ING e SulAmérica terminam parceria

A Sul América S.A. (BM&FBovespa: SULA11) (“Companhia” ou “SulAmérica”) comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral que recebeu nesta data a correspondência anexa enviada por Amsterdã Holdings Ltda. e ING Groep N.V. (em conjunto “ING”) informando a conclusão da negociação de um block trade na BM&FBovespa, pela qual o ING alienou 34.073.516 Units de emissão da Companhia, pelo valor de aproximadamente R$521.665.529,96. Na correspondência o ING informa ainda que: (i) a transação se deu no âmbito do plano de reestruturação do ING Group; (ii) o ING deixou de deter qualquer participação em Units de emissão da SulAmérica; (iii) não possui quaisquer bônus de subscrição, ou outros valores mobiliários conversíveis em ações de emissão da SulAmérica, e (iv) a partir dessa mesma data o acordo de acionistas firmado em 20 de dezembro de 2013 com a Sulasa Participações S.A. e a Sulasapar Participações S.A. foi automaticamente rescindido.

Captação líquida do sistema registrou saldo positivo de R$ 3,3 bilhões no período

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O mercado de previdência complementar aberta fechou o mês de abril com R$ 6,7 bilhões em novos depósitos, alta de 15,47% em relação ao mês de março, quando foram registrados R$ 5,8 bilhões. Com o desempenho do setor, a carteira de investimentos somou R$ 390,1 bilhões no período.

Em abril, a carteira de investimentos do VGBL passou de R$ 245,4 bilhões (em março) para R$ 254,4 bilhões. Já a carteira do PGBL cresceu de R$ 81 bilhões para R$ 82,8 bilhões, no mesmo período. A carteira dos planos tradicionais, por sua vez, registrou R$ 52,4 bilhões no mês, enquanto que no mês anterior foi R$ 51,6 bilhões.

De acordo com a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), entidade que representa 61 seguradoras e 14 entidades abertas de previdência complementar no país, em abril deste ano a captação líquida (diferença entre arrecadação e resgates) da previdência complementar aberta registrou um saldo positivo de R$ 3,3 bilhões. O balanço da FenaPrevi mostra ainda que o sistema possui atualmente 9.285.863 planos de previdência ativos e 81.926 pessoas usufruindo dos benefícios (aposentadorias complementares, pecúlios, por morte e por invalidez, e pensões, por morte e por invalidez).

Desempenho por plano (Planos Individuais, Empresariais e Menores)

Na análise por modalidade de plano de previdência complementar aberta, os individuais foram o destaque com arrecadação de R$ 5,9 bilhões, 16,34% superior ao mês de março. Os planos empresariais, por sua vez, arrecadaram R$ 695,2 milhões e obtiveram crescimento de 15,86% em relação aos R$ 600,1 milhões registrados em abril. Já os planos para menores registraram aportes de R$ 156,4 milhões, queda de 8,85%.

As provisões – recursos acumulados pelos titulares dos planos do sistema de previdência complementar aberta – apresentaram saldo de R$ 379,2 bilhões no mês de abril. As provisões do VGBL no período passaram de R$ 250,1 bilhões (em março) para R$ 255,1 bilhões. Já os planos PGBL registraram R$ 82,7 bilhões no mês. E os planos tradicionais, por sua vez, fecharam o mês com R$ 40,7 bilhões.

Com relação ao market share, os planos VGBL mantiveram a liderança nas provisões entre os planos de caráter previdenciário, com 71,25% do total, seguidos pelos PGBL, com 23,11% do total de provisões. Os planos tradicionais contaram com 11,38% do total de provisões. Outros produtos – incluindo os FAPI – completam a equação, com 0,15%. O tratamento fiscal

A opção por planos de previdência privada deve considerar e priorizar uma visão de longo prazo, dada a tributação diferenciada para o poupador. No PGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda (IR) pelo formulário completo, o poupador pode deduzir anualmente da base de cálculo do tributo, o valor total dos aportes efetuados no plano, durante o exercício social, até o limite de 12% da sua renda bruta, reduzindo o imposto a pagar ou, até mesmo, podendo ter direito à restituição. “É o chamado diferimento fiscal, ou seja, o pagamento do IR devido sobre esses recursos, acrescidos dos rendimentos auferidos, é realizado apenas no momento do resgate total ou parcial, ou do recebimento do benefício”, diz Nascimento.

