o que faz Nascimento enxergar um potencial astronômico de crescimento. Ele também acredita no potencial do microsseguro, mas, devido ao obstáculo da distribuição, sugere que seja acoplado a programas sociais do governo, como o Bolsa Família.
O presidente da FenaPrevi reforçou a tese de que a educação é o caminho para o crescimento do ramo de pessoas, juntamente com a simplificação de produtos e da distribuição. Para ele, ainda falta ao mercado visibilidade clara das necessidades dos clientes. Muitos não sabem que contam com coberturas do INSS e do DPVAT e então não sabem se precisam de coberturas adicionais de morte e de invalidez, disse.
Segundo Nascimento, a evolução dos projetos relacionados à solvência, em especial regras de alocação de capital, são prioridades do setor para alinhamento com o mercado internacional. O Brasil tem muito a avançar na dimensão regulatória do setor para continuar um porto atrativo de investimentos, concluiu.
No encerramento do evento, Dilmo B. Moreira comentou que a indústria de seguros tem grande papel na educação financeira. Nos cursos do CVG-SP, além da formação técnica, sempre reforçamos a importância de os alunos atuarem como multiplicadores junto à família e aos amigos, levando a mensagem sobre a proteção do seguro, disse.
Em seguida, o presidente do CVG-SP registrou a presença do presidente eleito do Sincor-SP, Alexandre Camillo, um dia depois da eleição, cumprimentando-o pela vitória. Em breve pronunciamento, Camillo agradeceu os apoios recebidos para as suas propostas de gestão e informou sobre o início de uma nova etapa na entidade dos corretores.
A Porto Seguro lança em 1o de abril a campanha de incentivo “Negócios à Vista”, a fim de estimular os corretores a prospectarem novas oportunidades com seguros empresariais. A ação vai até 30 de junho e, nesse período, os participantes serão premiados à medida que realizarem negociações dos produtos: Empresa, Bares e Restaurantes, Pet Shop e Clínica Veterinária, Estética e Beleza, Clínicas e Consultórios, e Academias.
Para Edson Frizzarim, diretor de Ramos Elementares da Porto Seguro, a campanha será uma boa oportunidade para o corretor mostrar a seus clientes a importância de um seguro empresarial. “Independente do setor, as empresas precisam fazer uma série de investimentos para atuar e crescer em seus respectivos mercados. E esses recursos podem ser perdidos em grande parte, quando não se tem a proteção de um seguro para os riscos que venham a comprometer as atividades do segurado”, explica. “Nesse contexto, o seguro torna-se um investimento fundamental para garantir a estabilidade dos negócios”, completa.
Preparação
Para conhecer mais sobre seguros empresariais e se preparar melhor para a campanha, os corretores podem fazer o curso on-line que o Porto Seguro Empresa disponibiliza no ambiente da Escola de Corretores Porto Seguro. O acesso é feito pelo site www.portoseguroeducacao.com.br.
Em homenagem aos 20 anos do legado de Ayrton Senna, os fãs do tricampeão mundial de Fórmula 1 podem visitar em São Paulo uma grande exposição com itens do piloto que ainda não haviam sido exibidos. Uma das peças em destaque é a Lotus preta e dourada que o piloto dirigiu em 1986, ano em que conquistou duas vitórias na F1, nos GPs da Espanha e dos Estados Unidos. A exposição deste ícone do automobilismo, em especial, tem o apoio da ACE Brasil, que se responsabilizou pelo seguro.
Foi com a equipe inglesa que Senna venceu seis GPs, nas temporadas de 1985, 1986 e 1987. A mostra “Ayrton Senna Sempre 20 Anos”, que acontece no Shopping VillaLobos, começou no dia 21 de março, data em que o piloto completaria 54 anos, e vai até 21 de abril.
A ACE estará destacando o logotipo da empresa na área de exposição ao longo de todo o período do evento. “A capacidade de inovar e oferecer coberturas sob medida para cada demanda constitui um dos principais diferenciais da ACE no mercado brasileiro de seguros”, diz Angel Diaz, presidente da ACE Brasil.
O Grupo Tempo Assist [BM&FBovespa: TEMP3] – uma das principais companhias do país na prestação de serviços de seguros saúde, planos odontológicos, assistências especializadas, home care e soluções em saúde – reportou Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) recorrente de R$ 14,2 milhões no quatro trimestre de 2014, resultado 16,1% maior que o do mesmo período no ano anterior. No acumulado do ano, o crescimento foi de 11,1%, totalizando R$ 54,4 milhões.
