Pesquisa FenaPrevi Ipsos revela hábitos de seguros pessoais entre os consumidores brasileiros

fenaprevi 1A maioria dos brasileiros (66%) se preocupa com situações imprevisíveis no futuro, mas apenas 31% toma alguma iniciativa para se precaver. A maioria, 66%, não adota nenhuma ação financeira para se preparar para adversidades. Os dados constam de pesquisa realizada pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), entidade que representa 75 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.

Conduzido pelo Instituto Ipsos, com base em entrevistas domiciliares com 1,5 mil indivíduos (53% do sexo feminino e 47% masculino) das cinco regiões do país, das classes A/B, C e D/E, o estudo mostra que entre os precavidos, apenas 35% adota os seguros como instrumento de proteção. As aplicações financeiras vêm em primeiro lugar (36%) e a economia doméstica não convertida em investimentos é a terceira colocada representando a estratégia adotada por 29% dos precavidos. Outras ações (investimentos, por exemplo) responderam por 5% do segmento.

O estudo também procurou entender a posse de seguros de pessoas no país, modalidade que engloba seguros de vida e de acidentes pessoais, entre outros produtos do gênero. Os dados, tomando por base a totalidade da amostra (incluindo precavidos e não precavidos), revelam que apenas 18% da população têm algum seguro pessoal contratado.

A modalidade com maior penetração entre os consumidores brasileiros é o seguro funeral, que cobre despesas com sepultamento e procedimentos burocráticos em caso de falecimento do segurado. Do total da amostra examinada pela pesquisa da FenaPrevi, 11% declararam ter contratado um seguro deste gênero.

O seguro por morte é o segundo colocado, de acordo com a pesquisa, alcançando 8% da amostra. Em terceiro lugar vêm os seguros por invalidez e o seguro de acidentes pessoais, com 4% de penetração cada.

Os seguros por desemprego e perda de renda alcançam apenas 1% da mostra, modalidade que é seguida por seguro viagem (0,5%), seguro educacional (0,3%) e seguro prestamista (0,1%), este último destinado a cobrir o pagamento de parcelas em financiamentos em caso de morte, invalidez, desemprego ou perda de renda do segurado.

Entraves

Não ter renda disponível para adquirir uma apólice, é a principal dificuldade para 53% da amostra analisada. Outros 44% dizem nunca ter se interessado por contratar um seguro, e 15% declaram achar o preço alto para o benefício que o produto oferece. Outros 5% disseram não ter informações suficientes para adquirir um seguro e 1% disse não acreditar em seguros. “Mesmo que a renda tenha avançado nos últimos anos, ela ainda segue sendo um entrave para o crescimento do setor de seguros de pessoas”, analisa Osvaldo Nascimento, presidente da FenaPrevi. “Conforme a pesquisa indica, no contexto da média do orçamento familiar brasileiro, o seguro ainda é um item de proteção financeira inacessível”, complementa.

Embora apenas 5% tenham declarado a falta de informações como obstáculo para contratar um seguro, a questão também é encarada pela FenaPrevi como fundamental para a expansão do mercado.

Conhecimento

Segundo a pesquisa, embora 96% das pessoas declarem já ter ouvido falar sobre seguros de pessoas, 64% não sabem apontar os benefícios dos produtos. O estudo mostra ainda que apenas 35% dos entrevistados compreendem as vantagens de se contratar um seguro pessoal. Neste universo, 53% compreendem as coberturas e veem o ressarcimento e as indenizações como principais benefícios e 32% apontam a prevenção para o futuro como benefício central. “O conhecimento das vantagens é determinante para se contratar um seguro, e a informação é fundamental para conquistar novos consumidores”, diz o presidente da FenaPrevi.

Mais lembrados

No quesito conhecimento dos produtos (já ouviu falar) o seguro por morte é o campeão da popularidade: 90% dos entrevistados conhecem o produto. O segundo colocado é seguro por invalidez, conhecido por 87% dos entrevistados, seguindo por seguros de acidente pessoal e seguro funeral, com 80% de conhecimento cada. Também é alto o percentual (70%) dos que conhecem ou já ouviram falar do seguro por desemprego ou perda de renda.

