Foi uma grande vitória a sanção da Lei que enquadra o Corretor de Seguros na tabela 3 do SuperSimples. E como todos sabem, para que isso fosse possível, o trabalho do deputado Armando Vergílio foi essencial. Porém, ele se despede da Câmera dos Deputados. “Estou deixando a Câmera dos Deputados. Qualquer que seja o resultado das eleições, não sou candidato a deputado federal, mas sim a vice-governador do meu estado.”
Ele vai, mas deixa o seu legado e um representante à altura. “Meu filho, Lucas Vergílio, é candidato a deputado federal e tenho convicção absoluta que, com a graça de Deus e com a ajuda do povo goiano, ele vencerá as eleições e será um Corretor que representará a categoria na câmera.”
E, em meio a palavras banhadas de emoção, ele diz que tudo valeu a pena. “Quero dizer que saio a partir do dia 31 de dezembro da câmera dos deputados com espírito de dever cumprido. Digo de forma muito sincero e de coração aberto: Isso que aconteceu valeu o meu mandato”, finalizou Vergílio.
A Brasilcap divulgou o faturamento do primeiro semestre deste ano: aproximadamente R$ 3,2 bilhões, incremento de 6,9% em relação ao primeiro semestre de 2013. O desempenho do período contribuiu para o lucro líquido de R$ 152,2 milhões, superior em 183,3% (R$ 53,7 milhões) ao mesmo período do ano anterior.
O primeiro semestre consolidou com êxito a estratégia comercial e financeira adotada no exercício de 2013, com o lançamento do novo portfólio de produtos Ourocap Torcida. A Companhia encerrou o semestre com reservas técnicas de R$ 10,6 bilhões e ativos totais de R$ 11,7 bilhões, representando um crescimento de aproximadamente 12,3%, em relação ao período anterior.
De acordo com Marcio Lobão, presidente da Brasilcap, vale destacar que as reservas da Companhia são administradas de acordo com as melhores práticas de gestão de Ativos, Passivos e de Riscos. Isso garante a capacidade financeira de honrar todos os seus compromissos, inclusive levando até os seus vencimentos os títulos marcados nessa categoria, de acordo com os preceitos das Circulares SUSEP no 464 (2013) e 483 (2014).
“O desempenho da Brasilcap se reflete nos prêmios distribuídos, que ajudaram a realizar os sonhos de clientes dos quatro cantos do País. Entre os meses de janeiro e junho, foram entregues mais de R$ 82,5 milhões a aproximadamente 9 mil clientes”, comemora Lobão.
A Brasilcap obteve ainda outras vitórias neste primeiro semestre. A Companhia recebeu da editora Brasil Notícias o Prêmio Segurador Brasil 2014 – categoria “Líder de Mercado: Capitalização”. E o case “Ourocap Torcida” foi vencedor na categoria “Produto” da 13ª edição do Prêmio Marketing Contemporâneo, realizado pela Associação Brasileira de Marketing e Negócios (ABMN).
Alexandre Camillo (selfie com a presidente Dilma postada por ele em sua página no facebook), que tomou posse da presidência do Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP), em maio, comemorou, e muito, a conquista da inclusão dos corretores de seguros no SuperSimples. A sanção pela presidente Dilma Rousseff à Lei complementar 147/2014, a partir de janeiro de 2015, permite que as empresas corretoras de seguros com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões poderão ser inseridas no SuperSimples, pleito em pauta há 12 anos. Ao contrário da maioria das categorias, que poderão participar do Simples pagando alíquota de até 22,45% do faturamento anual, os corretores de seguros foram incluídos em uma tabela de alíquotas já existentes, em que o imposto a pagar varia entre 6% e 17,42% da receita. Em entrevista ao Blog Sonho Seguro, ele afirma que a medida é um grande incentivo ao desenvolvimento do segmento.
“O setor de seguros nunca esteve tão pujante. Isso se traduz em novos desafios e oportunidades. Temos pela frente a missão de identificar e viabilizar essas oportunidades a fim de promover o perfeito e efetivo alinhamento do corretor de seguros em toda a cadeia produtiva desse importante mercado”, destacou Camillo.
Quais as perspectivas que se abrem para a categoria a partir dessa aprovação e seus reflexos no mercado de seguros?
Gigantestas. A medida, sem dúvida nenhuma, é um grande incentivo ao desenvolvimento dos corretores de seguros. Além da redução da carga tributária, que influencia diretamente nos resultados das corretoras, a categoria contará com a desburocratização dos processos, facilitando ainda o cumprimento de suas obrigações. Sendo o corretor de seguros o pilar da distribuição de seguros no Brasil, com destaque ao seu empreendedorismo e à eficiência com que faz essa operação, certamente, seu desenvolvimento traduzirá em perspectivas de crescimento para o mercado de seguros como um todo, já que o corretor terá mais oportunidades para promover ações de aproximação com o consumidor, contribuindo em mais ofertas de seguros.
