A Casa Civil da Presidência da República, por meio da Portaria nº 312, de 07 de abril de 2026, publicada no Diário Oficial da União de hoje (08), nomeou Marcílio Otávio Nascimento Filho como novo Diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep).
Marcílio possui graduação em Administração de Empresas pelo Instituto Paraibano de Educação e possui mais de 30 anos de experiência no setor de seguros, tendo atuado como corretor habilitado e empreendedor no segmento. Foi diretor do SINCOR/PB por dois mandatos, membro suplente do IBRACOR (Instituto Brasileiro de Autorregulação do Mercado de Corretagem de Seguros, de Resseguros, de Capitalização e de Previdência Complementar Aberta) entre os anos de 2018 e 2022 e foi, também, professor da Escola de Negócios e Seguros (ENS).
O novo diretor ficará à frente dos trabalhos da Diretoria de Regulação Prudencial e Estudos Econômicos (DIRPE). Até sua posse no cargo de diretor, o que ocorrerá nas próximas semanas, a diretoria segue sob o comando de Carlos Queiroz, diretor substituto, conforme Portaria Susep nº 8.469/2025.
A Casa Civil da Presidência da República também publicou hoje a Portaria nº 313/2026, referente à Diretora Jessica Anne de Almeida Bastos, a fim de proceder ajuste formal no sistema. Jessica permanece à frente da Diretoria de Organização de Mercado e Regulação de Conduta – DIORE.
Marcílio Nascimento assume como diretor de regulação prudencial e estudos econômicos na Susep
Azul Seguros amplia portfólio e lança seguro exclusivo para motoristas de aplicativo
A Azul Seguros e Itaú Seguros passam a aceitar motoristas de aplicativo em todo o Brasil, ampliando a elegibilidade desse público. O movimento acompanha o crescimento do trabalho por plataformas digitais no país. Segundo dados do IBGE, cerca de 1,7 milhão de brasileiros atuam nesse modelo.
A novidade contempla soluções como Azul Auto Roubo, Azul Compacto, Itaú Compacto e Itaú Assistência 24h, oferecendo alternativas que atendem às diferentes necessidades de proteção de quem utiliza o veículo como ferramenta de trabalho.
As soluções contam com diferentes níveis de cobertura, que vão desde proteção contra roubo e furto e assistência 24 horas até alternativas mais completas, com cobertura total. Também estão disponíveis planos com responsabilidade civil facultativa (RCF), ampliando a proteção a terceiros e oferecendo mais segurança ao motorista durante a atividade.
A iniciativa faz parte da estratégia de Azul Seguros e Itaú Seguros de ampliar a inclusão securitária, incorporando novos perfis de clientes e tornando os produtos mais acessíveis. Com isso, as companhias também fortalecem sua competitividade no segmento e criam novas oportunidades de negócios para os corretores.
“No setor, o principal desafio na aceitação desse público está no maior nível de exposição do veículo, o que muitas vezes resulta em valores mais elevados e dificulta a contratação do seguro. Por isso, estamos trabalhando na oferta de produtos mais acessíveis, sem abrir mão da segurança e da confiabilidade. Nesse processo, o corretor de seguros é fundamental, pois ele é o especialista disponível para ajudar cada cliente a encontrar a solução que melhor se adapta à sua realidade e necessidade de proteção”, afirma Jaime Soares, diretor executivo de Auto da Porto Seguro.
Galo de Ouro 2026 leva seus campeões para Austrália
O Grupo MAG anuncia que os vencedores do Galo de Ouro 2026, principal campanha de vendas do mercado segurador brasileiro, terão a oportunidade de viver uma experiência internacional única na Austrália. Mais do que definir um destino, a companhia reafirma sua tradição de oferecer vivências exclusivas, cuidadosamente desenhadas para ampliar repertório, visão de mundo e conexão com tendências globais de inovação.
A Austrália se destaca pelo protagonismo de seu modelo econômico resiliente, aliado a investimentos consistentes em sustentabilidade, tecnologia e inovação, com políticas voltadas à transição energética, preservação ambiental e uso eficiente de recursos naturais. Esse posicionamento se soma à paisagem paradisíaca do país, marcada por praias icônicas, biodiversidade única e cenários naturais que reforçam sua conexão com o equilíbrio entre desenvolvimento e natureza.