A receita líquida atingiu R$ 965 milhões em 2013, montante 8% superior ao apurado em 2012. No 4T13, a receita líquida somou R$ 254, 1 milhões, aumento de 11,4% com relação ao 4T12. O lucro líquido no quarto trimestre foi de R$ 22,4 milhões e somou R$ 40,3 milhões no acumulado de 2013.
A Tempo Assist também fez importantes desinvestimentos em 2013, nas unidades de Odonto e Seguradora de Saúde.
Para Marcos Couto, CEO da Tempo Assist e Diretor de Relações com Investidores “a TEMPO ASSIST está bem posicionada para enfrentar os desafios de 2014 e crescer de maneira sustentável, com rentabilidade e eficiência em seus negócios”.
Assistência
A Unidade Assistência (Tempo USS), que presta serviços assistenciais para veículos, pessoas e residências por meio de parceiros, terminou o 4T13 com receita líquida de R$ 124, 8 milhões, alta de 20,1% quando comparada ao mesmo período do ano anterior. No acumulado do ano, o resultado foi 16,5% maior que o alcançado em 2012, atingindo R$ 467 milhões. Já o lucro líquido cresceu 66,3%, atingindo R$ 29,8 milhões em 2013, considerando o acumulado do ano.
A Tempo USS registrou EBTIDA anual recorrente de R$ 50,2 milhões em 2013, resultado 39,9% superior ao período anterior. A margem EBITDA também cresceu e atingiu 10,7% no ano.
A unidade Assistência continua sendo o motor de crescimento da companhia, por conta da performance de sua base de clientes e pela expansão do canal massificado de comercialização. Além disso, a Tempo USS teve o faturamento do trimestre corrente impulsionado pelas atualizações de preços de alguns contratos, que eram deficitários. A sinistralidade média do negócio melhorou em doze meses, por conta dos contratos reajustados e dos investimentos internos em projetos de eficiência operacional.
Home Care
A MED-LAR, divisão de atendimento domiciliar da Tempo Assist, atingiu lucro líquido de R$ 8,4 milhões no 4T13, crescimento de 165,3% com relação ao mesmo período do ano passado. No acumulado do ano de 2013, o lucro líquido da unidade cresceu 61,1% e somou R$ 13,4 milhões.
O EBTIDA totalizou R$ 15,9 milhões em 2013, alta de 43% sobre 2012. Na comparação 4T13 versus 4T12, o crescimento foi de 76,2%.
A carteira da unidade cresceu 17,9% em 2013, são 274 novos pacientes. O resultado reflete os esforços comerciais e administrativos realizados pela unidade, que investiu em melhorias operacionais e em ações para estreitar o relacionamento com seus clientes.
Unidade Saúde Soluções
A receita líquida da Unidade Saúde Soluções (CRC, que atua há 20 anos nos setores público e privado, e Gama Saúde, que oferece a gestão de planos administrados) cresceu 44,9% no 4T13 quando comparada ao 4T12, devido principalmente à conquista de novos clientes.
A busca por uma maior eficiência tanto operacional quanto financeira, permitiram o alcance do EBITDA de R$ 3,8 milhões no 4T13, resultado 115,2% superior ao verificado no mesmo período do ano passado.
Unidades em desinvestimento
Seguradora Saúde
A Tempo Assist anunciou em novembro de 2013 a venda, por R$ 30 milhões, de toda a carteira de segurados desta unidade para a Unimed Seguros Saúde. A operação foi aprovada, sem restrições, pela ANS e pelo CADE. Dessa forma, a transferência da carteira de clientes será efetivada no dia 1º de abril de 2014, conforme previamente anunciado no Fato Relevante de 04 de novembro de 2013.
A Tempo Saúde continuará responsável pela gestão e pelo resultado da carteira de clientes até a data da realização da transferência da carteira para a Unimed Seguros Saúde.
“Temos a convicção de que tomamos a melhor decisão ao realizarmos as operações de desinvestimento em mercados sujeitos a risco. Agimos com a clara intenção de aumentar a geração de valor na Tempo Assist”, diz Marcos Couto, CEO da companhia e diretor de Relações com Investidores.
No acumulado do ano, a receita líquida dessa Unidade cresceu 1,5% em comparação ao verificado em 2012, alcançando R$ 288,3 milhões. O EBTIDA Recorrente foi de R$ 5,8 milhões negativos no último trimestre de 2013, alta de 168,3% quando comparadocom o mesmo período do ano passado.
