Entrevista do titular da Susep para o Brasil Econômico

Brasil Econômico

Superintendente da Susep diz que mercado segurador pode dobrar em cinco anos

Rio – Roberto Westenberger, em sua primeira entrevista como superintendente da Susep, diz que o órgão vai trabalhar como fomentador do setor de seguros, inclusive desenvolvendo novos produtos. O executivo acredita que, em cinco anos, o mercado segurador é capaz de dobrar o tamanho.

O senhor tem um número do quanto o seguro tem a avançar?

O dever de casa é chegar a 10% do PIB do Brasil. Com o peso que a economia brasileira possui, nós não podemos nos satisfazer com menos. Hoje, algumas estatísticas envolvem a previdência, outras não, mas pode-se pensar em 5%. A grosso modo, esse é o número que não contempla a previdência fechada. Mas 10% é um número que está mais compatível com a realidade brasileira.

Em quanto tempo imagina o alcance dessa meta?

Não é irreal a gente pensar em uma faixa de três a cinco anos. Vai depender da velocidade da modernização do mercado e da utilização de novos canais (de venda de seguros). Eu considero como certo que, em cinco anos, a gente dobre o mercado. Como estamos devendo, não vamos precisar de inovações muito grandes para chegar.

No seu pronunciamento de posse, o senhor falou na Susep como agência de fomento.

Eu apresentei as linhas gerais filosóficas ou os princípios que vão orientar minha gestão. E esses princípios são seis, seis pilares, para fazer uma espécie de comparação bem humorada com a Solvência II, que é o paradigma regulatório que está sendo implementado na Europa. E que o Brasil, de certa forma, busca aderência ao modelo.

E então…

Então, eu falei na visão da Susep mais desenvolvimentista do que policialesca. Eu entendo que o papel da Susep, como autoridade reguladora no mercado de seguros, é contribuir mais com o desenvolvimento, com a ampliação. E o mercado brasileiro deve ampliação. Se você olhar o mercado no Brasil e comparar com outros mercados em outras partes do mundo, mesmo em países comparáveis em termos de desenvolvimento ao Brasil, você vai ver que nós estamos atrás.

Então, qual será a prioridade?

Eu diria assim: a prioridade da Susep nunca vai ser multar, fiscalizar, regular. Isso vai ser sempre uma consequência de um papel maior, de uma atuação no desenvolvimento e no crescimento do mercado. Como consequência, virá o seu papel regulatório. A atuação da Susep sempre vai se dar – pelo menos enquanto eu for o gestor – tendo em vista que seu papel é ajudar o mercado a se desenvolver. Evidentemente, nunca em detrimento do papel policialesco que tem. Sem perder de vista o seu papel legal de fiscalizador e de regulador.

Na prática, já tem algo em vista, pontos a serem atacados?

O próximo passo é fazer um planejamento. Nós já temos definida a dinâmica da criação de um grupo. Eu não vou chamar de planejamento estratégico, porque já existe um planejamento estratégico na Susep. Mas eu diria que seria um plano de ação, com ações de curto e médio prazos que vão buscar sempre a sintonia com o plano estratégico.

E o que o mercado pode esperar?

Pretendemos fazer com que o papel da Susep tenha um ingrediente de pró-atividade nessa área de produtos, ou seja, que a Susep atue efetivamente induzindo o desenvolvimento de produtos que o mercado não os tenha ainda. A Susep realmente pensar no produto que não existe no mercado, mas evidentemente seja um produto que atenda a necessidade do público consumidor.

A Susep como uma fábrica de produtos de seguros?

Temos um plano de criar um laboratório de produtos. Exatamente um grupo de pessoas aqui, que vai estar meio que fora da rotina, do dia a dia de aprovação, de autorização de produtos. Vamos chamar assim: serão cientistas de produtos. O laboratório, como o nome diz, tem cientistas dentro. Então, será um laboratório em que nós pretendemos induzir, com meios gerenciais, com meio de incentivos, a criação desses novos produtos.

E órgão vai buscar a colaboração do mercado?

A Susep vai trabalhar com as seguradoras, que são as fábricas desses produtos; vai trabalhar com o corretores, pois hoje é a classe, por excelência, que permite a intermediação do produto; e, evidentemente, com o consumidor no sentido de capturar as suas necessidades.