“A MAG sempre entendeu que o Galo de Ouro vai além de uma premiação. Não se trata apenas de viajar, mas de proporcionar experiências que marcam, inspiram e ampliam horizontes. E quando pensamos em cada detalhe dessa jornada, existe algo que vem antes de qualquer destino: o cuidado com as pessoas. E diante do cenário internacional recente, tomamos uma decisão importante para garantir que essa experiência continue sendo recheada de vivências absolutamente exclusivas, fornecendo um convite para conhecer de perto como o futuro está sendo pensado, construído e acelerado”, afirma Helder Molina, Chairman e CEO do Grupo MAG.
A proposta da viagem é oferecer aos vencedores contato direto com iniciativas ligadas à transformação digital, novos ecossistemas de negócios, arquitetura futurista e projetos que unem tradição e inovação, reforçando o olhar estratégico que a MAG estimula em seus profissionais e parceiros.
O Galo de Ouro reconhece, anualmente, os profissionais de vendas que se destacam pelo desempenho, pelo protagonismo e pela visão inovadora. A edição de 2026 contará com 16 categorias, premiando corretores e colaboradores da companhia. Além da viagem, os vencedores serão contemplados com uma premiação em dinheiro.
Grupo HDI intensifica presença no país com encontros para corretores de seguros
Reforçando sua estratégia de expansão e proximidade com o mercado, o Grupo HDI – um dos principais conglomerados seguradores do país – realizou, ao longo do mês de março, uma série de encontros regionais e participou de importantes eventos do setor, consolidando sua atuação em diferentes regiões do país. A agenda teve como foco o fortalecimento do relacionamento com parceiros e de novas oportunidades de negócios.
Entre os destaques do período, uma agenda dedicada em Cuiabá, onde o vice-presidente Comercial do Grupo HDI, Marcos Machini, ampliou o diálogo com parceiros locais e reforçou a presença da companhia nessas praças estratégicas. Também foram realizados encontros regionais voltados às frentes de Sinistro e Assistência Auto em cidades como Florianópolis, Sorocaba e Maringá, além de iniciativas no segmento Rural em Goiânia e Sinop.
O calendário ainda incluiu o Congresso Minha Vida Protegida e a Convenção Alper, eventos que proporcionaram troca de experiências, atualização sobre tendências do mercado e fortalecimento do networking com profissionais do setor. A participação na Expodireto, realizada entre os dias 9 e 13 de março, em Não-Me-Toque (RS), também foi um momento relevante, com a presença das equipes da companhia.
Encerrando o mês, o Grupo HDI esteve presente na Feira Show Safra, em Lucas do Rio Verde (MT), entre os dias 23 e 27 de março. Durante o evento, o diretor de Transportes e Equipamentos, Marcos Siqueira, representou a companhia em agendas com parceiros e visitas estratégicas, com foco na identificação de novas oportunidades de negócios e no fortalecimento de relacionamentos.
Essa agenda de encontros e eventos reforça o compromisso da companhia com a proximidade, geração de valor e identificação contínua de oportunidades de crescimento conjunto em diferentes regiões do país.
FenSeg coloca o seguro no centro do debate com lançamento de guia inédito
O avanço dos veículos elétricos e híbridos no Brasil deixou de ser tendência para se tornar realidade crescente nas ruas e rodovias. Mas, à medida que a frota eletrificada aumenta, também ganham relevância temas como infraestrutura de recarga, segurança em garagens e condomínios, logística de peças e capacitação técnica. É nesse contexto que a Comissão de Auto da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) lança o guia “Veículos Eletrificados: desafios e oportunidades para o seguro”, publicação que reúne dados, análises e orientações sobre os impactos dessa transformação para o mercado e para a sociedade.
Elaborado pelo Grupo de Trabalho de Veículos Eletrificados da Comissão de Automóvel da FenSeg, com apoio da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), o material oferece uma visão abrangente sobre o crescimento global e nacional dos eletrificados, os gargalos estruturais do país e a evolução do ambiente regulatório, além de detalhar como o seguro automóvel vem acompanhando essa nova realidade.
Para o mercado segurador, a mobilidade elétrica impõe novos parâmetros técnicos. Além das coberturas tradicionais — como colisão, roubo, furto e responsabilidade civil —, entram em cena proteções específicas para baterias de alta tensão, sistemas de recarga, assistência especializada e rede de oficinas habilitadas para lidar com tecnologia embarcada.