Mas não são todas as modalidades que atingem este grau de conhecimento primário (sem detalhamento de coberturas e benefícios). Outras modalidades de seguros de pessoas alcançam patamar inferior de lembrança e conhecimento, caso do seguro viagem (52%), do seguro habitacional (40%) e do educacional (39%). O seguro prestamista, que cobre parcelas de financiamento em caso de morte, invalidez ou perda de renda do segurado, é conhecido por 39% dos indivíduos ouvidos pelo levantamento.

Importância de se fazer seguros

A pesquisa da FenaPrevi também investigou a percepção dos brasileiros quanto a importância de se fazer seguros. Apenas 18% dos entrevistados disseram ser indispensável ou muito importante, 54% disseram considerar importante e 22% disseram ser pouco importante contar com a proteção de um seguro. Outros 4% não souberam avaliar.

Segundo estudo, a rede de familiares é a grande fonte de influenciadores para a contratação de um seguro. Do universo que possui algum seguro, 32% ficaram sabendo do produto por intermédio de um familiar. Outra zona de influência vem do trabalho: 20% declararam ter seguro contratado pelo empregador.

Os corretores de seguros surgem apenas como terceira maior fonte influenciadora, tendo sido responsáveis pela apresentação do produto a 18% da amostra. Gerentes de banco foram citados por 17% da amostra. Já os amigos surgem como a quinta principal fonte influenciadora e responsável por apresentar os seguros aos brasileiros, segundo 16% dos entrevistados. O restante da amostra tomou conhecimento do seguro que contratou por meio de propagandas ou anúncios (6%) colegas de trabalho (5%), vizinhos (3%), internet (3%), concessionária de serviço público (2%), call center (2%), orientação do empregador (1%), conta de luza, água, telefone, condomínio (1%) e outros (2%).

“As relações familiares são a principal fonte de informação dos segurados. A referência de boas experiências e a satisfação pessoal é muito importante para propagar os benefícios do seguro. Mas vemos também espaço para ampliar o conhecimento sobre os benefícios desses produtos por outros meios e canais”, explica Nascimento.

Posse e intenção de compra

O levantamento da FenaPrevi também apurou a intenção de contratação de seguros pelos entrevistados. De acordo com os dados apurados, 4,5% dos brasileiros manifestam interesse em contratar um seguro pessoal nos próximos 12 meses. O líder de intenções de compra é o seguro por morte, com 2,3% das intenções, seguido por seguro funeral (2%), seguro por invalidez (1,7%), seguro por acidentes pessoais (1,1%), desemprego e perda de renda (0,9%), seguro educacional (0,3%), seguro viagem (0,2%), seguro prestamista (0,1%). “A intenção de adquirir um seguro pessoal ainda é baixa entre os consumidores brasileiros e o mercado tem o desafio de proporcionar esclarecimento e educação financeira para aumentar a base dos interessados”, diz Nascimento.

Presença por região e classe social

O grande desafio, de acordo com o levantamento, é tornar o seguro de pessoas e suas vantagens mais conhecidas de forma mais uniforme em todo o país. Os diferenciais do produto são mais percebidos no Sul e Sudeste: 43% das famílias do Sul e 42% do Sudeste sabem algo sobre as coberturas e os seus benefícios. No Nordeste, Centro-Oeste e Norte, o índice cai para 24%, 23% e 18%, respectivamente.

Quando analisado o conhecimento dessa modalidade de proteção por classe social, 47% dos entrevistados das classes AB; 32% da classe C; e 16% das classes DE declaram conhecer as vantagens de se contratar um seguro de pessoas. “Ainda é baixo o índice de conhecimento e das vantagens e isso nos traz oportunidades de expansão em novas regiões e classes sociais”, avalia o presidente da FenaPrevi.

Análise por faixa etária e gênero

Quando analisada a percepção dos entrevistados por gênero, embora as mulheres já representem 50% da força de trabalho e serem mais escolarizadas, os homens têm mais informações sobre os seguros, segundo o estudo FenaPrevi/Ipsos.

