Valor Econômico promove seminário sobre mercado segurador no dia 28 de maio, no RJ

valor seminarioO setor de Previdência, Seguros e Resseguros no Brasil amadureceu de forma muito rápida e consistente. O aumento de renda da população, ampliação da expectativa de vida, acesso a novos bens, mudança no perfil demográfico, têm colocado novos desafios ao mercado. Em função disso, o jornal Valor Econômico organizou o seminário O Futuro do Mercado de previdência, seguros e resseguros, que acontece no próximo dia 28, no auditório do BNDES, no Rio de Janeiro. Patrocionado pela CNseg, IRB Brasil Re, Abrapp e Instituto San Thiago Dantas, o evento conta com palestras de Roberto Westenberger, titular da Susep, Paulo Marracini, presidente da FenSeg, José Ribeiro Pena Neto, Diretor-presidente da Abraap, Ricardo Pena, Diretor-Presidente da Funpresp e Adacir Reis, Presidente do Instituto San Tiago Dantas de Direito e Economia.

Mais informações no site http://www.valor.com.br/seminarios/resseguros

Geneva Association divulga Declaração de Riscos Climáticos

genevaass_do1563Fonte: portal CNseg

Chefes executivos de 66 das principais seguradoras do mundo, entre estes, o presidente do Conselho de Administração da SulAmérica Seguros, Patrick Larragoiti, assinaram ontem, dia 20, a Declaração de Riscos Climáticos da Geneva Association, um conjunto de princípios orientadores sobre o papel que o seguro pode desempenhar nos esforços globais para combater os riscos relacionados às mudanças climáticas.

A declaração pretende fornecer os alicerces das futuras iniciativas da Geneva Association relacionadas ao clima, tendo sido concluída na última sexta-feira, dia 16 de maio, durante a Assembleia Geral Ordinária da Geneva Association em Toronto, no Canadá.

O ex- vice-presidente dos Estados Unidos e presidente da Generation Investment Management, Al Gore, disse, na ocasião, que: “a indústria de seguros tem, há muito tempo, tomado a iniciativa no combate aos riscos climáticos e, com esta Declaração, se compromete a fazer ainda mais. É uma indústria que tem a capacidade de trabalhar com os formuladores de políticas na mitigação dos riscos relacionados ao clima. A maioria das pessoas não querem pensar sobre o risco a longo prazo. Agora que o nosso mundo está enfrentando os riscos mais graves que já enfrentou, devemos recorrer ao setor de seguro como fonte de conselho. Por sua vez, as seguradoras devem verbalizar mais sobre os desafios que identificam.”

Para o presidente da Axis Capital e co-presidente do grupo de trabalho de Eventos Extremos da The Geneva Association, Michael Butt, “a Declaração de Riscos Climáticos fornece um ponto de referência para os decisores políticos, organizações não governamentais, clientes, bem como a própria indústria de seguros, sobre as maneiras pelas quais o seguro pode complementar os esforços globais de mitigação e de adaptação às mudanças climáticas”

Já o presidente da Tokio Marine e co-presidente do Grupo de Trabalho de Riscos Climáticos e Eventos Extremos, Shuzo Sumi, disse que: “diante do aumento dos custos econômicos causados por desastres relacionados com o clima, é fundamental que todo o potencial de seguros e resseguros seja aproveitado de forma eficaz.”

As empresas associadas à Geneva Association, entre estas as brasileiras Bradesco e Itaú, além da já citada SulAmérica, têm prêmios brutos acima de US$ 2.1 trilhões, agregando um total de ativos de mais de US$ 14,9 trilhões, empregando mais de 2 milhões de pessoas e atendendo a clientes em mais de 140 países.

Veja abaixo a íntegra da declaração:
Declaração dos Riscos Climáticos da “The Geneva Association”

O novo Quinto Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) indica fortemente que as mudanças climáticas estão acontecendo, que as interferências humanas são materiais e que as mudanças estão acontecendo mais rápidas do que foi projetado anteriormente. A perspectiva de mudanças climáticas extremas e suas potenciais consequências econômicas e sociais devastadoras são de grande preocupação para o setor de seguros.