Para usufruir da dedução, o investidor em previdência privada aberta tem de estar contribuindo para a previdência oficial, inclusive no caso do titular, com mais de 16 anos, ser dependente de quem faz a declaração.

Já no VGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda pelo formulário simplificado, para quem se encontra na faixa de isenção do IR, ou para quem já atingiu o limite de dedução previsto para a previdência complementar aberta (12% da renda bruta), não é possível deduzir da base de cálculo do IR os valores dos aportes realizados ao plano. “No entanto, no momento do resgate ou do recebimento do benefício, o IR incide apenas sobre o valor dos rendimentos auferidos, e não sobre o valor total do resgate ou do benefício recebido, como ocorre no PGBL”, afirma o presidente da entidade.

De acordo com o presidente da FenaPrevi, é importante destacar que, para ambas as modalidades de planos (PGBL e VGBL), não há cobrança do imposto de renda a cada seis meses, sobre os rendimentos obtidos, como ocorre em outras aplicações, à exceção da caderneta de poupança.

Outra característica do PGBL e do VGBL é a possiblidade do poupador optar pelo regime de alíquotas regressivas do imposto de renda, significando, deste modo, que, quanto mais tempo os recursos permanecerem aplicados, menor será a alíquota do Imposto de Renda incidente.

UniverSeg completa 10 anos investindo na capacitação de funcionários e corretores

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O Grupo Bradesco Seguros, líder do mercado de seguros no Brasil, comemora os 10 anos do UniverSeg (Universo do Conhecimento do Seguro), amplo programa que proporciona, de forma totalmente gratuita, capacitação técnica e profissional em diversas áreas a funcionários e corretores cadastrados na seguradora. Em uma década de atividades, mais de 1 milhão de profissionais em todo o país foram capacitados por meio de cursos online e presenciais.

Idealizado para ser um programa de gestão do conhecimento, o UniverSeg se diferencia por ter conteúdo mais abrangente, focado não somente na parte técnica, mas também por incluir em sua programação cursos e ações que visam o desenvolvimento pessoal, apresentados nas forma de cursos, palestras, fóruns, encontros e peças de teatro. Desde que foi lançado, em 2004, o programa promoveu mais de 270 cursos e distribuiu mais de 27 mil livros. Os cursos são divididos pelos segmentos Saúde, Previdência, Vida, Auto e Ramos Elementares, mas incluem também matérias como liderança, negociação e comunicação. As formações abrangem, ainda, áreas como administração, economia e marketing, além do estudo de inglês, espanhol, italiano e até Libras (Língua Brasileira de Sinais).

Internet

O slogan “Compartilhando Conhecimento”, adotado por traduzir a atuação do UniverSeg nesses 10 anos, inspirou as mudanças do portal do programa na internet. O endereço www.universeg.com.br dá acesso, hoje, a quase todo conteúdo exclusivo do programa, com destaque para os cerca de 700 livros digitais e 6 mil videoaulas. O portal passou por uma ampla reformulação, a começar pelo layout, que tornou mais fácil a visualização do seu conteúdo em outras plataformas, como smartphones. A página principal também conta agora com sistema de busca por palavra e destaque para os conteúdos mais lidos pelos usuários.

“Em função de seu crescimento contínuo e da necessidade constante de buscar novos profissionais para compor seu quadro, a Organização Bradesco precisa investir muito em capacitação. Nessa primeira década, o UniverSeg tem sido essencial nesse processo, além de disseminar a cultura do seguro e valorizar o autodesenvolvimento de nossos funcionários e corretores. Para os próximos 10 anos, o objetivo do programa é ser cada vez mais reconhecido pelo mercado como referência em educação corporativa”, afirma o Diretor da Bradesco Seguros, Alexandre Nogueira.

Em maio, o UniverSeg lançou também 10 novos cursos, que se somarão aos 31 já oferecidos na área digital, como Introdução a Fotografia Digital e Power Point 2010 – Básico e Avançado, entre outros.

