O Índice de Confiança e Expectativas do Setor de Seguros (ICSS), calculado a partir de pesquisa realizada pela FENACOR, despencou para 70,9% em fevereiro, ficando 10,2 pontos percentuais abaixo dos 81,1% apurados em janeiro.
Já o ICES Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras atingiu o seu mínimo histórico, 27 meses após a sua criação. Em fevereiro de 2015, o índice foi 71,7%, bem abaixo dos 81,4% registrados no mês anterior.
Os corretores de seguros também continuam pessimistas, como mostra a queda de 84,6% para 74,5% do ICGC, que indica o grau de expectativa das grandes corretoras de seguros, nos dois meses comparados.
Até mesmo o ICER, que mede o grau de confiança dos resseguradores e vinha apresentando crescimento, voltou a cair, de 77,5% para 66,7% entre janeiro e fevereiro.
Segundo o coordenador técnico do estudo, Francisco Galiza, o principal motivo para esse comportamento desfavorável é a preocupação das empresas quanto ao futuro da economia brasileira nos próximos seis meses. Além disso, há pessimismo também quanto à evolução do faturamento futuro das seguradoras, observa Galiza.
De fato, a pesquisa apurou que, para 60% dos corretores de seguros e 41% dos seguradores entrevistados, haverá queda da rentabilidade nos próximos meses.
Como parte da política de transparência e comprometimento com seus públicos de interesse e a sociedade, a SulAmérica publicou os dados Sociais, Ambientais e de Governança (ASG) juntamente à divulgação do demonstrativo financeiro. Esses dados demonstram como a SulAmérica está pondo em prática os indicadores dos compromissos assumidos voluntariamente, com o Pacto Global e os Princípios para o Investimento Responsável (PRI, sigla em inglês).
Os resultados estão disponíveis para consulta no site de Relacionamento com Investidores da companhia e no portal institucional da seguradora, na seção “Sustentabilidade”.
“A divulgação dos resultados na área de Sustentabilidade, concomitantemente ao lançamento do balanço financeiro ao mercado, é reflexo de eficientes controles sistemáticos implantados e que demonstram a importância do tema para as estratégias de negócios da SulAmérica. Essa conduta novamente coloca a companhia como precursora e incentivadora da boa governança corporativa e sustentável no setor de seguros”, ressalta a superintendente de Sustentabilidade Empresarial da SulAmérica, Adriana Boscov.
A Prudential do Brasil Seguros de Vida S.A. acaba de divulgar o balanço patrimonial com os resultados de 2014. A companhia registrou um aumento dos prêmios de seguros (1) de 40%, em comparação ao ano de 2013, atingindo o montante de R$ 715 milhões. Além disso, apresentou um lucro líquido de mais de R$ 87 milhões, que significou uma elevação de 287% com relação ao ano anterior. Este resultado tem como base as práticas contábeis brasileiras (Brazilian Generally Accepted Accounting Principles – BRGAAP).
“Estou contente com o resultado. Os números positivos são derivados principalmente do aumento de 40% dos prêmios e do controle de despesas da seguradora, de forma a aproveitar a economia de escala ao longo de 2014, assim como da menor sinistralidade da carteira”, explica o presidente & CEO da Prudential do Brasil, Fabio Lins.
A Prudential continua elevando a sua base de segurados e encerrou o ano com mais de 231 mil apólices de seguro de vida individual, um aumento de 24%, em relação ao ano anterior. Como consequência, ainda em comparação a 2013, também registrou um crescimento expressivo de 41,3% no Capital Segurado(2) em vigor, ultrapassando R$ 106 bilhões.
A companhia encerrou o ano de 2014 como a primeira seguradora independente no ranking de Planos Individuais de Seguros de Pessoas, com 17.4% de market share,de acordo com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) de janeiro a dezembro de 2014.
Plano de expansão
Dando continuidade ao plano de expansão, a Prudential do Brasil abriu quatro novas agências em 2014. Três na região sul do país, duas delas em Curitiba e uma em Porto Alegre e mais uma no Rio de Janeiro, estado onde se localiza a sede da seguradora.