Contra essa conjuntura, nós, os líderes das maiores seguradoras e resseguradoras do mundo, reunidos na “The Geneva Association”, queremos fazer com que conheçam nossa visão através das seguintes mensagens principais.
Clientes

Estamos empenhados em melhorar as nossas capacidades de pesquisa, a fim de proporcionar uma melhor avaliação e gestão dos riscos climáticos. Nós promovemos esforços de mitigação ao desenvolver produtos que incentivam a compensação ou redução dos níveis de emissão de gases de efeito estufa.

Estamos dispostos a criar produtos de seguro para apoiar projetos de desenvolvimento de energias que emitem menos carbono e ajudar a atrair investimentos para esses projetos. Como um dos principais investidores institucionais, o setor de seguros incentiva os esforços de mitigação e adaptação, como investir em projetos de energia de baixa emissão de carbono.
Decisores políticos

A indústria de seguros está preparada para ajudar a combater os riscos climáticos através da cooperação ativa na adoção de códigos de construção ou meios semelhantes que incentivem o uso de práticas sustentáveis.
Nós oferecemos trabalhar estreitamente com os decisores políticos, comunicando aos nossos clientes os seus níveis de risco climático, possíveis estratégias de mitigação e adaptação, e em quantificar os benefícios financeiros dessas estratégias.

A indústria de seguros fornece soluções inovadoras para questões de riscos climáticos. Estas incluem o financiamento de pesquisas relevantes e o fornecimento de ferramentas aos seus clientes para avaliar e poder agir frente ao risco climático.
Reconhecemos o significativo benefício em mutualizar os riscos climáticos. Apelamos aos decisores políticos para coletar dados robustos e torná-los disponíveis gratuitamente a fim de que permitam a avaliação dos riscos e facilitem soluções eficientes onde os prêmios são baseados no risco.
Nações Unidas

A indústria de seguros está singularmente posicionada para oferecer serviços especializados para os países e as empresas que enfrentam os riscos climáticos em todo o mundo.
As seguradoras têm a expertise para desenvolver uma ampla gama de soluções de seguros privados a preços acessíveis para os riscos climáticos.

Os mecanismos de seguros são ferramentas eficazes para promover a gestão e redução de riscos relacionados com o clima.
Reconhecemos que nenhum dos stakeholders pode ter sucesso sozinho na resolução dos desafios das mudanças climáticas. O seguro pode e deve ser um forte mecanismo complementar em uma estrutura mais ampla de adaptação e de redução do risco de desastres.

Indústria de seguros

Nós encorajamos os processos políticos trabalhando no sentido de uma melhor compreensão dos potenciais custos das mudanças climáticas e as vantagens das soluções baseadas no mercado.

Continuamos a trabalhar no sentido de reduzir ainda mais a pegada de carbono, relativamente moderada, do setor de seguros.
Estamos dispostos a desempenhar um papel importante e concertado nos esforços globais para combater os riscos climáticos.
A “The Geneva Association” oferece uma plataforma única para partilhar os conhecimentos e experiência do setor de seguros. Ela atua como um centro para especialistas em um network dentro da indústria, bem como com as comunidades externas. A “The Geneva Association” se esforça para criar oportunidades para o setor de seguros juntando suas forças para lidar com os riscos climáticos quando pertinente e apropriado.
Toronto,16 de Maio de 2014

BTG Pactual é autorizado a vender seguro de vida e previdência

APTS ALVOO BTG Pactual começa a atuar em vida e previdência, conforme autorização da Superintendência de Seguros Privados publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial. O capital social da empresa é de R$ 30 milhões. A aprovação de seu pela transformação da BTG Pactual PV Holding em uma sociedade por ações mudança da denominação social para BTG Pactual Vida e Previdência. O banco já tem atuação em seguros e resseguros, bem como obteve autorização para atuar no Chile no mês passado. Recentemente, o banco também foi destaque na mídia com a hipótese de vender a seguradora Pan, controlada pelo grupo, para a Caixa. Outra notícia dos últimos dias informava que o BTG está negociando a gestão de recursos controlada pelo grupo segurador italiano Generalli. Ou seja: o BTG realmente está apostando no mercado segurador.