Odonto
A divisão de planos odontológicos Tempo Dental, no canal corporativo, encerrou o 4T13 com crescimento de 3,7% em sua base de beneficiários e de 7,1% no seu ticket médio mensal.
No canal Afinidades, apesar da redução da base de beneficiários em 15,8%, o ticket médio mensal subiu 14,1%, devido às recomposições de preços realizadas durante o ano de 2013.
A receita líquida da Unidade atingiu R$ 22 milhões no 4T13, alta de 9,4% diante do mesmo período do ano anterior, e o EBITDA passou de R$ 5,4 milhões no 4T12, para R$ 5,9 milhões no quarto trimestre de 2013. No acumulado do ano, a receita líquida somou R$ 85,1 milhões, alta de 14,8%.
Em 23 de dezembro de 2013, a Tempo Assist celebrou um contrato com a Caixa Seguros prevendo a venda da Tempo Dental por R$ 133,6 milhões. A transação será concluída após a aprovação da ANS – o CADE autorizou a operação, sem ressalvas, em fevereiro deste ano.
Rir é sempre o melhor remédio, já diz o conhecido ditado. Mas rir a qualquer custo pode ter sabor amargo. As brincadeiras típicas de 1º de abril, o Dia da Mentira, geraram perdas estimadas em US$ 4,3 milhões, em 2013, devido à perda de produtividade, desperdício de recursos e gastos associados a serviços de emergência, que atenderam às pegadinhas que foram mais longe do que o esperado. O cálculo é parte do relatório No laughing matter: April Fools’ Day divulgado pela Allianz Pre-Risk Mitigation (APM).
Diferentemente do passado recente, agora não só as pessoas físicas participam das brincadeiras, empresas usam cada vez mais a data para gerar publicidade. Entretanto, especialistas garantem que muitas subestimam o risco e os custos da piada virar uma dor de cabeça.
“Se bem feitas, as piadas podem gerar um resultado simpático, entretanto a experiência tem mostrado que muitas vezes, as piadas de 1º de abril não provocam só risadas, elas podem significar custosos processos judiciais quando dão errado” alerta Rainer zu Fall, porta-voz sênior da APM. O relatório demonstrou que as ações de 1º e abril afetam a produtividade da empresa, pois os funcionários gastam tempo para responder as comercializações de ofertas ou reportagens que são, na verdade, pegadinhas.
Humor duvidoso
Outro lado negativo das brincadeiras é o uso dos serviços de emergência, que poderia ser evitado. Nos Estados Unidos, mais de 840 chamadas de emergência foram diretamente atribuídas às chamadas de “brincadeiras que deram errado”.
A APM também avaliou sinistros de seguros em todo o mundo em 1º de abril e outras datas que carregam o mesmo sentido, ao redor do mundo. O relatório apontou um aumento considerável de sinistro dos seguros gerais associados a 1º de abril, na última década. A maioria dos pedidos de indenização ocorreu nos EUA e no Reino Unido, entretanto houve aumento também na Austrália, Canadá, França, Hong Kong, e na Sérvia e Montenegro.
Em 2013, um incidente causou um grande prejuízo na Flórida, EUA, quando dois apresentadores disseram aos ouvintes que “monóxido de dihidrogênio” saía das torneiras na área de Cape Coral. A afirmação causou pânico entre os moradores, que não associaram o anúncio a uma brincadeira com a simples fórmula química da água. Os serviços de utilidade pública locais foram forçados a emitir um comunicado oficial e o programa foi suspenso e enfrentou acusações criminais.
Em Schildbürger, na Alemanha, um gerente fez uma brincadeira com outro envolvendo uma dançarina do ventre turca, um balão em forma de tubarão cheio de hidrogênio, e um bolo de aniversário iluminado, que resultou em um incêndio, cujo prejuízo foi de mais de US$ 137 mil ao escritório e a uma fábrica vizinha. Pior ainda, duas pessoas foram hospitalizadas por causa da inalação de fumaça.
Piadas corporativas, como o anúncio do YouTube, no ano passado, que iria fechar por dez anos, ou lançamento do Google de mapas de tesouros perdidos, mais frequentemente causam confusão do que entretém o público, já que é necessário lidar com o impacto das informações durante todo o dia. “Se a escolha da empresa é brincar, melhor ter em mente que é muito difícil que pegadinhas terminem somente com sorrisos irônicos no rosto”, alerta Rainer zu Fall.