Segundo Marcelo Daparé, integrante do Grupo de Trabalho de Veículos Eletrificados da Comissão de Auto da FenSeg, o momento exige visão sistêmica.
“O seguro está preparado para atender os veículos eletrificados, com coberturas específicas e assistência especializada. Mas o avanço desse mercado depende de um ecossistema estruturado. Infraestrutura de recarga, normas claras de segurança, logística eficiente e capacitação técnica caminham junto com a proteção securitária. Vale reforçar que o mercado segurador brasileiro não começou do zero nesse processo. Enquanto países da Europa e da Ásia aprendiam com o avanço da tecnologia, nós também vivíamos um processo de amadurecimento paralelo, que nos permitiu absorver o crescimento da frota de maneira segura e com critérios técnicos sólidos de subscrição”, afirma Daparé.
Infraestrutura e segurança como pilares
O guia destaca a importância da Diretriz Nacional sobre Ocupações Destinadas a Garagens e Locais com Sistemas de Alimentação de Veículos Elétricos (SAVE), publicada em 2025 pelo Conselho Nacional de Comandantes-Gerais dos Corpos de Bombeiros Militares, por meio da Portaria nº 029/2025. A norma estabelece parâmetros mínimos de segurança contra incêndio e controle de riscos em estacionamentos, garagens e áreas com pontos de recarga, promovendo maior harmonização técnica em todo o país.
No âmbito estadual, São Paulo também avançou recentemente ao publicar legislação que disciplina a instalação de infraestrutura de recarga em condomínios residenciais, estabelecendo critérios técnicos e responsabilidades para adaptação elétrica dos edifícios. A medida reforça a necessidade de planejamento técnico e diálogo entre moradores, síndicos e especialistas — tema igualmente abordado na publicação da FenSeg.
Para Daparé, a consolidação de regras claras favorece todo o ecossistema. “Ambientes mais seguros reduzem riscos, aumentam a confiança do consumidor e contribuem para uma precificação mais equilibrada do seguro. A mobilidade elétrica é um caminho sem volta, mas precisa avançar de forma planejada e responsável”, afirma ele.
Desafios estruturais e impacto no seguro
A publicação também aponta que os principais entraves à expansão dos eletrificados no Brasil estão relacionados à infraestrutura e à logística. A concentração de eletropostos nas regiões Sul e Sudeste, os custos de importação e transporte de componentes, a menor disponibilidade de peças e a necessidade de oficinas especializadas influenciam diretamente os custos de manutenção — e, consequentemente, a precificação do seguro.
As seguradoras vêm adaptando produtos e critérios técnicos de análise de risco para refletir as especificidades da tecnologia, considerando fatores como maior valor de reposição, menor índice de roubo em comparação a veículos a combustão e exigência de transporte adequado em caso de pane ou sinistro.
Ao lançar o guia, a Comissão de Auto da FenSeg reforça o papel estratégico do seguro na transição para uma mobilidade mais sustentável — não apenas como instrumento de proteção financeira, mas como agente técnico capaz de contribuir para a organização, segurança e amadurecimento desse mercado em expansão.
Grupo MAG explora novos modelos de experiência de marca em parceria com o Le Cordon Bleu
O Grupo MAG, empresa com 191 anos de atuação ininterrupta nos segmentos de vida e previdência, recebeu a visita de André J. Cointreau, presidente e CEO do Le Cordon Bleu, ao Café MAG by Le Cordon Bleu. O encontro reforçou a importância das parcerias estratégicas na construção de novos territórios de marca e na geração de valor por meio da experiência.
A agenda contou também com a presença de Alienor Cointreau, diretora global de Marketing do Le Cordon Bleu, e de Patrick Martin, diretor executivo do Le Cordon Bleu Brasil e embaixador internacional da instituição. O encontro foi conduzido por Helder Molina, chairman e CEO do Grupo MAG, e evidenciou o alinhamento entre as lideranças globais e locais na condução de iniciativas que conectam excelência, marca e experiência.
A reunião reforça a convergência entre duas instituições centenárias que compartilham valores como tradição, longevidade e excelência, além de destacar o papel do Grupo MAG na criação de iniciativas voltadas à experiência de marca e ao fortalecimento do relacionamento com públicos estratégicos.