Em que ramos o senhor enxerga espaço para novos produtos

Se pegarmos os ramos considerados mais desenvolvidos no Brasil – saúde e automóvel – que são considerados, até erroneamente pelo mercado, como ramos quase que saturados. Se você olhar o tamanho da frota segurada no Brasil, você vai ver que não chega à metade dos carros. Então, ainda tem outra metade de carros circulando que não tem qualquer tipo de seguro. Será que não tem um produto específico para essa metade da frota brasileira? Esse laboratório vai ter essa finalidade. Claro que não é o produto do dia a dia que está sendo oferecido, porque essa metade da frota já não quis comprar. O pessoal diz que os carros mais antigos o mercado segurador não tem interesse em segurar. Mas será que se você desenvolver um produto especificamente voltado para essa categoria de carros não vai ter possibilidade de aceitação?

Há paralelo em outro país?

O paralelo lá fora que me ocorre é o mercado de riscos residuais de automóveis nos Estados Unidos. A propósito, lá o seguro de responsabilidade civil é obrigatório. Você não pode dirigir um carro se não tiver esse seguro. Consequentemente, um consumidor que não seja aceito por nenhuma seguradora, teoricamente, não poderia dirigir. Então, foi criado um produto que se chama, dentro desses ramos de seguros, risco residual, que é o risco que não conseguiu uma colocação dentro do mercado de seguros.

E qual foi a resposta do mercado?

Por uma dessas ironias do destino – e eu espero que isso até induza alguma seguradora brasileira a fazer o mesmo – essa empresa que começou a desenvolver esses produtos de risco residual, que eram novos e evidentemente adaptáveis a uma situação de rejeição geral por companhias, porque significavam maus riscos na visão das seguradoras, acabou se transformando hoje na segunda maior seguradora de automóveis nos Estados Unidos, que se chama Progressive.

A ideia se aplica a outros ramos?

A ideia do laboratório é enfocar esses ramos de segundo onde haja espaço de desenvolvimento, é olhar o segmento de mercado mal atendido, o produto que ainda não existe e que deveria existir. Vou dar outro exemplo: o seguro saúde – com uma grande linha divisória, porque seguro saúde é área regulamentada por outro órgão regulador, a ANS. Dentro de uma possível cooperação até com a ANS, nós imaginamos cobertura de saúde que a gente chama de segundo risco. Você pegar um indivíduo que tem um plano de saúde, por exemplo, numa grande empresa, mas que aquele plano não cubra suficientemente as necessidades de cobertura de risco de um determinado segurado. O mercado, então, oferece ao nível de uma segunda cobertura um produto que atenda a esse nicho. Universal life é outra área que carece também de um desenvolvimento maior. Seguro agrícola, seguro de crédito, resseguro pra riscos considerados de menor interesse residuais, como as destilarias de álcool, são outros áreas.

O senhor falou em seis pilares na sua gestão?

O primeiro pilar é a valorização do servidor. Tenho absoluta convicção que a Susep tem quadros de nível excelente e, tão logo esses recursos sejam objeto de motivação correta, a Susep terá meios de cumprir seu papel com sobra. O terceiro pilar (o primeiro citado foi a Susep como desenvolvedora) é a modernização da casa, induzindo a modernização do setor. Embora soe pretensioso, sonhar não custa nada. Nós vamos trabalhar para que a Susep trabalhe em um nível de automação jamais pensado. Tem uma questão de recursos, que vamos procurar equacionar. O quarto pilar é a internacionalização. Hoje, com o mundo globalizado, a Susep não pode mais ter a pretensão de trabalhar como uma ilha.

E a Susep já deu algum passo nesse sentido?

Nós assinamos protocolo de intenções, de fazer a ponte com Solvência II, com o órgão regulador europeu, que está implantando essa filosofia de regulação chamada Solvência II. Parte do princípio que a fiscalização deve se dar mais na gestão da empresa do que nos quantitativos. Um não significa a exclusão do outro. Mas se você atua garantindo que a empresa está bem gerida, em termos de seus riscos, significa que os seus quantitativos vão estar bem dimensionados.

E os dois últimos pilares?