Compromisso social
Norteado pelos oito Objetivos do Milênio da Organização das Nações Unidas (ONU), o programa de sustentabilidade da seguradora reuniu diversas ações que contribuíram com mais de 58 instituições do terceiro setor, beneficiando mais de 11 mil pessoas em 2014. Essas organizações receberam desde donativos, passando por ajuda financeira para reformas e ações de incentivo à educação, a saúde e ao esporte, entre outras.
Um dos destaques neste sentido é o Dia Global do Voluntariado (GVD), que estimula o voluntariado entre os funcionários, prestadores de serviços e franqueados, que, juntamente com seus familiares, amigos e clientes, são convidados a experimentar a satisfação de ajudar instituições filantrópicas realizando diversos tipos de trabalho voluntário.
Também em 2014, a Prudential ofereceu apoio à creche Obras Social Unidas de Santa Marta, conhecida como Mundo Infantil, localizada em Botafogo, no Rio de Janeiro, com a doação de material pedagógico e leite em pó para quase 60 crianças atendidas pela instituição.
As ações incluíram, ainda, a realização de duas doações para a Make-A-Wish Brasil que ao todo realizaram 56 sonhos de crianças e adolescentes portadoras de doenças graves.
Por fim, a seguradora encerrou o ano com a entrega do Kiyo Sakaguchi Golden Heart Memorial Award (Prêmio Kiyo Sakaguchi Coração de Ouro, em tradução livre), realizando uma doação de US$ 10 mil à instituição Grupo Espírita Amália de Godoy, de Belo Horizonte, Minas Gerais.
O Projeto Família Sempre Protegida, do grupo BB e Mapfre, que inovou na maneira de ofertar seguros ao consumidor por vending machines e gôndolas do varejo, é atração esta semana do programa Missão Inovação, do Discovery Channel.
O programa, que tem por objetivo mostrar cases de inovação e os desafios das principais empresas do Brasil e da América Latina, mostra como foi o processo de criação e desenvolvimento do projeto, a necessidade de inovar e facilitar a linguagem dos seguros para o público-alvo do produto, a estratégia de distribuição via varejo até o resultado final e implementação, no formato gift card e caixinhas de DVD.
A equipe do programa esteve na sede da companhia, em São Paulo, em novembro passado, por ocasião do lançamento do projeto, para filmar o showroom do projeto. Em formato documentário, o filme traz entrevistas com a equipe de criação e colaboradores, descrevendo detalhes do projeto.
“O Família Sempre Protegida é uma aposta do BB E MAPFRE em inovação tecnológica, utilizando o conceito de design thinking. Foram dois anos de trabalho intenso numa equipe multidisciplinar, com mais de mil horas, tendo como resultado um produto que rompe barreira de chegar aos consumidores que até hoje não adquiriram nenhum produto de seguro”, explica Paulo Rossi, superintendente executivo de Marketing da companhia.
O programa estreia hoje, às 23h30, com reprise nos dias 3/3, 5/3 e 7/3, às 11h20, 8h e 11h20, respectivamente. O programa também pode ser visto pelo site da Discovery Channel pelo link: www.brasil.discovery.uol.com.br/missao-inovacao-mapfre.
A Brasilprev acaba de lançar um aplicativo mobile. A plataforma permite que os usuários realizem simulações a partir do tempo e valor que pretendem investir para realizar diferentes projetos de longo prazo. O serviço é gratuito e está disponível para download na Apple Store, Play Store e Windows Phone Store, basta digitar “Brasilprev” na busca.