AGCS lança boletim sobre os prédios mais altos do mundo

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A Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), resseguradora escolhida por diversos dos edifícios mais altos do mundo, incluindo o King Tower – prédio com 1 quilômetro de altura que está sendo construído em Jeddah, na Arábia Saudita -, analisa no Boletim de Riscos de Construções Superaltas os desafios de aferir e gerenciar os riscos tão excepcionais que envolvem essas construções.

Com a última geração de prédios atingindo alturas acima de 600 metros, surgem novos desafios para as resseguradoras. O aumento no número de edifícios com alturas cada vez maiores é uma tendência que se acelerou no século XXI com o Burj Khalifa, com 802 metros localizado em Dubai, superou em 302 metros o recordista anterior, o Tapei 101, prédio com 509 metros de Taiwan. Segundo o estudo, em 2020 a altura média dos 20 edifícios mais altos do mundo deverá ser de aproximadamente 600 metros, quase a mesma que duas Torres Eiffel. Essas construções serão possíveis graças a uma combinação de novas tecnologias, materiais de construção inovadores e elementos de design criativo.

Durante todo o século XX, os Estados Unidos foi o pioneiro na construção de arranha-céus. Hoje, a maior parte das construções está localizada na China, Sudeste da Ásia e Oriente Médio. Em Dubai, por exemplo, estão 10 dos 50 prédios mais altos do mundo, enquanto a China possui 30 prédios espalhados em 15 cidades.

“Essa tendência de crescimento no Oriente chegou para ficar, impulsionada pelo rápido crescimento econômico e demográfico da região, além da urbanização, o forte apetite dos investidores por bens imobiliários emblemáticos e os custos trabalhistas mais baixos do que nos mercados ocidentais tradicionais”, explica Ahmet Batmaz, diretor de Consultoria em Riscos Globais de Engenharia da AGCS.

Não há limites?

Os primeiros esboços para o primeiro edifício de 1,6 quilômetros de altura já existem. No entanto, sua construção ainda é improvável para os próximos 20 anos – em grande parte devido à ausência de tecnologia avançada para os elevadores e também o descobrimento de materiais de construção para substituir o aço e o cimento, novas medidas de segurança para os ocupantes e áreas circundantes, evolução nos sistemas de amortecimento para reduzir o impacto negativo do vento ou de atividade sísmica e o próprio o financiamento de tais megaprojetos.

“As bases de um edifício com 300 metros ou mais e de 600 metros ou mais, precisam reforçadas para ser forte o suficiente para resistir a terremotos e outros eventos de catástrofe natural”, diz Clive Valetadeira, consultor de Risco Sênior no AGCS. “Especialmente na fase inicial de construção devem ser consideradas as exposições e riscos potenciais, tais como enchentes, uma vez que as escavações serão de grande porte e podem ficar cheias d’ água.”

Gerir a complexidade única de cada projeto

Os especialistas em risco de engenharia da AGCS destacam que não existem projetos de edifícios que sejam iguais. Estas construções são de alta complexidade e podem envolver até 10 mil trabalhadores e mais de 100 subcontratados. Além disso, os planos estão expostos a uma grande variedade de ameaças como cargas de vento, fogo e escolha de materiais que exijam uma avaliação precisa e individual dos riscos, com base na localização, design e infraestrutura. A disponibilidade e a precisão de dados pode ser um desafio adicional, principalmente nas economias desenvolvidas recentemente.

Assegurar edifícios de US$ 1 bilhão

Todas as fases do projeto de construção podem ser seguradas. Devido ao tamanho extraordinário e valor dos maiores edifícios superando a marca de US$ 1 bilhão, o seguro para um projeto completo é geralmente concedido a um consórcio de resseguro. No caso do próximo prédio mais alto do mundo, Kingdom Tower, a AGCS é a resseguradora líder do projeto, com um valor total segurado de US$ 1,5 bilhão. Resseguradoras como a AGCS também fornecem cobertura após a construção: o produto conhecido como Seguro de Defeitos Inerentes protege os segurados contra danos decorrentes de defeitos de design, materiais ou mão de obra.

XL Group lança seguro de Responsabilidade Cibernética e Proteção de Dados

renato rodrigues liuRelease

Para atender à crescente necessidade das empresas de tecnologia no Brasil por coberturas com indenizações profissionais mais robustas, o XL Group anunciou hoje o lançamento de um novo seguro de Responsabilidade Cibernética e Proteção de Dados para as empresas de tecnologia que atuam no país que inclui a cobertura de falhas profissionais na prestação de serviços.