Allianz divulga estudo sobre a revolução dos hábitos de mobilidade

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O carro está perdendo a sua relevância como símbolo de status, afirmam os especialistas do Grupo Allianz. Levantamento feito pela seguradora apontou que os consumidores de hoje se comportam de uma maneira diferente do que até poucos anos atrás e a urbanização, o aumento dos custos dos combustíveis, a consciência ambiental, o envelhecimento da sociedade e o e-commerce são as causas dessas mudança. Além da mobilidade, o novo cenário está criando, em todo o mundo, tendências que vão influenciar pelos próximos anos a forma como nos deslocamos. “As decisões de mobilidade vão incluir cada vez mais questões como a emissão de carbono e a responsabilidade social”, analisa Clem Booth, membro do Conselho do Grupo Allianz e presidente do Conselho de Supervisão da Allianz Global Corporate & Specialty. A concentração da população em cidades é um dos principais impulsionadores das mudanças. Metade da população do mundo vive em regiões urbanas e este percentual deve chegar a quase dois terços em 20 anos, segundo a ONU. Mas outras mudanças acontecem e devem equilibrar os problemas de circulação. As pessoas estão diminuindo a quantidade de deslocamentos, por exemplo, como aponta uma pesquisa do Departamento de Transporte do Reino Unido que mostrou que o comércio pela internet reduziu em 10%, em 15 anos, o número de viagem com o objetivo de compras. Assim como, os avanços tecnológicos impulsionados pela digitalização estão permitindo que novos serviços surjam. É o caso do aumento do número de smartphones, que facilitou o uso do car sharing*, já que exibe a localização de carros disponíveis e de vagas acessíveis em um mapa, assim como os aplicativos para solicitar taxis, que já oferecem a possibilidade de pagamento via celular.

As cinco grandes tendências da nova mobilidade

– Popularização dos carros inteligentes e conectados

– Massificação do car sharing (carro compartilhado)

– Veículos a preços mais acessíveis

– Carros perdem o símbolo de status

– Trânsito fica cada vez mais pesado

Liberty Seguros cria ação com o álbum Panini para o 5º Simpósio Paranaense de Seguros

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A Liberty Seguros, Seguradora Oficial da Copa do Mundo da FIFA 2014™, é patrocinadora do 5º Simpósio Paranaense de Seguros, que acontece de 28 a 30 de maio, em Curitiba. A companhia estará presente no evento com um estande para apresentar as suas principais novidades em seguros e serviços. A seguradora preparou também para este simpósio uma ação especial com os corretores. O estande da Liberty Seguros será um ponto de encontro para a troca de figurinhas do álbum Panini.

Segundo João Maranhão, diretor da Regional Sul da Liberty Seguros, o espaço contará com um grande painel com o anúncio da Panini e será um local interativo e descontraído para que os corretores possam trocar as suas figurinhas repetidas e, quem sabe, já conseguir completar os seus álbuns. “Vamos estimular ainda mais esta ação distribuindo pacotinhos de figurinhas durante o evento”, afirma.

A Liberty Seguros está presente no álbum com uma peça publicitária que faz parte das figurinhas colecionáveis. A imagem compõe um mosaico de quatro figurinhas e traz o ídolo Cafu como protagonista e a assinatura esse é o #meuexemplo. Em linha com os negócios da empresa – proteção e cuidado – a companhia criou uma capa protetora para os álbuns com a frase “Proteja os seus craques”. São mais de 1,8 milhão de capas distribuídas em bancas de todo o Brasil, parques e shoppings. “Pensamos em uma capa protetora, pois os álbuns de Copa do Mundo são em geral guardados pelos torcedores por muitos anos e acabam virando itens de coleção. Como Seguradora Oficial da Copa do Mundo da FIFA 2014™, esse seria um ativo divertido para oferecer aos colecionadores, já que tem uma relação direta com o nosso negócio que é proteger bens”, explica Adriana Gomes, diretora de Marketing da Liberty Seguros.

O Simpósio Paranaense de Seguros é um dos principais eventos do setor. O simpósio tem o objetivo estreitar o relacionamento entre os corretores e seguradoras e fortalecer o mercado de seguros na região. “O simpósio é o momento para discutirmos tendências e aprimorar nossos produtos. Nossos esforços e investimentos estão direcionados para oferecer uma experiência excepcional aos nossos clientes e corretores”, diz João Maranhão, diretor da regional Sul da Liberty Seguros. De acordo com a organização do simpósio, são esperadas mais de 750 pessoas, entre corretores de seguros e securitários.