Na plataforma, o usuário pode fazer simulações para diferentes objetivos, como comprar um imóvel, realizar um MBA no exterior, abrir um negócio próprio, fazer uma viagem ao redor do mundo, bancar os estudos ou o intercâmbio para os filhos, entre outros. “Organização e planejamento financeiro são fundamentais para a realização de projetos, sejam quais forem. Atenta às novas formas de comunicação e comprometida com a educação financeira e previdenciária da sociedade, a Brasilprev desenvolveu um aplicativo acessível que permite ao usuário alinhar o objetivo do investimento ao valor e ao tempo disponíveis para concretizá-lo. De acordo com cada perfil, é possível alterar a quantia da contribuição, as taxas, o tempo de investimento e, assim, encontrar a melhor opção para realizar cada projeto de vida”, explica Oton Cabral Gonçales, diretor Comercial e de Marketing.
Transações realizadas via celular crescem 111%
Os usuários correntistas do Banco do Brasil e clientes da Brasilprev podem por meio do aplicativo mobile banking – o Autoatendimento BB pelo celular –, realizar transações, simulações, consultar extratos, acompanhar a rentabilidade dos fundos, solicitar a suspensão do envio de extratos em papel, entre outros serviços. No último ano, as transações realizadas via celular cresceram 111% entre os clientes da Brasilprev. Apenas em 2014, os aportes extras realizados pelo serviço registraram R$ 21,70 milhões, um aumento de 114% em comparação a 2013.
Fonte: Anupreeta Das/The Wall Street Journal – tradução para o português publicada pelo Valor Econômico
Warren Buffett uma vez escreveu aos seus acionistas da Berkshire Hathaway Inc. que se ele, seu sócio Charles Munger e seu vice Ajit Jain estivessem em um navio naufragando e apenas um deles pudesse ser salvo, Ajit é quem deveria ser resgatado.
No último sábado, Munger solidificou a importância de Jain para o futuro da Berkshire quando deu a entender que o chefe da divisão de resseguros do conglomerado, de 63 anos, é parte do que parece ser uma disputa entre dois homens para assumir o cargo de diretor-presidente da holding quando Buffett, de 84 anos, não estiver mais por perto.
Munger, vice-presidente do conselho de administração da Berkshire, também sugeriu que Greg Abel, que comanda a divisão de energia, seria outro sucessor à altura. Buffett e Munger escreveram cartas separadas aos acionistas cm comemoração aos 50 anos da Berkshire Hathaway.
“Ajit Jain e Greg Abel comprovaram seu desempenho e provavelmente seriam subavaliados se descritos como [profissionais] ‘de classe mundial'”, escreveu Munger, ressaltando que, em alguns aspectos, “cada um deles é um executivo melhor que Buffett”.
Jain e Abel não puderam ser contatados para comentar.
Ambos parecem se enquadrar na descrição que Buffett faz do diretor-presidente ideal: um “indivíduo racional, calmo e decisivo, que tem amplo entendimento de negócios e boa percepção sobre o comportamento humano. É também importante que conheça seus limites.”
Jain, que passou cerca de 30 anos na Berkshire, é considerado há muito tempo o candidato principal para substituir Buffett, que o contratou em 1986 para criar a divisão de resseguros, embora, como Jain gosta de dizer, ele pouco sabia sobre seguros ou resseguros. Não demorou muito para Buffett começar a elogiar Jain em suas cartas anuais quando os riscos que ele assumiu começaram a dar resultados. No ano passado, a Berkshire Hathaway Reinsurance Group, liderada por Jain, contribuiu com US$ 42,5 bilhões para o total de US$ 84 bilhões do “float” de seguros mantido pela Berkshire.
Esse float – prêmios que a Berkshire coleta dos clientes para serem pagos bem depois na forma de indenizações e que, enquanto isso, são investidos – foram uma pedra fundamental do modelo de negócios da Berkshire, financiando sua expansão em diversas empresas e investimentos.
Jain nasceu e foi educado na índia e também estudou na Harvard Business School. Embora tenha morado em Omaha, no Estado de Nebraska, por alguns anos depois de entrar na Berkshire, Jain trabalha em Stamford, no Estado de Connecticut. Ele é conhecido por assumir riscos grandes e incomuns, como fazer uma apólice em 1999 protegendo a equipe de beisebol Texas Rangers da possibilidade de o jogador Alex Rodriguez ficar inválido para sempre.