Gustavo Galrão, Head de International Financial Lines do XL Group no Brasil, destaca: “A enorme penetração da internet no Brasil, que tem 88,5 milhões de pessoas online, ou mais de 40% da população do país, torna as empresas de tecnologia, como data centers e processadoras terceirizadas, em grandes alvos para violação de dados. A combinação de criminosos mais sofisticados e leis mais severas sobre vazamento de dados faz com que esses setores enfrentem riscos financeiros e de reputação cada vez mais altos. Nosso novo produto oferece às empresas de tecnologia a ampla cobertura que elas precisam dentro de uma apólice única e fácil de ser compreendida”.

“Queremos trabalhar junto com nossos clientes de tecnologia e os especialistas do XL Group na análise e mapeamento de seus sistemas computacionais, de forma a ajudá-los a melhorar seus sistemas de prevenção como um primeiro passo na prevenção de perdas.”

De acordo com a edição de 2014 do Relatório de Ameaças à Segurança na Internet da Symantec, a média global de sites maliciosos bloqueados a cada dia aumentou 22,5%, passando de 464.100 em 2012 para 568.700 em 2013. O Brasil aparece entre os 10 primeiros em todos os relatórios de atividade cibernética maliciosa, incluindo códigos maliciosos, máquinas de spam, servidores de phishing, computadores infectados, ataques a redes e ataques na internet.

Renato Rodrigues, Country Manager do Grupo XL no Brasil, acrescenta: “Com as consequências do recém sancionado Marco Civil da Internet, as empresas de tecnologia precisam de uma solução adequada de seguros para cobrir esses riscos emergentes. Estamos muito felizes por trazer um produto inovador como o Seguro de Responsabilidade Cibernética e Proteção de Dados ao setor de tecnologia do Brasil. Com nosso profundo conhecimento e longa experiência nessa área, podemos agregar valor de longo prazo e ajudar nossos clientes e corretoras a fazerem seus negócios avançarem.”

Vendas de seguros no mundo totalizam US$ 4,64 trilhões em 2013

pr_sigma3_2014_table1Saiu o tão esperado estudo mundial da indústria de seguros com os dados de 2013. Segundo a Sigma, divisão de estudos da Swiss Re, o total de prêmios no mundo registrou alta de 1,4% em termos reais em 2013, para US$ 4,64 trilhões, um percentual menor do que 2,5% registrado em 2012. O faturamento de seguros gerais avançou 2,7%, para US$ 2,03 trilhões, mas o segmento de vida evoluiu somente 0,7%, para US$ 2,61 trilhões.

De acordo com o levantamento, em 2004, o consumo per capita do Brasil em seguros girava em torno de US$ 101. No ano passado, o valor subiu para US$ 443, salto de 338,6%. Já a fatia correspondente ao mercado brasileiro no contexto mundial, em termos de receita de prêmios, também convertida em dólares, subiu de 0,6% para 1,9% em dez anos.

Mas o crescimento da receita global de prêmios emitidos diminuiu em 2013, subindo apenas 1,4% em termos reais, para US$ 4,641 trilhões. Em 2012, a alta fora de 2,5%, conforme revela o estudo Sigma mais recente da Swiss Re. A desaceleração é atribuída principalmente ao fraco desempenho de países mais avançados nas vendas de seguros de vida, que respondem por mais de 56% do mercado internacional.

O faturamento mundial dos seguros de vida, segundo o estudo, cresceu apenas 0,7% no ano passado, atingindo US$ 2,608 trilhões, abaixo da expansão de 2,3% em 2012. Os avanços observados na Itália (21,1%), França (3,9%), Reino Unido (2,6%) e Alemanha (2,2%) não foram suficientes para evitar a queda de 0,2% na receita de prêmios de vida movimentada nos mercados desenvolvidos, da ordem de US$ 2,2 trilhões. A demanda desacelerou fortemente nos Estados Unidos (-7,7%), para US$ 533 bilhões, e no Japão a evolução foi modesta (1,4%), para US$ 423 bilhões.