Implantado em 2025 na sede da companhia, em São Paulo, o Café MAG by Le Cordon Bleu incorpora ao ambiente corporativo a expertise e o savoir-faire da instituição francesa. Em seu primeiro ano de operação, o espaço recebeu mais de 7 mil visitantes, consolidando-se como uma plataforma estratégica de relacionamento, que integra hospitalidade, gastronomia, conteúdo e networking.
A iniciativa representa uma evolução na forma como a companhia se conecta com clientes, parceiros e stakeholders. Ao utilizar a hospitalidade e a gastronomia como ferramentas de relacionamento, o projeto amplia a percepção de valor da marca e cria novas oportunidades de negócios.
“Essa parceria mostra que marcas centenárias podem, e devem, se reinventar continuamente. Na MAG, acreditamos que o valor do negócio está cada vez mais na qualidade das conexões que construímos. O Café MAG by Le Cordon Bleu materializa essa visão ao transformar nossa sede em um espaço de relacionamento estratégico, onde tradição e excelência se encontram para gerar novas oportunidades”, afirma Helder Molina.
A presença de André J. Cointreau também reforçou o potencial de expansão do modelo, que passa a ser avaliado como replicável em outros mercados e contextos, ampliando o alcance da parceria entre as instituições.
Mais do que um projeto pontual, a iniciativa se consolida como uma plataforma estratégica que traduz o encontro entre duas trajetórias centenárias e aponta para novas possibilidades de atuação conjunta.
Sompo Resseguradora lucra em primeiro ano de operação e mira dobrar volume de prêmios em 2026
A Sompo encerrou 2025 com R$ 85 milhões em prêmios, lucro líquido de R$ 5,5 milhões e estrutura patrimonial robusta, consolidando o primeiro ano completo de operação no Brasil. Para 2026, a companhia projeta mais que dobrar esse faturamento e alcançar R$ 200 milhões em prêmios, além de ampliar a participação da resseguradora para 25% dos contratos de resseguro da Sompo, ante cerca de 15% em 2025.
“A Sompo Resseguradora foi concebida como um pilar estratégico para a expansão sustentável do Grupo. O desempenho de 2025 comprova que é possível aliar rigor técnico, governança sólida e geração consistente de valor já no primeiro ciclo completo de atuação”, afirma Adailton Dias, Diretor Executivo de Produtos e Resseguro na Sompo. “Como resseguradora cativa, voltada exclusivamente aos contratos do Grupo, a operação reforça a eficiência da estrutura de seguros, amplia a retenção local de riscos e contribui para uma trajetória de crescimento mais competitiva, previsível e alinhada às ambições da companhia no Brasil”, complementa.
A evolução da carteira ocorreu de forma gradual e alinhada às diretrizes do Grupo, com foco em linhas como Seguros Empresariais, Transportes, Agronegócio, Energia e grandes riscos corporativos, além da construção de estruturas de resseguro mais eficientes para contratos de médio e longo prazos. A expectativa para 2026 é ampliar a participação da resseguradora nos negócios do Grupo, acompanhando o crescimento das operações de seguros da Sompo no Brasil.
“Nosso objetivo é expandir a participação da resseguradora de forma consistente, sempre priorizando qualidade de subscrição, equilíbrio atuarial e previsibilidade de resultados. A meta de R$ 200 milhões em prêmios em 2026 está alinhada à maturação natural da carteira e à confiança do Grupo na operação local”, destaca Dioniso Galvão Moreira de Araujo, Superintendente de Resseguro na Sompo.
Além dos ganhos financeiros e operacionais, a consolidação da Sompo Resseguradora tem gerado benefícios diretos para os clientes, ao permitir maior capacidade de retenção local de riscos, redução de custos associados a estruturas excessivamente pulverizadas de resseguro e mais agilidade na construção de soluções sob medida. A integração entre seguradora e resseguradora dentro do Grupo Sompo também viabiliza estruturas mais estáveis para riscos complexos, maior previsibilidade em contratos de longo prazo e acesso à capacidade global do Grupo, beneficiando especialmente clientes corporativos e multinacionais com operações no Brasil e no exterior.