A Caixa Seguros lançou hoje seu relatório de Sustentabilidade. Segue a palavra do presidente Thierry Claudon. O relatório completo pode ser acessado no link http://www.cuidardofuturo.com.br/sites/default/files/RELATORIO_SUTENTABILIDADE.pdf
O ano de 2013 foi para o Grupo Caixa Seguros um período de expansão – que pode ser medido nos números e nas iniciativas e ações da Companhia. Quando olhamos os resultados, não há dúvidas: obtivemos um lucro recorde de R$ 1,4 bilhão e um faturamento inédito de R$ 9,3 bilhões, com crescimento acima da média do mercado. Também inovamos nos produtos, sendo a única seguradora a comercializar microsseguros e a oferecer planos de previdência exclusivos para mulheres.
No campo dos negócios, tivemos importantes movimentos. Compramos 70% da Previsul, companhia com presença na Região Sul do país, um mercado com 29 milhões de pessoas com grande tendência a consumir marcas com identidade regional. E ainda iniciamos outras operações ainda em fase de consolidação.
No campo da atuação social, demos mais um impor- tante passo, criando o Instituto Caixa Seguros – órgão que vai gerir nosso investimento em programas ambientais, sociais e culturais. Ganharemos agilidade para administração dos recursos investidos nessas três áreas, já reconhecidas como marcas do Grupo Caixa Seguros. O instituto consolida o amadurecimento de ações iniciadas há anos, que terão mais transparências e novas possibilidades de relaciona- mento com parceiros do terceiro setor.
Por fim, passamos o ano acompanhando de perto a construção da nossa sede própria, em Brasília, que será inaugurada ainda em 2014. Sabemos que para crescer é preciso ter raízes sólidas, e esse investimento demonstra não apenas a confiança no mercado brasileiro como a consolidação de uma trajetória de sucesso.
No ano de 2013, o Grupo Caixa Seguros conseguiu conjugar bons resultados com passos sólidos de expansão. Esse êxito pode ser atribuído à firmeza e à agilidade com que os funcionários da empresa atenderam aos desafios apresentados e ao comprometimento da Rede Caixa com os objetivos traçados.
Obrigado a todos que colaboram para essa parceria de sucesso.
Mesmo sem ter os números oficiais que devem ser divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) no fim de abril, a resseguradora local Terra Brasis fez um levantamento dos balanços financeiros publicados para divulgar o estudo sobre o mercado de resseguros brasileiro. Parabéns!
Veja abaixo os principais destaques:
• A cessão de resseguro pelas cedentes brasileiras continua a apresentar grande crescimento e a parcela colocada nas resseguradoras locais maior crescimento ainda.
• Nos 12 meses findos em Novembro de 2013, de acordo com os últimos dados disponibilizados pela Susep:
• O volume de resseguro cedido pelas seguradoras brasileiras (bruto de comissão) foi de R$ 7,84bi, crescimento de 21,2% em
relação ao mesmo período do ano anterior.
• O volume de resseguro (bruto de comissão) colocado nas resseguradoras locais foi de R$ 4,99bi, um crescimento de 28,6%.
• As resseguradoras locais detiveram uma participação de mercado de 64% (IRB 32% e outras locais 32%) e as resseguradoras estrangeiras 36%.
• As preocupações mencionadas na última edição do Terra Report quanto ao resultado das resseguradoras locais se concretizaram, com o crescimento do Combined Ratio do último trimestre pressionando negativamente o resultado do mercado local de resseguros.
• De Janeiro a Dezembro de 2013, com base nas Demonstrações Financeiras publicadas em jornais:
• A sinistralidade do mercado ressegurador local ficou em 88% (87% para o IRB e 90% para as demais locais).
• O Combined Ratio terminou o ano em 103% (92% para o IRB e 122% para as demais locais).
• O lucro líquido do mercado ressegurador local, que em 2012 foi de R$504m, caiu para R$ 271m no ano de 2013 (lucro de R$349m para o IRB e prejuízo de R$78m para as demais locais).
Ao assumir o posto máximo da Superintendência de Seguros Privados (Susep), em solenidade ocorrida um mês após sua nomeação, Roberto Westenberger conclamou o mercado segurador a materializar seis pilares conceituais que podem levar o setor a ter uma densidade mais proporcional ao tamanho da economia do País. A valorização dos quadros da Susep, “porque não se pode administrar sem um time motivado”; o compromisso de adotar decisões na autarquia sempre em prol do interesse público; a adoção de viés mais indutor do desenvolvimento (e menos policialesco) da autarquia; a aderência às práticas internacionais, porque o Brasil não pode continua dissociado de modelos regulatórios reconhecidamente eficientes, como é o caso do programa Solvência II; a capacitação contínua do mercado, tendo em vista os novos paradimas regulatórios; e ações no campo da educação financeira, para que o consumidor realize compra de coberturas mais adequadas.