De acordo com o levantamento, 36% dos homens dizem conhecer os produtos e seus benefícios e 63% não têm conhecimento. Em relação às mulheres, 33% têm conhecimento e 65% não.

Em relação à faixa etária, 37% homens e mulheres com idades entre 23-29, 30-35, 36-44, 45-49 anos sabem sobre as vantagens dos produtos. Entre o público masculino e feminino de 50-59 anos, 35% também conhecem os benefícios. Já entre homens e mulheres com 60 anos ou mais, 27% declaram conhecer as vantagens dos produtos de seguros de pessoas.

Superintendente da Susep participa de encontro com mercado mineiro

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O superintendente da Susep, Roberto Westenberger, é o convidado especial do encontro que será realizado no dia 7 de novembro, em Belo Horizonte, com profissionais do mercado segurador mineiro. O evento é realizado pelas entidades representativas dos corretores e seguradores, entre elas ClubCor-MG, CSP-MG, Sincor-MG e Sindseg MG/GO/MT/DF.

Westenberger será recebido pelos dirigentes dessas instituições a partir das 11 horas, no Hotel Promenade, no bairro de Lourdes, onde participa de palestra seguida de almoço. Na oportunidade, o superintendente vai falar das principais realizações de sua gestão frente à autarquia, além de apresentar os projetos voltados para o desenvolvimento dos seguros de pessoas no País.

O evento, intitulado “Conversando com a Susep”, é voltado aos associados das entidades patrocinadoras. Os convidados devem confirmar presença até o dia 3 de novembro.

Serviço

Evento: Conversando com a Susep – Palestra com o superintendente da autarquia, Roberto Westenberger
Data: 7 de novembro (sexta-feira)
Local: Hotel Promenade, Avenida Olegário Maciel, 1.748, Lourdes, Belo Horizonte-MG
Horário: 11h às 14h30
Realização: ClubCor-MG, CSP-MG, Sincor-MG e Sindseg MG/GO/MT/DF

Roubos no Estado de SP aumentam 16,7%

O número de casos de homicídio no Estado de São Paulo caiu 11,9% em setembro deste ano em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo dados divulgados pela Secretaria de Segurança Pública nesta segunda-feira, Porém, os casos de roubos aumentaram 16,7% no mesmo período. O número de latrocínios, roubo seguido de morte, também teve aumento de 19,2%.

Em relação aos números absolutos, os casos de homicídios caíram de 379 em setembro do ano passado para 334 no mesmo mês deste ano. Os roubos subiram de 21.493 em setembro de 2013 para 25.083 no mesmo mês em 2014. Latrocínio passou de 26 casos para 31.

Em relação à capital paulista, os homicídios apresentaram alta de 6,5% – passaram de 92 casos para 98. Os roubos passaram de 10.669 no ano passado para 12.800 no mês passado, alta de 20%. Os latrocínio foram de 8 casos em 2013 para 13 casos neste ano, alta de 62,5%.

Aon reestrutura diretoria de marketing no Brasil

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A Aon anuncia Luis Felipe Barranco como novo diretor de marketing no país. O executivo, que atuava anteriormente como gerente de marketing corporativo da empresa, assume a nova função com a reestruturação da área e tem como principal objetivo potencializar a prospecção de novos negócios e a satisfação dos clientes.

Como estratégia, a Aon também instituiu duas gerências que serão supervisionadas pelo novo diretor. Danylla Campos, com passagens pela Microsoft e ABES (Associação Brasileira das Empresas de Softwares), comandará a gerência de comunicação e eventos, desenvolvendo atividades de relações públicas, mídias sociais e publicidade e propaganda. Já Márcio Martins, que anteriormente atuava no marketing estratégico da Aon, ficará responsável pela gerência de suporte a vendas e retenção de clientes com foco em inteligência de vendas e mercado.

A nova diretoria se reportará ao CEO da Aon Brasil, Marcelo Munerato, além do CCO (Chief Commercial Officer) Guilherme Mendes. “Com a reestruturação, pretendemos gerar novas oportunidades de negócio para a empresa, aperfeiçoar o relacionamento com os clientes e aprimorar o suporte as equipes comerciais”, argumenta Luis Felipe Barranco.