O quinto pilar é a busca do equilíbrio, em todas as decisões da Susep, entre os interesses dos seguradores, corretores e consumidores, que constituem o tripé fundamental de atuação do órgão. A busca desse equilíbrio se dará sempre em prol de um interesse maior, que é o interesse público. O sexto pilar é a capacitação em todos os níveis. A valorização dos servidores, para que desenvolvam mais a potencialidade que já possuem; em relação a seguradoras e corretoras, com a cobrança e a implantação de programas de certificação; e a própria educação, a capacitação do próprio consumidor de seguros.

A prorrogação do prazo para adequação à 297 ocorreu dentro do princípio de equilíbrio?

Com certeza. O espírito da resolução é a criação e a expansão de um canal de venda importante. Por meio da criação dos representantes legais, você normatiza, viabiliza e regulariza a venda de seguros no canal do varejo. Evidentemente, também como subprodutos dessa regulamentação, você tem a coibição de abusos que estavam ocorrendo dentro desse processo. Com isso, você tem uma melhor eficiência desse canal de vendas. O adiamento da resolução 297 é um exemplo de que, sim, a Susep olha o desenvolvimento de canais alternativos dentro desse programa de expansão de mercado.

E qual foi o maior problema de ajustamento das empresas?

Foi a operacionalização como um todo. O adiamento do prazo, nesse caso, se deu muito mais em função do entendimento. Fomos procurados pelas seguradoras, pelos corretores; tivemos conhecimento que as o varejo tinha essa dificuldade. Articulamos com a Senacon – que congrega toda a questão dos Procons e materializa, em uma organização, o atendimento ao consumidor – no sentido de que se a gente permitisse o adiamento, sem mexer na resolução, teríamos atendimento melhor ao consumidor. Esse foi o espírito do adiamento: qualidade maior no atendimento ao próprio consumidor.

Com apoio da Allianz, Mozarteum estreia com concertos de Vivaldi e obras de Mozart e Bach

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Daniel Hope e a Arte del Mondo marcarão a abertura da programação. Juntos, o músico britânico e a orquestra alemã de corda executarão obras de Mozart e Bach e, pela primeira vez na América Latina, os concertos As Quatro Estações de Vivaldi “Recomposed” por Max Richter.

As apresentações da temporada de 2014 do Mozarteum Brasileiro começarão em 6 de maio e, as últimas, ocorrerão em 5 de novembro. A programação está concentrada na Sala São Paulo e inclui sete atrações com variação de estilos e culturas. A britânica Philharmonia Orchestra será a única a se apresentar, além da capital paulista, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em 17 de setembro.

Pelo quarto ano consecutivo, a Allianz Seguros é patrocinadora do Mozarteum, que tem como objetivo central aproximar a música clássica da sociedade brasileira. “Com a programação do Mozarteum, os brasileiros têm oportunidade de assistir a apresentações de músicos de várias partes do mundo e de renome internacional sem sair do país”, ressalta Felipe Gomes, diretor de Gestão de Mercado e Estratégica da Allianz.

