Inflação do Carro fica abaixo do IPC da Fipe

tabela inflaFonte: AutoInforme

Até que não subiu muito o custo do motorista para andar de carro e fazer a manutenção preventiva em 2014. A Inflação do Carro da Agência Autoinforme, que levanta os preços de todos os itens usados pelo motorista, encerrou 2014 com uma alta de 4,1%, índice bem abaixo da inflação no País, que foi de 5,2% conforme o IPC da Fipe.

E se não fosse a crise de abastecimento de água em São Paulo o índice poderia ser menor. É que a falta d’água provocou o fechamento de muitos lava-rápidos e elevou os preços da lavagem do carro. Mesmo sendo um item que não tem muito peso na composição da Inflação do Carro, a lavagem pesou no índice final porque teve um aumento expressivo no ano. O preço da lavagem completa subiu 7,5% e a lavagem simples teve uma alta de 20,1%. Foram os dois itens que mais subiram em 2014.

Mais sete itens tiveram aumentos expressivos no ano passado, acima de 5%. O maior deles foi do estacionamento, que ficou 6% mais caro. O balanceamento subiu 5,8% e alinhamento e lona de freio ficaram 5,3% mais caros. O jogo de velas e a correia dentada subiram 5,1% e a mão de obra 5,2%.

Álcool e gasolina, esses sim com grande peso da composição da Inflação do Carro (os combustíveis representam 30% de todas as despesas do motorista), tiveram aumentos inexpressivos em 2014. Ambos subiram 1,9% no período.

Brasil Insurance: estratégicos desistem; fundos ainda olham

brasil insuranceO portal da revista Veja informa que a Qualicorp e a Marsh Insurance Group abandonaram conversas para adquirir o controle da Brasil Insurance, holding de corretoras de seguros cuja ação derreteu na Bovespa no ano passado e hoje chegou na menor cotação da história. A empresa, que chegou a valer R$ 2,3 bilhões agora tem um valor de mercado de R$ 290 milhões.

Edward Lange foi contratado como CEO para tentar um novo caminho, mas que tem apresentando muitos obstáculos. Segundo a Veja, conversas estavam sendo conduzidas por Fabio Franchini, presidente do conselho da Brasil Insurance. Outros interessados detectados pelo banco Morgan Stanley são os fundos de private equity Gávea, General Atlantic, Carlyle e KKR. No entanto, ao contrário dos players estratégicos, estes investidores financeiros não têm sinergias com a empresa, daí ser improvável que paguem um prêmio para fechar o capital da companhia, informa o blog de Geraldo Samor.

Uma pessoa próxima à Marsh e à Qualicorp disse que é preciso um novo alinhamento de interesses dentro da Brasil Insurance para reengajar os sócios-corretores que, depois de embolsar o que lhes era devido pela venda de suas corretoras, se sentem desincentivados para trabalhar pela companhia.

Tanto a Marsh quanto a Qualicorp queriam trabalhar junto com a Brasil Insurance para redesenhar os incentivos. Depois disso, ambas estavam dispostas a comprar o controle. As empresas competiam entre si. “Apenas um redesenho completo dos incentivos traria real valor à empresa,” disse a fonte próxima aos ex-potenciais compradores ao blogueiro. “O valor do negócio é a capacidade de originação dos corretores, mas comprar na estrutra atual pra consertar a governança depois é algo que não interessa.”

José Sergio Bordin assume Bradesco Auto RE e Ricardo Alahmar a Bradesco Capitalização

bradescoJosé Sergio Bordin teve uma passagem meteórica pela Bradesco Capitalização. Segundo comentários de fontes do setor, ainda não confirmados pelo Blog Sonho Seguro, o executivo deixará o comando da capitalização. Em seu lugar assume Ricardo Alahmar, executivo de carreira, que vinha sendo preparado por Norton Glabes Labes, que deixou a presidência da Bradesco Capitalização em abril de 2014 por ter atingido a idade limite e partiu para novos negócios com sua empresa voltada ao terceiro setor.

Bordin, que era diretor regional do banco antes de assumir a capitalização, assume o lugar de Tarcisio Godoy no comando da Bradesco Auto RE. Godoy, por sua vez, segue para a secretaria do Ministério da Fazenda. A Bradesco Auto RE é responsável pelos seguros de automóvel, de residenciais, de condomínios e de riscos corporativos entre outros do grupo.