Responsável anterior pelo departamento de marketing, Carla Abrunhosa assume integralmente a função de head de vendas, marketing e comunicação da empresa para a América Latina. A executiva continuará dando suporte a operação da Aon Brasil, em especial a nova diretoria.

Depois do preço e da marca, segurança é o terceiro fator mais importante para consumidor brasileiro de automóvel

Toneto: Acreditamos que as diversas medidas de revisão técnica adotadas em nossa carteira de Auto e a melhora do cenário macroeconômico devem gerar efeitos positivos em nossos resultados locais em 2018

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É evidente a evolução tecnológica pela qual os sistemas de segurança em automóveis passaram nos últimos anos. Este avanço é resultado tanto do crescente interesse por parte dos consumidores, que começam a ver a questão da segurança viária como algo pertinente, quanto ao esforço dos fabricantes, que têm investido no desenvolvimento de novos sistemas e equipamentos de segurança.

Entretanto, ao adquirir um veículo, o consumidor brasileiro ainda prioriza o preço e a marca em detrimento da segurança, que aparece como o terceiro item mais importante. Com o objetivo de provocar a reflexão de todos os envolvidos, principalmente os consumidores, para que decidam a compra do seu veículo baseando-se em parâmetros de segurança, além de preço e marca, a Fundación MAPFRE realizou o estudo “Evolução dos Sistemas de Segurança entre 2007 e 2012 no Brasil. Análise da evolução dos equipamentos de segurança de série em veículos de passeio”.

O trabalho analisa detalhadamente a evolução dos sistemas de segurança de série instalados em veículos dos diferentes segmentos da frota automobilística do Brasil, em um período de seis anos. Assim, além de extrair dados objetivos sobre os itens de segurança de cada modelo, o consumidor poderá decidir sua compra baseando-se em parâmetros de segurança, e não apenas nas alternativas mais baratas ou em promoção.

“Os condutores não nascem seguros: eles se tornam com o passar do tempo. Dirigir um veículo com segurança não é uma técnica que se adquire rapidamente. Pelo contrário, faz parte de um lento processo de aprendizagem. Por isso, a tecnologia presente nos veículos é essencial, não só na etapa de aprendizagem, quando é usada para evitar os erros, mas também posteriormente, como assistência à condução”, alerta Wilson Toneto, presidente da Mapfre Brasil.

A Fundación Mapfre recomenda aos motoristas que, ao comprarem um veículo, solicitem informações exatas sobre as vantagens e as limitações dos dispositivos de segurança. Também ressalta que as informações sobre a segurança dos veículos precisam ser mais compreensíveis para que os compradores possam entender, de forma sucinta e clara, os equipamentos de que todos os veículos à venda dispõem.

Além do Brasil, a pesquisa também foi realizada em outros quatro países onde a FUNDACIÓN MAPFRE atua: Espanha, México, Argentina e Chile. As principais conclusões levantadas na pesquisa feita com o público brasileiro são:

· Para 79% dos consumidores, as informações que recebem dos vendedores no momento da compra sobre equipamentos de segurança são suficientes;

· 42% estão dispostos a pagar uma quantidade extra significativa, entre R$ 1.500 e R$ 3.000 por uma melhora importante em segurança;

· Praticamente 100% dos entrevistados acham que os sistemas de segurança deveriam vir como equipamentos de série e 94% que o governo deveria torna-los obrigatórios.

É importante observar que sistemas de segurança não se resumem mais apenas à ABS e airbags dianteiros, que já são itens obrigatórios desde janeiro de 2014 no Brasil.

Os resultados completos da pesquisa serão apresentados no dia 30 de outubro, das 9h30 às 12h30, na unidade Berrini da Fundação Getúlio Vargas (Av. das Nações Unidas, 12.495 – 2º andar – sala 204 – Edifício Torre das Nações Unidas).