Confira a agenda completa

DANIEL HOPE, violino & ARTE DEL MONDO

6 e 7 de maio – Sala São Paulo

OSLO CAMERATA

Stephan Barratt-Due, direção e violino

Eivind Holtsmark Ringstad, viola

19 e 20 de maio – Sala São Paulo

NATALIE DESSAY, soprano, LAURENT NAOURI, barítono & MACIEJ PIKULSKI, piano

4 e 5 de agosto – Sala São Paulo

PHILHARMONIA ORCHESTRA

Vladimir Ashkenazy, regente

Nelson Freire, piano

15 e 16 de setembro – Sala São Paulo

17 de setembro – Theatro Municipal do Rio de Janeiro

BRUNO WALTER SYMPHONY ORCHESTRA

Jack Martin Händler, regente

Stefan Stroissnig, piano

30 de setembro e 1 de outubro – Sala São Paulo

MOSCOW SOLOISTS

Yuri Bashmet, viola

25 e 26 de outubro – Sala São Paulo

BEIJING SYMPHONY ORCHESTRA

Tan Lihua, regente

4 e 5 de novembro – Sala São Paulo

Serviço

Mozarteum Brasileiro

Local: Sala São Paulo – Praça Júlio Prestes, 16 – São Paulo

Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano, S/N

Informações e ingressos: Mozarteum Brasileiro – Rua Pedroso Alvarenga, 58

(11) 3815-6377 ingressos@mozarteum.org.br ou www.ingressorapido.com.br

Sobre o Mozarteum Brasileiro

O Mozarteum foi fundado em 1981 por Sabine Lovatelli e Claude Sanguszko, com o compromisso de manter a sociedade atualizada sobre os conceitos e expressões artísticas que se desenvolvem nos principais centros ao redor do mundo, tornando-se hoje uma das mais importantes associações culturais do país. Ao longo de sua trajetória, a instituição já trouxe ao Brasil importantes orquestras, como as filarmônicas de Berlim, Viena, Munique e de Nova York, companhias de dança, como o Bolshoi e o New York City Ballet e também renomados solistas, grupos de câmara, coros e regentes. A produção de grandes concertos é, no entanto, apenas uma das atividades que posicionam o Mozarteum entre as principais entidades promotoras da música clássica. O Projeto Mozarteum concentra atividades educativas voltadas ao desenvolvimento da excelência musical para jovens talentos e amantes da música. São Masterclasses e programas de intercâmbio e bolsas de estudo nas melhores academias internacionais para estudantes de música, palestras no Clube do Ouvinte aos espectadores da temporada de concertos, além de Matinês Clássicas para Crianças e Concertos ao Ar Livre em parques públicos.

AIG contribui para a Evolução dos Profissionais de Resseguros

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A partir do segundo Trimestre de 2014, o profissional do mercado ressegurador passará a ganhar uma certificação que permite identificar o nível de conhecimento técnico, qualificando-o para o mercado. A iniciativa da Fenaber em conjunto com a Funenseg, Escola Nacional de Seguros, teve o apoio da AIG, líder mundial em seguros gerais, patrimoniais e de responsabilidade civil, por meio da participação de Marcos Fugise, Diretor Técnico da Resseguradora AIG Brasil. O executivo liderou a Comissão de Certificação de Profissionais de Resseguros, a partir da percepção da necessidade de formação de profissionais qualificados na área.

“O principal objetivo dessa certificação é atestar a qualificação técnica dos profissionais da área de Resseguros. A partir de 2015, teremos os cursos preparatórios, no intuito de formar e capacitar mais pessoas e, como consequência, aumentar a oferta de profissionais qualificados no mercado”, disse Fugise.

Foram criadas duas certificações – CPR1 e CPR2 – com uma grade de matérias para cada nível. Os primeiros exames testes serão realizados no segundo semestre de 2014 e, a partir de 2015, a Escola Nacional de Seguros oferecerá cursos preparatórios presenciais para os dois níveis nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. Segundo Fugise, que também é um dos responsáveis pela criação do material didático e pelas questões dos exames, a certificação agrega grande conhecimento e qualificação aos profissionais da área.

Alexandre Camillo assume a presidência do Sincor-SP

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Alexandre Camillo tomou posse da presidência do Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP), em solenidade ocorrida na manhã desta quarta-feira, 30/04. A diretoria eleita no último dia 26 de março, com 55,8% dos votos, comandará pelos próximos quatro anos o maior sindicato da categoria no País, com mais de 11 mil associados.

“O setor de seguros nunca esteve tão pujante. Isso se traduz em novos desafios e oportunidades. Temos pela frente a missão de identificar e viabilizar essas oportunidades a fim de promover o perfeito e efetivo alinhamento do corretor de seguros em toda a cadeia produtiva desse importante mercado”, destacou Camillo.

A nova diretoria executiva é composta por Boris Ber (1º vice-presidente), Simone Cristina Favaro Martins (2ª vice-presidente), Marcos Abarca (1º secretário), Osmar Bertacini (2º secretário), Marcos Antonio Damiani (1º tesoureiro) e Carlos Aparecido Cunha (2º tesoureiro).

Alexandre Camillo começou sua carreira no mercado de seguros há 34 anos. Em 1990, fundou a Camillo Corretora de Seguros. Ingressou no Sincor-SP em 2005, a convite do então presidente Leoncio de Arruda, assumindo o cargo de diretor social. Dois anos depois, foi nomeado 2º vice-presidente da entidade. Em 2012, foi eleito mentor do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo. No início de 2014 se afastou do cargo para dedicar-se à campanha pelo Sincor-SP.