Vamos aguardar as confirmações do grupo Bradesco Seguros, controlador de todas as empresas do grupo segurador.

Google pretende vender seguro de carro nos EUA, informa a Reuters

googleFonte: Reuters

O Google pode estar se movendo para o mercado de seguros de automóveis nos Estados Unidos com um site para consumidores compararem e comprarem apólices, afirmou um analista na quinta-feira (9), conforme a companhia segue deslocando sua atenção para a indústria automotiva.

O gigante de buscas planeja em breve o uso preliminar de seu novo site de comparação de seguros automotivos, o Google Compare, escreveu a analista Ellen Carney, da Forrester, em uma nota. De acordo com Carney, a empresa tem mostrado o serviço para operadoras de seguros há mais de dois anos.

O Google, que atualmente dispõe de um serviço no Reino Unido para usuários compararem 125 opções de seguro de automóveis, ganha uma taxa quando um usuário compra seguros online ou por telefone.

Carney espera que o uso preliminar na Califórnia para o novo serviço comece no primeiro trimestre de 2015. O Google já tem licença para vender seguros de automóveis em 26 estados e está trabalhando com um punhado de seguradoras, incluindo a Dairyland, MetLife e outras, disse ela. O Google afirmou que não comenta especulações.

Vendas de títulos de capitalização chegam a R$ 19,8 bi até novembro

fenacapRelease

De acordo com os dados divulgados pela Federação Nacional
de Capitalização (FenaCap), o mercado de títulos de capitalização
distribuiu, entre janeiro e novembro de 2014, R$ 1,085 bilhão em premiações,
19% a mais do que no mesmo período de 2013, o que equivale a R$ 5,7 milhões
em prêmios pagos a clientes contemplados, por dia útil no ano.

No mesmo período, o faturamento cresceu 5,2% em relação ao ano anterior,
atingindo o montante de R$ 19,862 bilhões. “O setor ainda contribuiu para
injeção de recursos na economia, devolvendo, sob forma de resgates, até
novembro, R$ 14 bilhões à clientes que mantiveram seus contratos de
capitalização”, assinala Marco Antonio Barros, presidente da FenaCap. “Desse
modo, o título de capitalização se transforma em um instrumento financeiro
que ajuda a cultivar a disciplina financeira, oferecendo, ainda, a
oportunidade de concorrer a prêmios em dinheiro”, completa Marco Barros.

O volume das reservas técnicas, montante relativo aos depósitos efetuados
por clientes de títulos de capitalização, e que são devolvidos sob forma de
resgates, cresceu 13,2% no período, em relação ao ano de 2013, ultrapassando
a marca de R$ 29 bilhões.

XL compra Catlin por US$ 4,2 bilhões

© Copyright 2007 Corbis CorporationFinalmente foi divulgada a compra da Catlin, que faz seguro de tudo – de enchentes a sequestros – pelo grupo XL, por US$ 4,2 bilhões. Segundo nota enviada ao blog Sonho Seguro, os acionistas do maior sindicato do Lloyd`s of London, receberão 388 pence em dinheiro e 0,13 para cada ação Catlin, o que valoriza os papéis do Catlin em 715,3 pence por ação com base nos preços de fechamento de ontem. O anúncio oficial do início das conversações foi feito pela Catlin no dia 17 de dezembro. A oferta inicial era de 2,5 bilhões de libras e foi finalizada em 2,7 bilhões de libras.

O acordo visa aumentar a cobertura de riscos específicos, segundo informou em nota o CEO da XL Mike McGavick. A operação combinada gera uma empresa com mais de US$ 17 bilhões de capital e US$ 10 bilhões em prêmio líquido. Em resseguro, o grupo passa a totalizar prêmios de US$ 3 bilhões, passando a constar no ranking dos 10 maiores resseguradores do mundo.

O anúncio fez com que as ações das duas empresas registrassem alta nas bolsas em que operam. Os papéis da Catlin avançaram 4,6%, para 691 pence às 10:38, em Londres, e as ações do grupo XL tiveram valorização de 1,6%, para US$ 35,42 em Nova York ontem, segundo a Bloomberg.

O Catlin Group registrou vendas superiores a US$ 5,3 bilhões em 2013 e tem escritórios em mais de 25 países, inclusive na América do Norte, Ásia, América Latina e outras partes da Europa.