FenSeg inicia ciclo de palestras sobre desmonte legal de veículos

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Com o objetivo de divulgar e debater a Lei Federal 12.977, de 20/05/2014, que regula e disciplina a atividade de desmontagem de automóveis no Brasil, a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) inicia uma série de palestras sobre o desmonte legal de veículos no País. A segunda edição do ciclo já está agendada para o dia 09 de dezembro, em São Paulo, e outras estão previstas para as principais cidades brasileiras. Na semana passada, em parceria com o Sindicato das Seguradoras de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Distrito Federal, Belo Horizonte (MG) recebeu a primeira palestra da rodada.

A iniciativa visa abordar as mudanças proporcionadas pela nova regulamentação e seus benefícios econômicos, ambientais e nas áreas de saúde e segurança pública. Para o diretor executivo da FenSeg, Neival Rodrigues Freitas, as novas diretrizes beneficiam a sociedade como um todo. “A expectativa do mercado de seguros é de que haja uma grande redução dos índices de roubos e furtos de veículos e de casos de latrocínio, principal causa de morte urbana no Brasil”, avalia o executivo, ressaltando que as novas regras para desmontagem de veículos estão diretamente ligadas ao combate à violência e à criminalidade. “Em 2013, mais de 470 mil veículos foram roubados ou furtados no País e menos da metade deles foi recuperada”, conclui.

As novas regras para a legalização do desmonte de veículos, que começam a vigorar em maio de 2015, determinam que a empresa de desmontagem deverá estar registrada no Departamento de Trânsito (Detran) de seu estado, ter inscrição nos órgãos fazendários e possuir alvará de funcionamento expedido pela autoridade local. Além disso, a lei prevê a criação de um banco de dados nacional de registro das peças que poderão ser reutilizadas conforme regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Além do combate ao desmanche ilegal de veículos – que é o destino de quase 50% dos veículos roubados e furtados no Brasil -, a nova lei federal tem um papel fundamental na redução da poluição ambiental. A remoção e o descarte adequado de resíduos fluidos e sólidos, a geração de novos empregos formais, o aumento da arrecadação de impostos, a redução das fraudes em seguros e do ponto de vista da saúde pública, a não contaminação dos solos e a redução da concentração de veículos em pátios o que auxilia no combate a doenças como a Dengue, são alguns dos benefícios que poderão ser disseminados pela nova lei.

Freitas salienta ainda que as peças usadas e com origem comprovada permitirão que a Superintendência de Seguros Privados (Susep), autarquia que regula e fiscaliza o setor de seguros, desenvolva produtos específicos, destinados a proprietários de veículos com mais de cinco anos – hoje, um mercado de mais de 40 milhões de veículos no Brasil.

Marsh lidera ranking mundial de corretagem de seguros

ranking corretoras 2013Na briga pelo topo do ranking de corretores, Aon e Marsh se revezam entre as estatísticas divulgadas na imprensa internacional. Nesta semana, a Marsh é a líder, de acordo com publicação da Business Insurance. Semana passada, a divulgação ficou por conta da pesquisa da Finaccord, empresa especializada em pesquisa de mercado no Reino Unido e Europa, com a Aon na liderança, com faturamento de suas linhas comerciais de US$ 6,1 bilhões no mundo, em 2013, seguida por Marsh, com US$ 5,1 bilhões.

Segue release da Marsh distribuído hoje

A Marsh & McLennan Companies (MMC) liderou mais uma vez o ranking anual de melhores corretoras das revistas técnicas do setor de seguros Business Insurance e Best’s Review. Os rankings, baseados na performance das receitas das corretoras no ano de 2013, foram publicados este ano e a Marsh & McLennan Companies ficou à frente de uma grande quantidade de concorrentes. No artigo on-line que acompanha as classificações das melhores corretoras de seguros, a Business Insurance (BI) observou que, apesar dos desafios da economia de modo geral, a receita de corretagem da MMC aumentou 2,9% em 2013 em relação à do ano anterior, que foi de US$ 12,27 bilhões. Segundo Dan Glaser, Presidente e CEO da Marsh & McLennan Companies, a Marsh continua expandindo sua carteira no mundo e superando suas metas em negócios, tanto novos quanto expandidos. “A companhia está particularmente interessada em expandir seu portfolio naqueles clientes já existentes e querem segurar ainda mais linhas conosco”, afirma. “Esta é uma classificação excepcional para nossa empresa e vem de duas das mais renomadas publicações globais do mercado segurador”, complementa Eugenio Paschoal, Presidente e CEO Marsh Brasil e Chairman Marsh & McLennan Companies.