Prudential do Brasil reforça atuação no Sul do país

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Paraná e Rio Grande do Sul foram os estados escolhidos pela Prudential do Brasil para receber as três novas agências da seguradora, duas em Curitiba e uma em Porto Alegre. Com a abertura, a força de vendas da companhia passa a contar com cinco agências apenas nestas praças. No total, são 25 em seis regiões do Brasil, além de dois escritórios comerciais, localizados em Uberlândia, Minas Gerais, e Ribeirão Preto, São Paulo.

A Prudential do Brasil já ocupa a 3ª colocação em planos de seguro de vida individual na região sul do país. Segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), o valor de prêmios do ramo em tal praça cresceu 63% de janeiro a novembro de 2013, em comparação ao mesmo período do ano anterior. Segundo dados da Prudential do Brasil, nos últimos cinco anos, foi registrado um aumento médio anual de 54% do público de alta renda na carteira de clientes da seguradora na mesma região.

“O potencial econômico na região Sul do país foi a principal motivação para a abertura das novas agências. Com este reforço, podemos levar a qualidade dos nossos serviços a um número ainda maior de pessoas, protegendo vidas e incentivando o planejamento familiar”, diz Carlos Augusto Lamego, vice-presidente Comercial & CMO da Prudential do Brasil.

Outra estratégia da companhia para atender as necessidades dos clientes em todo o país foi a elevação do valor do capital segurado por vida, que passou de R$ 15,8 milhões para R$ 30 milhões, em 2013. Os esforços da companhia são refletidos nos seus resultados. No balanço referente ao ano de 2013, a seguradora registrou crescimento de 38% em prêmios e lucro líquido de mais de R$ 22 milhões.

Tokio Marine anuncia mudanças na estrutura comercial do Canal Varejo

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Para se aproximar ainda mais de seus Corretores e Assessorias e atender às demandas de cada região do País, a Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos securitários do mundo, promoveu alterações na estrutura comercial do Canal Varejo.

A companhia criou as Diretorias Comercial Varejo SP Interior I e SP Interior II, lideradas respectivamente por Júlio Sato e Márcia Radavelli. Sato comanda as cidades de Santos, Mogi das Cruzes, São José dos Campos, Campinas, Piracicaba, Jundiaí e Sorocaba. Márcia Radavelli, por sua vez, tem a missão de gerenciar as ações comerciais em Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Presidente Prudente, Bauru, São Carlos e também Pouso Alegre e Uberlândia, cidades mineiras próximas à região. O executivo João Luiz de Lima lidera agora a Diretoria SP Capital. Já Marcos Kobayashi assumiu a Superintendência Comercial de Vida, área na qual a Tokio Marine tem grande interesse em ampliar sua participação no mercado.

Outra mudança foi a criação da Diretoria Comercial Rio de Janeiro/Espírito Santo, sob o comando de Sérgio Brito. As demais regiões do País nas quais a Tokio Marine mantém sucursais – Minas Gerais, Centro-Oeste, Norte, Nordeste e Sul – continuam a ser comandadas por seus Superintendentes.

“Com o novo desenho hierárquico da área comercial, os Diretores e Superintendentes poderão avaliar com mais critério as particularidades de cada região e oferecer as melhores soluções em seguros”, afirma o Diretor Comercial Nacional Varejo, João Melo.

O canal Varejo é responsável por 68% do volume de prêmios da Seguradora, que mantém 54 sucursais em todo o Brasil. As unidades mantêm equipes especializadas e treinadas sobre produtos e serviços, sempre prontas para estreitar o relacionamento com os Parceiros de Negócios.

De acordo com Melo, com as mudanças o atendimento será mais personalizado e presente, o que beneficiará a Companhia, os Clientes e todos os Corretores e Assessorias. “Acreditamos no trabalho e no potencial dos executivos que estão assumindo os novos papéis”, destaca o diretor.

SulAmérica releva dados de estudo sobre efeitos da rotina profissional à saúde das pessoas

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O Dia do Trabalho, comemorado em 1º de maio, suscita discussões em torno das consequências da rotina profissional à saúde de pessoas das mais diversas áreas de atuação. Para demonstrar como o bem-estar desses profissionais é afetado pelo dia a dia ligado ao trabalho, a SulAmérica elaborou um estudo de saúde abrangendo dez ramos de atividade econômica, com mais de 40 mil segurados de 240 empresas, em dez capitais brasileiras.