O recuo acentuado no mercado norte-americano no ano passado foi devido ao não-retorno de grandes negócios corporativos que impulsionaram os negócios em 2012. “A desaceleração do setor nos EUA estava fora de sincronia com a recuperação econômica lá”, diz o economista-chefe da Swiss Re, Kurt Karl, que acrescenta: “Sim, a economia desacelerou um pouco, mas os números de emprego do ano passado e do mercado imobiliário foram positivos. Mesmo retirando o efeito dos grandes negócios corporativos em 2012, os prêmios de vida dos Estados Unidos ainda teriam tido queda de 1,6%”.

O desempenho do seguro de vida no mundo só não foi pior em 2013 graças aos mercados dos países emergentes, que registraram expansão de 6,4%, ao captar prêmios de US$ 408 bilhões (quase 17% do total do ramo vida). O crescimento foi sólido na América Latina e Caribe (12,2%), África (12,8%), Sul e Leste da Ásia (4,1%) e Oriente Médio e Ásia Central (5,6%). Na região emergente, a China (3,1%) e índia (0,5%) retomaram o crescimento, depois de sofrerem quedas nas vendas em 2012 devido a mudanças regulamentares. A Rússia avançou 47,4%, o Brasil 14,7% e o México, 7,3%.

Apesar de um crescimento menor que o registrado em 2012, de 2,7%, o estudo da Swiss Re mostra que o mercado global de seguros não-vida avançou 2,3% em 2013, aos US$ 2,033 trilhões. Nos mercados emergentes, o crescimento dos prêmios não-vida manteve-se forte em 8,3%, depois de 9,3% em 2012. E a solidez foi observada em todas as regiões, com exceção da Europa Oriental e Central. A expansão na Ásia emergente foi apoiada por um forte crescimento na China (15,5%). Na índia, no entanto, depois do aumento de 8,9% em 2012, o crescimento das vendas desacelerou para 4,1%, devido a uma economia mais lenta. No Brasil, as vendas de seguros não-vida subiram 9,8% em 2013.

Quanto aos mercados avançados, o crescimento da receita de prêmios foi de apenas de 1,1% em 2013, abaixo de 1,5% do ano anterior. Por trás dessa desaceleração, o estudo aponta como causa principal o mercado ainda deprimido na Europa Ocidental, com teve alta nos prêmios para baixo de 0,3% devido ao fraco ambiente econômico. Na Ásia Central, o crescimento da receita desceu para 1,7%. Em 2012, alcançara 4,7%. Nos Estados Unidos, o faturamento de prêmios aumentou de forma constante em 1,7% e no Canadá em 3,2%. A evolução dos seguros não-vida em mercados avançados permaneceu suave desde a crise financeira em 2008.0 crescimento anual da receita foi de 0,7% entre 2009 e 2013 em comparação com 1,9% no período 2003-2007.

Ver no link http://media.swissre.com/documents/News_release_sigma3_2014.pdf

Sergio Carillo é o novo CIO da AIG

A AIG, líder mundial em seguros gerais, patrimoniais e de responsabilidade civil, reforça sua gestão brasileira com a chegada de Sergio Carillo, que atuará como Chief Information Officer. Nesta função, o executivo executará as prioridades estratégicas para aplicações e tecnologia para o Brasil, além de dirigir a função de TI, contribuindo para ampliação do impacto positivo nos negócios por meio da diferenciação competitiva.

Sergio Carillo é Bacharel em Administração de Empresas pela UNIB, com Especialização em Gestão de TI pela Fundação Getúlio Vargas. O executivo já passou por empresas como a ACE Life, onde atuou como vice-presidente e Chefe de Operações e Tecnologia Regional/Global, MetLife e AIG-Unibanco.

Liberty Seguros lança estudo que retrata a situação atual e as tendências de mobilidade urbana em seis capitais brasileiras

liberty pesquisa sinal livreComo parte do apoio ao tema da mobilidade urbana por meio de sua ação social, o Projeto Sinal Livre, a Liberty Seguros encomendou uma pesquisa para verificar as opiniões de moradores de seis grandes centros urbanos no país – Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro – sobre a situação atual e as tendências da mobilidade urbana em suas cidades.