Zurich promove 1ª Edição do Workshop de Engenharia em Prevenção de Riscos

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Referência global em gestão de riscos em negócios Corporate, e tendo como missão ajudar os clientes a entenderem os riscos e se protegerem deles, a companhia global compartilha parte do conhecimento adquirido em 142 anos de existência

A Zurich, empresa global de seguros que atua em mais de 170 países e está presente no Brasil há 32 anos, apresentou a seus clientes e parceiros um workshop técnico de Engenharia em Prevenção de Riscos, área na qual a companhia é líder e referência global.

O evento tem o objetivo de compartilhar práticas e informações absorvidas pela Zurich ao redor do mundo, por meio de seus quase 900 engenheiros de riscos, e que formatam a experiência ímpar da empresa neste segmento. “Nosso objetivo vai além do tema de seguros, afinal, o seguro é a última parte no processo de gestão dos ricos”, conceitua Carlos Cortés, Superintendente de Engenharia de Riscos da Zurich.

“Tendo como missão e compromisso ajudar os clientes a entenderem os riscos e se protegerem deles, a Zurich desenvolve ferramentas para aprimorar a comunicação com nossos clientes”, destaca Mario Orozco, Chief of Risk Engineering Officer LatAm. A ferramenta What If é um bom exemplo: trata-se de um aplicativo que apresenta informação complexa, resultante das avaliações de risco, de uma maneira simples e eficaz (leia mais abaixo). “Outro aplicativo de importante benefício é o My Zurich Portal, que conta com acesso online a recomendações de melhoria de riscos, dados de apólices de seguros, informação de sinistros, além dos Risk Insights”, continua o especialista. O evento aconteceu em setembro.

Werner Stettler, Vice-presidente de Corporate e Commercial de General Insurance da Zurich, explica a importância da mitigação de riscos para os clientes Zurich. “A Zurich é uma empresa de R$ 90 bilhões, sendo R$ 26 bilhões provenientes de negócios Corporate, segmento que ocupa o segundo posto dentro da companhia. Os negócios Corporate de Zurich entregam serviços a 25 mil clientes em 210 países, em alguns deles a partir de parceiros de cooperação, e nossa proposição de valor a estes clientes está no gerenciamento de riscos”, afirma o executivo.

Formas de mitigar riscos

É importante reforçar em questões de organização focada na prevenção de riscos como políticas, procedimentos, treinamentos com o intuito de minimizar a exposição a um sinistro que possa, além de causar danos no patrimônio, impactar negativamente a imagem da empresa e na participação do mercado, que é conquistado com tempo e entrega de um bom serviço. Temas intangíveis do risco e que podem prejudicar muito os negócios.

Como medidas que colaboram/contribuem: melhores conversas internas, fortalecer a cultura de segurança e perdas, além de compartilhar a estratégia com os profissionais das empresas, é fundamental promover a cultura do pertencimento e a melhoria na qualidade do risco.

“Sabemos a dificuldade em justificar os investimentos em mitigação dos riscos, por isso indicamos que o trabalho inicie na concepção do projeto, quando tudo ainda estiver no papel. Este é o momento para envolver a seguradora em quesitos mínimos como prevenção de incêndios. Mas como queremos preservar o patrimônio e ainda obter destaque no mercado, não podemos pensar só no mínimo”, avalia Carlos Cortés.

Investimentos em tecnologia

O palestrante Tom Bossert, altamente graduado em gestão de risco, falou sobre a necessidade de investimentos em tecnologia, melhores procedimentos de TI e de negócios. Mais educação e treinamento, resiliência e plano de mitigação de riscos não apenas para a Internet, mas para os diferentes meios de comunicação. Os hackers se modernizam com a evolução da tecnologia. “A empresas fazem seus planos de tecnologia, mas não os usam”, acredita Bossert.