Para qual perfil de corretor o Simples é vantajoso?
Para todos aqueles que obtiverem faturamento anual de até R$ 3,6 milhões, cujo percentual atinge 98% das corretoras de seguros, ou seja, quase a sua totalidade.
Qual a real economia nos custos com pagamento de impostos dos corretores?
Será na ordem de 40%, incluindo nesse indicativo a contribuição previdenciária.
Essa economia poderá se refletir em custo menor para o cliente?
Não. O corretor não precifica os produtos de seguros, faz apenas a intermediação. Portanto, a medida não influenciará na composição dos prêmios pagos pelo consumidor.
O Grupo Generali comunica que Hyung Mo Sung assumirá a posição de CEO da Generali Brasil Seguros, a partir de 13 de agosto de 2014. Por decisão pessoal, José Ribeiro deixa o Grupo. Com mais de 30 anos de experiência no mercado segurador, Hyung é economista e obteve mestrado em Economia na Universidade de São Paulo. Atuou em diversas empresas do setor, tendo sido o CEO da Zurich Seguros Gerais, e com passagens em posições executivas na Mapfre e Mitsui Sumitomo.
Hyung reportará a Jaime Anchustegui, CEO da Generali para a América Latina, seguindo com o objetivo definido pelo Grupo no início deste ano de fortalecimento e crescimento da operação no Brasil. Com sua experiência em desenvolvimento e crescimento de empresas, Hyung tem como objetivo posicionar a Generali entre as principais companhias seguradoras do mercado brasileiro nos próximos anos.
Nota na Folha desta semana informou que o CEO da Zurich para a América Latina, Antonio Cássio dos Santos, vai acumular o comando da operação da seguradora no Brasil, cargo vago desde a saída de Hyung Mo Sung em junho deste ano. Como CEO regional, o executivo relata que estava um pouco longe da gestão nacional. “O melhor é poder voltar ao dia a dia da operação no Brasil e moldá-la ao meio jeito”, diz Santos que tem também o título de “chairman” da companhia na região, cuja sede latina transferiu para São Paulo. O mercado brasileiro tem cerca de 45%, do total dos prêmios da América Latina. A seguradora deve seguir dedicada aos ramos em que atua, de seguros corporativos a pequenos seguros. No de automóveis, por exemplo, afirma que “há uma avenida para crescer no país, mas ele é também o mais competitivo.”
O IRB Brasil Re divulgou lucro líquido de R$ 267,9 milhões no primeiro semestre, ante prejuízo de R$ 83,2 milhões no mesmo período do ano passado, segundo dados publicados no balanço financeiro da BB Seguridade, divulgado nesta terça-feira. O faturamento até junho registrou queda de 20,4%, para R$ 952,8 milhões. O índice combinado voltou a patamares razoáveis depois de um pico acima de 120% no ano anterior, encerrando o segundo trimestre de 2014 em 76,9%. O retorno sobre o patrimônio líquido médio foi de 26,8% no segundo trimestre e o patrimônio líquido no final de junho totalizou R$ 2,7 bilhões, aumento de 14,7%.
O controle do IRB é composto pela BB Seguridade, com 20,51% Tesouro Nacional, Bradesco, Itaú e o Fundo de Investimentos em Participações Caixa Barcelona. A empresa se prepara para abrir o capital no médio prazo.
Release
Até a 15 de agosto, a empresa apresentará as condições do Programa em estande na maior feira de estágios e trainees do país.
A XVII edição da Mostra PUC, no Rio de janeiro, que foi aberta no último dia 12, foi o local escolhido pelo IRB Brasil RE para lançar o I Programa de Trainee da sua história. Executivos da empresa estarão no estande da empresa, orientando os estudantes interessados e apresentando detalhadamente a proposta de trabalho.
O pacote inicial oferecido pelo IRB Brasil RE prevê a o preenchimento de 15 vagas, com salário inicial de R$ 5.000,00, acrescido de benefícios como assistência médica e odontológica, vale refeição no valor de R$ 820, previdência privada, seguro de vida, auxílio transporte e participação nos lucros da Companhia. A duração do Programa é de 1 anos e 6 meses. Para quem tem interesse em estagiar na empresa, nosso atual programa de estágio aceita estudantes com previsão de formatura entre dezembro de 2015 e julho de 2016. Os aprovados podem permanecer no programa por até dois anos. As inscrições para estágio podem ser feitas a qualquer momento no site do IRB
Segundo Renato Rovina, Gerente de Pessoas do IRB, “o objetivo do programa é selecionar jovens talentos que sejam movidos por desafios e que nos ajudem a ser uma das maiores companhias do mundo no setor de resseguros.”