Dilma Rousseff sanciona Lei do Desmonte, projeto de Armando Vergilio

reciclagem carroA edição desta quarta-feira (20/05) do Diário Oficial da União publicou a sanção da presidente Dilma Rousseff à Lei nº 12.977, que regula e disciplina a atividade de desmontagem de veículos automotores terrestres. A lei entrará em vigor um ano após a publicação. A expectativa é de que os seguro de carros ficarão 30% mais baratos com a redução de roubo e furto de veículos destinados ao desmanche e com a permissão do uso de peças recicladas com selo de qualidade.

Segundo nota publicada no portal da revista Veja, a Porto Seguro está preparada para a aprovação pelo Congresso da Lei do Seguro Popular, que permitirá que as seguradoras usem peças recicladas nos carros que sofreram sinistro. Há cerca de um ano, a Porto criou uma nova empresa, a Renova Ecopeças, para recolher e reciclar peças de veículos cujo destino final talvez fosse o ferro-velho. A Ecopeças pega carros batidos que antes eram largados ao relento, contaminando o solo, e retira deles tudo que não pode ser aproveitado – líquido de arrefecimento, baterias, sobras de óleo, borrachas gastas – dando-lhes um descarte apropriado.

Já as peças aproveitáveis são recicladas, informa a Veja, ganham um certificado de qualidade e procedência, e podem ser revendidas no comércio de peças usadas ou reaproveitadas nos veículos que sofreram sinistro assim que a lei federal for aprovada. Com esse aproveitamento, a Porto pretende oferecer seguros com preços até 30% mais baratos do que hoje. Ao baratear o preço das apólices, a Lei do Seguro Popular deve aumentar o número de segurados. No Brasil, hoje, apenas 15 milhões de veículos – cerca de 28% do total – tem algum tipo de cobertura.

Essa lei deriva do projeto elaborado pelo deputado Armando Vergilio (SD-GO), segundo o qual as novas regras protegem centenas de milhares de pessoas, pois as quadrilhas terão muita dificuldade para repassar os veículos roubados ou furtados. No ano passado, cerca de 470 mil veículos foram roubados ou furtados no Brasil e apenas a metade foi recuperada.

Vergilio, que é presidente da Fenacor, acrescenta que a lei vai melhorar tanto a segurança publica, quanto a violência no trânsito. “Na medida em que não houver um mercado ilegal demandando peças, e sim um segmento regulado, estritamente fiscalizado pelo Estado, a segurança publica será melhorada sensivelmente”, observa o parlamentar.

Outras vantagens apontadas pelo deputado Armando Vergilio são a possibilidade de geração de novos empregos formais nas oficinas legais que serão criadas e o consequente aumento da arrecadação de impostos; e a redução do custo na reparação de veículos com a possibilidade de utilização de peças usadas, porém certificadas.

Willis debate tendências das fraudes e ataques na internet

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A Willis Brasil, uma das corretoras líderes nacionais pertencentes ao Willis Group, realiza na próxima quinta-feira, 22, o evento “Cyber Risks: a ameaça cibernética para seus negócios”. Na terceira edição do evento Willis Risk Seminars, a corretora mais uma vez reuniu profissionais de peso para expor o tema: Denny Roger – profissional da área de Segurança da Informação e Gestão de Riscos; e Marcelo Pollak, gerente de linhas financeiras da Willis Brasil. Os palestrantes abordarão as ameaças sem fronteiras da internet e a importância da segurança das informações para os negócios.

O “Relatório Anual sobre Ameaças à Segurança na Internet”, divulgado pela Symantec, pontou uma mudança no comportamento dos cibercriminosos e revela que atualmente há um preparo de meses antes que os ataques pela web sejam realizados. Em vez de executar golpes rápidos com recompensas menores, os cibercriminosos miram cada vez mais em grandes montantes de dados.

Segundo o relatório, em 2013 houve um aumento de 62% no número de violações em relação ao ano anterior, o que resultou na exposição de mais de 552 milhões de dados pessoais que incluem números de cartões de crédito, prontuários médicos, senhas e contas bancárias. Durante o ano passado, cada uma das oito maiores violações resultou no vazamento de dezenas de milhões de registros de informações.