A pesquisa considerou mais de 15 variáveis como Pressão Arterial; Consumo de Álcool; Sedentarismo; Prevenção de Câncer; Estresse; Tabagismo; Glicemia; Colesterol Alto; IMC; entre outras. Os resultados foram divididos por Atividades Profissionais; Comércio; Indústria da Transformação; Transporte; Atividades Administrativas; Atividades Financeiras; Construção; Informação e Comunicação; Saúde; e Outros Serviços (associações e sindicatos ligados à cultura, arte e política).

O ramo de Transportes concentrou o maior número de índices críticos, somando posições negativas em oito indicadores, com destaque para o Colesterol Alto, verificado em 15% dos perfis analisados.

Em contrapartida, a área de Indústria da Transformação não apresentou pontos negativos em nenhuma das avaliações e foi a melhor posicionada do ranking. Isso expressa a evolução das empresas do setor em investir em segurança e conscientização ao colaborador no ambiente de trabalho, ao contrário de duas décadas atrás, quando a atividade apresentava elevados níveis de acidentes.

Estresse, Sedentarismo e Tabagismo

Fruto do ritmo incessante do dia a dia, os profissionais do ramo Administrativo e aqueles que trabalham como advogados, auditores, arquitetos, consultores contábeis e de gestão empresarial, enquadrados no âmbito de Atividades Profissionais, são os mais estressados, segundo a pesquisa. Em ambos os grupos, cerca de 50% da população pesquisada relatou considerar-se moderada ou altamente estressada.

Já os índices de Sedentarismo alcançaram elevadas taxas em todas as áreas, entre 54,6% a 69,5%, o que indica que mais de 50% da população pesquisada não pratica exercícios ou o faz eventualmente, estatística 20% superior ao dado mundial. As incidências de sobrepeso e obesidade também estão muito presentes na vida dos segurados participantes, em especial na daqueles que seguem as carreiras de Transportes e Outros Serviços, com variação entre 50,3% e 63,7%, acima do percentual de 51 pontos estimados pelo Ministério da Saúde.

Por outro lado, a média de Tabagismo ficou entre 2% a 11,1%, abaixo do levantamento de 12% de brasileiros declarados fumantes, divulgado pelo Ministério da Saúde.

A versão completa do Estudo Saúde Ativa – Ramos de Atividade Econômica pode ser encontrada no link: http://bit.ly/GzRa6i.

XL Group faz uso inovador do tom pessoal em sua nova campanha de marketing para multi-plataformas que destaca seu apetite para negócios

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“Pessoal” é o nome da campanha global de marketing que o XL Group acaba de lançar. Os anúncios trazem os próprios subscritores e engenheiros de riscos do grupo em peças para mídia impressa e online, redes sociais e eventos que destacam o apetite de negócios da empresa e seu amplo leque de produtos e serviços.

“Esta campanha faz uso de uma abordagem inovadora para falar com corretores e clientes sobre nossa capacidade, nossos serviços e também expor nosso talento e expertise, que são líderes no setor. Ela é bastante elucidativa sobre o negócio que queremos, além de expressar a atitude pragmática e realista pela qual somos conhecidos”, declarou Greg Hendrick, Chief Executive Officer da operação de seguros do XL Group.

A campanha foi desenvolvida pela equipe interna de comunicação e marketing do XL Group. Elliott Bundy, Chefe Global de Comunicação e Marketing, acrescentou: “Com operações em mais de 20 países ao redor do mundo e capacidade para atender clientes em mais de 140 nações, queríamos encontrar um conceito com o qual todos pudessem se relacionar, independentemente da língua ou cultura, e também aproveitar o mundo interconectado de hoje. Acreditamos que o conceito “pessoal” é uma ótima maneira de contar a nossa história e de falar mais diretamente sobre o nosso apetite de negócios em várias plataformas de comunicação. Além das publicações do trade de seguros, estamos alavancando nossa presença em mídias sociais – LinkedIn, Twitter, YouTube – e o nosso site de tendências Fast Fast Forward, para melhor identificarmos e nos conectarmos com nosso público alvo, para fomentarmos o diálogo sobre nossa proposta e sobre a questão do risco e, em última instância, para apoiar objetivos de negócio”.

A campanha foi lançada na América do Norte na conferência RIMS, realizada entre os dias 27 e 30 de Abril, e será estendida para Europa, América Latina e Ásia a partir de maio.