Com a pergunta “Qual a sua ideal para se viver” a pesquisa, desenvolvida em parceria com o instituto Teor Marketing, foi dividida em três fases. A primeira contou com uma investigação inicial sobre as tendências em mobilidade urbana no mundo, seguida pela fase exploratória onde foram entrevistados 6 especialistas brasileiros em diferentes aspectos da mobilidade urbana. Na fase final, foi realizada uma pesquisa quantitativa com um total de 950 moradores das cidades escolhidas, em que os entrevistados responderam às perguntas por meio de um aplicativo de smartphone, totalizando 49% de mulheres e 51% de homens, com idade média de 29,7 anos. A classe social predominante dos respondentes foi a B, com 48% dos participantes, seguida pela classe A, com 36% e classe C, com 16%.

Sobre o projeto Sinal Livre

liberty sinal livreA mobilidade urbana é um dos maiores desafios do mundo contemporâneo, e é constante a busca por soluções criativas para amenizar as dificuldades de locomoção nos centros urbanos. Por conta desta problemática, a Liberty Seguros criou o projeto Sinal Livre, que tem como principal objetivo estimular o engajamento e a conscientização das pessoas para uma locomoção mais segura.

Iniciado em 2012, a base do projeto é educacional, capacitando estudantes da rede pública de ensino no Ensino Fundamental 2 e Ensino Médio interessados em aprender sobre o tema, tornando-os multiplicadores. Os jovens aprendem por meio da educomunicação – metodologia pedagógica que usa os meios de comunicação para gerar conteúdo, na maioria das vezes multimídia – orientados por educadores. O conteúdo abordado envolve os três pilares do Sinal Livre: Mobilidade Verde, Fluidez e Segurança no Trânsito. Até hoje já foram mais de 370 jovens capacitados, 70 projetos realizados e mais de 10 mil pessoas impactadas pelas ações dos projetos realizados pelos alunos.

Atualmente o projeto está em sete cidades sede Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014™: Salvador, Fortaleza, Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Curitiba.

Bate bola no Allianz Parque

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No Allianz Parque da Vila Madalena o que vale é a habilidade com as mãos e não com os pés. Até 13 de julho, frequentadores do bar Posto 6 estão convocados para disputar partidas de pebolim em uma mesa que replica a arena multiuso do Palmeiras – semelhante ao Allianz Arena em que o zagueiro brasileiro Dante e o atacante Mandzukic, da Croácia, se confrontaram antes de se juntarem as suas seleções. Para entrar neste “campo”, não precisa ser um valorizado jogador da seleção, ou um Lúcio ou Fernando Prass, basta estar no clima do Mundial de Futebol e passar pelo local para atacar, defender ou só cornetar. A ação faz parte do patrocínio da Allianz à Mostra Futebol BR, que começou neste mês na Vila Madalena. Ainda como parte do apoio, a seguradora convidou o grafiteiro Sascha Beeler para estampar a fachada do Allianz Parque na parte externa do Posto 6 (clique aqui e veja o vídeo) e também distribuiu mais de 50 mil bolachas de chopp pelos bares, restaurantes e cafés do bairro, com imagens de bolas feitas pelo renomado fotógrafo Caio Vilela.

Serviço

Mostra Futebol BR

Período: 3/6 a 13/7

Horário: a ser conferido com cada um dos estabelecimentos

Local: Vila Madalena – SP

Informações: (11) 3938-0130

Web: Facebook [https://www.facebook.com/pages/Mostra-Futebol-BR/447281055400255]

Mostra Futebol BR: percorrerá, ao todo, 11 ruas da Vila Madalena, em São Paulo, com 20 exposições simultâneas, além de projeções em telões, saídas fotográficas e lançamentos de livros. Obras de mais de 50 fotógrafos estarão em exibição nesse trabalho de pesquisa e registro dessa paixão nacional. Todas as atrações são gratuitas.

Iniciativa da Liberty Seguros visa amenizar dificuldades de locomoção nos centros urbanos

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Fortaleza, cidade com mais de 2,5 milhões de habitantes* e uma das principais regiões metropolitanas do Brasil, tem cada vez mais em pauta a temática da mobilidade urbana – um dos maiores desafios do mundo contemporâneo – e a constante busca por soluções para amenizar as dificuldades de locomoção nos centros urbanos. Ciente da frequência deste assunto na vida dos moradores de Fortaleza e de outras cidades do Brasil, a Liberty Seguros idealizou o projeto Sinal Livre, com o objetivo de difundir boas práticas e estimular o engajamento e a conscientização das pessoas para uma locomoção mais segura. A adoção da causa está em linha com a missão da empresa, que é ajudar as pessoas a viverem vidas mais seguras e tranquilas, e também endereça uma grande problemática atual que afeta a todos os brasileiros que moram nas grandes centros.