O especialista usou grandes exemplos como de ataque cibernético como a venda de ingressos da Copa de 2014 e a busca de informações por parte do governo americano aqui no Brasil. O convidado ainda reforçou a importância do controle de acessos dos profissionais aos dados corporativos. “Para evitar que o hackeamento aconteça de dentro para fora da empresa, é fundamental restringir acessos individuais”, e ensina Tom Bossert.

Sobre o What If?

Disponibilizado para cliente, corretores de seguros e profissionais especializados em avaliação e gerenciamento de risco, o aplicativo Zurich Risk Grading- What If?, compatível com smartphones e tablets da Apple, tem formato de fácil compreensão. “Esta ferramenta contribuiu para que nossos clientes possam conhecer a detalhe a nossa metodologia de avaliação de riscos “Zurich Risk Grading” e utilizar a informação para definir as prioridades no processo de implementação dos planos de melhoria de riscos nas empresas”, destaca Carlos Cortés, superintendente de Engenharia de Riscos da Zurich. “Ele dá a oportunidade para que o cliente conheça as ações e formas de evitar riscos para, em seguida, estabelecer prioridades para seus planos de melhoria de risco.”

Desenvolvido pelas equipes de Engenharia de Riscos e Tecnologia da Informação da Zurich, o aplicativo utiliza elementos-chave, que seguem a metodologia global de gerenciamento de riscos da Zurich, em uma representação visual que torna a avaliação de risco mais simples e fornece aos clientes percepções e boas práticas para otimizar resultados. O ‘Zurich Risk Grading – What If?’ conta com uma interface intuitiva, com cada critério de avaliação classificados por meio de uma ferramenta linear. “Ao final da avaliação, gerada automaticamente, é possível visualizar o impacto das ações de melhoria de riscos na pontuação de classificação, o que contribuiu para redução de custos e despesas para nossos clientes”, enfatiza o superintendente Carlos Cortés.

A versão em português do aplicativo ‘Risk Grading – What If?’ está disponível para download gratuito na App Store (iOS). E para mais detalhes, acesse ao vídeo: http://bcove.me/9t00475a .

Presidente do Bradesco entra na lista de cotados para a Fazenda

Trabuco_interna_vii-encontro-fenapreviSegundo a colunista Monica Bergamo, da Folha de São Paulo, Luiz Trabuco, presidente executivo do Bradesco, entrou na semana passada na lista de cotados para o Ministério da Fazenda caso Dilma Rousseff vencesse as eleições. Seguindo regras do banco, ele se aposenta no ano que vem, aos 65 anos. Trabuco teria a capacidade de acalmar o mercado financeiro, que estava claramente contra Dilma. Comandou por vários anos um banco que sempre fez marketing baseado no pequeno poupador. E não poderia ser chamado de banqueiro –ele não é dono da instituição, diz a nota.

Já o portal Infomoney afirma que ter Trabuco como ministro seria um sonho do governo. Entre os candidatos na lista tem também Eduardo Loyo, economista chefe do BTG Pactual, Henrique Meirelles, uma defesa de Lula, e Nelson Machado. Quatro nomes que entendem do mercado segurador.

O banco nem desmente, nem confirma e nem comenta o assunto. Para seu lugar, segundo fontes do blog Sonho Seguro, o mais cotado é Marco Antonio Rossi, que hoje preside a Bradesco Seguros. Trabuco foi um dos principais idealizadores e responsáveis pela inclusão do Cristo Redentor entre as sete maravilhas do mundo anos atrás. Em julho de 2007, quando o resultado foi divulgado pelo governo, estimava-se que a cidade de Rio de Janeiro teria um crescimento de 20% no setor turístico, beneficiando o comércio local como transportes, hotéis, restaurantes, entretenamento e alimentação, que juntos representam 4% do PIB estadual, resultando em um aumento anual de 90 milhões de dólares na economia, e gerando 80 mil novos empregos no setor.