Brasil cada dia mais próximo de ser o polo de resseguros da América Latina

america latina brasilO Brasil se aproxima cada dia mais da realidade de se tornar um polo de resseguros para a América Latina. Quando o IRB Brasil Re, o maior ressegurador brasileiro, começou seu processo de internacionalização, poucos aplaudiram. Agora o que vemos é que seus concorrentes seguem a mesma estratégia, como as resseguradoras de grupos como Allianz, BTG Pactual, JMalucelli, Austral.

Na semana passada, quatro resseguradoras que atuam no Brasil- Terra Brasil Resseguros; IRB Brasil RE, Markel Resseguradora e Echo Re apresentaram proposta de filiação à Federação Interamericana de Empresas de Seguros (Fides), presente em 18 países com 1,3 mil afiliadas, na reunião do Conselho da Presidência da entidade, em Assunção, no Paraguai.

Em entrevista ao Valor Econômico nesta semana, Bruno Camargo, vice-presidente executivo da Fairfax, subsidiária brasileira da canadense Fairfax, informou que pretende fazer de sua seguradora no Brasil o centro para suas operações na América Latina. “Queremos explorar esse nicho de empresas que estão sendo chamadas de multilatinas”, disse ao jornal econômico.

A boa notícia é que o mercado segurador gera emprego aqui e exporta executivos para as unidades latinas. Só o IRB, de outubro de 2013 até final de abril de 2014, contratou 117 novos colaboradores. Considerando-se que 50 deixaram a empresa em janeiro último — alguns “roubados” pela concorrência, uma vez que faltam profissionais especializados na região –, temos um saldo grande ainda. O que vemos é que o clima no mercado de resseguros, liderado pelo IRB, é de otimismo, visto que a perspectiva é de expansão internacional, lastreada em investimentos e novas contratações.

Tokio Marine amplia campanha institucional de mídia

Ferrara: investimos cerca de R$ 100 milhões em melhorias e sistemas

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A Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos securitários do mundo, lança sua nova campanha de mídia voltada para o grande público. Este ano, a Companhia aumentou a verba para ações de exposição de marca em 34,4% e está ampliando a abrangência geográfica para alcançar as mais importantes cidades em todas as regiões do País, com a campanha intitulada “Confiança Japonesa”. A grande novidade são as inserções em televisão, tanto aberta quanto a cabo, incluindo Globo, Bandeirantes, Record, Globonews, Bandnews e Recordnews, nos intervalos dos principais telejornais.

O plano de mídia também inclui investimentos em rádios, revistas e Internet. Estão previstas durante o ano ações interativas nas mídias sociais, de oportunidade e de guerrilha. A campanha 2014 da Tokio Marine começou na segunda-feira, dia 28 de abril, e se estenderá até dezembro.

“Pelo terceiro ano consecutivo, estamos expondo nossa marca na grande mídia. Fizemos investimentos consideráveis em veículos nacionais de alta audiência, abrangência e relevância. Nosso objetivo é ampliar o conhecimento do cliente final sobre a Seguradora, auxiliar o trabalho de vendas dos parceiros de negócios (Corretores e Asessorias) e estimular o orgulho de pertencer em nossos Colaboradores”, afirma o presidente da Tokio Marine Seguradora, José Adalberto Ferrara.

Reforçando essa estratégia, a empresa também patrocinará o filme nacional Loucas para Casar, com Tatá Werneck e Ingrid Guimarães, que tem lançamento previsto para o segundo semestre. Em outra ação, estão previstos investimentos em veículos e eventos especializados voltados para a colônia japonesa no Brasil.

Na nova campanha, a Seguradora continuará enfatizando situações, palavras e imagens para construir intimidade com a audiência. A ideia é estimular a proximidade, o tato e o “toque”, cujo conceito, que surgiu em 2013 e foi rapidamente aceito entre Corretores, Segurados e grande público, continuará dando o tom das mensagens publicitárias em 2014.

Uma das principais novidades são as mensagens de produtos que se tornam ainda mais fortes e traduzem informações institucionais e atributos da marca. O DNA japonês, tão forte e respeitado pelos brasileiros, e a experiência de mais de 130 anos no mercado de seguros são reforçados na campanha. “Tradição e confiança para tocar a vida com tranquilidade. Esta é a principal mensagem que desejamos passar com a campanha institucional 2014”, explica Ferrara.