Os candidatos deverão ter concluído o ensino superior a partir de Dezembro de 2012 ou previsão de formatura até julho de 2015, nos cursos de Administração, Economia, Ciência Contábeis, Engenharia, Ciência Atuariais, Comunicação, Psicologia, Ciências da Computação, Direito, Sistemas de Informação e Estatística. O IRB Brasil RE busca jovens dinâmicos e prontos para novos desafios. As inscrições devem ser feitas no site do IRB Brasil RE (www.irbbrasilre.com/trainee) entre 1º e 30 de setembro de 2014.
O processo seletivo iniciará no mês de setembro, com triagem curricular. Em seguida, serão aplicados testes de raciocínio lógico, proficiência de inglês e conhecimentos do pacote Office. Na fase posterior, serão realizadas entrevistas individuais com o setor de Recursos Humanos, além da apresentação de cases e entrevista individual com os respectivos gestores das áreas.
Sobre o IRB Brasil RE
O IRB Brasil RE tem 75 anos de experiência no mercado ressegurador, atuando em todas as linhas de negócio. Há três anos, mantém rating excelente (A-), em avaliação realizada pela AM Best, que o credencia a atuar nos principais contratos do mercado segurador nacional e internacional. Hoje, na condição de empresa privada desde 1º de outubro de 2013, está muito mais competitivo e ágil em suas operações com clientes e e nos investimentos de ativos, tendo como meta torna-se um dos maiores resseguradores globais nos próximos anos.
Pioneira no mercado de microsseguros no Brasil, a Caixa Seguros aposta na popularização de produtos também no segmento empresarial. A companhia acaba de reformular seu seguro simplificado para pessoas jurídicas, o Fácil Empresarial, produto com foco em micro, pequenas e médias empresas.
“Existe uma tendência no país de popularização dos seguros, pois uma grande parcela da população ainda não está protegida financeiramente”, explica o diretor da seguradora, Luis Alberto Charry. “Notamos que também existia uma grande procura de empresários por esse tipo de produto. São milhões de negócios Brasil afora e apenas uma pequena parcela tem seguro”.
As vendas do Fácil Empresarial cresceram 26% no primeiro semestre em relação ao mesmo período do ano passado. Para atrair ainda mais os pequenos e médios empresários e simplificar as vendas, a Caixa Seguros fez algumas mudanças para deixar o produto mais completo.
A seguradora passou a oferecer maior valor de indenização e facilidades na contratação, além de mudanças na estrutura dos contratos que permitem atender a novos segmentos. Empresas que antes optavam por contratar o seguro convencional poderão agora optar pelo simplificado.
São três opções de contratação. Os valores de indenização passaram, respectivamente, de R$ 50 mil, R$ 75 mil e R$ 100 mil para R$ 100 mil, R$ 200 mil e R$ 300 mil. O produto protege empresas contra incêndio, queda de raio, explosão, danos elétricos e roubo de equipamentos e mercadorias, além de oferecer coberturas de perda de aluguel e diárias de paralisação em caso de sinistro.
A atleta Vanessa Araújo Campos acaba de ser convocada para integrar a equipe brasileira de Karatê e representará o País no Campeonato Mundial em Bremen, na Alemanha, em novembro deste ano. A pernambucana de 30 anos, que desde abril tem o patrocínio da CAPEMISA Seguradora, recebeu a convocação para compor o time brasileiro após permanecer por três meses no topo do ranking nacional.
Vanessa chegou à CAPEMISA por meio do Lar Fabiano de Cristo, projeto social mantido pela seguradora, no qual a atleta dá aulas de Karatê para crianças e adolescentes. Desde então, ela participou do Pan-americano do Peru, onde conquistou a medalha de prata, e da 1ª Etapa do Campeonato Brasileiro de Karatê, em São Paulo, na qual ficou em primeiro lugar. A atleta seguirá seus treinamentos até o Mundial em Ribeirão Preto e se reunirá uma vez por mês com os demais componentes da seleção brasileira para aperfeiçoamento de técnicas.
Depois de ter sido reavaliada de “overweight” (acima da média do mercado) para “neutra” pelo J.P. Morgan, o que ajudou o preço da ação recuar mais de 3% na última quinta-feira, a BB Seguridade divulga hoje seu balanço com a retomada do otimismo dos analistas de bancos. Segue o release divulgado pelo grupo com os resultados do segundo trimestre e primeiro semestre de 2014.
Release
A BB Seguridade atingiu lucro líquido de R$ 845,4 milhões no segundo trimestre de 2014, crescimento de 53,6% sobre os valores do mesmo período de 2013. O resultado foi impulsionado pelo forte resultado operacional e pela evolução do resultado financeiro. O lucro líquido no primeiro semestre de 2014, alcançou R$ 1,5 bilhão. O desempenho permitiu a destinação de R$1,2 bilhão para o pagamento de dividendos aos acionistas, o que equivale a 80% do lucro líquido do período.