“Ele se destaca por assumir e precificar riscos incomuns e também criar novos negócios altamente lucrativos”, diz Laura Rittenhouse, consultora especializada na relação entre diretores-presidentes e investidores. “Esses talentos são essenciais para ter sucesso em seguros, o motor que faz a máquina de dinheiro da Berkshire funcionar.”
O acesso e proximidade a Buffett e a longa carreira de Jain na Berkshire também o tornam bem familiarizado com a cultura da holding, cujas marcas são uma operação descentralizada e pouca burocracia.
Em um painel em fevereiro, Jain disse que a ausência de burocracia na Berkshire e em suas unidades operacionais tornava a companhia única. O evento foi organizado para discutir o futuro da Berkshire sem Buffett, tema de um livro recente de Larry Cunningham, professor da Universidade George Washington.
“Ajit, assim como todos os demais diretores-presidente na Berkshire, reconhece que delegar e descentralizar são essenciais” para o futuro do conglomerado, disse Cunningham. Perguntado no painel sobre as qualidades que o futuro diretor-presidente da Berkshire deve ter, Jain respondeu que a pessoa não deveria ser um administrador detalhista.
Se Jain é o veterano, Abel é o negociador perspicaz. A experiência dos dois, também, é diferente. “Ajit é financeiro, Greg é industrial”, diz Cunningham.
Abel, de 52 anos, diretor-presidente da Berkshire Hathaway Energy, entrou no conglomerado em 2000 com a compra, pela Berkshire, de uma empresa de energia em Iowa. Desde então, a Berkshire já investiu mais de US$ 15 bilhões em aquisições, transformando a unidade em uma das maiores fornecedoras de energia do país. Ela também investiu uma quantia semelhante em projetos de energia renovável.
Abel também acumulou experiência em alocar capital no setor de energia, habilidade importante para o próximo diretor-presidente da Berkshire, que terá que decidir, como Buffett faz, se e quando comprar empresas ou ações ou investir em despesas de capital. No processo, ele também trabalhou próximo a Buffett. Ele assumiu o cargo de diretor-presidente da unidade de energia em 2008, substituindo David Sokol, que saiu da Berkshire em 2011.
Como Jain, Abel prefere ficar longe dos holofotes, embora pessoas que o conhecem digam que ele é um líder carismático, com a habilidade de conquistar vários grupos do setor de energia, de reguladores a clientes.
A Zurich Santander Brasil registrou lucro líquido de R$ 631 milhões em 2014, crescimento de 32,2% na comparação com os R$ 477 milhões de igual período do ano anterior. O lucro operacional somou R$ 742 milhões em dezembro, uma alta de 25% sobre o resultado de 2013.
O patrimônio líquido no fim do ano passado somou R$ 2,36 bilhões, ante R$ 2,07 bilhões em 2013. Já as provisões técnicas de seguros e previdência atingiram R$ 28,66 bilhões, aumento de 14,3% sobre os R$ 25,07 bilhões apresentados em dezembro de 2013.
“Para este ano queremos sustentar o ritmo de expansão dos negócios, aumentar o volume de prêmios e manter a forte atuação comercial, sempre com o contínuo foco na qualidade de atendimento aos clientes, na gestão de custos operacionais e na qualidade e solidez do balanço”, destaca José Garcia Naveros, diretor financeiro da Zurich Santander.
Ainda segundo o executivo, a estratégia de crescimento dos negócios está baseada no lançamento de produtos inovadores, que gerem benefícios para os clientes, acionistas e contribuam para o desenvolvimento do mercado brasileiro de seguros.
Na próxima terça-feira, dia 3 de março, o Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) receberá em seu tradicional almoço mensal o diretor da Porto Seguro e da Renova Ecopeças, Bruno Garfinkel.