Em uma demonstração prática, suportada por casos reais, Denny Roger, especialista em segurança da informação, apresentará o esquema do planejamento de uma fraude e as técnicas de ataques na internet. “Durante o encontro os participantes conhecerão cases de sucesso sobre segurança na internet e terão a oportunidade de descobrir como os hackers pensam e agem contra as organizações no Brasil”, explica Roger.

O evento reunirá executivos de diversos segmentos e especialistas em TI e Segurança da Informação, que irão discutir sobre as tendências dos ataques na internet e gestão de riscos, entre outros temas de interesse. Para o Painel de Debates, o evento contará ainda com a presença de especialistas como de Álvaro Igrejas, Diretor da Divisão de Linhas Financeiras da Willis; Flávio Sá, Coordenador de Linhas Financeiras da AIG Seguros Brasil S.A.; e Gustavo Galrão

Head de Financial Lines e Senior Underwriter da XL Seguros Brasil. A moderação ficará a cargo de Luciano Calheiros – Deputy CEO da companhia. O evento é gratuito, tem vagas limitadas e os interessados devem enviar e-mails para comunicacao.br@willis.com até 19/05. O “Willis Risk Seminars” acontece no São Paulo Center – Av. Doutor Lineu de Paula Machado, 1088/1100, Cidade Jardim, São Paulo (SP).

Serviço:

Willis Risk Seminars

Evento gratuito – Inscrições até 20 de maio – comunicacao.br@willis.com

Local: São Paulo Center

Endereço: Av. Dr Lineu de Paula Machado, 1088/1100, Cidade Jardim, São Paulo(SP).

Data: 22.5

Horário: 8h30

AIG Brasil lança seguro inédito para fusões e aquisições

AIGRelease

A AIG, líder mundial em seguros gerais, patrimoniais e de responsabilidade civil, traz para o Brasil o primeiro seguro para operações de Fusões & Aquisições. O produto cobre eventuais prejuízos do comprador (passivo oculto) se algo inesperado ocorrer em determinado período após o fechamento da transação. O seguro pode ser contratado por empresas em processo de fusão, aquisição ou reestruturação com transações entre 20 milhões e 1 bilhão de dólares, cobrindo as declarações e garantias que a parte vendedora oferece para a parte compradora.

As operações de Fusões & Aquisições mantiveram-se aquecidas em 2013. De acordo com a PWC, no ano passado, o Brasil assistiu a 811 transações e atingiu crescimento de 5,2%, número bem diferente das previsões de diminuição do mercado elaboradas no inicio de 2013. O seguro já é conhecido em grande escala nos Estados Unidos e na Europa, mas ainda não estava disponível no Brasil. A partir deste cenário, a AIG adaptou a solução ao país, por meio dos produtos de Linhas Financeiras da AIG.

Os seguros de M&A surgem como mais uma opção de mecanismo de garantia e, dependendo da transação, podem ser mais vantajosos para as empresas envolvidas do ponto de vista financeiro. “Haverá custos em qualquer que seja a opção de proteção escolhida para as declarações e garantias do contrato de compra e venda. A contratação do seguro pode resultar em uma engenharia financeira mais favorável a todos os envolvidos, sem necessariamente incluir uma nova saída de caixa,” afirma Mary Duffy, Vice-Presidente Global de Seguros de M&A, que visita o Brasil especialmente para compartilhar seu conhecimento mundial sobre o produto e também para lançar o produto.

Essas declarações e garantias sempre têm algum mecanismo para que a parte compradora se sinta segura. O mais comum é a utilização das Escrow Accounts que, além de fazer com que a parte vendedora deixe parte do capital bloqueado por um longo período, traz ainda a necessidade de concordância das duas partes, compradora e vendedora, para a liberação de valores, caso imprevistos aconteçam depois da transação.

Outra vantagem oferecida pelo seguro M&A é a flexibilidade que o cliente tem em escolher, se assim desejar, as declarações e garantias específicas que integrarão a proteção do seguro. No Brasil, estão entre as mais vulneráveis, as garantias para processos trabalhistas, tributários e ambientais.