O desempenho reflete a estratégia de criação da resseguradora como um pilar para fortalecer a retenção de riscos, otimizar o uso de capital e ampliar a eficiência técnica do Grupo no mercado brasileiro. Em 2025, o ativo total da Sompo Resseguradora superou R$ 217,6 milhões, enquanto o patrimônio líquido encerrou o período em R$ 104,3 milhões, sustentado por capitalização sólida e aderência integral às exigências regulatórias da SUSEP – Superintendência de Seguros Privados.
Com governança integrada, controles atuariais robustos e resultados positivos já no primeiro ano completo de operação, a Sompo Resseguradora reforça seu papel como alavanca estratégica para o crescimento da Sompo no país e para o fortalecimento de sua atuação no mercado brasileiro de seguros e resseguros.
Marsh nomeia Larissa Martins como líder de Placement para a América Latina
A Marsh anunciou a nomeação de Larissa Martins como nova líder de Placement (mercado de seguros) para a Marsh Risk na América Latina e Caribe. Baseada em São Paulo (Brasil), a executiva se reportará diretamente a John Donelly, líder global de Placement da Marsh Risk, e a Carlos A. Rivera, CEO da Marsh LAC e presidente da Marsh Risk LAC, a partir de 1º de abril.
Na nova função, Larissa será responsável por liderar a estratégia de Placement na região, conectando prioridades globais e locais, fortalecendo o relacionamento com clientes e parceiros estratégicos, impulsionando soluções inovadoras e colaborativas entre países e promovendo o desenvolvimento de talentos, com o objetivo de maximizar o impacto para os clientes e apoiar o crescimento sustentável do negócio.
Com 20 anos de experiência no setor de seguros e resseguros, Larissa é formada em Ciências Atuariais e possui mestrado em Gestão Executiva Internacional. Sua trajetória inclui experiências no Chile, em Miami e em Londres.
Desde que ingressou na Marsh Re – Facultative Reinsurance (anteriormente Carpenter Marsh FAC), em 2021, ocupou diferentes posições de liderança, contribuindo para o desenvolvimento e a implementação de soluções de portfólio em toda a América Latina.
Na Marsh Re – Facultative Reinsurance, liderou iniciativas de alto impacto voltadas ao crescimento e à inovação. Como líder regional de Práticas e Placement, foi responsável por definir a estratégia para a região, atuando em colaboração com diferentes áreas da companhia para atender às necessidades dos clientes, às demandas do mercado e apoiar o desenvolvimento das equipes.
Ao comentar a nomeação, Carlos Rivera afirmou: “Larissa conta com sólidas relações com os mercados de seguros e resseguros locais, regionais e globais, além de profundo conhecimento dos desafios enfrentados por empresas e comunidades. Aliado ao seu forte perfil de liderança, esse conjunto de atributos será fundamental para oferecer aos clientes um portfólio completo de soluções, apoiando seu crescimento em um cenário de incerteza, volatilidade e transformação.”
Larissa Martins declarou: “Sinto-me honrada em assumir a liderança de Placement da Marsh Risk na América Latina em um momento decisivo para o setor e para a companhia. A área de Placement está no centro do nosso negócio e desempenha papel fundamental na entrega de soluções ao mercado. Assumo essa nova etapa com entusiasmo e compromisso, confiante de que, por meio da colaboração, seguiremos desenvolvendo soluções relevantes para clientes, equipes e para a organização.”
Orquestra Jovem do Estado apresenta composições de Rodrigo Lima, Alberto Ginastera e Shostakovich no domingo (12)
No domingo, 12/04, a Sala São Paulo será o palco de mais uma das apresentações da Orquestra Jovem do Estado (OJESP). No segundo concerto de 2026, o grupo irá performar obras do brasileiro Rodrigo Lima, Alberto Ginastera e Dmitri Shostakovich. A temporada deste ano recebe o patrocínio da Generali Brasil, que atua como uma das facilitadoras dos eventos do grupo e na formação gratuita de alunos em São Paulo.
A OJESP é um dos grupos da Escola de Música do Estado de SP e realizará apresentações durante todo o ano de 2026. O projeto foi selecionado pela Generali Brasil por meio de edital publicado pela seguradora, por qualificar profissionalmente os jovens que fazem parte da Orquestra e por oferecer acesso ao lazer e cultura ao público interessado.