Na palestra “Renova, por um futuro sustentável”, ele apresentará detalhes da iniciativa inédita da empresa. “O objetivo da Renova é garantir a destinação ambientalmente correta de veículos em fim de vida útil, por meio do tratamento de seus resíduos e da comercialização de peças de reuso”, diz.
Atualmente, o Brasil recicla pouco menos de 1,5% de sua frota que sai de circulação. A quantidade é inexpressiva em comparação a outros países, como os Estados Unidos, que reciclam 95% da frota.
O evento terá início às 12h, no restaurante do Circolo Italiano. Inscrições e informações pelo telefone (11) 3104 0416 ou e-mail: atendimento@ccssp.org.br
A American International Group, Inc. (NYSE: AIG) anunciou hoje com grande pesar o falecimento do seu antigo Presidente e CEO, Robert H. Benmosche. Benmosche, 70 anos, que tratava um câncer de pulmão desde 2010, faleceu esta manhã às 08h15 no hospital NYU Langone Medical Center, em Nova York.
“Anunciamos esta notícia com profunda tristeza e nossos sentimentos e orações estão com a família do Bob neste difícil momento”, disse Robert S. Miller, Presidente do Conselho de Diretores da AIG. “Bob foi sem dúvidas um dos líderes mais inspiradores e bem sucedidos na América. Nós nunca esqueceremos que sob sua extraordinária liderança, o time da AIG restituiu na íntegra o Governo dos Estados Unidos com uma margem de lucro de aproximadamente US$ 23 bilhões. Todos da família AIG foram grandiosamente abençoados pela visão de Bob, sua lealdade e amizade durante seus cinco anos na companhia. Bob era um homem brilhante que conduziu seu trabalho com admirável liderança, energia, paixão e tenacidade. Na AIG, nós honraremos seu legado, ao continuar focando na integridade e no desempenho. Ele fará muita falta”.
“Assim como diversas pessoas que tiveram o privilégio de trabalhar com o Bob, sinto-me sensibilizado e inspirado pelo exemplo que ele foi”, disse Peter D. Hancock, Presidente e CEO da AIG. “Bob era extremamente honesto e impulsionado pela confiança na possível gradiosidade que existe em cada pessoa. Ele colocava sua energia e foco para permitir que as pessoas da AIG vivessem de acordo com seus potenciais, e é por isso, que hoje somos uma empresa sustentável, que entende a importância de atender e superar as expectativas de todos os nossos acionistas. À medida que construírmos sob o seu legado na AIG de muitas formas, vamos lembrar dele vivendo e trabalhando de acordo com a convicção de que ele declarou, repetidamente, e confirmou, nas mais adversas circunstâncias: “Não há limite de grandiosidade que as pessoas boas podem realizar quando você lhes dá a liberdade para agir”.
Benmosche foi Presidente e CEO da AIG de 10 de Agosto de 2009, a 1º de Setembro de 2014. Ao chegar à AIG, foi responsável por uma empresa que tinha recebido assistência ao contribuinte em relação a crise financeira de 2008 totalizando cerca de US$ 182 bilhões. Em 2012, a AIG tinha compensado esse subsídio e com um lucro positivo de aproximadamente US$ 23 bilhões por meio da alienação de vários negócios e outras atividades de reestruturação. Em 2014, a AIG restabeleceu sua rentabilidade como líder global em property, casualty e seguros para linhas de consumo.
Benmosche foi o antigo Presidente do Conselho e Presidente e CEO da MetLife, um fornecedor líder de seguros e outros serviços financeiros. Benmosche liderou a transição da abertura de capital da MetLife em 2000. Ele juntou-se a MetLife em 1995 como Vice-Presidente Executivo, responsável pela integração dos negócios e desenvolvimento de produtos, marketing e esforços de vendas focados em clientes pessoa física da MetLife. Anteriormente em sua carreira foi Vice-Presidente Executivo na PaineWebber, Inc., onde dirigiu a fusão da Kidder Peabody em PaineWebber. Ele também atuou em várias funções no Chase Manhattan Bank de 1976 a 1982.