“Uma operação de fusão e aquisição é considerada bem sucedida quando resulta em ganhos para as duas partes envolvidas: adquirente e adquirida. Uma das maneiras de garantir esse resultado é por meio do seguro M&A”, explica Lucas Scortecci, Gerente de Produtos Financeiros da AIG no Brasil.

Inovação e a busca por trazer ao Brasil novas soluções que apoiem o alto executivo é uma das premissas da AIG, que trouxe também de forma pioneira, na década de 90, o seguro D&O (do inglês directors and officers), que cobre o patrimônio pessoal dos executivos de uma empresa por seus atos de gestão que, alegadamente, tenham causado prejuízos a terceiro.

Conselho da SulAmérica aprova emissão de R$ 500 milhões em debêntures

sulamericaA SulAmérica divulgou hoje fato relevante informando que seu conselho de administração aprovou a emissão de R$ 500 milhões em debêntures simples em até duas séries, com vencimentos em maio de 2019 e maio de 2022. Por ser uma oferta restrita, destinada apenas a investidores qualificados, a emissão não necessita de registro na CVM, que indeferiu o registro de uma emissão de R$ 637 milhões em debêntures, com troca de papéis de uma oferta realizada em 2012 a possibilidade de trocar os papéis pelos da nova emissão.

Lucro da SulAmérica cresce 242,5% e receita total ultrapassa R$ 4 bi no trimestre

sulamericaRelease

A Sul América S.A. (BM&FBovespa: SULA11) finalizou o primeiro trimestre de 2014 com lucro líquido de R$ 80,7 milhões, alta de 242,5% em relação ao mesmo período de 2013. A receita consolidada total da companhia no trimestre, resultante das operações de seguros, previdência, capitalização e gestão de ativos, ultrapassou R$ 4 bilhões. Desse montante, R$ 3,19 bilhões foram em prêmios de seguros, que registraram crescimento de 10,9 % no comparativo.

Um dos destaques foi o aumento de 14,7% em prêmios em saúde e odontológico, com salto relevante na carteira de odontológico que nos últimos 12 meses incorporou 50 mil novos beneficiários, somando 605 mil vidas. O segmento de Automóveis permanece em trajetória ascendente observada durante todo o ano passado, com crescimento de 4,5% em prêmios em relação ao primeiro trimestre de 2013, somando R$ 708,6 milhões. Também foi relevante o incremento de 27,6% em arrecadações com títulos de capitalização, resultado da bem-sucedida integração entre as operações e a maior capacidade e capilaridade da rede de distribuição da SulAmérica.

“O resultado é bastante consistente, refletindo a contínua demanda por nossos produtos e serviços, o que ratifica a assertividade de nossa estratégia de negócios. Temos procurado cada vez mais atender o cliente de forma integral, o que tem sido fortemente embasado por importantes reformulações em nossos sistemas de tecnologia da informação. Paralelamente, perseguimos, sem cessar, o aprimoramento da operação”, afirma o presidente da SulAmérica, Gabriel Portella.

O segmento de Ramos Elementares apresentou leve aumento na receita de prêmios, de 0,6%, mas merecem destaque o crescimento expressivo das carteira de seguros massificados – que inclui produtos para residências, condomínios e empresas – e patrimoniais, com altas de 34,2% e 26,7%, respectivamente.

Em Vida, a estratégia de reposicionamento intensificada no ano passado já apresenta resultados. Embora tenha havido diminuição na receita com prêmios, de 4,2%, o índice de sinistralidade melhorou 19,1 pontos percentuais, contribuindo para a rentabilidade da operação. Em Previdência, a companhia registrou aumento nas contribuições, de 17,9%, e também no volume de reservas, de 9,9%.

No período, também apresentou melhora, de 6,9%, a operação de gestão de ativos, fruto do aumento das receitas com taxas de administração e da redução de custos com a operação. O volume de ativos administrados manteve-se estável, em R$ 18,2 bilhões.

A composição da rentabilidade da companhia foi beneficiada pela eficiência operacional, indicada pela melhora de 0,7 ponto percentual no índice combinado, e pela recomposição do resultado financeiro, que obteve alta de 46,3% em relação ao primeiro trimestre de 2013, em grande medida relacionado à curva ascendente da taxa básica de juros nos últimos meses.