Seguradora Oficial da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014™, a Liberty Seguros desenvolve, desde 2012, o projeto Sinal Livre, com o suporte da Lynx Consultoria. Atualmente o projeto está em sete cidades sede do Mundial – Salvador, Fortaleza, Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Curitiba. Receber um evento desse porte altera a rotina das cidades e dos bairros no entorno dos estádios e por isso a seguradora fez a opção de iniciar o projeto em cidades-sede da Copa. Com a realização dos jogos, o dia a dia dos moradores é afetado, com alteração de fluxo de vias, obras e maior deslocamento de pessoas a pé, de bicicleta, de moto e de carro.

O público do projeto abrange estudantes da rede pública de ensino no Ensino Fundamental 2 e Ensino Médio interessados em aprender sobre o tema. Os jovens aprendem por meio da educomunicação – metodologia pedagógica que usa os meios de comunicação para gerar conteúdo, na maioria das vezes multimídia – orientados por educadores. O conteúdo abordado foi desenvolvido pela Liberty em parceira com pedagogos e envolve os três pilares do Sinal Livre: Mobilidade Verde, Fluidez e Segurança no Trânsito.

“O projeto possibilita aos jovens uma reflexão sobre sua cidade e o direito de ir e vir. Além disso, coloca esses alunos como protagonistas sociais, uma vez que os tornam multiplicadores do tema na construção de mídias para promover a interação e entendimento sobre a mobilidade urbana”, afirma Karina Louzada, Superintendente de Assuntos Corporativos da Liberty Seguros. Até hoje já foram mais de 370 jovens capacitados, 70 projetos realizados e mais de 10 mil pessoas impactadas pelas ações dos projetos realizados pelos jovens.

karina louzadaDe acordo com Karina Louzada, o projeto estimula a sociedade a refletir sobre o assunto tão recorrente nas grandes metrópoles do país. “A atuação dos jovens no Sinal Livre valoriza principalmente pequenas ações que resultam em grandes atitudes responsáveis”, destaca a executiva. Em Fortaleza, participam do projeto as escolas de ensino fundamental e médio Deputado Paulino Rocha e Professora Maria Gonçalvez.

Para Nertan Rocha, um dos responsáveis pela Gerência de Educação para o Trânsito (GEDUC), o Sinal Livre possui grande semelhança com o projeto de conscientização já trabalhado pela Prefeitura Municipal de Fortaleza. “Dentro de vários temas de educação para o trânsito, temos o projeto ‘Dê passagem para a vida’, que tem como foco conscientizar o pedestre que, ao atravessar a via, deverá usar a ferramenta de segurança que é a faixa de pedestres”, afirma Rocha. “Sendo assim, em virtude da semelhança dos nossos projetos, temos a certeza de que esta ação contribuirá em muito para alcançarmos nosso objetivo junto à sociedade, que é oferecer um trânsito mais seguro e humano”, complementa.

O projeto Sinal Livre inclui outras iniciativas para sensibilizar a população das cidades sobre o tema. Na capital cearense, com objetivo de chamar a atenção sobre o respeito à faixa de pedestre, jovens do Centro Urbano de Cultura, Arte, Ciência e Esporte de Fortaleza (CUCA) e do projeto Sinal Livre realizarão no próximo sábado (21), entre 9h e 11h, uma animada intervenção de dança de rua no cruzamento das avenidas Desembargador Moreira com Antônio Sales, poucas horas antes do jogo Alemanha e Gana.

“O trabalho de conscientização já realizado pelo GEDUC e as ações artísticas da Rede Cuca nos fizeram pensar essa parceria com o Sinal Livre para levar o projeto para as ruas de Fortaleza. Este ano, durante a Copa do Mundo, realizaremos ações conjuntas com ONGs locais em outras 5 cidades”, explica Karina.

*Fonte: Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2013