A Brasilprev, que já era líder de mercado em arrecadação e captação líquida, se tornou, em junho, a segunda maior companhia de previdência complementar aberta em termos de recursos administrados no país, com R$ 97,0 bilhões. A arrecadação, recorde para um único semestre, chegou a R$14,4 bilhões, o que representa uma participação de mercado de 38,7%. Destaque também para a captação líquida, que atingiu R$ 9,5 bilhões, valor equivalente a 65,7% de toda a captação do mercado.
A BB Seguridade apresentou, através de suas coligadas, receitas recordes em todos os segmentos de negócio no semestre. Destaque para o avanço das contribuições em planos de previdência privada (Brasilprev) e de seguros de vida, habitacional e rural (BB MAPFRE SH1). O desempenho contribuiu para a consolidação da liderança de mercado em segmentos importantes, como seguros de pessoas, rural, previdência e capitalização.
O forte desempenho das vendas e o rígido controle de despesas, associados a uma melhora do resultado financeiro, impulsionaram o crescimento em todos os segmentos de negócio em que a BB Seguridade atua. O lucro líquido do segmento de vida, habitacional e rural apresentou crescimento de 51,3% sobre o primeiro semestre do ano anterior, com desempenho favorável tanto do resultado operacional como financeiro. Destaque também para o crescimento do resultado nos segmentos de capitalização e na BB Corretora, que atua na distribuição de produtos de seguridade na rede de agências do Banco do Brasil.
No primeiro semestre, a BB Seguridade também registrou R$54,9 milhões em receitas de investimento provenientes do segmento de resseguros. A Companhia adquiriu, em agosto de 2013, participação de 20,5% no IRB-Brasil Re, líder no mercado de resseguros no Brasil.
A BB Seguridade, lançou, através do Grupo Segurador BB MAPFRE, o BB Seguro Crédito Protegido PJ, produto que assegura o pagamento de dívidas da empresa segurada, no caso de morte ou invalidez permanente por acidente de um dos sócios. O pro- duto foi lançado ao público em 02.06.2014 e, desde o início de sua comercialização até o fim de junho, foram emitidos R$161,7 milhões em prêmios.
O jornal O Estado de S.Paulo destaca mudanças na Liberty. Patrícia Chacon passa para a diretoria de marketing no lugar de Adriana Gomes, que passa para a diretoria de seguros pessoais, cargo antes de Paulo Umeki, que assume a vice-presidência de riscos corporativos. Segundo o perfil de Patrícia no Linkedien, ela assumiu o cargo há um mês na Liberty Brasil, depois de atuar dois anos como Senior Business Consultant na Liberty Mutual Insurance. Diplomada em Business and Technology na University of Pennsylvania – The Wharton School, Patricia cursou MBA focado em marketing na Harvard Business School.
Há duas semanas, o grupo havia anunciado que a partir do dia 1º de janeiro de 2015, o executivo Carlos Magnarelli assume o posto de CEO (Chief Executive Officer) do Grupo Liberty Seguros no Brasil, sucedendo Pablo Barahona, que passa a ocupar, a partir da mesma data, a posição de COO (Chief Operating Oficcer) da companhia na América Latina e países Ibéricos. Carlos Magnarelli tem mais de 18 anos de experiência no mercado de seguros brasileiro e argentino, em empresas como Dignitas AFJP, La Caja e PwC. O executivo ingressou na Liberty Seguros Brasil em 2001 e atualmente ocupa a posição de CFO (Chief Financial Officer) no mercado local.
O Índice de Confiança e Expectativas do Setor de Seguros (ICSS) teve mais uma retração em julho, aos 81,3%, três pontos percentuais abaixo do resultado apurado em junho, de 84,3%. Já o ICES (Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras) teve a sexta queda consecutiva – fechou em 80,8% – o menor desde que esse indicador foi criado, há dois anos. Como tem sido uma característica ao longo de 2014, o motivo principal para essa trajetória é a expectativa desfavorável com o comportamento futuro da economia. Segundo o coordenador técnico do estudo, Francisco Galiza, os percentuais apurados em julho indicam um avanço no grau de preocupação entre executivos das principais empresas do segmento de seguros com o futuro da economia brasileira e com as possíveis consequências nos seus negócios. Ele revela ainda que uma das poucas notícias favoráveis nesse último cálculo foi a pequena recuperação registrada no grau de confiança das resseguradoras, captado pelo ICER (Índice de Confiança e Expectativa das Resseguradoras). Neste caso, sobretudo pela expectativa mais favorável quanto à rentabilidade futura dessas companhias
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