Benmosche foi ingressou ao Hall da Fama do Seguro em 2013 e foi nomeado Líder de Seguros do Ano pela Escola de Gerenciamento de Crise da da St. John’s University.
Benmosche serviu dois mandatos como membro do Conselho de Administração do Credit Suisse Group. Também foi tenente no Exército dos Estados Unidos de 1966 a 1968. Recebeu um diploma de bacharel em Matemática pela Universidade Alfred, em 1966, e foi premiado com um doutorado honorário em Administração pela Universidade Alfred, em 2013.
O lançamento dos novos produtos de Saúde e Odonto da Caixa Seguradora, em um movimento pioneiro que conta com a participação do Sincor-SP, aconteceu na quinta-feira (27/2), em São Paulo, diante de uma plateia com quase 3 mil corretores de seguros de todas as regiões do Estado de São Paulo. O evento marcou a estreia do programa Corretor de Seguros Empreendedor – Módulo Benefícios, cujo objetivo é ampliar os negócios da categoria.
Para o presidente do Sincor-SP, a iniciativa da Caixa Seguradora reconhece o corretor de seguros como o melhor canal para realizar a distribuição e atingir suas metas. “Trata-se de estratégia de negócio convergente com a proposta do Sincor-SP do empreendedorismo, da diversidade de negócios e do aumento de rentabilidade do corretor de seguros. Essa convergência é exatamente o que queremos. Então, aplaudimos a Caixa, assim como faremos com qualquer outra oportunidade para nossa categoria”, diz Camillo.
Ele lembrou que o evento foi aberto para corretores em geral, não apenas associados, pois foi ação de uma seguradora para o mercado. “No entanto, os programas de capacitação e outras iniciativas para os novos produtos serão exclusivos para associados do Sincor-SP. Desta forma, esperamos inclusive gerar atratividade. Abrir a casa para não sócios é uma maneira de profissionais que estiveram afastados do Sindicado conhecerem o novo Sincor-SP e nossas propostas”, disse.
O presidente da Caixa Seguradora, Jérôme Marie Dennis Garnier, também apontou a distribuição pelo canal corretor como diferencial para a expansão das carteiras. “A Caixa Saúde conta com um novo desafio, de modo a atender o mercado empresarial, e os corretores de seguros serão responsáveis por vendas com empenho e qualidade. Temos a expectativa de um excelente resultado no maior mercado de seguros do Brasil, o Estado de São Paulo”, afirmou.
O diretor da Caixa Saúde, Luis Eduardo Gevaerd, destacou que a meta é estar em breve entre as cinco maiores e melhores empresas de seguro saúde no Brasil. “Contamos com os corretores de seguros associados ao Sincor-SP, afinal estamos diante do principal mercado consumidor do País e da maior força de vendas do setor. Ou seja, são vocês que selecionarão os clientes para fazer parte da nossa carteira, são vocês que vão apresentar nossas principais vantagens e diferenciais”, ressaltou.
Gevaerd também comentou o ambiente positivo com a distribuição dos produtos da Caixa Seguradora por corretores de seguros. “Para aproveitar esse cenário, nossas novidades apresentam princípios bem definidos, modificando inteiramente o conceito que a empresa tem no mercado, criando produtos mais atraentes aos consumidores e assim nos tornamos mais competitivos, dia após dia. Vocês devem estar se perguntando: Como faço para vender os produtos da Caixa Saúde para os meus clientes? É muito simples: mostrando que nossos valores e nossa filosofia são os mesmo de vocês, corretores, e de todos os brasileiros”.
Já o executivo responsável pela área de Odonto, Julio Cesar Felipe, apresentou as opções em planos individuais e empresariais, comentando que as propostas são personalizadas, de acordo como perfil dos clientes. Ele também anunciou uma campanha de incentivo que vai premiar os corretores com uma viagem a Paris, desde que alcancem a produção de 6 mil vidas até o final do ano. “Mas os contratos firmados em março serão contados em dobro”, finaliza.
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