Mike McGavick continuará como CEO will e Stephen Catlin terá um cargo compartilhado entre as duas companhias como Executive Deputy Chairman assim que a operação for concluída. A perspectiva é de que Catlin faça parte do Conselho de Administração. Peter Porrino permanece como CFO.

Seguradoras indenizam US$ 31 bi dos US$ 110 bi em perdas com catástrofes em 2014, afirma Munich Re

catastrofe cheia rio madeiraDepois da Swiss Re divulgar uma prévia das perdas com catástrofes naturais e feitas pelo homem no final de 2014, ontem foi a vez da Munich Re divulgar o seu levantamento sobre o tema. Segundo estudo divulgado ontem, dia 7, as catástrofes naturais registradas em 2014 provocaram menos mortes e danos materiais que nos últimos trinta anos.

As perdas econômicas geradas pelas catástrofes no ano passado chegaram a US$ 110 bilhões, valor menor os US$ 140 bilhões do ano anterior e que a média dos últimos trinta anos, segundo dados coletados pelo blog Sonho Seguro. O ciclone Hudhud, que atingiu a Índia, lidera o ranking de perdas econômicas, com um custo de US$ 7 bilhões. Dos US$ 110 bilhões em perdas econômicas constatados no ano passado, apenas US$ 31 bilhões contavam com apólice de seguro. O desastre natural mais caro, uma tempestade no Japão, segundo maior país em vendas de seguros no mundo, gerou indenizações de US$ 3,1 bilhões.

Os desastres provocaram 7,7 mil mortes, sendo, as inundações na Índia e no Paquistão em setembro as que causaram o maior número de óbitos: 665. O número de mortos registrados nas catástrofes naturais caiu significativamente em relação a 2013 (21 mil) e à média dos últimos anos, e se situa no nível de 1984. O estudo destaca que a temporada de furacões na América do Norte e Central foi relativamente tranquila, com oito furacões violentos contra os 11, em média, ocorridos entre 1950 e 2013.

Tarcisio Godoy deixa Bradesco Seguros para assumir como secretário da fazenda

tarcisio godoyComo era esperado, Tarcísio Godoy, ex-secretário do Tesouro e que nos últimos sete anos atuou na indústria de seguros, três (2007/2010) como presidente da Brasilprev e quatro (2010 a 2014) como diretor da Bradesco Seguros, foi escolhido secretário-executivo do novo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, segundo anúncio feito na última segunda-feira, dia 5 de janeiro. Agora a grande expectativa é com o anúncio do comando da Superintendência de Seguros Privados (Susep), que deverá ser divulgada nos próximos dias. A aposta é de que atual titular, Roberto Westenberger, seja mantido.

Miriam Mara Miranda, ex-CNseg, será chefe do gabinete de Joaquim Levy

A Casa Civil da Presidência nomeou Miriam Mara Miranda para exercer o cargo de chefe de gabinete do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Miriam atuava como Superintendente de Relações Governamentais da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (Cnseg), desde junho de 2013, quando foi aberta a sucursal de Brasília.Antes disso, atuou por um ano como diretora de tecnologia, na Confederação Nacional da Indústria (CNI).

A edição de hoje do DOU também traz a nomeação do ex-presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) Lindolfo Neto de Oliveira Sales para exercer o cargo de chefe de gabinete do ministro da Previdência Social, Carlos Gabas.

Caixa Seguros muda marca e ganha novo nome

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O Grupo Caixa Seguros está de cara nova. A Companhia acaba de reformular sua logomarca e passa agora a se chamar Caixa Seguradora. Com as mudanças, a empresa pretende fortalecer ainda mais sua presença no mercado, além de unificar todas as suas atividades em uma única marca – antes separada em cinco empresas: Caixa Seguros, Caixa Previdência, Caixa Consórcios, Caixa Capitalização e Caixa Seguros Saúde.

“A marca única fortalece a identidade da empresa e facilita a relação com parceiros e clientes”, explica Gabriela Ortiz, diretora de Marketing, Estratégia e Comunicação.

Mais do que uma mudança no visual, as novidades representam o amadurecimento que a empresa conquistou nos últimos anos, tanto no modelo de negócios como no posicionamento interno e externo. Para acompanhar esse crescimento, a seguradora construiu em Brasília uma sede própria e já começa 2015 de casa nova.