Uma fonte com boa capacidade de avaliação, afirmou ao blog que acha difícil Trabuco aceitar o ministério. “Ele é muito centrado e rígido não aceitando fazer nada que seja contra a maioria. Além de ter o sonho de ser Presidente do Conselho do Bradesco”.

Em nota a Agência Estado, Trabuco informou que o discurso da vitória da presidente Dilma Rousseff, no domingo, 26, sinalizou diálogo, união e reformas, “Foi um momento de pacificação e pleno entendimento das responsabilidades à nossa frente”, avaliou ele na nota ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado.

Segundo o executivo, o Brasil é exemplo de democracia moderna, que impulsiona o seu desenvolvimento social e político pelo voto popular. As eleições ontem, conforme Trabuco, foram “limpas” e realizadas em “clima de paz”. “O povo brasileiro deu demonstração de espírito democrático e tolerância, em que pese os acirrados debates e a disputa apertada”, acrescentou.

Trabuco afirmou ainda a agência que o Bradesco acredita no Brasil e que a instituição está confiante de que o governo reeleito vai enfrentar os desafios do presente. Também em nota ao Broadcast, Lázaro de Mello Brandão, presidente do Conselho de Administração do Bradesco, afirmou que a maturidade e a solidez da democracia brasileira foram confirmadas na eleição. O resultado da apuração foi 51,64% dos votos para Dilma Rousseff e 48,36% para o candidato do PSDB, Aécio Neves.

“Temos a convicção de que a presidenta reeleita Dilma Rousseff renovou pelo melhor caminho – o do voto da maioria dos brasileiros – todas as condições necessárias para avançar sobre os grandes desafios que o País tem pela frente. Desejamos-lhe as merecidas saudações, com a crença de que teremos quatro anos de muito trabalho e conquistas”.

AGCS estreia em seguros para empresas de médio porte

A Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), braço de seguros corporativos e especiais do grupo Allianz, anuncia a ampliação do seu Conselho Administrativo e a criação de uma nova linha de negócios para empresas de médio porte. Todas as mudanças estão previstas para acontecer a partir do dia 1° de janeiro de 2015 e passarão por aprovação dos órgãos responsáveis.

“A nossa reorganização regional e a criação de uma linha de negócios para empresas de médio porte refletem o crescimento do AGCS, especialmente, no importante mercado norte-americano de Property & Casualty, bem como o crescimento na diversificação de produtos e na atuação geográfica da companhia”, diz Axel Theis, CEO global da AGCS.

A função de Chefe de Regiões e Mercado da AGCS, que supervisiona os 28 escritórios da empresa e organiza atividades voltadas para o mercado, passará a ter três divisões. Carsten Scheffel, atual CEO regional da AGCS em Londres, passará a integrar o conselho administrativo da empresa, liderando as operações na América do Sul, Reino Unido, Irlanda, Região nórdica, Rússia e Europa Central e Oriental, Oriente Médio, Austrália e Nova Zelândia.

Já Art Moossmann, membro do Conselho de Administração da AGCS e atual Chefe de Regiões e Mercado da América do Sul, passa a liderar o mercado da América do Norte (Estados Unidos, Canadá e México), acumulando responsabilidade de CEO para a região. Este movimento estratégico ocorre para apoiar a integração comercial do Fireman’s Fund Insurance Company (FFIC) com a AGCS na América do Norte.

A responsabilidade pela terceira região, que abrange Alemanha, Áustria e Suíça, a região do Mediterrâneo, Ásia e África permanece inalterada: Andreas Berger continua responsável pelos negócios nesses países e também pela gestão do canal de distribuição para o corretor do Grupo Allianz.

Soluções de seguros para empresas de médio porte

AGCS anuncia a criação de uma nova linha de negócios para atender empresas de médio porte. Hugh Burgess, CEO Regional para a América do Norte, será o Chefe Global da linha de negócios “Mid-Corporate”. A linha “Mid-Corporate” focará em empresas com faturamento anual menor do que o dos clientes regulares da AGCS, que têm receita anual de 500 milhões de euros. A nova linha também vai prover propriedade e responsabilidade civil para empresas de médio porte com faturamento acima de 100 milhões de euros.