A solenidade de posse, ocorrida em 28 de março, reuniu cerca de 400 pessoas no auditório da sede no Rio do Ministério da Fazenda. Inclusive as principais lideranças do mercado segurador, como os presidentes da CNseg, Marco Antonio Rossi, da Fenaber, Paulo Pereira, e da Fenacor, Armando Vergílio, que foram parabenizar o novo superintendente da Susep e também conheceram um pouco do perfil da nova gestão.
Também estiveram presentes a diretora-executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes e os presidentes da FenaSaúde, Marcio Coriolano; FenSeg, Paulo Marraccini; FenaPrev, Osvaldo do Nascimento e FenaCap, Marco Barros.
Encarregado de representar o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e de dar posse ao novo titular da Susep, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Paulo Caffarelli disse que Roberto Westenberger assume o cargo em um momento especial do mercado de seguros, tendo como missão mais relevante fazer o setor ter uma participação mais proporcional ao PIB brasileiro.
Segundo ele, o mercado fechou o ano passado com receitas de R$ 212 bilhões, algo equivalente a 5% do PIB, e deve atingir um faturamento de R$ 250 bilhões em 2014. Embora estas somas já tornem o mercado segurador bastante relevante, Caffarelli vê nos 50 milhões de brasileiros que ascenderam socialmente nos últimos anos, formando a nova classe média, e nos projetos de infraestrutura, que deverão demandar aportes de R$ 1,5 trilhão nos próximos oito anos, como duas importantes frentes para o crescimento do mercado segurador, por meio da oferta de mais produtos visando a proteção de pessoas e dos empreendimentos de construção pesada.
Em linha com o secretário, o novo titular do órgão de supervisão do setor deixou claro que planeja dar mais liberdade de criação de produtos, já que este é um caminho para crescer a oferta de coberturas e a concorrência. “O segurador sabe que produtos precisa criar para o mercado crescer, e a Susep não vai atrapalhar suas ações nesse campo. Pelo contrário, poderemos até pensar juntos produtos que ainda não existem em nosso mercado”, disse ele.
Mas quer manter a solidez do mercado, razão pela qual sua intenção é adotar as melhores práticas do programa Solvência II, que não pode continuar a ser visto com uma questão de quantitativos de capitais e de reservas apenas, mas ser reconhecido como um instrumento efetivo de adoção de melhores práticas de gestão. “O programa Solvência II é um paradigma regulatório que privilegia a gestão da seguradora. Se suas diretrizes forem adotadas de forma eficiente, os quantitativos de capitais e de reservas podem até ficar abaixo das recomendações do órgão de supervisão. A Solvência II é uma homeopatia, uma técnica regulatória para aferir, fielmente, se administração dos recursos está em linha com os riscos assumidos. E as companhias que adotam modelos internos, atuam em nichos em que tem expertise na subscrição podem ser favorecidas”, destacou ele.
Ainda no discurso de posse, Westenberger disse que a Susep não terá o foco policialesco em sua gestão, ainda que mantenha o talão de multa no bolso para os casos necessários. “Nosso foco serão as ações em prol do desenvolmento. O papel de indutor do crescimento tem o objetivo de colocar o mercado de seguros mais proporcional ao tamanho o PIB. Olhando para países mais similares ao Brasil, como é o caso do Chile, cuja participação da indústria de seguros equivale a 9% ou 10% do PIB, podemos antever o que nossa mercado ainda pode crescer, com a adoção de medidas adequadas.”
Na condição de professor, lembrou a importância da capacitação. “E aqui estão incluídas não só a educação mais técnica dos quadros das seguradoras, corretores e resseguradoras, mas também a educação do consumidor”, disse ele, declarando-se honrado com a indicação e prometendo gastar o melhor de sua energia no projeto de expansão sustentável do mercado.
A Securities and Exchange Commission (SEC) concedeu nesta sexta-feira registro ao programa de American Depositary Receipt – ADR Nível I da BB Seguridade, aprovado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em 13 de março.
Com as aprovações da CVM e da SEC, os ADRs Nível I da BB Seguridade serão negociados no mercado de balcão norte-americano (Over-the-Counter – OTC), na proporção de um ADR para uma ação ordinária BBSE3, sob o código BBSEY.
O programa de ADR Nível I da BB Seguridade conta com o Deutsche Bank Trust Company Americas como banco depositário e a custódia das ações que irão lastrear os ADRs fica a cargo do Banco do Brasil.
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