Com atuação centenária no Brasil, a Generali sempre busca novas maneiras de fomentar a cultura no país. Por meio do valor global Live the Community, a empresa trabalha para se integrar às comunidades em que está presente. Tatiana Franzoe, diretora jurídica e de sustentabilidade destaca que “a cultura desempenha um papel fundamental no desenvolvimento de uma sociedade, pois amplia o olhar crítico, estimula o respeito à diversidade e fortalece os laços entre diferentes gerações”.
A Generali Brasil apoia o grupo por intermédio da ONG Santa Marcelina Cultura, para a realização de apresentações de diferentes compositores nacionais e internacionais. Os ingressos para os concertos já estão disponíveis no link.
Serviço:
Concertos da Orquestra Jovem do Estado de São Paulo
Local: Sala São Paulo – Praça Júlio Prestes, 16 – Campos Elíseos
Data: 12 de abril – 16h
Seguradoras arrecadam R$ 68,3 bilhões no bimestre, mas ritmo ainda fica abaixo da projeção da CNseg para 2026
O setor supervisionado pela Susep — que reúne seguros, previdência aberta e capitalização — arrecadou R$ 68,3 bilhões no primeiro bimestre de 2026, queda nominal de 3,47% sobre igual período do ano passado. Dentro desse total, porém, o bloco mais diretamente ligado às seguradoras, de danos e pessoas sem VGBL, somou R$ 35,86 bilhões, com crescimento nominal de 2,35%. No mesmo intervalo, indenizações, resgates, benefícios e sorteios totalizaram R$ 40,47 bilhões, recuo de 11,58%.
O resultado agregado negativo veio da fraqueza dos produtos de acumulação e da capitalização. Até fevereiro, a acumulação arrecadou R$ 27,70 bilhões, com queda de 9,17%, enquanto a capitalização somou R$ 4,76 bilhões, baixa de 9,15%. Já nos seguros, o desempenho foi dividido: os ramos de danos arrecadaram R$ 22,82 bilhões, com recuo de 0,85%, e os seguros de pessoas somaram R$ 13 bilhões, alta de 8,45%.

Entre os produtos com melhor desempenho no bimestre, o destaque em pessoas foi o prestamista, com R$ 3,96 bilhões em prêmios e expansão nominal de 17,66%. Em danos, avançaram sobretudo fiança locatícia, com alta de 21,56%; patrimoniais-outros, 15,30%; garantia estendida, 12,43%; habitacional, 11,29%; e financeiros, 10,60%. O seguro de vida, principal linha do segmento de pessoas, arrecadou R$ 6,24 bilhões, com crescimento de 6,78%.
Os produtos mais próximos da estabilidade foram o seguro auto, que cresceu 1,84% em termos nominais, embora ainda tenha recuado 2,31% em termos reais, e o compreensivo, com alta nominal de 3,25% e queda real de 0,94%. Em pessoas, acidentes pessoais e viagem tiveram retrações moderadas, de 3,71% e 3,83%, respectivamente, o que indica um começo de ano mais lateral nessas carteiras. A própria Susep ressalva que parte dessas oscilações pode refletir movimentos sazonais em algumas linhas de negócio.
Do lado das quedas mais fortes, em danos temos os recuos de riscos especiais-energia, de 64,40%, que é algo sazonal com a renovação dos contratos centradas em meses específicos; microsseguros, de 56,22%; transporte, de 15,80%; riscos especiais-patrimonial, de 11,10%; responsabilidade civil, de 9,26%; e rural, de 8,07%. Em pessoas, as baixas ficaram concentradas em acidentes pessoais e viagem.
Pela comparação mais próxima entre os dados da Susep e a métrica da CNseg — somando seguros e capitalização, mas excluindo previdência aberta — o crescimento nominal do primeiro bimestre foi de cerca de 0,9%, bem abaixo da projeção anual de 8,5%. O retrato sugere que, por enquanto, só os seguros de pessoas estão efetivamente em linha com a expectativa da CNseg: o segmento cresceu 8,45%, praticamente no mesmo patamar da projeção de 8,6%, e o prestamista até roda acima do previsto. Já danos e capitalização começaram o ano abaixo do ritmo esperado, com destaque negativo para rural e transportes, enquanto o habitacional aparece mais aderente ao cenário projetado.












